Tag: Brasil

  • Febre do Nilo: conheça a doença transmitida por mosquitos que pode afetar o cérebro

    Febre do Nilo: conheça a doença transmitida por mosquitos que pode afetar o cérebro

    A febre do Nilo é uma doença causada por um vírus que pode afetar o sistema nervoso e provocar complicações graves.

    A doença é transmitida pela picada de mosquitos que se infectam ao picar aves contaminadas. Saiba mais sobre essa doença rara no Brasil, seus sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a febre do Nilo?

    A febre do Nilo é uma doença infecciosa causada pelo vírus do Nilo Ocidental, que pertence à família dos flavivírus, a mesma da dengue, da zika e da febre amarela. O vírus foi descoberto em 1937, na região do Nilo, no Egito, e desde então se espalhou por vários continentes, causando surtos em países da África, da Europa, da Ásia e da América.

    O vírus do Nilo Ocidental infecta principalmente as aves, que servem como reservatórios e fontes de infecção para os mosquitos. Os mosquitos do gênero Culex, também conhecidos como pernilongos, são os principais vetores da doença. Eles se contaminam ao picar aves infectadas e podem transmitir o vírus para outros animais ou para os humanos.

    Os humanos e outros mamíferos são hospedeiros acidentais do vírus, ou seja, não participam da cadeia de transmissão. Isso significa que uma pessoa infectada não pode transmitir o vírus para outra pessoa ou para um mosquito.

    Quais são os sintomas da febre do Nilo?

    A maioria das pessoas infectadas pelo vírus do Nilo Ocidental não apresenta sintomas ou tem apenas uma febre leve e passageira. Esses casos são chamados de infecções subclínicas ou assintomáticas.

    No entanto, em cerca de 20% dos casos, o vírus pode causar uma doença mais severa, chamada de febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva. Essa forma da doença ocorre quando o vírus invade o sistema nervoso e provoca inflamação no cérebro (encefalite), nas meninges (meningite) ou na medula espinhal (poliomielite).

    Os sintomas da febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva podem incluir:

    • Febre alta
    • Dor de cabeça
    • Rigidez no pescoço
    • Confusão mental
    • Convulsões
    • Fraqueza muscular
    • Paralisia
    • Coma

    Esses sintomas podem aparecer entre 3 a 14 dias após a picada do mosquito infectado. A febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva é uma doença grave, que pode levar à morte ou deixar sequelas neurológicas permanentes.

    As pessoas com maior risco de desenvolver a forma neuroinvasiva da doença são aquelas com o sistema imunológico enfraquecido, como idosos, crianças, gestantes ou portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou HIV.

    Como é feito o diagnóstico e o tratamento da febre do Nilo?

    O diagnóstico da febre do Nilo é feito por meio de exames laboratoriais que detectam a presença do vírus ou de anticorpos no sangue ou no líquido cefalorraquidiano (líquido que banha o cérebro e a medula espinhal).

    Não há vacina ou tratamento específico para a febre do Nilo. O tratamento é apenas sintomático, com o uso de medicamentos para aliviar a febre, a dor e o mal-estar. Nos casos mais graves, pode ser necessário o uso de suporte respiratório ou neurológico em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

    Como se prevenir da febre do Nilo?

    A prevenção da febre do Nilo depende do controle dos mosquitos transmissores e da proteção individual contra as picadas. Algumas medidas que podem ser adotadas são:

    • Eliminar os possíveis criadouros dos mosquitos, como recipientes com água parada, pneus, latas, garrafas, etc.
    • Usar repelentes à base de DEET, icaridina ou IR3535 na pele exposta, seguindo as orientações do fabricante.
    • Usar roupas claras, compridas e que cubram o máximo possível do corpo.
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada dos mosquitos.
    • Evitar sair ao ar livre no período de maior atividade dos mosquitos, que é o crepúsculo e o amanhecer.
    • Evitar o contato com aves doentes ou mortas, que podem estar infectadas pelo vírus.

    Qual é a situação da febre do Nilo no Brasil?

    A febre do Nilo é uma doença rara no Brasil. O primeiro caso confirmado foi registrado em 2014, no estado do Piauí. Tratava-se de um homem de 52 anos que apresentou quadro de encefalite e ficou com sequelas neurológicas.

    Desde então, houve poucos casos esporádicos em outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. O último caso notificado foi em 2019, em uma mulher de 35 anos que morava em Pernambuco.

    A vigilância epidemiológica é importante para detectar precocemente os casos de febre do Nilo e evitar surtos da doença. As autoridades sanitárias devem monitorar a circulação do vírus entre as aves e os mosquitos e alertar a população sobre os riscos e as medidas de prevenção.

    A doença é transmitida pela picada de mosquitos que se infectam ao picar aves contaminadas. Saiba mais sobre essa doença rara no Brasil, seus sintomas, tratamento e prevenção.

    O que é a febre do Nilo?

    A febre do Nilo é uma doença infecciosa causada pelo vírus do Nilo Ocidental, que pertence à família dos flavivírus, a mesma da dengue, da zika e da febre amarela. O vírus foi descoberto em 1937, na região do Nilo, no Egito, e desde então se espalhou por vários continentes, causando surtos em países da África, da Europa, da Ásia e da América.

    O vírus do Nilo Ocidental infecta principalmente as aves, que servem como reservatórios e fontes de infecção para os mosquitos. Os mosquitos do gênero Culex, também conhecidos como pernilongos, são os principais vetores da doença. Eles se contaminam ao picar aves infectadas e podem transmitir o vírus para outros animais ou para os humanos.

    Os humanos e outros mamíferos são hospedeiros acidentais do vírus, ou seja, não participam da cadeia de transmissão. Isso significa que uma pessoa infectada não pode transmitir o vírus para outra pessoa ou para um mosquito.

    Quais são os sintomas da febre do Nilo?

    A maioria das pessoas infectadas pelo vírus do Nilo Ocidental não apresenta sintomas ou tem apenas uma febre leve e passageira. Esses casos são chamados de infecções subclínicas ou assintomáticas.

