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  • Spanking e Corporal Punishment: O que são, como afetam as crianças e quais são as alternativas?

    Spanking e Corporal Punishment: O que são, como afetam as crianças e quais são as alternativas?

    Você já bateu em seu filho ou filha quando ele ou ela se comportou mal? Você acha que spanking é uma forma eficaz de disciplina ou uma forma de abuso?

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    Você sabia que spanking pode ter efeitos negativos no desenvolvimento do cérebro das crianças e na sua saúde mental na idade adulta?

    Neste post, vamos explorar o que é spanking e corporal punishment, como eles são proibidos em alguns países, quais são os seus efeitos no comportamento e na saúde mental das crianças, e quais são as alternativas recomendadas pelos psicólogos infantis.

    O que é spanking e corporal punishment?

    Spanking é qualquer tapa ou palmada que visa machucar fisicamente, mas não ferir uma criança. Corporal punishment é um termo acadêmico que se refere a esses spanks. Spanking é uma forma de punição física que visa corrigir ou controlar o comportamento das crianças.

    Spanking é proibido em alguns países?

    Sim, spanking é proibido em alguns países. Em 1979, a Suécia se tornou o primeiro país a proibir spanking em casa e na escola. Atualmente, 65 países têm proibições semelhantes, mas apenas 14% das crianças do mundo vivem em um país onde não podem ser spanked. Alguns dos países que proíbem spanking são: Alemanha, Argentina, Brasil, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Israel, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha e Uruguai.

    Quais são os efeitos de spanking no comportamento e na saúde mental das crianças?

    Vários estudos mostraram que spanking não é eficaz para melhorar o comportamento das crianças e está associado a mais de uma dúzia de resultados indesejados na idade adulta. Um estudo de 2016 analisou dezenas de pesquisas que envolveram mais de 160.000 crianças. Eles descobriram que spanking estava relacionado a:

    • Aumento da agressão

    • Aumento da delinquência

    • Aumento dos problemas de comportamento

    • Aumento dos problemas cognitivos

    • Aumento dos problemas de aprendizagem

    • Diminuição da autoestima

    • Diminuição da resiliência

    • Aumento dos problemas de saúde mental

    • Aumento do risco de abuso de substâncias

    • Aumento do risco de suicídio

    • Aumento do risco de violência doméstica

    • Aumento do risco de abuso infantil

    • Aumento do risco de abuso sexual

    Quais são os efeitos de spanking no cérebro das crianças?

    Um estudo de 2021 usou imagens por ressonância magnética funcional (fMRI) para medir a resposta cerebral das crianças a rostos com expressões de medo. Eles descobriram que as crianças que foram spanked tinham uma resposta aumentada aos rostos temerosos, indicando que spanking possivelmente muda a forma como o cérebro percebe as ameaças ambientais. Isso pode levar a um aumento da ansiedade, do estresse e da dificuldade em regular as emoções.

    Quais são as alternativas ao spanking recomendadas pelos psicólogos infantis?

    Os psicólogos infantis aconselham os pais a usar métodos não violentos e positivos para disciplinar seus filhos. Eles sugerem:

    • Remover privilégios: tirar seus dispositivos eletrônicos ou não dar-lhes acesso à Internet por um determinado período de tempo.

    • Time-outs: colocar as crianças em um lugar calmo e seguro por alguns minutos quando elas estão agindo mal.

    • Explicar as razões: quando os pais colocam uma criança em um time-out ou anunciam que estão tirando um privilégio, eles devem explicar à criança por que seu comportamento era indesejado e por que precisa ser melhorado.

    • Reforçar o comportamento positivo: elogiar as crianças quando elas se comportam bem, dar-lhes atenção e carinho, recompensá-las com atividades divertidas ou pequenos presentes.

    • Estabelecer regras claras e consistentes: os pais devem definir as expectativas e as consequências para o comportamento das crianças e segui-las de forma consistente.

    • Ser um bom modelo: os pais devem demonstrar o comportamento que esperam de seus filhos, como ser respeitoso, gentil, honesto e responsável.

    Spanking é uma forma de punição física que pode ter efeitos negativos no desenvolvimento do cérebro das crianças e na sua saúde mental na idade adulta. Spanking é proibido em alguns países, mas ainda é praticado por muitos pais em todo o mundo. Os psicólogos infantis recomendam alternativas não violentas e positivas ao spanking, como remover privilégios, time-outs, explicar as razões, reforçar o comportamento positivo, estabelecer regras claras e consistentes e ser um bom modelo. Esperamos que este post tenha sido útil para você entender melhor o que é spanking e corporal punishment e como eles podem afetar as crianças.

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    Você sabia que spanking pode ter efeitos negativos no desenvolvimento do cérebro das crianças e na sua saúde mental na idade adulta?

    Neste post, vamos explorar o que é spanking e corporal punishment, como eles são proibidos em alguns países, quais são os seus efeitos no comportamento e na saúde mental das crianças, e quais são as alternativas recomendadas pelos psicólogos infantis.

    O que é spanking e corporal punishment?

    Spanking é qualquer tapa ou palmada que visa machucar fisicamente, mas não ferir uma criança. Corporal punishment é um termo acadêmico que se refere a esses spanks. Spanking é uma forma de punição física que visa corrigir ou controlar o comportamento das crianças.

    Spanking é proibido em alguns países?

    Sim, spanking é proibido em alguns países. Em 1979, a Suécia se tornou o primeiro país a proibir spanking em casa e na escola. Atualmente, 65 países têm proibições semelhantes, mas apenas 14% das crianças do mundo vivem em um país onde não podem ser spanked. Alguns dos países que proíbem spanking são: Alemanha, Argentina, Brasil, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Israel, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha e Uruguai.

    Quais são os efeitos de spanking no comportamento e na saúde mental das crianças?

    Vários estudos mostraram que spanking não é eficaz para melhorar o comportamento das crianças e está associado a mais de uma dúzia de resultados indesejados na idade adulta. Um estudo de 2016 analisou dezenas de pesquisas que envolveram mais de 160.000 crianças. Eles descobriram que spanking estava relacionado a:

    • Aumento da agressão

    • Aumento da delinquência

    • Aumento dos problemas de comportamento

    • Aumento dos problemas cognitivos

    • Aumento dos problemas de aprendizagem

    • Diminuição da autoestima

    • Diminuição da resiliência

    • Aumento dos problemas de saúde mental

    • Aumento do risco de abuso de substâncias

    • Aumento do risco de suicídio

    • Aumento do risco de violência doméstica

    • Aumento do risco de abuso infantil

    • Aumento do risco de abuso sexual

    Quais são os efeitos de spanking no cérebro das crianças?

