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  • Paciente de Genebra: Homem se torna o sexto do mundo a se curar do HIV sem mutação genética rara

    Paciente de Genebra: Homem se torna o sexto do mundo a se curar do HIV sem mutação genética rara

    Um novo caso de cura do HIV foi relatado na Suíça, onde um homem que recebeu um transplante de medula óssea apresentou remissão do vírus, cerca de 20 meses depois de interromper o tratamento antirretroviral.

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    O homem, conhecido como “Paciente de Genebra”, é o sexto do mundo a se curar da doença, mas o primeiro a fazê-lo sem receber células doadoras com uma rara mutação genética que confere resistência ao HIV.

    O “Paciente de Genebra” foi diagnosticado com HIV em 2002 e iniciou o tratamento antirretroviral em 2003. Em 2013, ele desenvolveu um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema imunológico. Para tratar o câncer, ele recebeu um transplante de medula óssea de um doador compatível, mas sem a mutação CCR5-delta32, que impede que o HIV entre nas células.

    O transplante foi bem-sucedido e o linfoma entrou em remissão. O homem continuou a tomar os medicamentos antirretrovirais até março de 2021, quando decidiu interrompê-los por conta própria. Desde então, ele tem sido monitorado regularmente por uma equipe médica liderada pelo Dr. Nicolas Müller, da Universidade de Genebra. Os exames realizados até agora não detectaram nenhum vestígio do HIV em seu sangue, tecidos ou fluidos corporais.

    O caso do “Paciente de Genebra” é diferente dos cinco casos anteriores de cura do HIV, que envolveram os chamados “Pacientes de Berlim”, “Londres” e “Düsseldorf”. Nestes casos, os pacientes receberam transplantes de medula óssea de doadores com a mutação CCR5-delta32, que os tornou efetivamente imunes ao HIV. O “Paciente de Genebra” é o primeiro a se curar sem essa vantagem genética.

    Os pesquisadores ainda não sabem explicar como o transplante de medula óssea eliminou o HIV do organismo do “Paciente de Genebra”. Uma hipótese é que o procedimento tenha provocado uma reação imunológica chamada “efeito enxerto contra hospedeiro”, na qual as células doadoras atacam as células infectadas pelo HIV e as eliminam. Outra possibilidade é que o transplante tenha substituído as células-tronco hematopoiéticas, que são as responsáveis pela produção das células sanguíneas e imunológicas, e que podem abrigar reservatórios virais latentes.

    O caso do “Paciente de Genebra” pode trazer novos elementos sobre os mecanismos de eliminação e controle dos reservatórios virais, que são os locais onde o HIV se esconde e permanece inativo no organismo. Esses reservatórios são a principal barreira para a cura do HIV, pois podem reativar o vírus mesmo após anos de tratamento antirretroviral. Entender como eles funcionam e como podem ser eliminados é essencial para o desenvolvimento de tratamentos curativos para o HIV.

    O Dr. Müller e seus colegas pretendem publicar os detalhes do caso do “Paciente de Genebra” em uma revista científica em breve. Eles também planejam realizar mais testes para confirmar a ausência do HIV no organismo do paciente e para investigar os possíveis mecanismos envolvidos na sua cura. Eles alertam, no entanto, que o transplante de medula óssea não é uma opção viável para a maioria das pessoas com HIV, pois é um procedimento arriscado, caro e dependente da disponibilidade de doadores compatíveis. Eles enfatizam que as pessoas com HIV devem continuar seguindo as orientações médicas e tomando os medicamentos antirretrovirais conforme prescrito.

    O caso do “Paciente de Genebra” é mais um passo na busca pela cura do HIV, uma doença que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. Ele mostra que é possível eliminar o vírus sem depender de uma mutação genética rara e abre novas possibilidades para a pesquisa científica nessa área. Ele também traz esperança e inspiração para as pessoas que vivem com o HIV e para as que lutam contra a epidemia.

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    O homem, conhecido como “Paciente de Genebra”, é o sexto do mundo a se curar da doença, mas o primeiro a fazê-lo sem receber células doadoras com uma rara mutação genética que confere resistência ao HIV.

    O “Paciente de Genebra” foi diagnosticado com HIV em 2002 e iniciou o tratamento antirretroviral em 2003. Em 2013, ele desenvolveu um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que afeta o sistema imunológico. Para tratar o câncer, ele recebeu um transplante de medula óssea de um doador compatível, mas sem a mutação CCR5-delta32, que impede que o HIV entre nas células.

    O transplante foi bem-sucedido e o linfoma entrou em remissão. O homem continuou a tomar os medicamentos antirretrovirais até março de 2021, quando decidiu interrompê-los por conta própria. Desde então, ele tem sido monitorado regularmente por uma equipe médica liderada pelo Dr. Nicolas Müller, da Universidade de Genebra. Os exames realizados até agora não detectaram nenhum vestígio do HIV em seu sangue, tecidos ou fluidos corporais.

    O caso do “Paciente de Genebra” é diferente dos cinco casos anteriores de cura do HIV, que envolveram os chamados “Pacientes de Berlim”, “Londres” e “Düsseldorf”. Nestes casos, os pacientes receberam transplantes de medula óssea de doadores com a mutação CCR5-delta32, que os tornou efetivamente imunes ao HIV. O “Paciente de Genebra” é o primeiro a se curar sem essa vantagem genética.

