Tag: Brasil

  • O que pode causar diarreia sem controle?

    O que pode causar diarreia sem controle?

    A diarreia é um problema de saúde que afeta muitas pessoas em algum momento da vida.

    Ela se caracteriza por fezes líquidas ou aquosas, que podem ocorrer várias vezes ao dia. A diarreia pode ter diversas causas, desde infecções até intolerâncias alimentares, e pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal, náuseas, vômitos ou perda de peso.

    A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica, dependendo da sua duração. A diarreia aguda dura menos de três dias e geralmente é causada por vírus, bactérias ou parasitas que contaminam os alimentos ou a água. A diarreia crônica dura mais de três semanas e pode estar relacionada a doenças intestinais, como a síndrome do intestino irritável ou a doença inflamatória intestinal.

    Algumas das causas mais comuns de diarreia sem controle em uma pessoa são:

    • Intolerância à lactose. A lactose é um açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Algumas pessoas não conseguem digerir a lactose e podem ter diarreia explosiva se consumirem esses alimentos. A diarreia por intolerância à lactose costuma ocorrer logo após a ingestão dos alimentos e pode ser evitada ao se evitar os produtos lácteos ou ao se tomar comprimidos de lactase, uma enzima que ajuda na digestão da lactose.

    • Sensibilidade ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como trigo, cevada e centeio. Algumas pessoas têm dificuldade para digerir o glúten e podem ter diarreia grave se ingerirem esses alimentos. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser confundida com a doença celíaca, uma condição autoimune que danifica o intestino delgado quando se consome glúten. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser aliviada ao se seguir uma dieta sem glúten.

    • Síndrome do intestino irritável (SII). A SII é uma condição que afeta o funcionamento do intestino grosso. As pessoas com SII podem ter episódios de diarreia alternados com constipação, além de dor abdominal, inchaço e gases. A causa da SII é desconhecida, mas pode estar ligada a fatores genéticos, ambientais, psicológicos ou alimentares. A SII não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos, mudanças na dieta e técnicas de relaxamento.

    • Doença inflamatória intestinal (DII). A DII é um grupo de doenças que causam inflamação crônica do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. As pessoas com DII podem ter diarreia persistente, sangue ou muco nas fezes, febre e perda de peso. A causa da DII é desconhecida, mas pode envolver fatores imunológicos, genéticos ou ambientais. A DII não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores ou biológicos, além de cirurgias em casos graves.

    • Infecção por bactérias ou parasitas. Algumas bactérias ou parasitas podem contaminar os alimentos ou a água e causar diarreia infecciosa. Alguns exemplos são E. coli, Salmonella, Shigella, Campylobacter, Giardia e Cryptosporidium. A diarreia infecciosa pode ser prevenida ao se lavar bem as mãos, os alimentos e a água antes do consumo, além de evitar comer em locais duvidosos ou viajar para países em desenvolvimento sem tomar as vacinas adequadas. A diarreia infecciosa pode ser tratada com antibióticos ou antiparasitários, dependendo do agente causador.

    • Estresse, ansiedade ou nervosismo. O estresse pode afetar o sistema nervoso e alterar o movimento do intestino, levando à diarreia. Algumas pessoas podem ter diarreia quando estão ansiosas ou nervosas por alguma situação específica, como uma prova, uma entrevista ou um encontro. A diarreia por estresse pode ser evitada ao se controlar as emoções, respirar fundo, meditar ou buscar ajuda profissional.

    O tratamento da diarreia depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em geral, recomenda-se beber bastante líquido para evitar a desidratação, comer alimentos leves e evitar os que pioram a diarreia, como cafeína, álcool, gordura e fibra. Em alguns casos, pode-se usar medicamentos para aliviar a dor, reduzir a inflamação ou combater a infecção. Se a diarreia for muito frequente ou severa, é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico adequado e receber o tratamento mais adequado.

    Ela se caracteriza por fezes líquidas ou aquosas, que podem ocorrer várias vezes ao dia. A diarreia pode ter diversas causas, desde infecções até intolerâncias alimentares, e pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal, náuseas, vômitos ou perda de peso.

    A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica, dependendo da sua duração. A diarreia aguda dura menos de três dias e geralmente é causada por vírus, bactérias ou parasitas que contaminam os alimentos ou a água. A diarreia crônica dura mais de três semanas e pode estar relacionada a doenças intestinais, como a síndrome do intestino irritável ou a doença inflamatória intestinal.