    Um estudo de 2021 usou imagens por ressonância magnética funcional (fMRI) para medir a resposta cerebral das crianças a rostos com expressões de medo. Eles descobriram que as crianças que foram spanked tinham uma resposta aumentada aos rostos temerosos, indicando que spanking possivelmente muda a forma como o cérebro percebe as ameaças ambientais. Isso pode levar a um aumento da ansiedade, do estresse e da dificuldade em regular as emoções.

    Quais são as alternativas ao spanking recomendadas pelos psicólogos infantis?

    Os psicólogos infantis aconselham os pais a usar métodos não violentos e positivos para disciplinar seus filhos. Eles sugerem:

    • Remover privilégios: tirar seus dispositivos eletrônicos ou não dar-lhes acesso à Internet por um determinado período de tempo.

    • Time-outs: colocar as crianças em um lugar calmo e seguro por alguns minutos quando elas estão agindo mal.

    • Explicar as razões: quando os pais colocam uma criança em um time-out ou anunciam que estão tirando um privilégio, eles devem explicar à criança por que seu comportamento era indesejado e por que precisa ser melhorado.

    • Reforçar o comportamento positivo: elogiar as crianças quando elas se comportam bem, dar-lhes atenção e carinho, recompensá-las com atividades divertidas ou pequenos presentes.

    • Estabelecer regras claras e consistentes: os pais devem definir as expectativas e as consequências para o comportamento das crianças e segui-las de forma consistente.

    • Ser um bom modelo: os pais devem demonstrar o comportamento que esperam de seus filhos, como ser respeitoso, gentil, honesto e responsável.

    Spanking é uma forma de punição física que pode ter efeitos negativos no desenvolvimento do cérebro das crianças e na sua saúde mental na idade adulta. Spanking é proibido em alguns países, mas ainda é praticado por muitos pais em todo o mundo. Os psicólogos infantis recomendam alternativas não violentas e positivas ao spanking, como remover privilégios, time-outs, explicar as razões, reforçar o comportamento positivo, estabelecer regras claras e consistentes e ser um bom modelo. Esperamos que este post tenha sido útil para você entender melhor o que é spanking e corporal punishment e como eles podem afetar as crianças.

  • Mamífero caçador: o fóssil que mostra um confronto mortal entre um mamífero e um dinossauro

    Mamífero caçador: o fóssil que mostra um confronto mortal entre um mamífero e um dinossauro

    Você já imaginou um mamífero caçando um dinossauro? Parece uma cena de um filme de ficção científica, mas é exatamente o que aconteceu há cerca de 125 milhões de anos na China, de acordo com um novo estudo publicado na revista Nature.

    Os pesquisadores encontraram um fóssil incrível que mostra um mamífero do tamanho de um gato (Repenomamus robustus) e um dinossauro herbívoro (Psittacosaurus lujiatunensis) presos em combate mortal. O mamífero estava mordendo o pescoço do dinossauro, que era três vezes maior em massa corporal, enquanto o dinossauro tentava se defender com suas garras e bico.

    O fóssil é uma evidência direta de que os mamíferos mesozóicos eram capazes de predar os dinossauros, desafiando a suposição comum de que eles eram apenas alimento para os répteis dominantes. Os autores do estudo sugerem que o mamífero era um caçador especializado em pequenos dinossauros, e que ele usava sua mandíbula poderosa e seus dentes afiados para perfurar a pele e as veias dos seus alvos.

    Mas como esse fóssil foi preservado? Os pesquisadores analisaram o material sedimentar que enterrou os animais e concluíram que se tratava de um tufo brechado, originado de múltiplos eventos vulcânicos que causaram fluxos de detritos e cinzas. Esses fluxos foram rápidos e violentos, suficientes para matar e soterrar os animais em plena luta, sem perturbar suas posições.

    O estudo também explora a relação entre o tamanho do predador e o tamanho máximo da presa entre os carnívoros terrestres, usando modelos filogenéticos generalizados de mínimos quadrados. Os resultados mostram que a associação fóssil se enquadra bem nas previsões para caçadores solitários ou em grupo, e que o tamanho da presa é influenciado pela filogenia, pelo hábito alimentar e pelo modo de caça dos predadores.

    O fóssil é um dos mais espetaculares já encontrados no Membro Lujiatun da Formação Yixian, uma das mais importantes fontes de informações sobre o comportamento fóssil no início do Cretáceo. Ele revela uma interação inesperada entre mamíferos e dinossauros, e demonstra a diversidade e a complexidade das cadeias alimentares mesozóicas.

    Os pesquisadores encontraram um fóssil incrível que mostra um mamífero do tamanho de um gato (Repenomamus robustus) e um dinossauro herbívoro (Psittacosaurus lujiatunensis) presos em combate mortal. O mamífero estava mordendo o pescoço do dinossauro, que era três vezes maior em massa corporal, enquanto o dinossauro tentava se defender com suas garras e bico.

    O fóssil é uma evidência direta de que os mamíferos mesozóicos eram capazes de predar os dinossauros, desafiando a suposição comum de que eles eram apenas alimento para os répteis dominantes. Os autores do estudo sugerem que o mamífero era um caçador especializado em pequenos dinossauros, e que ele usava sua mandíbula poderosa e seus dentes afiados para perfurar a pele e as veias dos seus alvos.

    Mas como esse fóssil foi preservado? Os pesquisadores analisaram o material sedimentar que enterrou os animais e concluíram que se tratava de um tufo brechado, originado de múltiplos eventos vulcânicos que causaram fluxos de detritos e cinzas. Esses fluxos foram rápidos e violentos, suficientes para matar e soterrar os animais em plena luta, sem perturbar suas posições.

    O estudo também explora a relação entre o tamanho do predador e o tamanho máximo da presa entre os carnívoros terrestres, usando modelos filogenéticos generalizados de mínimos quadrados. Os resultados mostram que a associação fóssil se enquadra bem nas previsões para caçadores solitários ou em grupo, e que o tamanho da presa é influenciado pela filogenia, pelo hábito alimentar e pelo modo de caça dos predadores.

    O fóssil é um dos mais espetaculares já encontrados no Membro Lujiatun da Formação Yixian, uma das mais importantes fontes de informações sobre o comportamento fóssil no início do Cretáceo. Ele revela uma interação inesperada entre mamíferos e dinossauros, e demonstra a diversidade e a complexidade das cadeias alimentares mesozóicas.