    Os pesquisadores ainda não sabem explicar como o transplante de medula óssea eliminou o HIV do organismo do “Paciente de Genebra”. Uma hipótese é que o procedimento tenha provocado uma reação imunológica chamada “efeito enxerto contra hospedeiro”, na qual as células doadoras atacam as células infectadas pelo HIV e as eliminam. Outra possibilidade é que o transplante tenha substituído as células-tronco hematopoiéticas, que são as responsáveis pela produção das células sanguíneas e imunológicas, e que podem abrigar reservatórios virais latentes.

    O caso do “Paciente de Genebra” pode trazer novos elementos sobre os mecanismos de eliminação e controle dos reservatórios virais, que são os locais onde o HIV se esconde e permanece inativo no organismo. Esses reservatórios são a principal barreira para a cura do HIV, pois podem reativar o vírus mesmo após anos de tratamento antirretroviral. Entender como eles funcionam e como podem ser eliminados é essencial para o desenvolvimento de tratamentos curativos para o HIV.

    O Dr. Müller e seus colegas pretendem publicar os detalhes do caso do “Paciente de Genebra” em uma revista científica em breve. Eles também planejam realizar mais testes para confirmar a ausência do HIV no organismo do paciente e para investigar os possíveis mecanismos envolvidos na sua cura. Eles alertam, no entanto, que o transplante de medula óssea não é uma opção viável para a maioria das pessoas com HIV, pois é um procedimento arriscado, caro e dependente da disponibilidade de doadores compatíveis. Eles enfatizam que as pessoas com HIV devem continuar seguindo as orientações médicas e tomando os medicamentos antirretrovirais conforme prescrito.

    O caso do “Paciente de Genebra” é mais um passo na busca pela cura do HIV, uma doença que afeta cerca de 38 milhões de pessoas no mundo. Ele mostra que é possível eliminar o vírus sem depender de uma mutação genética rara e abre novas possibilidades para a pesquisa científica nessa área. Ele também traz esperança e inspiração para as pessoas que vivem com o HIV e para as que lutam contra a epidemia.

  • Quais são os alimentos mais perigosos do mundo

    Quais são os alimentos mais perigosos do mundo

    Você sabia que alguns alimentos que parecem inofensivos podem ser muito perigosos para a sua saúde?

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    Neste post, vamos listar os alimentos mais perigosos do mundo e explicar por que você deve evitá-los ou consumi-los com cuidado.

    • Fugu: este é o nome japonês para o peixe-baiacu, uma iguaria que pode ser fatal se não for preparada corretamente. O fugu contém uma toxina chamada tetrodotoxina, que pode causar paralisia respiratória e cardíaca. Apenas chefs licenciados podem servir este prato, mas mesmo assim há casos de intoxicação e morte todos os anos.

    • Cogumelos venenosos: existem milhares de espécies de cogumelos no mundo, mas nem todos são comestíveis. Alguns cogumelos contêm substâncias tóxicas que podem causar alucinações, vômitos, diarreia, insuficiência hepática e até mesmo a morte. É preciso ter muito cuidado ao colher ou comprar cogumelos, pois nem sempre é fácil distinguir os venenosos dos seguros.

    • Mandioca: este é um tubérculo muito consumido na América do Sul e na África, mas que pode ser perigoso se não for cozido adequadamente. A mandioca contém cianeto, um veneno que pode causar asfixia e convulsões. Para eliminar o cianeto, é preciso descascar, lavar e cozinhar bem a mandioca antes de consumi-la.

    • Ackee: esta é uma fruta típica da Jamaica, mas que pode causar uma síndrome chamada “doença do vômito jamaicano” se for ingerida antes de estar madura. O ackee contém uma toxina chamada hipoglicina, que pode causar vômitos, desidratação, hipoglicemia e até mesmo coma e morte. Somente as partes amarelas da fruta são seguras para comer, e apenas quando estão abertas naturalmente.

    • Castanha-de-caju: esta é uma oleaginosa muito popular no Brasil e no mundo, mas que pode causar alergias graves em algumas pessoas. Além disso, a casca da castanha-de-caju contém uma resina chamada urushiol, que pode causar irritação na pele e nas mucosas. Por isso, as castanhas-de-caju devem ser torradas ou cozidas antes de serem consumidas.

    Estes são apenas alguns exemplos de alimentos que podem ser perigosos se não forem manipulados ou consumidos corretamente. Lembre-se sempre de verificar a procedência, a validade e o aspecto dos alimentos que você compra ou colhe, e de seguir as recomendações de preparo e conservação. Assim, você poderá desfrutar dos benefícios dos alimentos sem colocar a sua saúde em risco.

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    Neste post, vamos listar os alimentos mais perigosos do mundo e explicar por que você deve evitá-los ou consumi-los com cuidado.

    • Fugu: este é o nome japonês para o peixe-baiacu, uma iguaria que pode ser fatal se não for preparada corretamente. O fugu contém uma toxina chamada tetrodotoxina, que pode causar paralisia respiratória e cardíaca. Apenas chefs licenciados podem servir este prato, mas mesmo assim há casos de intoxicação e morte todos os anos.

    • Cogumelos venenosos: existem milhares de espécies de cogumelos no mundo, mas nem todos são comestíveis. Alguns cogumelos contêm substâncias tóxicas que podem causar alucinações, vômitos, diarreia, insuficiência hepática e até mesmo a morte. É preciso ter muito cuidado ao colher ou comprar cogumelos, pois nem sempre é fácil distinguir os venenosos dos seguros.

    • Mandioca: este é um tubérculo muito consumido na América do Sul e na África, mas que pode ser perigoso se não for cozido adequadamente. A mandioca contém cianeto, um veneno que pode causar asfixia e convulsões. Para eliminar o cianeto, é preciso descascar, lavar e cozinhar bem a mandioca antes de consumi-la.

