Tag: Brasil

  • Golpe da amostra grátis: Como se proteger dos sites falsos que prometem produtos Nestlé de graça

    Golpe da amostra grátis: Como se proteger dos sites falsos que prometem produtos Nestlé de graça

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    A Nestlé tem um site oficial chamado Eu Quero Nestlé, onde você pode se cadastrar e solicitar amostras de produtos das marcas da Nestlé, como Maggi, Choco Trio, Choco Cookies, Negresco Cereal e outras. O site oficial da Nestlé é Eu Quero Nestlé.

    Desconfie de sites que não sejam o Eu Quero Nestlé e que ofereçam amostras grátis de produtos da Nestlé. Esses sites podem ser falsos e tentar te enganar.

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  • Etanol V-Power: o que é e quais são os benefícios para o seu carro

    Etanol V-Power: o que é e quais são os benefícios para o seu carro

    O Etanol V-Power, um produto exclusivo da Shell, oferece vantagens para o seu motor e para o meio ambiente.

    O Etanol V-Power é um etanol aditivado da Shell e contém uma substância chamada FMT, que reduz o atrito entre as peças do motor, fazendo com que elas se movam mais suavemente e gastem menos energia. Isso significa que o seu carro pode ter mais potência e economia de combustível.

    Além disso, o Etanol V-Power limpa o motor desde o primeiro abastecimento, removendo os resíduos que podem prejudicar o seu funcionamento. Esses resíduos são causados pelo lubrificante que circula no motor e podem se acumular nas válvulas, nos bicos injetores e nas câmaras de combustão.

    O Etanol V-Power pode ser usado em qualquer tipo de carro flex, novo ou usado, de baixa ou alta potência. Ele é o único etanol aditivado do mercado e tem uma qualidade superior às gasolinas comuns. Isso porque ele tem uma octanagem maior, cerca de 110 octanas RON, o que significa que ele suporta uma maior compressão sem queimar espontaneamente dentro do motor. Essa característica é importante para evitar a detonação, um fenômeno que pode danificar o motor e causar ruídos indesejáveis.

    O Etanol V-Power também é um biocombustível renovável e sustentável, pois é produzido a partir da cana-de-açúcar, uma planta que absorve o gás carbônico da atmosfera durante o seu crescimento. Assim, ele contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e para a preservação do meio ambiente.

    O Etanol V-Power é um etanol aditivado da Shell e contém uma substância chamada FMT, que reduz o atrito entre as peças do motor, fazendo com que elas se movam mais suavemente e gastem menos energia. Isso significa que o seu carro pode ter mais potência e economia de combustível.

    Além disso, o Etanol V-Power limpa o motor desde o primeiro abastecimento, removendo os resíduos que podem prejudicar o seu funcionamento. Esses resíduos são causados pelo lubrificante que circula no motor e podem se acumular nas válvulas, nos bicos injetores e nas câmaras de combustão.

    O Etanol V-Power pode ser usado em qualquer tipo de carro flex, novo ou usado, de baixa ou alta potência. Ele é o único etanol aditivado do mercado e tem uma qualidade superior às gasolinas comuns. Isso porque ele tem uma octanagem maior, cerca de 110 octanas RON, o que significa que ele suporta uma maior compressão sem queimar espontaneamente dentro do motor. Essa característica é importante para evitar a detonação, um fenômeno que pode danificar o motor e causar ruídos indesejáveis.

    O Etanol V-Power também é um biocombustível renovável e sustentável, pois é produzido a partir da cana-de-açúcar, uma planta que absorve o gás carbônico da atmosfera durante o seu crescimento. Assim, ele contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa e para a preservação do meio ambiente.

  • Etanol não estraga o motor do carro, dizem especialistas

    Etanol não estraga o motor do carro, dizem especialistas

    Usar apenas etanol no carro pode causar algum dano ao motor ou ao veículo? A resposta é não, desde que o combustível seja de boa qualidade e não esteja adulterado, afirmam os especialistas.

