Tag: Brasil

  • Terapia Gênica pode realmente curar doenças incuráveis?

    Terapia Gênica pode realmente curar doenças incuráveis?

    Você já imaginou se fosse possível corrigir os defeitos genéticos que causam algumas doenças graves e incuráveis? Pois essa é a proposta da terapia gênica, uma técnica que usa genes como medicamentos para tratar ou prevenir condições que não têm cura pela medicina tradicional.

    A terapia gênica consiste em inserir um gene saudável no organismo do paciente, para substituir ou complementar um gene defeituoso que está causando a doença. Esse gene saudável pode ser entregue por meio de um vetor, que é um veículo que transporta o gene até as células-alvo. Um dos vetores mais usados são os vírus, que são modificados em laboratório para não causar infecções, mas apenas carregar o gene terapêutico.

    Um dos exemplos mais impressionantes de terapia gênica é o tratamento de uma forma de cegueira hereditária chamada amaurose congênita de Leber (LCA). Essa doença afeta cerca de 3 mil pessoas no Brasil e é causada por mutações em um dos 14 genes responsáveis pela visão. As pessoas com LCA nascem com pouca ou nenhuma visão e podem perder completamente a capacidade de enxergar ao longo da vida.

    Em 2017, a FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) aprovou o primeiro tratamento de terapia gênica para LCA causada por mutações no gene RPE65. O tratamento consiste em injetar um vírus modificado contendo uma cópia normal do gene RPE65 na retina dos pacientes, para restaurar a função das células fotorreceptoras. Os resultados dos ensaios clínicos mostraram que o tratamento foi seguro e eficaz, melhorando significativamente a visão dos pacientes.

    Outras doenças que podem ser tratadas com terapia gênica são a hemofilia, uma condição que impede a coagulação do sangue; a imunodeficiência combinada grave, uma doença que compromete o sistema imunológico; e alguns tipos de câncer, como o linfoma e a leucemia.

    A terapia gênica ainda é uma área em desenvolvimento e enfrenta alguns desafios, como o custo elevado, os efeitos adversos potenciais e as questões éticas envolvidas na manipulação genética. No entanto, ela representa uma esperança para milhares de pessoas que sofrem com doenças incuráveis e abre novas possibilidades para a medicina do futuro.

    Fonte: Link.

    A terapia gênica consiste em inserir um gene saudável no organismo do paciente, para substituir ou complementar um gene defeituoso que está causando a doença. Esse gene saudável pode ser entregue por meio de um vetor, que é um veículo que transporta o gene até as células-alvo. Um dos vetores mais usados são os vírus, que são modificados em laboratório para não causar infecções, mas apenas carregar o gene terapêutico.

    Um dos exemplos mais impressionantes de terapia gênica é o tratamento de uma forma de cegueira hereditária chamada amaurose congênita de Leber (LCA). Essa doença afeta cerca de 3 mil pessoas no Brasil e é causada por mutações em um dos 14 genes responsáveis pela visão. As pessoas com LCA nascem com pouca ou nenhuma visão e podem perder completamente a capacidade de enxergar ao longo da vida.

    Em 2017, a FDA (agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos) aprovou o primeiro tratamento de terapia gênica para LCA causada por mutações no gene RPE65. O tratamento consiste em injetar um vírus modificado contendo uma cópia normal do gene RPE65 na retina dos pacientes, para restaurar a função das células fotorreceptoras. Os resultados dos ensaios clínicos mostraram que o tratamento foi seguro e eficaz, melhorando significativamente a visão dos pacientes.

    Outras doenças que podem ser tratadas com terapia gênica são a hemofilia, uma condição que impede a coagulação do sangue; a imunodeficiência combinada grave, uma doença que compromete o sistema imunológico; e alguns tipos de câncer, como o linfoma e a leucemia.

    A terapia gênica ainda é uma área em desenvolvimento e enfrenta alguns desafios, como o custo elevado, os efeitos adversos potenciais e as questões éticas envolvidas na manipulação genética. No entanto, ela representa uma esperança para milhares de pessoas que sofrem com doenças incuráveis e abre novas possibilidades para a medicina do futuro.

    Fonte: Link.

  • Como a ditadura militar escondeu a epidemia de meningite nos anos 1970

    Como a ditadura militar escondeu a epidemia de meningite nos anos 1970

    A meningite é uma doença grave que causa inflamação nas membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Ela pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos, e pode levar à morte ou a sequelas neurológicas.

    Entre 1971 e 1974, o Brasil enfrentou uma epidemia de meningite bacteriana do tipo C, que atingiu principalmente a cidade de São Paulo, mas se espalhou por outras regiões do país.

    Segundo dados do livro “O livro da Meningite: uma doença sob a luz da cidade”, de José Cássio Moraes e Rita Barradas Barata, a epidemia teve uma média de 1,15 mortos por dia, com um pico de 14% em 1972. A doença afetou principalmente crianças e jovens de baixa renda, que viviam em condições precárias de moradia e saneamento.

    No entanto, o governo militar da época, liderado pelo general Emílio Garrastazu Médici, tentou ocultar a gravidade da situação e impedir que a imprensa divulgasse os números e os fatos sobre a doença. O regime temia que a crise sanitária abalasse a imagem do “milagre econômico” e da “ordem e progresso” que propagava.

    Para isso, o governo usou de censura, desinformação e repressão. Os jornais foram proibidos de publicar reportagens sobre a epidemia, os médicos foram orientados a não diagnosticar casos de meningite e os hospitais foram impedidos de divulgar os óbitos pela doença. Além disso, o governo demorou a tomar medidas efetivas de prevenção e controle da doença, como vacinação em massa, diagnóstico precoce e tratamento adequado.

