Tag: Brasil

  • Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    Zune: o que foi, como usar e onde encontrar o player da Microsoft

    O Zune foi um player de mídia digital lançado pela Microsoft em 2006, com o objetivo de concorrer com o iPod da Apple.

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI

    O aparelho tinha capacidade de armazenar músicas, vídeos, podcasts e imagens, além de se conectar à internet via Wi-Fi e sincronizar com o serviço online Zune Marketplace.

    Para usar o Zune, era necessário instalar o software Zune em um computador com Windows, que permitia gerenciar a biblioteca de mídia, criar listas de reprodução, gravar CDs, se inscrever em podcasts e acessar a loja online. O software também reconhecia automaticamente as músicas que estavam no computador e as adicionava à coleção.

    O Zune teve quatro gerações de modelos, sendo o último lançado em 2009. Em 2011, a Microsoft anunciou o fim da produção do aparelho e o encerramento do serviço online em 2015. No entanto, ainda é possível encontrar alguns modelos à venda em sites como Amazon e eBay, além de comunidades de fãs que mantêm o software funcionando.

    Se você tem um Zune ou quer saber mais sobre esse player histórico, confira alguns artigos que selecionamos sobre o assunto:

    • HOME | ZUNE DENIM: https://www.zune.com.br/

    • Microsoft Zune: como usar – TecMundo: https://www.tecmundo.com.br/tutorial/24563-microsoft-zune-como-usar.htm

    • Microsoft Zune in 2022 – Can You Still Use It? – YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uvCQ-stETiI
  • Especialistas criticam startup que começou a liberar partículas na atmosfera para controlar as mudanças climáticas

    Especialistas criticam startup que começou a liberar partículas na atmosfera para controlar as mudanças climáticas

    A Make Sunsets é uma empresa que afirma ter lançado balões meteorológicos na estratosfera com o objetivo de liberar partículas refletoras de enxofre, uma forma de geoengenharia solar que visa combater as mudanças climáticas.

    A empresa também está tentando vender “créditos de resfriamento” para futuros lançamentos, alegando que cada grama de partículas pode compensar o efeito de aquecimento de uma tonelada de carbono por um ano.

    A iniciativa da Make Sunsets tem gerado controvérsia e críticas de cientistas, ambientalistas e especialistas em governança climática, que consideram a geoengenharia solar uma técnica arriscada, prematura e desnecessária. Eles argumentam que a geoengenharia solar pode ter efeitos colaterais perigosos para o meio ambiente e a sociedade, como alterar os padrões de chuva, reduzir a camada de ozônio, provocar conflitos geopolíticos e desviar a atenção da redução das emissões de gases de efeito estufa.

    Além disso, eles questionam a credibilidade científica e ética da empresa, que não buscou nenhuma aprovação ou respaldo para seus experimentos, não monitorou os impactos de seus lançamentos e não se envolveu com o público ou as comunidades afetadas. Eles também criticam as alegações da empresa sobre os benefícios dos créditos de resfriamento, que não têm base em evidências nem valor para os mercados de crédito climático.

    A geoengenharia solar é um conjunto de tecnologias que visam refletir parte da luz solar de volta ao espaço, imitando um processo natural que ocorre após grandes erupções vulcânicas. A ideia é diminuir o aquecimento global causado pelo acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera. Uma das técnicas mais propostas é a injeção de aerossol na estratosfera, que consiste em liberar partículas refletoras como o dióxido de enxofre.

    A geoengenharia solar é apoiada por alguns defensores como Bill Gates, que doou milhões para pesquisas na área, e por um centro de pesquisa na Universidade Harvard (EUA), que planeja realizar um experimento estratosférico de pequena escala chamado SCoPEx. No entanto, a geoengenharia solar ainda é uma área pouco estudada e controversa, que enfrenta desafios científicos, políticos e éticos. Alguns cientistas pedem a proibição do desenvolvimento da técnica, enquanto outros defendem a necessidade de mais pesquisas e governança.

    A Make Sunsets é uma startup fundada por Luke Iseman, ex-diretor de hardware da Y Combinator, que diz ter realizado dois lançamentos de balão no México em abril deste ano, sem qualquer tipo de autorização ou monitoramento. Ele afirma que a empresa tem como missão “conseguir o máximo de resfriamento o mais rápido possível, com responsabilidade”, e que espera impulsionar o debate público e o campo científico sobre a geoengenharia solar. Ele reconhece que sua iniciativa é parte empreendedorismo e parte provocação, um ato de ativismo da geoengenharia.

