Tag: Brasil

  • Como evitar cair no golpe do e-mail falso da Receita Federal

    Como evitar cair no golpe do e-mail falso da Receita Federal

    Você já recebeu um e-mail dizendo que há erros na sua declaração do imposto de renda e que você precisa corrigi-los por meio de um link? Cuidado, isso pode ser um golpe!

    A Receita Federal alertou que criminosos estão enviando mensagens falsas para os contribuintes, aproveitando o período de entrega da declaração do IR, que termina na quarta-feira (31).

    O objetivo dos golpistas é roubar informações fiscais e pessoais das vítimas, que podem ser usadas para fraudes e extorsões.

    Para não cair nessa armadilha, é preciso ficar atento a alguns sinais:

    • A Receita Federal não envia e-mails ou mensagens de texto pedindo que eventuais erros na declaração sejam corrigidos por meio de links.
    • Os e-mails falsos costumam ter erros de português, imagens de baixa qualidade e remetentes suspeitos.
    • Os links maliciosos podem levar a sites que pedem dados como CPF, senha e número de cartão de crédito, ou que instalam vírus no computador ou celular.

    Se você receber um e-mail desse tipo, não abra nem responda. Apague imediatamente da sua caixa de entrada.

    Se você tiver dúvidas sobre a sua declaração do IR, acesse o site oficial da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) ou o portal e-CAC (https://cav.receita.fazenda.gov.br/), onde você pode consultar o extrato da sua declaração e verificar se há pendências ou inconsistências.

    Lembre-se: a melhor forma de evitar cair em golpes é se informar e se proteger.

    A Receita Federal alertou que criminosos estão enviando mensagens falsas para os contribuintes, aproveitando o período de entrega da declaração do IR, que termina na quarta-feira (31).

    O objetivo dos golpistas é roubar informações fiscais e pessoais das vítimas, que podem ser usadas para fraudes e extorsões.

    Para não cair nessa armadilha, é preciso ficar atento a alguns sinais:

    • A Receita Federal não envia e-mails ou mensagens de texto pedindo que eventuais erros na declaração sejam corrigidos por meio de links.
    • Os e-mails falsos costumam ter erros de português, imagens de baixa qualidade e remetentes suspeitos.
    • Os links maliciosos podem levar a sites que pedem dados como CPF, senha e número de cartão de crédito, ou que instalam vírus no computador ou celular.

    Se você receber um e-mail desse tipo, não abra nem responda. Apague imediatamente da sua caixa de entrada.

    Se você tiver dúvidas sobre a sua declaração do IR, acesse o site oficial da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) ou o portal e-CAC (https://cav.receita.fazenda.gov.br/), onde você pode consultar o extrato da sua declaração e verificar se há pendências ou inconsistências.

    Lembre-se: a melhor forma de evitar cair em golpes é se informar e se proteger.

  • Candida auris, o superfungo mortal que gerou surto em Pernambuco

    Candida auris, o superfungo mortal que gerou surto em Pernambuco

    Você já ouviu falar do superfungo Candida auris? Trata-se de um fungo que pode causar infecções graves e até fatais em pessoas com baixa imunidade. Ele é resistente a muitos medicamentos antifúngicos e pode se espalhar facilmente em ambientes hospitalares.

    Esse fungo foi identificado pela primeira vez em 2009 no Japão e desde então já foi encontrado em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Em Pernambuco, um surto de Candida auris foi registrado em dois hospitais públicos, com 18 casos confirmados e seis mortes.

    Mas o que torna esse fungo tão perigoso e como se prevenir dele? Veja a seguir as principais informações sobre o superfungo mortal:

    • O Candida auris pode infectar diferentes partes do corpo, como a pele, o sangue, os órgãos internos e o sistema nervoso. Os sintomas podem variar de acordo com o local da infecção, mas podem incluir febre, calafrios, dor, vermelhidão e secreção.
    • O fungo pode ser transmitido pelo contato direto com pessoas ou superfícies contaminadas. Ele pode sobreviver por semanas em objetos como roupas de cama, equipamentos médicos e termômetros. Por isso, é importante seguir as medidas de higiene e proteção nos hospitais, como lavar as mãos, usar luvas e máscaras e evitar visitas desnecessárias.
    • O diagnóstico do Candida auris é difícil porque ele pode ser confundido com outros tipos de fungos. Além disso, ele não responde a muitos dos antifúngicos disponíveis no mercado. Por isso, é preciso fazer testes laboratoriais específicos e usar medicamentos de última geração para tratá-lo.
    • A melhor forma de prevenir o superfungo é fortalecer o sistema imunológico, evitando doenças crônicas como diabetes, câncer e HIV. Também é recomendado evitar o uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos, pois eles podem favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes.

    O superfungo Candida auris é uma ameaça à saúde pública que requer atenção e cuidado. Se você tiver algum sintoma suspeito ou tiver contato com alguém que tenha sido infectado pelo fungo, procure um médico imediatamente.

    Esse fungo foi identificado pela primeira vez em 2009 no Japão e desde então já foi encontrado em mais de 30 países, incluindo o Brasil. Em Pernambuco, um surto de Candida auris foi registrado em dois hospitais públicos, com 18 casos confirmados e seis mortes.