    No entanto, em cerca de 20% dos casos, o vírus pode causar uma doença mais severa, chamada de febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva. Essa forma da doença ocorre quando o vírus invade o sistema nervoso e provoca inflamação no cérebro (encefalite), nas meninges (meningite) ou na medula espinhal (poliomielite).

    Os sintomas da febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva podem incluir:

    • Febre alta
    • Dor de cabeça
    • Rigidez no pescoço
    • Confusão mental
    • Convulsões
    • Fraqueza muscular
    • Paralisia
    • Coma

    Esses sintomas podem aparecer entre 3 a 14 dias após a picada do mosquito infectado. A febre do Nilo Ocidental neuroinvasiva é uma doença grave, que pode levar à morte ou deixar sequelas neurológicas permanentes.

    As pessoas com maior risco de desenvolver a forma neuroinvasiva da doença são aquelas com o sistema imunológico enfraquecido, como idosos, crianças, gestantes ou portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou HIV.

    Como é feito o diagnóstico e o tratamento da febre do Nilo?

    O diagnóstico da febre do Nilo é feito por meio de exames laboratoriais que detectam a presença do vírus ou de anticorpos no sangue ou no líquido cefalorraquidiano (líquido que banha o cérebro e a medula espinhal).

    Não há vacina ou tratamento específico para a febre do Nilo. O tratamento é apenas sintomático, com o uso de medicamentos para aliviar a febre, a dor e o mal-estar. Nos casos mais graves, pode ser necessário o uso de suporte respiratório ou neurológico em uma unidade de terapia intensiva (UTI).

    Como se prevenir da febre do Nilo?

    A prevenção da febre do Nilo depende do controle dos mosquitos transmissores e da proteção individual contra as picadas. Algumas medidas que podem ser adotadas são:

    • Eliminar os possíveis criadouros dos mosquitos, como recipientes com água parada, pneus, latas, garrafas, etc.
    • Usar repelentes à base de DEET, icaridina ou IR3535 na pele exposta, seguindo as orientações do fabricante.
    • Usar roupas claras, compridas e que cubram o máximo possível do corpo.
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada dos mosquitos.
    • Evitar sair ao ar livre no período de maior atividade dos mosquitos, que é o crepúsculo e o amanhecer.
    • Evitar o contato com aves doentes ou mortas, que podem estar infectadas pelo vírus.

    Qual é a situação da febre do Nilo no Brasil?

    A febre do Nilo é uma doença rara no Brasil. O primeiro caso confirmado foi registrado em 2014, no estado do Piauí. Tratava-se de um homem de 52 anos que apresentou quadro de encefalite e ficou com sequelas neurológicas.

    Desde então, houve poucos casos esporádicos em outros estados, como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. O último caso notificado foi em 2019, em uma mulher de 35 anos que morava em Pernambuco.

    A vigilância epidemiológica é importante para detectar precocemente os casos de febre do Nilo e evitar surtos da doença. As autoridades sanitárias devem monitorar a circulação do vírus entre as aves e os mosquitos e alertar a população sobre os riscos e as medidas de prevenção.

  • Ar condicionado inverter: o que é e quais são as vantagens

    Ar condicionado inverter: o que é e quais são as vantagens

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que promete mais economia, menos ruído e maior conforto na hora de climatizar o ambiente.

    Mas como funciona o ar condicionado inverter e quais são as diferenças em relação aos aparelhos convencionais?

    Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa inovação.

    O ar condicionado inverter é um tipo de aparelho que usa um sistema eletrônico para controlar a velocidade do compressor, que é a peça responsável por comprimir o gás refrigerante e gerar o frio ou o calor. O compressor do ar condicionado inverter pode variar entre alta e baixa rotação, de acordo com a necessidade de refrigeração ou aquecimento do ambiente.

    Isso faz com que o ar condicionado inverter seja mais eficiente do que os aparelhos convencionais, que ligam e desligam o compressor constantemente, causando oscilações na temperatura e picos de energia. O ar condicionado inverter mantém a temperatura estável, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    As vantagens do ar condicionado inverter são:

    • Economia de energia: os fabricantes estimam que o ar condicionado inverter pode reduzir o consumo de energia em até 40% em relação aos aparelhos convencionais, pois o compressor funciona em uma rotação mais baixa quando a temperatura está próxima da ideal, consumindo menos eletricidade.

    • Menos ruído: o ar condicionado inverter também é mais silencioso, pois o compressor não faz barulho ao ligar ou desligar, e opera em uma rotação mais suave quando a temperatura está equilibrada.

    • Maior conforto: o ar condicionado inverter proporciona um maior conforto térmico, pois mantém a temperatura constante, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois oferece benefícios tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente.

    Mas como funciona o ar condicionado inverter e quais são as diferenças em relação aos aparelhos convencionais?

    Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre essa inovação.

    O ar condicionado inverter é um tipo de aparelho que usa um sistema eletrônico para controlar a velocidade do compressor, que é a peça responsável por comprimir o gás refrigerante e gerar o frio ou o calor. O compressor do ar condicionado inverter pode variar entre alta e baixa rotação, de acordo com a necessidade de refrigeração ou aquecimento do ambiente.

    Isso faz com que o ar condicionado inverter seja mais eficiente do que os aparelhos convencionais, que ligam e desligam o compressor constantemente, causando oscilações na temperatura e picos de energia. O ar condicionado inverter mantém a temperatura estável, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    As vantagens do ar condicionado inverter são:

    • Economia de energia: os fabricantes estimam que o ar condicionado inverter pode reduzir o consumo de energia em até 40% em relação aos aparelhos convencionais, pois o compressor funciona em uma rotação mais baixa quando a temperatura está próxima da ideal, consumindo menos eletricidade.

    • Menos ruído: o ar condicionado inverter também é mais silencioso, pois o compressor não faz barulho ao ligar ou desligar, e opera em uma rotação mais suave quando a temperatura está equilibrada.

    • Maior conforto: o ar condicionado inverter proporciona um maior conforto térmico, pois mantém a temperatura constante, sem variações bruscas, e atinge a temperatura desejada mais rápido do que os aparelhos convencionais.

