Tag: Brasil

  • O futuro da humanidade em jogo: o novo estudo que mostra como estamos desestabilizando o planeta

    O futuro da humanidade em jogo: o novo estudo que mostra como estamos desestabilizando o planeta

    Um novo estudo revisa o conceito dos limites planetários, que são os nove componentes do ambiente global que regulam a estabilidade e a habitabilidade do planeta para as pessoas.

    O estudo mostra que as atividades humanas estão impactando cada vez mais o planeta e, assim, aumentando o risco de desencadear mudanças drásticas nas condições gerais da Terra.

    Os limites planetários foram propostos pela primeira vez em 2009 por um grupo internacional de cientistas liderados pelo professor Johan Rockström, do Stockholm Resilience Centre. Eles incluem o clima, a integridade da biosfera, a mudança do uso da terra, o uso da água doce, os ciclos biogeoquímicos, a acidificação dos oceanos, a poluição atmosférica, a degradação da camada de ozônio e a introdução de novas substâncias químicas e físicas no ambiente.

    O estudo atualiza o quadro dos limites planetários e constata que seis deles foram ultrapassados e que a transgressão está aumentando para todos os limites, exceto a degradação da camada de ozônio da Terra. Os limites mais críticos são o clima e a integridade da biosfera, que são os dois pilares da estabilidade do planeta. O estudo conclui que é preciso mais foco nas interações entre os limites, especialmente entre o clima e a biosfera, que são altamente acoplados e retroalimentados.

    O estudo também destaca a necessidade de respeitar o limite de mudança do uso da terra, considerando o uso crescente de biomassa como alternativa ao carvão, ao petróleo e ao gás. O estudo mostra que os humanos estão se apropriando do equivalente a ~30% da energia que estava disponível para sustentar a biodiversidade antes da Revolução Industrial. Isso significa que há menos energia disponível para manter a diversidade e a funcionalidade dos ecossistemas, que fornecem serviços essenciais para o bem-estar humano.

    O estudo propõe o uso da ciência dos limites planetários como um “guia para a ação” se quisermos garantir a prosperidade e a equidade para todos na Terra, e isso vai muito além do clima apenas. O estudo pede o desenvolvimento de modelos do sistema terrestre que reproduzam com precisão as interações entre os limites e os esforços sistemáticos para proteger, recuperar e reconstruir a resiliência planetária.

    O professor Rockström, um dos autores do estudo, disse: “Estamos em uma situação sem precedentes na história da humanidade. Estamos empurrando o planeta para além dos seus limites naturais e colocando em risco o nosso futuro coletivo. Precisamos de uma transformação radical na forma como nos relacionamos com o planeta e uns com os outros. Precisamos de uma nova ética planetária baseada na responsabilidade, na solidariedade e na cooperação”.

    Fonte: Link.

    O estudo mostra que as atividades humanas estão impactando cada vez mais o planeta e, assim, aumentando o risco de desencadear mudanças drásticas nas condições gerais da Terra.

    Os limites planetários foram propostos pela primeira vez em 2009 por um grupo internacional de cientistas liderados pelo professor Johan Rockström, do Stockholm Resilience Centre. Eles incluem o clima, a integridade da biosfera, a mudança do uso da terra, o uso da água doce, os ciclos biogeoquímicos, a acidificação dos oceanos, a poluição atmosférica, a degradação da camada de ozônio e a introdução de novas substâncias químicas e físicas no ambiente.

    O estudo atualiza o quadro dos limites planetários e constata que seis deles foram ultrapassados e que a transgressão está aumentando para todos os limites, exceto a degradação da camada de ozônio da Terra. Os limites mais críticos são o clima e a integridade da biosfera, que são os dois pilares da estabilidade do planeta. O estudo conclui que é preciso mais foco nas interações entre os limites, especialmente entre o clima e a biosfera, que são altamente acoplados e retroalimentados.

    O estudo também destaca a necessidade de respeitar o limite de mudança do uso da terra, considerando o uso crescente de biomassa como alternativa ao carvão, ao petróleo e ao gás. O estudo mostra que os humanos estão se apropriando do equivalente a ~30% da energia que estava disponível para sustentar a biodiversidade antes da Revolução Industrial. Isso significa que há menos energia disponível para manter a diversidade e a funcionalidade dos ecossistemas, que fornecem serviços essenciais para o bem-estar humano.

    O estudo propõe o uso da ciência dos limites planetários como um “guia para a ação” se quisermos garantir a prosperidade e a equidade para todos na Terra, e isso vai muito além do clima apenas. O estudo pede o desenvolvimento de modelos do sistema terrestre que reproduzam com precisão as interações entre os limites e os esforços sistemáticos para proteger, recuperar e reconstruir a resiliência planetária.

    O professor Rockström, um dos autores do estudo, disse: “Estamos em uma situação sem precedentes na história da humanidade. Estamos empurrando o planeta para além dos seus limites naturais e colocando em risco o nosso futuro coletivo. Precisamos de uma transformação radical na forma como nos relacionamos com o planeta e uns com os outros. Precisamos de uma nova ética planetária baseada na responsabilidade, na solidariedade e na cooperação”.

    Fonte: Link.

  • Pesquisadores descobrem proteína tóxica que causa pré-eclâmpsia e desenvolvem anticorpo para tratá-la

    Pesquisadores descobrem proteína tóxica que causa pré-eclâmpsia e desenvolvem anticorpo para tratá-la

    A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez que afeta cerca de 5% das gestantes no mundo.

    Ela se caracteriza por um aumento da pressão arterial, inchaço e proteinúria (presença de proteína na urina). A pré-eclâmpsia pode causar sérios problemas para a mãe e o bebê, como convulsões, insuficiência renal, descolamento da placenta e restrição do crescimento fetal. Em casos extremos, pode levar à morte.

    Até agora, não se sabe exatamente o que causa a pré-eclâmpsia, nem existe um tratamento específico para ela. A única forma de interromper a doença é induzir o parto, o que pode ser arriscado para o bebê se ele ainda não estiver maduro o suficiente.

    No entanto, uma nova pesquisa pode mudar esse cenário. Um grupo de cientistas liderado pelo Dr. Kun Ping Lu, professor de medicina da Harvard Medical School e do Beth Israel Deaconess Medical Center, identificou uma proteína tóxica chamada cis P-tau no sangue e na placenta de pacientes com pré-eclâmpsia. Essa proteína também está associada a distúrbios neurológicos como Alzheimer, lesão cerebral traumática e derrame.