  • Quais são os efeitos colaterais do minoxidil?

    Quais são os efeitos colaterais do minoxidil?

    Você já ouviu falar do minoxidil? Esse é um produto que promete combater a queda de cabelo e estimular o crescimento dos pelos, sendo usado por muitas pessoas que sofrem com a calvície ou que querem ter uma barba mais cheia.

    Mas será que o minoxidil funciona mesmo? Quais são os seus benefícios e riscos? Neste post, vamos tirar todas as suas dúvidas sobre esse medicamento. Confira!

    O que é o minoxidil?

    O minoxidil é uma substância que atua como um vasodilatador, ou seja, que aumenta o diâmetro dos vasos sanguíneos e melhora a circulação do sangue. Ele foi originalmente desenvolvido para tratar a hipertensão arterial, mas os pesquisadores perceberam que ele também tinha um efeito colateral curioso: o crescimento dos pelos.

    Assim, o minoxidil passou a ser usado para tratar e prevenir a queda de cabelo androgênica, que é a calvície hereditária causada pela ação do hormônio di-hidrotestosterona (DHT) nos folículos capilares. O minoxidil funciona prolongando a fase de crescimento dos fios (anágena) e reduzindo a fase de repouso (telógena), fazendo com que os cabelos fiquem mais fortes, grossos e resistentes .

    O minoxidil também pode ser usado para engrossar e preencher falhas na barba e nas sobrancelhas, se indicado pelo médico. Nesses casos, o produto age da mesma forma que no couro cabeludo, estimulando os folículos pilosos e aumentando a densidade dos pelos .

    Como usar o minoxidil?

    O minoxidil pode ser encontrado em soluções de 2% ou 5%, sendo que a concentração mais alta é mais indicada para homens e a mais baixa para mulheres. O produto deve ser aplicado diretamente na pele seca, duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. A quantidade recomendada é de 1 ml por aplicação, equivalente a 20 gotas ou uma medida do conta-gotas .

    O minoxidil deve ser espalhado com as pontas dos dedos, massageando suavemente a área afetada. Após a aplicação, é preciso lavar bem as mãos e evitar o contato do produto com os olhos, boca ou outras partes do corpo. O produto não deve ser enxaguado nem exposto ao sol, calor ou umidade por pelo menos quatro horas .

    O tratamento com o minoxidil pode durar de 3 a 6 meses, ou conforme orientação médica. Os resultados podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente começam a aparecer após dois meses de uso contínuo. É importante ressaltar que o efeito do minoxidil é temporário, ou seja, se o uso for interrompido, os fios voltarão ao estado anterior em alguns meses .

    Quais são os efeitos colaterais do minoxidil?

    O minoxidil é um medicamento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas, mas pode causar alguns efeitos colaterais, como:

    • Irritação, coceira, vermelhidão e descamação do couro cabeludo ou da pele onde o produto foi aplicado ;

    • Crescimento de pelos em outras partes do corpo, como orelhas, testa e buço ;

    • Baixa da pressão arterial, que pode causar tontura, dor no peito, aumento dos batimentos cardíacos, aumento do peso e inchaço nas pernas .

    Esses efeitos geralmente são leves e reversíveis, mas se persistirem ou piorarem, é recomendado suspender o uso do produto e consultar um médico. Além disso, o minoxidil não deve ser usado por pessoas alérgicas à substância, grávidas, lactantes ou menores de 18 anos .

    Onde comprar o minoxidil?

    O minoxidil é um medicamento que requer prescrição médica e orientação adequada para o seu uso. Por isso, antes de iniciar o tratamento, consulte um dermatologista para avaliar a sua condição e indicar a melhor forma de aplicação. O minoxidil pode ser comprado em farmácias, lojas de cosméticos ou sites especializados, mas é preciso ter cuidado com a procedência e a qualidade do produto. Alguns exemplos de marcas confiáveis são Rogaine, Kirkland, Foligain e Aloxidil .

    O minoxidil é um produto que pode ajudar a combater a queda de cabelo e estimular o crescimento dos pelos, mas que também exige cuidados e acompanhamento médico. Se você está pensando em usar o minoxidil, lembre-se de seguir as recomendações de uso, observar os possíveis efeitos colaterais e consultar um dermatologista regularmente. Assim, você poderá aproveitar os benefícios do produto sem comprometer a sua saúde.

    Mas será que o minoxidil funciona mesmo? Quais são os seus benefícios e riscos? Neste post, vamos tirar todas as suas dúvidas sobre esse medicamento. Confira!

    O que é o minoxidil?

    O minoxidil é uma substância que atua como um vasodilatador, ou seja, que aumenta o diâmetro dos vasos sanguíneos e melhora a circulação do sangue. Ele foi originalmente desenvolvido para tratar a hipertensão arterial, mas os pesquisadores perceberam que ele também tinha um efeito colateral curioso: o crescimento dos pelos.

    Assim, o minoxidil passou a ser usado para tratar e prevenir a queda de cabelo androgênica, que é a calvície hereditária causada pela ação do hormônio di-hidrotestosterona (DHT) nos folículos capilares. O minoxidil funciona prolongando a fase de crescimento dos fios (anágena) e reduzindo a fase de repouso (telógena), fazendo com que os cabelos fiquem mais fortes, grossos e resistentes .

    O minoxidil também pode ser usado para engrossar e preencher falhas na barba e nas sobrancelhas, se indicado pelo médico. Nesses casos, o produto age da mesma forma que no couro cabeludo, estimulando os folículos pilosos e aumentando a densidade dos pelos .

    Como usar o minoxidil?

    O minoxidil pode ser encontrado em soluções de 2% ou 5%, sendo que a concentração mais alta é mais indicada para homens e a mais baixa para mulheres. O produto deve ser aplicado diretamente na pele seca, duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. A quantidade recomendada é de 1 ml por aplicação, equivalente a 20 gotas ou uma medida do conta-gotas .

    O minoxidil deve ser espalhado com as pontas dos dedos, massageando suavemente a área afetada. Após a aplicação, é preciso lavar bem as mãos e evitar o contato do produto com os olhos, boca ou outras partes do corpo. O produto não deve ser enxaguado nem exposto ao sol, calor ou umidade por pelo menos quatro horas .