    O ar condicionado inverter é uma tecnologia que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois oferece benefícios tanto para os consumidores quanto para o meio ambiente.

  • FGTS Digital: o que é e como funciona o novo sistema de arrecadação do Fundo

    FGTS Digital: o que é e como funciona o novo sistema de arrecadação do Fundo

    O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito dos trabalhadores brasileiros que consiste em um depósito mensal, feito pelo empregador, em uma conta vinculada ao contrato de trabalho.

    O FGTS pode ser sacado em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria, entre outras.

    Para facilitar a gestão e o controle do FGTS, o governo federal lançou o FGTS Digital, um novo sistema integrado de arrecadação do Fundo. O FGTS Digital entrou em vigor no dia 01/01/2024, substituindo os sistemas da Caixa Econômica Federal. Antes disso, houve um período de testes em Produção Limitada, que começou no dia 18/08/2023 e terminou no dia 10/11/2023.

    O objetivo do FGTS Digital é aperfeiçoar a arrecadação, a prestação de informações aos trabalhadores e empregadores, a apuração, o lançamento e a cobrança dos recursos do FGTS . A especificação e implantação do Sistema FGTS Digital está sob responsabilidade da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada à Secretaria de Trabalho (STRAB), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    O FGTS Digital utiliza as remunerações declaradas no eSocial – onde os débitos são individualizados desde a sua origem – para gerar guias rápidas e personalizadas, inclusive recolher várias competências em um único documento, reduzindo custos operacionais e tempo nessas atividades. Além disso, os processos de estorno, restituição, compensação e parcelamento serão 100% digitais. Várias ferramentas permitirão a gestão e transparência completa da relação do empregador com o Fundo, com diversos relatórios dos recolhimentos efetuados, extratos consolidados ou detalhados por trabalhadores e consultas para verificar pendências que impactam a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS – CRF.

    O FGTS Digital também conta com um serviço de caixa postal, onde os empregadores podem receber notificações sobre o FGTS. Por exemplo, se houver algum erro ou inconsistência nas informações prestadas, o empregador será avisado por meio da caixa postal e poderá corrigir o problema antes do vencimento da guia.

    Para saber mais sobre o FGTS Digital, você pode acessar o [Portal do FGTS Digital] ou o [site do Ministério do Trabalho e Emprego]. Lá você encontrará mais detalhes sobre o funcionamento, as vantagens e as obrigações do novo sistema.

    O FGTS pode ser sacado em situações específicas, como demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria, entre outras.

    Para facilitar a gestão e o controle do FGTS, o governo federal lançou o FGTS Digital, um novo sistema integrado de arrecadação do Fundo. O FGTS Digital entrou em vigor no dia 01/01/2024, substituindo os sistemas da Caixa Econômica Federal. Antes disso, houve um período de testes em Produção Limitada, que começou no dia 18/08/2023 e terminou no dia 10/11/2023.

    O objetivo do FGTS Digital é aperfeiçoar a arrecadação, a prestação de informações aos trabalhadores e empregadores, a apuração, o lançamento e a cobrança dos recursos do FGTS . A especificação e implantação do Sistema FGTS Digital está sob responsabilidade da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), vinculada à Secretaria de Trabalho (STRAB), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

    O FGTS Digital utiliza as remunerações declaradas no eSocial – onde os débitos são individualizados desde a sua origem – para gerar guias rápidas e personalizadas, inclusive recolher várias competências em um único documento, reduzindo custos operacionais e tempo nessas atividades. Além disso, os processos de estorno, restituição, compensação e parcelamento serão 100% digitais. Várias ferramentas permitirão a gestão e transparência completa da relação do empregador com o Fundo, com diversos relatórios dos recolhimentos efetuados, extratos consolidados ou detalhados por trabalhadores e consultas para verificar pendências que impactam a emissão do Certificado de Regularidade do FGTS – CRF.

    O FGTS Digital também conta com um serviço de caixa postal, onde os empregadores podem receber notificações sobre o FGTS. Por exemplo, se houver algum erro ou inconsistência nas informações prestadas, o empregador será avisado por meio da caixa postal e poderá corrigir o problema antes do vencimento da guia.

    Para saber mais sobre o FGTS Digital, você pode acessar o [Portal do FGTS Digital] ou o [site do Ministério do Trabalho e Emprego]. Lá você encontrará mais detalhes sobre o funcionamento, as vantagens e as obrigações do novo sistema.

  • Ação humana é a principal causa das temperaturas extremas, diz relatório da ONU

    Ação humana é a principal causa das temperaturas extremas, diz relatório da ONU

    Um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um órgão da ONU, afirma que a influência humana no aquecimento do planeta é inequívoca e inquestionável.

    O relatório alerta que as temperaturas vão continuar a subir até meados deste século em todos os cenários projetados para as emissões de gases de efeito estufa, e que o aquecimento de 1,5°C a 2°C será ultrapassado ainda neste século se não houver uma forte e profunda redução nas emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa.

    O aquecimento global é causado principalmente pelo uso humano de combustíveis fósseis, como petróleo, gás e carvão, para casas, fábricas e transporte. Quando esses combustíveis queimam, eles liberam gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2). Esses gases retêm o calor do Sol e fazem com que a temperatura do planeta aumente.

    As temperaturas extremas afetam todos os aspectos da vida humana e da natureza. Elas podem provocar secas, enchentes, incêndios florestais, ondas de calor, ciclones tropicais, aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies. Além disso, elas podem causar riscos à saúde humana, como doenças cardiovasculares, alergias, diabetes e complicações pulmonares.

    O relatório do IPCC aponta que muitas das mudanças observadas no clima não têm precedentes ao longo de séculos e até milhares de anos, e que algumas delas são irreversíveis ao longo de centenas a milhares de anos. No entanto, o relatório também indica que reduções fortes e sustentadas na emissão de CO2 ainda podem limitar as mudanças climáticas, mas que pode levar até 30 anos para que as temperaturas se estabilizem.