    Algumas das causas mais comuns de diarreia sem controle em uma pessoa são:

    • Intolerância à lactose. A lactose é um açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Algumas pessoas não conseguem digerir a lactose e podem ter diarreia explosiva se consumirem esses alimentos. A diarreia por intolerância à lactose costuma ocorrer logo após a ingestão dos alimentos e pode ser evitada ao se evitar os produtos lácteos ou ao se tomar comprimidos de lactase, uma enzima que ajuda na digestão da lactose.

    • Sensibilidade ao glúten. O glúten é uma proteína encontrada em alguns cereais, como trigo, cevada e centeio. Algumas pessoas têm dificuldade para digerir o glúten e podem ter diarreia grave se ingerirem esses alimentos. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser confundida com a doença celíaca, uma condição autoimune que danifica o intestino delgado quando se consome glúten. A diarreia por sensibilidade ao glúten pode ser aliviada ao se seguir uma dieta sem glúten.

    • Síndrome do intestino irritável (SII). A SII é uma condição que afeta o funcionamento do intestino grosso. As pessoas com SII podem ter episódios de diarreia alternados com constipação, além de dor abdominal, inchaço e gases. A causa da SII é desconhecida, mas pode estar ligada a fatores genéticos, ambientais, psicológicos ou alimentares. A SII não tem cura, mas pode ser controlada com medicamentos, mudanças na dieta e técnicas de relaxamento.

    • Doença inflamatória intestinal (DII). A DII é um grupo de doenças que causam inflamação crônica do intestino, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa. As pessoas com DII podem ter diarreia persistente, sangue ou muco nas fezes, febre e perda de peso. A causa da DII é desconhecida, mas pode envolver fatores imunológicos, genéticos ou ambientais. A DII não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos anti-inflamatórios, imunossupressores ou biológicos, além de cirurgias em casos graves.

    • Infecção por bactérias ou parasitas. Algumas bactérias ou parasitas podem contaminar os alimentos ou a água e causar diarreia infecciosa. Alguns exemplos são E. coli, Salmonella, Shigella, Campylobacter, Giardia e Cryptosporidium. A diarreia infecciosa pode ser prevenida ao se lavar bem as mãos, os alimentos e a água antes do consumo, além de evitar comer em locais duvidosos ou viajar para países em desenvolvimento sem tomar as vacinas adequadas. A diarreia infecciosa pode ser tratada com antibióticos ou antiparasitários, dependendo do agente causador.

    • Estresse, ansiedade ou nervosismo. O estresse pode afetar o sistema nervoso e alterar o movimento do intestino, levando à diarreia. Algumas pessoas podem ter diarreia quando estão ansiosas ou nervosas por alguma situação específica, como uma prova, uma entrevista ou um encontro. A diarreia por estresse pode ser evitada ao se controlar as emoções, respirar fundo, meditar ou buscar ajuda profissional.

    O tratamento da diarreia depende da causa e da gravidade dos sintomas. Em geral, recomenda-se beber bastante líquido para evitar a desidratação, comer alimentos leves e evitar os que pioram a diarreia, como cafeína, álcool, gordura e fibra. Em alguns casos, pode-se usar medicamentos para aliviar a dor, reduzir a inflamação ou combater a infecção. Se a diarreia for muito frequente ou severa, é importante consultar um médico para fazer um diagnóstico adequado e receber o tratamento mais adequado.

  • Diarreia em avião: voo é interrompido por crise de diarreia de passageiro

    Diarreia em avião: voo é interrompido por crise de diarreia de passageiro

    Um voo da Delta Airlines que ia de Atlanta para Barcelona na última sexta-feira (1°) teve que retornar ao aeroporto de origem por causa de um incidente inusitado

    Um passageiro teve uma crise de diarreia e sujou todo o corredor da aeronave.

    Segundo relatos de testemunhas, o homem estava sentado na primeira classe quando começou a passar mal e correu para o banheiro. No caminho, ele não conseguiu se segurar e deixou um rastro de fezes pelo chão.

    Os pilotos decidiram voltar ao aeroporto por “risco biológico” e comunicaram o caso ao controle de tráfego aéreo. Eles disseram que o avião precisava ser limpo e desinfetado antes de seguir viagem.