    A epidemia só começou a ser enfrentada com mais seriedade em 1974, quando o general Ernesto Geisel assumiu a presidência e iniciou um processo de abertura política gradual. A partir daí, o governo passou a reconhecer a existência da doença e a importar vacinas dos Estados Unidos para imunizar a população. Ainda assim, muitas vidas foram perdidas ou comprometidas pela doença e pela negligência do governo militar.

    Fontes:

    Entre 1971 e 1974, o Brasil enfrentou uma epidemia de meningite bacteriana do tipo C, que atingiu principalmente a cidade de São Paulo, mas se espalhou por outras regiões do país.

    Segundo dados do livro “O livro da Meningite: uma doença sob a luz da cidade”, de José Cássio Moraes e Rita Barradas Barata, a epidemia teve uma média de 1,15 mortos por dia, com um pico de 14% em 1972. A doença afetou principalmente crianças e jovens de baixa renda, que viviam em condições precárias de moradia e saneamento.

    No entanto, o governo militar da época, liderado pelo general Emílio Garrastazu Médici, tentou ocultar a gravidade da situação e impedir que a imprensa divulgasse os números e os fatos sobre a doença. O regime temia que a crise sanitária abalasse a imagem do “milagre econômico” e da “ordem e progresso” que propagava.

    Para isso, o governo usou de censura, desinformação e repressão. Os jornais foram proibidos de publicar reportagens sobre a epidemia, os médicos foram orientados a não diagnosticar casos de meningite e os hospitais foram impedidos de divulgar os óbitos pela doença. Além disso, o governo demorou a tomar medidas efetivas de prevenção e controle da doença, como vacinação em massa, diagnóstico precoce e tratamento adequado.

    A epidemia só começou a ser enfrentada com mais seriedade em 1974, quando o general Ernesto Geisel assumiu a presidência e iniciou um processo de abertura política gradual. A partir daí, o governo passou a reconhecer a existência da doença e a importar vacinas dos Estados Unidos para imunizar a população. Ainda assim, muitas vidas foram perdidas ou comprometidas pela doença e pela negligência do governo militar.

    Fontes:

  • Surto de catapora em SP: como prevenir e o que se sabe até agora

    Surto de catapora em SP: como prevenir e o que se sabe até agora

    A Prefeitura de São Paulo registrou 56 surtos de varicela, doença conhecida como catapora, em dezembro de 2022. Foram 213 casos de infecção durante o período analisado, um aumento de 65% em comparação com o ano anterior.

    A catapora é uma doença infecciosa causada pelo vírus varicela-zóster, que provoca coceira e bolhas na pele. Embora seja mais comum em crianças, adultos também podem contrair a doença e ter complicações graves, como pneumonia e encefalite.

    Um caso recente que chamou a atenção foi o do brasileiro Raphael Casanova, que morreu aos 38 anos no Chile por causa da catapora. Ele era personal trainer e levava uma vida saudável, mas não tinha sido vacinado na infância.

    A vacinação é a principal forma de prevenir a catapora e suas consequências. No Brasil, a vacina faz parte do calendário de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) e deve ser aplicada em duas doses a partir dos 12 meses de idade.

    No entanto, nos últimos anos, houve uma queda na cobertura vacinal infantil no país, devido ao movimento antivacina e à pandemia da Covid-19. Segundo dados da Unicef, três em cada dez crianças não receberam a proteção necessária contra doenças que podem ser evitadas.

    Isso aumenta o risco de surtos de catapora, como o que ocorreu em São Paulo em dezembro de 2022. Na ocasião, foram registrados 56 surtos e 213 casos da doença na capital paulista, um aumento de 65% em relação ao ano anterior.

    A catapora pode ser facilmente transmitida pelo contato direto ou indireto com as secreções respiratórias ou as lesões de pele de uma pessoa infectada. Os sintomas mais comuns são febre, mal-estar, dor de cabeça e manchas vermelhas que se transformam em bolhas cheias de líquido.

    O tratamento da catapora consiste em aliviar os sintomas e evitar infecções secundárias. É recomendado fazer repouso, beber bastante líquido, evitar coçar as bolhas e usar medicamentos prescritos pelo médico.

    A catapora é uma doença que pode ser prevenida com a vacinação. Por isso, é importante manter a carteirinha de vacinação das crianças em dia e seguir as orientações das autoridades de saúde. Assim, você protege a sua família e contribui para a imunidade coletiva.

    A catapora é uma doença infecciosa causada pelo vírus varicela-zóster, que provoca coceira e bolhas na pele. Embora seja mais comum em crianças, adultos também podem contrair a doença e ter complicações graves, como pneumonia e encefalite.

    Um caso recente que chamou a atenção foi o do brasileiro Raphael Casanova, que morreu aos 38 anos no Chile por causa da catapora. Ele era personal trainer e levava uma vida saudável, mas não tinha sido vacinado na infância.

    A vacinação é a principal forma de prevenir a catapora e suas consequências. No Brasil, a vacina faz parte do calendário de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS) e deve ser aplicada em duas doses a partir dos 12 meses de idade.

    No entanto, nos últimos anos, houve uma queda na cobertura vacinal infantil no país, devido ao movimento antivacina e à pandemia da Covid-19. Segundo dados da Unicef, três em cada dez crianças não receberam a proteção necessária contra doenças que podem ser evitadas.

    Isso aumenta o risco de surtos de catapora, como o que ocorreu em São Paulo em dezembro de 2022. Na ocasião, foram registrados 56 surtos e 213 casos da doença na capital paulista, um aumento de 65% em relação ao ano anterior.