    O relatório do IPCC é baseado em mais de 14 mil estudos científicos revisados por pares e envolveu mais de 200 autores de 66 países. O relatório é considerado o mais abrangente e atualizado sobre o estado do clima e os possíveis cenários futuros.

    O relatório do IPCC é um alerta para a urgência de uma ação global para combater as mudanças climáticas e seus impactos. O relatório também é uma fonte de informação para os governos, as empresas, as organizações e os cidadãos que querem tomar decisões informadas sobre como reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se adaptar aos efeitos das temperaturas extremas.

    O relatório alerta que as temperaturas vão continuar a subir até meados deste século em todos os cenários projetados para as emissões de gases de efeito estufa, e que o aquecimento de 1,5°C a 2°C será ultrapassado ainda neste século se não houver uma forte e profunda redução nas emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa.

    O aquecimento global é causado principalmente pelo uso humano de combustíveis fósseis, como petróleo, gás e carvão, para casas, fábricas e transporte. Quando esses combustíveis queimam, eles liberam gases de efeito estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2). Esses gases retêm o calor do Sol e fazem com que a temperatura do planeta aumente.

    As temperaturas extremas afetam todos os aspectos da vida humana e da natureza. Elas podem provocar secas, enchentes, incêndios florestais, ondas de calor, ciclones tropicais, aumento do nível do mar e extinção em massa de espécies. Além disso, elas podem causar riscos à saúde humana, como doenças cardiovasculares, alergias, diabetes e complicações pulmonares.

    O relatório do IPCC aponta que muitas das mudanças observadas no clima não têm precedentes ao longo de séculos e até milhares de anos, e que algumas delas são irreversíveis ao longo de centenas a milhares de anos. No entanto, o relatório também indica que reduções fortes e sustentadas na emissão de CO2 ainda podem limitar as mudanças climáticas, mas que pode levar até 30 anos para que as temperaturas se estabilizem.

    O relatório do IPCC é baseado em mais de 14 mil estudos científicos revisados por pares e envolveu mais de 200 autores de 66 países. O relatório é considerado o mais abrangente e atualizado sobre o estado do clima e os possíveis cenários futuros.

    O relatório do IPCC é um alerta para a urgência de uma ação global para combater as mudanças climáticas e seus impactos. O relatório também é uma fonte de informação para os governos, as empresas, as organizações e os cidadãos que querem tomar decisões informadas sobre como reduzir as emissões de gases de efeito estufa e se adaptar aos efeitos das temperaturas extremas.

  • Maconha: entenda a diferença entre o uso recreativo e o uso medicinal

    Maconha: entenda a diferença entre o uso recreativo e o uso medicinal

    A maconha é uma planta que contém mais de 100 substâncias químicas chamadas canabinoides, que podem afetar o cérebro e o corpo de diferentes maneiras.

    Entre os canabinoides mais conhecidos estão o THC (tetraidrocanabinol) e o CBD (canabidiol), que têm efeitos opostos: o THC é responsável pelos efeitos psicoativos da maconha, como euforia, alteração da percepção e aumento do apetite, enquanto o CBD tem propriedades anti-inflamatórias, anticonvulsivantes e ansiolíticas, sem causar alterações na mente.

    A maconha pode ser usada de forma recreativa ou medicinal, dependendo da forma de consumo, do objetivo e da legalidade. Veja as principais diferenças entre esses dois tipos de uso:

    • A forma de consumo: quem usa maconha de forma recreativa geralmente fuma, vaporiza ou ingere a planta, que pode ter altas concentrações de THC. Essa forma de consumo pode trazer riscos à saúde física e mental, como dependência, problemas respiratórios, psicoses ou prejuízos cognitivos. Quem usa maconha de forma medicinal utiliza produtos controlados e padronizados, como óleos, cápsulas ou sprays, que contêm doses específicas de canabinoides, como CBD e THC, que têm propriedades terapêuticas. Esses produtos são prescritos por médicos e autorizados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

    • O objetivo: quem usa maconha de forma recreativa busca obter prazer, diversão ou relaxamento, mas pode ter efeitos indesejados, como ansiedade, paranoia ou taquicardia. Quem usa maconha de forma medicinal busca tratar condições médicas e proporcionar alívio aos pacientes, como redução de dor, espasmos, convulsões, náuseas, ansiedade ou depressão. A maconha medicinal pode ser usada para tratar doenças como esclerose múltipla, epilepsia, câncer, glaucoma, Parkinson, Alzheimer e fibromialgia.

    • A legalidade: o uso recreativo da maconha é proibido no Brasil e em muitos países do mundo, sendo considerado um crime sujeito a penalidades. O uso medicinal da maconha é permitido no Brasil desde 2015, mediante prescrição médica e autorização da Anvisa . No entanto, ainda há muitas barreiras burocráticas e regulatórias para o acesso dos pacientes aos produtos à base de maconha. Alguns pacientes recorrem à importação dos produtos do exterior ou ao cultivo doméstico da planta com autorização judicial .

    A maconha é uma planta complexa e controversa, que ainda precisa de mais estudos científicos para comprovar seus benefícios e riscos. Enquanto isso, é importante estar bem informado sobre as diferenças entre o uso recreativo e o uso medicinal da maconha.

    Entre os canabinoides mais conhecidos estão o THC (tetraidrocanabinol) e o CBD (canabidiol), que têm efeitos opostos: o THC é responsável pelos efeitos psicoativos da maconha, como euforia, alteração da percepção e aumento do apetite, enquanto o CBD tem propriedades anti-inflamatórias, anticonvulsivantes e ansiolíticas, sem causar alterações na mente.