    A empresa também está tentando vender “créditos de resfriamento” para futuros lançamentos, alegando que cada grama de partículas pode compensar o efeito de aquecimento de uma tonelada de carbono por um ano.

    A iniciativa da Make Sunsets tem gerado controvérsia e críticas de cientistas, ambientalistas e especialistas em governança climática, que consideram a geoengenharia solar uma técnica arriscada, prematura e desnecessária. Eles argumentam que a geoengenharia solar pode ter efeitos colaterais perigosos para o meio ambiente e a sociedade, como alterar os padrões de chuva, reduzir a camada de ozônio, provocar conflitos geopolíticos e desviar a atenção da redução das emissões de gases de efeito estufa.

    Além disso, eles questionam a credibilidade científica e ética da empresa, que não buscou nenhuma aprovação ou respaldo para seus experimentos, não monitorou os impactos de seus lançamentos e não se envolveu com o público ou as comunidades afetadas. Eles também criticam as alegações da empresa sobre os benefícios dos créditos de resfriamento, que não têm base em evidências nem valor para os mercados de crédito climático.

    A geoengenharia solar é um conjunto de tecnologias que visam refletir parte da luz solar de volta ao espaço, imitando um processo natural que ocorre após grandes erupções vulcânicas. A ideia é diminuir o aquecimento global causado pelo acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera. Uma das técnicas mais propostas é a injeção de aerossol na estratosfera, que consiste em liberar partículas refletoras como o dióxido de enxofre.

    A geoengenharia solar é apoiada por alguns defensores como Bill Gates, que doou milhões para pesquisas na área, e por um centro de pesquisa na Universidade Harvard (EUA), que planeja realizar um experimento estratosférico de pequena escala chamado SCoPEx. No entanto, a geoengenharia solar ainda é uma área pouco estudada e controversa, que enfrenta desafios científicos, políticos e éticos. Alguns cientistas pedem a proibição do desenvolvimento da técnica, enquanto outros defendem a necessidade de mais pesquisas e governança.

    A Make Sunsets é uma startup fundada por Luke Iseman, ex-diretor de hardware da Y Combinator, que diz ter realizado dois lançamentos de balão no México em abril deste ano, sem qualquer tipo de autorização ou monitoramento. Ele afirma que a empresa tem como missão “conseguir o máximo de resfriamento o mais rápido possível, com responsabilidade”, e que espera impulsionar o debate público e o campo científico sobre a geoengenharia solar. Ele reconhece que sua iniciativa é parte empreendedorismo e parte provocação, um ato de ativismo da geoengenharia.

  • Como Lula pretende usar o dinheiro dos brasileiros para ajudar a Argentina

    Como Lula pretende usar o dinheiro dos brasileiros para ajudar a Argentina

    A Argentina está passando por uma grave crise econômica e social, com alta inflação, baixo crescimento e dificuldades para pagar sua dívida externa.

    O presidente argentino, Alberto Fernández, veio ao Brasil nesta terça-feira (2) para pedir ajuda ao seu amigo e aliado político, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em declaração conjunta após a reunião bilateral, Lula afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. Segundo ele, isso inclui buscar uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para a Argentina e iniciar conversas com o Brics (grupo de países emergentes formado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) para socorrer a economia argentina.

    Lula também disse que pretende conversar com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para “tirar a faca do pescoço da Argentina”, que tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o organismo. Além disso, ele prometeu apoiar a exportação de gás de xisto de Vaca Muerta para o Brasil, através de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    As promessas de Lula geraram críticas de setores da oposição e da sociedade civil, que questionam se o presidente brasileiro está mais preocupado em acabar com a fome no Brasil ou em ajudar o exterior. Alguns analistas também alertam para os riscos de aumentar a dependência da Argentina em relação ao Brasil e de comprometer os recursos públicos brasileiros com projetos duvidosos ou inviáveis.

    O presidente argentino, Alberto Fernández, veio ao Brasil nesta terça-feira (2) para pedir ajuda ao seu amigo e aliado político, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em declaração conjunta após a reunião bilateral, Lula afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. Segundo ele, isso inclui buscar uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para a Argentina e iniciar conversas com o Brics (grupo de países emergentes formado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) para socorrer a economia argentina.

    Lula também disse que pretende conversar com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para “tirar a faca do pescoço da Argentina”, que tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o organismo. Além disso, ele prometeu apoiar a exportação de gás de xisto de Vaca Muerta para o Brasil, através de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    As promessas de Lula geraram críticas de setores da oposição e da sociedade civil, que questionam se o presidente brasileiro está mais preocupado em acabar com a fome no Brasil ou em ajudar o exterior. Alguns analistas também alertam para os riscos de aumentar a dependência da Argentina em relação ao Brasil e de comprometer os recursos públicos brasileiros com projetos duvidosos ou inviáveis.

  • OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    OMS declara fim da emergência global da Covid-19: o que isso significa?

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (5) que a Covid-19 não configura mais emergência em saúde pública de importância internacional.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

    De acordo com a entidade, o vírus se classifica agora como “problema de saúde estabelecido e contínuo”.

    A decisão foi baseada nas recomendações do Comitê de Emergência da OMS, que observou a tendência decrescente nas mortes por Covid-19, o avanço da vacinação em diversos países e a melhora da capacidade de resposta dos sistemas de saúde.

    No entanto, isso não significa que a pandemia acabou ou que os cuidados podem ser relaxados. A OMS alertou que o vírus continua circulando pelo mundo e que há risco de surgimento de novas variantes. Além disso, muitas regiões ainda enfrentam desafios para conter a transmissão e garantir o acesso às vacinas.

    A OMS declarou a Covid-19 como emergência global em 30 de janeiro de 2020, quando o vírus já havia se espalhado por mais de 19 países. Desde então, foram registrados mais de 765 milhões de casos e 6,9 milhões de mortes pela doença.

    A mudança de status da Covid-19 implica que a OMS não precisa mais convocar reuniões periódicas do Comitê de Emergência para avaliar a situação e emitir recomendações. No entanto, a organização continuará monitorando e apoiando os países no enfrentamento da pandemia.

  • Concessionários Peugeot-Citroën reclamam de carros defeituosos e ameaçam processar a Stellantis

    Concessionários Peugeot-Citroën reclamam de carros defeituosos e ameaçam processar a Stellantis

    A relação entre os concessionários brasileiros das marcas Peugeot e Citroën e a Stellantis, grupo controlador das duas empresas, está estremecida. 

    Segundo uma reportagem do UOL, as associações de concessionários enviaram uma carta à Stellantis alegando que os carros das marcas sofrem com falta de qualidade e de peças de reposição.

    Os concessionários afirmam que os problemas já foram apontados às marcas presencialmente e/ou de forma escrita, mas continuam afastando os clientes das lojas. Eles também reclamam do adiamento do lançamento do Citroën C3, que seria um dos principais atrativos para o mercado.

    Além disso, eles criticam a falta de resposta aos consumidores em canais como o Reclame Aqui e as redes sociais das marcas, onde há inúmeros comentários de clientes insatisfeitos com os veículos. Eles dizem que a insatisfação dos clientes tem gerado ações judiciais contra as concessionárias e prejudicado os bônus atrelados às pesquisas de qualidade.

    Os concessionários pedem que a Stellantis resolva urgentemente os problemas de peças e de qualidade dos carros, assuma a responsabilidade por falhas e/ou defeitos de fabricação e se abstenha de notificar as concessionárias por má gestão ou baixo índice em pesquisas de qualidade.

    A Stellantis, por sua vez, afirma que detém os mais rígidos testes de qualidade, alinhados com as melhores práticas globais e que inconvenientes pontuais de abastecimento de peças são tratados e corrigidos com a maior velocidade possível.

    Segundo uma reportagem do UOL, as associações de concessionários enviaram uma carta à Stellantis alegando que os carros das marcas sofrem com falta de qualidade e de peças de reposição.

    Os concessionários afirmam que os problemas já foram apontados às marcas presencialmente e/ou de forma escrita, mas continuam afastando os clientes das lojas. Eles também reclamam do adiamento do lançamento do Citroën C3, que seria um dos principais atrativos para o mercado.

    Além disso, eles criticam a falta de resposta aos consumidores em canais como o Reclame Aqui e as redes sociais das marcas, onde há inúmeros comentários de clientes insatisfeitos com os veículos. Eles dizem que a insatisfação dos clientes tem gerado ações judiciais contra as concessionárias e prejudicado os bônus atrelados às pesquisas de qualidade.

    Os concessionários pedem que a Stellantis resolva urgentemente os problemas de peças e de qualidade dos carros, assuma a responsabilidade por falhas e/ou defeitos de fabricação e se abstenha de notificar as concessionárias por má gestão ou baixo índice em pesquisas de qualidade.

    A Stellantis, por sua vez, afirma que detém os mais rígidos testes de qualidade, alinhados com as melhores práticas globais e que inconvenientes pontuais de abastecimento de peças são tratados e corrigidos com a maior velocidade possível.

  • Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    A inteligência artificial (IA) é um campo em constante evolução e competitivo, que pode definir o futuro da tecnologia.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

  • Lula se hospeda em hotel de luxo em Londres para coroação de Charles III

    Lula se hospeda em hotel de luxo em Londres para coroação de Charles III

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Londres para participar da coroação do rei Charles III do Reino Unido, que será realizada neste sábado (6) na Abadia de Westminster.

    Lula desembarcou na capital inglesa nesta sexta-feira (5) e à tarde se reúne com o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak.

    Para a sua estadia na cidade, Lula escolheu um hotel de luxo situado em Park Lane, na área de Mayfair. Trata-se do JW Marriott Grosvenor House London, um dos mais tradicionais e prestigiados hotéis da cidade, inaugurado em 1929 e frequentado pela realeza e por celebridades.

    O hotel oferece quartos espaçosos e elegantes, com vista para o Hyde Park, um dos principais parques de Londres. Os hóspedes podem desfrutar de um centro de fitness, um bar de coquetéis e um restaurante que serve cortes de carne grelhada e frutos do mar frescos. O hotel também conta com 31 salas de reuniões e acesso Wi-Fi gratuito nas áreas públicas.

    De acordo com o site Booking.com, o preço médio de uma diária no JW Marriott Grosvenor House London é de R$ 95 mil para um quarto duplo. No entanto, o valor pode variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e o tipo de acomodação.

    Um andar inteiro foi reservado para a comitiva brasileira. O Governo Federal não informou quem será responsável pelo pagamento da hospedagem.

    Lula desembarcou na capital inglesa nesta sexta-feira (5) e à tarde se reúne com o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak.

    Para a sua estadia na cidade, Lula escolheu um hotel de luxo situado em Park Lane, na área de Mayfair. Trata-se do JW Marriott Grosvenor House London, um dos mais tradicionais e prestigiados hotéis da cidade, inaugurado em 1929 e frequentado pela realeza e por celebridades.

    O hotel oferece quartos espaçosos e elegantes, com vista para o Hyde Park, um dos principais parques de Londres. Os hóspedes podem desfrutar de um centro de fitness, um bar de coquetéis e um restaurante que serve cortes de carne grelhada e frutos do mar frescos. O hotel também conta com 31 salas de reuniões e acesso Wi-Fi gratuito nas áreas públicas.

    De acordo com o site Booking.com, o preço médio de uma diária no JW Marriott Grosvenor House London é de R$ 95 mil para um quarto duplo. No entanto, o valor pode variar de acordo com a época do ano, a disponibilidade e o tipo de acomodação.

    Um andar inteiro foi reservado para a comitiva brasileira. O Governo Federal não informou quem será responsável pelo pagamento da hospedagem.

  • Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    Reforma tributária pode elevar isenção do IR para R$ 4 mil em 2025, diz Haddad

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (5) que a reforma tributária em discussão no Congresso pode permitir um aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 4 mil em 2025.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

    Em entrevista à rádio CBN, ele disse que a proposta do governo prevê uma simplificação e uma redistribuição da carga tributária, sem aumentar a arrecadação.

    Segundo Haddad, a reforma tributária vai reduzir os impostos sobre o consumo e aumentar os impostos sobre a renda e o patrimônio, especialmente dos mais ricos. Ele defendeu que essa mudança vai tornar o sistema tributário mais justo e eficiente, estimulando o crescimento econômico e a geração de empregos.

    O ministro explicou que o aumento da faixa de isenção do IR depende de outras medidas que vão compensar a perda de receita, como a revisão das deduções e das alíquotas. Ele disse que o governo está aberto ao diálogo com os parlamentares e com a sociedade para construir um consenso em torno da reforma.