    O tratamento com o minoxidil pode durar de 3 a 6 meses, ou conforme orientação médica. Os resultados podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente começam a aparecer após dois meses de uso contínuo. É importante ressaltar que o efeito do minoxidil é temporário, ou seja, se o uso for interrompido, os fios voltarão ao estado anterior em alguns meses .

    Quais são os efeitos colaterais do minoxidil?

    O minoxidil é um medicamento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas, mas pode causar alguns efeitos colaterais, como:

    • Irritação, coceira, vermelhidão e descamação do couro cabeludo ou da pele onde o produto foi aplicado ;

    • Crescimento de pelos em outras partes do corpo, como orelhas, testa e buço ;

    • Baixa da pressão arterial, que pode causar tontura, dor no peito, aumento dos batimentos cardíacos, aumento do peso e inchaço nas pernas .

    Esses efeitos geralmente são leves e reversíveis, mas se persistirem ou piorarem, é recomendado suspender o uso do produto e consultar um médico. Além disso, o minoxidil não deve ser usado por pessoas alérgicas à substância, grávidas, lactantes ou menores de 18 anos .

    Onde comprar o minoxidil?

    O minoxidil é um medicamento que requer prescrição médica e orientação adequada para o seu uso. Por isso, antes de iniciar o tratamento, consulte um dermatologista para avaliar a sua condição e indicar a melhor forma de aplicação. O minoxidil pode ser comprado em farmácias, lojas de cosméticos ou sites especializados, mas é preciso ter cuidado com a procedência e a qualidade do produto. Alguns exemplos de marcas confiáveis são Rogaine, Kirkland, Foligain e Aloxidil .

    O minoxidil é um produto que pode ajudar a combater a queda de cabelo e estimular o crescimento dos pelos, mas que também exige cuidados e acompanhamento médico. Se você está pensando em usar o minoxidil, lembre-se de seguir as recomendações de uso, observar os possíveis efeitos colaterais e consultar um dermatologista regularmente. Assim, você poderá aproveitar os benefícios do produto sem comprometer a sua saúde.

  • Os riscos do Durateston: como esse medicamento pode prejudicar a sua saúde física e mental

    Os riscos do Durateston: como esse medicamento pode prejudicar a sua saúde física e mental

    Durateston é um medicamento que contém quatro tipos de testosterona, um hormônio masculino. Ele é usado para tratar a deficiência de testosterona em homens, mas também pode ser usado por fisiculturistas e atletas que buscam aumentar o desempenho e a massa muscular.

    No entanto, o uso de Durateston sem orientação médica pode trazer sérios riscos à saúde, como:

    • Problemas no fígado, como hepatite, cirrose e câncer;

    • Problemas no coração, como hipertensão, arritmia e infarto;

    • Problemas no sangue, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom e trombose;

    • Problemas na próstata, como aumento benigno ou maligno;

    • Problemas na pele, como acne, oleosidade e queda de cabelo;

    • Problemas psicológicos, como agressividade, irritabilidade e depressão;

    • Problemas sexuais, como impotência, diminuição da libido e infertilidade;

    • Problemas no sistema imunológico, como maior suscetibilidade a infecções.

    Portanto, antes de usar Durateston, consulte um médico e faça exames periódicos para avaliar os possíveis efeitos colaterais. Lembre-se que o uso indevido de esteroides anabolizantes pode comprometer a sua saúde e a sua qualidade de vida.

    No entanto, o uso de Durateston sem orientação médica pode trazer sérios riscos à saúde, como:

    • Problemas no fígado, como hepatite, cirrose e câncer;

    • Problemas no coração, como hipertensão, arritmia e infarto;

    • Problemas no sangue, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom e trombose;

    • Problemas na próstata, como aumento benigno ou maligno;

    • Problemas na pele, como acne, oleosidade e queda de cabelo;

    • Problemas psicológicos, como agressividade, irritabilidade e depressão;

    • Problemas sexuais, como impotência, diminuição da libido e infertilidade;

    • Problemas no sistema imunológico, como maior suscetibilidade a infecções.

    Portanto, antes de usar Durateston, consulte um médico e faça exames periódicos para avaliar os possíveis efeitos colaterais. Lembre-se que o uso indevido de esteroides anabolizantes pode comprometer a sua saúde e a sua qualidade de vida.

  • Agrotóxicos proibidos na Europa são vendidos livremente no Brasil por multinacionais do setor químico

    Agrotóxicos proibidos na Europa são vendidos livremente no Brasil por multinacionais do setor químico

    Você sabia que muitos dos agrotóxicos que são usados nas plantações brasileiras são proibidos na Europa?

    Pois é, isso é o que revela uma reportagem da Agência Pública, que investigou as empresas que mais vendem no Brasil produtos que não podem ser comercializados no continente europeu por causa dos seus riscos à saúde e ao meio ambiente.

    A reportagem mostra que as principais empresas beneficiadas por essa situação são a Syngenta, a UPL e a Basf, que têm autorização para vender no Brasil centenas de produtos que contêm substâncias banidas ou desregulamentadas na União Europeia. Essas empresas têm um forte lobby junto ao governo brasileiro e aos órgãos reguladores, buscando acelerar o registro e a liberação de seus produtos no país.

    Além disso, a reportagem também denuncia que algumas dessas empresas foram acusadas de burlar fiscalizações, usar substâncias poluentes e influenciar a escolha de membros para a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de organismos geneticamente modificados no Brasil.

    A reportagem é um exemplo do trabalho investigativo da Agência Pública, que expõe crimes e abusos de poder que afetam a sociedade brasileira. Por isso, a Agência Pública pede o apoio dos leitores para continuar realizando esse tipo de jornalismo independente e de qualidade.

    Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais detalhes sobre as empresas que mais vendem no Brasil agrotóxicos proibidos na Europa, você pode acessar o artigo completo no site da Agência Pública . Lá você vai encontrar também outras reportagens sobre temas relevantes para o país, como direitos humanos, meio ambiente, política e economia.

    Pois é, isso é o que revela uma reportagem da Agência Pública, que investigou as empresas que mais vendem no Brasil produtos que não podem ser comercializados no continente europeu por causa dos seus riscos à saúde e ao meio ambiente.

    A reportagem mostra que as principais empresas beneficiadas por essa situação são a Syngenta, a UPL e a Basf, que têm autorização para vender no Brasil centenas de produtos que contêm substâncias banidas ou desregulamentadas na União Europeia. Essas empresas têm um forte lobby junto ao governo brasileiro e aos órgãos reguladores, buscando acelerar o registro e a liberação de seus produtos no país.