    A catapora pode ser facilmente transmitida pelo contato direto ou indireto com as secreções respiratórias ou as lesões de pele de uma pessoa infectada. Os sintomas mais comuns são febre, mal-estar, dor de cabeça e manchas vermelhas que se transformam em bolhas cheias de líquido.

    O tratamento da catapora consiste em aliviar os sintomas e evitar infecções secundárias. É recomendado fazer repouso, beber bastante líquido, evitar coçar as bolhas e usar medicamentos prescritos pelo médico.

    A catapora é uma doença que pode ser prevenida com a vacinação. Por isso, é importante manter a carteirinha de vacinação das crianças em dia e seguir as orientações das autoridades de saúde. Assim, você protege a sua família e contribui para a imunidade coletiva.

  • 10 Pesticidas que Podem Causar Parkinson, segundo estudo

    10 Pesticidas que Podem Causar Parkinson, segundo estudo

    Você sabia que alguns pesticidas usados na agricultura podem afetar o seu cérebro e aumentar o risco de desenvolver a doença de Parkinson? Essa é a conclusão de um estudo recente publicado na revista científica Environmental Health Perspectives.

    Os pesquisadores analisaram 104 pesticidas e testaram seus efeitos em células nervosas humanas. Eles descobriram que 10 desses pesticidas foram capazes de danificar os neurônios que produzem dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos e das emoções.

    Esses neurônios são justamente os que morrem progressivamente em pessoas com Parkinson, uma doença degenerativa que causa tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos e problemas cognitivos.

    Os 10 pesticidas mais tóxicos para os neurônios dopaminérgicos foram:

    • Paraquat
    • Rotenona
    • Diclorvós
    • Clorpirifós
    • Diazinona
    • Glifosato
    • Imazalil
    • Acefato
    • Pirimifós-metílico
    • 2,4-D

    Esses pesticidas são usados para combater pragas em diversas culturas, como soja, milho, algodão, frutas e verduras. Alguns deles, como o glifosato, são muito populares e amplamente aplicados no Brasil e no mundo.

    Mas como esses pesticidas podem chegar ao seu cérebro e causar danos? Existem várias formas de exposição, como:

    • Inalar ou ingerir resíduos de pesticidas presentes nos alimentos ou na água;

    • Entrar em contato direto com os pesticidas durante a aplicação ou o manuseio;

    • Viver próximo a áreas agrícolas onde os pesticidas são pulverizados.

    A exposição crônica a esses pesticidas pode causar inflamação, estresse oxidativo e alterações genéticas nos neurônios, levando à sua morte precoce.

    O estudo alerta para a necessidade de revisar os critérios de segurança e regulamentação desses pesticidas, considerando seus efeitos neurotóxicos. Além disso, recomenda-se evitar ou reduzir ao máximo a exposição a esses produtos, optando por alimentos orgânicos sempre que possível.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores analisaram 104 pesticidas e testaram seus efeitos em células nervosas humanas. Eles descobriram que 10 desses pesticidas foram capazes de danificar os neurônios que produzem dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos e das emoções.

    Esses neurônios são justamente os que morrem progressivamente em pessoas com Parkinson, uma doença degenerativa que causa tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos e problemas cognitivos.

    Os 10 pesticidas mais tóxicos para os neurônios dopaminérgicos foram:

    • Paraquat
    • Rotenona
    • Diclorvós
    • Clorpirifós
    • Diazinona
    • Glifosato
    • Imazalil
    • Acefato
    • Pirimifós-metílico
    • 2,4-D

    Esses pesticidas são usados para combater pragas em diversas culturas, como soja, milho, algodão, frutas e verduras. Alguns deles, como o glifosato, são muito populares e amplamente aplicados no Brasil e no mundo.

    Mas como esses pesticidas podem chegar ao seu cérebro e causar danos? Existem várias formas de exposição, como:

    • Inalar ou ingerir resíduos de pesticidas presentes nos alimentos ou na água;

    • Entrar em contato direto com os pesticidas durante a aplicação ou o manuseio;

    • Viver próximo a áreas agrícolas onde os pesticidas são pulverizados.

    A exposição crônica a esses pesticidas pode causar inflamação, estresse oxidativo e alterações genéticas nos neurônios, levando à sua morte precoce.

    O estudo alerta para a necessidade de revisar os critérios de segurança e regulamentação desses pesticidas, considerando seus efeitos neurotóxicos. Além disso, recomenda-se evitar ou reduzir ao máximo a exposição a esses produtos, optando por alimentos orgânicos sempre que possível.

    Fonte: Link.

  • Como as células cancerosas se adaptam à falta de açúcar

    Como as células cancerosas se adaptam à falta de açúcar

    As células cancerosas precisam de muito açúcar para se multiplicar. O açúcar é a principal fonte de energia para as células normais e também para as malignas. Mas o que acontece quando o açúcar fica escasso no organismo? As células cancerosas conseguem sobreviver sem ele?

    Um estudo recente publicado na revista Nature Communications revelou que as células cancerosas têm uma estratégia alternativa para obter energia na ausência de açúcar. Elas usam um tipo de gordura chamada ceramida como combustível.

    A ceramida é uma molécula que faz parte da membrana das células e também tem funções importantes na sinalização celular, na inflamação e na morte celular programada. Ela é produzida a partir de outros tipos de gordura, como o ácido palmítico.

    Os pesquisadores descobriram que as células cancerosas aumentam a produção de ceramida quando o açúcar está baixo. Eles também observaram que a ceramida é transportada para dentro das mitocôndrias, as organelas responsáveis pela produção de energia nas células. Lá, a ceramida é quebrada em partes menores e usada como fonte de energia.