    • Ackee: esta é uma fruta típica da Jamaica, mas que pode causar uma síndrome chamada “doença do vômito jamaicano” se for ingerida antes de estar madura. O ackee contém uma toxina chamada hipoglicina, que pode causar vômitos, desidratação, hipoglicemia e até mesmo coma e morte. Somente as partes amarelas da fruta são seguras para comer, e apenas quando estão abertas naturalmente.

    • Castanha-de-caju: esta é uma oleaginosa muito popular no Brasil e no mundo, mas que pode causar alergias graves em algumas pessoas. Além disso, a casca da castanha-de-caju contém uma resina chamada urushiol, que pode causar irritação na pele e nas mucosas. Por isso, as castanhas-de-caju devem ser torradas ou cozidas antes de serem consumidas.

    Estes são apenas alguns exemplos de alimentos que podem ser perigosos se não forem manipulados ou consumidos corretamente. Lembre-se sempre de verificar a procedência, a validade e o aspecto dos alimentos que você compra ou colhe, e de seguir as recomendações de preparo e conservação. Assim, você poderá desfrutar dos benefícios dos alimentos sem colocar a sua saúde em risco.

  • Dá pra usar o Steam Deck como um PC com Windows?

    Dá pra usar o Steam Deck como um PC com Windows?

    O Steam Deck é o novo dispositivo da Valve que promete levar sua biblioteca Steam para qualquer lugar.

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    Mas será que ele também pode funcionar como um PC convencional? A resposta é sim, mas com algumas limitações e desafios.

    O Steam Deck é um computador portátil que roda o SteamOS 3.0, um sistema operacional baseado em Linux e otimizado para jogos. Ele tem uma tela de 7 polegadas com resolução de 1280×800, um processador AMD APU com quatro núcleos Zen 2 e oito núcleos RDNA 2, e três opções de armazenamento interno: 64 GB (eMMC), 256 GB (SSD NVMe) ou 512 GB (SSD NVMe). Além disso, ele conta com uma entrada para cartão microSD, uma porta USB-C, uma saída de áudio de 3,5 mm, uma bateria de 40 Wh e vários botões e controles analógicos e digitais.

    Para usar o Steam Deck como um PC, é preciso conectar um monitor externo, um mouse e um teclado através de um hub ou dock USB-C que suporte saída de vídeo a 60 Hz e entrega de energia de 45 W. Assim, é possível acessar o modo Desktop, que oferece uma interface semelhante ao Windows 10, com uma barra de tarefas, um menu pseudo-Iniciar e aplicativos em janelas. Nesse modo, é possível abrir o Steam e jogar os títulos compatíveis com o SteamOS, que são identificados pelo selo Aprovados no Deck. Também é possível instalar outros programas e aplicativos através da loja de software do SteamOS ou do terminal Linux.

    No entanto, usar o Steam Deck como um PC também tem suas desvantagens. Primeiro, nem todos os jogos do Steam rodam bem no SteamOS, pois muitos são desenvolvidos para Windows e dependem de camadas de compatibilidade como o Proton. Segundo, o desempenho do Steam Deck pode cair significativamente ao rodar jogos em resoluções mais altas que a nativa da tela, pois seu hardware foi projetado para lidar com 1280×800. Terceiro, o SteamOS ainda é um sistema operacional em desenvolvimento, que pode apresentar bugs, instabilidades e falta de recursos.

    Portanto, o Steam Deck pode ser usado como um PC portátil, mas não é recomendado para quem busca uma experiência equivalente a um PC de mesa. 

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    Mas será que ele também pode funcionar como um PC convencional? A resposta é sim, mas com algumas limitações e desafios.

    O Steam Deck é um computador portátil que roda o SteamOS 3.0, um sistema operacional baseado em Linux e otimizado para jogos. Ele tem uma tela de 7 polegadas com resolução de 1280×800, um processador AMD APU com quatro núcleos Zen 2 e oito núcleos RDNA 2, e três opções de armazenamento interno: 64 GB (eMMC), 256 GB (SSD NVMe) ou 512 GB (SSD NVMe). Além disso, ele conta com uma entrada para cartão microSD, uma porta USB-C, uma saída de áudio de 3,5 mm, uma bateria de 40 Wh e vários botões e controles analógicos e digitais.

    Para usar o Steam Deck como um PC, é preciso conectar um monitor externo, um mouse e um teclado através de um hub ou dock USB-C que suporte saída de vídeo a 60 Hz e entrega de energia de 45 W. Assim, é possível acessar o modo Desktop, que oferece uma interface semelhante ao Windows 10, com uma barra de tarefas, um menu pseudo-Iniciar e aplicativos em janelas. Nesse modo, é possível abrir o Steam e jogar os títulos compatíveis com o SteamOS, que são identificados pelo selo Aprovados no Deck. Também é possível instalar outros programas e aplicativos através da loja de software do SteamOS ou do terminal Linux.

    No entanto, usar o Steam Deck como um PC também tem suas desvantagens. Primeiro, nem todos os jogos do Steam rodam bem no SteamOS, pois muitos são desenvolvidos para Windows e dependem de camadas de compatibilidade como o Proton. Segundo, o desempenho do Steam Deck pode cair significativamente ao rodar jogos em resoluções mais altas que a nativa da tela, pois seu hardware foi projetado para lidar com 1280×800. Terceiro, o SteamOS ainda é um sistema operacional em desenvolvimento, que pode apresentar bugs, instabilidades e falta de recursos.