    Além disso, a reportagem também denuncia que algumas dessas empresas foram acusadas de burlar fiscalizações, usar substâncias poluentes e influenciar a escolha de membros para a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de organismos geneticamente modificados no Brasil.

    A reportagem é um exemplo do trabalho investigativo da Agência Pública, que expõe crimes e abusos de poder que afetam a sociedade brasileira. Por isso, a Agência Pública pede o apoio dos leitores para continuar realizando esse tipo de jornalismo independente e de qualidade.

    Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais detalhes sobre as empresas que mais vendem no Brasil agrotóxicos proibidos na Europa, você pode acessar o artigo completo no site da Agência Pública . Lá você vai encontrar também outras reportagens sobre temas relevantes para o país, como direitos humanos, meio ambiente, política e economia.

  • Cetamina: um medicamento que pode revolucionar o tratamento da depressão

    Cetamina: um medicamento que pode revolucionar o tratamento da depressão

    A Cetamina é um medicamento usado há décadas como anestésico e analgésico, e pode ter um potencial surpreendente para o tratamento da depressão. 

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    Um estudo da University of New South Wales revelou que a cetamina pode ser eficaz para casos de depressão resistente aos tratamentos convencionais, que afetam cerca de 30% dos pacientes com essa condição.

    A cetamina atua em um receptor diferente dos antidepressivos comuns, o receptor NMDA, que está envolvido na formação de memórias e na plasticidade sináptica. Esses processos são fundamentais para a aprendizagem e a adaptação ao ambiente, e podem estar prejudicados em pessoas com depressão. Ao estimular o receptor NMDA, a cetamina pode restaurar a capacidade do cérebro de se reorganizar e se recuperar do estresse crônico.

    O que mais impressiona na cetamina é a sua rapidez e duração de ação. Enquanto os antidepressivos tradicionais podem levar semanas ou meses para fazer efeito, a cetamina pode reduzir os sintomas depressivos em questão de horas ou dias. Além disso, esses efeitos podem persistir por semanas ou meses após uma única dose, o que pode ser uma vantagem para pacientes que não respondem bem aos medicamentos orais ou que têm dificuldade de aderir ao tratamento.

    Os sintomas que podem ser aliviados pela cetamina incluem humor deprimido, anedonia (perda de prazer nas atividades), pensamentos suicidas e ansiedade. Esses são alguns dos aspectos mais debilitantes da depressão, que podem comprometer a qualidade de vida e o funcionamento social dos pacientes. Portanto, a cetamina pode representar uma esperança para muitas pessoas que sofrem com essa doença.

    No entanto, a cetamina não é uma panaceia. Ela também pode ter efeitos colaterais, como alucinações, náuseas, aumento da pressão arterial e dependência. Por isso, seu uso deve ser monitorado por profissionais de saúde qualificados, que possam avaliar os riscos e benefícios de cada caso. A cetamina ainda não é aprovada pela ANVISA para o tratamento da depressão no Brasil, mas existem alguns centros de pesquisa que realizam ensaios clínicos com essa substância.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a cetamina e sua aplicação na depressão, consulte seu médico ou psiquiatra de confiança. Ele poderá orientá-lo sobre as possibilidades e limitações desse tratamento, bem como sobre outras alternativas disponíveis. Lembre-se: a depressão é uma doença séria, mas tem cura. Não deixe de buscar ajuda profissional se você estiver sofrendo com ela.

    Fonte: Link.

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    Um estudo da University of New South Wales revelou que a cetamina pode ser eficaz para casos de depressão resistente aos tratamentos convencionais, que afetam cerca de 30% dos pacientes com essa condição.

    A cetamina atua em um receptor diferente dos antidepressivos comuns, o receptor NMDA, que está envolvido na formação de memórias e na plasticidade sináptica. Esses processos são fundamentais para a aprendizagem e a adaptação ao ambiente, e podem estar prejudicados em pessoas com depressão. Ao estimular o receptor NMDA, a cetamina pode restaurar a capacidade do cérebro de se reorganizar e se recuperar do estresse crônico.

    O que mais impressiona na cetamina é a sua rapidez e duração de ação. Enquanto os antidepressivos tradicionais podem levar semanas ou meses para fazer efeito, a cetamina pode reduzir os sintomas depressivos em questão de horas ou dias. Além disso, esses efeitos podem persistir por semanas ou meses após uma única dose, o que pode ser uma vantagem para pacientes que não respondem bem aos medicamentos orais ou que têm dificuldade de aderir ao tratamento.

    Os sintomas que podem ser aliviados pela cetamina incluem humor deprimido, anedonia (perda de prazer nas atividades), pensamentos suicidas e ansiedade. Esses são alguns dos aspectos mais debilitantes da depressão, que podem comprometer a qualidade de vida e o funcionamento social dos pacientes. Portanto, a cetamina pode representar uma esperança para muitas pessoas que sofrem com essa doença.

    No entanto, a cetamina não é uma panaceia. Ela também pode ter efeitos colaterais, como alucinações, náuseas, aumento da pressão arterial e dependência. Por isso, seu uso deve ser monitorado por profissionais de saúde qualificados, que possam avaliar os riscos e benefícios de cada caso. A cetamina ainda não é aprovada pela ANVISA para o tratamento da depressão no Brasil, mas existem alguns centros de pesquisa que realizam ensaios clínicos com essa substância.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a cetamina e sua aplicação na depressão, consulte seu médico ou psiquiatra de confiança. Ele poderá orientá-lo sobre as possibilidades e limitações desse tratamento, bem como sobre outras alternativas disponíveis. Lembre-se: a depressão é uma doença séria, mas tem cura. Não deixe de buscar ajuda profissional se você estiver sofrendo com ela.

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  • Como escapar dos juros altos do cartão de crédito e limpar o seu nome

    Como escapar dos juros altos do cartão de crédito e limpar o seu nome

    Os juros do cartão de crédito estão nas alturas. Segundo o Banco Central, a taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu para 455,1% ao ano em maio, a maior desde outubro de 2016.

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    Isso significa que se você deixar uma dívida de R$ 1.000 no cartão, em um ano ela vai virar R$ 5.551!

    Mas o que é o rotativo do cartão de crédito? É o crédito que você usa quando não paga o valor total da sua fatura e fica com um saldo devedor em aberto. Esse saldo é corrigido pelos juros do cartão, que são os mais caros do mercado financeiro.

