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  • Fibrose cística: o que é, sintomas e quais o principais tratamentos

    Fibrose cística: o que é, sintomas e quais o principais tratamentos

    Fibrose cística é uma doença genética que afeta cerca de 70 mil pessoas no mundo, sendo mais comum em pessoas de origem europeia.

    A fibrose cística causa a produção de secreções muito espessas e viscosas, que podem prejudicar o funcionamento de vários órgãos, especialmente os pulmões e o trato digestivo. Neste artigo, vamos explicar o que é a fibrose cística, quais são os seus sintomas, como é feito o diagnóstico e qual é o tratamento disponível.

    A fibrose cística é uma doença hereditária e autossômica, ou seja, é transmitida pelos pais para os filhos, mas não depende do sexo. Para ter a doença, é preciso herdar um gene defeituoso de cada um dos pais. Esse gene altera a proteína CFTR, que regula o fluxo de cloro, sódio e água nas células. Essa alteração faz com que as secreções do corpo fiquem mais espessas e viscosas do que o normal, dificultando a sua eliminação.

    As secreções podem se acumular nos pulmões, causando tosse persistente com catarro ou sangue, falta de ar, chiado no peito, sinusite crônica e infecções respiratórias frequentes. Essas infecções podem danificar os pulmões ao longo do tempo, levando a complicações como bronquiectasia (dilatação dos brônquios), hemoptise (tosse com sangue), pneumotórax (acúmulo de ar entre as pleuras) e insuficiência respiratória.

    As secreções também podem afetar o trato digestivo, impedindo a digestão e a absorção de nutrientes. Isso pode causar fezes volumosas e gordurosas, dor abdominal, gases, prisão de ventre ou diarreia. Além disso, as secreções podem bloquear os ductos pancreáticos, impedindo a liberação de enzimas digestivas. Isso pode levar à insuficiência pancreática exócrina (IPE), que causa má absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). A IPE também aumenta o risco de diabetes mellitus tipo 1.

    Outros órgãos que podem ser afetados pela fibrose cística são o fígado, a vesícula biliar, as glândulas sudoríparas e os órgãos reprodutores. A fibrose cística pode causar cirrose biliar (inflamação e cicatrização do fígado), cálculos biliares (pedras na vesícula), suor mais salgado que o normal (que pode levar à desidratação e desequilíbrio eletrolítico), infertilidade masculina (devido à ausência ou obstrução dos vasos deferentes) e infertilidade feminina (devido à espessura do muco cervical).

    Os sintomas da fibrose cística podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente começam na infância ou na adolescência. Algumas pessoas podem ter sintomas mais leves ou mais graves do que outras. Os sintomas também podem mudar ao longo da vida, dependendo de fatores como idade, estado nutricional, tratamento e exposição a agentes infecciosos.

    O diagnóstico da fibrose cística pode ser feito logo ao nascimento pelo teste do pezinho ou na idade adulta pelo teste do suor ou exames genéticos. O teste do pezinho é um exame de sangue que detecta a presença da enzima tripsina imunorreativa (IRT), que está elevada em pessoas com fibrose cística. O teste do suor é um exame que mede a quantidade de cloro e sódio no suor, que está aumentada em pessoas com fibrose cística. Os exames genéticos são exames que identificam as mutações no gene CFTR responsáveis pela fibrose cística.

    A fibrose cística não tem cura, mas existe tratamento para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O tratamento envolve o uso de medicamentos, fisioterapia respiratória, nutrição adequada e exercícios físicos. Os medicamentos podem incluir antibióticos (para tratar as infecções respiratórias), mucolíticos (para fluidificar as secreções), broncodilatadores (para dilatar os brônquios), anti-inflamatórios (para reduzir a inflamação dos pulmões), enzimas pancreáticas (para auxiliar na digestão) e suplementos vitamínicos (para compensar a má absorção). A fisioterapia respiratória consiste em técnicas que ajudam a eliminar as secreções dos pulmões, como drenagem postural, percussão torácica, vibração, inalação e uso de dispositivos de oscilação positiva expiratória (OPE). A nutrição adequada visa garantir o aporte calórico e proteico necessário para o crescimento e o desenvolvimento, além de prevenir a desnutrição e a osteoporose. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a capacidade respiratória, a circulação sanguínea, o sistema imunológico e o bem-estar psicológico.

    A fibrose cística é uma doença crônica que requer cuidados contínuos e acompanhamento médico regular. As pessoas com fibrose cística devem seguir as orientações do seu médico e equipe multidisciplinar, que podem incluir pneumologista, gastroenterologista, endocrinologista, nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo, entre outros. Além disso, as pessoas com fibrose cística devem adotar hábitos saudáveis, como não fumar, evitar o contato com pessoas doentes, lavar as mãos frequentemente, manter a vacinação em dia e participar de grupos de apoio.

    A fibrose cística é uma doença que pode trazer muitos desafios e limitações, mas também pode ser fonte de superação e esperança. Com o avanço da ciência e da medicina, novas terapias e tratamentos estão sendo desenvolvidos para melhorar a expectativa e a qualidade de vida das pessoas com fibrose cística. Por isso, é importante que as pessoas com fibrose cística se informem sobre a doença, se cuidem e sejam protagonistas da sua própria história.

    A fibrose cística causa a produção de secreções muito espessas e viscosas, que podem prejudicar o funcionamento de vários órgãos, especialmente os pulmões e o trato digestivo. Neste artigo, vamos explicar o que é a fibrose cística, quais são os seus sintomas, como é feito o diagnóstico e qual é o tratamento disponível.

    A fibrose cística é uma doença hereditária e autossômica, ou seja, é transmitida pelos pais para os filhos, mas não depende do sexo. Para ter a doença, é preciso herdar um gene defeituoso de cada um dos pais. Esse gene altera a proteína CFTR, que regula o fluxo de cloro, sódio e água nas células. Essa alteração faz com que as secreções do corpo fiquem mais espessas e viscosas do que o normal, dificultando a sua eliminação.