    O etanol é um combustível renovável, derivado da cana-de-açúcar, que pode ser usado em carros com motor flex, que são capazes de rodar com etanol e/ou gasolina. Segundo os especialistas, o motor flex foi projetado para funcionar com qualquer proporção de ambos os combustíveis, sem causar danos ao sistema de alimentação de combustível ou à durabilidade do conjunto.

    Além disso, o etanol possui maior octanagem em relação à gasolina, o que permite ao sistema eletrônico avançar a curva de ignição do motor, contribuindo para seu melhor desempenho. Com etanol, o carro fica mais rápido, acelera melhor e possui melhor retomada de velocidade.

    No entanto, o etanol também tem algumas desvantagens em relação à gasolina. Ele tem um consumo maior (em km/l), pois possui menor poder calorífico. Ele também pode provocar falhas na partida do motor a frio, pois tem uma vaporização mais complexa em temperaturas inferiores a 14 ºC. Por isso, alguns carros flex possuem um reservatório auxiliar de gasolina (também conhecido como “tanquinho”), que injeta o combustível fóssil na admissão do motor no momento da partida e melhora o arranque e o funcionamento do aparato antes de atingir à temperatura adequada. Em alguns carros mais recentes, existe uma nova tecnologia de partida a frio, que dispensa o reservatório auxiliar de gasolina e aquece o etanol antes de ser injetado, com o uso de uma vela em cada bico injetor.

    Portanto, a utilização somente do etanol não é prejudicial para o motor ou para o veículo, desde que sejam tomados alguns cuidados, como abastecer sempre em um posto de combustível de confiança, verificar as condições da gasolina inserida no tanquinho (se houver) e fazer as revisões periódicas recomendadas pelo fabricante.

    O etanol é um combustível renovável, derivado da cana-de-açúcar, que pode ser usado em carros com motor flex, que são capazes de rodar com etanol e/ou gasolina. Segundo os especialistas, o motor flex foi projetado para funcionar com qualquer proporção de ambos os combustíveis, sem causar danos ao sistema de alimentação de combustível ou à durabilidade do conjunto.

    Além disso, o etanol possui maior octanagem em relação à gasolina, o que permite ao sistema eletrônico avançar a curva de ignição do motor, contribuindo para seu melhor desempenho. Com etanol, o carro fica mais rápido, acelera melhor e possui melhor retomada de velocidade.

    No entanto, o etanol também tem algumas desvantagens em relação à gasolina. Ele tem um consumo maior (em km/l), pois possui menor poder calorífico. Ele também pode provocar falhas na partida do motor a frio, pois tem uma vaporização mais complexa em temperaturas inferiores a 14 ºC. Por isso, alguns carros flex possuem um reservatório auxiliar de gasolina (também conhecido como “tanquinho”), que injeta o combustível fóssil na admissão do motor no momento da partida e melhora o arranque e o funcionamento do aparato antes de atingir à temperatura adequada. Em alguns carros mais recentes, existe uma nova tecnologia de partida a frio, que dispensa o reservatório auxiliar de gasolina e aquece o etanol antes de ser injetado, com o uso de uma vela em cada bico injetor.

    Portanto, a utilização somente do etanol não é prejudicial para o motor ou para o veículo, desde que sejam tomados alguns cuidados, como abastecer sempre em um posto de combustível de confiança, verificar as condições da gasolina inserida no tanquinho (se houver) e fazer as revisões periódicas recomendadas pelo fabricante.

  • Quais empresas brasileiras a Nestlé comprou e qual foi o destino delas?

    Quais empresas brasileiras a Nestlé comprou e qual foi o destino delas?

    A Nestlé, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo, anunciou recentemente a compra de duas marcas brasileiras de chocolate: Kopenhagen e Brasil Cacau.

    A operação, que ainda precisa ser aprovada pelo órgão regulador, foi avaliada em cerca de R$ 4,5 bilhões e inclui o controle acionário das empresas e toda a rede de lojas de chocolates e café.