    Para evitar essa armadilha, o ideal é sempre pagar o valor integral da fatura ou, se não for possível, pagar o máximo que puder. Além disso, você deve saber que o rotativo só pode ser acionado uma vez por cada cliente. Após 30 dias, o banco é obrigado a parcelar automaticamente o saldo devedor com juros menores. Portanto, fique atento ao seu extrato e negocie as melhores condições com o seu banco.

    Mas por que os juros do cartão são tão altos? Uma das razões é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 4,25% ao ano. A Selic tem influência em todas as taxas de juros, mas não de forma direta, pois cada banco tem sua própria estratégia comercial e leva em conta outros fatores, como o risco de inadimplência, os custos operacionais e a concorrência.

    Falando em inadimplência, se você está com o nome sujo por causa de dívidas no cartão ou em outros produtos financeiros, uma boa notícia: o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil, começou a valer última segunda-feira (17) e prevê que os bancos retirem da lista de negativados os nomes de devedores pessoa física com pendências de até R$ 100. Essa medida pode beneficiar cerca de 3 milhões de brasileiros e facilitar o acesso ao crédito.

    Portanto, se você quer sair do vermelho e ter mais controle sobre as suas finanças, aproveite essa oportunidade e renegocie as suas dívidas com o seu banco. E lembre-se: use o cartão de crédito com responsabilidade e planejamento!

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    Isso significa que se você deixar uma dívida de R$ 1.000 no cartão, em um ano ela vai virar R$ 5.551!

    Mas o que é o rotativo do cartão de crédito? É o crédito que você usa quando não paga o valor total da sua fatura e fica com um saldo devedor em aberto. Esse saldo é corrigido pelos juros do cartão, que são os mais caros do mercado financeiro.

    Para evitar essa armadilha, o ideal é sempre pagar o valor integral da fatura ou, se não for possível, pagar o máximo que puder. Além disso, você deve saber que o rotativo só pode ser acionado uma vez por cada cliente. Após 30 dias, o banco é obrigado a parcelar automaticamente o saldo devedor com juros menores. Portanto, fique atento ao seu extrato e negocie as melhores condições com o seu banco.

    Mas por que os juros do cartão são tão altos? Uma das razões é a taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 4,25% ao ano. A Selic tem influência em todas as taxas de juros, mas não de forma direta, pois cada banco tem sua própria estratégia comercial e leva em conta outros fatores, como o risco de inadimplência, os custos operacionais e a concorrência.

    Falando em inadimplência, se você está com o nome sujo por causa de dívidas no cartão ou em outros produtos financeiros, uma boa notícia: o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o Desenrola Brasil, começou a valer última segunda-feira (17) e prevê que os bancos retirem da lista de negativados os nomes de devedores pessoa física com pendências de até R$ 100. Essa medida pode beneficiar cerca de 3 milhões de brasileiros e facilitar o acesso ao crédito.

    Portanto, se você quer sair do vermelho e ter mais controle sobre as suas finanças, aproveite essa oportunidade e renegocie as suas dívidas com o seu banco. E lembre-se: use o cartão de crédito com responsabilidade e planejamento!

  • WhatsApp lança recurso para conversar com números desconhecidos sem salvá-los no celular

    WhatsApp lança recurso para conversar com números desconhecidos sem salvá-los no celular

    Você já quis mandar uma mensagem pelo WhatsApp para alguém que você não conhece, mas não queria ter que adicionar o número no seu celular?

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    Seja para fazer uma compra, um pedido, um orçamento ou qualquer outra coisa, às vezes precisamos entrar em contato com pessoas ou empresas que não fazem parte da nossa agenda.

    Pensando nisso, o WhatsApp criou um recurso que permite iniciar conversas com números desconhecidos sem precisar salvá-los no celular. Basta digitar o número na barra de pesquisa do aplicativo e tocar no ícone de mensagem. Pronto, você já pode enviar e receber mensagens pelo WhatsApp com esse contato.

    Essa funcionalidade facilita a troca de mensagens pelo aplicativo com contatos temporários, como lojas ou comércios, e aumenta a segurança e a privacidade dos usuários, que não precisam mais expor seus números para pessoas desconhecidas. Além disso, você pode apagar o histórico da conversa a qualquer momento, sem deixar rastros no seu celular.

    O recurso está sendo disponibilizado na atualização da versão estável do WhatsApp para Android e iOS nas próximas semanas. Para usá-lo, você precisa ter a última versão do aplicativo instalada no seu celular.

    O WhatsApp também está trazendo outras novidades, como os avatares animados do Facebook e do Instagram e a separação de conversas em categorias pessoais e de trabalho. Essas são algumas das formas que o aplicativo está buscando para melhorar a experiência dos seus mais de 2 bilhões de usuários no mundo todo.

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    Seja para fazer uma compra, um pedido, um orçamento ou qualquer outra coisa, às vezes precisamos entrar em contato com pessoas ou empresas que não fazem parte da nossa agenda.

    Pensando nisso, o WhatsApp criou um recurso que permite iniciar conversas com números desconhecidos sem precisar salvá-los no celular. Basta digitar o número na barra de pesquisa do aplicativo e tocar no ícone de mensagem. Pronto, você já pode enviar e receber mensagens pelo WhatsApp com esse contato.

    Essa funcionalidade facilita a troca de mensagens pelo aplicativo com contatos temporários, como lojas ou comércios, e aumenta a segurança e a privacidade dos usuários, que não precisam mais expor seus números para pessoas desconhecidas. Além disso, você pode apagar o histórico da conversa a qualquer momento, sem deixar rastros no seu celular.

    O recurso está sendo disponibilizado na atualização da versão estável do WhatsApp para Android e iOS nas próximas semanas. Para usá-lo, você precisa ter a última versão do aplicativo instalada no seu celular.

    O WhatsApp também está trazendo outras novidades, como os avatares animados do Facebook e do Instagram e a separação de conversas em categorias pessoais e de trabalho. Essas são algumas das formas que o aplicativo está buscando para melhorar a experiência dos seus mais de 2 bilhões de usuários no mundo todo.

  • Como a doença de Alzheimer se desenvolve e o que você pode fazer para preveni-la ou retardá-la

    Como a doença de Alzheimer se desenvolve e o que você pode fazer para preveni-la ou retardá-la

    Você sabia que a doença de Alzheimer é uma das principais causas de demência no mundo? Essa doença afeta milhões de pessoas e suas famílias, trazendo muitos desafios e sofrimento.

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    Mas o que é a doença de Alzheimer e como ela se desenvolve? Neste post, vamos explicar as principais características dessa doença, seus estágios, sintomas e tratamentos.