    As secreções podem se acumular nos pulmões, causando tosse persistente com catarro ou sangue, falta de ar, chiado no peito, sinusite crônica e infecções respiratórias frequentes. Essas infecções podem danificar os pulmões ao longo do tempo, levando a complicações como bronquiectasia (dilatação dos brônquios), hemoptise (tosse com sangue), pneumotórax (acúmulo de ar entre as pleuras) e insuficiência respiratória.

    As secreções também podem afetar o trato digestivo, impedindo a digestão e a absorção de nutrientes. Isso pode causar fezes volumosas e gordurosas, dor abdominal, gases, prisão de ventre ou diarreia. Além disso, as secreções podem bloquear os ductos pancreáticos, impedindo a liberação de enzimas digestivas. Isso pode levar à insuficiência pancreática exócrina (IPE), que causa má absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). A IPE também aumenta o risco de diabetes mellitus tipo 1.

    Outros órgãos que podem ser afetados pela fibrose cística são o fígado, a vesícula biliar, as glândulas sudoríparas e os órgãos reprodutores. A fibrose cística pode causar cirrose biliar (inflamação e cicatrização do fígado), cálculos biliares (pedras na vesícula), suor mais salgado que o normal (que pode levar à desidratação e desequilíbrio eletrolítico), infertilidade masculina (devido à ausência ou obstrução dos vasos deferentes) e infertilidade feminina (devido à espessura do muco cervical).

    Os sintomas da fibrose cística podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente começam na infância ou na adolescência. Algumas pessoas podem ter sintomas mais leves ou mais graves do que outras. Os sintomas também podem mudar ao longo da vida, dependendo de fatores como idade, estado nutricional, tratamento e exposição a agentes infecciosos.

    O diagnóstico da fibrose cística pode ser feito logo ao nascimento pelo teste do pezinho ou na idade adulta pelo teste do suor ou exames genéticos. O teste do pezinho é um exame de sangue que detecta a presença da enzima tripsina imunorreativa (IRT), que está elevada em pessoas com fibrose cística. O teste do suor é um exame que mede a quantidade de cloro e sódio no suor, que está aumentada em pessoas com fibrose cística. Os exames genéticos são exames que identificam as mutações no gene CFTR responsáveis pela fibrose cística.

    A fibrose cística não tem cura, mas existe tratamento para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O tratamento envolve o uso de medicamentos, fisioterapia respiratória, nutrição adequada e exercícios físicos. Os medicamentos podem incluir antibióticos (para tratar as infecções respiratórias), mucolíticos (para fluidificar as secreções), broncodilatadores (para dilatar os brônquios), anti-inflamatórios (para reduzir a inflamação dos pulmões), enzimas pancreáticas (para auxiliar na digestão) e suplementos vitamínicos (para compensar a má absorção). A fisioterapia respiratória consiste em técnicas que ajudam a eliminar as secreções dos pulmões, como drenagem postural, percussão torácica, vibração, inalação e uso de dispositivos de oscilação positiva expiratória (OPE). A nutrição adequada visa garantir o aporte calórico e proteico necessário para o crescimento e o desenvolvimento, além de prevenir a desnutrição e a osteoporose. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a capacidade respiratória, a circulação sanguínea, o sistema imunológico e o bem-estar psicológico.

    A fibrose cística é uma doença crônica que requer cuidados contínuos e acompanhamento médico regular. As pessoas com fibrose cística devem seguir as orientações do seu médico e equipe multidisciplinar, que podem incluir pneumologista, gastroenterologista, endocrinologista, nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo, entre outros. Além disso, as pessoas com fibrose cística devem adotar hábitos saudáveis, como não fumar, evitar o contato com pessoas doentes, lavar as mãos frequentemente, manter a vacinação em dia e participar de grupos de apoio.

    A fibrose cística é uma doença que pode trazer muitos desafios e limitações, mas também pode ser fonte de superação e esperança. Com o avanço da ciência e da medicina, novas terapias e tratamentos estão sendo desenvolvidos para melhorar a expectativa e a qualidade de vida das pessoas com fibrose cística. Por isso, é importante que as pessoas com fibrose cística se informem sobre a doença, se cuidem e sejam protagonistas da sua própria história.

  • Pesquisadores da Unicamp criam eletroestimulador que reduz o apetite e promove a saciedade

    Pesquisadores da Unicamp criam eletroestimulador que reduz o apetite e promove a saciedade

    O aparelho funciona como uma espécie de marcapasso, que gera uma atividade elétrica na parede do órgão e estimula a produção de hormônios da saciedade, como a grelina e o peptídeo YY.

    Esses hormônios são responsáveis por enviar sinais ao cérebro de que o corpo está satisfeito, reduzindo o apetite e os hábitos alimentares.

    O dispositivo é composto por um gerador de pulsos, uma bateria recarregável e um conjunto de eletrodos que são fixados na parede do estômago por meio de uma pequena cirurgia laparoscópica. O gerador de pulsos pode ser controlado remotamente por um aplicativo de celular, que permite ajustar a intensidade e a frequência dos estímulos elétricos.

    O dispositivo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que criaram um eletroestimulador implantável no estômago.

    Segundo os pesquisadores, o objetivo é oferecer uma alternativa menos invasiva e mais efetiva para pessoas com obesidade severa, que não respondem aos tratamentos convencionais, como dieta, exercícios e medicamentos. A obesidade é considerada uma doença crônica que afeta cerca de 20% da população brasileira e está associada a diversos problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer.

    O projeto ainda está em fase de pesquisa e testes com animais, e os pesquisadores querem entender melhor o mecanismo de ação e os efeitos do dispositivo no organismo. Eles esperam que o aparelho possa ser testado em humanos em breve e que possa contribuir para melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a obesidade.