    A aquisição faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer a sua posição no segmento de chocolates premium no Brasil, onde já possui marcas como Alpino, Galak e KitKat. Segundo a empresa, a Kopenhagen e a Brasil Cacau têm um portfólio complementar ao seu e são reconhecidas pela qualidade e tradição no mercado nacional.

    A Nestlé também tem investido em outras categorias de produtos no Brasil, como alimentos e suplementos naturais e biscoitos. Em maio de 2022, a empresa comprou a Puravida, uma empresa que produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label”. A compra foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

    Em julho de 2019, a Nestlé relançou a marca de biscoitos São Luiz, que estava fora do mercado desde 2002. A marca foi comprada pela Nestlé em 1967 e foi responsável pelo lançamento de produtos que se tornaram famosos, como Bono, Maizena, Negresco e Passatempo. Os biscoitos São Luiz voltaram a ser comercializados em dois formatos (recheado e wafer), nos sabores morango e chocolate.

    A Nestlé é líder no mercado brasileiro de chocolates, com uma participação de cerca de 40%, segundo dados da Euromonitor. A empresa também é dona da marca Garoto, que comprou em 2004 por R$ 1 bilhão. No entanto, a operação foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a fusão prejudicaria a concorrência no setor. Somente em 2022, o Cade aprovou a compra da Garoto pela Nestlé, após a empresa se comprometer a não adquirir ativos que representassem pelo menos 5% do mercado de chocolates no Brasil pelos próximos cinco anos.

    Com essas movimentações, a Nestlé mostra que está atenta às tendências e às oportunidades do mercado brasileiro de alimentos e bebidas, que é um dos maiores do mundo. A empresa tem buscado diversificar o seu portfólio com produtos que atendam às diferentes necessidades e preferências dos consumidores, desde os mais tradicionais até os mais exigentes e saudáveis.

    A operação, que ainda precisa ser aprovada pelo órgão regulador, foi avaliada em cerca de R$ 4,5 bilhões e inclui o controle acionário das empresas e toda a rede de lojas de chocolates e café.

    A aquisição faz parte da estratégia da Nestlé de fortalecer a sua posição no segmento de chocolates premium no Brasil, onde já possui marcas como Alpino, Galak e KitKat. Segundo a empresa, a Kopenhagen e a Brasil Cacau têm um portfólio complementar ao seu e são reconhecidas pela qualidade e tradição no mercado nacional.

    A Nestlé também tem investido em outras categorias de produtos no Brasil, como alimentos e suplementos naturais e biscoitos. Em maio de 2022, a empresa comprou a Puravida, uma empresa que produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label”. A compra foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

    Em julho de 2019, a Nestlé relançou a marca de biscoitos São Luiz, que estava fora do mercado desde 2002. A marca foi comprada pela Nestlé em 1967 e foi responsável pelo lançamento de produtos que se tornaram famosos, como Bono, Maizena, Negresco e Passatempo. Os biscoitos São Luiz voltaram a ser comercializados em dois formatos (recheado e wafer), nos sabores morango e chocolate.

    A Nestlé é líder no mercado brasileiro de chocolates, com uma participação de cerca de 40%, segundo dados da Euromonitor. A empresa também é dona da marca Garoto, que comprou em 2004 por R$ 1 bilhão. No entanto, a operação foi vetada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que alegou que a fusão prejudicaria a concorrência no setor. Somente em 2022, o Cade aprovou a compra da Garoto pela Nestlé, após a empresa se comprometer a não adquirir ativos que representassem pelo menos 5% do mercado de chocolates no Brasil pelos próximos cinco anos.

    Com essas movimentações, a Nestlé mostra que está atenta às tendências e às oportunidades do mercado brasileiro de alimentos e bebidas, que é um dos maiores do mundo. A empresa tem buscado diversificar o seu portfólio com produtos que atendam às diferentes necessidades e preferências dos consumidores, desde os mais tradicionais até os mais exigentes e saudáveis.

  • Por que os EUA estão investigando a Huawei e seu novo modelo, o Mate 60 Pro?

    Por que os EUA estão investigando a Huawei e seu novo modelo, o Mate 60 Pro?