    Mas o que torna esse fungo tão perigoso e como se prevenir dele? Veja a seguir as principais informações sobre o superfungo mortal:

    • O Candida auris pode infectar diferentes partes do corpo, como a pele, o sangue, os órgãos internos e o sistema nervoso. Os sintomas podem variar de acordo com o local da infecção, mas podem incluir febre, calafrios, dor, vermelhidão e secreção.
    • O fungo pode ser transmitido pelo contato direto com pessoas ou superfícies contaminadas. Ele pode sobreviver por semanas em objetos como roupas de cama, equipamentos médicos e termômetros. Por isso, é importante seguir as medidas de higiene e proteção nos hospitais, como lavar as mãos, usar luvas e máscaras e evitar visitas desnecessárias.
    • O diagnóstico do Candida auris é difícil porque ele pode ser confundido com outros tipos de fungos. Além disso, ele não responde a muitos dos antifúngicos disponíveis no mercado. Por isso, é preciso fazer testes laboratoriais específicos e usar medicamentos de última geração para tratá-lo.
    • A melhor forma de prevenir o superfungo é fortalecer o sistema imunológico, evitando doenças crônicas como diabetes, câncer e HIV. Também é recomendado evitar o uso indiscriminado de antibióticos e antifúngicos, pois eles podem favorecer o surgimento de micro-organismos resistentes.

    O superfungo Candida auris é uma ameaça à saúde pública que requer atenção e cuidado. Se você tiver algum sintoma suspeito ou tiver contato com alguém que tenha sido infectado pelo fungo, procure um médico imediatamente.

  • Novo genótipo do vírus da dengue é identificado na Bahia: o que isso significa?

    Novo genótipo do vírus da dengue é identificado na Bahia: o que isso significa?

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti que pode causar febre, dor de cabeça, dores no corpo e manchas na pele. Existem quatro tipos de vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), que podem provocar diferentes formas da doença, desde a mais leve até a mais grave.

    Um estudo realizado pela Fiocruz Bahia em parceria com outras instituições identificou um novo genótipo do vírus DENV-2 circulando no estado. Um genótipo é uma variação genética dentro de um tipo de vírus, que pode ter características diferentes das outras.

    Segundo os pesquisadores, esse novo genótipo foi encontrado em 11 dos 13 municípios analisados e está associado a um maior potencial de transmissão e de gravidade da dengue. Além disso, ele pode representar um desafio para as vacinas em desenvolvimento contra a doença.

    O estudo foi publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases e alerta para a necessidade de monitorar a circulação dos vírus da dengue no país e de reforçar as medidas de prevenção e controle do mosquito vetor.

    Para evitar a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti, como recipientes que acumulam água parada, e usar repelentes e telas nas janelas. Também é recomendado procurar atendimento médico em caso de sintomas da doença e seguir as orientações dos profissionais de saúde.

    Fonte: Link.

    Um estudo realizado pela Fiocruz Bahia em parceria com outras instituições identificou um novo genótipo do vírus DENV-2 circulando no estado. Um genótipo é uma variação genética dentro de um tipo de vírus, que pode ter características diferentes das outras.

    Segundo os pesquisadores, esse novo genótipo foi encontrado em 11 dos 13 municípios analisados e está associado a um maior potencial de transmissão e de gravidade da dengue. Além disso, ele pode representar um desafio para as vacinas em desenvolvimento contra a doença.

    O estudo foi publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases e alerta para a necessidade de monitorar a circulação dos vírus da dengue no país e de reforçar as medidas de prevenção e controle do mosquito vetor.

    Para evitar a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti, como recipientes que acumulam água parada, e usar repelentes e telas nas janelas. Também é recomendado procurar atendimento médico em caso de sintomas da doença e seguir as orientações dos profissionais de saúde.

    Fonte: Link.

  • Uso de cartão de crédito cresce 30,9% entre 2019 e 2022

    Uso de cartão de crédito cresce 30,9% entre 2019 e 2022

    Você sabia que o número de pessoas que usam o cartão de crédito no Brasil cresceu quase 31% em três anos? Segundo dados do Banco Central (BC), em junho de 2022, 84,7 milhões de usuários tinham saldo devedor relacionado a essa forma de pagamento.

    Em junho de 2019, eram 64,7 milhões.

    Mas o que isso significa para você? O saldo devedor é o valor da compra, parcelada ou não, que ainda não foi pago pelo cliente e sobre o qual podem incidir juros. Ou seja, se você não paga o valor total da fatura do cartão, você entra no chamado rotativo do cartão de crédito, que é uma das operações de crédito mais caras do mercado.

    De acordo com o BC, há uma tendência ao uso de modalidades mais onerosas do cartão de crédito à medida que aumentam os vínculos, que são o número de instituições emissoras de cartão em que o cliente tem saldo devedor. Isso significa que quem tem mais de um cartão de crédito tende a gastar mais e a se endividar mais.

    O aumento no número de usuários de cartão de crédito pode ser explicado pela entrada de novas instituições no mercado nos últimos anos, principalmente no segmento de cartões pós-pagos. Instituições de pagamento e bancos digitais aumentaram a base de usuários em 27,6 milhões de indivíduos no período analisado.

    Para o BC, a expansão do mercado de cartões de crédito é positiva do ponto de vista da inclusão financeira, mas tem potencial para aumentar o nível de endividamento das famílias. Por isso, é importante ter cuidado ao usar essa forma de pagamento e evitar cair na armadilha dos juros altos.

    Algumas dicas para usar o cartão de crédito com responsabilidade são:

    • Planeje seus gastos e evite comprar por impulso.
    • Escolha um cartão que tenha taxas e benefícios adequados ao seu perfil.
    • Pague sempre o valor total da fatura e evite parcelar as compras.
    • Não use mais do que 30% do seu limite de crédito.
    • Não tenha mais cartões do que você precisa e cancele os que não usa.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar as vantagens do cartão de crédito sem comprometer a sua saúde financeira.