    Portanto, o Steam Deck pode ser usado como um PC portátil, mas não é recomendado para quem busca uma experiência equivalente a um PC de mesa. 

  • Como os anticolinérgicos podem aumentar o risco de demência e o que fazer para evitá-los

    Como os anticolinérgicos podem aumentar o risco de demência e o que fazer para evitá-los

    Os anticolinérgicos são medicamentos que bloqueiam a ação da acetilcolina, um neurotransmissor que está envolvido na memória, aprendizagem e cognição.

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    Eles são usados para tratar várias condições, como alergias, congestão nasal, insônia, depressão e incontinência urinária. No entanto, esses medicamentos também podem ter efeitos colaterais indesejados, especialmente para o cérebro. Vários estudos mostraram que o uso de anticolinérgicos está associado a um maior risco de desenvolver demência e Alzheimer.

    Um dos primeiros estudos a sugerir essa ligação foi publicado em 2009 por pesquisadores da Universidade de Washington. Eles acompanharam mais de 3.000 pessoas com 65 anos ou mais por sete anos e descobriram que aquelas que usaram anticolinérgicos por mais de três anos tiveram um risco 54% maior de desenvolver demência do que aquelas que não usaram. O risco foi maior para os medicamentos com propriedades anticolinérgicas mais fortes, como a difenidramina, um anti-histamínico comum usado para alergias e sono.

    Outro estudo, publicado em 2015 por pesquisadores da Universidade de Indiana, analisou mais de 400 pessoas com idades entre 70 e 85 anos e mediu seus níveis de atividade cerebral usando tomografia por emissão de pósitrons (PET). Eles descobriram que os participantes que usaram anticolinérgicos tiveram uma redução significativa no metabolismo da glicose no cérebro, um indicador de função cerebral. Eles também tiveram pior desempenho em testes de memória e raciocínio.

    Um estudo mais recente, publicado em 2020 por pesquisadores da Universidade de Nottingham, examinou os registros médicos de quase 59.000 pessoas com diagnóstico de demência e mais de 225.000 pessoas sem demência no Reino Unido. Eles descobriram que os participantes que tomaram anticolinérgicos nos 10 anos anteriores ao diagnóstico tiveram um risco 6% maior de desenvolver demência do que aqueles que não tomaram. O risco aumentou com a dose cumulativa dos medicamentos e não dependeu da predisposição genética para a doença.

    Esses estudos sugerem que os anticolinérgicos podem ter um efeito prejudicial no cérebro ao longo do tempo, interferindo na sinalização da acetilcolina e causando danos às células nervosas. No entanto, eles não provam uma relação causal entre os medicamentos e a demência, pois podem haver outros fatores envolvidos, como a gravidade das condições tratadas pelos medicamentos ou o estilo de vida dos usuários.

    Portanto, os pesquisadores recomendam cautela ao usar esses medicamentos, especialmente para pessoas idosas ou com risco aumentado de demência. Eles também sugerem que os médicos revisem regularmente as prescrições dos pacientes e considerem alternativas menos prejudiciais quando possível.

    Uma das iniciativas nesse sentido é liderada pelo Dr. Malaz Boustani, professor de medicina da Universidade de Indiana e diretor do Centro de Inovação em Saúde Cerebral. Ele desenvolveu uma escala de carga anticolinérgica (ACB) que classifica os medicamentos de zero a três com base na força de suas propriedades anticolinérgicas. Ele também está testando métodos para “desprescrever” os anticolinérgicos, como um aplicativo móvel que alerta os pacientes sobre os riscos dos medicamentos ou um plano personalizado com um farmacêutico para reduzir ou interromper o uso dos medicamentos.

    O objetivo é aumentar a conscientização sobre os potenciais danos dos anticolinérgicos e promover uma abordagem mais segura e eficaz para o tratamento das condições subjacentes. Como disse Boustani: “Não queremos assustar as pessoas ou fazer com que parem de tomar seus medicamentos sem consultar seus médicos. Queremos que elas tenham uma conversa informada e compartilhada sobre os benefícios e riscos dos medicamentos e as possíveis alternativas”.

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    Eles são usados para tratar várias condições, como alergias, congestão nasal, insônia, depressão e incontinência urinária. No entanto, esses medicamentos também podem ter efeitos colaterais indesejados, especialmente para o cérebro. Vários estudos mostraram que o uso de anticolinérgicos está associado a um maior risco de desenvolver demência e Alzheimer.

    Um dos primeiros estudos a sugerir essa ligação foi publicado em 2009 por pesquisadores da Universidade de Washington. Eles acompanharam mais de 3.000 pessoas com 65 anos ou mais por sete anos e descobriram que aquelas que usaram anticolinérgicos por mais de três anos tiveram um risco 54% maior de desenvolver demência do que aquelas que não usaram. O risco foi maior para os medicamentos com propriedades anticolinérgicas mais fortes, como a difenidramina, um anti-histamínico comum usado para alergias e sono.

    Outro estudo, publicado em 2015 por pesquisadores da Universidade de Indiana, analisou mais de 400 pessoas com idades entre 70 e 85 anos e mediu seus níveis de atividade cerebral usando tomografia por emissão de pósitrons (PET). Eles descobriram que os participantes que usaram anticolinérgicos tiveram uma redução significativa no metabolismo da glicose no cérebro, um indicador de função cerebral. Eles também tiveram pior desempenho em testes de memória e raciocínio.

