Tag: Brasil

  • Nasa traz amostra de asteroide que pode revelar segredos do universo

    Nasa traz amostra de asteroide que pode revelar segredos do universo

    A Nasa, a agência espacial americana, conseguiu um feito histórico: trazer para a Terra a maior e primeira amostra de um asteroide já coletada por ela.

    A sonda Osiris-Rex, que carregava a amostra, pousou no deserto de Utah, nos Estados Unidos, neste domingo (24), após uma viagem de quase três anos pelo espaço.

    A amostra foi obtida do asteroide Bennu, um corpo celeste com cerca de 500 metros de diâmetro que orbita o Sol a uma distância média de 200 milhões de quilômetros da Terra. Bennu é considerado um dos asteroides mais antigos e primitivos do Sistema Solar, formado há cerca de 4,5 bilhões de anos.

    Os cientistas da Nasa acreditam que a amostra contém cerca de 250 gramas de material rico em carbono e água, que pode revelar pistas sobre a origem do Sistema Solar e da vida na Terra. Além disso, o estudo do asteroide pode ajudar a entender os riscos de impacto com a Terra, já que Bennu tem uma pequena chance de colidir com o nosso planeta no futuro.

    A amostra será transferida para o Centro Espacial Johnson em Houston, onde será examinada por cientistas da Nasa e de outros países. Os resultados iniciais devem ser divulgados em 11 de outubro. A Nasa pretende compartilhar parte da amostra com outras instituições e agências espaciais, como a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA).

    A missão Osiris-Rex foi lançada em 2016 e custou cerca de US$ 1 bilhão. Ela é considerada uma das mais ambiciosas e complexas da história da exploração espacial. A sonda chegou ao asteroide Bennu em 2018 e passou dois anos mapeando sua superfície. Em outubro de 2020, ela realizou uma manobra arriscada para coletar a amostra, tocando o asteroide por apenas seis segundos e disparando uma rajada de gás nitrogênio para soltar o material.

    A sonda ainda tem combustível suficiente para continuar sua jornada pelo espaço e visitar outros asteroides. A Nasa planeja escolher um novo destino para ela em 2024.

    A sonda Osiris-Rex, que carregava a amostra, pousou no deserto de Utah, nos Estados Unidos, neste domingo (24), após uma viagem de quase três anos pelo espaço.

    A amostra foi obtida do asteroide Bennu, um corpo celeste com cerca de 500 metros de diâmetro que orbita o Sol a uma distância média de 200 milhões de quilômetros da Terra. Bennu é considerado um dos asteroides mais antigos e primitivos do Sistema Solar, formado há cerca de 4,5 bilhões de anos.

    Os cientistas da Nasa acreditam que a amostra contém cerca de 250 gramas de material rico em carbono e água, que pode revelar pistas sobre a origem do Sistema Solar e da vida na Terra. Além disso, o estudo do asteroide pode ajudar a entender os riscos de impacto com a Terra, já que Bennu tem uma pequena chance de colidir com o nosso planeta no futuro.

    A amostra será transferida para o Centro Espacial Johnson em Houston, onde será examinada por cientistas da Nasa e de outros países. Os resultados iniciais devem ser divulgados em 11 de outubro. A Nasa pretende compartilhar parte da amostra com outras instituições e agências espaciais, como a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA).

    A missão Osiris-Rex foi lançada em 2016 e custou cerca de US$ 1 bilhão. Ela é considerada uma das mais ambiciosas e complexas da história da exploração espacial. A sonda chegou ao asteroide Bennu em 2018 e passou dois anos mapeando sua superfície. Em outubro de 2020, ela realizou uma manobra arriscada para coletar a amostra, tocando o asteroide por apenas seis segundos e disparando uma rajada de gás nitrogênio para soltar o material.

    A sonda ainda tem combustível suficiente para continuar sua jornada pelo espaço e visitar outros asteroides. A Nasa planeja escolher um novo destino para ela em 2024.

  • Pesquisa alerta para variantes do vírus da raiva em morcegos e saguis no Ceará

    Pesquisa alerta para variantes do vírus da raiva em morcegos e saguis no Ceará

    Uma pesquisa financiada pela Fapesp e coordenada pela EPM-Unifesp revelou a presença de variantes do vírus da raiva em morcegos de 15 espécies e saguis-de-tufo-branco no estado do Ceará.

    O estudo, publicado na revista Scientific Reports, alerta para o risco de transmissão para humanos e a importância da prevenção e da vigilância.

    Os pesquisadores analisaram 1.074 amostras de cérebro de morcegos coletadas entre 2011 e 2018 em 30 municípios do Ceará. Eles encontraram o vírus da raiva em 41 amostras, pertencentes a 15 espécies diferentes de morcegos. A maioria dos morcegos infectados eram insetívoros, mas também havia frugívoros e hematófagos.

    Os cientistas também sequenciaram o genoma completo do vírus em 18 amostras de morcegos e quatro de saguis-de-tufo-branco, que são primatas nativos da Mata Atlântica que foram introduzidos no Nordeste brasileiro há cerca de um século. Eles descobriram que as variantes do vírus encontradas nos morcegos e nos saguis eram muito semelhantes entre si e também com aquelas que já causaram casos fatais de raiva humana no Ceará.

    Segundo os autores, isso indica que há uma circulação intensa do vírus entre esses animais e que eles podem representar uma fonte potencial de infecção para humanos. Um agricultor de 36 anos foi a última vítima fatal da raiva no estado, em abril de 2023, após ser atacado por um sagui em fevereiro. Desde 1991, foram registrados 15 óbitos por raiva humana no Ceará, todos relacionados ao contato com saguis.