    Fonte: Link.

    Em junho de 2019, eram 64,7 milhões.

    Mas o que isso significa para você? O saldo devedor é o valor da compra, parcelada ou não, que ainda não foi pago pelo cliente e sobre o qual podem incidir juros. Ou seja, se você não paga o valor total da fatura do cartão, você entra no chamado rotativo do cartão de crédito, que é uma das operações de crédito mais caras do mercado.

    De acordo com o BC, há uma tendência ao uso de modalidades mais onerosas do cartão de crédito à medida que aumentam os vínculos, que são o número de instituições emissoras de cartão em que o cliente tem saldo devedor. Isso significa que quem tem mais de um cartão de crédito tende a gastar mais e a se endividar mais.

    O aumento no número de usuários de cartão de crédito pode ser explicado pela entrada de novas instituições no mercado nos últimos anos, principalmente no segmento de cartões pós-pagos. Instituições de pagamento e bancos digitais aumentaram a base de usuários em 27,6 milhões de indivíduos no período analisado.

    Para o BC, a expansão do mercado de cartões de crédito é positiva do ponto de vista da inclusão financeira, mas tem potencial para aumentar o nível de endividamento das famílias. Por isso, é importante ter cuidado ao usar essa forma de pagamento e evitar cair na armadilha dos juros altos.

    Algumas dicas para usar o cartão de crédito com responsabilidade são:

    • Planeje seus gastos e evite comprar por impulso.
    • Escolha um cartão que tenha taxas e benefícios adequados ao seu perfil.
    • Pague sempre o valor total da fatura e evite parcelar as compras.
    • Não use mais do que 30% do seu limite de crédito.
    • Não tenha mais cartões do que você precisa e cancele os que não usa.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar as vantagens do cartão de crédito sem comprometer a sua saúde financeira.

    Fonte: Link.

  • Dívida Pública sobe 2,38% em abril e supera R$ 6 trilhões

    Dívida Pública sobe 2,38% em abril e supera R$ 6 trilhões

    A dívida pública é o valor total que o governo deve para os seus credores, como bancos, empresas e pessoas que compram títulos do Tesouro Nacional. Esses títulos são uma forma de o governo captar recursos para financiar seus gastos, como saúde, educação e infraestrutura.

    A dívida pública é importante para o funcionamento da economia, pois ajuda a regular a taxa de juros, a inflação e o crescimento. No entanto, ela também precisa ser controlada para não comprometer a capacidade de pagamento do país e a confiança dos investidores.

    Em abril de 2023, a dívida pública brasileira subiu 2,38% em relação a março e ficou em R$ 6,03 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Esse foi o maior valor da série histórica, iniciada em 2004.

    Mas por que a dívida pública aumentou tanto? Segundo o Tesouro Nacional, os principais motivos foram:

    • A emissão líquida de títulos, ou seja, o governo emitiu mais títulos do que resgatou, no valor de R$ 86 bilhões;
    • A incorporação de juros, ou seja, o acréscimo dos juros que o governo paga aos credores, no valor de R$ 28 bilhões;
    • A desvalorização cambial, ou seja, a queda do valor do real em relação ao dólar, que afeta a parcela da dívida pública que é corrigida pela moeda estrangeira.

    O Tesouro Nacional afirmou que o aumento da dívida pública em abril foi um movimento pontual e que espera uma redução nos próximos meses. Além disso, destacou que o país tem reservas internacionais suficientes para cobrir a dívida externa e que tem ampliado o prazo médio e reduzido o custo médio da dívida interna.

    No entanto, o órgão também reconheceu que há riscos para a trajetória da dívida pública, como a incerteza sobre a evolução da pandemia de Covid-19 e seus impactos na atividade econômica e nas contas públicas. Por isso, defendeu a continuidade das reformas estruturais e do ajuste fiscal para garantir a sustentabilidade da dívida no longo prazo.

    Fonte: Link.

    A dívida pública é importante para o funcionamento da economia, pois ajuda a regular a taxa de juros, a inflação e o crescimento. No entanto, ela também precisa ser controlada para não comprometer a capacidade de pagamento do país e a confiança dos investidores.

    Em abril de 2023, a dívida pública brasileira subiu 2,38% em relação a março e ficou em R$ 6,03 trilhões, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional. Esse foi o maior valor da série histórica, iniciada em 2004.

    Mas por que a dívida pública aumentou tanto? Segundo o Tesouro Nacional, os principais motivos foram:

    • A emissão líquida de títulos, ou seja, o governo emitiu mais títulos do que resgatou, no valor de R$ 86 bilhões;
    • A incorporação de juros, ou seja, o acréscimo dos juros que o governo paga aos credores, no valor de R$ 28 bilhões;
    • A desvalorização cambial, ou seja, a queda do valor do real em relação ao dólar, que afeta a parcela da dívida pública que é corrigida pela moeda estrangeira.

    O Tesouro Nacional afirmou que o aumento da dívida pública em abril foi um movimento pontual e que espera uma redução nos próximos meses. Além disso, destacou que o país tem reservas internacionais suficientes para cobrir a dívida externa e que tem ampliado o prazo médio e reduzido o custo médio da dívida interna.