    Essa descoberta pode ter implicações importantes para o tratamento do câncer. Se as células cancerosas dependem da ceramida para sobreviver sem açúcar, bloquear a sua produção ou transporte pode ser uma forma de matá-las. Além disso, a ceramida pode ser usada como um biomarcador para identificar tumores que são mais resistentes à falta de açúcar.

    O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Louvain, na Bélgica, e contou com a colaboração de cientistas da França, da Alemanha e dos Estados Unidos. Eles usaram técnicas avançadas de biologia molecular, bioquímica e microscopia para analisar o metabolismo das células cancerosas em diferentes condições.

    O câncer é uma doença complexa e heterogênea, que envolve diversas alterações genéticas e metabólicas nas células. Entender como as células cancerosas se adaptam ao ambiente e aos tratamentos é fundamental para desenvolver novas estratégias terapêuticas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Fonte: Link.

    Um estudo recente publicado na revista Nature Communications revelou que as células cancerosas têm uma estratégia alternativa para obter energia na ausência de açúcar. Elas usam um tipo de gordura chamada ceramida como combustível.

    A ceramida é uma molécula que faz parte da membrana das células e também tem funções importantes na sinalização celular, na inflamação e na morte celular programada. Ela é produzida a partir de outros tipos de gordura, como o ácido palmítico.

    Os pesquisadores descobriram que as células cancerosas aumentam a produção de ceramida quando o açúcar está baixo. Eles também observaram que a ceramida é transportada para dentro das mitocôndrias, as organelas responsáveis pela produção de energia nas células. Lá, a ceramida é quebrada em partes menores e usada como fonte de energia.

    Essa descoberta pode ter implicações importantes para o tratamento do câncer. Se as células cancerosas dependem da ceramida para sobreviver sem açúcar, bloquear a sua produção ou transporte pode ser uma forma de matá-las. Além disso, a ceramida pode ser usada como um biomarcador para identificar tumores que são mais resistentes à falta de açúcar.

    O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade de Louvain, na Bélgica, e contou com a colaboração de cientistas da França, da Alemanha e dos Estados Unidos. Eles usaram técnicas avançadas de biologia molecular, bioquímica e microscopia para analisar o metabolismo das células cancerosas em diferentes condições.

    O câncer é uma doença complexa e heterogênea, que envolve diversas alterações genéticas e metabólicas nas células. Entender como as células cancerosas se adaptam ao ambiente e aos tratamentos é fundamental para desenvolver novas estratégias terapêuticas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Fonte: Link.

  • Gabapentina: o remédio barato que pode bloquear o crescimento do glioblastoma, um dos cânceres cerebrais mais letais

    Gabapentina: o remédio barato que pode bloquear o crescimento do glioblastoma, um dos cânceres cerebrais mais letais

    O glioblastoma é um tipo de câncer cerebral que rouba as capacidades mentais das pessoas à medida que se espalha pelo cérebro. É uma doença de difícil tratamento, que tem resistido aos mais modernos e sofisticados tipos de drogas anticâncer.

    Mas uma nova descoberta pode abrir uma esperança para os pacientes com essa condição.

    Cientistas da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) descobriram que a atividade neural nos tumores de glioblastoma pode reestruturar as conexões no tecido cerebral ao redor, causando o declínio cognitivo associado à doença. Eles também descobriram que a gabapentina, um medicamento comumente usado para prevenir convulsões, poderia bloquear essa atividade que causa o crescimento do tumor em camundongos com glioblastoma.

    A gabapentina é um remédio barato e amplamente disponível, que já tem sua segurança comprovada em humanos. Os pesquisadores esperam que ele possa ser usado como uma terapia adjuvante para os pacientes com glioblastoma, reduzindo a progressão da doença e melhorando sua qualidade de vida.

    Mas como a gabapentina pode agir contra o glioblastoma? Para entender isso, é preciso saber que os tumores cerebrais são alimentados por um ciclo de retroalimentação positiva. Ele começa quando as células cancerosas produzem substâncias que podem agir como neurotransmissores. Esse excesso de neurotransmissores estimula os neurônios a se tornarem hiperativos, o que por sua vez estimula o crescimento das células cancerosas.

    A gabapentina é capaz de bloquear os receptores dos neurotransmissores nas células nervosas, impedindo que elas sejam ativadas pelo excesso de substâncias produzidas pelo tumor. Dessa forma, ela interrompe o ciclo de retroalimentação positiva e diminui a expansão do glioblastoma.

    Os cientistas testaram essa hipótese em camundongos com glioblastoma e observaram que a gabapentina reduziu significativamente o tamanho do tumor e a formação de novas conexões entre as células cancerosas. Eles também recrutaram voluntários que aguardavam cirurgia para glioblastoma cujos tumores haviam infiltrado a região cerebral que controla a fala. Eles colocaram uma grade de pequenos eletrodos na superfície da região da fala, mostraram aos voluntários imagens e pediram-lhes que nomeassem o que viam. Eles descobriram que as regiões do cérebro infiltradas pelo tumor usavam uma rede neural mais ampla para identificar o que estavam vendo, indicando uma perda de poder de processamento de informações nessa área do cérebro.

    Os pesquisadores esperam que a gabapentina possa ajudar a preservar as funções cognitivas dos pacientes com glioblastoma, além de retardar o crescimento do tumor. Eles pretendem realizar ensaios clínicos para testar a eficácia e a segurança do medicamento nessa população.

    O estudo foi publicado na revista Nature e abre uma nova direção para a pesquisa sobre uma doença que precisa de uma vitória.