    Os pesquisadores descobriram que a proteína cis P-tau é produzida quando uma enzima chamada Pin1 é inativada. A enzima Pin1 é uma proteína que responde ao estresse e mantém as outras proteínas em forma funcional. Quando Pin1 é inativada, leva à formação da proteína cis P-tau, que se acumula nas células e causa danos.

    O estudo mostrou que a inativação da Pin1 e a produção da cis P-tau ocorrem em resposta a fatores de estresse na gravidez, como hipóxia (falta de oxigênio), inflamação e hipertensão. Esses fatores podem ser influenciados por condições ambientais, genéticas e comportamentais.

    Os pesquisadores também desenvolveram um anticorpo que elimina a proteína cis P-tau do sangue e da placenta. Eles testaram o anticorpo em camundongos com pré-eclâmpsia induzida e observaram que ele foi capaz de corrigir os sintomas da doença, como pressão alta, proteinúria e restrição do crescimento fetal.

    O anticorpo está em testes clínicos em humanos com Alzheimer, lesão cerebral traumática e derrame. Os resultados preliminares são promissores e sugerem que o anticorpo pode ser uma terapia eficaz para essas condições. Os pesquisadores esperam que o mesmo possa acontecer com a pré-eclâmpsia.

    Além disso, os pesquisadores alertam que a pré-eclâmpsia pode aumentar o risco de demência para as mães e seus filhos no futuro. Isso porque a exposição à proteína cis P-tau durante a gravidez pode afetar o desenvolvimento cerebral do feto e causar alterações cognitivas na mãe.

    Portanto, os pesquisadores recomendam que as gestantes com pré-eclâmpsia sejam monitoradas de perto e recebam cuidados adequados para prevenir complicações. Eles também sugerem que as mães e os filhos afetados pela pré-eclâmpsia sejam acompanhados ao longo da vida para detectar possíveis sinais de declínio mental.

    Fonte: Link.

    Ela se caracteriza por um aumento da pressão arterial, inchaço e proteinúria (presença de proteína na urina). A pré-eclâmpsia pode causar sérios problemas para a mãe e o bebê, como convulsões, insuficiência renal, descolamento da placenta e restrição do crescimento fetal. Em casos extremos, pode levar à morte.

    Até agora, não se sabe exatamente o que causa a pré-eclâmpsia, nem existe um tratamento específico para ela. A única forma de interromper a doença é induzir o parto, o que pode ser arriscado para o bebê se ele ainda não estiver maduro o suficiente.

    No entanto, uma nova pesquisa pode mudar esse cenário. Um grupo de cientistas liderado pelo Dr. Kun Ping Lu, professor de medicina da Harvard Medical School e do Beth Israel Deaconess Medical Center, identificou uma proteína tóxica chamada cis P-tau no sangue e na placenta de pacientes com pré-eclâmpsia. Essa proteína também está associada a distúrbios neurológicos como Alzheimer, lesão cerebral traumática e derrame.

    Os pesquisadores descobriram que a proteína cis P-tau é produzida quando uma enzima chamada Pin1 é inativada. A enzima Pin1 é uma proteína que responde ao estresse e mantém as outras proteínas em forma funcional. Quando Pin1 é inativada, leva à formação da proteína cis P-tau, que se acumula nas células e causa danos.

    O estudo mostrou que a inativação da Pin1 e a produção da cis P-tau ocorrem em resposta a fatores de estresse na gravidez, como hipóxia (falta de oxigênio), inflamação e hipertensão. Esses fatores podem ser influenciados por condições ambientais, genéticas e comportamentais.

    Os pesquisadores também desenvolveram um anticorpo que elimina a proteína cis P-tau do sangue e da placenta. Eles testaram o anticorpo em camundongos com pré-eclâmpsia induzida e observaram que ele foi capaz de corrigir os sintomas da doença, como pressão alta, proteinúria e restrição do crescimento fetal.

    O anticorpo está em testes clínicos em humanos com Alzheimer, lesão cerebral traumática e derrame. Os resultados preliminares são promissores e sugerem que o anticorpo pode ser uma terapia eficaz para essas condições. Os pesquisadores esperam que o mesmo possa acontecer com a pré-eclâmpsia.

    Além disso, os pesquisadores alertam que a pré-eclâmpsia pode aumentar o risco de demência para as mães e seus filhos no futuro. Isso porque a exposição à proteína cis P-tau durante a gravidez pode afetar o desenvolvimento cerebral do feto e causar alterações cognitivas na mãe.

    Portanto, os pesquisadores recomendam que as gestantes com pré-eclâmpsia sejam monitoradas de perto e recebam cuidados adequados para prevenir complicações. Eles também sugerem que as mães e os filhos afetados pela pré-eclâmpsia sejam acompanhados ao longo da vida para detectar possíveis sinais de declínio mental.

    Fonte: Link.

  • Parkinson pode ser causado por falha na comunicação entre neurônios, diz estudo inédito

    Parkinson pode ser causado por falha na comunicação entre neurônios, diz estudo inédito

    Um novo estudo desafia a crença comum de que a doença de Parkinson é causada pela morte dos neurônios que produzem dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos.

    Os pesquisadores descobriram que, na verdade, a origem do problema está na disfunção das sinapses, as conexões entre os neurônios, que afeta a liberação de dopamina.

    O estudo foi realizado por uma equipe internacional de cientistas liderada pelo Dr. J. Timothy Greenamyre, professor de neurologia da Universidade de Pittsburgh e diretor do Instituto de Doenças Neurodegenerativas da mesma universidade. Eles usaram neurônios derivados de células-tronco de pacientes com Parkinson, que tinham uma mutação no gene Parkin, um dos genes mais associados à doença.

    O gene Parkin é conhecido por ter uma função na eliminação de mitocôndrias defeituosas, as usinas de energia das células. Quando o Parkin não funciona bem, as mitocôndrias se acumulam e causam danos aos neurônios. No entanto, o estudo revelou que o Parkin também tem um papel na sinapse, regulando a quantidade de dopamina que é liberada pelos neurônios.