    No entanto, o órgão também reconheceu que há riscos para a trajetória da dívida pública, como a incerteza sobre a evolução da pandemia de Covid-19 e seus impactos na atividade econômica e nas contas públicas. Por isso, defendeu a continuidade das reformas estruturais e do ajuste fiscal para garantir a sustentabilidade da dívida no longo prazo.

    Fonte: Link.

  • Detox iônico: o que é, como funciona e quais os riscos

    Detox iônico: o que é, como funciona e quais os riscos

    Detox iônico é um tratamento alternativo que promete desintoxicar o corpo através dos pés, usando um aparelho que emite correntes elétricas na água salgada. Segundo os defensores do método, a água muda de cor de acordo com as toxinas eliminadas, como metais pesados, vírus, bactérias e radiações.

    No entanto, não há evidências científicas que comprovem os benefícios ou a segurança do detox iônico. Na verdade, a mudança de cor da água é causada pela reação química entre os eletrodos de cobre e de aço e o sal, sem relação com as toxinas do corpo.

    O detox iônico pode ser perigoso para pessoas com problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, implantes metálicos, feridas nos pés ou alergia ao cobre. Além disso, o aparelho pode estar contaminado com bactérias ou fungos, causando infecções.

    A melhor forma de desintoxicar o corpo é através de uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras, legumes e água. Alguns alimentos que podem ajudar nesse processo são o alho, o limão, o gengibre e a salsinha. Eles possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas, que favorecem a eliminação de toxinas pelos rins e pelo fígado.

    Portanto, antes de se submeter ao detox iônico, consulte um médico e um nutricionista para avaliar os riscos e as alternativas mais eficazes e seguras para a sua saúde.

    No entanto, não há evidências científicas que comprovem os benefícios ou a segurança do detox iônico. Na verdade, a mudança de cor da água é causada pela reação química entre os eletrodos de cobre e de aço e o sal, sem relação com as toxinas do corpo.

    O detox iônico pode ser perigoso para pessoas com problemas cardíacos, diabetes, pressão alta, implantes metálicos, feridas nos pés ou alergia ao cobre. Além disso, o aparelho pode estar contaminado com bactérias ou fungos, causando infecções.

    A melhor forma de desintoxicar o corpo é através de uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras, legumes e água. Alguns alimentos que podem ajudar nesse processo são o alho, o limão, o gengibre e a salsinha. Eles possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e diuréticas, que favorecem a eliminação de toxinas pelos rins e pelo fígado.

    Portanto, antes de se submeter ao detox iônico, consulte um médico e um nutricionista para avaliar os riscos e as alternativas mais eficazes e seguras para a sua saúde.

  • Astrologia: ciência ou pseudociência?

    Astrologia: ciência ou pseudociência?

    A astrologia é uma das práticas mais antigas e populares da humanidade, mas também uma das mais controversas. Muitas pessoas acreditam que a posição dos astros no momento do nascimento influencia a personalidade, o destino e as relações humanas.

    Outras, porém, consideram a astrologia uma pseudociência, ou seja, uma falsa ciência que não tem base empírica, lógica ou metodológica.

    Mas o que é uma pseudociência e como distinguir uma pseudociência de uma ciência verdadeira? Segundo alguns critérios propostos por filósofos e cientistas, uma teoria científica deve ser:

    – Consistente interna e externamente, ou seja, não deve se contradizer nem entrar em conflito com outras teorias já estabelecidas.

    – Parcimoniosa, ou seja, não deve postular entidades ou explicações desnecessárias para os fenômenos observados.

    – Útil, ou seja, deve descrever e explicar os fenômenos observados de forma clara e precisa.

    – Empiricamente testável e falsificável, ou seja, deve ser possível verificar suas previsões por meio de observações e experimentos e admitir a possibilidade de ser refutada por evidências contrárias.

    – Corrigível e dinâmica, ou seja, deve estar aberta a mudanças e revisões conforme novos dados são descobertos.

    – Progressiva, ou seja, deve incorporar e superar as teorias anteriores e gerar novas hipóteses e descobertas.

    – Tentativa, ou seja, deve reconhecer que pode estar errada ou incompleta e não afirmar certeza absoluta.

    Analisando a astrologia à luz desses critérios, podemos concluir que ela não se qualifica como uma ciência. Vejamos alguns exemplos:

    – A astrologia não é consistente interna nem externamente. Existem diferentes formas de astrologia que são incompatíveis entre si (como a ocidental, a chinesa e a védica) e que usam diferentes sistemas de signos, casas e planetas. Além disso, a astrologia contradiz o que é conhecido na física sobre as forças gravitacionais e eletromagnéticas que atuam entre os corpos celestes e a Terra.

    – A astrologia não é parcimoniosa. Ela postula forças misteriosas e inexplicáveis que ligam os astros ao destino humano, sem apresentar nenhuma evidência ou mecanismo para isso. Ela também ignora fatores mais relevantes para explicar a personalidade e o comportamento das pessoas, como a genética, o ambiente e a cultura.

    – A astrologia não é útil. Ela não descreve nem explica os fenômenos observados de forma clara e precisa. Pelo contrário, ela usa conceitos vagos e ambíguos (como amor, sorte, sucesso) que podem ser interpretados de várias maneiras. Ela também recorre a generalizações e estereótipos (como leoninos são líderes, escorpianos são vingativos) que não levam em conta as diferenças individuais.

    – A astrologia não é empiricamente testável nem falsificável. Ela não faz previsões específicas e verificáveis por meio de observações e experimentos. Ela também não admite a possibilidade de ser refutada por evidências contrárias. Quando suas previsões falham ou são contraditórias, ela recorre a desculpas como o livre-arbítrio, as influências de outros astros ou os erros de cálculo.

    – A astrologia não é corrigível nem dinâmica. Ela não está aberta a mudanças e revisões conforme novos dados são descobertos. Ela se baseia em dogmas e tradições que remontam à Antiguidade e que não acompanham os avanços da astronomia e da astrofísica. Ela ignora, por exemplo, a existência de novos planetas, como Urano, Netuno e Plutão, e o fenômeno da precessão dos equinócios, que altera a posição dos signos ao longo do tempo.

    – A astrologia não é progressiva. Ela não incorpora nem supera as teorias anteriores e não gera novas hipóteses e descobertas. Ela se limita a repetir e reciclar as mesmas ideias e conceitos há milênios, sem oferecer nenhuma contribuição original ou relevante para o conhecimento humano.

    – A astrologia não é tentativa. Ela afirma que pode estar certa ou completa e não reconhece que pode estar errada ou incompleta. Ela também afirma certeza absoluta sobre o destino humano, sem levar em conta a complexidade e a imprevisibilidade da vida.

    Diante desses argumentos, podemos concluir que a astrologia é uma pseudociência, pois tenta se passar por científica, mas não segue os critérios e os métodos da ciência verdadeira. Isso não significa que a astrologia deva ser proibida ou desprezada, mas sim que ela deve ser vista como uma forma de crença, de arte ou de entretenimento, e não como uma fonte confiável de conhecimento ou orientação.

    Outras, porém, consideram a astrologia uma pseudociência, ou seja, uma falsa ciência que não tem base empírica, lógica ou metodológica.

    Mas o que é uma pseudociência e como distinguir uma pseudociência de uma ciência verdadeira? Segundo alguns critérios propostos por filósofos e cientistas, uma teoria científica deve ser:

    – Consistente interna e externamente, ou seja, não deve se contradizer nem entrar em conflito com outras teorias já estabelecidas.

    – Parcimoniosa, ou seja, não deve postular entidades ou explicações desnecessárias para os fenômenos observados.

    – Útil, ou seja, deve descrever e explicar os fenômenos observados de forma clara e precisa.

    – Empiricamente testável e falsificável, ou seja, deve ser possível verificar suas previsões por meio de observações e experimentos e admitir a possibilidade de ser refutada por evidências contrárias.

    – Corrigível e dinâmica, ou seja, deve estar aberta a mudanças e revisões conforme novos dados são descobertos.

    – Progressiva, ou seja, deve incorporar e superar as teorias anteriores e gerar novas hipóteses e descobertas.

    – Tentativa, ou seja, deve reconhecer que pode estar errada ou incompleta e não afirmar certeza absoluta.

    Analisando a astrologia à luz desses critérios, podemos concluir que ela não se qualifica como uma ciência. Vejamos alguns exemplos:

    – A astrologia não é consistente interna nem externamente. Existem diferentes formas de astrologia que são incompatíveis entre si (como a ocidental, a chinesa e a védica) e que usam diferentes sistemas de signos, casas e planetas. Além disso, a astrologia contradiz o que é conhecido na física sobre as forças gravitacionais e eletromagnéticas que atuam entre os corpos celestes e a Terra.

    – A astrologia não é parcimoniosa. Ela postula forças misteriosas e inexplicáveis que ligam os astros ao destino humano, sem apresentar nenhuma evidência ou mecanismo para isso. Ela também ignora fatores mais relevantes para explicar a personalidade e o comportamento das pessoas, como a genética, o ambiente e a cultura.

    – A astrologia não é útil. Ela não descreve nem explica os fenômenos observados de forma clara e precisa. Pelo contrário, ela usa conceitos vagos e ambíguos (como amor, sorte, sucesso) que podem ser interpretados de várias maneiras. Ela também recorre a generalizações e estereótipos (como leoninos são líderes, escorpianos são vingativos) que não levam em conta as diferenças individuais.

    – A astrologia não é empiricamente testável nem falsificável. Ela não faz previsões específicas e verificáveis por meio de observações e experimentos. Ela também não admite a possibilidade de ser refutada por evidências contrárias. Quando suas previsões falham ou são contraditórias, ela recorre a desculpas como o livre-arbítrio, as influências de outros astros ou os erros de cálculo.

    – A astrologia não é corrigível nem dinâmica. Ela não está aberta a mudanças e revisões conforme novos dados são descobertos. Ela se baseia em dogmas e tradições que remontam à Antiguidade e que não acompanham os avanços da astronomia e da astrofísica. Ela ignora, por exemplo, a existência de novos planetas, como Urano, Netuno e Plutão, e o fenômeno da precessão dos equinócios, que altera a posição dos signos ao longo do tempo.

    – A astrologia não é progressiva. Ela não incorpora nem supera as teorias anteriores e não gera novas hipóteses e descobertas. Ela se limita a repetir e reciclar as mesmas ideias e conceitos há milênios, sem oferecer nenhuma contribuição original ou relevante para o conhecimento humano.

    – A astrologia não é tentativa. Ela afirma que pode estar certa ou completa e não reconhece que pode estar errada ou incompleta. Ela também afirma certeza absoluta sobre o destino humano, sem levar em conta a complexidade e a imprevisibilidade da vida.