    A Huawei, uma gigante chinesa de tecnologia, lançou seu mais recente smartphone, o Mate 60 Pro, que possui um chip avançado que suporta a tecnologia 5G e inteligência artificial.

    O chip, chamado Kirin 9000s, foi projetado pela própria Huawei e é considerado um grande avanço para a indústria de semicondutores da China.

    O lançamento do Mate 60 Pro ocorre em meio a uma intensa disputa entre a Huawei e os Estados Unidos, que acusam a empresa de violar as sanções americanas que restringem o acesso da China à tecnologia estrangeira de chips. Os EUA também temem que os dispositivos da Huawei possam representar um risco de segurança nacional, pois poderiam ser usados para espionagem ou ciberataques pelo governo chinês.

    A Huawei nega as acusações e afirma que seu chip é fruto de sua própria pesquisa e desenvolvimento. A empresa não revelou muitos detalhes sobre o chip ou o smartphone, o que gerou curiosidade e especulação entre os analistas e consumidores.

    Alguns especialistas dizem que o lançamento do Mate 60 Pro é uma prova de que as sanções dos EUA falharam em impedir o avanço tecnológico da China. Eles argumentam que a Huawei conseguiu superar os obstáculos impostos pelos EUA e se tornar mais independente e inovadora.

    Outros dizem que ainda há muitas incertezas sobre como a Huawei conseguiu produzir o chip e se ele realmente funciona bem. Eles apontam que a Huawei pode enfrentar dificuldades para garantir o fornecimento de componentes essenciais para seus dispositivos, como as telas e as câmeras, que dependem de fornecedores estrangeiros.

    O Mate 60 Pro é o primeiro smartphone da Huawei a usar o sistema operacional HarmonyOS, que foi desenvolvido pela empresa como uma alternativa ao Android, do Google, que foi banido dos dispositivos da Huawei pelos EUA. O HarmonyOS promete ser mais compatível com diferentes tipos de dispositivos e plataformas.

    O Mate 60 Pro está disponível na China por cerca de R$ 6.000. Ainda não há previsão de quando ele será lançado em outros mercados, como o Brasil. A Huawei enfrenta restrições em vários países, como o Reino Unido, a França e a Índia, que limitaram ou proibiram o uso de sua tecnologia 5G em suas redes.

    O chip, chamado Kirin 9000s, foi projetado pela própria Huawei e é considerado um grande avanço para a indústria de semicondutores da China.

    O lançamento do Mate 60 Pro ocorre em meio a uma intensa disputa entre a Huawei e os Estados Unidos, que acusam a empresa de violar as sanções americanas que restringem o acesso da China à tecnologia estrangeira de chips. Os EUA também temem que os dispositivos da Huawei possam representar um risco de segurança nacional, pois poderiam ser usados para espionagem ou ciberataques pelo governo chinês.

    A Huawei nega as acusações e afirma que seu chip é fruto de sua própria pesquisa e desenvolvimento. A empresa não revelou muitos detalhes sobre o chip ou o smartphone, o que gerou curiosidade e especulação entre os analistas e consumidores.

    Alguns especialistas dizem que o lançamento do Mate 60 Pro é uma prova de que as sanções dos EUA falharam em impedir o avanço tecnológico da China. Eles argumentam que a Huawei conseguiu superar os obstáculos impostos pelos EUA e se tornar mais independente e inovadora.

    Outros dizem que ainda há muitas incertezas sobre como a Huawei conseguiu produzir o chip e se ele realmente funciona bem. Eles apontam que a Huawei pode enfrentar dificuldades para garantir o fornecimento de componentes essenciais para seus dispositivos, como as telas e as câmeras, que dependem de fornecedores estrangeiros.

    O Mate 60 Pro é o primeiro smartphone da Huawei a usar o sistema operacional HarmonyOS, que foi desenvolvido pela empresa como uma alternativa ao Android, do Google, que foi banido dos dispositivos da Huawei pelos EUA. O HarmonyOS promete ser mais compatível com diferentes tipos de dispositivos e plataformas.