    Um estudo mais recente, publicado em 2020 por pesquisadores da Universidade de Nottingham, examinou os registros médicos de quase 59.000 pessoas com diagnóstico de demência e mais de 225.000 pessoas sem demência no Reino Unido. Eles descobriram que os participantes que tomaram anticolinérgicos nos 10 anos anteriores ao diagnóstico tiveram um risco 6% maior de desenvolver demência do que aqueles que não tomaram. O risco aumentou com a dose cumulativa dos medicamentos e não dependeu da predisposição genética para a doença.

    Esses estudos sugerem que os anticolinérgicos podem ter um efeito prejudicial no cérebro ao longo do tempo, interferindo na sinalização da acetilcolina e causando danos às células nervosas. No entanto, eles não provam uma relação causal entre os medicamentos e a demência, pois podem haver outros fatores envolvidos, como a gravidade das condições tratadas pelos medicamentos ou o estilo de vida dos usuários.

    Portanto, os pesquisadores recomendam cautela ao usar esses medicamentos, especialmente para pessoas idosas ou com risco aumentado de demência. Eles também sugerem que os médicos revisem regularmente as prescrições dos pacientes e considerem alternativas menos prejudiciais quando possível.

    Uma das iniciativas nesse sentido é liderada pelo Dr. Malaz Boustani, professor de medicina da Universidade de Indiana e diretor do Centro de Inovação em Saúde Cerebral. Ele desenvolveu uma escala de carga anticolinérgica (ACB) que classifica os medicamentos de zero a três com base na força de suas propriedades anticolinérgicas. Ele também está testando métodos para “desprescrever” os anticolinérgicos, como um aplicativo móvel que alerta os pacientes sobre os riscos dos medicamentos ou um plano personalizado com um farmacêutico para reduzir ou interromper o uso dos medicamentos.

    O objetivo é aumentar a conscientização sobre os potenciais danos dos anticolinérgicos e promover uma abordagem mais segura e eficaz para o tratamento das condições subjacentes. Como disse Boustani: “Não queremos assustar as pessoas ou fazer com que parem de tomar seus medicamentos sem consultar seus médicos. Queremos que elas tenham uma conversa informada e compartilhada sobre os benefícios e riscos dos medicamentos e as possíveis alternativas”.

  • Por que a acupuntura é considerada uma pseudociência, uma crença sem provas

    Por que a acupuntura é considerada uma pseudociência, uma crença sem provas

    A acupuntura é uma prática milenar da medicina tradicional chinesa que consiste em inserir agulhas em pontos específicos do corpo para tratar doenças e promover o bem-estar.

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    No entanto, muitos cientistas e médicos consideram a acupuntura uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que se apresenta como científica, mas que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. Neste artigo, vamos explorar alguns dos motivos pelos quais a acupuntura é vista como uma pseudociência.

    Um dos principais argumentos contra a acupuntura é que ela se baseia em conceitos que não têm fundamento científico, como o qi (energia vital), os meridianos (canais por onde o qi circula) e os pontos de acupuntura (locais onde o qi pode ser manipulado). Esses conceitos não são mensuráveis, observáveis ou testáveis, e não há evidências de que eles existam de fato. Além disso, a acupuntura não tem uma teoria coerente e consistente que explique como ela funciona e quais são os seus mecanismos de ação.

    Outro argumento contra a acupuntura é que ela não tem eficácia comprovada por estudos científicos rigorosos e independentes. A maioria dos estudos que afirmam que a acupuntura funciona sofrem de problemas metodológicos, como falta de controle, viés de seleção, viés de publicação e efeito placebo. O efeito placebo é quando o paciente melhora apenas por acreditar que está recebendo um tratamento eficaz, mesmo que ele não tenha nenhum efeito real. Muitos estudos mostram que a acupuntura não é melhor do que o placebo, ou seja, não importa onde as agulhas são inseridas ou se elas são inseridas ou não.

    Por fim, outro argumento contra a acupuntura é que ela pode ser perigosa e causar danos à saúde dos pacientes. A acupuntura envolve riscos de infecção, sangramento, lesão de nervos, órgãos e vasos sanguíneos, reações alérgicas e interações medicamentosas. Além disso, a acupuntura pode desviar os pacientes de procurarem tratamentos médicos efetivos e baseados em evidências para as suas condições, podendo agravar os seus quadros clínicos ou retardar o seu diagnóstico.

    A acupuntura é considerada uma pseudociência porque não tem fundamentação teórica, evidência empírica ou segurança para os pacientes. A acupuntura é uma prática que se aproveita da ignorância, da credulidade e da esperança das pessoas que sofrem de doenças e buscam alívio para as suas dores.

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    No entanto, muitos cientistas e médicos consideram a acupuntura uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que se apresenta como científica, mas que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. Neste artigo, vamos explorar alguns dos motivos pelos quais a acupuntura é vista como uma pseudociência.

    Um dos principais argumentos contra a acupuntura é que ela se baseia em conceitos que não têm fundamento científico, como o qi (energia vital), os meridianos (canais por onde o qi circula) e os pontos de acupuntura (locais onde o qi pode ser manipulado). Esses conceitos não são mensuráveis, observáveis ou testáveis, e não há evidências de que eles existam de fato. Além disso, a acupuntura não tem uma teoria coerente e consistente que explique como ela funciona e quais são os seus mecanismos de ação.