    A maconha pode ser usada de forma recreativa ou medicinal, dependendo da forma de consumo, do objetivo e da legalidade. Veja as principais diferenças entre esses dois tipos de uso:

    • A forma de consumo: quem usa maconha de forma recreativa geralmente fuma, vaporiza ou ingere a planta, que pode ter altas concentrações de THC. Essa forma de consumo pode trazer riscos à saúde física e mental, como dependência, problemas respiratórios, psicoses ou prejuízos cognitivos. Quem usa maconha de forma medicinal utiliza produtos controlados e padronizados, como óleos, cápsulas ou sprays, que contêm doses específicas de canabinoides, como CBD e THC, que têm propriedades terapêuticas. Esses produtos são prescritos por médicos e autorizados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

    • O objetivo: quem usa maconha de forma recreativa busca obter prazer, diversão ou relaxamento, mas pode ter efeitos indesejados, como ansiedade, paranoia ou taquicardia. Quem usa maconha de forma medicinal busca tratar condições médicas e proporcionar alívio aos pacientes, como redução de dor, espasmos, convulsões, náuseas, ansiedade ou depressão. A maconha medicinal pode ser usada para tratar doenças como esclerose múltipla, epilepsia, câncer, glaucoma, Parkinson, Alzheimer e fibromialgia.

    • A legalidade: o uso recreativo da maconha é proibido no Brasil e em muitos países do mundo, sendo considerado um crime sujeito a penalidades. O uso medicinal da maconha é permitido no Brasil desde 2015, mediante prescrição médica e autorização da Anvisa . No entanto, ainda há muitas barreiras burocráticas e regulatórias para o acesso dos pacientes aos produtos à base de maconha. Alguns pacientes recorrem à importação dos produtos do exterior ou ao cultivo doméstico da planta com autorização judicial .

    A maconha é uma planta complexa e controversa, que ainda precisa de mais estudos científicos para comprovar seus benefícios e riscos. Enquanto isso, é importante estar bem informado sobre as diferenças entre o uso recreativo e o uso medicinal da maconha.

  • Alimentos orgânicos são melhores? Especialista diz que não

    Alimentos orgânicos são melhores? Especialista diz que não

    Você já se perguntou se vale a pena pagar mais caro por alimentos orgânicos?

    Segundo um especialista em agricultura e alimentação, a resposta é não. Robert Paarlberg, professor visitante de políticas públicas na Harvard Kennedy School, publicou um artigo na Harvard Gazette em que questiona os benefícios dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

    Paarlberg afirma que não há evidências confiáveis de que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou seguros do que os convencionais. Ele cita um estudo da Universidade de Stanford que analisou 237 pesquisas comparativas e não encontrou diferenças significativas na qualidade nutricional ou no risco de contaminação por pesticidas entre os dois tipos de alimentos.

    Além disso, ele argumenta que a proibição de fertilizantes e pesticidas sintéticos na produção orgânica aumenta os custos e os impactos ambientais. Ele explica que os fertilizantes orgânicos, como o esterco animal, requerem mais terra e água para serem produzidos, e que os pesticidas orgânicos, como o cobre, podem ser mais tóxicos do que os sintéticos. Ele também diz que a produção orgânica tem menor rendimento por hectare, o que significa que é preciso mais terra para produzir a mesma quantidade de alimentos.

    Paarlberg reconhece que os alimentos orgânicos de origem animal têm algumas vantagens para o bem-estar animal e a saúde humana, pois evitam o uso de antibióticos e hormônios de crescimento. No entanto, ele diz que esses benefícios são marginais em comparação com os preços mais altos. Ele cita um estudo da Universidade de Oxford que estimou que se todos os britânicos se tornassem vegetarianos, isso reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 28%, enquanto se todos eles se tornassem consumidores de orgânicos, isso aumentaria as emissões em 21%.

    Paarlberg conclui que os consumidores que querem melhorar a qualidade dos alimentos devem se concentrar em outras questões, como a redução do consumo de carne, açúcar e sal. Ele também sugere que os governos devem investir mais em pesquisa e desenvolvimento agrícola para tornar a produção convencional mais sustentável e eficiente.

    Fonte: Link.

    Segundo um especialista em agricultura e alimentação, a resposta é não. Robert Paarlberg, professor visitante de políticas públicas na Harvard Kennedy School, publicou um artigo na Harvard Gazette em que questiona os benefícios dos alimentos orgânicos em relação aos convencionais.

    Paarlberg afirma que não há evidências confiáveis de que os alimentos orgânicos sejam mais nutritivos ou seguros do que os convencionais. Ele cita um estudo da Universidade de Stanford que analisou 237 pesquisas comparativas e não encontrou diferenças significativas na qualidade nutricional ou no risco de contaminação por pesticidas entre os dois tipos de alimentos.

    Além disso, ele argumenta que a proibição de fertilizantes e pesticidas sintéticos na produção orgânica aumenta os custos e os impactos ambientais. Ele explica que os fertilizantes orgânicos, como o esterco animal, requerem mais terra e água para serem produzidos, e que os pesticidas orgânicos, como o cobre, podem ser mais tóxicos do que os sintéticos. Ele também diz que a produção orgânica tem menor rendimento por hectare, o que significa que é preciso mais terra para produzir a mesma quantidade de alimentos.

    Paarlberg reconhece que os alimentos orgânicos de origem animal têm algumas vantagens para o bem-estar animal e a saúde humana, pois evitam o uso de antibióticos e hormônios de crescimento. No entanto, ele diz que esses benefícios são marginais em comparação com os preços mais altos. Ele cita um estudo da Universidade de Oxford que estimou que se todos os britânicos se tornassem vegetarianos, isso reduziria as emissões de gases de efeito estufa em 28%, enquanto se todos eles se tornassem consumidores de orgânicos, isso aumentaria as emissões em 21%.

    Paarlberg conclui que os consumidores que querem melhorar a qualidade dos alimentos devem se concentrar em outras questões, como a redução do consumo de carne, açúcar e sal. Ele também sugere que os governos devem investir mais em pesquisa e desenvolvimento agrícola para tornar a produção convencional mais sustentável e eficiente.

    Fonte: Link.

  • Respiramos plástico todos os dias, alertam pesquisadores

    Respiramos plástico todos os dias, alertam pesquisadores

    Você sabia que o ar que respiramos está cheio de plástico?

    É isso mesmo, pequenos pedaços de plástico, chamados de microplásticos, estão presentes no ar que nos cerca, tanto em ambientes internos quanto externos. Eles vêm de diversas fontes, como roupas, embalagens, cosméticos e pneus, e podem causar sérios danos à nossa saúde.