    Esses hormônios são responsáveis por enviar sinais ao cérebro de que o corpo está satisfeito, reduzindo o apetite e os hábitos alimentares.

    O dispositivo é composto por um gerador de pulsos, uma bateria recarregável e um conjunto de eletrodos que são fixados na parede do estômago por meio de uma pequena cirurgia laparoscópica. O gerador de pulsos pode ser controlado remotamente por um aplicativo de celular, que permite ajustar a intensidade e a frequência dos estímulos elétricos.

    O dispositivo foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que criaram um eletroestimulador implantável no estômago.

    Segundo os pesquisadores, o objetivo é oferecer uma alternativa menos invasiva e mais efetiva para pessoas com obesidade severa, que não respondem aos tratamentos convencionais, como dieta, exercícios e medicamentos. A obesidade é considerada uma doença crônica que afeta cerca de 20% da população brasileira e está associada a diversos problemas de saúde, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e câncer.

    O projeto ainda está em fase de pesquisa e testes com animais, e os pesquisadores querem entender melhor o mecanismo de ação e os efeitos do dispositivo no organismo. Eles esperam que o aparelho possa ser testado em humanos em breve e que possa contribuir para melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com a obesidade.

  • Hackers usam vírus para roubar dinheiro pelo Pix

    Hackers usam vírus para roubar dinheiro pelo Pix

    O Pix, um meio de pagamento instantâneo que permite transferir dinheiro entre contas bancárias em segundos, se tornou um alvo para hackers que querem roubar o dinheiro dos usuários.

    Segundo a empresa de cibersegurança Apura, foram identificados seis tipos de vírus que podem desviar as transações feitas pelo Pix, alterando os dados do destinatário ou do valor.

    Esses vírus são chamados de trojans bancários, pois se infiltram nos celulares das vítimas e monitoram as atividades relacionadas aos bancos. Quando o usuário tenta fazer uma transferência pelo Pix, o vírus intercepta a operação e modifica os parâmetros, enviando o dinheiro para outra conta ou aumentando o valor.

    Para instalar os vírus nos celulares, os hackers usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar ou persuadir as vítimas a clicar em links ou baixar aplicativos maliciosos. Por exemplo, eles podem enviar mensagens falsas por e-mail, SMS ou WhatsApp, fingindo ser canais oficiais dos bancos ou do governo, ou oferecendo prêmios ou benefícios.

    Outra forma de golpe é enviar QR Codes suspeitos para as vítimas, que podem levar a sites maliciosos ou a transferências Pix indesejadas. Os QR Codes são códigos de barras que podem ser escaneados pela câmera do celular e contêm informações sobre uma transação. Os hackers podem criar QR Codes falsos e enviá-los por e-mail, SMS ou WhatsApp, tentando obter dados pessoais ou financeiros das vítimas.

    Para se proteger desses golpes, os usuários devem seguir algumas recomendações, como:

    • Manter o sistema operacional e o antivírus do celular atualizados;

    • Evitar clicar em links ou baixar aplicativos desconhecidos ou suspeitos;

    • Verificar os dados da transação antes de confirmar o Pix, como o nome e o CPF do destinatário e o valor;

    • Monitorar as transações realizadas pelo Pix e comunicar ao banco em caso de irregularidades;

    • Usar a autenticação biométrica ou por senha para acessar o aplicativo do banco ou o Pix .

    O Pix é um meio de pagamento seguro e rápido, mas requer cuidados por parte dos usuários. Com essas dicas, você pode evitar cair em golpes e aproveitar os benefícios do Pix sem medo.

    Segundo a empresa de cibersegurança Apura, foram identificados seis tipos de vírus que podem desviar as transações feitas pelo Pix, alterando os dados do destinatário ou do valor.

    Esses vírus são chamados de trojans bancários, pois se infiltram nos celulares das vítimas e monitoram as atividades relacionadas aos bancos. Quando o usuário tenta fazer uma transferência pelo Pix, o vírus intercepta a operação e modifica os parâmetros, enviando o dinheiro para outra conta ou aumentando o valor.

    Para instalar os vírus nos celulares, os hackers usam técnicas de engenharia social, que consistem em enganar ou persuadir as vítimas a clicar em links ou baixar aplicativos maliciosos. Por exemplo, eles podem enviar mensagens falsas por e-mail, SMS ou WhatsApp, fingindo ser canais oficiais dos bancos ou do governo, ou oferecendo prêmios ou benefícios.

    Outra forma de golpe é enviar QR Codes suspeitos para as vítimas, que podem levar a sites maliciosos ou a transferências Pix indesejadas. Os QR Codes são códigos de barras que podem ser escaneados pela câmera do celular e contêm informações sobre uma transação. Os hackers podem criar QR Codes falsos e enviá-los por e-mail, SMS ou WhatsApp, tentando obter dados pessoais ou financeiros das vítimas.

    Para se proteger desses golpes, os usuários devem seguir algumas recomendações, como:

    • Manter o sistema operacional e o antivírus do celular atualizados;

    • Evitar clicar em links ou baixar aplicativos desconhecidos ou suspeitos;

    • Verificar os dados da transação antes de confirmar o Pix, como o nome e o CPF do destinatário e o valor;

    • Monitorar as transações realizadas pelo Pix e comunicar ao banco em caso de irregularidades;

    • Usar a autenticação biométrica ou por senha para acessar o aplicativo do banco ou o Pix .

    O Pix é um meio de pagamento seguro e rápido, mas requer cuidados por parte dos usuários. Com essas dicas, você pode evitar cair em golpes e aproveitar os benefícios do Pix sem medo.