    O Mate 60 Pro está disponível na China por cerca de R$ 6.000. Ainda não há previsão de quando ele será lançado em outros mercados, como o Brasil. A Huawei enfrenta restrições em vários países, como o Reino Unido, a França e a Índia, que limitaram ou proibiram o uso de sua tecnologia 5G em suas redes.

  • Huawei lança novo smartphone com chip 5G próprio

    Huawei lança novo smartphone com chip 5G próprio

    A Huawei, uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo, lançou o seu novo modelo, o Mate 60 Pro, que possui um chip 5G desenvolvido pela própria empresa.

    O chip, chamado de Kirin 9000s, é um dos mais avançados do mercado e permite uma conexão rápida e estável com a internet móvel de quinta geração.

    O lançamento do Mate 60 Pro surpreendeu o governo dos Estados Unidos, que impôs restrições à exportação de tecnologia de semicondutores para a China. Os EUA acusam a Huawei de espionagem e violação de sanções contra o Irã, e tentam impedir que a empresa tenha acesso aos componentes necessários para fabricar os seus dispositivos.

    A Huawei nega as acusações e afirma que o chip Kirin 9000s foi produzido com tecnologia própria e sem violar nenhuma lei. A empresa diz que o chip é vital para o seu negócio de dispositivos, que enfrenta dificuldades por causa das sanções dos EUA. A Huawei perdeu participação no mercado global de smartphones e teve que vender a sua subsidiária Honor, que produzia aparelhos mais baratos.

    O Mate 60 Pro é um smartphone de alto padrão, com tela OLED de 6,76 polegadas, câmera traseira de 50 megapixels e bateria de 4.400 mAh. O aparelho roda o sistema operacional HarmonyOS, também desenvolvido pela Huawei, que substitui o Android, do Google. O preço do Mate 60 Pro ainda não foi divulgado, mas espera-se que seja superior a R$ 5 mil. O smartphone deve chegar ao Brasil no final do ano.

    O chip, chamado de Kirin 9000s, é um dos mais avançados do mercado e permite uma conexão rápida e estável com a internet móvel de quinta geração.

    O lançamento do Mate 60 Pro surpreendeu o governo dos Estados Unidos, que impôs restrições à exportação de tecnologia de semicondutores para a China. Os EUA acusam a Huawei de espionagem e violação de sanções contra o Irã, e tentam impedir que a empresa tenha acesso aos componentes necessários para fabricar os seus dispositivos.

    A Huawei nega as acusações e afirma que o chip Kirin 9000s foi produzido com tecnologia própria e sem violar nenhuma lei. A empresa diz que o chip é vital para o seu negócio de dispositivos, que enfrenta dificuldades por causa das sanções dos EUA. A Huawei perdeu participação no mercado global de smartphones e teve que vender a sua subsidiária Honor, que produzia aparelhos mais baratos.

    O Mate 60 Pro é um smartphone de alto padrão, com tela OLED de 6,76 polegadas, câmera traseira de 50 megapixels e bateria de 4.400 mAh. O aparelho roda o sistema operacional HarmonyOS, também desenvolvido pela Huawei, que substitui o Android, do Google. O preço do Mate 60 Pro ainda não foi divulgado, mas espera-se que seja superior a R$ 5 mil. O smartphone deve chegar ao Brasil no final do ano.

  • Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    Mingau passa por cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana

    O baixista do Ultraje a Rigor, Rinaldo Amaral, mais conhecido como Mingau, foi baleado na cabeça em Paraty, no Rio de Janeiro, no último domingo (3).

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

    Segundo a polícia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio por traficantes do Comando Vermelho, que teriam confundido Mingau com um policial.

    Mingau estava hospedado em uma pousada na região de Trindade, onde participaria de um festival de música. Ele saiu para comprar cigarros e foi abordado por dois homens armados em uma moto, que dispararam contra ele. Um dos tiros atingiu a cabeça de Mingau, que foi socorrido por moradores e levado para o Hospital Municipal Hugo Miranda.