    Haddad também comentou sobre outros temas relacionados à economia, como a inflação, o câmbio, o endividamento público e a retomada da atividade após a pandemia. Ele reafirmou o compromisso do governo com o teto de gastos e com a agenda de reformas estruturais.

  • Como Brasil e EUA podem se proteger das ameaças cibernéticas globais

    Como Brasil e EUA podem se proteger das ameaças cibernéticas globais

    A cibersegurança é um tema cada vez mais relevante e urgente em um mundo conectado e vulnerável a ataques cibernéticos.

    Segundo a MIT Technology Review Brasil, esses ataques aumentaram em 2021 e podem se tornar ainda mais frequentes e sofisticados em 2022. Diante desse cenário, como Brasil e Estados Unidos estão se preparando para enfrentar os desafios da cibersegurança?

    A matéria da MIT Technology Review Brasil analisa as estratégias nacionais de cibersegurança dos dois países e aponta as principais semelhanças e diferenças entre elas. Ambos reconhecem a importância de proteger seus interesses nacionais, seus cidadãos e suas instituições contra as ameaças cibernéticas, mas também enfrentam desafios como a falta de recursos humanos qualificados, a necessidade de cooperação internacional e a complexidade regulatória.

    O Brasil lançou sua Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (ENSC) em 2020, com o objetivo de fortalecer a governança, a capacitação, a inovação e a resiliência no campo da cibersegurança. A ENSC prevê a criação de uma Agência Nacional de Segurança Cibernética (ANSC), que seria responsável por coordenar as ações do governo e dos setores privado e acadêmico. Além disso, a ENSC busca promover a conscientização da sociedade sobre os riscos cibernéticos e incentivar o desenvolvimento de soluções nacionais de cibersegurança.

    Os Estados Unidos, por sua vez, têm uma longa trajetória na área de cibersegurança e contam com diversas agências e órgãos dedicados ao tema. Em 2021, o governo americano lançou uma nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (NCS), que visa proteger o país contra as ameaças cibernéticas provenientes de atores estatais e não estatais. A NCS enfatiza a importância de deter os adversários, defender os ativos críticos, capacitar os aliados e parceiros, e promover um ambiente internacional seguro e estável no ciberespaço.

    Apesar das iniciativas dos dois países, a matéria da MIT Technology Review Brasil questiona se essas estratégias nacionais de cibersegurança são suficientes para proteger nações e instituições contra os ataques cibernéticos. A matéria sugere que é preciso transformar as estratégias em ações efetivas, que envolvam não apenas o governo, mas também o setor privado, a academia e a sociedade civil. Além disso, é preciso investir em educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação em cibersegurança, bem como em cooperação regional e global para enfrentar os desafios comuns.

    Segundo a MIT Technology Review Brasil, esses ataques aumentaram em 2021 e podem se tornar ainda mais frequentes e sofisticados em 2022. Diante desse cenário, como Brasil e Estados Unidos estão se preparando para enfrentar os desafios da cibersegurança?

    A matéria da MIT Technology Review Brasil analisa as estratégias nacionais de cibersegurança dos dois países e aponta as principais semelhanças e diferenças entre elas. Ambos reconhecem a importância de proteger seus interesses nacionais, seus cidadãos e suas instituições contra as ameaças cibernéticas, mas também enfrentam desafios como a falta de recursos humanos qualificados, a necessidade de cooperação internacional e a complexidade regulatória.

    O Brasil lançou sua Estratégia Nacional de Segurança Cibernética (ENSC) em 2020, com o objetivo de fortalecer a governança, a capacitação, a inovação e a resiliência no campo da cibersegurança. A ENSC prevê a criação de uma Agência Nacional de Segurança Cibernética (ANSC), que seria responsável por coordenar as ações do governo e dos setores privado e acadêmico. Além disso, a ENSC busca promover a conscientização da sociedade sobre os riscos cibernéticos e incentivar o desenvolvimento de soluções nacionais de cibersegurança.

    Os Estados Unidos, por sua vez, têm uma longa trajetória na área de cibersegurança e contam com diversas agências e órgãos dedicados ao tema. Em 2021, o governo americano lançou uma nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (NCS), que visa proteger o país contra as ameaças cibernéticas provenientes de atores estatais e não estatais. A NCS enfatiza a importância de deter os adversários, defender os ativos críticos, capacitar os aliados e parceiros, e promover um ambiente internacional seguro e estável no ciberespaço.

    Apesar das iniciativas dos dois países, a matéria da MIT Technology Review Brasil questiona se essas estratégias nacionais de cibersegurança são suficientes para proteger nações e instituições contra os ataques cibernéticos. A matéria sugere que é preciso transformar as estratégias em ações efetivas, que envolvam não apenas o governo, mas também o setor privado, a academia e a sociedade civil. Além disso, é preciso investir em educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação em cibersegurança, bem como em cooperação regional e global para enfrentar os desafios comuns.

  • Sergei Krikalev: o cosmonauta que ficou no espaço enquanto a União Soviética se desfazia

    Sergei Krikalev: o cosmonauta que ficou no espaço enquanto a União Soviética se desfazia

    Imagine estar a 400 quilômetros de altura, orbitando a Terra a bordo de uma estação espacial, e descobrir que seu país não existe mais.

    Foi o que aconteceu com Sergei Krikalev, um cosmonauta russo que ficou conhecido como “o último cidadão soviético”.

    Em maio de 1991, ele partiu para uma missão de cinco meses na estação Mir, um símbolo do poder espacial da URSS. Mas enquanto ele realizava experimentos e reparos na estação, em solo a situação política se deteriorava rapidamente. Em agosto, houve uma tentativa de golpe contra o presidente Mikhail Gorbachev, que tentava reformar o país com sua política de “Perestroika”.

    Em dezembro, as repúblicas que formavam a União Soviética declararam sua independência e Gorbachev renunciou ao cargo. A URSS deixou de existir oficialmente em 26 de dezembro de 1991. Krikalev, que deveria ter voltado em outubro, ficou preso no espaço por falta de recursos e de uma nave para buscá-lo. Ele só retornou à Terra em março de 1992, depois de passar 311 dias no espaço.

    Ele saiu como soviético e voltou como russo. Durante esse tempo, ele teve que lidar com os efeitos físicos e psicológicos de estar tanto tempo longe de casa e sem saber o que o esperava. Ele também teve que conviver com diferentes colegas que foram e voltaram da estação. Apesar das dificuldades, ele nunca perdeu o ânimo e a paixão pelo espaço.

    Depois dessa missão, ele ainda foi ao espaço outras cinco vezes, participando de programas da NASA e da Estação Espacial Internacional. Ele se tornou um dos humanos com mais tempo acumulado no espaço: 803 dias, 9 horas e 39 minutos.

    Ele se aposentou como cosmonauta em 2009 e atualmente é diretor do Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin.

    Foi o que aconteceu com Sergei Krikalev, um cosmonauta russo que ficou conhecido como “o último cidadão soviético”.

    Em maio de 1991, ele partiu para uma missão de cinco meses na estação Mir, um símbolo do poder espacial da URSS. Mas enquanto ele realizava experimentos e reparos na estação, em solo a situação política se deteriorava rapidamente. Em agosto, houve uma tentativa de golpe contra o presidente Mikhail Gorbachev, que tentava reformar o país com sua política de “Perestroika”.

    Em dezembro, as repúblicas que formavam a União Soviética declararam sua independência e Gorbachev renunciou ao cargo. A URSS deixou de existir oficialmente em 26 de dezembro de 1991. Krikalev, que deveria ter voltado em outubro, ficou preso no espaço por falta de recursos e de uma nave para buscá-lo. Ele só retornou à Terra em março de 1992, depois de passar 311 dias no espaço.

    Ele saiu como soviético e voltou como russo. Durante esse tempo, ele teve que lidar com os efeitos físicos e psicológicos de estar tanto tempo longe de casa e sem saber o que o esperava. Ele também teve que conviver com diferentes colegas que foram e voltaram da estação. Apesar das dificuldades, ele nunca perdeu o ânimo e a paixão pelo espaço.

    Depois dessa missão, ele ainda foi ao espaço outras cinco vezes, participando de programas da NASA e da Estação Espacial Internacional. Ele se tornou um dos humanos com mais tempo acumulado no espaço: 803 dias, 9 horas e 39 minutos.

    Ele se aposentou como cosmonauta em 2009 e atualmente é diretor do Centro de Treinamento de Cosmonautas Yuri Gagarin.