  • Nasa reconhece existência de óvnis e pede novas técnicas científicas para estudá-los

    Nasa reconhece existência de óvnis e pede novas técnicas científicas para estudá-los

    A Nasa, a agência espacial americana, reconheceu que existem objetos voadores não identificados (óvnis) que desafiam as explicações convencionais.

    Em um relatório divulgado nesta quinta-feira (14), a Nasa afirmou que há óvnis que não têm uma causa humana ou natural, e que são necessárias novas técnicas científicas para explicá-los.

    Segundo a Nasa, alguns óvnis foram observados por pilotos militares e civis, que relataram movimentos rápidos, mudanças bruscas de direção e formas incomuns. Esses óvnis representam um desafio para a ciência atual, que não consegue identificar sua origem, composição ou propósito.

    A Nasa defendeu que é preciso estudar os óvnis com seriedade e rigor, e que eles podem ser uma oportunidade para avançar o conhecimento humano. A agência espacial disse que está aberta à colaboração com outras instituições e países para investigar os fenômenos aéreos não explicados.

    A Nasa também pediu que as pessoas sejam céticas e críticas diante de informações falsas ou sensacionalistas sobre os óvnis.

    Em um relatório divulgado nesta quinta-feira (14), a Nasa afirmou que há óvnis que não têm uma causa humana ou natural, e que são necessárias novas técnicas científicas para explicá-los.

    Segundo a Nasa, alguns óvnis foram observados por pilotos militares e civis, que relataram movimentos rápidos, mudanças bruscas de direção e formas incomuns. Esses óvnis representam um desafio para a ciência atual, que não consegue identificar sua origem, composição ou propósito.

    A Nasa defendeu que é preciso estudar os óvnis com seriedade e rigor, e que eles podem ser uma oportunidade para avançar o conhecimento humano. A agência espacial disse que está aberta à colaboração com outras instituições e países para investigar os fenômenos aéreos não explicados.

    A Nasa também pediu que as pessoas sejam céticas e críticas diante de informações falsas ou sensacionalistas sobre os óvnis.

  • Vírus Nipah: o que é, como se transmite e por que preocupa a Índia e o mundo

    Vírus Nipah: o que é, como se transmite e por que preocupa a Índia e o mundo

    Um vírus mortal que pode ser transmitido de animais para humanos e que não tem vacina nem tratamento específico está causando um novo surto na Índia, onde já matou duas pessoas e colocou centenas em quarentena.

    Trata-se do vírus Nipah, uma doença zoonótica que pode causar sintomas graves, como febre, dor de cabeça, dificuldades respiratórias e encefalite (inflamação do cérebro).

    O vírus Nipah foi descoberto em 1999 na Malásia, onde causou um surto entre trabalhadores de fazendas de porcos. Desde então, ele foi detectado em outros países, como Singapura, Índia e Bangladesh. O vírus Nipah pode ser transmitido por meio do contato direto com fluidos ou excrementos de animais infectados, ou através do contato com uma pessoa infectada. O período de incubação (o tempo desde a infecção até o início dos sintomas) varia de quatro a 45 dias.

    A Índia está enfrentando o quarto surto de Nipah desde 2018 no estado de Kerala, no sul do país. Até agora, duas pessoas morreram e outras três estão sendo tratadas no hospital. Mais de 700 pessoas, incluindo 153 profissionais de saúde, estão sob observação. As autoridades fecharam algumas escolas e escritórios na região e pediram às pessoas que evitassem aglomerações públicas e usassem máscaras faciais.

    A Organização Mundial da Saúde considera o vírus Nipah uma das suas doenças prioritárias que representam “o maior risco para a saúde pública devido ao seu potencial epidêmico” e onde “não existem ou são insuficientes contramedidas”. Por isso, é importante monitorar e controlar os surtos de Nipah e investir em pesquisas para desenvolver vacinas e tratamentos eficazes.

    O vírus Nipah tem uma taxa de mortalidade que pode chegar a 75%, dependendo da gravidade dos casos e da qualidade dos cuidados médicos. Não há evidências de que o vírus Nipah possa se espalhar pelo ar ou pela água, mas ele pode se propagar rapidamente entre as pessoas que têm contato próximo com os infectados. Por isso, é recomendado lavar as mãos com frequência, evitar o consumo de frutas mordidas por morcegos ou porcos e procurar atendimento médico imediato em caso de suspeita da doença.

    Trata-se do vírus Nipah, uma doença zoonótica que pode causar sintomas graves, como febre, dor de cabeça, dificuldades respiratórias e encefalite (inflamação do cérebro).

    O vírus Nipah foi descoberto em 1999 na Malásia, onde causou um surto entre trabalhadores de fazendas de porcos. Desde então, ele foi detectado em outros países, como Singapura, Índia e Bangladesh. O vírus Nipah pode ser transmitido por meio do contato direto com fluidos ou excrementos de animais infectados, ou através do contato com uma pessoa infectada. O período de incubação (o tempo desde a infecção até o início dos sintomas) varia de quatro a 45 dias.

    A Índia está enfrentando o quarto surto de Nipah desde 2018 no estado de Kerala, no sul do país. Até agora, duas pessoas morreram e outras três estão sendo tratadas no hospital. Mais de 700 pessoas, incluindo 153 profissionais de saúde, estão sob observação. As autoridades fecharam algumas escolas e escritórios na região e pediram às pessoas que evitassem aglomerações públicas e usassem máscaras faciais.

    A Organização Mundial da Saúde considera o vírus Nipah uma das suas doenças prioritárias que representam “o maior risco para a saúde pública devido ao seu potencial epidêmico” e onde “não existem ou são insuficientes contramedidas”. Por isso, é importante monitorar e controlar os surtos de Nipah e investir em pesquisas para desenvolver vacinas e tratamentos eficazes.