    Diante desses argumentos, podemos concluir que a astrologia é uma pseudociência, pois tenta se passar por científica, mas não segue os critérios e os métodos da ciência verdadeira. Isso não significa que a astrologia deva ser proibida ou desprezada, mas sim que ela deve ser vista como uma forma de crença, de arte ou de entretenimento, e não como uma fonte confiável de conhecimento ou orientação.

  • Como funciona a contratação PJ e quais os cuidados que a empresa e o profissional devem ter

    Como funciona a contratação PJ e quais os cuidados que a empresa e o profissional devem ter

    A contratação PJ é uma modalidade de contrato que envolve duas pessoas jurídicas: a empresa contratante e o profissional prestador de serviços. Essa forma de contratação pode trazer benefícios tanto para a empresa quanto para o profissional, como redução de custos, flexibilidade e autonomia.

    No entanto, também existem desvantagens e riscos que devem ser considerados antes de optar por esse regime.

    Uma das principais diferenças entre a contratação PJ e a CLT é que no contrato PJ não há vínculo empregatício, ou seja, o profissional não tem direito a férias, 13º salário, FGTS, INSS e outros benefícios trabalhistas. Por outro lado, ele pode negociar o valor do seu serviço diretamente com a empresa e ter mais liberdade para gerenciar seu tempo e suas atividades.

    Para que a contratação PJ seja legal, é preciso que haja impessoalidade e independência entre as partes, ou seja, a empresa não pode determinar o horário de trabalho, o local de execução do serviço ou a subordinação do profissional. Caso contrário, pode haver caracterização de vínculo empregatício e consequente responsabilização da empresa por direitos trabalhistas.

    Além disso, é preciso que o profissional PJ esteja em dia com suas obrigações fiscais e tributárias, como emissão de notas fiscais, pagamento de impostos e contribuições sociais. Dependendo do tipo de empresa que ele abrir (MEI, ME, EPP etc.), ele pode ter diferentes alíquotas e regimes de tributação (Simples Nacional, Lucro Presumido etc.).

    Portanto, antes de optar pela contratação PJ, é importante pesquisar sobre as vantagens e desvantagens desse regime, comparar com a CLT e avaliar qual se encaixa melhor no seu perfil e nas suas necessidades. Também é recomendável consultar um contador para esclarecer dúvidas sobre a abertura e a gestão da empresa.

    Se você está trabalhando em uma empresa como PJ e está sendo tratado como CLT, saiba como denunciar uma empresa que contrata funcionários como PJ e exige obrigações do CLT.

    No entanto, também existem desvantagens e riscos que devem ser considerados antes de optar por esse regime.

    Uma das principais diferenças entre a contratação PJ e a CLT é que no contrato PJ não há vínculo empregatício, ou seja, o profissional não tem direito a férias, 13º salário, FGTS, INSS e outros benefícios trabalhistas. Por outro lado, ele pode negociar o valor do seu serviço diretamente com a empresa e ter mais liberdade para gerenciar seu tempo e suas atividades.

    Para que a contratação PJ seja legal, é preciso que haja impessoalidade e independência entre as partes, ou seja, a empresa não pode determinar o horário de trabalho, o local de execução do serviço ou a subordinação do profissional. Caso contrário, pode haver caracterização de vínculo empregatício e consequente responsabilização da empresa por direitos trabalhistas.

    Além disso, é preciso que o profissional PJ esteja em dia com suas obrigações fiscais e tributárias, como emissão de notas fiscais, pagamento de impostos e contribuições sociais. Dependendo do tipo de empresa que ele abrir (MEI, ME, EPP etc.), ele pode ter diferentes alíquotas e regimes de tributação (Simples Nacional, Lucro Presumido etc.).

    Portanto, antes de optar pela contratação PJ, é importante pesquisar sobre as vantagens e desvantagens desse regime, comparar com a CLT e avaliar qual se encaixa melhor no seu perfil e nas suas necessidades. Também é recomendável consultar um contador para esclarecer dúvidas sobre a abertura e a gestão da empresa.

    Se você está trabalhando em uma empresa como PJ e está sendo tratado como CLT, saiba como denunciar uma empresa que contrata funcionários como PJ e exige obrigações do CLT.

  • Justiça condena médicos pró-tratamento precoce por danos à saúde

    Justiça condena médicos pró-tratamento precoce por danos à saúde

    O tratamento precoce contra a Covid-19, que consiste no uso de medicamentos sem comprovação científica para prevenir ou tratar a doença, foi alvo de uma condenação judicial no Rio Grande do Sul.

    Um grupo de médicos que defendia essa prática terá que pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, segundo decisão da Justiça Federal.

    A sentença foi resultado de duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a associação Médicos Pela Vida, que divulgava um manifesto em favor do tratamento precoce, financiado pela empresa Vitamedic Indústria Farmacêutica. O documento, publicado em jornais e revistas, indicava os medicamentos a serem utilizados, sem mencionar os possíveis efeitos adversos ou o risco de automedicação.

    A Justiça entendeu que a publicação contrariava a legislação e as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinam que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente. Além disso, reconheceu a omissão da Anvisa ao não fiscalizar e punir a propaganda irregular.

    Também foram condenados o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações), que participaram da veiculação do manifesto.

    O caso evidencia os riscos e as consequências do tratamento precoce, que já foi desaconselhado por diversas entidades médicas e científicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB). A única forma eficaz de prevenir a Covid-19 é a vacinação, aliada às medidas de distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos.

    O tratamento precoce também foi alvo de investigação pela CPI da Pandemia no Senado Federal em 2021, que apurou o papel do governo federal na disseminação dessa prática e na compra de medicamentos como cloroquina e ivermectina.