    A pesquisa recomenda que as pessoas não toquem em morcegos e outros mamíferos selvagens e que procurem atendimento médico imediato em caso de contato direto. Além disso, sugere que sejam feitos estudos adicionais para entender a dinâmica de circulação do vírus e a sua relação com os hospedeiros.

    O estudo, publicado na revista Scientific Reports, alerta para o risco de transmissão para humanos e a importância da prevenção e da vigilância.

    Os pesquisadores analisaram 1.074 amostras de cérebro de morcegos coletadas entre 2011 e 2018 em 30 municípios do Ceará. Eles encontraram o vírus da raiva em 41 amostras, pertencentes a 15 espécies diferentes de morcegos. A maioria dos morcegos infectados eram insetívoros, mas também havia frugívoros e hematófagos.

    Os cientistas também sequenciaram o genoma completo do vírus em 18 amostras de morcegos e quatro de saguis-de-tufo-branco, que são primatas nativos da Mata Atlântica que foram introduzidos no Nordeste brasileiro há cerca de um século. Eles descobriram que as variantes do vírus encontradas nos morcegos e nos saguis eram muito semelhantes entre si e também com aquelas que já causaram casos fatais de raiva humana no Ceará.

    Segundo os autores, isso indica que há uma circulação intensa do vírus entre esses animais e que eles podem representar uma fonte potencial de infecção para humanos. Um agricultor de 36 anos foi a última vítima fatal da raiva no estado, em abril de 2023, após ser atacado por um sagui em fevereiro. Desde 1991, foram registrados 15 óbitos por raiva humana no Ceará, todos relacionados ao contato com saguis.

    A pesquisa recomenda que as pessoas não toquem em morcegos e outros mamíferos selvagens e que procurem atendimento médico imediato em caso de contato direto. Além disso, sugere que sejam feitos estudos adicionais para entender a dinâmica de circulação do vírus e a sua relação com os hospedeiros.

  • Febre do Nilo: conheça a doença transmitida por mosquitos que pode afetar o cérebro

    Febre do Nilo: conheça a doença transmitida por mosquitos que pode afetar o cérebro

    A febre do Nilo é uma doença causada por um vírus que pode afetar o sistema nervoso e provocar complicações graves.

    A doença é transmitida pela picada de mosquitos que se infectam ao picar aves contaminadas. Saiba mais sobre essa doença rara no Brasil, seus sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a febre do Nilo?

    A febre do Nilo é uma doença infecciosa causada pelo vírus do Nilo Ocidental, que pertence à família dos flavivírus, a mesma da dengue, da zika e da febre amarela. O vírus foi descoberto em 1937, na região do Nilo, no Egito, e desde então se espalhou por vários continentes, causando surtos em países da África, da Europa, da Ásia e da América.

    O vírus do Nilo Ocidental infecta principalmente as aves, que servem como reservatórios e fontes de infecção para os mosquitos. Os mosquitos do gênero Culex, também conhecidos como pernilongos, são os principais vetores da doença. Eles se contaminam ao picar aves infectadas e podem transmitir o vírus para outros animais ou para os humanos.

    Os humanos e outros mamíferos são hospedeiros acidentais do vírus, ou seja, não participam da cadeia de transmissão. Isso significa que uma pessoa infectada não pode transmitir o vírus para outra pessoa ou para um mosquito.

    Quais são os sintomas da febre do Nilo?

    A maioria das pessoas infectadas pelo vírus do Nilo Ocidental não apresenta sintomas ou tem apenas uma febre leve e passageira. Esses casos são chamados de infecções subclínicas ou assintomáticas.

    No entanto, em cerca de 20% dos casos, o vírus pode causar uma doença mais severa, chamada de febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva. Essa forma da doença ocorre quando o vírus invade o sistema nervoso e provoca inflamação no cérebro (encefalite), nas meninges (meningite) ou na medula espinhal (poliomielite).

    Os sintomas da febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva podem incluir:

    • Febre alta
    • Dor de cabeça
    • Rigidez no pescoço
    • Confusão mental
    • Convulsões
    • Fraqueza muscular
    • Paralisia
    • Coma

    Esses sintomas podem aparecer entre 3 a 14 dias após a picada do mosquito infectado. A febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva é uma doença grave, que pode levar à morte ou deixar sequelas neurológicas permanentes.

    As pessoas com maior risco de desenvolver a forma neuroinvasiva da doença são aquelas com o sistema imunológico enfraquecido, como idosos, crianças, gestantes ou portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou HIV.

    Como é feito o diagnóstico e o tratamento da febre do Nilo?

    O diagnóstico da febre do Nilo é feito por meio de exames laboratoriais que detectam a presença do vírus ou de anticorpos no sangue ou no líquido cefalorraquidiano (líquido que banha o cérebro e a medula espinhal).

    Não há vacina ou tratamento específico para a febre do Nilo. O tratamento é apenas sintomático, com o uso de medicamentos para aliviar a febre, a dor e o mal-estar. Nos casos mais graves, pode ser necessário o uso de suporte respiratório ou neurológico em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

    Como se prevenir da febre do Nilo?

    A prevenção da febre do Nilo depende do controle dos mosquitos transmissores e da proteção individual contra as picadas. Algumas medidas que podem ser adotadas são:

    • Eliminar os possíveis criadouros dos mosquitos, como recipientes com água parada, pneus, latas, garrafas, etc.
    • Usar repelentes à base de DEET, icaridina ou IR3535 na pele exposta, seguindo as orientações do fabricante.
    • Usar roupas claras, compridas e que cubram o máximo possível do corpo.
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada dos mosquitos.
    • Evitar sair ao ar livre no período de maior atividade dos mosquitos, que é o crepúsculo e o amanhecer.
    • Evitar o contato com aves doentes ou mortas, que podem estar infectadas pelo vírus.