    Na quarta-feira (6), Mingau passou por uma cirurgia para auxiliar no controle da pressão intracraniana, que estava elevada devido ao trauma. O procedimento foi indicado pelo neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira e durou cerca de 2h30. Mingau segue na UTI em estado grave, mas estável.

    Mingau é baixista e produtor musical desde os anos 1980. Sua primeira banda foi a Ratos de Porão, onde tocou como guitarrista. Em 1999, entrou para o Ultraje a Rigor e participou de vários álbuns e shows. Desde 2011, faz parte da banda fixa do talk show The Noite, no SBT, apresentado por Danilo Gentili.

    O líder do Ultraje a Rigor, Roger Moreira, usou as redes sociais para pedir orações pelo amigo e criticar a violência no país. “O Brasil está uma merda. Não temos segurança nem para ir comprar cigarros”, escreveu. Outros artistas e fãs também manifestaram apoio e solidariedade a Mingau.

  • Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Nova versão da vacina da Moderna aumenta proteção contra variante do coronavírus

    Uma nova versão da vacina da Moderna contra a Covid-19, que visa proteger as pessoas de uma variante do vírus que surgiu na África do Sul, mostrou resultados promissores em um estudo clínico com humanos.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

    A vacina atualizada, chamada de mRNA-1273.351, aumentou os níveis de anticorpos, uma parte importante do sistema imunológico, para a variante BA.2.86 em quase nove vezes, segundo a empresa.

    A variante BA.2.86 tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e resistente às vacinas existentes. Ela já foi detectada em mais de 20 países, incluindo o Brasil.

    A Moderna disse que sua vacina original, que já está sendo usada em vários países, também é eficaz contra a variante BA.2.86, mas em um grau menor.

    Por isso, a empresa desenvolveu uma nova versão da vacina, que pode ser usada como um reforço para aumentar a proteção contra as novas cepas do vírus.

    O estudo clínico envolveu 40 pessoas que já tinham recebido duas doses da vacina original da Moderna. Elas receberam uma terceira dose da vacina atualizada ou de uma combinação das duas versões.

    Os resultados mostraram que a vacina atualizada provocou uma resposta imune mais forte contra a variante BA.2.86 do que a vacina original.

    A Moderna disse que os efeitos colaterais da vacina atualizada foram semelhantes aos da vacina original, como dor no braço, fadiga e dor de cabeça.

    A empresa disse que vai enviar os dados para a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, para obter autorização para usar a vacina atualizada.

    Outra empresa que produz vacinas contra a Covid-19, a Pfizer, também disse que sua vacina atualizada, feita em parceria com a BioNTech, provocou uma “forte resposta de anticorpos neutralizantes” contra a variante BA.2.86, em um estudo pré-clínico não publicado.

    As vacinas da Moderna e da Pfizer usam uma tecnologia chamada de RNA mensageiro (mRNA), que ensina as células do corpo a produzir proteínas que imitam o vírus e estimulam o sistema imunológico.

    Os especialistas dizem que as vacinas de mRNA são mais fáceis de adaptar às novas variantes do vírus do que as vacinas tradicionais, que usam vírus inativados ou enfraquecidos.

    A Covid-19 é uma doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que surgiu na China no final de 2019 e se espalhou pelo mundo.

    Até agora, mais de 220 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 4,5 milhões morreram, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    As vacinas são consideradas uma das principais formas de prevenir e controlar a pandemia, mas ainda há desafios para produzi-las e distribuí-las para todos os países e populações.

  • Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Queijos artesanais de Minas Gerais são premiados em concurso estadual

    Os queijos artesanais de Minas Gerais são reconhecidos pela sua qualidade e diversidade.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

    Para valorizar essa tradição, foi realizado o Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais, que premiou os melhores produtos das regiões de Minas Artesanal, Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    O concurso contou com a participação de 36 produtores, que inscreveram seus queijos em quatro categorias: fresco, meia cura, curado e extra curado. Os queijos foram avaliados por uma comissão de jurados técnicos, que consideraram aspectos como apresentação, cor, textura, consistência, paladar e olfato.