    Fonte: Link.

    Mas uma nova descoberta pode abrir uma esperança para os pacientes com essa condição.

    Cientistas da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) descobriram que a atividade neural nos tumores de glioblastoma pode reestruturar as conexões no tecido cerebral ao redor, causando o declínio cognitivo associado à doença. Eles também descobriram que a gabapentina, um medicamento comumente usado para prevenir convulsões, poderia bloquear essa atividade que causa o crescimento do tumor em camundongos com glioblastoma.

    A gabapentina é um remédio barato e amplamente disponível, que já tem sua segurança comprovada em humanos. Os pesquisadores esperam que ele possa ser usado como uma terapia adjuvante para os pacientes com glioblastoma, reduzindo a progressão da doença e melhorando sua qualidade de vida.

    Mas como a gabapentina pode agir contra o glioblastoma? Para entender isso, é preciso saber que os tumores cerebrais são alimentados por um ciclo de retroalimentação positiva. Ele começa quando as células cancerosas produzem substâncias que podem agir como neurotransmissores. Esse excesso de neurotransmissores estimula os neurônios a se tornarem hiperativos, o que por sua vez estimula o crescimento das células cancerosas.

    A gabapentina é capaz de bloquear os receptores dos neurotransmissores nas células nervosas, impedindo que elas sejam ativadas pelo excesso de substâncias produzidas pelo tumor. Dessa forma, ela interrompe o ciclo de retroalimentação positiva e diminui a expansão do glioblastoma.

    Os cientistas testaram essa hipótese em camundongos com glioblastoma e observaram que a gabapentina reduziu significativamente o tamanho do tumor e a formação de novas conexões entre as células cancerosas. Eles também recrutaram voluntários que aguardavam cirurgia para glioblastoma cujos tumores haviam infiltrado a região cerebral que controla a fala. Eles colocaram uma grade de pequenos eletrodos na superfície da região da fala, mostraram aos voluntários imagens e pediram-lhes que nomeassem o que viam. Eles descobriram que as regiões do cérebro infiltradas pelo tumor usavam uma rede neural mais ampla para identificar o que estavam vendo, indicando uma perda de poder de processamento de informações nessa área do cérebro.

    Os pesquisadores esperam que a gabapentina possa ajudar a preservar as funções cognitivas dos pacientes com glioblastoma, além de retardar o crescimento do tumor. Eles pretendem realizar ensaios clínicos para testar a eficácia e a segurança do medicamento nessa população.

    O estudo foi publicado na revista Nature e abre uma nova direção para a pesquisa sobre uma doença que precisa de uma vitória.

    Fonte: Link.

  • Como a falta de diversidade na IA afeta a sociedade e o que fazer para mudar essa realidade

    Como a falta de diversidade na IA afeta a sociedade e o que fazer para mudar essa realidade

    A inteligência artificial (IA) está enfrentando uma crise de diversidade. Se não for resolvida rapidamente, as falhas na cultura de trabalho da IA irão perpetuar vieses que excluem e prejudicam grupos inteiros de pessoas.

    Além disso, a “inteligência” resultante será falha, faltando conhecimento social-emocional e cultural variado.

    Em um relatório de 2019 do AI Now Institute da Universidade de Nova York, os pesquisadores observaram que mais de 80% dos professores de IA eram homens. Além disso, os indivíduos negros representavam apenas 2,5% dos funcionários do Google e 4% dos que trabalhavam no Facebook e na Microsoft. Além disso, os autores do relatório observaram que o “foco esmagador em ‘mulheres na tecnologia’” ao discutir questões de diversidade na IA “é muito estreito e provavelmente privilegia as mulheres brancas sobre outras”.

    Alguns pesquisadores estão lutando por mudanças, mas há também uma cultura de resistência aos seus esforços. “Por baixo dessa aparência de ‘oh, a IA é o futuro, e temos todas essas coisas brilhantes e legais’, tanto a academia quanto a indústria da IA são fundamentalmente conservadoras”, diz Sabine Weber, consultora científica da VDI/VDE Innovation + Technik, uma consultoria de tecnologia sediada em Berlim. A IA em ambos os setores é “dominada por homens brancos de meia-idade de origem abastada. Eles estão realmente apegados ao status quo”, diz Weber, que é uma das organizadoras do grupo de defesa Queer in AI.

    A revista Nature conversou com cinco pesquisadores que estão liderando esforços para mudar o status quo e tornar o ecossistema da IA mais equitativo. Um deles é Delali Agbenyegah, gerente sênior de ciência de dados na Shopify em Atlanta, Geórgia, e presidente geral da conferência Deep Learning Indaba 2023.

    Agbenyegah é originalmente de Gana e fez seu mestrado em estatística na Universidade de Akron em Ohio em 2011. Sua formação é em usar aprendizado de máquina para resolver problemas de negócios no gerenciamento da experiência do cliente. Ele aplica suas habilidades analíticas para construir modelos que direcionam o comportamento do cliente, como sistemas de recomendação de segmentação de clientes, aspectos da pontuação de leads – o ranking de clientes em potencial, priorizando quais contatar para diferentes comunicações – e coisas desse tipo.

    Este ano, ele também é presidente geral do Deep Learning Indaba, um encontro da comunidade africana de aprendizado de máquina e IA que é realizado em um país africano diferente a cada ano. No ano passado, foi realizado na Tunísia. Este ano, acontecerá em Gana em setembro. Nossa organização é construída para toda a África. No ano passado, 52 países participaram. O objetivo é ter todos os 54 países africanos representados.