    Qual é a situação da febre do Nilo no Brasil?

    A febre do Nilo é uma doença rara no Brasil. O primeiro caso confirmado foi registrado em 2014, no estado do Piauí. Tratava-se de um homem de 52 anos que apresentou quadro de encefalite e ficou com sequelas neurológicas.

    Desde então, houve poucos casos esporádicos em outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. O último caso notificado foi em 2019, em uma mulher de 35 anos que morava em Pernambuco.

    A vigilância epidemiológica é importante para detectar precocemente os casos de febre do Nilo e evitar surtos da doença. As autoridades sanitárias devem monitorar a circulação do vírus entre as aves e os mosquitos e alertar a população sobre os riscos e as medidas de prevenção.

    A doença é transmitida pela picada de mosquitos que se infectam ao picar aves contaminadas. Saiba mais sobre essa doença rara no Brasil, seus sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a febre do Nilo?

    A febre do Nilo é uma doença infecciosa causada pelo vírus do Nilo Ocidental, que pertence à família dos flavivírus, a mesma da dengue, da zika e da febre amarela. O vírus foi descoberto em 1937, na região do Nilo, no Egito, e desde então se espalhou por vários continentes, causando surtos em países da África, da Europa, da Ásia e da América.

    O vírus do Nilo Ocidental infecta principalmente as aves, que servem como reservatórios e fontes de infecção para os mosquitos. Os mosquitos do gênero Culex, também conhecidos como pernilongos, são os principais vetores da doença. Eles se contaminam ao picar aves infectadas e podem transmitir o vírus para outros animais ou para os humanos.

    Os humanos e outros mamíferos são hospedeiros acidentais do vírus, ou seja, não participam da cadeia de transmissão. Isso significa que uma pessoa infectada não pode transmitir o vírus para outra pessoa ou para um mosquito.

    Quais são os sintomas da febre do Nilo?

    A maioria das pessoas infectadas pelo vírus do Nilo Ocidental não apresenta sintomas ou tem apenas uma febre leve e passageira. Esses casos são chamados de infecções subclínicas ou assintomáticas.

    No entanto, em cerca de 20% dos casos, o vírus pode causar uma doença mais severa, chamada de febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva. Essa forma da doença ocorre quando o vírus invade o sistema nervoso e provoca inflamação no cérebro (encefalite), nas meninges (meningite) ou na medula espinhal (poliomielite).

    Os sintomas da febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva podem incluir:

    • Febre alta
    • Dor de cabeça
    • Rigidez no pescoço
    • Confusão mental
    • Convulsões
    • Fraqueza muscular
    • Paralisia
    • Coma

    Esses sintomas podem aparecer entre 3 a 14 dias após a picada do mosquito infectado. A febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva é uma doença grave, que pode levar à morte ou deixar sequelas neurológicas permanentes.

    As pessoas com maior risco de desenvolver a forma neuroinvasiva da doença são aquelas com o sistema imunológico enfraquecido, como idosos, crianças, gestantes ou portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou HIV.

    Como é feito o diagnóstico e o tratamento da febre do Nilo?

    O diagnóstico da febre do Nilo é feito por meio de exames laboratoriais que detectam a presença do vírus ou de anticorpos no sangue ou no líquido cefalorraquidiano (líquido que banha o cérebro e a medula espinhal).

    Não há vacina ou tratamento específico para a febre do Nilo. O tratamento é apenas sintomático, com o uso de medicamentos para aliviar a febre, a dor e o mal-estar. Nos casos mais graves, pode ser necessário o uso de suporte respiratório ou neurológico em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

    Como se prevenir da febre do Nilo?

    A prevenção da febre do Nilo depende do controle dos mosquitos transmissores e da proteção individual contra as picadas. Algumas medidas que podem ser adotadas são:

    • Eliminar os possíveis criadouros dos mosquitos, como recipientes com água parada, pneus, latas, garrafas, etc.
    • Usar repelentes à base de DEET, icaridina ou IR3535 na pele exposta, seguindo as orientações do fabricante.
    • Usar roupas claras, compridas e que cubram o máximo possível do corpo.
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada dos mosquitos.
    • Evitar sair ao ar livre no período de maior atividade dos mosquitos, que é o crepúsculo e o amanhecer.
    • Evitar o contato com aves doentes ou mortas, que podem estar infectadas pelo vírus.

    Qual é a situação da febre do Nilo no Brasil?

    A febre do Nilo é uma doença rara no Brasil. O primeiro caso confirmado foi registrado em 2014, no estado do Piauí. Tratava-se de um homem de 52 anos que apresentou quadro de encefalite e ficou com sequelas neurológicas.

    Desde então, houve poucos casos esporádicos em outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. O último caso notificado foi em 2019, em uma mulher de 35 anos que morava em Pernambuco.

    A vigilância epidemiológica é importante para detectar precocemente os casos de febre do Nilo e evitar surtos da doença. As autoridades sanitárias devem monitorar a circulação do vírus entre as aves e os mosquitos e alertar a população sobre os riscos e as medidas de prevenção.

  • Ar condicionado inverter: o que é e quais são as vantagens

    Ar condicionado inverter: o que é e quais são as vantagens

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que promete mais economia, menos ruído e maior conforto na hora de climatizar o ambiente.

    Mas como funciona o ar condicionado inverter e quais são as diferenças em relação aos aparelhos convencionais?

    Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa inovação.

    O ar condicionado inverter é um tipo de aparelho que usa um sistema eletrônico para controlar a velocidade do compressor, que é a peça responsável por comprimir o gás refrigerante e gerar o frio ou o calor. O compressor do ar condicionado inverter pode variar entre alta e baixa rotação, de acordo com a necessidade de refrigeração ou aquecimento do ambiente.

    Isso faz com que o ar condicionado inverter seja mais eficiente do que os aparelhos convencionais, que ligam e desligam o compressor constantemente, causando oscilações na temperatura e picos de energia. O ar condicionado inverter mantém a temperatura estável, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    As vantagens do ar condicionado inverter são:

    • Economia de energia: os fabricantes estimam que o ar condicionado inverter pode reduzir o consumo de energia em até 40% em relação aos aparelhos convencionais, pois o compressor funciona em uma rotação mais baixa quando a temperatura está próxima da ideal, consumindo menos eletricidade.

    • Menos ruído: o ar condicionado inverter também é mais silencioso, pois o compressor não faz barulho ao ligar ou desligar, e opera em uma rotação mais suave quando a temperatura está equilibrada.

    • Maior conforto: o ar condicionado inverter proporciona um maior conforto térmico, pois mantém a temperatura constante, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois oferece benefícios tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente.

    Mas como funciona o ar condicionado inverter e quais são as diferenças em relação aos aparelhos convencionais?

    Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa inovação.

    O ar condicionado inverter é um tipo de aparelho que usa um sistema eletrônico para controlar a velocidade do compressor, que é a peça responsável por comprimir o gás refrigerante e gerar o frio ou o calor. O compressor do ar condicionado inverter pode variar entre alta e baixa rotação, de acordo com a necessidade de refrigeração ou aquecimento do ambiente.

    Isso faz com que o ar condicionado inverter seja mais eficiente do que os aparelhos convencionais, que ligam e desligam o compressor constantemente, causando oscilações na temperatura e picos de energia. O ar condicionado inverter mantém a temperatura estável, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    As vantagens do ar condicionado inverter são:

    • Economia de energia: os fabricantes estimam que o ar condicionado inverter pode reduzir o consumo de energia em até 40% em relação aos aparelhos convencionais, pois o compressor funciona em uma rotação mais baixa quando a temperatura está próxima da ideal, consumindo menos eletricidade.

    • Menos ruído: o ar condicionado inverter também é mais silencioso, pois o compressor não faz barulho ao ligar ou desligar, e opera em uma rotação mais suave quando a temperatura está equilibrada.

    • Maior conforto: o ar condicionado inverter proporciona um maior conforto térmico, pois mantém a temperatura constante, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois oferece benefícios tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente.

  • FGTS Digital: o que é e como funciona o novo sistema de arrecadação do Fundo

    FGTS Digital: o que é e como funciona o novo sistema de arrecadação do Fundo

    O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito dos trabalhadores brasileiros que consiste em um depósito mensal, feito pelo empregador, em uma conta vinculada ao contrato de trabalho.

    O FGTS pode ser sacado em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria, entre outras.

    Para facilitar a gestão e o controle do FGTS, o governo federal lançou o FGTS Digital, um novo sistema integrado de arrecadação do Fundo. O FGTS Digital entrou em vigor no dia 01/01/2024, substituindo os sistemas da Caixa Econômica Federal. Antes disso, houve um período de testes em Produção Limitada, que começou no dia 18/08/2023 e terminou no dia 10/11/2023.

    O objetivo do FGTS Digital é aperfeiçoar a arrecadação, a prestação de informações aos trabalhadores e empregadores, a apuração, o lançamento e a cobrança dos recursos do FGTS . A especificação e implantação do Sistema FGTS Digital está sob responsabilidade da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada à Secretaria de Trabalho (STRAB), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    O FGTS Digital utiliza as remunerações declaradas no eSocial – onde os débitos são individualizados desde a sua origem – para gerar guias rápidas e personalizadas, inclusive recolher várias competências em um único documento, reduzindo custos operacionais e tempo nessas atividades. Além disso, os processos de estorno, restituição, compensação e parcelamento serão 100% digitais. Várias ferramentas permitirão a gestão e transparência completa da relação do empregador com o Fundo, com diversos relatórios dos recolhimentos efetuados, extratos consolidados ou detalhados por trabalhadores e consultas para verificar pendências que impactam a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS – CRF.

    O FGTS Digital também conta com um serviço de caixa postal, onde os empregadores podem receber notificações sobre o FGTS. Por exemplo, se houver algum erro ou inconsistência nas informações prestadas, o empregador será avisado por meio da caixa postal e poderá corrigir o problema antes do vencimento da guia.

    Para saber mais sobre o FGTS Digital, você pode acessar o [Portal do FGTS Digital] ou o [site do Ministério do Trabalho e Emprego]. Lá você encontrará mais detalhes sobre o funcionamento, as vantagens e as obrigações do novo sistema.

    O FGTS pode ser sacado em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria, entre outras.

    Para facilitar a gestão e o controle do FGTS, o governo federal lançou o FGTS Digital, um novo sistema integrado de arrecadação do Fundo. O FGTS Digital entrou em vigor no dia 01/01/2024, substituindo os sistemas da Caixa Econômica Federal. Antes disso, houve um período de testes em Produção Limitada, que começou no dia 18/08/2023 e terminou no dia 10/11/2023.

    O objetivo do FGTS Digital é aperfeiçoar a arrecadação, a prestação de informações aos trabalhadores e empregadores, a apuração, o lançamento e a cobrança dos recursos do FGTS . A especificação e implantação do Sistema FGTS Digital está sob responsabilidade da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada à Secretaria de Trabalho (STRAB), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    O FGTS Digital utiliza as remunerações declaradas no eSocial – onde os débitos são individualizados desde a sua origem – para gerar guias rápidas e personalizadas, inclusive recolher várias competências em um único documento, reduzindo custos operacionais e tempo nessas atividades. Além disso, os processos de estorno, restituição, compensação e parcelamento serão 100% digitais. Várias ferramentas permitirão a gestão e transparência completa da relação do empregador com o Fundo, com diversos relatórios dos recolhimentos efetuados, extratos consolidados ou detalhados por trabalhadores e consultas para verificar pendências que impactam a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS – CRF.

    O FGTS Digital também conta com um serviço de caixa postal, onde os empregadores podem receber notificações sobre o FGTS. Por exemplo, se houver algum erro ou inconsistência nas informações prestadas, o empregador será avisado por meio da caixa postal e poderá corrigir o problema antes do vencimento da guia.

    Para saber mais sobre o FGTS Digital, você pode acessar o [Portal do FGTS Digital] ou o [site do Ministério do Trabalho e Emprego]. Lá você encontrará mais detalhes sobre o funcionamento, as vantagens e as obrigações do novo sistema.

  • Ação humana é a principal causa das temperaturas extremas, diz relatório da ONU

    Ação humana é a principal causa das temperaturas extremas, diz relatório da ONU

    Um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um órgão da ONU, afirma que a influência humana no aquecimento do planeta é inequívoca e inquestionável.

    O relatório alerta que as temperaturas vão continuar a subir até meados deste século em todos os cenários projetados para as emissões de gases de efeito estufa, e que o aquecimento de 1,5°C a 2°C será ultrapassado ainda neste século se não houver uma forte e profunda redução nas emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa.

    O aquecimento global é causado principalmente pelo uso humano de combustíveis fósseis, como petróleo, gás e carvão, para casas, fábricas e transporte. Quando esses combustíveis queimam, eles liberam gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2). Esses gases retêm o calor do Sol e fazem com que a temperatura do planeta aumente.

    As temperaturas extremas afetam todos os aspectos da vida humana e da natureza. Elas podem provocar secas, enchentes, incêndios florestais, ondas de calor, ciclones tropicais, aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies. Além disso, elas podem causar riscos à saúde humana, como doenças cardiovasculares, alergias, diabetes e complicações pulmonares.

    O relatório do IPCC aponta que muitas das mudanças observadas no clima não têm precedentes ao longo de séculos e até milhares de anos, e que algumas delas são irreversíveis ao longo de centenas a milhares de anos. No entanto, o relatório também indica que reduções fortes e sustentadas na emissão de CO2 ainda podem limitar as mudanças climáticas, mas que pode levar até 30 anos para que as temperaturas se estabilizem.

    O relatório do IPCC é baseado em mais de 14 mil estudos científicos revisados por pares e envolveu mais de 200 autores de 66 países. O relatório é considerado o mais abrangente e atualizado sobre o estado do clima e os possíveis cenários futuros.

    O relatório do IPCC é um alerta para a urgência de uma ação global para combater as mudanças climáticas e seus impactos. O relatório também é uma fonte de informação para os governos, as empresas, as organizações e os cidadãos que querem tomar decisões informadas sobre como reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se adaptar aos efeitos das temperaturas extremas.

    O relatório alerta que as temperaturas vão continuar a subir até meados deste século em todos os cenários projetados para as emissões de gases de efeito estufa, e que o aquecimento de 1,5°C a 2°C será ultrapassado ainda neste século se não houver uma forte e profunda redução nas emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa.

    O aquecimento global é causado principalmente pelo uso humano de combustíveis fósseis, como petróleo, gás e carvão, para casas, fábricas e transporte. Quando esses combustíveis queimam, eles liberam gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2). Esses gases retêm o calor do Sol e fazem com que a temperatura do planeta aumente.

    As temperaturas extremas afetam todos os aspectos da vida humana e da natureza. Elas podem provocar secas, enchentes, incêndios florestais, ondas de calor, ciclones tropicais, aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies. Além disso, elas podem causar riscos à saúde humana, como doenças cardiovasculares, alergias, diabetes e complicações pulmonares.

    O relatório do IPCC aponta que muitas das mudanças observadas no clima não têm precedentes ao longo de séculos e até milhares de anos, e que algumas delas são irreversíveis ao longo de centenas a milhares de anos. No entanto, o relatório também indica que reduções fortes e sustentadas na emissão de CO2 ainda podem limitar as mudanças climáticas, mas que pode levar até 30 anos para que as temperaturas se estabilizem.

    O relatório do IPCC é baseado em mais de 14 mil estudos científicos revisados por pares e envolveu mais de 200 autores de 66 países. O relatório é considerado o mais abrangente e atualizado sobre o estado do clima e os possíveis cenários futuros.

    O relatório do IPCC é um alerta para a urgência de uma ação global para combater as mudanças climáticas e seus impactos. O relatório também é uma fonte de informação para os governos, as empresas, as organizações e os cidadãos que querem tomar decisões informadas sobre como reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se adaptar aos efeitos das temperaturas extremas.

  • Maconha: entenda a diferença entre o uso recreativo e o uso medicinal

    Maconha: entenda a diferença entre o uso recreativo e o uso medicinal

    A maconha é uma planta que contém mais de 100 substâncias químicas chamadas canabinoides, que podem afetar o cérebro e o corpo de diferentes maneiras.

    Entre os canabinoides mais conhecidos estão o THC (tetraidrocanabinol) e o CBD (canabidiol), que têm efeitos opostos: o THC é responsável pelos efeitos psicoativos da maconha, como euforia, alteração da percepção e aumento do apetite, enquanto o CBD tem propriedades anti-inflamatórias, anticonvulsivantes e ansiolíticas, sem causar alterações na mente.

    A maconha pode ser usada de forma recreativa ou medicinal, dependendo da forma de consumo, do objetivo e da legalidade. Veja as principais diferenças entre esses dois tipos de uso:

    • A forma de consumo: quem usa maconha de forma recreativa geralmente fuma, vaporiza ou ingere a planta, que pode ter altas concentrações de THC. Essa forma de consumo pode trazer riscos à saúde física e mental, como dependência, problemas respiratórios, psicoses ou prejuízos cognitivos. Quem usa maconha de forma medicinal utiliza produtos controlados e padronizados, como óleos, cápsulas ou sprays, que contêm doses específicas de canabinoides, como CBD e THC, que têm propriedades terapêuticas. Esses produtos são prescritos por médicos e autorizados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

    • O objetivo: quem usa maconha de forma recreativa busca obter prazer, diversão ou relaxamento, mas pode ter efeitos indesejados, como ansiedade, paranoia ou taquicardia. Quem usa maconha de forma medicinal busca tratar condições médicas e proporcionar alívio aos pacientes, como redução de dor, espasmos, convulsões, náuseas, ansiedade ou depressão. A maconha medicinal pode ser usada para tratar doenças como esclerose múltipla, epilepsia, câncer, glaucoma, Parkinson, Alzheimer e fibromialgia.

    • A legalidade: o uso recreativo da maconha é proibido no Brasil e em muitos países do mundo, sendo considerado um crime sujeito a penalidades. O uso medicinal da maconha é permitido no Brasil desde 2015, mediante prescrição médica e autorização da Anvisa . No entanto, ainda há muitas barreiras burocráticas e regulatórias para o acesso dos pacientes aos produtos à base de maconha. Alguns pacientes recorrem à importação dos produtos do exterior ou ao cultivo doméstico da planta com autorização judicial .

    A maconha é uma planta complexa e controversa, que ainda precisa de mais estudos científicos para comprovar seus benefícios e riscos. Enquanto isso, é importante estar bem informado sobre as diferenças entre o uso recreativo e o uso medicinal da maconha.

    Entre os canabinoides mais conhecidos estão o THC (tetraidrocanabinol) e o CBD (canabidiol), que têm efeitos opostos: o THC é responsável pelos efeitos psicoativos da maconha, como euforia, alteração da percepção e aumento do apetite, enquanto o CBD tem propriedades anti-inflamatórias, anticonvulsivantes e ansiolíticas, sem causar alterações na mente.

    A maconha pode ser usada de forma recreativa ou medicinal, dependendo da forma de consumo, do objetivo e da legalidade. Veja as principais diferenças entre esses dois tipos de uso:

    • A forma de consumo: quem usa maconha de forma recreativa geralmente fuma, vaporiza ou ingere a planta, que pode ter altas concentrações de THC. Essa forma de consumo pode trazer riscos à saúde física e mental, como dependência, problemas respiratórios, psicoses ou prejuízos cognitivos. Quem usa maconha de forma medicinal utiliza produtos controlados e padronizados, como óleos, cápsulas ou sprays, que contêm doses específicas de canabinoides, como CBD e THC, que têm propriedades terapêuticas. Esses produtos são prescritos por médicos e autorizados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

    • O objetivo: quem usa maconha de forma recreativa busca obter prazer, diversão ou relaxamento, mas pode ter efeitos indesejados, como ansiedade, paranoia ou taquicardia. Quem usa maconha de forma medicinal busca tratar condições médicas e proporcionar alívio aos pacientes, como redução de dor, espasmos, convulsões, náuseas, ansiedade ou depressão. A maconha medicinal pode ser usada para tratar doenças como esclerose múltipla, epilepsia, câncer, glaucoma, Parkinson, Alzheimer e fibromialgia.

    • A legalidade: o uso recreativo da maconha é proibido no Brasil e em muitos países do mundo, sendo considerado um crime sujeito a penalidades. O uso medicinal da maconha é permitido no Brasil desde 2015, mediante prescrição médica e autorização da Anvisa . No entanto, ainda há muitas barreiras burocráticas e regulatórias para o acesso dos pacientes aos produtos à base de maconha. Alguns pacientes recorrem à importação dos produtos do exterior ou ao cultivo doméstico da planta com autorização judicial .

    A maconha é uma planta complexa e controversa, que ainda precisa de mais estudos científicos para comprovar seus benefícios e riscos. Enquanto isso, é importante estar bem informado sobre as diferenças entre o uso recreativo e o uso medicinal da maconha.

  • Alimentos orgânicos são melhores? Especialista diz que não

    Alimentos orgânicos são melhores? Especialista diz que não

    Você já se perguntou se vale a pena pagar mais caro por alimentos orgânicos?

    Segundo um especialista em agricultura e alimentação, a resposta é não. Robert Paarlberg, professor visitante de políticas públicas na Harvard Kennedy School, publicou um artigo na Harvard Gazette em que questiona os benefícios dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

    Paarlberg afirma que não há evidências confiáveis de que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou seguros do que os convencionais. Ele cita um estudo da Universidade de Stanford que analisou 237 pesquisas comparativas e não encontrou diferenças significativas na qualidade nutricional ou no risco de contaminação por pesticidas entre os dois tipos de alimentos.

    Além disso, ele argumenta que a proibição de fertilizantes e pesticidas sintéticos na produção orgânica aumenta os custos e os impactos ambientais. Ele explica que os fertilizantes orgânicos, como o esterco animal, requerem mais terra e água para serem produzidos, e que os pesticidas orgânicos, como o cobre, podem ser mais tóxicos do que os sintéticos. Ele também diz que a produção orgânica tem menor rendimento por hectare, o que significa que é preciso mais terra para produzir a mesma quantidade de alimentos.

    Paarlberg reconhece que os alimentos orgânicos de origem animal têm algumas vantagens para o bem-estar animal e a saúde humana, pois evitam o uso de antibióticos e hormônios de crescimento. No entanto, ele diz que esses benefícios são marginais em comparação com os preços mais altos. Ele cita um estudo da Universidade de Oxford que estimou que se todos os britânicos se tornassem vegetarianos, isso reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 28%, enquanto se todos eles se tornassem consumidores de orgânicos, isso aumentaria as emissões em 21%.

    Paarlberg conclui que os consumidores que querem melhorar a qualidade dos alimentos devem se concentrar em outras questões, como a redução do consumo de carne, açúcar e sal. Ele também sugere que os governos devem investir mais em pesquisa e desenvolvimento agrícola para tornar a produção convencional mais sustentável e eficiente.

    Fonte: Link.

    Segundo um especialista em agricultura e alimentação, a resposta é não. Robert Paarlberg, professor visitante de políticas públicas na Harvard Kennedy School, publicou um artigo na Harvard Gazette em que questiona os benefícios dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

    Paarlberg afirma que não há evidências confiáveis de que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou seguros do que os convencionais. Ele cita um estudo da Universidade de Stanford que analisou 237 pesquisas comparativas e não encontrou diferenças significativas na qualidade nutricional ou no risco de contaminação por pesticidas entre os dois tipos de alimentos.

    Além disso, ele argumenta que a proibição de fertilizantes e pesticidas sintéticos na produção orgânica aumenta os custos e os impactos ambientais. Ele explica que os fertilizantes orgânicos, como o esterco animal, requerem mais terra e água para serem produzidos, e que os pesticidas orgânicos, como o cobre, podem ser mais tóxicos do que os sintéticos. Ele também diz que a produção orgânica tem menor rendimento por hectare, o que significa que é preciso mais terra para produzir a mesma quantidade de alimentos.

    Paarlberg reconhece que os alimentos orgânicos de origem animal têm algumas vantagens para o bem-estar animal e a saúde humana, pois evitam o uso de antibióticos e hormônios de crescimento. No entanto, ele diz que esses benefícios são marginais em comparação com os preços mais altos. Ele cita um estudo da Universidade de Oxford que estimou que se todos os britânicos se tornassem vegetarianos, isso reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 28%, enquanto se todos eles se tornassem consumidores de orgânicos, isso aumentaria as emissões em 21%.

    Paarlberg conclui que os consumidores que querem melhorar a qualidade dos alimentos devem se concentrar em outras questões, como a redução do consumo de carne, açúcar e sal. Ele também sugere que os governos devem investir mais em pesquisa e desenvolvimento agrícola para tornar a produção convencional mais sustentável e eficiente.

    Fonte: Link.

  • Respiramos plástico todos os dias, alertam pesquisadores

    Respiramos plástico todos os dias, alertam pesquisadores

    Você sabia que o ar que respiramos está cheio de plástico?

    É isso mesmo, pequenos pedaços de plástico, chamados de microplásticos, estão presentes no ar que nos cerca, tanto em ambientes internos quanto externos. Eles vêm de diversas fontes, como roupas, embalagens, cosméticos e pneus, e podem causar sérios danos à nossa saúde.

    Segundo um estudo recente, cada pessoa respira cerca de 16 pedaços de microplástico por hora, o equivalente a um cartão de crédito por semana. Esses plásticos podem se alojar nas vias aéreas e causar inflamação pulmonar, falta de ar e câncer de pulmão.

    Os pesquisadores coletaram amostras de ar em diferentes locais do mundo, como Estados Unidos, França, Alemanha e China, e analisaram a composição e a origem dos microplásticos. Eles descobriram que os microplásticos são formados principalmente por poliéster, polipropileno e polietileno, materiais usados na fabricação de roupas sintéticas, sacolas plásticas e embalagens de alimentos.

    Além disso, eles identificaram mais de 13 mil substâncias químicas associadas aos microplásticos, das quais pelo menos 3.200 são nocivas à saúde humana. Essas substâncias incluem metais pesados, pesticidas, retardantes de chama e disruptores endócrinos, que podem interferir no funcionamento hormonal do organismo.

    Os microplásticos não afetam apenas a saúde das pessoas, mas também a do planeta. Cada etapa do ciclo de vida do plástico impacta desproporcionalmente as comunidades vulneráveis, que sofrem com a extração de combustíveis fósseis, a contaminação da água, os problemas de saúde e as emissões de gases de efeito estufa.

    Para reduzir a exposição aos microplásticos no ar, os pesquisadores recomendam algumas medidas simples, como usar roupas feitas de fibras naturais, evitar produtos cosméticos que contenham microesferas plásticas, optar por embalagens recicláveis ou reutilizáveis e manter os ambientes bem ventilados e limpos.

    No entanto, eles alertam que essas medidas são insuficientes para resolver o problema global da poluição plástica. É preciso uma ação coletiva e coordenada dos governos, das empresas e dos consumidores para reduzir a produção e o consumo de plástico e promover uma economia circular e sustentável.

    Fonte: Link.

    É isso mesmo, pequenos pedaços de plástico, chamados de microplásticos, estão presentes no ar que nos cerca, tanto em ambientes internos quanto externos. Eles vêm de diversas fontes, como roupas, embalagens, cosméticos e pneus, e podem causar sérios danos à nossa saúde.

    Segundo um estudo recente, cada pessoa respira cerca de 16 pedaços de microplástico por hora, o equivalente a um cartão de crédito por semana. Esses plásticos podem se alojar nas vias aéreas e causar inflamação pulmonar, falta de ar e câncer de pulmão.

    Os pesquisadores coletaram amostras de ar em diferentes locais do mundo, como Estados Unidos, França, Alemanha e China, e analisaram a composição e a origem dos microplásticos. Eles descobriram que os microplásticos são formados principalmente por poliéster, polipropileno e polietileno, materiais usados na fabricação de roupas sintéticas, sacolas plásticas e embalagens de alimentos.

    Além disso, eles identificaram mais de 13 mil substâncias químicas associadas aos microplásticos, das quais pelo menos 3.200 são nocivas à saúde humana. Essas substâncias incluem metais pesados, pesticidas, retardantes de chama e disruptores endócrinos, que podem interferir no funcionamento hormonal do organismo.

    Os microplásticos não afetam apenas a saúde das pessoas, mas também a do planeta. Cada etapa do ciclo de vida do plástico impacta desproporcionalmente as comunidades vulneráveis, que sofrem com a extração de combustíveis fósseis, a contaminação da água, os problemas de saúde e as emissões de gases de efeito estufa.

    Para reduzir a exposição aos microplásticos no ar, os pesquisadores recomendam algumas medidas simples, como usar roupas feitas de fibras naturais, evitar produtos cosméticos que contenham microesferas plásticas, optar por embalagens recicláveis ou reutilizáveis e manter os ambientes bem ventilados e limpos.

    No entanto, eles alertam que essas medidas são insuficientes para resolver o problema global da poluição plástica. É preciso uma ação coletiva e coordenada dos governos, das empresas e dos consumidores para reduzir a produção e o consumo de plástico e promover uma economia circular e sustentável.

    Fonte: Link.

  • Mudanças climáticas põem em risco a saúde das florestas e a sua também

    Mudanças climáticas põem em risco a saúde das florestas e a sua também

    Você sabia que as árvores têm amigos íntimos no solo? Eles são os fungos ectomicorrízicos, um grupo de microrganismos que vivem em simbiose com as plantas.

    Esses fungos ajudam as árvores a obter água e nutrientes do solo em troca de açúcares produzidos pela fotossíntese. Essa parceria é essencial para a saúde e o crescimento das árvores, especialmente nas regiões boreal e temperada, onde o solo é pobre e frio.

    Mas o que acontece quando o clima muda e o solo fica mais quente e seco? Como as árvores e os fungos se adaptam a essas condições estressantes? Essas são algumas das perguntas que uma equipe internacional de pesquisadores tentou responder em um experimento de longa duração chamado B4WARMED (Boreal Forest Warming at an Ecotone in Danger).

    O experimento consistiu em expor diferentes espécies de árvores boreais e temperadas a tratamentos de aquecimento e seca em um campo experimental na Suécia. Os pesquisadores usaram cabos elétricos para aquecer o solo e coberturas plásticas para reduzir a precipitação. Eles monitoraram a resposta das árvores e dos fungos por meio de medidas de crescimento, fisiologia, bioquímica e diversidade.

    Os resultados mostraram que as mudanças climáticas afetam a composição das espécies de fungos e as redes que eles formam com as árvores. Algumas espécies de fungos são mais tolerantes ao calor e à seca do que outras, e podem substituir as espécies mais sensíveis. Isso pode alterar o equilíbrio da troca de carbono e nutrientes entre as árvores e os fungos, afetando a função e a resiliência dos ecossistemas florestais.

    Os pesquisadores também descobriram que as espécies de árvores temperadas são mais vulneráveis ao aquecimento do que as espécies boreais, pois elas têm uma menor capacidade de regular sua temperatura interna. Além disso, as espécies de árvores boreais tendem a ter uma maior diversidade de fungos associados, o que pode aumentar sua resistência aos estressores ambientais.

    O estudo é um dos primeiros a investigar os efeitos das mudanças climáticas na relação entre árvores e fungos em uma escala temporal e espacial relevante para os ecossistemas naturais. Os autores esperam que seus achados contribuam para o desenvolvimento de estratégias de conservação e manejo florestal que levem em conta a importância dos fungos para a sustentabilidade das florestas.

    Fonte: Link.

    Esses fungos ajudam as árvores a obter água e nutrientes do solo em troca de açúcares produzidos pela fotossíntese. Essa parceria é essencial para a saúde e o crescimento das árvores, especialmente nas regiões boreal e temperada, onde o solo é pobre e frio.

    Mas o que acontece quando o clima muda e o solo fica mais quente e seco? Como as árvores e os fungos se adaptam a essas condições estressantes? Essas são algumas das perguntas que uma equipe internacional de pesquisadores tentou responder em um experimento de longa duração chamado B4WARMED (Boreal Forest Warming at an Ecotone in Danger).

    O experimento consistiu em expor diferentes espécies de árvores boreais e temperadas a tratamentos de aquecimento e seca em um campo experimental na Suécia. Os pesquisadores usaram cabos elétricos para aquecer o solo e coberturas plásticas para reduzir a precipitação. Eles monitoraram a resposta das árvores e dos fungos por meio de medidas de crescimento, fisiologia, bioquímica e diversidade.

    Os resultados mostraram que as mudanças climáticas afetam a composição das espécies de fungos e as redes que eles formam com as árvores. Algumas espécies de fungos são mais tolerantes ao calor e à seca do que outras, e podem substituir as espécies mais sensíveis. Isso pode alterar o equilíbrio da troca de carbono e nutrientes entre as árvores e os fungos, afetando a função e a resiliência dos ecossistemas florestais.

    Os pesquisadores também descobriram que as espécies de árvores temperadas são mais vulneráveis ao aquecimento do que as espécies boreais, pois elas têm uma menor capacidade de regular sua temperatura interna. Além disso, as espécies de árvores boreais tendem a ter uma maior diversidade de fungos associados, o que pode aumentar sua resistência aos estressores ambientais.

    O estudo é um dos primeiros a investigar os efeitos das mudanças climáticas na relação entre árvores e fungos em uma escala temporal e espacial relevante para os ecossistemas naturais. Os autores esperam que seus achados contribuam para o desenvolvimento de estratégias de conservação e manejo florestal que levem em conta a importância dos fungos para a sustentabilidade das florestas.

    Fonte: Link.