    O vírus Nipah tem uma taxa de mortalidade que pode chegar a 75%, dependendo da gravidade dos casos e da qualidade dos cuidados médicos. Não há evidências de que o vírus Nipah possa se espalhar pelo ar ou pela água, mas ele pode se propagar rapidamente entre as pessoas que têm contato próximo com os infectados. Por isso, é recomendado lavar as mãos com frequência, evitar o consumo de frutas mordidas por morcegos ou porcos e procurar atendimento médico imediato em caso de suspeita da doença.

  • Mercúrio retrógrado: o que a ciência e a astrologia dizem

    Mercúrio retrógrado: o que a ciência e a astrologia dizem

    Você já ouviu falar que mercúrio retrógrado é um período de azar, confusão e problemas de comunicação?

    O que é mercúrio retrógrado?

    Mercúrio retrógrado é o nome que se dá ao movimento aparente de Mercúrio no céu, quando ele parece se mover para trás em relação às estrelas. Isso acontece algumas vezes por ano, geralmente por cerca de três semanas.

    Mas Mercúrio não está realmente andando para trás. Na verdade, ele está apenas passando pela Terra em sua órbita ao redor do Sol. Como Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol, ele tem uma órbita mais rápida e mais curta do que a Terra. Isso faz com que ele nos ultrapasse periodicamente, criando a ilusão de ótica de que ele está retrocedendo.

    Para entender melhor, imagine que você está em um carro na estrada, e outro carro mais rápido passa por você. Por um momento, você pode ter a impressão de que o outro carro está andando para trás, mas na verdade ele está apenas se afastando de você. É mais ou menos isso que acontece com Mercúrio e a Terra.

    O que a ciência diz sobre mercúrio retrógrado?

    A ciência diz que mercúrio retrógrado é um fenômeno astronômico interessante, mas que não tem nenhuma influência sobre os acontecimentos na Terra. Não há nenhuma evidência científica de que mercúrio retrógrado cause problemas de comunicação, falhas tecnológicas, atrasos, contratempos ou azar.

    A astrologia, por outro lado, atribui um significado simbólico ao mercúrio retrógrado, baseado na ideia de que os planetas afetam as energias e os comportamentos das pessoas. Segundo a astrologia, mercúrio é o planeta da comunicação, do raciocínio, da inteligência e do aprendizado. Quando ele está retrógrado, essas áreas da vida podem ficar comprometidas ou desafiadas.

    No entanto, essa é uma crença pessoal e subjetiva, que não tem comprovação científica. A ciência não reconhece a astrologia como uma fonte válida de conhecimento ou previsão. Portanto, se você acredita ou não em mercúrio retrógrado, depende da sua visão de mundo e da sua experiência pessoal.

    Como lidar com mercúrio retrógrado?

    Se você é uma pessoa cética e racional, você pode simplesmente ignorar mercúrio retrógrado e seguir sua vida normalmente. Você pode aproveitar para observar o céu e admirar o movimento dos planetas, sem se preocupar com as consequências.

    Se você é uma pessoa mística e espiritual, você pode encarar mercúrio retrógrado como uma oportunidade de revisar, refletir e reavaliar alguns aspectos da sua vida. Você pode usar esse período para resolver pendências, corrigir erros, aprender com o passado e planejar o futuro. Você pode também ter mais cuidado com a forma como se comunica e se expressa, evitando mal-entendidos e conflitos.

    Seja qual for a sua postura diante de mercúrio retrógrado, lembre-se de que ele não é uma desculpa para tudo o que dá errado na sua vida. Você é responsável pelas suas escolhas e pelas suas atitudes. Você tem o poder de transformar qualquer situação em uma oportunidade de crescimento e aprendizado.

    O que é mercúrio retrógrado?

    Mercúrio retrógrado é o nome que se dá ao movimento aparente de Mercúrio no céu, quando ele parece se mover para trás em relação às estrelas. Isso acontece algumas vezes por ano, geralmente por cerca de três semanas.

    Mas Mercúrio não está realmente andando para trás. Na verdade, ele está apenas passando pela Terra em sua órbita ao redor do Sol. Como Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol, ele tem uma órbita mais rápida e mais curta do que a Terra. Isso faz com que ele nos ultrapasse periodicamente, criando a ilusão de ótica de que ele está retrocedendo.

    Para entender melhor, imagine que você está em um carro na estrada, e outro carro mais rápido passa por você. Por um momento, você pode ter a impressão de que o outro carro está andando para trás, mas na verdade ele está apenas se afastando de você. É mais ou menos isso que acontece com Mercúrio e a Terra.

    O que a ciência diz sobre mercúrio retrógrado?

    A ciência diz que mercúrio retrógrado é um fenômeno astronômico interessante, mas que não tem nenhuma influência sobre os acontecimentos na Terra. Não há nenhuma evidência científica de que mercúrio retrógrado cause problemas de comunicação, falhas tecnológicas, atrasos, contratempos ou azar.

    A astrologia, por outro lado, atribui um significado simbólico ao mercúrio retrógrado, baseado na ideia de que os planetas afetam as energias e os comportamentos das pessoas. Segundo a astrologia, mercúrio é o planeta da comunicação, do raciocínio, da inteligência e do aprendizado. Quando ele está retrógrado, essas áreas da vida podem ficar comprometidas ou desafiadas.

    No entanto, essa é uma crença pessoal e subjetiva, que não tem comprovação científica. A ciência não reconhece a astrologia como uma fonte válida de conhecimento ou previsão. Portanto, se você acredita ou não em mercúrio retrógrado, depende da sua visão de mundo e da sua experiência pessoal.

    Como lidar com mercúrio retrógrado?

    Se você é uma pessoa cética e racional, você pode simplesmente ignorar mercúrio retrógrado e seguir sua vida normalmente. Você pode aproveitar para observar o céu e admirar o movimento dos planetas, sem se preocupar com as consequências.