    Os passageiros concordaram com a decisão dos pilotos e relataram o cheiro horrível e a tentativa de limpeza com baunilha. Alguns deles registraram o momento em que os comissários de bordo usaram luvas e máscaras para tentar remover as fezes com papel toalha.

    O avião foi recebido por veículos de emergência e o passageiro doente foi socorrido. A equipe teve que arrancar o carpete e instalar um novo. O voo decolou novamente com seis horas de atraso e chegou a Barcelona com oito horas de atraso.

    A Delta Airlines reconheceu que o voo enfrentou um “evento médico inesperado”, mas não deu detalhes sobre o estado do passageiro. A empresa pediu desculpas aos clientes pelo atraso e pela inconveniência.

    Um passageiro teve uma crise de diarreia e sujou todo o corredor da aeronave.

    Segundo relatos de testemunhas, o homem estava sentado na primeira classe quando começou a passar mal e correu para o banheiro. No caminho, ele não conseguiu se segurar e deixou um rastro de fezes pelo chão.

    Os pilotos decidiram voltar ao aeroporto por “risco biológico” e comunicaram o caso ao controle de tráfego aéreo. Eles disseram que o avião precisava ser limpo e desinfetado antes de seguir viagem.

    Os passageiros concordaram com a decisão dos pilotos e relataram o cheiro horrível e a tentativa de limpeza com baunilha. Alguns deles registraram o momento em que os comissários de bordo usaram luvas e máscaras para tentar remover as fezes com papel toalha.

    O avião foi recebido por veículos de emergência e o passageiro doente foi socorrido. A equipe teve que arrancar o carpete e instalar um novo. O voo decolou novamente com seis horas de atraso e chegou a Barcelona com oito horas de atraso.

    A Delta Airlines reconheceu que o voo enfrentou um “evento médico inesperado”, mas não deu detalhes sobre o estado do passageiro. A empresa pediu desculpas aos clientes pelo atraso e pela inconveniência.

  • Google Pixel: conheça as características que fazem dele um smartphone diferenciado

    Google Pixel: conheça as características que fazem dele um smartphone diferenciado

    O Google Pixel é um smartphone desenvolvido pelo próprio Google, que tem algumas características que o diferenciam dos outros celulares Android.

    Atualizações do sistema antes de qualquer outra pessoa

    Uma das vantagens de ter um Google Pixel é que você recebe as novas versões do Android antes de outros fabricantes, e também tem acesso antecipado a possíveis betas. Além disso, você tem garantia de três anos de atualizações do sistema de software. Isso significa que o seu celular vai estar sempre atualizado e seguro, com as últimas novidades e melhorias do Android.

    O melhor modo noturno Android

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você pode tirar fotos excelentes mesmo em condições de pouca luz. O software de câmera do Google Pixel é muito otimizado, e tem um modo chamado Visão Noturna, que é capaz de capturar imagens com até 0.3 lux de brilho, sem a necessidade de flash. As fotos ficam claras e nítidas, mesmo em ambientes escuros. O Google Pixel tem o melhor modo noturno Android, segundo vários especialistas.

    Google Fotos ilimitado para quase todos os Pixel

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você tem armazenamento ilimitado no Google Fotos para fotos e vídeos em alta qualidade. Isso vale para quase todos os modelos de Google Pixel, exceto o Pixel 7 e o Pixel 7 Pro. Com isso, você não precisa se preocupar com o espaço no seu celular ou na nuvem, e pode guardar todas as suas lembranças sem medo.

    Fluidez e agilidade no uso cotidiano

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você tem uma experiência mais fluida e rápida no uso cotidiano do seu celular. O Google Pixel tem uma versão “pura” do Android, sem modificações ou personalizações. Isso faz com que ele seja mais eficiente na execução de apps e na realização de tarefas mais complexas, como jogos e edição de imagens. O Google Pixel é um dos celulares mais ágeis do mercado.

    Mesmos recursos nas versões menores

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você pode escolher o tamanho que preferir sem perder funcionalidades. O Google Pixel não tem diferenças de recursos entre as versões maiores e menores. A única mudança é a tela maior com mais resolução e a bateria de mais capacidade nas versões XL. Isso quer dizer que você pode optar pelo tamanho que mais te agrada, sem sacrificar o desempenho ou as funcionalidades do seu celular.

    Essas são algumas das principais vantagens de ter um Google Pixel em comparação com outros celulares Android. Se você se interessou por esse smartphone, saiba que ele está disponível em várias cores e modelos, e pode ser comprado online ou em lojas físicas. O preço varia conforme o modelo e a capacidade de armazenamento, mas geralmente fica entre R$ 2.000 e R$ 4.000.