    Os pesquisadores descobriram que os neurônios com a mutação no Parkin tinham uma liberação de dopamina muito baixa, mesmo quando tinham uma quantidade normal de dopamina dentro das células. Isso significa que a comunicação entre os neurônios estava prejudicada, levando aos sintomas motores típicos do Parkinson, como tremores, rigidez e lentidão.

    O estudo sugere que a disfunção sináptica ocorre antes da degeneração dos neurônios, e que essa pode ser a causa primária da doença. Isso abre uma nova possibilidade de tratamento, que visa corrigir a disfunção sináptica antes que os neurônios sejam irreversivelmente afetados. Os pesquisadores testaram alguns compostos que aumentaram a liberação de dopamina nos neurônios com a mutação no Parkin, e observaram uma melhora na função sináptica.

    O Dr. Greenamyre disse que o estudo é um avanço importante na compreensão do Parkinson, e que espera que ele leve ao desenvolvimento de novas terapias para os pacientes. Ele também destacou a importância de usar células-tronco derivadas de pacientes para estudar as doenças neurodegenerativas, pois elas permitem reproduzir as características genéticas e celulares dos indivíduos afetados.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores descobriram que, na verdade, a origem do problema está na disfunção das sinapses, as conexões entre os neurônios, que afeta a liberação de dopamina.

    O estudo foi realizado por uma equipe internacional de cientistas liderada pelo Dr. J. Timothy Greenamyre, professor de neurologia da Universidade de Pittsburgh e diretor do Instituto de Doenças Neurodegenerativas da mesma universidade. Eles usaram neurônios derivados de células-tronco de pacientes com Parkinson, que tinham uma mutação no gene Parkin, um dos genes mais associados à doença.

    O gene Parkin é conhecido por ter uma função na eliminação de mitocôndrias defeituosas, as usinas de energia das células. Quando o Parkin não funciona bem, as mitocôndrias se acumulam e causam danos aos neurônios. No entanto, o estudo revelou que o Parkin também tem um papel na sinapse, regulando a quantidade de dopamina que é liberada pelos neurônios.

    Os pesquisadores descobriram que os neurônios com a mutação no Parkin tinham uma liberação de dopamina muito baixa, mesmo quando tinham uma quantidade normal de dopamina dentro das células. Isso significa que a comunicação entre os neurônios estava prejudicada, levando aos sintomas motores típicos do Parkinson, como tremores, rigidez e lentidão.

    O estudo sugere que a disfunção sináptica ocorre antes da degeneração dos neurônios, e que essa pode ser a causa primária da doença. Isso abre uma nova possibilidade de tratamento, que visa corrigir a disfunção sináptica antes que os neurônios sejam irreversivelmente afetados. Os pesquisadores testaram alguns compostos que aumentaram a liberação de dopamina nos neurônios com a mutação no Parkin, e observaram uma melhora na função sináptica.

    O Dr. Greenamyre disse que o estudo é um avanço importante na compreensão do Parkinson, e que espera que ele leve ao desenvolvimento de novas terapias para os pacientes. Ele também destacou a importância de usar células-tronco derivadas de pacientes para estudar as doenças neurodegenerativas, pois elas permitem reproduzir as características genéticas e celulares dos indivíduos afetados.

    Fonte: Link.

  • As piores formas de morrer, segundo a ciência

    As piores formas de morrer, segundo a ciência

    A morte é um fenômeno inevitável e misterioso, que desperta curiosidade e medo em muitas pessoas.

    Mas existem formas de morrer que são mais terríveis do que outras, segundo a ciência. Alguns especialistas já tentaram classificar as piores formas de morrer, levando em conta fatores como dor, sofrimento e tempo.

    Uma das formas mais cruéis de morrer é o escafismo, uma técnica de execução praticada entre os persas da Antiguidade. O condenado era colocado dentro de um barco ou um tronco oco, com apenas a cabeça, as mãos e os pés para fora. O corpo era coberto de mel e leite azedo, e o barco era deixado em um lugar com insetos e animais carnívoros. O condenado sofria de desidratação, fome, queimaduras solares, infecções e mordidas, até morrer lentamente em meio à carne podre e às fezes.

    Outra forma horrível de morrer é a fome, um processo longo e doloroso, que pode levar semanas ou meses. Quando uma pessoa fica privada de comida, o corpo começa a se atacar para sobreviver, usando a gordura do fígado e dos tecidos como fonte de energia. Depois, passa para os músculos, até que o sistema imunológico começa a falhar e a pessoa fica vulnerável a doenças e infecções. Por fim, o coração também começa a ser digerido e fica fragilizado, podendo causar um ataque cardíaco.

    Uma forma improvável, mas terrível de morrer é a queda de um elevador do alto de um prédio. Na queda, órgãos podem escapar do corpo e membros podem se quebrar. Além disso, a vítima pode sofrer de ansiedade, pânico e desespero ao perceber que não há nada que possa fazer para evitar o impacto. A empresa de elevadores Icon informou que há uma maneira de sobreviver à queda: você deve deitar de costas, com as mãos no rosto.

    Essas são apenas algumas das piores formas de morrer, segundo a ciência. Existem outras formas igualmente horríveis, como morrer queimado, decapitado, afogado ou esmagado. Esperamos que você nunca tenha que passar por nenhuma delas.

    Mas existem formas de morrer que são mais terríveis do que outras, segundo a ciência. Alguns especialistas já tentaram classificar as piores formas de morrer, levando em conta fatores como dor, sofrimento e tempo.

    Uma das formas mais cruéis de morrer é o escafismo, uma técnica de execução praticada entre os persas da Antiguidade. O condenado era colocado dentro de um barco ou um tronco oco, com apenas a cabeça, as mãos e os pés para fora. O corpo era coberto de mel e leite azedo, e o barco era deixado em um lugar com insetos e animais carnívoros. O condenado sofria de desidratação, fome, queimaduras solares, infecções e mordidas, até morrer lentamente em meio à carne podre e às fezes.

    Outra forma horrível de morrer é a fome, um processo longo e doloroso, que pode levar semanas ou meses. Quando uma pessoa fica privada de comida, o corpo começa a se atacar para sobreviver, usando a gordura do fígado e dos tecidos como fonte de energia. Depois, passa para os músculos, até que o sistema imunológico começa a falhar e a pessoa fica vulnerável a doenças e infecções. Por fim, o coração também começa a ser digerido e fica fragilizado, podendo causar um ataque cardíaco.