    O Deep Learning Indaba visa fortalecer a comunidade africana de IA por meio da educação, pesquisa e inovação. A conferência oferece oportunidades para os participantes aprenderem sobre os últimos avanços em IA, interagirem com especialistas globais e locais e se conectarem com colegas africanos.

    Agbenyegah diz que a diversidade na IA é importante porque ela afeta todos os aspectos da vida humana. “A IA está sendo usada para tomar decisões sobre saúde, educação, finanças e muito mais. Se não tivermos pessoas diversas construindo essas soluções, elas não serão justas nem inclusivas”, diz ele.

    Ele acrescenta que a diversidade também traz benefícios para a inovação e a criatividade na IA. “Ter pessoas com diferentes origens, experiências e perspectivas pode levar a novas ideias e soluções que não seriam possíveis se todos pensassem da mesma forma”, diz ele.

    Para aumentar a diversidade na IA, Agbenyegah diz que é preciso haver mais investimento em educação e capacitação para grupos sub-representados. Ele também diz que é preciso haver mais conscientização sobre as oportunidades e os benefícios da carreira em IA. Além disso, ele diz que é preciso haver mais apoio e mentoria para os profissionais de IA existentes que vêm desses grupos.

    “Não basta apenas trazer pessoas diversas para a IA. Temos que garantir que elas se sintam bem-vindas, valorizadas e apoiadas”, diz ele.

    Fonte: Link.

    Além disso, a “inteligência” resultante será falha, faltando conhecimento social-emocional e cultural variado.

    Em um relatório de 2019 do AI Now Institute da Universidade de Nova York, os pesquisadores observaram que mais de 80% dos professores de IA eram homens. Além disso, os indivíduos negros representavam apenas 2,5% dos funcionários do Google e 4% dos que trabalhavam no Facebook e na Microsoft. Além disso, os autores do relatório observaram que o “foco esmagador em ‘mulheres na tecnologia’” ao discutir questões de diversidade na IA “é muito estreito e provavelmente privilegia as mulheres brancas sobre outras”.

    Alguns pesquisadores estão lutando por mudanças, mas há também uma cultura de resistência aos seus esforços. “Por baixo dessa aparência de ‘oh, a IA é o futuro, e temos todas essas coisas brilhantes e legais’, tanto a academia quanto a indústria da IA são fundamentalmente conservadoras”, diz Sabine Weber, consultora científica da VDI/VDE Innovation + Technik, uma consultoria de tecnologia sediada em Berlim. A IA em ambos os setores é “dominada por homens brancos de meia-idade de origem abastada. Eles estão realmente apegados ao status quo”, diz Weber, que é uma das organizadoras do grupo de defesa Queer in AI.

    A revista Nature conversou com cinco pesquisadores que estão liderando esforços para mudar o status quo e tornar o ecossistema da IA mais equitativo. Um deles é Delali Agbenyegah, gerente sênior de ciência de dados na Shopify em Atlanta, Geórgia, e presidente geral da conferência Deep Learning Indaba 2023.

    Agbenyegah é originalmente de Gana e fez seu mestrado em estatística na Universidade de Akron em Ohio em 2011. Sua formação é em usar aprendizado de máquina para resolver problemas de negócios no gerenciamento da experiência do cliente. Ele aplica suas habilidades analíticas para construir modelos que direcionam o comportamento do cliente, como sistemas de recomendação de segmentação de clientes, aspectos da pontuação de leads – o ranking de clientes em potencial, priorizando quais contatar para diferentes comunicações – e coisas desse tipo.

    Este ano, ele também é presidente geral do Deep Learning Indaba, um encontro da comunidade africana de aprendizado de máquina e IA que é realizado em um país africano diferente a cada ano. No ano passado, foi realizado na Tunísia. Este ano, acontecerá em Gana em setembro. Nossa organização é construída para toda a África. No ano passado, 52 países participaram. O objetivo é ter todos os 54 países africanos representados.

    O Deep Learning Indaba visa fortalecer a comunidade africana de IA por meio da educação, pesquisa e inovação. A conferência oferece oportunidades para os participantes aprenderem sobre os últimos avanços em IA, interagirem com especialistas globais e locais e se conectarem com colegas africanos.

    Agbenyegah diz que a diversidade na IA é importante porque ela afeta todos os aspectos da vida humana. “A IA está sendo usada para tomar decisões sobre saúde, educação, finanças e muito mais. Se não tivermos pessoas diversas construindo essas soluções, elas não serão justas nem inclusivas”, diz ele.

    Ele acrescenta que a diversidade também traz benefícios para a inovação e a criatividade na IA. “Ter pessoas com diferentes origens, experiências e perspectivas pode levar a novas ideias e soluções que não seriam possíveis se todos pensassem da mesma forma”, diz ele.

    Para aumentar a diversidade na IA, Agbenyegah diz que é preciso haver mais investimento em educação e capacitação para grupos sub-representados. Ele também diz que é preciso haver mais conscientização sobre as oportunidades e os benefícios da carreira em IA. Além disso, ele diz que é preciso haver mais apoio e mentoria para os profissionais de IA existentes que vêm desses grupos.

    “Não basta apenas trazer pessoas diversas para a IA. Temos que garantir que elas se sintam bem-vindas, valorizadas e apoiadas”, diz ele.

    Fonte: Link.

  • China supera EUA em contribuição de pesquisas científicas de alta qualidade

    China supera EUA em contribuição de pesquisas científicas de alta qualidade

    A China alcançou um marco histórico na ciência mundial: pela primeira vez, o país asiático superou os Estados Unidos em contribuição para artigos de pesquisa publicados em um grupo de revistas de ciências naturais de alta qualidade, segundo o Nature Index.