    Segundo um estudo recente, cada pessoa respira cerca de 16 pedaços de microplástico por hora, o equivalente a um cartão de crédito por semana. Esses plásticos podem se alojar nas vias aéreas e causar inflamação pulmonar, falta de ar e câncer de pulmão.

    Os pesquisadores coletaram amostras de ar em diferentes locais do mundo, como Estados Unidos, França, Alemanha e China, e analisaram a composição e a origem dos microplásticos. Eles descobriram que os microplásticos são formados principalmente por poliéster, polipropileno e polietileno, materiais usados na fabricação de roupas sintéticas, sacolas plásticas e embalagens de alimentos.

    Além disso, eles identificaram mais de 13 mil substâncias químicas associadas aos microplásticos, das quais pelo menos 3.200 são nocivas à saúde humana. Essas substâncias incluem metais pesados, pesticidas, retardantes de chama e disruptores endócrinos, que podem interferir no funcionamento hormonal do organismo.

    Os microplásticos não afetam apenas a saúde das pessoas, mas também a do planeta. Cada etapa do ciclo de vida do plástico impacta desproporcionalmente as comunidades vulneráveis, que sofrem com a extração de combustíveis fósseis, a contaminação da água, os problemas de saúde e as emissões de gases de efeito estufa.

    Para reduzir a exposição aos microplásticos no ar, os pesquisadores recomendam algumas medidas simples, como usar roupas feitas de fibras naturais, evitar produtos cosméticos que contenham microesferas plásticas, optar por embalagens recicláveis ou reutilizáveis e manter os ambientes bem ventilados e limpos.

    No entanto, eles alertam que essas medidas são insuficientes para resolver o problema global da poluição plástica. É preciso uma ação coletiva e coordenada dos governos, das empresas e dos consumidores para reduzir a produção e o consumo de plástico e promover uma economia circular e sustentável.

    Fonte: Link.

    É isso mesmo, pequenos pedaços de plástico, chamados de microplásticos, estão presentes no ar que nos cerca, tanto em ambientes internos quanto externos. Eles vêm de diversas fontes, como roupas, embalagens, cosméticos e pneus, e podem causar sérios danos à nossa saúde.

    Segundo um estudo recente, cada pessoa respira cerca de 16 pedaços de microplástico por hora, o equivalente a um cartão de crédito por semana. Esses plásticos podem se alojar nas vias aéreas e causar inflamação pulmonar, falta de ar e câncer de pulmão.

    Os pesquisadores coletaram amostras de ar em diferentes locais do mundo, como Estados Unidos, França, Alemanha e China, e analisaram a composição e a origem dos microplásticos. Eles descobriram que os microplásticos são formados principalmente por poliéster, polipropileno e polietileno, materiais usados na fabricação de roupas sintéticas, sacolas plásticas e embalagens de alimentos.

    Além disso, eles identificaram mais de 13 mil substâncias químicas associadas aos microplásticos, das quais pelo menos 3.200 são nocivas à saúde humana. Essas substâncias incluem metais pesados, pesticidas, retardantes de chama e disruptores endócrinos, que podem interferir no funcionamento hormonal do organismo.

    Os microplásticos não afetam apenas a saúde das pessoas, mas também a do planeta. Cada etapa do ciclo de vida do plástico impacta desproporcionalmente as comunidades vulneráveis, que sofrem com a extração de combustíveis fósseis, a contaminação da água, os problemas de saúde e as emissões de gases de efeito estufa.

    Para reduzir a exposição aos microplásticos no ar, os pesquisadores recomendam algumas medidas simples, como usar roupas feitas de fibras naturais, evitar produtos cosméticos que contenham microesferas plásticas, optar por embalagens recicláveis ou reutilizáveis e manter os ambientes bem ventilados e limpos.

    No entanto, eles alertam que essas medidas são insuficientes para resolver o problema global da poluição plástica. É preciso uma ação coletiva e coordenada dos governos, das empresas e dos consumidores para reduzir a produção e o consumo de plástico e promover uma economia circular e sustentável.

    Fonte: Link.

  • Mudanças climáticas põem em risco a saúde das florestas e a sua também

    Mudanças climáticas põem em risco a saúde das florestas e a sua também

    Você sabia que as árvores têm amigos íntimos no solo? Eles são os fungos ectomicorrízicos, um grupo de microrganismos que vivem em simbiose com as plantas.

    Esses fungos ajudam as árvores a obter água e nutrientes do solo em troca de açúcares produzidos pela fotossíntese. Essa parceria é essencial para a saúde e o crescimento das árvores, especialmente nas regiões boreal e temperada, onde o solo é pobre e frio.

    Mas o que acontece quando o clima muda e o solo fica mais quente e seco? Como as árvores e os fungos se adaptam a essas condições estressantes? Essas são algumas das perguntas que uma equipe internacional de pesquisadores tentou responder em um experimento de longa duração chamado B4WARMED (Boreal Forest Warming at an Ecotone in Danger).

    O experimento consistiu em expor diferentes espécies de árvores boreais e temperadas a tratamentos de aquecimento e seca em um campo experimental na Suécia. Os pesquisadores usaram cabos elétricos para aquecer o solo e coberturas plásticas para reduzir a precipitação. Eles monitoraram a resposta das árvores e dos fungos por meio de medidas de crescimento, fisiologia, bioquímica e diversidade.

    Os resultados mostraram que as mudanças climáticas afetam a composição das espécies de fungos e as redes que eles formam com as árvores. Algumas espécies de fungos são mais tolerantes ao calor e à seca do que outras, e podem substituir as espécies mais sensíveis. Isso pode alterar o equilíbrio da troca de carbono e nutrientes entre as árvores e os fungos, afetando a função e a resiliência dos ecossistemas florestais.

    Os pesquisadores também descobriram que as espécies de árvores temperadas são mais vulneráveis ao aquecimento do que as espécies boreais, pois elas têm uma menor capacidade de regular sua temperatura interna. Além disso, as espécies de árvores boreais tendem a ter uma maior diversidade de fungos associados, o que pode aumentar sua resistência aos estressores ambientais.

    O estudo é um dos primeiros a investigar os efeitos das mudanças climáticas na relação entre árvores e fungos em uma escala temporal e espacial relevante para os ecossistemas naturais. Os autores esperam que seus achados contribuam para o desenvolvimento de estratégias de conservação e manejo florestal que levem em conta a importância dos fungos para a sustentabilidade das florestas.

    Fonte: Link.

    Esses fungos ajudam as árvores a obter água e nutrientes do solo em troca de açúcares produzidos pela fotossíntese. Essa parceria é essencial para a saúde e o crescimento das árvores, especialmente nas regiões boreal e temperada, onde o solo é pobre e frio.

    Mas o que acontece quando o clima muda e o solo fica mais quente e seco? Como as árvores e os fungos se adaptam a essas condições estressantes? Essas são algumas das perguntas que uma equipe internacional de pesquisadores tentou responder em um experimento de longa duração chamado B4WARMED (Boreal Forest Warming at an Ecotone in Danger).

    O experimento consistiu em expor diferentes espécies de árvores boreais e temperadas a tratamentos de aquecimento e seca em um campo experimental na Suécia. Os pesquisadores usaram cabos elétricos para aquecer o solo e coberturas plásticas para reduzir a precipitação. Eles monitoraram a resposta das árvores e dos fungos por meio de medidas de crescimento, fisiologia, bioquímica e diversidade.

    Os resultados mostraram que as mudanças climáticas afetam a composição das espécies de fungos e as redes que eles formam com as árvores. Algumas espécies de fungos são mais tolerantes ao calor e à seca do que outras, e podem substituir as espécies mais sensíveis. Isso pode alterar o equilíbrio da troca de carbono e nutrientes entre as árvores e os fungos, afetando a função e a resiliência dos ecossistemas florestais.

    Os pesquisadores também descobriram que as espécies de árvores temperadas são mais vulneráveis ao aquecimento do que as espécies boreais, pois elas têm uma menor capacidade de regular sua temperatura interna. Além disso, as espécies de árvores boreais tendem a ter uma maior diversidade de fungos associados, o que pode aumentar sua resistência aos estressores ambientais.

    O estudo é um dos primeiros a investigar os efeitos das mudanças climáticas na relação entre árvores e fungos em uma escala temporal e espacial relevante para os ecossistemas naturais. Os autores esperam que seus achados contribuam para o desenvolvimento de estratégias de conservação e manejo florestal que levem em conta a importância dos fungos para a sustentabilidade das florestas.

    Fonte: Link.

  • Aves migratórias se adaptam à mudança climática com a ajuda de cientistas

    Aves migratórias se adaptam à mudança climática com a ajuda de cientistas

    As aves migratórias podem se ajustar ao avanço da primavera causado pela mudança climática.

    Isso se forem levadas para locais onde a disponibilidade de alimentos é mais adequada ao seu ciclo reprodutivo.

    A mudança climática tem afetado muitas espécies de animais, especialmente as aves migratórias, que viajam longas distâncias entre os seus locais de invernada e de reprodução. A primavera tem chegado cada vez mais cedo em muitas regiões do mundo, o que significa que as plantas e os insetos que servem de alimento para as aves também se antecipam. No entanto, as aves migratórias não conseguem acompanhar essa mudança e acabam chegando tarde demais para o pico de disponibilidade de alimentos na época da reprodução.

    Isso pode ter consequências negativas para o sucesso reprodutivo das aves, pois elas precisam alimentar os seus filhotes com lagartas e outros insetos que são abundantes na primavera. Se as aves chegarem depois que esses recursos já diminuíram, elas terão mais dificuldade para criar os seus descendentes.

    Para testar se as aves migratórias podem se adaptar à mudança climática, pesquisadores da Suécia e dos Países Baixos realizaram um experimento com uma espécie de ave chamada papa-moscas (Ficedula hypoleuca). Essa ave migra da África para a Europa no início da primavera e se reproduz em florestas temperadas.

    Os pesquisadores capturaram algumas aves dessa espécie no norte da Europa, onde a primavera é mais precoce, e as levaram para o sul da Suécia, onde a primavera é mais tardia e há mais lagartas para alimentar os filhotes. Eles compararam o desempenho reprodutivo dessas aves com o das aves que permaneceram nos seus locais de origem.

    Os resultados foram surpreendentes: as aves que foram transportadas se sincronizaram muito bem com o pico de alimentos e tiveram um sucesso reprodutivo muito maior do que as aves que ficaram no norte. Além disso, os filhotes dessas aves voltaram para o sul da Suécia no ano seguinte, chegando mais cedo do que as aves locais.

    Isso mostra que as aves migratórias podem se adaptar à mudança climática através da dispersão e do ajuste do tempo de reprodução. Isso pode ajudar a manter populações robustas de aves pequenas, mesmo com o avanço da primavera.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Ecology and Evolution e pode ter implicações importantes para a conservação das aves migratórias, que enfrentam muitas ameaças além da mudança climática, como a perda de habitat, a poluição e a caça ilegal.

    Fonte: Link.

    Isso se forem levadas para locais onde a disponibilidade de alimentos é mais adequada ao seu ciclo reprodutivo.

    A mudança climática tem afetado muitas espécies de animais, especialmente as aves migratórias, que viajam longas distâncias entre os seus locais de invernada e de reprodução. A primavera tem chegado cada vez mais cedo em muitas regiões do mundo, o que significa que as plantas e os insetos que servem de alimento para as aves também se antecipam. No entanto, as aves migratórias não conseguem acompanhar essa mudança e acabam chegando tarde demais para o pico de disponibilidade de alimentos na época da reprodução.

    Isso pode ter consequências negativas para o sucesso reprodutivo das aves, pois elas precisam alimentar os seus filhotes com lagartas e outros insetos que são abundantes na primavera. Se as aves chegarem depois que esses recursos já diminuíram, elas terão mais dificuldade para criar os seus descendentes.

    Para testar se as aves migratórias podem se adaptar à mudança climática, pesquisadores da Suécia e dos Países Baixos realizaram um experimento com uma espécie de ave chamada papa-moscas (Ficedula hypoleuca). Essa ave migra da África para a Europa no início da primavera e se reproduz em florestas temperadas.

    Os pesquisadores capturaram algumas aves dessa espécie no norte da Europa, onde a primavera é mais precoce, e as levaram para o sul da Suécia, onde a primavera é mais tardia e há mais lagartas para alimentar os filhotes. Eles compararam o desempenho reprodutivo dessas aves com o das aves que permaneceram nos seus locais de origem.

    Os resultados foram surpreendentes: as aves que foram transportadas se sincronizaram muito bem com o pico de alimentos e tiveram um sucesso reprodutivo muito maior do que as aves que ficaram no norte. Além disso, os filhotes dessas aves voltaram para o sul da Suécia no ano seguinte, chegando mais cedo do que as aves locais.

    Isso mostra que as aves migratórias podem se adaptar à mudança climática através da dispersão e do ajuste do tempo de reprodução. Isso pode ajudar a manter populações robustas de aves pequenas, mesmo com o avanço da primavera.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Ecology and Evolution e pode ter implicações importantes para a conservação das aves migratórias, que enfrentam muitas ameaças além da mudança climática, como a perda de habitat, a poluição e a caça ilegal.

    Fonte: Link.

  • Inteligência artificial descobre novas formas e funções de proteínas

    Inteligência artificial descobre novas formas e funções de proteínas

    Uma equipe de cientistas usou a inteligência artificial (IA) para descobrir novas formas e funções de proteínas, as moléculas que compõem a vida.

    As proteínas são cadeias de aminoácidos que se dobram em estruturas tridimensionais complexas. Essas estruturas determinam as funções das proteínas, que podem ser desde catalisar reações químicas até transportar oxigênio pelo sangue. Conhecer as formas e funções das proteínas é essencial para entender os processos biológicos e desenvolver novos medicamentos.

    No entanto, determinar experimentalmente a estrutura de uma proteína é um processo difícil e demorado. Por isso, os cientistas recorrem à IA para prever as formas das proteínas a partir de suas sequências de aminoácidos. Uma das ferramentas mais poderosas para isso é o AlphaFold, um programa de computador que usa aprendizado profundo para modelar as estruturas das proteínas com alta precisão.

    Os pesquisadores usaram o AlphaFold para gerar as estruturas de 215 milhões de proteínas, incluindo muitas que nunca foram estudadas antes. Eles então construíram uma rede interativa que conecta as proteínas com base em suas semelhanças estruturais e evolutivas. Essa rede serve como uma fonte valiosa para prever famílias e funções desconhecidas de proteínas em larga escala.

    A equipe foi capaz de identificar 290 novas famílias de proteínas e uma nova dobra de proteína, que se parece com a forma de uma flor. Eles também disponibilizaram a rede como um recurso web interativo, chamado “Atlas do Universo Proteico”. Esse recurso permite aos cientistas aprender mais sobre a diversidade, estrutura, função e evolução das proteínas.

    “Existem agora muitas fontes de informação sobre proteínas, que encerram valiosos insights sobre como as proteínas evoluem e funcionam”, diz Joana Pereira, a líder do estudo. Ela acrescenta que o trabalho foi apoiado por uma bolsa do SIB para incentivar a adoção da IA na ciência da vida. “Isso mostra o potencial transformador do aprendizado profundo e dos algoritmos inteligentes na pesquisa”, afirma.

    Com o Atlas do Universo Proteico, os cientistas podem agora explorar as proteínas relevantes para suas pesquisas. “Esperamos que esse recurso ajude não apenas pesquisadores e biocuradores, mas também estudantes e professores, fornecendo uma nova plataforma para aprender sobre a diversidade das proteínas, desde a estrutura, até a função, até a evolução”, diz Janani Durairaj, a primeira autora do estudo.

    Fonte: Link.

    As proteínas são cadeias de aminoácidos que se dobram em estruturas tridimensionais complexas. Essas estruturas determinam as funções das proteínas, que podem ser desde catalisar reações químicas até transportar oxigênio pelo sangue. Conhecer as formas e funções das proteínas é essencial para entender os processos biológicos e desenvolver novos medicamentos.

    No entanto, determinar experimentalmente a estrutura de uma proteína é um processo difícil e demorado. Por isso, os cientistas recorrem à IA para prever as formas das proteínas a partir de suas sequências de aminoácidos. Uma das ferramentas mais poderosas para isso é o AlphaFold, um programa de computador que usa aprendizado profundo para modelar as estruturas das proteínas com alta precisão.

    Os pesquisadores usaram o AlphaFold para gerar as estruturas de 215 milhões de proteínas, incluindo muitas que nunca foram estudadas antes. Eles então construíram uma rede interativa que conecta as proteínas com base em suas semelhanças estruturais e evolutivas. Essa rede serve como uma fonte valiosa para prever famílias e funções desconhecidas de proteínas em larga escala.

    A equipe foi capaz de identificar 290 novas famílias de proteínas e uma nova dobra de proteína, que se parece com a forma de uma flor. Eles também disponibilizaram a rede como um recurso web interativo, chamado “Atlas do Universo Proteico”. Esse recurso permite aos cientistas aprender mais sobre a diversidade, estrutura, função e evolução das proteínas.

    “Existem agora muitas fontes de informação sobre proteínas, que encerram valiosos insights sobre como as proteínas evoluem e funcionam”, diz Joana Pereira, a líder do estudo. Ela acrescenta que o trabalho foi apoiado por uma bolsa do SIB para incentivar a adoção da IA na ciência da vida. “Isso mostra o potencial transformador do aprendizado profundo e dos algoritmos inteligentes na pesquisa”, afirma.

    Com o Atlas do Universo Proteico, os cientistas podem agora explorar as proteínas relevantes para suas pesquisas. “Esperamos que esse recurso ajude não apenas pesquisadores e biocuradores, mas também estudantes e professores, fornecendo uma nova plataforma para aprender sobre a diversidade das proteínas, desde a estrutura, até a função, até a evolução”, diz Janani Durairaj, a primeira autora do estudo.

    Fonte: Link.