    Outro argumento contra a acupuntura é que ela não tem eficácia comprovada por estudos científicos rigorosos e independentes. A maioria dos estudos que afirmam que a acupuntura funciona sofrem de problemas metodológicos, como falta de controle, viés de seleção, viés de publicação e efeito placebo. O efeito placebo é quando o paciente melhora apenas por acreditar que está recebendo um tratamento eficaz, mesmo que ele não tenha nenhum efeito real. Muitos estudos mostram que a acupuntura não é melhor do que o placebo, ou seja, não importa onde as agulhas são inseridas ou se elas são inseridas ou não.

    Por fim, outro argumento contra a acupuntura é que ela pode ser perigosa e causar danos à saúde dos pacientes. A acupuntura envolve riscos de infecção, sangramento, lesão de nervos, órgãos e vasos sanguíneos, reações alérgicas e interações medicamentosas. Além disso, a acupuntura pode desviar os pacientes de procurarem tratamentos médicos efetivos e baseados em evidências para as suas condições, podendo agravar os seus quadros clínicos ou retardar o seu diagnóstico.

    A acupuntura é considerada uma pseudociência porque não tem fundamentação teórica, evidência empírica ou segurança para os pacientes. A acupuntura é uma prática que se aproveita da ignorância, da credulidade e da esperança das pessoas que sofrem de doenças e buscam alívio para as suas dores.

  • WhatsApp enfrenta instabilidade e deixa usuários sem acesso ao aplicativo

    WhatsApp enfrenta instabilidade e deixa usuários sem acesso ao aplicativo

    O WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, enfrentou uma instabilidade na tarde desta quarta-feira (19) que deixou milhões de usuários sem acesso ao serviço.

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    A falha afetou vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia e Reino Unido.

    De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os problemas começaram por volta das 15h30 (horário de Brasília) e duraram cerca de meia hora. Os usuários relataram dificuldades para enviar e receber mensagens, fazer chamadas de voz e vídeo, e acessar o status do aplicativo.

    No Twitter, a hashtag #whatsappdown chegou aos assuntos mais comentados, com muitas pessoas reclamando da falha e fazendo piadas sobre a situação. Alguns usuários aproveitaram para elogiar outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Signal, que não apresentaram problemas.

    O WhatsApp, que pertence à Meta, a nova empresa que substituiu o Facebook, reconheceu o problema em um comunicado e pediu desculpas pelo transtorno. “Hoje, alguns usuários podem ter tido problemas para se conectar ao WhatsApp por um curto período. Resolvemos rapidamente este problema e pedimos desculpas pelo inconveniente”, disse a empresa.

    Ainda não se sabe qual foi a causa da instabilidade do WhatsApp, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo. Em outubro, o aplicativo também sofreu uma falha junto com outros serviços da Meta, como Facebook, Instagram e Messenger, que ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

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    A falha afetou vários países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia e Reino Unido.

    De acordo com o site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os problemas começaram por volta das 15h30 (horário de Brasília) e duraram cerca de meia hora. Os usuários relataram dificuldades para enviar e receber mensagens, fazer chamadas de voz e vídeo, e acessar o status do aplicativo.

    No Twitter, a hashtag #whatsappdown chegou aos assuntos mais comentados, com muitas pessoas reclamando da falha e fazendo piadas sobre a situação. Alguns usuários aproveitaram para elogiar outros aplicativos de mensagens, como Telegram e Signal, que não apresentaram problemas.

    O WhatsApp, que pertence à Meta, a nova empresa que substituiu o Facebook, reconheceu o problema em um comunicado e pediu desculpas pelo transtorno. “Hoje, alguns usuários podem ter tido problemas para se conectar ao WhatsApp por um curto período. Resolvemos rapidamente este problema e pedimos desculpas pelo inconveniente”, disse a empresa.

    Ainda não se sabe qual foi a causa da instabilidade do WhatsApp, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos em todo o mundo. Em outubro, o aplicativo também sofreu uma falha junto com outros serviços da Meta, como Facebook, Instagram e Messenger, que ficaram fora do ar por cerca de seis horas.

  • Vermes de crina: os parasitas que fazem seus hospedeiros se suicidarem

    Vermes de crina: os parasitas que fazem seus hospedeiros se suicidarem

    Você já ouviu falar dos vermes de crina? Eles são um grupo de animais invertebrados que pertencem ao filo Nematoda, o mesmo dos nematóides.

    Mas ao contrário dos nematóides, que são geralmente microscópicos, os vermes de crina podem atingir até um metro de comprimento. Eles também têm um ciclo de vida muito peculiar: eles infectam certos insetos, como grilos e gafanhotos, e os fazem pular na água e se afogarem. Depois, eles saem do corpo do hospedeiro e acasalam na água.

    Mas como eles conseguem manipular o comportamento do hospedeiro? E como eles evoluíram para ser tão diferentes dos outros animais? Essas são algumas das perguntas que os cientistas tentaram responder ao sequenciar os genomas de duas espécies de vermes de crina, uma de água doce (Spinochordodes tellinii) e outra marinha (Nectonema zealandica).

    Os resultados foram surpreendentes: os vermes de crina perderam cerca de 30% dos genes encontrados em todos os outros animais, incluindo os genes que controlam o desenvolvimento dos cílios. Os cílios são estruturas semelhantes a pelos que cobrem as células de muitos animais e servem para diversas funções, como locomoção, alimentação e percepção sensorial. A perda dos genes dos cílios provavelmente aconteceu em um ancestral comum das duas linhagens de vermes de crina há milhões de anos.