    O Nature Index é uma base de dados que rastreia as afiliações dos autores de 82 revistas selecionadas por um grupo independente de pesquisadores ativos, que representam o consenso da elite das publicações nas ciências naturais. O índice mede a participação dos países nos artigos publicados nessas revistas, levando em conta a porcentagem de autores de cada nação em cada paper.

    De acordo com os dados do Nature Index, referentes ao período de janeiro a dezembro de 2022, a China teve uma participação de 19.373, contra 17.610 dos Estados Unidos. Isso significa que os autores chineses tiveram uma presença maior nos artigos de alto impacto nas áreas de física, química, ciências da Terra e ambientais e ciências da vida.

    Esse resultado confirma a tendência de crescimento acelerado da China na produção científica de qualidade, que já vinha sendo apontada por outros indicadores, como o número de citações e o volume de publicações. A China também lidera em investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), com cerca de 2,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) destinado a essa área, enquanto os Estados Unidos investem cerca de 2,8%.

    A ascensão da China na ciência mundial tem implicações importantes para a geopolítica, a economia e a inovação. O país asiático tem se destacado em áreas estratégicas, como inteligência artificial, biotecnologia e energia renovável, e tem ampliado sua colaboração internacional com outros países e regiões. Além disso, a China tem se posicionado como um defensor do multilateralismo e da cooperação científica para enfrentar os desafios globais, como as mudanças climáticas e a pandemia de covid-19.

    O desempenho da China no Nature Index também reflete o aumento da qualidade e da relevância da sua pesquisa para a sociedade. Segundo Caroline Wagner, pesquisadora de ciência e política na Ohio State University, que publicou um estudo sugerindo que a China superou os Estados Unidos nos artigos mais citados, “quando medido em simples bibliometria como produtividade e citações, a China superou as expectativas”.

    O Nature Index é uma ferramenta útil para acompanhar o desenvolvimento da ciência mundial e comparar o desempenho dos países em diferentes áreas do conhecimento. No entanto, ele não deve ser usado isoladamente ou como um ranking definitivo da qualidade científica. Outros fatores, como o impacto social, econômico e ambiental da pesquisa, também devem ser considerados na avaliação da ciência.

    Fonte: Link.

    O Nature Index é uma base de dados que rastreia as afiliações dos autores de 82 revistas selecionadas por um grupo independente de pesquisadores ativos, que representam o consenso da elite das publicações nas ciências naturais. O índice mede a participação dos países nos artigos publicados nessas revistas, levando em conta a porcentagem de autores de cada nação em cada paper.

    De acordo com os dados do Nature Index, referentes ao período de janeiro a dezembro de 2022, a China teve uma participação de 19.373, contra 17.610 dos Estados Unidos. Isso significa que os autores chineses tiveram uma presença maior nos artigos de alto impacto nas áreas de física, química, ciências da Terra e ambientais e ciências da vida.

    Esse resultado confirma a tendência de crescimento acelerado da China na produção científica de qualidade, que já vinha sendo apontada por outros indicadores, como o número de citações e o volume de publicações. A China também lidera em investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), com cerca de 2,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) destinado a essa área, enquanto os Estados Unidos investem cerca de 2,8%.

    A ascensão da China na ciência mundial tem implicações importantes para a geopolítica, a economia e a inovação. O país asiático tem se destacado em áreas estratégicas, como inteligência artificial, biotecnologia e energia renovável, e tem ampliado sua colaboração internacional com outros países e regiões. Além disso, a China tem se posicionado como um defensor do multilateralismo e da cooperação científica para enfrentar os desafios globais, como as mudanças climáticas e a pandemia de covid-19.

    O desempenho da China no Nature Index também reflete o aumento da qualidade e da relevância da sua pesquisa para a sociedade. Segundo Caroline Wagner, pesquisadora de ciência e política na Ohio State University, que publicou um estudo sugerindo que a China superou os Estados Unidos nos artigos mais citados, “quando medido em simples bibliometria como produtividade e citações, a China superou as expectativas”.

    O Nature Index é uma ferramenta útil para acompanhar o desenvolvimento da ciência mundial e comparar o desempenho dos países em diferentes áreas do conhecimento. No entanto, ele não deve ser usado isoladamente ou como um ranking definitivo da qualidade científica. Outros fatores, como o impacto social, econômico e ambiental da pesquisa, também devem ser considerados na avaliação da ciência.

    Fonte: Link.

  • Conheça o Yaar, a alternativa brasileira ao OnlyFans que oferece comissão justa e ambiente amigável para os criadores de conteúdo adulto

    Conheça o Yaar, a alternativa brasileira ao OnlyFans que oferece comissão justa e ambiente amigável para os criadores de conteúdo adulto

    O Yaar é uma plataforma de conteúdo adulto brasileira que tem se destacado no mercado por oferecer uma experiência segura e transparente para os criadores de conteúdo e os usuários.

    A plataforma foi criada em 2023 e tem ganhado cada vez mais popularidade entre aqueles que desejam consumir e produzir conteúdo adulto.

    Um dos principais diferenciais do Yaar em relação a outras plataformas do mesmo segmento é a transparência nos pagamentos dos criadores de conteúdo. A plataforma oferece uma comissão de até 80% para os criadores, o que significa que eles podem ficar com a maior parte do valor pago pelos usuários pelos seus conteúdos. Além disso, os pagamentos são feitos de forma segura e transparente, garantindo que os criadores recebam o valor que lhes é devido sem atrasos ou problemas.

    Outro aspecto importante do Yaar é a segurança no tratamento dos dados dos usuários. A plataforma utiliza tecnologia de ponta para garantir que as informações dos usuários sejam protegidas e mantidas em sigilo. Além disso, o Yaar também possui uma equipe de suporte técnico disponível para ajudar os usuários em caso de dúvidas ou problemas relacionados à segurança.

    Ainda em relação à segurança, o Yaar tem uma política clara e rigorosa contra o compartilhamento de conteúdo não autorizado. Isso significa que os criadores de conteúdo podem ter a certeza de que seus materiais estão protegidos e que não serão compartilhados sem sua autorização.

    Além disso, o Yaar também oferece uma experiência amigável e próxima para os usuários. A plataforma é intuitiva e fácil de usar, e os usuários podem interagir com os criadores de conteúdo através de comentários e mensagens diretas.

    O Yaar tem se consolidado como uma alternativa segura e transparente para quem deseja criar ou consumir conteúdo adulto. Com sua política de comissão justa e seu ambiente amigável, a plataforma tem conquistado cada vez mais usuários e criadores de conteúdo, e promete continuar a crescer nos próximos anos.

    A plataforma foi criada em 2023 e tem ganhado cada vez mais popularidade entre aqueles que desejam consumir e produzir conteúdo adulto.

    Um dos principais diferenciais do Yaar em relação a outras plataformas do mesmo segmento é a transparência nos pagamentos dos criadores de conteúdo. A plataforma oferece uma comissão de até 80% para os criadores, o que significa que eles podem ficar com a maior parte do valor pago pelos usuários pelos seus conteúdos. Além disso, os pagamentos são feitos de forma segura e transparente, garantindo que os criadores recebam o valor que lhes é devido sem atrasos ou problemas.

    Outro aspecto importante do Yaar é a segurança no tratamento dos dados dos usuários. A plataforma utiliza tecnologia de ponta para garantir que as informações dos usuários sejam protegidas e mantidas em sigilo. Além disso, o Yaar também possui uma equipe de suporte técnico disponível para ajudar os usuários em caso de dúvidas ou problemas relacionados à segurança.

    Ainda em relação à segurança, o Yaar tem uma política clara e rigorosa contra o compartilhamento de conteúdo não autorizado. Isso significa que os criadores de conteúdo podem ter a certeza de que seus materiais estão protegidos e que não serão compartilhados sem sua autorização.

    Além disso, o Yaar também oferece uma experiência amigável e próxima para os usuários. A plataforma é intuitiva e fácil de usar, e os usuários podem interagir com os criadores de conteúdo através de comentários e mensagens diretas.

    O Yaar tem se consolidado como uma alternativa segura e transparente para quem deseja criar ou consumir conteúdo adulto. Com sua política de comissão justa e seu ambiente amigável, a plataforma tem conquistado cada vez mais usuários e criadores de conteúdo, e promete continuar a crescer nos próximos anos.

  • Como plantas geneticamente modificadas podem melhorar a qualidade do ar

    Como plantas geneticamente modificadas podem melhorar a qualidade do ar

    Você sabia que as plantas de interior não são tão eficientes na purificação do ar como se pensava? Um estudo recente mostrou que seriam necessárias 680 plantas para limpar o ar em um ambiente de 457 metros quadrados. Mas isso pode mudar com a ajuda da biotecnologia.

    Uma startup francesa chamada Neoplants está desenvolvendo a primeira planta de interior geneticamente modificada para combater a poluição do ar em espaços fechados. Trata-se do Neo P1, uma versão melhorada da pothos, uma trepadeira tropical que já é popular como planta ornamental.

    O Neo P1 tem duas vantagens sobre as plantas comuns: ele possui genes adicionais que lhe permitem metabolizar os compostos orgânicos voláteis (COVs) presentes no ar, como benzeno e formaldeído, e ele conta com bactérias simbióticas no solo que transformam esses poluentes em substâncias inofensivas.

    Segundo os criadores do Neo P1, essa planta pode reduzir em até 90% os níveis de COVs em um ambiente de 20 metros quadrados em apenas uma semana. Além disso, ela é fácil de cuidar e precisa apenas de água e de gotas especiais que mantêm o microbioma saudável.

    O Neo P1 é um exemplo de como a engenharia genética pode criar soluções inovadoras para problemas ambientais. Ao invés de depender de purificadores de ar convencionais, que consomem energia e geram resíduos, podemos usar plantas modificadas para limpar o ar de forma natural e sustentável.

    Fonte: Link.

    Uma startup francesa chamada Neoplants está desenvolvendo a primeira planta de interior geneticamente modificada para combater a poluição do ar em espaços fechados. Trata-se do Neo P1, uma versão melhorada da pothos, uma trepadeira tropical que já é popular como planta ornamental.

    O Neo P1 tem duas vantagens sobre as plantas comuns: ele possui genes adicionais que lhe permitem metabolizar os compostos orgânicos voláteis (COVs) presentes no ar, como benzeno e formaldeído, e ele conta com bactérias simbióticas no solo que transformam esses poluentes em substâncias inofensivas.

    Segundo os criadores do Neo P1, essa planta pode reduzir em até 90% os níveis de COVs em um ambiente de 20 metros quadrados em apenas uma semana. Além disso, ela é fácil de cuidar e precisa apenas de água e de gotas especiais que mantêm o microbioma saudável.

    O Neo P1 é um exemplo de como a engenharia genética pode criar soluções inovadoras para problemas ambientais. Ao invés de depender de purificadores de ar convencionais, que consomem energia e geram resíduos, podemos usar plantas modificadas para limpar o ar de forma natural e sustentável.

    Fonte: Link.