    Um grupo de médicos que defendia essa prática terá que pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, segundo decisão da Justiça Federal.

    A sentença foi resultado de duas ações movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a associação Médicos Pela Vida, que divulgava um manifesto em favor do tratamento precoce, financiado pela empresa Vitamedic Indústria Farmacêutica. O documento, publicado em jornais e revistas, indicava os medicamentos a serem utilizados, sem mencionar os possíveis efeitos adversos ou o risco de automedicação.

    A Justiça entendeu que a publicação contrariava a legislação e as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinam que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente. Além disso, reconheceu a omissão da Anvisa ao não fiscalizar e punir a propaganda irregular.

    Também foram condenados o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações), que participaram da veiculação do manifesto.

    O caso evidencia os riscos e as consequências do tratamento precoce, que já foi desaconselhado por diversas entidades médicas e científicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Associação Médica Brasileira (AMB). A única forma eficaz de prevenir a Covid-19 é a vacinação, aliada às medidas de distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos.

    O tratamento precoce também foi alvo de investigação pela CPI da Pandemia no Senado Federal em 2021, que apurou o papel do governo federal na disseminação dessa prática e na compra de medicamentos como cloroquina e ivermectina.

  • O que a pesquisa da Ipsos revela sobre a religiosidade dos brasileiros

    O que a pesquisa da Ipsos revela sobre a religiosidade dos brasileiros

    O Brasil é o país do mundo que mais acredita em Deus ou em um poder maior, segundo uma pesquisa realizada pela Ipsos em 26 países.

    A pesquisa Global Religion 2023, divulgada em maio de 2023, mostra que 89% dos brasileiros têm alguma crença religiosa, empatando com a África do Sul no topo do ranking. A média global é de 61%.

    Mas o que isso significa para a sociedade brasileira? Quais são os benefícios e os desafios de ter uma população tão religiosa? E como o Brasil se compara com outros países em termos de diversidade e tolerância religiosa? Neste post, vamos analisar alguns dos principais dados e reflexões da pesquisa da Ipsos.

    Os brasileiros acreditam no paraíso e no inferno

    Além de acreditar em Deus ou em um poder maior, os brasileiros também têm uma forte crença na existência do paraíso e do inferno. Segundo a pesquisa da Ipsos, 79% dos brasileiros acreditam no paraíso, empatando com o Peru em primeiro lugar. Já 66% dos brasileiros acreditam no inferno, ficando atrás apenas da Turquia, com 76%.

    Esses números mostram que os brasileiros têm uma visão dualista da vida após a morte, baseada na recompensa ou no castigo eterno. Essa visão pode influenciar o comportamento moral e ético dos indivíduos e das instituições, bem como as relações entre diferentes grupos religiosos.

    Por outro lado, os países mais céticos em relação ao paraíso e ao inferno são a Bélgica, com 22% e 16%, respectivamente, a França, com 31% e 23%, e o Japão, com 28% e 25%. Esses países tendem a ter uma cultura mais secularizada e pluralista, onde a religião tem menos peso na esfera pública e privada.

    Os brasileiros se apoiam na fé para superar crises

    Outro dado interessante da pesquisa da Ipsos é que os brasileiros se apoiam na fé para superar crises, como doenças, conflitos e desastres. De acordo com o estudo, 90% dos brasileiros afirmam que Deus ou forças maiores os permitem superar esses desafios, liderando o ranking mundial.

    Isso indica que os brasileiros têm uma alta resiliência espiritual, ou seja, a capacidade de usar os recursos da fé para lidar com situações adversas. A fé pode oferecer conforto, esperança, sentido e comunidade para as pessoas que enfrentam dificuldades.

    No entanto, isso também pode gerar uma certa passividade ou conformismo diante dos problemas sociais e políticos. Além disso, pode haver um risco de fanatismo ou fundamentalismo religioso, quando as pessoas usam a fé como uma forma de negar ou combater outras visões de mundo.

    Em contraste, os países que menos se apoiam na fé para superar crises são o Japão (37%), a Coreia do Sul (50%) e a Suécia (56%). Esses países tendem a ter um maior desenvolvimento humano e social, onde as pessoas contam com mais apoio do Estado e da sociedade civil para enfrentar as adversidades.

    Os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto

    A pesquisa da Ipsos também revela que os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros afirmam seguir alguma religião, ficando em quarto lugar no ranking mundial. A Índia lidera com 99%, seguida pela Tailândia (98%) e pela Malásia (94%). A média global é de 67%.

    No Brasil, a maior parte dos que dizem ter uma religião se denomina cristã (70%). Dentro do cristianismo, há uma grande diversidade de denominações e expressões religiosas. O catolicismo ainda é predominante (50%), mas vem perdendo espaço para o protestantismo (20%), especialmente para as igrejas evangélicas pentecostais.

    Apesar da alta adesão religiosa, apenas 49% dos brasileiros afirmam visitar ao menos uma vez ao mês igrejas, templos ou outros locais de culto. Isso significa que há uma parcela significativa de brasileiros que se consideram religiosos, mas não praticantes. Esses brasileiros podem ter uma religiosidade mais individualizada ou alternativa, sem vínculos institucionais.

    Por outro lado, os países que mais frequentam locais de culto são a Índia (71%), o Peru (60%) e o México (59%). Já os países que menos frequentam são o Japão (5%), a Suécia (7%) e a Holanda (9%).