    Os cientistas especulam que a perda genética pode estar relacionada à adaptação ao parasitismo e à manipulação do comportamento do hospedeiro. Os vermes de crina podem usar outras formas de comunicação química ou mecânica para interagir com seus hospedeiros e com o ambiente. Além disso, eles podem ter simplificado seu metabolismo e sua fisiologia ao depender dos recursos do hospedeiro.

    Os dados genômicos podem ajudar a entender melhor a evolução do parasitismo e a manipulação do comportamento do hospedeiro em nematomorfos e seus parentes próximos. Eles também podem revelar novas pistas sobre a origem e a diversidade dos animais.

    Mas ao contrário dos nematóides, que são geralmente microscópicos, os vermes de crina podem atingir até um metro de comprimento. Eles também têm um ciclo de vida muito peculiar: eles infectam certos insetos, como grilos e gafanhotos, e os fazem pular na água e se afogarem. Depois, eles saem do corpo do hospedeiro e acasalam na água.

    Mas como eles conseguem manipular o comportamento do hospedeiro? E como eles evoluíram para ser tão diferentes dos outros animais? Essas são algumas das perguntas que os cientistas tentaram responder ao sequenciar os genomas de duas espécies de vermes de crina, uma de água doce (Spinochordodes tellinii) e outra marinha (Nectonema zealandica).

    Os resultados foram surpreendentes: os vermes de crina perderam cerca de 30% dos genes encontrados em todos os outros animais, incluindo os genes que controlam o desenvolvimento dos cílios. Os cílios são estruturas semelhantes a pelos que cobrem as células de muitos animais e servem para diversas funções, como locomoção, alimentação e percepção sensorial. A perda dos genes dos cílios provavelmente aconteceu em um ancestral comum das duas linhagens de vermes de crina há milhões de anos.

    Os cientistas especulam que a perda genética pode estar relacionada à adaptação ao parasitismo e à manipulação do comportamento do hospedeiro. Os vermes de crina podem usar outras formas de comunicação química ou mecânica para interagir com seus hospedeiros e com o ambiente. Além disso, eles podem ter simplificado seu metabolismo e sua fisiologia ao depender dos recursos do hospedeiro.

    Os dados genômicos podem ajudar a entender melhor a evolução do parasitismo e a manipulação do comportamento do hospedeiro em nematomorfos e seus parentes próximos. Eles também podem revelar novas pistas sobre a origem e a diversidade dos animais.

  • PIB brasileiro recua 3% em maio com fim da safra de soja e menor consumo de serviços

    PIB brasileiro recua 3% em maio com fim da safra de soja e menor consumo de serviços

    O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve uma queda de 3% em maio na comparação com abril, segundo o Monitor do PIB, divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

    Em relação a maio de 2022, o PIB cresceu 13,4%, mas essa alta expressiva se deve à base de comparação muito baixa, já que em maio do ano passado a economia estava em forte retração por causa da pandemia de Covid-19.

    De acordo com o coordenador do Monitor do PIB, Claudio Considera, a retração da atividade econômica em maio reflete o fim dos principais meses de colheita da safra de soja, que influenciou positivamente o crescimento do PIB no primeiro trimestre deste ano. “A agropecuária foi o único setor que apresentou queda no trimestre móvel terminado em maio (-5,3%), após ter crescido 5,7% no trimestre móvel anterior”, disse.

    Considera também destacou que o consumo das famílias cresceu 2,9% no trimestre móvel com fim em maio, mas há uma tendência de redução desta taxa desde o final de 2022. “Isso se deve principalmente ao consumo de serviços, que ainda não se recuperou totalmente das perdas provocadas pela pandemia e pelas medidas de isolamento social”, afirmou.

    Por outro lado, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos na economia, caiu 0,8% no trimestre móvel terminado em maio, após ter crescido 4,6% no trimestre móvel anterior. O segmento de máquinas e equipamentos foi o que mais contribuiu para essa queda, com uma retração de 3,4%.

    Já a exportação de bens e serviços cresceu 17,2% no trimestre móvel terminado em maio, impulsionada pela exportação de produtos da extrativa mineral (32,9%) e da agropecuária (25%). A importação de bens e serviços também aumentou 11,4%, com destaque para a importação de bens de capital (28,9%) e bens intermediários (15%).

    O Monitor do PIB também mostrou que a taxa de investimento em maio foi de 18,9%, acima das médias históricas. Segundo Considera, isso indica que há uma expectativa de melhora da economia nos próximos meses. “A taxa de investimento vem se mantendo acima dos níveis pré-pandemia desde agosto do ano passado, o que é um bom sinal para a recuperação econômica”, disse.

    O Monitor do PIB é um indicador que antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

    Em relação a maio de 2022, o PIB cresceu 13,4%, mas essa alta expressiva se deve à base de comparação muito baixa, já que em maio do ano passado a economia estava em forte retração por causa da pandemia de Covid-19.

    De acordo com o coordenador do Monitor do PIB, Claudio Considera, a retração da atividade econômica em maio reflete o fim dos principais meses de colheita da safra de soja, que influenciou positivamente o crescimento do PIB no primeiro trimestre deste ano. “A agropecuária foi o único setor que apresentou queda no trimestre móvel terminado em maio (-5,3%), após ter crescido 5,7% no trimestre móvel anterior”, disse.

    Considera também destacou que o consumo das famílias cresceu 2,9% no trimestre móvel com fim em maio, mas há uma tendência de redução desta taxa desde o final de 2022. “Isso se deve principalmente ao consumo de serviços, que ainda não se recuperou totalmente das perdas provocadas pela pandemia e pelas medidas de isolamento social”, afirmou.