    A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a perda progressiva de memória e de outras funções cognitivas. Ela é causada por um acúmulo anormal de proteínas chamadas amilóide e tau no cérebro, que danificam as células nervosas e interferem na comunicação entre elas. A doença de Alzheimer não tem cura, mas existem medicamentos que podem retardar o seu avanço e aliviar alguns sintomas.

    Os médicos costumam dividir a doença de Alzheimer em seis estágios, que variam de acordo com a gravidade dos sintomas e o impacto na vida diária do paciente. Veja a seguir quais são esses estágios e o que eles significam:

    • Estágio pré-clínico: É a fase inicial da doença, que pode durar até 20 anos antes que o paciente apresente qualquer sinal de demência. Nesse estágio, as proteínas amilóide e tau já começam a se acumular no cérebro, mas ainda não causam danos significativos às células nervosas. Um exame de imagem ou uma punção lombar podem detectar a presença dessas proteínas, mas esses testes são caros e nem sempre são realizados. Por isso, muitas pessoas não sabem que têm a doença nesse estágio.

    • Comprometimento cognitivo leve: É o estágio em que o paciente começa a ter dificuldades para se lembrar de nomes, eventos recentes, orientar-se no espaço, encontrar as palavras certas, resolver problemas e se organizar. Esses sintomas podem ser confundidos com o envelhecimento normal ou com outras condições tratáveis, como depressão, apneia do sono ou deficiências de vitaminas. Por isso, é importante procurar um médico se esses sintomas persistirem por mais de seis meses e afetarem a qualidade de vida do paciente. Nesse estágio, o paciente ainda consegue realizar suas atividades diárias, mas pode precisar de lembretes ou orientações.

    • Alzheimer leve: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para gerenciar sua medicação, marcar consultas médicas, lidar com as finanças ou preparar documentos fiscais. O paciente também pode apresentar alterações comportamentais, como mudanças repentinas de humor, desconfiança, falsas crenças, agitação, problemas de sono e irritabilidade. Esses sintomas estão relacionados ao dano cerebral causado pela doença de Alzheimer.

    • Alzheimer moderado: É o estágio em que o paciente tem problemas para dirigir, usar a tecnologia, reconhecer rostos familiares ou lembrar-se de fatos importantes da sua vida. O paciente também pode ter dificuldades para se comunicar, compreender instruções complexas ou seguir uma conversa. Nesse estágio, o paciente ainda é capaz de se banhar e se vestir sozinho, mas pode precisar de supervisão.

    • Alzheimer grave: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para realizar atividades básicas do dia a dia, como se higienizar, se banhar, se vestir e usar o banheiro. O paciente também pode ter alucinações, delírios, incontinência urinária ou fecal e perda de peso. Nesse estágio, o paciente pode não reconhecer seus familiares ou amigos mais próximos.

    • Alzheimer muito grave: É o estágio final da doença, em que o paciente depende de cuidados constantes e precisa de ajuda para comer suas refeições. Nesse estágio, o paciente perdeu quase totalmente a capacidade de comunicação e pode ficar acamado ou imóvel. A doença é fatal nesse estágio.

    A doença de Alzheimer é uma doença triste e devastadora, mas existem formas de preveni-la ou retardá-la. Alguns fatores que podem reduzir o risco ou a progressão da doença são: manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, estimular o cérebro com atividades intelectuais, sociais e criativas, controlar o estresse, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, tratar doenças crônicas como diabetes, hipertensão e colesterol alto e consultar regularmente o médico. Além disso, um novo medicamento chamado Aduhelm foi aprovado pela FDA (a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) para retardar o crescimento das proteínas amilóide e tau no cérebro. Esse medicamento pode ser uma esperança para os pacientes com Alzheimer e seus familiares.

    Se você ou alguém que você conhece está com sintomas de Alzheimer, não hesite em procurar ajuda médica. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor será o tratamento e a qualidade de vida do paciente. Lembre-se de que você não está sozinho nessa luta e que existem muitos recursos e apoios disponíveis para você. Juntos, podemos vencer o Alzheimer!

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    Mas o que é a doença de Alzheimer e como ela se desenvolve? Neste post, vamos explicar as principais características dessa doença, seus estágios, sintomas e tratamentos.

    A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a perda progressiva de memória e de outras funções cognitivas. Ela é causada por um acúmulo anormal de proteínas chamadas amilóide e tau no cérebro, que danificam as células nervosas e interferem na comunicação entre elas. A doença de Alzheimer não tem cura, mas existem medicamentos que podem retardar o seu avanço e aliviar alguns sintomas.

    Os médicos costumam dividir a doença de Alzheimer em seis estágios, que variam de acordo com a gravidade dos sintomas e o impacto na vida diária do paciente. Veja a seguir quais são esses estágios e o que eles significam:

    • Estágio pré-clínico: É a fase inicial da doença, que pode durar até 20 anos antes que o paciente apresente qualquer sinal de demência. Nesse estágio, as proteínas amilóide e tau já começam a se acumular no cérebro, mas ainda não causam danos significativos às células nervosas. Um exame de imagem ou uma punção lombar podem detectar a presença dessas proteínas, mas esses testes são caros e nem sempre são realizados. Por isso, muitas pessoas não sabem que têm a doença nesse estágio.

    • Comprometimento cognitivo leve: É o estágio em que o paciente começa a ter dificuldades para se lembrar de nomes, eventos recentes, orientar-se no espaço, encontrar as palavras certas, resolver problemas e se organizar. Esses sintomas podem ser confundidos com o envelhecimento normal ou com outras condições tratáveis, como depressão, apneia do sono ou deficiências de vitaminas. Por isso, é importante procurar um médico se esses sintomas persistirem por mais de seis meses e afetarem a qualidade de vida do paciente. Nesse estágio, o paciente ainda consegue realizar suas atividades diárias, mas pode precisar de lembretes ou orientações.

    • Alzheimer leve: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para gerenciar sua medicação, marcar consultas médicas, lidar com as finanças ou preparar documentos fiscais. O paciente também pode apresentar alterações comportamentais, como mudanças repentinas de humor, desconfiança, falsas crenças, agitação, problemas de sono e irritabilidade. Esses sintomas estão relacionados ao dano cerebral causado pela doença de Alzheimer.

    • Alzheimer moderado: É o estágio em que o paciente tem problemas para dirigir, usar a tecnologia, reconhecer rostos familiares ou lembrar-se de fatos importantes da sua vida. O paciente também pode ter dificuldades para se comunicar, compreender instruções complexas ou seguir uma conversa. Nesse estágio, o paciente ainda é capaz de se banhar e se vestir sozinho, mas pode precisar de supervisão.