    A pesquisa da Ipsos mostra que o Brasil é um país muito religioso, tanto em termos de crença quanto de identidade. Os brasileiros têm uma forte fé em Deus ou em um poder maior, no paraíso e no inferno, e na capacidade de superar crises por meio da espiritualidade.

    No entanto, isso também traz alguns desafios para a convivência social e democrática. É preciso respeitar e valorizar a diversidade religiosa do país, garantindo os direitos de todas as crenças e não crenças. É preciso também promover o diálogo inter-religioso e o laicismo do Estado, evitando qualquer forma de intolerância ou violência motivada pela religião.

    A pesquisa da Ipsos é uma fonte rica de informações e reflexões sobre a religiosidade dos brasileiros. Se você quiser saber mais sobre o assunto, confira o relatório completo no site da Ipsos.

    A pesquisa Global Religion 2023, divulgada em maio de 2023, mostra que 89% dos brasileiros têm alguma crença religiosa, empatando com a África do Sul no topo do ranking. A média global é de 61%.

    Mas o que isso significa para a sociedade brasileira? Quais são os benefícios e os desafios de ter uma população tão religiosa? E como o Brasil se compara com outros países em termos de diversidade e tolerância religiosa? Neste post, vamos analisar alguns dos principais dados e reflexões da pesquisa da Ipsos.

    Os brasileiros acreditam no paraíso e no inferno

    Além de acreditar em Deus ou em um poder maior, os brasileiros também têm uma forte crença na existência do paraíso e do inferno. Segundo a pesquisa da Ipsos, 79% dos brasileiros acreditam no paraíso, empatando com o Peru em primeiro lugar. Já 66% dos brasileiros acreditam no inferno, ficando atrás apenas da Turquia, com 76%.

    Esses números mostram que os brasileiros têm uma visão dualista da vida após a morte, baseada na recompensa ou no castigo eterno. Essa visão pode influenciar o comportamento moral e ético dos indivíduos e das instituições, bem como as relações entre diferentes grupos religiosos.

    Por outro lado, os países mais céticos em relação ao paraíso e ao inferno são a Bélgica, com 22% e 16%, respectivamente, a França, com 31% e 23%, e o Japão, com 28% e 25%. Esses países tendem a ter uma cultura mais secularizada e pluralista, onde a religião tem menos peso na esfera pública e privada.

    Os brasileiros se apoiam na fé para superar crises

    Outro dado interessante da pesquisa da Ipsos é que os brasileiros se apoiam na fé para superar crises, como doenças, conflitos e desastres. De acordo com o estudo, 90% dos brasileiros afirmam que Deus ou forças maiores os permitem superar esses desafios, liderando o ranking mundial.

    Isso indica que os brasileiros têm uma alta resiliência espiritual, ou seja, a capacidade de usar os recursos da fé para lidar com situações adversas. A fé pode oferecer conforto, esperança, sentido e comunidade para as pessoas que enfrentam dificuldades.

    No entanto, isso também pode gerar uma certa passividade ou conformismo diante dos problemas sociais e políticos. Além disso, pode haver um risco de fanatismo ou fundamentalismo religioso, quando as pessoas usam a fé como uma forma de negar ou combater outras visões de mundo.

    Em contraste, os países que menos se apoiam na fé para superar crises são o Japão (37%), a Coreia do Sul (50%) e a Suécia (56%). Esses países tendem a ter um maior desenvolvimento humano e social, onde as pessoas contam com mais apoio do Estado e da sociedade civil para enfrentar as adversidades.

    Os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto

    A pesquisa da Ipsos também revela que os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros afirmam seguir alguma religião, ficando em quarto lugar no ranking mundial. A Índia lidera com 99%, seguida pela Tailândia (98%) e pela Malásia (94%). A média global é de 67%.

    No Brasil, a maior parte dos que dizem ter uma religião se denomina cristã (70%). Dentro do cristianismo, há uma grande diversidade de denominações e expressões religiosas. O catolicismo ainda é predominante (50%), mas vem perdendo espaço para o protestantismo (20%), especialmente para as igrejas evangélicas pentecostais.

    Apesar da alta adesão religiosa, apenas 49% dos brasileiros afirmam visitar ao menos uma vez ao mês igrejas, templos ou outros locais de culto. Isso significa que há uma parcela significativa de brasileiros que se consideram religiosos, mas não praticantes. Esses brasileiros podem ter uma religiosidade mais individualizada ou alternativa, sem vínculos institucionais.

    Por outro lado, os países que mais frequentam locais de culto são a Índia (71%), o Peru (60%) e o México (59%). Já os países que menos frequentam são o Japão (5%), a Suécia (7%) e a Holanda (9%).

    A pesquisa da Ipsos mostra que o Brasil é um país muito religioso, tanto em termos de crença quanto de identidade. Os brasileiros têm uma forte fé em Deus ou em um poder maior, no paraíso e no inferno, e na capacidade de superar crises por meio da espiritualidade.

    No entanto, isso também traz alguns desafios para a convivência social e democrática. É preciso respeitar e valorizar a diversidade religiosa do país, garantindo os direitos de todas as crenças e não crenças. É preciso também promover o diálogo inter-religioso e o laicismo do Estado, evitando qualquer forma de intolerância ou violência motivada pela religião.

    A pesquisa da Ipsos é uma fonte rica de informações e reflexões sobre a religiosidade dos brasileiros. Se você quiser saber mais sobre o assunto, confira o relatório completo no site da Ipsos.