    Atualizações do sistema antes de qualquer outra pessoa

    Uma das vantagens de ter um Google Pixel é que você recebe as novas versões do Android antes de outros fabricantes, e também tem acesso antecipado a possíveis betas. Além disso, você tem garantia de três anos de atualizações do sistema de software. Isso significa que o seu celular vai estar sempre atualizado e seguro, com as últimas novidades e melhorias do Android.

    O melhor modo noturno Android

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você pode tirar fotos excelentes mesmo em condições de pouca luz. O software de câmera do Google Pixel é muito otimizado, e tem um modo chamado Visão Noturna, que é capaz de capturar imagens com até 0.3 lux de brilho, sem a necessidade de flash. As fotos ficam claras e nítidas, mesmo em ambientes escuros. O Google Pixel tem o melhor modo noturno Android, segundo vários especialistas.

    Google Fotos ilimitado para quase todos os Pixel

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você tem armazenamento ilimitado no Google Fotos para fotos e vídeos em alta qualidade. Isso vale para quase todos os modelos de Google Pixel, exceto o Pixel 7 e o Pixel 7 Pro. Com isso, você não precisa se preocupar com o espaço no seu celular ou na nuvem, e pode guardar todas as suas lembranças sem medo.

    Fluidez e agilidade no uso cotidiano

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você tem uma experiência mais fluida e rápida no uso cotidiano do seu celular. O Google Pixel tem uma versão “pura” do Android, sem modificações ou personalizações. Isso faz com que ele seja mais eficiente na execução de apps e na realização de tarefas mais complexas, como jogos e edição de imagens. O Google Pixel é um dos celulares mais ágeis do mercado.

    Mesmos recursos nas versões menores

    Outra vantagem de ter um Google Pixel é que você pode escolher o tamanho que preferir sem perder funcionalidades. O Google Pixel não tem diferenças de recursos entre as versões maiores e menores. A única mudança é a tela maior com mais resolução e a bateria de mais capacidade nas versões XL. Isso quer dizer que você pode optar pelo tamanho que mais te agrada, sem sacrificar o desempenho ou as funcionalidades do seu celular.

    Essas são algumas das principais vantagens de ter um Google Pixel em comparação com outros celulares Android. Se você se interessou por esse smartphone, saiba que ele está disponível em várias cores e modelos, e pode ser comprado online ou em lojas físicas. O preço varia conforme o modelo e a capacidade de armazenamento, mas geralmente fica entre R$ 2.000 e R$ 4.000.

  • O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    O que é o sangue alcalino e quais são os seus riscos?

    Sangue alcalino é um termo que se refere ao pH do sangue, ou seja, a medida da acidez ou alcalinidade dessa substância vital para o nosso organismo.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

    O pH normal do sangue é entre 7,35 e 7,45, o que significa que ele é levemente alcalino. Mas quando o pH sobe acima desse valor, o sangue fica mais alcalino do que deveria, e isso pode trazer sérios problemas de saúde.

    O sangue alcalino pode ser causado por dois fatores principais: um excesso de bicarbonato ou uma perda de ácido no sangue (alcalose metabólica) ou uma respiração rápida ou profunda que reduz o nível de dióxido de carbono no sangue (alcalose respiratória). O bicarbonato e o dióxido de carbono são substâncias que ajudam a regular o equilíbrio ácido-base do nosso corpo, mantendo o pH do sangue estável.

    Quando o sangue fica alcalino demais, ele afeta o funcionamento das células e dos órgãos, podendo provocar sintomas como espasmos musculares, fraqueza, dor de cabeça, confusão mental, tontura e convulsões. Esses sintomas são causados por alterações nos níveis de eletrólitos como potássio, cálcio e sódio, que são minerais essenciais para a transmissão de impulsos nervosos e a contração muscular. Valores de pH acima de 7,95 podem levar à morte.

    Para saber se o seu sangue está alcalino ou não, é preciso fazer um exame chamado gasometria arterial, que mede o valor de pH, de bicarbonato e de PCO2 no sangue. Esse exame só é feito em pessoas que estão internadas na UTI ou no CTI, pois requer a coleta de uma amostra de sangue da artéria. O resultado do exame pode indicar se há algum distúrbio no equilíbrio ácido-base do corpo e qual é a sua causa.