    • Alzheimer grave: É o estágio em que o paciente precisa de ajuda para realizar atividades básicas do dia a dia, como se higienizar, se banhar, se vestir e usar o banheiro. O paciente também pode ter alucinações, delírios, incontinência urinária ou fecal e perda de peso. Nesse estágio, o paciente pode não reconhecer seus familiares ou amigos mais próximos.

    • Alzheimer muito grave: É o estágio final da doença, em que o paciente depende de cuidados constantes e precisa de ajuda para comer suas refeições. Nesse estágio, o paciente perdeu quase totalmente a capacidade de comunicação e pode ficar acamado ou imóvel. A doença é fatal nesse estágio.

    A doença de Alzheimer é uma doença triste e devastadora, mas existem formas de preveni-la ou retardá-la. Alguns fatores que podem reduzir o risco ou a progressão da doença são: manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos, estimular o cérebro com atividades intelectuais, sociais e criativas, controlar o estresse, evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool, tratar doenças crônicas como diabetes, hipertensão e colesterol alto e consultar regularmente o médico. Além disso, um novo medicamento chamado Aduhelm foi aprovado pela FDA (a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) para retardar o crescimento das proteínas amilóide e tau no cérebro. Esse medicamento pode ser uma esperança para os pacientes com Alzheimer e seus familiares.

    Se você ou alguém que você conhece está com sintomas de Alzheimer, não hesite em procurar ajuda médica. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor será o tratamento e a qualidade de vida do paciente. Lembre-se de que você não está sozinho nessa luta e que existem muitos recursos e apoios disponíveis para você. Juntos, podemos vencer o Alzheimer!

  • Donanemabe: a droga que pode frear o Alzheimer e dar uma nova chance de vida aos pacientes

    Donanemabe: a droga que pode frear o Alzheimer e dar uma nova chance de vida aos pacientes

    Você já imaginou uma droga que pudesse frear o avanço do Alzheimer, uma das doenças mais devastadoras e incuráveis do mundo?

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    Pois bem, essa droga pode estar mais perto do que você pensa. Trata-se do donanemabe, uma nova substância que retarda o declínio cognitivo em cerca de um terço em pessoas com Alzheimer em estágio inicial.

    O donanemabe funciona removendo o acúmulo de beta-amiloide no cérebro, uma das principais características da doença. O beta-amiloide é uma proteína que se agrupa em placas entre os neurônios, prejudicando a comunicação entre eles e causando inflamação e morte celular. Ao eliminar essas placas, o donanemabe pode preservar as funções cerebrais e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    A droga foi testada em um ensaio clínico com 257 pessoas com Alzheimer leve a moderado, que receberam injeções mensais da substância ou de um placebo por 18 meses. Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemabe teve uma redução de 32% na taxa de declínio cognitivo em relação ao grupo que recebeu o placebo. Além disso, os exames de imagem revelaram que o donanemabe reduziu em 84% o volume de beta-amiloide no cérebro dos participantes.

    No entanto, a droga não é isenta de riscos. Cerca de um quarto dos pacientes que receberam o donanemabe apresentaram inchaço do cérebro, um efeito colateral grave que pode causar dor de cabeça, náusea, tontura e confusão. Além disso, a droga ainda não está aprovada no Brasil, e seu custo e disponibilidade são incertos. A empresa responsável pelo desenvolvimento do donanemabe, a Eli Lilly, planeja solicitar a aprovação da agência reguladora dos Estados Unidos ainda este ano.

    O donanemabe é um dos dois medicamentos promissores que podem mudar o cenário do tratamento para a demência, junto com o lecanemabe, outra droga que também atua na remoção do beta-amiloide. Ambas as drogas estão sendo avaliadas em estudos maiores e mais longos, que devem confirmar sua eficácia e segurança.

    Um dos voluntários do estudo com o donanemabe, Mike Colley, disse que se sente mais confiante e cheio de vida após receber a droga. Ele contou que sua memória e concentração melhoraram, e que ele pode fazer atividades como dirigir, cozinhar e cuidar do jardim sem dificuldades. “Eu me sinto como se tivesse ganhado uma nova chance de viver”, disse ele.

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    Pois bem, essa droga pode estar mais perto do que você pensa. Trata-se do donanemabe, uma nova substância que retarda o declínio cognitivo em cerca de um terço em pessoas com Alzheimer em estágio inicial.

    O donanemabe funciona removendo o acúmulo de beta-amiloide no cérebro, uma das principais características da doença. O beta-amiloide é uma proteína que se agrupa em placas entre os neurônios, prejudicando a comunicação entre eles e causando inflamação e morte celular. Ao eliminar essas placas, o donanemabe pode preservar as funções cerebrais e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    A droga foi testada em um ensaio clínico com 257 pessoas com Alzheimer leve a moderado, que receberam injeções mensais da substância ou de um placebo por 18 meses. Os resultados mostraram que o grupo que recebeu o donanemabe teve uma redução de 32% na taxa de declínio cognitivo em relação ao grupo que recebeu o placebo. Além disso, os exames de imagem revelaram que o donanemabe reduziu em 84% o volume de beta-amiloide no cérebro dos participantes.

    No entanto, a droga não é isenta de riscos. Cerca de um quarto dos pacientes que receberam o donanemabe apresentaram inchaço do cérebro, um efeito colateral grave que pode causar dor de cabeça, náusea, tontura e confusão. Além disso, a droga ainda não está aprovada no Brasil, e seu custo e disponibilidade são incertos. A empresa responsável pelo desenvolvimento do donanemabe, a Eli Lilly, planeja solicitar a aprovação da agência reguladora dos Estados Unidos ainda este ano.

    O donanemabe é um dos dois medicamentos promissores que podem mudar o cenário do tratamento para a demência, junto com o lecanemabe, outra droga que também atua na remoção do beta-amiloide. Ambas as drogas estão sendo avaliadas em estudos maiores e mais longos, que devem confirmar sua eficácia e segurança.

    Um dos voluntários do estudo com o donanemabe, Mike Colley, disse que se sente mais confiante e cheio de vida após receber a droga. Ele contou que sua memória e concentração melhoraram, e que ele pode fazer atividades como dirigir, cozinhar e cuidar do jardim sem dificuldades. “Eu me sinto como se tivesse ganhado uma nova chance de viver”, disse ele.