    Uma forma improvável, mas terrível de morrer é a queda de um elevador do alto de um prédio. Na queda, órgãos podem escapar do corpo e membros podem se quebrar. Além disso, a vítima pode sofrer de ansiedade, pânico e desespero ao perceber que não há nada que possa fazer para evitar o impacto. A empresa de elevadores Icon informou que há uma maneira de sobreviver à queda: você deve deitar de costas, com as mãos no rosto.

    Essas são apenas algumas das piores formas de morrer, segundo a ciência. Existem outras formas igualmente horríveis, como morrer queimado, decapitado, afogado ou esmagado. Esperamos que você nunca tenha que passar por nenhuma delas.

  • O que muda para o seu carro com o aumento de etanol na gasolina?

    O que muda para o seu carro com o aumento de etanol na gasolina?

    O governo anunciou que pretende aumentar o limite de álcool na gasolina de 27,5% para 30%.

    A medida tem como objetivo reduzir a dependência de combustíveis fósseis e a emissão de gases de efeito estufa, além de melhorar a independência energética do país. Mas o que isso significa para os consumidores e para os carros?

    O etanol é um biocombustível renovável, que é produzido a partir da cana-de-açúcar. Ele evita a emissão de mais de 2,8 milhões de toneladas de CO2 por ano, o que contribui para o combate às mudanças climáticas. O etanol também funciona como um inibidor de detonação, que evita a “batida de pino” nos motores. A “batida de pino” é um fenômeno que ocorre quando o combustível explode antes do tempo ideal, causando perda de potência e danos ao motor.

    No entanto, o etanol tem menor poder de combustão que a gasolina, o que significa que o consumo é maior e a autonomia é menor. Isso quer dizer que você vai ter que abastecer mais vezes e, em alguns casos, gastar mais dinheiro. Além disso, o etanol pode causar corrosão, desgaste e dificuldade de partida nos motores a gasolina, especialmente nos mais antigos que têm carburador.

    Não há estudos nem comprovação de que os carros mais novos, com injeção direta, podem ser mais afetados por esses problemas.

    As vantagens e desvantagens do aumento de etanol na gasolina dependem do tipo de carro que você tem e do preço dos combustíveis. Se você tem um carro flex, você pode escolher entre usar etanol ou gasolina, levando em conta o custo-benefício e o desempenho. Se você tem um carro a gasolina, você pode ter que se adaptar à nova mistura ou optar por uma gasolina aditivada ou premium, que têm menor teor de etanol.

    A medida tem como objetivo reduzir a dependência de combustíveis fósseis e a emissão de gases de efeito estufa, além de melhorar a independência energética do país. Mas o que isso significa para os consumidores e para os carros?

    O etanol é um biocombustível renovável, que é produzido a partir da cana-de-açúcar. Ele evita a emissão de mais de 2,8 milhões de toneladas de CO2 por ano, o que contribui para o combate às mudanças climáticas. O etanol também funciona como um inibidor de detonação, que evita a “batida de pino” nos motores. A “batida de pino” é um fenômeno que ocorre quando o combustível explode antes do tempo ideal, causando perda de potência e danos ao motor.

    No entanto, o etanol tem menor poder de combustão que a gasolina, o que significa que o consumo é maior e a autonomia é menor. Isso quer dizer que você vai ter que abastecer mais vezes e, em alguns casos, gastar mais dinheiro. Além disso, o etanol pode causar corrosão, desgaste e dificuldade de partida nos motores a gasolina, especialmente nos mais antigos que têm carburador.

    Não há estudos nem comprovação de que os carros mais novos, com injeção direta, podem ser mais afetados por esses problemas.

    As vantagens e desvantagens do aumento de etanol na gasolina dependem do tipo de carro que você tem e do preço dos combustíveis. Se você tem um carro flex, você pode escolher entre usar etanol ou gasolina, levando em conta o custo-benefício e o desempenho. Se você tem um carro a gasolina, você pode ter que se adaptar à nova mistura ou optar por uma gasolina aditivada ou premium, que têm menor teor de etanol.

  • Empresas aéreas devem embarcar clientes da 123 Milhas, diz ANAC

    Empresas aéreas devem embarcar clientes da 123 Milhas, diz ANAC

    A Agência Nacional de Aviação Civil emitiu uma resolução que obriga as companhias aéreas a embarcarem os passageiros que compraram bilhetes pela 123 Milhas.

    A medida visa garantir o direito dos consumidores que já adquiriram pacotes de viagens e passagens aéreas pela empresa, que é investigada por crimes contra o consumidor, pirâmide financeira e estelionato.

    A 123 Milhas é uma empresa que vende passagens aéreas com desconto, usando milhas compradas de terceiros. Segundo a empresa, ela possui um sistema que busca as melhores combinações de voos e preços para os clientes. No entanto, muitos consumidores relataram que tiveram suas passagens canceladas sem aviso prévio ou reembolso, ficando sem opção de viagem.

    A empresa alegou que teve problemas com os fornecedores de milhas e que foi afetada pela pandemia de Covid-19, que reduziu a demanda por viagens aéreas. A empresa também entrou com um pedido de recuperação judicial, alegando que possui uma dívida de R$ 300 milhões.

    A ANAC informou que as companhias aéreas devem cumprir o contrato de transporte com os clientes da 123 Milhas, independentemente da situação da empresa intermediária. A agência também orientou os consumidores a verificarem a confirmação das suas reservas junto às empresas aéreas e a registrarem reclamações nos canais oficiais da ANAC, do Procon ou da plataforma consumidor.gov.br.

    A Defensoria Pública de Minas Gerais ajuizou uma ação civil pública para indenizar os consumidores afetados pelo cancelamento das passagens da 123 Milhas. A defensora pública Ana Carolina Lopes afirmou que a empresa violou os direitos dos consumidores ao não prestar informações claras e transparentes sobre os serviços contratados e ao não oferecer alternativas ou reembolso em caso de cancelamento.

    A CPI de Pirâmides Financeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais também investiga a 123 Milhas por suspeita de prática de pirâmide financeira e estelionato. A comissão pediu a condução coercitiva dos sócios da empresa, que faltaram à sessão convocada para esclarecer as denúncias. O presidente da CPI, deputado Ulysses Gomes, disse que a empresa lesou milhares de pessoas e que vai cobrar responsabilidades.

    A medida visa garantir o direito dos consumidores que já adquiriram pacotes de viagens e passagens aéreas pela empresa, que é investigada por crimes contra o consumidor, pirâmide financeira e estelionato.

    A 123 Milhas é uma empresa que vende passagens aéreas com desconto, usando milhas compradas de terceiros. Segundo a empresa, ela possui um sistema que busca as melhores combinações de voos e preços para os clientes. No entanto, muitos consumidores relataram que tiveram suas passagens canceladas sem aviso prévio ou reembolso, ficando sem opção de viagem.

    A empresa alegou que teve problemas com os fornecedores de milhas e que foi afetada pela pandemia de Covid-19, que reduziu a demanda por viagens aéreas. A empresa também entrou com um pedido de recuperação judicial, alegando que possui uma dívida de R$ 300 milhões.

    A ANAC informou que as companhias aéreas devem cumprir o contrato de transporte com os clientes da 123 Milhas, independentemente da situação da empresa intermediária. A agência também orientou os consumidores a verificarem a confirmação das suas reservas junto às empresas aéreas e a registrarem reclamações nos canais oficiais da ANAC, do Procon ou da plataforma consumidor.gov.br.

    A Defensoria Pública de Minas Gerais ajuizou uma ação civil pública para indenizar os consumidores afetados pelo cancelamento das passagens da 123 Milhas. A defensora pública Ana Carolina Lopes afirmou que a empresa violou os direitos dos consumidores ao não prestar informações claras e transparentes sobre os serviços contratados e ao não oferecer alternativas ou reembolso em caso de cancelamento.

    A CPI de Pirâmides Financeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais também investiga a 123 Milhas por suspeita de prática de pirâmide financeira e estelionato. A comissão pediu a condução coercitiva dos sócios da empresa, que faltaram à sessão convocada para esclarecer as denúncias. O presidente da CPI, deputado Ulysses Gomes, disse que a empresa lesou milhares de pessoas e que vai cobrar responsabilidades.

  • Kayky Brito: como é a recuperação de um paciente que sofreu politrauma e traumatismo craniano?

    Kayky Brito: como é a recuperação de um paciente que sofreu politrauma e traumatismo craniano?

    Um acidente grave pode causar lesões múltiplas e graves em diferentes partes do corpo, como ossos, órgãos internos e cérebro.

    Esse tipo de lesão é chamado de politrauma e requer um atendimento rápido e especializado para salvar a vida do paciente e evitar sequelas permanentes. O traumatismo craniano, que é uma lesão no cérebro causada por um impacto na cabeça, é uma das complicações mais comuns e graves do politrauma.

    Mas como é o processo de recuperação de um paciente que sofreu politrauma e traumatismo craniano? Quais são os passos que os médicos e os profissionais de saúde seguem para tratar esses casos? Quanto tempo leva para o paciente voltar a ter uma vida normal? Essas são algumas das perguntas que muitas pessoas têm sobre esse assunto.

    Para responder a essas perguntas, nós consultamos alguns artigos científicos e sites especializados na área de trauma e reabilitação. Segundo essas fontes, o processo de recuperação de um paciente que sofreu politrauma e traumatismo craniano depende da gravidade das lesões, do tempo de atendimento e do tratamento adequado.

    Em geral, os principais passos são:

    • O atendimento inicial deve seguir o protocolo de Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS) ou Suporte Avançado de Vida Pré-Hospitalar (PHTLS), que consistem em manter as vias aéreas desobstruídas, garantir a ventilação e a circulação, estancar as hemorragias, imobilizar a coluna cervical e monitorar os sinais vitais.

    • O paciente deve ser encaminhado para um centro de trauma especializado, onde será avaliado por uma equipe multidisciplinar e submetido a exames de imagem para identificar as lesões internas.

    • O tratamento pode envolver cirurgias, transfusões sanguíneas, medicamentos, ventilação mecânica e outras medidas de suporte.

    • A reabilitação deve começar o mais cedo possível, com o objetivo de restaurar as funções físicas, cognitivas, emocionais e sociais do paciente. A reabilitação pode envolver fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e outras especialidades.

    • A recuperação pode levar de seis meses a vários anos, mas a reabilitação pode acelerar a recuperação e torná-la mais completa. O tecido cerebral, que é destruído, não pode recuperar sua função, mas outras partes do cérebro podem aprender a assumir algumas tarefas da área destruída.

    Esses são os passos básicos que os pacientes que sofreram politrauma e traumatismo craniano devem seguir para se recuperarem. No entanto, cada caso é único e depende de vários fatores individuais. Por isso, é importante que os pacientes tenham um acompanhamento médico constante e sigam as orientações dos profissionais de saúde.

    Esse tipo de lesão é chamado de politrauma e requer um atendimento rápido e especializado para salvar a vida do paciente e evitar sequelas permanentes. O traumatismo craniano, que é uma lesão no cérebro causada por um impacto na cabeça, é uma das complicações mais comuns e graves do politrauma.

    Mas como é o processo de recuperação de um paciente que sofreu politrauma e traumatismo craniano? Quais são os passos que os médicos e os profissionais de saúde seguem para tratar esses casos? Quanto tempo leva para o paciente voltar a ter uma vida normal? Essas são algumas das perguntas que muitas pessoas têm sobre esse assunto.

    Para responder a essas perguntas, nós consultamos alguns artigos científicos e sites especializados na área de trauma e reabilitação. Segundo essas fontes, o processo de recuperação de um paciente que sofreu politrauma e traumatismo craniano depende da gravidade das lesões, do tempo de atendimento e do tratamento adequado.

    Em geral, os principais passos são:

    • O atendimento inicial deve seguir o protocolo de Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS) ou Suporte Avançado de Vida Pré-Hospitalar (PHTLS), que consistem em manter as vias aéreas desobstruídas, garantir a ventilação e a circulação, estancar as hemorragias, imobilizar a coluna cervical e monitorar os sinais vitais.

    • O paciente deve ser encaminhado para um centro de trauma especializado, onde será avaliado por uma equipe multidisciplinar e submetido a exames de imagem para identificar as lesões internas.

    • O tratamento pode envolver cirurgias, transfusões sanguíneas, medicamentos, ventilação mecânica e outras medidas de suporte.

    • A reabilitação deve começar o mais cedo possível, com o objetivo de restaurar as funções físicas, cognitivas, emocionais e sociais do paciente. A reabilitação pode envolver fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e outras especialidades.

    • A recuperação pode levar de seis meses a vários anos, mas a reabilitação pode acelerar a recuperação e torná-la mais completa. O tecido cerebral, que é destruído, não pode recuperar sua função, mas outras partes do cérebro podem aprender a assumir algumas tarefas da área destruída.

    Esses são os passos básicos que os pacientes que sofreram politrauma e traumatismo craniano devem seguir para se recuperarem. No entanto, cada caso é único e depende de vários fatores individuais. Por isso, é importante que os pacientes tenham um acompanhamento médico constante e sigam as orientações dos profissionais de saúde.

  • Médicos que vendem receitas para remédios de TDAH podem ser presos por tráfico de drogas

    Médicos que vendem receitas para remédios de TDAH podem ser presos por tráfico de drogas

    Uma prática ilegal e perigosa vem se tornando cada vez mais comum no Brasil: a venda de receitas para que pessoas consigam comprar remédios para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

    Essa prática é considerada um crime e pode levar à prisão por tráfico de drogas. Entenda o que são esses remédios, como eles devem ser usados e quais são os riscos de comprá-los sem orientação médica.

    O que são os remédios para TDAH?

    O TDAH é um distúrbio neurobiológico que afeta cerca de 5% das crianças e adolescentes e 2,5% dos adultos no mundo. As pessoas com TDAH têm dificuldade para se concentrar, ficar paradas, organizar tarefas e controlar impulsos. Esses sintomas podem prejudicar o desempenho escolar, profissional e social, além de causar baixa autoestima, ansiedade e depressão.

    O tratamento do TDAH envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, orientação familiar, educação especial e, em alguns casos, medicamentos. Os medicamentos mais usados para o TDAH são o metilfenidato e a atomoxetina, que atuam no sistema nervoso central, aumentando a disponibilidade de neurotransmissores como a dopamina e a noradrenalina. Essas substâncias são responsáveis por regular a atenção, a memória, a motivação e o humor.

    Os medicamentos para o TDAH podem melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas que sofrem com o transtorno, mas também podem causar efeitos colaterais como insônia, perda de apetite, dor de cabeça, náusea, irritabilidade e taquicardia. Além disso, esses medicamentos podem provocar dependência física e psíquica se usados de forma inadequada ou abusiva.

    Como comprar os remédios para TDAH?

    Os medicamentos para o TDAH são controlados pela legislação e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Isso significa que eles só podem ser vendidos com receita médica válida, que deve conter o nome completo e o endereço do paciente, o endereço do estabelecimento onde a consulta foi realizada, a data da emissão, a assinatura e o carimbo do médico, o nome do medicamento, a posologia e a duração do tratamento. Essas receitas têm um prazo de validade de 30 dias corridos e uma via fica retida na farmácia. A farmácia deve enviar semanalmente relatórios à ANVISA sobre os medicamentos controlados vendidos.

    Com a pandemia de Covid-19, surgiu a possibilidade de usar receitas digitais para comprar medicamentos controlados. Nesse caso, o médico prescreve a receita em um sistema eletrônico e comprova esse documento por meio de uma assinatura eletrônica certificada. Essa receita é enviada ao paciente por e-mail, WhatsApp ou SMS. O paciente pode comprar seus medicamentos pelo link recebido, sem ter que sair de casa ou imprimir a receita.

    Quais são os riscos de comprar os remédios para TDAH sem receita?

    Algumas pessoas procuram comprar os remédios para o TDAH sem ter a doença ou sem seguir as orientações médicas. Elas podem fazer isso por curiosidade, por pressão social ou por acreditar que esses medicamentos podem melhorar seu desempenho cognitivo ou físico. No entanto, essa atitude pode trazer sérios riscos à saúde e à segurança.

    Primeiramente, comprar os remédios para o TDAH sem receita é ilegal e pode ser enquadrado como tráfico de drogas. A pena para esse crime varia de 5 a 15 anos de reclusão e multa. Além disso, quem vende as receitas sem critério médico pode ser denunciado ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério Público, podendo perder o registro profissional e responder por crime contra a saúde pública.

    Em segundo lugar, usar os remédios para o TDAH sem necessidade ou sem acompanhamento médico pode causar danos à saúde física e mental. O uso indevido desses medicamentos pode levar à dependência, à tolerância, à síndrome de abstinência, à overdose e até à morte. Além disso, o uso recreativo desses medicamentos pode provocar alterações de humor, de personalidade, de comportamento e de percepção da realidade. Essas mudanças podem afetar negativamente as relações interpessoais, familiares, profissionais e acadêmicas das pessoas que usam esses medicamentos.

    Portanto, é importante respeitar as normas e as orientações médicas para comprar e usar os remédios para o TDAH. Esses medicamentos são indicados apenas para as pessoas que realmente têm o transtorno e que precisam deles para melhorar sua qualidade de vida. Quem usa esses medicamentos sem receita ou sem necessidade está colocando em risco sua saúde, sua segurança e sua liberdade.

    Essa prática é considerada um crime e pode levar à prisão por tráfico de drogas. Entenda o que são esses remédios, como eles devem ser usados e quais são os riscos de comprá-los sem orientação médica.

    O que são os remédios para TDAH?

    O TDAH é um distúrbio neurobiológico que afeta cerca de 5% das crianças e adolescentes e 2,5% dos adultos no mundo. As pessoas com TDAH têm dificuldade para se concentrar, ficar paradas, organizar tarefas e controlar impulsos. Esses sintomas podem prejudicar o desempenho escolar, profissional e social, além de causar baixa autoestima, ansiedade e depressão.

    O tratamento do TDAH envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, orientação familiar, educação especial e, em alguns casos, medicamentos. Os medicamentos mais usados para o TDAH são o metilfenidato e a atomoxetina, que atuam no sistema nervoso central, aumentando a disponibilidade de neurotransmissores como a dopamina e a noradrenalina. Essas substâncias são responsáveis por regular a atenção, a memória, a motivação e o humor.

    Os medicamentos para o TDAH podem melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas que sofrem com o transtorno, mas também podem causar efeitos colaterais como insônia, perda de apetite, dor de cabeça, náusea, irritabilidade e taquicardia. Além disso, esses medicamentos podem provocar dependência física e psíquica se usados de forma inadequada ou abusiva.

    Como comprar os remédios para TDAH?

    Os medicamentos para o TDAH são controlados pela legislação e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Isso significa que eles só podem ser vendidos com receita médica válida, que deve conter o nome completo e o endereço do paciente, o endereço do estabelecimento onde a consulta foi realizada, a data da emissão, a assinatura e o carimbo do médico, o nome do medicamento, a posologia e a duração do tratamento. Essas receitas têm um prazo de validade de 30 dias corridos e uma via fica retida na farmácia. A farmácia deve enviar semanalmente relatórios à ANVISA sobre os medicamentos controlados vendidos.

    Com a pandemia de Covid-19, surgiu a possibilidade de usar receitas digitais para comprar medicamentos controlados. Nesse caso, o médico prescreve a receita em um sistema eletrônico e comprova esse documento por meio de uma assinatura eletrônica certificada. Essa receita é enviada ao paciente por e-mail, WhatsApp ou SMS. O paciente pode comprar seus medicamentos pelo link recebido, sem ter que sair de casa ou imprimir a receita.

    Quais são os riscos de comprar os remédios para TDAH sem receita?

    Algumas pessoas procuram comprar os remédios para o TDAH sem ter a doença ou sem seguir as orientações médicas. Elas podem fazer isso por curiosidade, por pressão social ou por acreditar que esses medicamentos podem melhorar seu desempenho cognitivo ou físico. No entanto, essa atitude pode trazer sérios riscos à saúde e à segurança.

    Primeiramente, comprar os remédios para o TDAH sem receita é ilegal e pode ser enquadrado como tráfico de drogas. A pena para esse crime varia de 5 a 15 anos de reclusão e multa. Além disso, quem vende as receitas sem critério médico pode ser denunciado ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério Público, podendo perder o registro profissional e responder por crime contra a saúde pública.

    Em segundo lugar, usar os remédios para o TDAH sem necessidade ou sem acompanhamento médico pode causar danos à saúde física e mental. O uso indevido desses medicamentos pode levar à dependência, à tolerância, à síndrome de abstinência, à overdose e até à morte. Além disso, o uso recreativo desses medicamentos pode provocar alterações de humor, de personalidade, de comportamento e de percepção da realidade. Essas mudanças podem afetar negativamente as relações interpessoais, familiares, profissionais e acadêmicas das pessoas que usam esses medicamentos.

    Portanto, é importante respeitar as normas e as orientações médicas para comprar e usar os remédios para o TDAH. Esses medicamentos são indicados apenas para as pessoas que realmente têm o transtorno e que precisam deles para melhorar sua qualidade de vida. Quem usa esses medicamentos sem receita ou sem necessidade está colocando em risco sua saúde, sua segurança e sua liberdade.

  • Jovens brasileiros estão mais vulneráveis às infecções sexualmente transmissíveis

    Jovens brasileiros estão mais vulneráveis às infecções sexualmente transmissíveis

    As infecções sexualmente transmissíveis (IST) são um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo.

    Elas são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos que podem ser transmitidos por meio do contato sexual sem o uso de preservativo. Elas podem causar diversos problemas de saúde, como infertilidade, câncer e até morte.

    Entre os jovens brasileiros, as IST têm aumentado nos últimos anos, principalmente por causa da redução do uso do preservativo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. Na última década, o índice de contágio de HIV/Aids mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos e também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos. Além disso, a sífilis tem se tornado uma epidemia no país, com mais de 200 mil casos notificados em 2019.

    As IST podem se manifestar de diferentes formas, dependendo do tipo de infecção. Algumas das IST mais comuns são: herpes genital, sífilis, gonorreia, clamídia, HPV, hepatites B e C e HIV/Aids. Os sintomas podem incluir feridas, corrimentos, verrugas ou lesões na região genital ou em outras partes do corpo. No entanto, algumas IST podem não apresentar sinais e sintomas e permanecer silenciosas por muito tempo. Por isso, é importante fazer exames periódicos para verificar se há alguma infecção e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

    A melhor forma de prevenir as IST é usar o preservativo masculino ou feminino em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal. O preservativo é um método barato, eficaz e fácil de usar que protege contra a maioria das IST. O Ministério da Saúde distribui gratuitamente preservativos em postos de saúde e em outros locais públicos. Além disso, é recomendado evitar o compartilhamento de objetos perfurantes ou cortantes que possam entrar em contato com sangue ou secreções corporais, como agulhas, seringas, alicates de unha e lâminas de barbear.

    A saúde sexual é um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada. Os jovens devem se informar sobre os riscos e as formas de prevenção das IST e buscar atendimento médico sempre que necessário. Cuide-se e proteja-se!

    Elas são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos que podem ser transmitidos por meio do contato sexual sem o uso de preservativo. Elas podem causar diversos problemas de saúde, como infertilidade, câncer e até morte.

    Entre os jovens brasileiros, as IST têm aumentado nos últimos anos, principalmente por causa da redução do uso do preservativo. Segundo dados do Ministério da Saúde, 56,6% dos brasileiros entre 15 e 24 anos usam camisinha com parceiros eventuais. Na última década, o índice de contágio de HIV/Aids mais que dobrou entre jovens de 15 a 19 anos e também aumentou na faixa etária entre 20 a 24 anos. Além disso, a sífilis tem se tornado uma epidemia no país, com mais de 200 mil casos notificados em 2019.

    As IST podem se manifestar de diferentes formas, dependendo do tipo de infecção. Algumas das IST mais comuns são: herpes genital, sífilis, gonorreia, clamídia, HPV, hepatites B e C e HIV/Aids. Os sintomas podem incluir feridas, corrimentos, verrugas ou lesões na região genital ou em outras partes do corpo. No entanto, algumas IST podem não apresentar sinais e sintomas e permanecer silenciosas por muito tempo. Por isso, é importante fazer exames periódicos para verificar se há alguma infecção e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.

    A melhor forma de prevenir as IST é usar o preservativo masculino ou feminino em todas as relações sexuais, seja oral, vaginal ou anal. O preservativo é um método barato, eficaz e fácil de usar que protege contra a maioria das IST. O Ministério da Saúde distribui gratuitamente preservativos em postos de saúde e em outros locais públicos. Além disso, é recomendado evitar o compartilhamento de objetos perfurantes ou cortantes que possam entrar em contato com sangue ou secreções corporais, como agulhas, seringas, alicates de unha e lâminas de barbear.

    A saúde sexual é um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada. Os jovens devem se informar sobre os riscos e as formas de prevenção das IST e buscar atendimento médico sempre que necessário. Cuide-se e proteja-se!

  • Conheça as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS

    Conheça as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS

    O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores e mais abrangentes sistemas públicos de saúde do mundo, garantindo o acesso gratuito e universal a todos os brasileiros.

    Além de oferecer serviços básicos de prevenção, diagnóstico e tratamento, o SUS também realiza cirurgias plásticas e reparadoras de alta complexidade, que podem mudar a vida de muitas pessoas.

    Essas cirurgias são indicadas para casos em que há uma necessidade médica, e não apenas uma questão estética, e visam melhorar a saúde física e mental dos pacientes. Entre as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, podemos destacar:

    • Gastroplastia: é a chamada cirurgia bariátrica para a redução de estômago, indicada para pacientes com obesidade mórbida que não conseguem emagrecer com outros tratamentos. A cirurgia consiste em diminuir o tamanho do estômago e alterar o trajeto do alimento pelo intestino, fazendo com que o paciente sinta menos fome e absorva menos calorias. A gastroplastia pode trazer benefícios como a redução do risco de diabetes, hipertensão, colesterol alto e outras doenças associadas à obesidade.

    • Mamoplastia reconstrutora: é a reconstrução das mamas depois de remoção do seio por um tumor ou câncer, visando restaurar a autoestima e a qualidade de vida das mulheres. A cirurgia pode ser feita com implantes de silicone ou com tecidos do próprio corpo da paciente, como gordura ou músculo. A mamoplastia reconstrutora pode ser realizada logo após a mastectomia ou em um segundo momento, dependendo da avaliação médica.

    • Cirurgia de redesignação sexual: é a cirurgia para alteração de sexo, realizada em pessoas que sofrem de disforia de gênero e desejam adequar seu corpo à sua identidade psicossocial. A cirurgia envolve a modificação dos órgãos genitais externos e internos, bem como a terapia hormonal e o acompanhamento psicológico. A cirurgia de redesignação sexual pode aliviar o sofrimento e melhorar a autoaceitação das pessoas transgênero.

    • Correção de lábio leporino e fenda palatina: são cirurgias para corrigir malformações congênitas que afetam o lábio superior e o céu da boca, causando dificuldades na alimentação, na fala e na respiração. As cirurgias podem ser feitas logo após o nascimento ou ao longo da infância, dependendo da gravidade do caso. A correção de lábio leporino e fenda palatina pode melhorar a aparência, a função e o desenvolvimento das crianças afetadas.

    • Reparação de queimaduras que provocaram deformações: são cirurgias para tratar as sequelas físicas e psicológicas causadas por queimaduras graves, como cicatrizes, contraturas e perda de tecidos. As cirurgias podem envolver enxertos de pele, liberação de tendões, reconstrução de cartilagens e outras técnicas. A reparação de queimaduras pode recuperar a mobilidade, a sensibilidade e a aparência dos pacientes .

    Essas são algumas das cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, mas existem outras que também podem ser solicitadas pelos pacientes, dependendo da avaliação médica e da disponibilidade do sistema. O SUS é um patrimônio do povo brasileiro e deve ser valorizado e defendido por todos nós.

    Além de oferecer serviços básicos de prevenção, diagnóstico e tratamento, o SUS também realiza cirurgias plásticas e reparadoras de alta complexidade, que podem mudar a vida de muitas pessoas.

    Essas cirurgias são indicadas para casos em que há uma necessidade médica, e não apenas uma questão estética, e visam melhorar a saúde física e mental dos pacientes. Entre as cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, podemos destacar:

    • Gastroplastia: é a chamada cirurgia bariátrica para a redução de estômago, indicada para pacientes com obesidade mórbida que não conseguem emagrecer com outros tratamentos. A cirurgia consiste em diminuir o tamanho do estômago e alterar o trajeto do alimento pelo intestino, fazendo com que o paciente sinta menos fome e absorva menos calorias. A gastroplastia pode trazer benefícios como a redução do risco de diabetes, hipertensão, colesterol alto e outras doenças associadas à obesidade.

    • Mamoplastia reconstrutora: é a reconstrução das mamas depois de remoção do seio por um tumor ou câncer, visando restaurar a autoestima e a qualidade de vida das mulheres. A cirurgia pode ser feita com implantes de silicone ou com tecidos do próprio corpo da paciente, como gordura ou músculo. A mamoplastia reconstrutora pode ser realizada logo após a mastectomia ou em um segundo momento, dependendo da avaliação médica.

    • Cirurgia de redesignação sexual: é a cirurgia para alteração de sexo, realizada em pessoas que sofrem de disforia de gênero e desejam adequar seu corpo à sua identidade psicossocial. A cirurgia envolve a modificação dos órgãos genitais externos e internos, bem como a terapia hormonal e o acompanhamento psicológico. A cirurgia de redesignação sexual pode aliviar o sofrimento e melhorar a autoaceitação das pessoas transgênero.

    • Correção de lábio leporino e fenda palatina: são cirurgias para corrigir malformações congênitas que afetam o lábio superior e o céu da boca, causando dificuldades na alimentação, na fala e na respiração. As cirurgias podem ser feitas logo após o nascimento ou ao longo da infância, dependendo da gravidade do caso. A correção de lábio leporino e fenda palatina pode melhorar a aparência, a função e o desenvolvimento das crianças afetadas.

    • Reparação de queimaduras que provocaram deformações: são cirurgias para tratar as sequelas físicas e psicológicas causadas por queimaduras graves, como cicatrizes, contraturas e perda de tecidos. As cirurgias podem envolver enxertos de pele, liberação de tendões, reconstrução de cartilagens e outras técnicas. A reparação de queimaduras pode recuperar a mobilidade, a sensibilidade e a aparência dos pacientes .

    Essas são algumas das cirurgias mais complexas feitas pelo SUS, mas existem outras que também podem ser solicitadas pelos pacientes, dependendo da avaliação médica e da disponibilidade do sistema. O SUS é um patrimônio do povo brasileiro e deve ser valorizado e defendido por todos nós.