    O tratamento do sangue alcalino depende da sua origem e da sua gravidade. Em alguns casos, pode ser necessário administrar soluções intravenosas com ácido ou bicarbonato para corrigir o pH do sangue. Em outros casos, pode ser necessário ajustar a ventilação mecânica ou a oxigenoterapia para normalizar o nível de dióxido de carbono no sangue. O objetivo é restaurar o equilíbrio ácido-base do organismo e evitar complicações.

    O sangue alcalino é uma condição rara, mas potencialmente grave. Por isso, é importante estar atento aos sinais e sintomas que podem indicar um desequilíbrio no pH do sangue e procurar ajuda médica imediatamente se eles ocorrerem.

  • O que são os ciclones extratropicais e por que eles ocorrem no Brasil?

    O que são os ciclones extratropicais e por que eles ocorrem no Brasil?

    O ciclone extratropical é um fenômeno meteorológico que se forma nas regiões de média e alta latitude, fora da zona dos trópicos, e que pode causar ventos fortes, chuvas intensas e queda de temperatura.

    Um ciclone extratropical é resultado do choque entre uma massa de ar frio e uma massa de ar quente, que se encontram em uma região chamada de frente fria. Esse encontro gera uma área de baixa pressão atmosférica, onde o ar tende a subir e formar nuvens carregadas.

    Os ciclones extratropicais podem se formar tanto sobre os oceanos quanto sobre o continente, dependendo da distribuição das massas de ar. Eles são comuns no Brasil, principalmente no litoral sul do país, onde há maior influência da massa de ar polar, que vem do Polo Sul.

    O último ciclone extratropical que atingiu o território brasileiro aconteceu em junho de 2023 e provocou estragos em vários estados do sul e sudeste. O fenômeno causou chuvas muito volumosas, rajadas de ventos de até 120 km/h e grandes enchentes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Além disso, o ciclone extratropical fez a temperatura cair bruscamente em várias cidades, chegando a ficar abaixo de zero em algumas delas.

    Os ciclones extratropicais são diferentes dos ciclones tropicais, que são aqueles que se formam nas regiões próximas à linha do Equador e que podem dar origem a furacões, tufões e tempestades tropicais. Os ciclones tropicais são alimentados pela evaporação da água do mar, que é mais quente nessas áreas, e têm um formato circular, com um olho no centro.

    Os ciclones extratropicais, por sua vez, têm um formato irregular e não possuem um olho definido. Eles são movidos pelo contraste de temperatura entre as massas de ar e podem se deslocar por longas distâncias, afetando várias regiões.

    Um ciclone extratropical é resultado do choque entre uma massa de ar frio e uma massa de ar quente, que se encontram em uma região chamada de frente fria. Esse encontro gera uma área de baixa pressão atmosférica, onde o ar tende a subir e formar nuvens carregadas.

    Os ciclones extratropicais podem se formar tanto sobre os oceanos quanto sobre o continente, dependendo da distribuição das massas de ar. Eles são comuns no Brasil, principalmente no litoral sul do país, onde há maior influência da massa de ar polar, que vem do Polo Sul.

    O último ciclone extratropical que atingiu o território brasileiro aconteceu em junho de 2023 e provocou estragos em vários estados do sul e sudeste. O fenômeno causou chuvas muito volumosas, rajadas de ventos de até 120 km/h e grandes enchentes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Além disso, o ciclone extratropical fez a temperatura cair bruscamente em várias cidades, chegando a ficar abaixo de zero em algumas delas.

    Os ciclones extratropicais são diferentes dos ciclones tropicais, que são aqueles que se formam nas regiões próximas à linha do Equador e que podem dar origem a furacões, tufões e tempestades tropicais. Os ciclones tropicais são alimentados pela evaporação da água do mar, que é mais quente nessas áreas, e têm um formato circular, com um olho no centro.

    Os ciclones extratropicais, por sua vez, têm um formato irregular e não possuem um olho definido. Eles são movidos pelo contraste de temperatura entre as massas de ar e podem se deslocar por longas distâncias, afetando várias regiões.

  • Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Um cão foi diagnosticado com raiva em São Paulo, após ser resgatado na região do Butantã e submetido a eutanásia.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

  • Como prevenir os acidentes domésticos mais comuns

    Como prevenir os acidentes domésticos mais comuns

    Os acidentes domésticos são situações que podem causar ferimentos ou até mesmo a morte de pessoas que vivem em uma casa.