    Por outro lado, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos na economia, caiu 0,8% no trimestre móvel terminado em maio, após ter crescido 4,6% no trimestre móvel anterior. O segmento de máquinas e equipamentos foi o que mais contribuiu para essa queda, com uma retração de 3,4%.

    Já a exportação de bens e serviços cresceu 17,2% no trimestre móvel terminado em maio, impulsionada pela exportação de produtos da extrativa mineral (32,9%) e da agropecuária (25%). A importação de bens e serviços também aumentou 11,4%, com destaque para a importação de bens de capital (28,9%) e bens intermediários (15%).

    O Monitor do PIB também mostrou que a taxa de investimento em maio foi de 18,9%, acima das médias históricas. Segundo Considera, isso indica que há uma expectativa de melhora da economia nos próximos meses. “A taxa de investimento vem se mantendo acima dos níveis pré-pandemia desde agosto do ano passado, o que é um bom sinal para a recuperação econômica”, disse.

    O Monitor do PIB é um indicador que antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

  • Petrobras reduz preço do gás natural em 7,1% a partir de agosto

    Petrobras reduz preço do gás natural em 7,1% a partir de agosto

    A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (19) que vai reduzir em 7,1% o preço do gás natural vendido para as distribuidoras, a partir de 1 de agosto.

    Segundo a empresa, o reajuste reflete as variações do petróleo Brent e da taxa de câmbio no trimestre anterior, que tiveram queda e apreciação, respectivamente.

    O preço do gás natural é um dos componentes da tarifa de energia elétrica, já que parte das usinas térmicas utiliza esse combustível para gerar eletricidade. Além disso, o gás natural é usado em diversos setores da economia, como indústria, comércio, residencial e automotivo.

    A Petrobras informou que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da empresa, mas também pelo portfólio de suprimento das distribuidoras e pelas margens de comercialização. A empresa destacou ainda que os tributos federais e estaduais também influenciam na composição do preço final ao consumidor.

    As tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme a legislação e regulação específicas. A Petrobras disse que mantém o seu compromisso com a transparência e a periodicidade na revisão dos preços do gás natural, que ocorre a cada três meses.

    Segundo a empresa, o reajuste reflete as variações do petróleo Brent e da taxa de câmbio no trimestre anterior, que tiveram queda e apreciação, respectivamente.

    O preço do gás natural é um dos componentes da tarifa de energia elétrica, já que parte das usinas térmicas utiliza esse combustível para gerar eletricidade. Além disso, o gás natural é usado em diversos setores da economia, como indústria, comércio, residencial e automotivo.

    A Petrobras informou que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da empresa, mas também pelo portfólio de suprimento das distribuidoras e pelas margens de comercialização. A empresa destacou ainda que os tributos federais e estaduais também influenciam na composição do preço final ao consumidor.

    As tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme a legislação e regulação específicas. A Petrobras disse que mantém o seu compromisso com a transparência e a periodicidade na revisão dos preços do gás natural, que ocorre a cada três meses.

  • Correios inauguram novo centro de logística em Valinhos e prometem entregas internacionais mais rápidas

    Correios inauguram novo centro de logística em Valinhos e prometem entregas internacionais mais rápidas

    Você já imaginou receber suas encomendas internacionais mais rápido e com menos burocracia? Pois saiba que isso pode se tornar realidade graças ao novo centro de logística dos Correios, inaugurado na última terça-feira (18) na cidade de Valinhos (SP).

    via GIPHY

    O novo Centro de Encomendas Internacionais (CEINT) é o quarto do tipo no Brasil, e o maior em capacidade operacional. Ele pode processar até 60 mil remessas por dia, em uma área de 44 mil m². Além disso, ele está localizado em uma região estratégica, às margens da Rodovia Anhanguera, e próximo ao Aeroporto de Viracopos e outras vias importantes.

    Com o novo CEINT, os Correios pretendem aumentar a eficiência e a agilidade nas entregas internacionais, que cresceram 40% nos últimos dois anos. Agora, as encomendas vindas de fora do país não precisarão mais ser deslocadas em vários quilômetros para o processamento e a fiscalização. Isso significa que elas chegarão mais rápido em diferentes regiões do país, especialmente em São Paulo, que concentra 40% das importações.

    O novo centro de logística dos Correios é uma boa notícia para quem compra produtos de outros países pela internet, ou recebe presentes de parentes e amigos que moram fora. Agora, você poderá ter acesso aos seus itens desejados com mais comodidade e rapidez. Aproveite essa novidade e boas compras!

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    O novo Centro de Encomendas Internacionais (CEINT) é o quarto do tipo no Brasil, e o maior em capacidade operacional. Ele pode processar até 60 mil remessas por dia, em uma área de 44 mil m². Além disso, ele está localizado em uma região estratégica, às margens da Rodovia Anhanguera, e próximo ao Aeroporto de Viracopos e outras vias importantes.

    Com o novo CEINT, os Correios pretendem aumentar a eficiência e a agilidade nas entregas internacionais, que cresceram 40% nos últimos dois anos. Agora, as encomendas vindas de fora do país não precisarão mais ser deslocadas em vários quilômetros para o processamento e a fiscalização. Isso significa que elas chegarão mais rápido em diferentes regiões do país, especialmente em São Paulo, que concentra 40% das importações.

    O novo centro de logística dos Correios é uma boa notícia para quem compra produtos de outros países pela internet, ou recebe presentes de parentes e amigos que moram fora. Agora, você poderá ter acesso aos seus itens desejados com mais comodidade e rapidez. Aproveite essa novidade e boas compras!