    Os vencedores do concurso foram anunciados em uma cerimônia realizada no dia 5 de setembro, na cidade de Belo Horizonte. Os produtores premiados foram:

    • José Orlando Ferreira Júnior, da região de Minas Artesanal, que conquistou o primeiro lugar na categoria fresco com o seu queijo QMA.

    • Júlio Silvestre de Lima, das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que venceu nas categorias meia cura e curado com os seus queijos Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    • Guilherme Arantes Rosa Maciel, também das regiões de Alagoa e Mantiqueira de Minas, que levou o prêmio na categoria extra curado com o seu queijo Alagoa e Mantiqueira de Minas.

    Os queijos vencedores tiveram uma boa projeção no mercado e uma maior remuneração dos produtores. A Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), apoia a legalização das queijarias e a inserção do produto no mercado.

    O concurso foi uma iniciativa da Seapa, em parceria com a Emater-MG, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

    O objetivo do concurso foi promover a qualidade dos queijos artesanais de Minas Gerais, incentivar a produção sustentável e valorizar a cultura e a identidade mineiras.

    Com informações da Agência Minas Gerais.

  • O que é o acordo de leniência e como ele funciona?

    O que é o acordo de leniência e como ele funciona?

    O acordo de leniência tem aparecido com frequência nas notícias sobre casos de corrupção envolvendo empresas e políticos.

    Mas o que significa e como ele funciona?

    O acordo de leniência é uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas, ou seja, para empresas que praticaram atos ilícitos contra a Administração Pública, como fraudes em licitações, desvios de dinheiro, pagamento de propinas, etc.

    O acordo de leniência permite que essas empresas confessem seus crimes, entreguem provas e documentos, identifiquem outros envolvidos e cooperem com as investigações em troca de benefícios, como a redução de multas e a suspensão da proibição de contratar com o poder público.

    O objetivo do acordo de leniência é incentivar as empresas a colaborarem com a Justiça, facilitando o esclarecimento dos fatos, a recuperação dos recursos desviados e a punição dos responsáveis. Além disso, o acordo de leniência busca preservar a atividade econômica das empresas e evitar a perda de empregos e a falência.

    O acordo de leniência está previsto na Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção. Essa lei estabelece as regras e as condições para a realização do acordo, que deve ser feito entre a empresa e os órgãos competentes, como o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União, o Tribunal de Contas da União, entre outros.

    O acordo de leniência é uma ferramenta importante no combate à corrupção e à impunidade no Brasil. Por meio dele, muitos casos de desvio de dinheiro público foram descobertos e muitos recursos foram recuperados. Alguns exemplos famosos de acordos de leniência são os da Odebrecht, da JBS, da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez.

    Mas o que significa e como ele funciona?

    O acordo de leniência é uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas, ou seja, para empresas que praticaram atos ilícitos contra a Administração Pública, como fraudes em licitações, desvios de dinheiro, pagamento de propinas, etc.

    O acordo de leniência permite que essas empresas confessem seus crimes, entreguem provas e documentos, identifiquem outros envolvidos e cooperem com as investigações em troca de benefícios, como a redução de multas e a suspensão da proibição de contratar com o poder público.

    O objetivo do acordo de leniência é incentivar as empresas a colaborarem com a Justiça, facilitando o esclarecimento dos fatos, a recuperação dos recursos desviados e a punição dos responsáveis. Além disso, o acordo de leniência busca preservar a atividade econômica das empresas e evitar a perda de empregos e a falência.

    O acordo de leniência está previsto na Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, conhecida como Lei Anticorrupção. Essa lei estabelece as regras e as condições para a realização do acordo, que deve ser feito entre a empresa e os órgãos competentes, como o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União, o Tribunal de Contas da União, entre outros.

    O acordo de leniência é uma ferramenta importante no combate à corrupção e à impunidade no Brasil. Por meio dele, muitos casos de desvio de dinheiro público foram descobertos e muitos recursos foram recuperados. Alguns exemplos famosos de acordos de leniência são os da Odebrecht, da JBS, da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez.