Tag: Brasil

  • Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    Câncer de pulmão: o que você precisa saber sobre a doença que vitimou Rita Lee

    A cantora Rita Lee, que anunciou em maio de 2021 que foi diagnosticada com câncer de pulmão, morreu nesta segunda-feira (8).

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

    O câncer de pulmão é o segundo tipo mais frequente tanto em homens quanto em mulheres no Brasil, ficando atrás apenas dos tumores de próstata e de mama, respectivamente. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), são cerca de 30 mil novos casos e 29 mil mortes por ano no país.

    O principal fator de risco para o câncer de pulmão é o tabagismo, que está relacionado a 90% dos casos. Rita Lee já declarou ser fumante em várias ocasiões. Outros fatores que podem aumentar o risco são a exposição à poluição do ar, à radiação e a substâncias químicas como amianto e arsênio.

    Os sintomas mais comuns do câncer de pulmão são tosse persistente, falta de ar, dor no peito, rouquidão, perda de peso e apetite, escarro com sangue e infecções respiratórias frequentes. O diagnóstico é feito por meio de exames como radiografia, tomografia e biópsia.

    O tratamento do câncer de pulmão depende do tipo, do tamanho e da localização do tumor, além do estado geral de saúde do paciente. As opções incluem cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. Esta última é uma modalidade que estimula o sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Graças aos avanços nessa área, a sobrevida dos pacientes com câncer de pulmão aumentou nos últimos anos.

    A escolha do melhor tratamento deve ser feita pelo médico oncologista, em conjunto com o paciente, levando em conta os benefícios e os riscos de cada opção. O objetivo é oferecer a melhor chance de cura ou controle da doença, com a menor toxicidade possível.

  • Rita Lee: a trajetória da rainha do rock brasileiro que nos deixou aos 75 anos

    Rita Lee: a trajetória da rainha do rock brasileiro que nos deixou aos 75 anos

    Rita Lee foi uma das maiores cantoras e compositoras da história da música brasileira, que morreu nesta segunda-feira (8), aos 75 anos.

    Ela foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença. Rita ajudou a incorporar a revolução do rock à explosão criativa do tropicalismo, formou a banda brasileira de rock mais cultuada no mundo, os Mutantes, e criou canções na carreira solo com enorme apelo popular sem perder a liberdade e a irreverência. Sempre moderna, Rita foi referência de criatividade e independência feminina durante os quase 60 anos de carreira. O título de “rainha do rock brasileiro” veio quase naturalmente, mas ela achava “cafona” – preferia “padroeira da liberdade”.

    Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947. O pai, Charles Jones, era dentista e filho de imigrantes dos EUA. A mãe, a italiana Romilda Padula, era pianista, e incentivou a filha a estudar o instrumento e a cantar com as irmãs. Aos 16 anos, Rita integrou um trio vocal feminino, as Teenage Singers, e fez apresentações amadoras em festas de escolas. O cantor e produtor Tony Campello descobriu as cantoras e as chamou para participar de gravações como backing vocals.

    Em 1964 ela entrou em um grupo de rock chamado Six Sided Rockers que, depois de algumas mudanças de formações e de nomes, deu origem aos Mutantes em 1966. O grupo foi formado inicialmente por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A banda foi fundamental no movimento tropicalista, que uniu a psicodelia aos ritmos brasileiros e se tornou um marco na música brasileira.

    Em 1972, Rita deixou os Mutantes e iniciou uma carreira solo que teve diversos sucessos como “Agora só falta você”, “Ovelha negra”, “Lança perfume”, “Flagra”, “Erva venenosa”, “Amor e sexo” e “Reza”. Ela também se destacou como escritora, lançando livros como “Dr. Alex”, “Amiga Ursa” e sua autobiografia.

    Rita Lee foi uma artista que marcou gerações com sua música, sua personalidade e sua defesa da liberdade e dos animais. Ela nos deixou um enorme legado que será sempre lembrado.

    Ela foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença. Rita ajudou a incorporar a revolução do rock à explosão criativa do tropicalismo, formou a banda brasileira de rock mais cultuada no mundo, os Mutantes, e criou canções na carreira solo com enorme apelo popular sem perder a liberdade e a irreverência. Sempre moderna, Rita foi referência de criatividade e independência feminina durante os quase 60 anos de carreira. O título de “rainha do rock brasileiro” veio quase naturalmente, mas ela achava “cafona” – preferia “padroeira da liberdade”.

    Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947. O pai, Charles Jones, era dentista e filho de imigrantes dos EUA. A mãe, a italiana Romilda Padula, era pianista, e incentivou a filha a estudar o instrumento e a cantar com as irmãs. Aos 16 anos, Rita integrou um trio vocal feminino, as Teenage Singers, e fez apresentações amadoras em festas de escolas. O cantor e produtor Tony Campello descobriu as cantoras e as chamou para participar de gravações como backing vocals.

    Em 1964 ela entrou em um grupo de rock chamado Six Sided Rockers que, depois de algumas mudanças de formações e de nomes, deu origem aos Mutantes em 1966. O grupo foi formado inicialmente por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A banda foi fundamental no movimento tropicalista, que uniu a psicodelia aos ritmos brasileiros e se tornou um marco na música brasileira.

    Em 1972, Rita deixou os Mutantes e iniciou uma carreira solo que teve diversos sucessos como “Agora só falta você”, “Ovelha negra”, “Lança perfume”, “Flagra”, “Erva venenosa”, “Amor e sexo” e “Reza”. Ela também se destacou como escritora, lançando livros como “Dr. Alex”, “Amiga Ursa” e sua autobiografia.

    Rita Lee foi uma artista que marcou gerações com sua música, sua personalidade e sua defesa da liberdade e dos animais. Ela nos deixou um enorme legado que será sempre lembrado.

  • CEO da OpenAI critica o trabalho remoto e defende o retorno ao escritório

    CEO da OpenAI critica o trabalho remoto e defende o retorno ao escritório

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, não é contra a mudança – ele ajudou a iniciar a atual corrida da inteligência artificial com o chatbot ChatGPT, ameaçando transformar várias indústrias – mas ele ainda acha que as startups são mais eficazes quando os funcionários trabalham juntos em um escritório.

    A ideia de que o trabalho remoto se tornaria a norma já foi e voltou, ele disse esta semana em um bate-papo em San Francisco organizado pela empresa de fintech Stripe.

    “Eu acho que definitivamente um dos piores erros da indústria de tecnologia em muito tempo foi que todo mundo poderia ir para o remoto para sempre, e as startups não precisavam estar juntas”, disse ele aos participantes. “Não haveria perda de criatividade. Eu diria que o experimento sobre isso acabou, e a tecnologia ainda não é boa o suficiente para que as pessoas possam ser remotas para sempre, especialmente em startups”.

    Ele não está sozinho em sua avaliação. Muitos CEOs têm exigido que os funcionários remotos passem mais tempo no escritório, entre eles Bob Iger na Disney, Howard Schultz na Starbucks e Robert Thomson na News Corp. Durante a pandemia, o trabalho remoto ou um cronograma de trabalho híbrido era a única opção para muitos trabalhadores de escritório – e muitos passaram a preferir isso a estar no escritório todos os dias úteis.

    Altman disse que aconselharia as startups contra o trabalho remoto porque pode criar confusão. Ele observou que “quanto mais incerto e inicial o produto é, mais tempo presencial a equipe precisa para trabalhar junto”.

    A ideia de que o trabalho remoto se tornaria a norma já foi e voltou, ele disse esta semana em um bate-papo em San Francisco organizado pela empresa de fintech Stripe.

    “Eu acho que definitivamente um dos piores erros da indústria de tecnologia em muito tempo foi que todo mundo poderia ir para o remoto para sempre, e as startups não precisavam estar juntas”, disse ele aos participantes. “Não haveria perda de criatividade. Eu diria que o experimento sobre isso acabou, e a tecnologia ainda não é boa o suficiente para que as pessoas possam ser remotas para sempre, especialmente em startups”.

    Ele não está sozinho em sua avaliação. Muitos CEOs têm exigido que os funcionários remotos passem mais tempo no escritório, entre eles Bob Iger na Disney, Howard Schultz na Starbucks e Robert Thomson na News Corp. Durante a pandemia, o trabalho remoto ou um cronograma de trabalho híbrido era a única opção para muitos trabalhadores de escritório – e muitos passaram a preferir isso a estar no escritório todos os dias úteis.

    Altman disse que aconselharia as startups contra o trabalho remoto porque pode criar confusão. Ele observou que “quanto mais incerto e inicial o produto é, mais tempo presencial a equipe precisa para trabalhar junto”.

  • Doenças respiratórias em crianças: como prevenir e tratar

    Doenças respiratórias em crianças: como prevenir e tratar

    Com a chegada do outono e a queda de temperatura, aumentam os casos de doenças respiratórias entre as crianças, principalmente causadas por vírus como o sincicial respiratório, o bocavírus, o rinovírus e o parainfluenza.

    Esses vírus provocam sintomas como tosse, coriza, espirros e febre, que podem se agravar em alguns casos e levar à internação.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, houve um aumento de 30% nas internações de crianças de até 5 anos por síndrome respiratória aguda grave nos primeiros quatro meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Especialistas apontam que esse crescimento está relacionado às recentes flexibilizações nas medidas de contenção da pandemia e ao retorno às aulas em todo o país.

    Para prevenir e tratar as doenças respiratórias em crianças, é importante adotar algumas medidas simples, como:

    • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe;

    • Evitar aglomerações e ambientes fechados ou mal ventilados;

    • Lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel;

    • Usar máscara quando sair de casa (para crianças acima de 2 anos);

    • Não compartilhar objetos pessoais, como copos e talheres;

    • Hidratar bem a criança e oferecer alimentos saudáveis;

    • Não fumar ou expor a criança à fumaça do cigarro;

    • Não levar a criança à escola se ela apresentar sintomas de doença respiratória;

    • Procurar atendimento médico se a criança tiver febre persistente por mais de cinco dias, esforço respiratório, prostração ou sonolência excessiva, recusa de líquidos ou de via oral.

    Com esses cuidados, é possível reduzir o risco de complicações e garantir a saúde das crianças.

    Esses vírus provocam sintomas como tosse, coriza, espirros e febre, que podem se agravar em alguns casos e levar à internação.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, houve um aumento de 30% nas internações de crianças de até 5 anos por síndrome respiratória aguda grave nos primeiros quatro meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Especialistas apontam que esse crescimento está relacionado às recentes flexibilizações nas medidas de contenção da pandemia e ao retorno às aulas em todo o país.

    Para prevenir e tratar as doenças respiratórias em crianças, é importante adotar algumas medidas simples, como:

    • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe;

    • Evitar aglomerações e ambientes fechados ou mal ventilados;

    • Lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel;

    • Usar máscara quando sair de casa (para crianças acima de 2 anos);

    • Não compartilhar objetos pessoais, como copos e talheres;

    • Hidratar bem a criança e oferecer alimentos saudáveis;

    • Não fumar ou expor a criança à fumaça do cigarro;

    • Não levar a criança à escola se ela apresentar sintomas de doença respiratória;

    • Procurar atendimento médico se a criança tiver febre persistente por mais de cinco dias, esforço respiratório, prostração ou sonolência excessiva, recusa de líquidos ou de via oral.

    Com esses cuidados, é possível reduzir o risco de complicações e garantir a saúde das crianças.

  • Projeto de lei para regulamentar inteligência artificial no Brasil: o que você precisa saber

    Projeto de lei para regulamentar inteligência artificial no Brasil: o que você precisa saber

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que vem transformando diversos setores da sociedade, desde a saúde até a educação.

    Mas quais são os direitos e deveres das pessoas afetadas pela IA? E como garantir que essa tecnologia seja usada de forma ética, segura e responsável?

    Essas são algumas das questões que o projeto de lei (PL) 5051/2020, em tramitação no Senado Federal, pretende responder. O texto, de autoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), estabelece princípios, direitos e deveres para o uso da IA no Brasil, além de criar um órgão de supervisão e fiscalização da tecnologia.

    O PL 5051/2020 foi inspirado em iniciativas internacionais, como as diretrizes da União Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre IA. O objetivo é criar um marco legal que incentive a inovação e o desenvolvimento da IA no país, mas também proteja os direitos fundamentais dos cidadãos.

    Entre os princípios previstos pelo projeto estão: o respeito à dignidade humana, à diversidade e aos direitos humanos; a transparência e a explicabilidade das decisões baseadas em IA; a segurança e a confiabilidade dos sistemas de IA; e a responsabilização dos agentes envolvidos no ciclo de vida da IA.

    O projeto também define direitos para as pessoas afetadas pela IA, como: o direito de ser informado sobre o uso da tecnologia e seus possíveis riscos; o direito de solicitar a revisão humana das decisões automatizadas; o direito de exigir a correção ou a exclusão dos dados pessoais usados pela IA; e o direito de recusar o uso da IA quando isso violar seus direitos ou interesses legítimos.

    Além disso, o projeto estabelece deveres para os desenvolvedores, fornecedores e usuários da IA, como: garantir que os sistemas de IA sejam compatíveis com os princípios e os direitos previstos na lei; adotar medidas de segurança e prevenção de danos; respeitar a privacidade e a proteção dos dados pessoais; e informar as autoridades competentes sobre eventuais incidentes ou violações envolvendo a IA.

    Para fiscalizar o cumprimento da lei, o projeto propõe a criação do Conselho Nacional de Inteligência Artificial (CNIA), um órgão colegiado composto por representantes do poder público, da sociedade civil, da academia e do setor produtivo. O CNIA teria atribuições como: elaborar normas complementares sobre IA; monitorar e avaliar o impacto da IA na sociedade; promover a educação e a capacitação sobre IA; e aplicar sanções administrativas em caso de infrações.

    O projeto de lei ainda está em fase inicial de tramitação no Senado e pode sofrer alterações. A expectativa é que ele contribua para o debate sobre os desafios e as oportunidades da IA no Brasil, buscando equilibrar os benefícios da tecnologia com os valores democráticos e constitucionais.

    Mas quais são os direitos e deveres das pessoas afetadas pela IA? E como garantir que essa tecnologia seja usada de forma ética, segura e responsável?

    Essas são algumas das questões que o projeto de lei (PL) 5051/2020, em tramitação no Senado Federal, pretende responder. O texto, de autoria do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), estabelece princípios, direitos e deveres para o uso da IA no Brasil, além de criar um órgão de supervisão e fiscalização da tecnologia.

    O PL 5051/2020 foi inspirado em iniciativas internacionais, como as diretrizes da União Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre IA. O objetivo é criar um marco legal que incentive a inovação e o desenvolvimento da IA no país, mas também proteja os direitos fundamentais dos cidadãos.

    Entre os princípios previstos pelo projeto estão: o respeito à dignidade humana, à diversidade e aos direitos humanos; a transparência e a explicabilidade das decisões baseadas em IA; a segurança e a confiabilidade dos sistemas de IA; e a responsabilização dos agentes envolvidos no ciclo de vida da IA.

    O projeto também define direitos para as pessoas afetadas pela IA, como: o direito de ser informado sobre o uso da tecnologia e seus possíveis riscos; o direito de solicitar a revisão humana das decisões automatizadas; o direito de exigir a correção ou a exclusão dos dados pessoais usados pela IA; e o direito de recusar o uso da IA quando isso violar seus direitos ou interesses legítimos.

    Além disso, o projeto estabelece deveres para os desenvolvedores, fornecedores e usuários da IA, como: garantir que os sistemas de IA sejam compatíveis com os princípios e os direitos previstos na lei; adotar medidas de segurança e prevenção de danos; respeitar a privacidade e a proteção dos dados pessoais; e informar as autoridades competentes sobre eventuais incidentes ou violações envolvendo a IA.

    Para fiscalizar o cumprimento da lei, o projeto propõe a criação do Conselho Nacional de Inteligência Artificial (CNIA), um órgão colegiado composto por representantes do poder público, da sociedade civil, da academia e do setor produtivo. O CNIA teria atribuições como: elaborar normas complementares sobre IA; monitorar e avaliar o impacto da IA na sociedade; promover a educação e a capacitação sobre IA; e aplicar sanções administrativas em caso de infrações.

    O projeto de lei ainda está em fase inicial de tramitação no Senado e pode sofrer alterações. A expectativa é que ele contribua para o debate sobre os desafios e as oportunidades da IA no Brasil, buscando equilibrar os benefícios da tecnologia com os valores democráticos e constitucionais.

  • WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    WaterTok: a nova moda de água saborizada que conquistou o TikTok

    Você já ouviu falar em WaterTok? Esse é o nome de uma nova tendência que surgiu no TikTok, a rede social de vídeos curtos que faz sucesso entre os jovens.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

    A ideia é incrementar a água com xaropes, pós, corantes e intensificadores de sabor, criando bebidas coloridas e variadas. A hashtag #WaterTok já tem mais de 231 milhões de visualizações na plataforma e mostra usuários compartilhando suas receitas de água do dia.

    A WaterTok parece ter começado com a criadora Tonya, também conhecida como @takingmylifebackat42, que cria as mais variadas e criativas águas saborizadas, como maçã com caramelo salgado e até água de melancia com algodão doce. Ela diz que a bebida é uma forma de se manter hidratada e saudável, já que os xaropes e pós que usa são de baixa caloria e sem açúcar.

    Mas nem todos os ingredientes usados na WaterTok são tão inocentes assim. Alguns aditivos são ricos em açúcar e podem causar picos de insulina, fome e até problemas mais graves a longo prazo, como diabetes e danos hepáticos. Além disso, o consumo excessivo de corantes e aromatizantes pode provocar alergias e acnes.

    Por isso, os especialistas não recomendam que as receitas de água sejam amplamente usadas. Eles sugerem que a água seja preparada com elementos naturais, como frutas, ervas e especiarias. Assim, é possível ter uma hidratação adequada sem comprometer a saúde.

    A WaterTok é mais um exemplo de como o TikTok influencia o comportamento das pessoas, especialmente nos Estados Unidos. Mas é preciso ter cuidado com as modas que surgem na internet e sempre consultar fontes confiáveis antes de aderir a elas.

  • Anvisa autoriza mais de 45 exames e testes em farmácias: saiba quais são

    Anvisa autoriza mais de 45 exames e testes em farmácias: saiba quais são

    Você sabia que agora você pode fazer mais de 45 tipos de exames e testes em farmácias?

    Isso mesmo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução que amplia o rol de serviços que podem ser oferecidos por esses estabelecimentos, incluindo testes rápidos para Covid-19, HIV, hepatites e outras doenças.

    Essa medida visa facilitar o acesso da população a diagnósticos simples e seguros, além de contribuir para a prevenção e o controle de doenças crônicas e infecciosas. Segundo a Anvisa, os exames e testes realizados em farmácias devem seguir as normas técnicas e sanitárias vigentes, bem como garantir a qualidade, a confiabilidade e a rastreabilidade dos resultados.

    Mas quais são os exames e testes que podem ser feitos em farmácias? De acordo com a resolução da Anvisa, são 46 serviços divididos em quatro categorias: análises clínicas, testes laboratoriais remotos (TLR), testes rápidos (TR) e autotestes. Veja a lista completa abaixo:

    • Análises clínicas: colesterol total, colesterol HDL, colesterol LDL, triglicerídeos, glicemia capilar, hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, ureia, TGO/AST, TGP/ALT, gama-GT, fosfatase alcalina, bilirrubinas total e frações, proteínas totais e frações, cálcio total e ionizado, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro sérico e ferritina.

    • Testes laboratoriais remotos (TLR): Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (antígeno e anticorpo), hepatite B (HBsAg e anti-HBs), hepatite C (anti-HCV), sífilis (anticorpos treponêmicos), dengue (IgG/IgM), zika (IgG/IgM), chikungunya (IgG/IgM), malária (antígeno), toxoplasmose (IgG/IgM), rubéola (IgG/IgM), citomegalovírus (IgG/IgM) e HTLV 1 e 2 (anticorpos).

    • Testes rápidos (TR): gravidez (hormônio gonadotrofina coriônica humana – hCG), tipagem sanguínea ABO/RhD e detecção de drogas de abuso (anfetaminas, metanfetaminas, benzoilecgonina/cocaína, canabinoides/maconha, opiáceos e fenciclidina).

    • Autotestes: Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (anticorpos) e hepatite C (anticorpos).

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames ou testes em farmácias, procure um estabelecimento habilitado pela Anvisa e siga as orientações dos profissionais de saúde. Lembre-se também de consultar o seu médico regularmente para acompanhar a sua saúde e prevenir complicações.

    Isso mesmo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou uma resolução que amplia o rol de serviços que podem ser oferecidos por esses estabelecimentos, incluindo testes rápidos para Covid-19, HIV, hepatites e outras doenças.

    Essa medida visa facilitar o acesso da população a diagnósticos simples e seguros, além de contribuir para a prevenção e o controle de doenças crônicas e infecciosas. Segundo a Anvisa, os exames e testes realizados em farmácias devem seguir as normas técnicas e sanitárias vigentes, bem como garantir a qualidade, a confiabilidade e a rastreabilidade dos resultados.

    Mas quais são os exames e testes que podem ser feitos em farmácias? De acordo com a resolução da Anvisa, são 46 serviços divididos em quatro categorias: análises clínicas, testes laboratoriais remotos (TLR), testes rápidos (TR) e autotestes. Veja a lista completa abaixo:

    • Análises clínicas: colesterol total, colesterol HDL, colesterol LDL, triglicerídeos, glicemia capilar, hemoglobina glicada, creatinina, ácido úrico, ureia, TGO/AST, TGP/ALT, gama-GT, fosfatase alcalina, bilirrubinas total e frações, proteínas totais e frações, cálcio total e ionizado, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro sérico e ferritina.

    • Testes laboratoriais remotos (TLR): Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (antígeno e anticorpo), hepatite B (HBsAg e anti-HBs), hepatite C (anti-HCV), sífilis (anticorpos treponêmicos), dengue (IgG/IgM), zika (IgG/IgM), chikungunya (IgG/IgM), malária (antígeno), toxoplasmose (IgG/IgM), rubéola (IgG/IgM), citomegalovírus (IgG/IgM) e HTLV 1 e 2 (anticorpos).

    • Testes rápidos (TR): gravidez (hormônio gonadotrofina coriônica humana – hCG), tipagem sanguínea ABO/RhD e detecção de drogas de abuso (anfetaminas, metanfetaminas, benzoilecgonina/cocaína, canabinoides/maconha, opiáceos e fenciclidina).

    • Autotestes: Covid-19 (antígeno e anticorpo), HIV 1 e 2 (anticorpos) e hepatite C (anticorpos).

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames ou testes em farmácias, procure um estabelecimento habilitado pela Anvisa e siga as orientações dos profissionais de saúde. Lembre-se também de consultar o seu médico regularmente para acompanhar a sua saúde e prevenir complicações.

  • Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    Preço da cesta básica sobe em 14 capitais brasileiras em abril

    O custo da cesta básica aumentou em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de abril.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

    Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (5), a cesta mais cara do país continua sendo a de São Paulo, que custou R$ 639,47 em abril, um aumento de 1,68% em relação a março.

    As outras capitais que registraram alta nos preços foram: Belém (3,28%), Fortaleza (2,75%), Salvador (2,72%), Brasília (2,58%), Rio de Janeiro (2,46%), Curitiba (1,86%), Aracaju (1,63%), Florianópolis (1,62%), Recife (1,61%), Porto Alegre (1,04%), Vitória (0,99%) e Natal (0,48%).

    As únicas capitais que tiveram queda nos preços foram Campo Grande (-1,92%), Goiânia (-0,99%) e Belo Horizonte (-0,45%).

    O Dieese calcula o valor da cesta básica com base na quantidade de alimentos essenciais que uma pessoa adulta precisa para se alimentar durante um mês. Esses alimentos são: arroz, feijão, carne bovina, leite integral, farinha de trigo, pão francês, banana-prata, tomate, óleo de soja, açúcar e café em pó.

    Entre os produtos que mais influenciaram a alta da cesta básica em abril estão o óleo de soja, o tomate e a carne bovina. Por outro lado, o arroz e o feijão tiveram redução de preço na maioria das capitais.

    O Dieese também calcula o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas se manter. Em abril, esse valor foi estimado em R$ 5.330,69, o que corresponde a 4,85 vezes o salário mínimo vigente de R$ 1.100.

  • Petrobras investe em diesel renovável e reduz emissões de gases

    Petrobras investe em diesel renovável e reduz emissões de gases

    A Petrobras está apostando na produção de diesel com conteúdo renovável, o chamado Diesel R, que é uma mistura de derivados de petróleo com óleos vegetais.

    Esse combustível é uma alternativa sustentável no ciclo diesel, pois reduz as emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 60% em comparação com o diesel mineral.

    Em abril, a estatal produziu 5,8 milhões de litros de Diesel R, o primeiro produto lançado no âmbito do Programa de BioRefino da empresa, que visa se inserir na transição energética global. O programa projeta chegar em 2027 com a produção de 10,6 bilhões de litros por ano, com investimento previsto de US$ 600 milhões.

    O Diesel R está sendo produzido na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, que tem capacidade instalada para processar até 1,6 bilhão de litros por ano. A Petrobras pretende ampliar a capacidade da Repar e iniciar a produção do biocombustível em outras refinarias, como a de Cubatão (SP), Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ) e Capuava (SP).

    Além do Diesel R, a Petrobras também planeja implantar uma unidade dedicada à produção de querosene de aviação e diesel 100% renováveis na Refinaria de Cubatão. Esses produtos também contribuem para a redução das emissões de CO2 e podem ser usados sem adaptações nos motores dos veículos e das aeronaves.

    A Petrobras foi a primeira empresa no Brasil a desenvolver tecnologia própria de coprocessamento, que consiste em processar conjuntamente derivados de petróleo com matérias-primas vegetais. A empresa patenteou a tecnologia e se tornou referência no segmento.

    O diesel renovável é uma tendência mundial e já é produzido por outras empresas, como a Refinaria de Mataripe, na Bahia, que foi vendida pela Petrobras no final de 2021. A refinaria anunciou que vai investir R$ 12 bilhões nos próximos dez anos na produção de diesel verde e querosene de aviação sustentável 100% renováveis.

    Esse combustível é uma alternativa sustentável no ciclo diesel, pois reduz as emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 60% em comparação com o diesel mineral.

    Em abril, a estatal produziu 5,8 milhões de litros de Diesel R, o primeiro produto lançado no âmbito do Programa de BioRefino da empresa, que visa se inserir na transição energética global. O programa projeta chegar em 2027 com a produção de 10,6 bilhões de litros por ano, com investimento previsto de US$ 600 milhões.

    O Diesel R está sendo produzido na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, que tem capacidade instalada para processar até 1,6 bilhão de litros por ano. A Petrobras pretende ampliar a capacidade da Repar e iniciar a produção do biocombustível em outras refinarias, como a de Cubatão (SP), Paulínia (SP), Duque de Caxias (RJ) e Capuava (SP).

    Além do Diesel R, a Petrobras também planeja implantar uma unidade dedicada à produção de querosene de aviação e diesel 100% renováveis na Refinaria de Cubatão. Esses produtos também contribuem para a redução das emissões de CO2 e podem ser usados sem adaptações nos motores dos veículos e das aeronaves.

    A Petrobras foi a primeira empresa no Brasil a desenvolver tecnologia própria de coprocessamento, que consiste em processar conjuntamente derivados de petróleo com matérias-primas vegetais. A empresa patenteou a tecnologia e se tornou referência no segmento.

    O diesel renovável é uma tendência mundial e já é produzido por outras empresas, como a Refinaria de Mataripe, na Bahia, que foi vendida pela Petrobras no final de 2021. A refinaria anunciou que vai investir R$ 12 bilhões nos próximos dez anos na produção de diesel verde e querosene de aviação sustentável 100% renováveis.

  • Criogenia: o que é e por que Peter Thiel quer ser congelado após a morte

    Criogenia: o que é e por que Peter Thiel quer ser congelado após a morte

    A criogenia é o processo de armazenamento de humanos e animais em temperaturas ultracongelantes para posterior ressuscitação.

    Essa ideia pode parecer ficção científica, mas já atraiu a atenção de alguns bilionários, como Peter Thiel, cofundador do PayPal.

    Thiel revelou em uma entrevista que se inscreveu para ser congelado e preservado quando morrer, para que as pessoas possam revivê-lo no futuro. Ele disse que não espera que a tecnologia funcione, mas que é algo que as pessoas devem tentar fazer. Ele também afirmou que a humanidade deve conquistar a morte ou pelo menos descobrir por que é impossível.

    Thiel não é o único interessado na criogenia. Segundo o portal Business Insider, o hoteleiro Don Laughlin também deverá passar pelo processo. Além disso, uma startup americana chamada Cryopets oferece o serviço de congelar animais de estimação após a morte e trazê-los de volta à vida no futuro. A lista de espera da empresa já tem cerca de 500 pets, incluindo um macaco.

    A criogenia ainda é uma área controversa e incerta da ciência. Não há garantias de que os corpos congelados possam ser reanimados com sucesso ou de que a personalidade e as memórias sejam preservadas. Além disso, há questões éticas, legais e religiosas envolvidas nessa prática. Por enquanto, a criogenia é mais uma aposta do que uma certeza.

    Essa ideia pode parecer ficção científica, mas já atraiu a atenção de alguns bilionários, como Peter Thiel, cofundador do PayPal.

    Thiel revelou em uma entrevista que se inscreveu para ser congelado e preservado quando morrer, para que as pessoas possam revivê-lo no futuro. Ele disse que não espera que a tecnologia funcione, mas que é algo que as pessoas devem tentar fazer. Ele também afirmou que a humanidade deve conquistar a morte ou pelo menos descobrir por que é impossível.

    Thiel não é o único interessado na criogenia. Segundo o portal Business Insider, o hoteleiro Don Laughlin também deverá passar pelo processo. Além disso, uma startup americana chamada Cryopets oferece o serviço de congelar animais de estimação após a morte e trazê-los de volta à vida no futuro. A lista de espera da empresa já tem cerca de 500 pets, incluindo um macaco.

    A criogenia ainda é uma área controversa e incerta da ciência. Não há garantias de que os corpos congelados possam ser reanimados com sucesso ou de que a personalidade e as memórias sejam preservadas. Além disso, há questões éticas, legais e religiosas envolvidas nessa prática. Por enquanto, a criogenia é mais uma aposta do que uma certeza.