    Se você é uma pessoa mística e espiritual, você pode encarar mercúrio retrógrado como uma oportunidade de revisar, refletir e reavaliar alguns aspectos da sua vida. Você pode usar esse período para resolver pendências, corrigir erros, aprender com o passado e planejar o futuro. Você pode também ter mais cuidado com a forma como se comunica e se expressa, evitando mal-entendidos e conflitos.

    Seja qual for a sua postura diante de mercúrio retrógrado, lembre-se de que ele não é uma desculpa para tudo o que dá errado na sua vida. Você é responsável pelas suas escolhas e pelas suas atitudes. Você tem o poder de transformar qualquer situação em uma oportunidade de crescimento e aprendizado.

  • As dietas que a ciência desmente: saiba quais são e por que evitá-las

    As dietas que a ciência desmente: saiba quais são e por que evitá-las

    Muitas pessoas buscam dietas milagrosas para emagrecer, melhorar a saúde ou prevenir doenças.

    No entanto, nem todas as dietas que circulam por aí são baseadas em evidências científicas. Algumas delas, inclusive, podem ser prejudiciais ou ineficazes. Veja a seguir algumas dietas que foram condenadas pela ciência.

    Dieta de baixo teor de gordura e alto carboidrato

    Essa dieta foi recomendada por décadas como uma forma de reduzir o risco de doenças cardíacas, câncer e obesidade. A ideia era que, ao consumir menos gordura, especialmente a saturada, o colesterol no sangue diminuiria e, consequentemente, a saúde melhoraria. No entanto, estudos mostraram que essa dieta não tem benefícios para a perda de peso, prevenção do câncer ou redução do risco de doenças cardíacas. Além disso, ao restringir a gordura, muitas pessoas acabam consumindo mais carboidratos refinados, como pão, arroz e açúcar, que podem aumentar os níveis de insulina e inflamação no organismo.

    Dieta restrita em sal

    Essa dieta é indicada para pessoas que sofrem de hipertensão arterial, pois o sal pode elevar a pressão arterial. A recomendação é consumir menos de 2 gramas de sódio por dia, o equivalente a 5 gramas de sal. No entanto, essa dieta pode não ter efeito sobre os ataques cardíacos, derrames ou morte. Isso porque a pressão arterial é influenciada por vários fatores, como o peso corporal, o consumo de álcool e o estresse. Além disso, o sal também tem funções importantes no organismo, como regular o equilíbrio de fluidos e eletrólitos e transmitir impulsos nervosos.

    Dieta de comer várias refeições pequenas ao longo do dia

    Essa dieta é baseada na ideia de que comer várias vezes ao dia acelera o metabolismo e ajuda a queimar mais calorias. A lógica é que, ao comer com frequência, o corpo não entra em modo de economia de energia e mantém o gasto calórico elevado. No entanto, essa dieta não tem comprovação científica. O que importa para o metabolismo é a quantidade e a qualidade dos alimentos consumidos, não a frequência. Além disso, comer várias vezes ao dia pode estimular o apetite e levar ao consumo excessivo de calorias.

    Dieta de evitar as gemas dos ovos

    Essa dieta é baseada no medo de que as gemas dos ovos sejam ricas em colesterol e possam aumentar o colesterol no sangue e o risco de doenças cardíacas. A recomendação é consumir apenas as claras dos ovos ou substituí-los por outras fontes de proteína. No entanto, essa dieta é desnecessária para a maioria das pessoas. As gemas dos ovos são ricas em nutrientes essenciais, como proteínas, vitaminas e minerais. Além disso, o colesterol dos alimentos tem pouco impacto no colesterol do sangue na maioria das pessoas. O que afeta mais o colesterol são outros fatores, como a genética, o consumo de gorduras saturadas e trans e o estilo de vida.

    Essas são apenas algumas das dietas que não têm respaldo científico. É importante lembrar que a nutrição é uma ciência complexa e que não existe uma dieta única que sirva para todos. O melhor é consultar um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer dieta.

    No entanto, nem todas as dietas que circulam por aí são baseadas em evidências científicas. Algumas delas, inclusive, podem ser prejudiciais ou ineficazes. Veja a seguir algumas dietas que foram condenadas pela ciência.

    Dieta de baixo teor de gordura e alto carboidrato

    Essa dieta foi recomendada por décadas como uma forma de reduzir o risco de doenças cardíacas, câncer e obesidade. A ideia era que, ao consumir menos gordura, especialmente a saturada, o colesterol no sangue diminuiria e, consequentemente, a saúde melhoraria. No entanto, estudos mostraram que essa dieta não tem benefícios para a perda de peso, prevenção do câncer ou redução do risco de doenças cardíacas. Além disso, ao restringir a gordura, muitas pessoas acabam consumindo mais carboidratos refinados, como pão, arroz e açúcar, que podem aumentar os níveis de insulina e inflamação no organismo.

    Dieta restrita em sal

    Essa dieta é indicada para pessoas que sofrem de hipertensão arterial, pois o sal pode elevar a pressão arterial. A recomendação é consumir menos de 2 gramas de sódio por dia, o equivalente a 5 gramas de sal. No entanto, essa dieta pode não ter efeito sobre os ataques cardíacos, derrames ou morte. Isso porque a pressão arterial é influenciada por vários fatores, como o peso corporal, o consumo de álcool e o estresse. Além disso, o sal também tem funções importantes no organismo, como regular o equilíbrio de fluidos e eletrólitos e transmitir impulsos nervosos.

    Dieta de comer várias refeições pequenas ao longo do dia

    Essa dieta é baseada na ideia de que comer várias vezes ao dia acelera o metabolismo e ajuda a queimar mais calorias. A lógica é que, ao comer com frequência, o corpo não entra em modo de economia de energia e mantém o gasto calórico elevado. No entanto, essa dieta não tem comprovação científica. O que importa para o metabolismo é a quantidade e a qualidade dos alimentos consumidos, não a frequência. Além disso, comer várias vezes ao dia pode estimular o apetite e levar ao consumo excessivo de calorias.

    Dieta de evitar as gemas dos ovos

    Essa dieta é baseada no medo de que as gemas dos ovos sejam ricas em colesterol e possam aumentar o colesterol no sangue e o risco de doenças cardíacas. A recomendação é consumir apenas as claras dos ovos ou substituí-los por outras fontes de proteína. No entanto, essa dieta é desnecessária para a maioria das pessoas. As gemas dos ovos são ricas em nutrientes essenciais, como proteínas, vitaminas e minerais. Além disso, o colesterol dos alimentos tem pouco impacto no colesterol do sangue na maioria das pessoas. O que afeta mais o colesterol são outros fatores, como a genética, o consumo de gorduras saturadas e trans e o estilo de vida.

    Essas são apenas algumas das dietas que não têm respaldo científico. É importante lembrar que a nutrição é uma ciência complexa e que não existe uma dieta única que sirva para todos. O melhor é consultar um profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer dieta.

  • Coronavírus pode aumentar o risco de AVC, alertam especialistas

    Coronavírus pode aumentar o risco de AVC, alertam especialistas

    O coronavírus, causador da Covid-19, é conhecido por afetar principalmente os pulmões, mas ele também pode ter efeitos graves no sistema circulatório e no cérebro.

    Segundo estudos recentes, há uma relação entre o coronavírus e o aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, causando danos às células nervosas.

    O AVC pode ser de dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. O AVC isquêmico acontece quando um coágulo sanguíneo bloqueia uma artéria que leva sangue ao cérebro. O AVC hemorrágico ocorre quando uma artéria se rompe e sangra dentro do cérebro. Ambos os tipos podem causar sequelas graves, como paralisia, dificuldade de fala, perda de memória e até morte.

    Mas como o coronavírus pode provocar um AVC?

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis explicações. Uma delas é que o vírus pode causar inflamação nas artérias que irrigam o cérebro, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo. Outra hipótese é que o coronavírus pode aumentar os níveis de uma proteína chamada Dímero-D, que está relacionada ao risco de coagulação sanguínea.

    O mais preocupante é que esses efeitos podem acontecer mesmo em pessoas jovens e sem outras doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes. Alguns casos relatados na literatura médica mostram que pacientes com Covid-19 desenvolveram AVCs graves com menos de 50 anos de idade.

    Por isso, é importante ficar atento aos sintomas de um AVC, que podem ser facilmente lembrados pela sigla SAMU: sorriso torto, braço caído, fala enrolada e urgência em ligar para o 192. Se você suspeitar que está tendo um AVC, procure atendimento médico imediatamente. O tempo é essencial para reduzir as chances de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

    Segundo estudos recentes, há uma relação entre o coronavírus e o aumento de casos de acidente vascular cerebral (AVC), uma condição que ocorre quando o fluxo de sangue para uma parte do cérebro é interrompido, causando danos às células nervosas.

    O AVC pode ser de dois tipos: isquêmico ou hemorrágico. O AVC isquêmico acontece quando um coágulo sanguíneo bloqueia uma artéria que leva sangue ao cérebro. O AVC hemorrágico ocorre quando uma artéria se rompe e sangra dentro do cérebro. Ambos os tipos podem causar sequelas graves, como paralisia, dificuldade de fala, perda de memória e até morte.

    Mas como o coronavírus pode provocar um AVC?

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis explicações. Uma delas é que o vírus pode causar inflamação nas artérias que irrigam o cérebro, favorecendo a formação de coágulos que podem obstruir o fluxo sanguíneo. Outra hipótese é que o coronavírus pode aumentar os níveis de uma proteína chamada Dímero-D, que está relacionada ao risco de coagulação sanguínea.

    O mais preocupante é que esses efeitos podem acontecer mesmo em pessoas jovens e sem outras doenças crônicas, como hipertensão ou diabetes. Alguns casos relatados na literatura médica mostram que pacientes com Covid-19 desenvolveram AVCs graves com menos de 50 anos de idade.

    Por isso, é importante ficar atento aos sintomas de um AVC, que podem ser facilmente lembrados pela sigla SAMU: sorriso torto, braço caído, fala enrolada e urgência em ligar para o 192. Se você suspeitar que está tendo um AVC, procure atendimento médico imediatamente. O tempo é essencial para reduzir as chances de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

  • O que são doenças degenerativas e quais são as mais comuns?

    O que são doenças degenerativas e quais são as mais comuns?

    Doenças degenerativas é um termo dado a um conjunto de doenças que afetam o funcionamento de células, tecidos ou órgãos do corpo humano, causando dor, perda de mobilidade, perda de memória ou outras complicações.

    Essas doenças podem ser causadas pelo envelhecimento natural do corpo ou por fatores ambientais, genéticos ou nutricionais.

    As doenças degenerativas podem afetar diferentes partes do corpo, como a coluna, o cérebro, os nervos ou os músculos. Algumas das doenças degenerativas mais comuns são:

    Discopatia degenerativa

    A discopatia degenerativa é o desgaste dos discos intervertebrais da coluna, que são cartilagens que amortecem os impactos e dão flexibilidade à coluna. Esse desgaste pode levar à hérnia de disco, espondilolistese ou estenose espinhal, causando dor na lombar, dorsal ou cervical, formigamento ou fraqueza nos braços ou nas pernas, entre outros sintomas. O tratamento pode envolver remédios, fisioterapia ou cirurgia.

    Doença de Alzheimer

    A doença de Alzheimer é uma doença que afeta o cérebro e causa a morte de neurônios. As áreas afetadas no cérebro comprometem a memória, a capacidade de linguagem e o comportamento. A doença de Alzheimer afeta principalmente pessoas com mais de 60 anos e não tem cura. O tratamento consiste em medicamentos para estabilizar a doença e aliviar os sintomas.

    Doença de Parkinson

    A doença de Parkinson é uma doença que é causada pela destruição de neurônios na área do cérebro chamada substância negra. Essa região é responsável pela produção do neurotransmissor dopamina, que controla os movimentos corporais. A doença de Parkinson provoca rigidez muscular, distúrbio da fala, tontura, alterações no sono e tremores nos membros superiores. O tratamento é feito com medicamentos.

    Esclerose múltipla

    A esclerose múltipla é uma doença autoimune, na qual as células de defesa do organismo atacam os neurônios e destroem a sua bainha de mielina. Essa condição provoca lesões no cérebro que levam à atrofia ou perda de massa cerebral. A esclerose múltipla afeta o cérebro, os nervos ópticos e a medula espinal. A doença afeta principalmente mulheres entre 20 a 40 anos e não tem cura. O tratamento é feito com remédios e fisioterapias.

    Essas doenças podem ser causadas pelo envelhecimento natural do corpo ou por fatores ambientais, genéticos ou nutricionais.

    As doenças degenerativas podem afetar diferentes partes do corpo, como a coluna, o cérebro, os nervos ou os músculos. Algumas das doenças degenerativas mais comuns são:

    Discopatia degenerativa

    A discopatia degenerativa é o desgaste dos discos intervertebrais da coluna, que são cartilagens que amortecem os impactos e dão flexibilidade à coluna. Esse desgaste pode levar à hérnia de disco, espondilolistese ou estenose espinhal, causando dor na lombar, dorsal ou cervical, formigamento ou fraqueza nos braços ou nas pernas, entre outros sintomas. O tratamento pode envolver remédios, fisioterapia ou cirurgia.

    Doença de Alzheimer

    A doença de Alzheimer é uma doença que afeta o cérebro e causa a morte de neurônios. As áreas afetadas no cérebro comprometem a memória, a capacidade de linguagem e o comportamento. A doença de Alzheimer afeta principalmente pessoas com mais de 60 anos e não tem cura. O tratamento consiste em medicamentos para estabilizar a doença e aliviar os sintomas.

    Doença de Parkinson

    A doença de Parkinson é uma doença que é causada pela destruição de neurônios na área do cérebro chamada substância negra. Essa região é responsável pela produção do neurotransmissor dopamina, que controla os movimentos corporais. A doença de Parkinson provoca rigidez muscular, distúrbio da fala, tontura, alterações no sono e tremores nos membros superiores. O tratamento é feito com medicamentos.

    Esclerose múltipla

    A esclerose múltipla é uma doença autoimune, na qual as células de defesa do organismo atacam os neurônios e destroem a sua bainha de mielina. Essa condição provoca lesões no cérebro que levam à atrofia ou perda de massa cerebral. A esclerose múltipla afeta o cérebro, os nervos ópticos e a medula espinal. A doença afeta principalmente mulheres entre 20 a 40 anos e não tem cura. O tratamento é feito com remédios e fisioterapias.

  • Caixa reabre linha de crédito de R$ 300 milhões para micro e pequenas empresas

    Caixa reabre linha de crédito de R$ 300 milhões para micro e pequenas empresas

    A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (13) a reabertura de uma linha de crédito de R$ 300 milhões para micro e pequenas empresas, que havia sido suspensa em junho por falta de recursos.

    A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado pelo governo federal para ajudar os pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19.

    Segundo a Caixa, o microcrédito é destinado a empreendedores formais e informais que precisam de capital de giro, investimento ou expansão dos negócios. O valor máximo por operação é de R$ 21 mil, com taxas de juros a partir de 1,19% ao mês e prazo de até 36 meses para pagamento, incluindo uma carência de até seis meses.

    Para solicitar o crédito, é preciso ter conta na Caixa, apresentar documentos pessoais e do negócio, e passar por uma análise de crédito e de capacidade de pagamento. O crédito pode ser contratado nas agências da Caixa ou nos correspondentes bancários, como lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

    A Caixa informou que já liberou mais de R$ 25 bilhões para cerca de 300 mil micro e pequenas empresas desde o início do Pronampe, em junho do ano passado. O banco disse que é o maior financiador do programa, com uma participação de 37,4% do mercado.

    O Pronampe é uma das medidas do governo para tentar minimizar os impactos econômicos da pandemia, que provocou uma queda no faturamento e na geração de empregos dos pequenos negócios. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os pequenos negócios representam 99% das empresas no Brasil e respondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 55% dos empregos formais.

    A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado pelo governo federal para ajudar os pequenos negócios afetados pela pandemia de covid-19.

    Segundo a Caixa, o microcrédito é destinado a empreendedores formais e informais que precisam de capital de giro, investimento ou expansão dos negócios. O valor máximo por operação é de R$ 21 mil, com taxas de juros a partir de 1,19% ao mês e prazo de até 36 meses para pagamento, incluindo uma carência de até seis meses.

    Para solicitar o crédito, é preciso ter conta na Caixa, apresentar documentos pessoais e do negócio, e passar por uma análise de crédito e de capacidade de pagamento. O crédito pode ser contratado nas agências da Caixa ou nos correspondentes bancários, como lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

    A Caixa informou que já liberou mais de R$ 25 bilhões para cerca de 300 mil micro e pequenas empresas desde o início do Pronampe, em junho do ano passado. O banco disse que é o maior financiador do programa, com uma participação de 37,4% do mercado.

    O Pronampe é uma das medidas do governo para tentar minimizar os impactos econômicos da pandemia, que provocou uma queda no faturamento e na geração de empregos dos pequenos negócios. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os pequenos negócios representam 99% das empresas no Brasil e respondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 55% dos empregos formais.