    Eles podem acontecer por descuido, imprudência ou falta de informação. Por isso, é importante saber quais são os tipos mais frequentes de acidentes domésticos e como evitá-los.

    Queimaduras

    As queimaduras são lesões na pele causadas por exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente. Elas podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo da profundidade e da extensão da área afetada.

    Para prevenir as queimaduras, deve-se evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e utilizar protetor solar, assim como afastar objetos que possam provocar queimaduras das crianças. Em caso de queimadura, deve-se lavar a área com água fria e cobrir com um pano limpo. Não se deve aplicar pomadas, óleos ou manteiga sem orientação médica.

    Sangramentos do nariz

    Os sangramentos do nariz são perdas de sangue pelas narinas, que podem ser provocados por assoar o nariz com muita força, cutucar o nariz ou sofrer uma pancada. Eles costumam ser leves e parar em poucos minutos.

    Para evitar o sangramento do nariz, não se deve ficar exposto muito tempo ao sol ou a temperaturas muito altas. Em caso de sangramento do nariz, deve-se inclinar a cabeça para frente e apertar as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Não se deve colocar nada dentro do nariz sem orientação médica.

    Intoxicações

    As intoxicações são reações adversas do organismo causadas pela ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza. Elas podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, sonolência, convulsões ou coma.

    Para evitar as intoxicações, os produtos que podem provocar envenenamento devem ser mantidos trancados e afastados do alcance das crianças. Em caso de intoxicação, deve-se ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800-722-6001) ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192) e seguir as orientações. Não se deve provocar vômito ou dar leite sem orientação médica.

    Cortes

    Os cortes são ferimentos na pele causados por manuseio inadequado de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidros. Eles podem ser superficiais ou profundos, dependendo da intensidade e da direção do corte.

    Para prevenir os cortes, deve-se guardar esses objetos em locais seguros e fora do alcance das crianças. Em caso de corte, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e pressionar com um pano limpo. Não se deve usar álcool ou iodo sem orientação médica.

    Choques elétricos

    Os choques elétricos são descargas elétricas que atravessam o corpo humano, podendo causar queimaduras, parada cardíaca ou respiratória. Eles podem ser causados por contato com fios desencapados, tomadas ou aparelhos elétricos.

    Para evitar os choques elétricos, deve-se utilizar protetores nas tomadas e não mexer em aparelhos elétricos sem desligar os disjuntores. Em caso de choque elétrico, deve-se desligar a fonte de energia e afastar a vítima com um objeto isolante. Não se deve tocar na vítima sem proteção.

    Quedas

    As quedas são o tipo mais comum de acidentes domésticos e podem afetar tanto crianças quanto adultos. Elas podem ocorrer por escorregões, tropeços ou desequilíbrios em superfícies irregulares ou altas. Elas podem causar fraturas, contusões, hematomas ou traumatismos cranianos.

    Para prevenir as quedas, deve-se manter o chão limpo e livre de objetos que possam causar tropeços, instalar grades nas janelas e portas de contenção nas escadas, evitar tapetes e objetos de decoração pelo caminho e não se arriscar em lajes ou sacadas sem proteção. Em caso de queda, deve-se avaliar a gravidade do ferimento e procurar ajuda médica se necessário.

    Asfixia

    A asfixia é a falta de oxigênio no organismo, que pode levar à perda de consciência ou à morte. Ela pode ser provocada por objetos pequenos que sejam engolidos ou aspirados pelas vias respiratórias, especialmente por crianças menores de 9 anos de idade.

    Para evitar a asfixia, deve-se não deixar pequenos objetos no chão, organizar o quarto de brinquedos, tomar cuidado com fios e cordas e eliminar acessórios como cachecóis ou roupas largas. Em caso de asfixia, deve-se tentar retirar o objeto com os dedos ou realizar a manobra de Heimlich, que consiste em pressionar o abdômen da vítima com as mãos.

    Mordidas

    As mordidas são ferimentos na pele causados por animais domésticos ou insetos. Elas podem provocar dor, inchaço, vermelhidão ou infecção. Em alguns casos, elas podem transmitir doenças, como raiva ou dengue.

    Para evitar as mordidas, deve-se vacinar os animais de estimação, manter a higiene do ambiente e utilizar repelentes contra insetos. Em caso de mordida, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e aplicar um antisséptico. Não se deve espremer ou furar o local da mordida sem orientação médica.

    Eles podem acontecer por descuido, imprudência ou falta de informação. Por isso, é importante saber quais são os tipos mais frequentes de acidentes domésticos e como evitá-los.

    Queimaduras

    As queimaduras são lesões na pele causadas por exposição prolongada ao sol ou a fontes de calor, como fogo ou água fervente. Elas podem ser leves, moderadas ou graves, dependendo da profundidade e da extensão da área afetada.

    Para prevenir as queimaduras, deve-se evitar a exposição solar entre as 11 e as 16 horas e utilizar protetor solar, assim como afastar objetos que possam provocar queimaduras das crianças. Em caso de queimadura, deve-se lavar a área com água fria e cobrir com um pano limpo. Não se deve aplicar pomadas, óleos ou manteiga sem orientação médica.

    Sangramentos do nariz

    Os sangramentos do nariz são perdas de sangue pelas narinas, que podem ser provocados por assoar o nariz com muita força, cutucar o nariz ou sofrer uma pancada. Eles costumam ser leves e parar em poucos minutos.

    Para evitar o sangramento do nariz, não se deve ficar exposto muito tempo ao sol ou a temperaturas muito altas. Em caso de sangramento do nariz, deve-se inclinar a cabeça para frente e apertar as narinas com os dedos por cerca de 10 minutos. Não se deve colocar nada dentro do nariz sem orientação médica.

    Intoxicações

    As intoxicações são reações adversas do organismo causadas pela ingestão acidental de medicamentos ou produtos de limpeza. Elas podem provocar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, sonolência, convulsões ou coma.

    Para evitar as intoxicações, os produtos que podem provocar envenenamento devem ser mantidos trancados e afastados do alcance das crianças. Em caso de intoxicação, deve-se ligar para o Centro de Informação Toxicológica (0800-722-6001) ou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192) e seguir as orientações. Não se deve provocar vômito ou dar leite sem orientação médica.

    Cortes

    Os cortes são ferimentos na pele causados por manuseio inadequado de objetos cortantes, como facas, tesouras ou vidros. Eles podem ser superficiais ou profundos, dependendo da intensidade e da direção do corte.

    Para prevenir os cortes, deve-se guardar esses objetos em locais seguros e fora do alcance das crianças. Em caso de corte, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e pressionar com um pano limpo. Não se deve usar álcool ou iodo sem orientação médica.

    Choques elétricos

    Os choques elétricos são descargas elétricas que atravessam o corpo humano, podendo causar queimaduras, parada cardíaca ou respiratória. Eles podem ser causados por contato com fios desencapados, tomadas ou aparelhos elétricos.

    Para evitar os choques elétricos, deve-se utilizar protetores nas tomadas e não mexer em aparelhos elétricos sem desligar os disjuntores. Em caso de choque elétrico, deve-se desligar a fonte de energia e afastar a vítima com um objeto isolante. Não se deve tocar na vítima sem proteção.

    Quedas

    As quedas são o tipo mais comum de acidentes domésticos e podem afetar tanto crianças quanto adultos. Elas podem ocorrer por escorregões, tropeços ou desequilíbrios em superfícies irregulares ou altas. Elas podem causar fraturas, contusões, hematomas ou traumatismos cranianos.

    Para prevenir as quedas, deve-se manter o chão limpo e livre de objetos que possam causar tropeços, instalar grades nas janelas e portas de contenção nas escadas, evitar tapetes e objetos de decoração pelo caminho e não se arriscar em lajes ou sacadas sem proteção. Em caso de queda, deve-se avaliar a gravidade do ferimento e procurar ajuda médica se necessário.

    Asfixia

    A asfixia é a falta de oxigênio no organismo, que pode levar à perda de consciência ou à morte. Ela pode ser provocada por objetos pequenos que sejam engolidos ou aspirados pelas vias respiratórias, especialmente por crianças menores de 9 anos de idade.

    Para evitar a asfixia, deve-se não deixar pequenos objetos no chão, organizar o quarto de brinquedos, tomar cuidado com fios e cordas e eliminar acessórios como cachecóis ou roupas largas. Em caso de asfixia, deve-se tentar retirar o objeto com os dedos ou realizar a manobra de Heimlich, que consiste em pressionar o abdômen da vítima com as mãos.

    Mordidas

    As mordidas são ferimentos na pele causados por animais domésticos ou insetos. Elas podem provocar dor, inchaço, vermelhidão ou infecção. Em alguns casos, elas podem transmitir doenças, como raiva ou dengue.

    Para evitar as mordidas, deve-se vacinar os animais de estimação, manter a higiene do ambiente e utilizar repelentes contra insetos. Em caso de mordida, deve-se lavar a área com água corrente e sabão e aplicar um antisséptico. Não se deve espremer ou furar o local da mordida sem orientação médica.

  • Telescópio Espacial James Webb explora supernova famosa

    Telescópio Espacial James Webb explora supernova famosa

    O Telescópio Espacial James Webb da NASA, o observatório mais poderoso já lançado ao espaço, está estudando uma das supernovas mais renomadas do universo, chamada SN 1987A.

    Uma supernova é uma explosão gigantesca de uma estrela que morre, liberando enormes quantidades de energia e matéria.

    SN 1987A foi descoberta em 1987, quando astrônomos observaram uma nova estrela brilhante na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha à nossa Via Láctea. A supernova foi a primeira a ser vista a olho nu desde 1604 e a mais próxima da Terra desde a invenção do telescópio.

    Desde então, SN 1987A tem sido um laboratório cósmico para os cientistas aprenderem sobre as origens e os destinos das estrelas, bem como sobre os elementos químicos que formam tudo o que conhecemos.

    O Webb, que foi lançado em dezembro de 2022 e começou suas operações científicas em junho de 2023, está usando sua câmera infravermelha de alta resolução, chamada NIRCam, para capturar novas imagens da supernova e de seus arredores.

    As imagens revelam uma estrutura complexa e em evolução, composta por um núcleo central em forma de chave, um anel equatorial brilhante e dois anéis externos em forma de ampulheta. As imagens também mostram novas estruturas em forma de crescente que podem ser causadas por choques entre o material ejetado pela supernova e o gás interestelar.

    Apesar das décadas de estudo, ainda há vários mistérios que cercam SN 1987A, especialmente sobre a estrela de nêutrons que deveria ter sido formada após a explosão. Uma estrela de nêutrons é um objeto extremamente denso e compacto que resulta do colapso do núcleo de uma estrela massiva.

    Os cientistas esperam que o Webb possa detectar a estrela de nêutrons escondida atrás de uma nuvem de poeira, usando seus outros instrumentos sensíveis ao infravermelho, como o MIRI e o NIRSpec. O Webb também colaborará com outros observatórios espaciais e terrestres para obter uma visão completa da supernova ao longo do tempo.

    SN 1987A é um fenômeno raro e fascinante que continua a surpreender e encantar os astrônomos. Com o Webb, eles esperam desvendar mais segredos sobre essa explosão estelar e sua influência no meio interestelar.

    Uma supernova é uma explosão gigantesca de uma estrela que morre, liberando enormes quantidades de energia e matéria.

    SN 1987A foi descoberta em 1987, quando astrônomos observaram uma nova estrela brilhante na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia vizinha à nossa Via Láctea. A supernova foi a primeira a ser vista a olho nu desde 1604 e a mais próxima da Terra desde a invenção do telescópio.

    Desde então, SN 1987A tem sido um laboratório cósmico para os cientistas aprenderem sobre as origens e os destinos das estrelas, bem como sobre os elementos químicos que formam tudo o que conhecemos.

    O Webb, que foi lançado em dezembro de 2022 e começou suas operações científicas em junho de 2023, está usando sua câmera infravermelha de alta resolução, chamada NIRCam, para capturar novas imagens da supernova e de seus arredores.

    As imagens revelam uma estrutura complexa e em evolução, composta por um núcleo central em forma de chave, um anel equatorial brilhante e dois anéis externos em forma de ampulheta. As imagens também mostram novas estruturas em forma de crescente que podem ser causadas por choques entre o material ejetado pela supernova e o gás interestelar.

    Apesar das décadas de estudo, ainda há vários mistérios que cercam SN 1987A, especialmente sobre a estrela de nêutrons que deveria ter sido formada após a explosão. Uma estrela de nêutrons é um objeto extremamente denso e compacto que resulta do colapso do núcleo de uma estrela massiva.

    Os cientistas esperam que o Webb possa detectar a estrela de nêutrons escondida atrás de uma nuvem de poeira, usando seus outros instrumentos sensíveis ao infravermelho, como o MIRI e o NIRSpec. O Webb também colaborará com outros observatórios espaciais e terrestres para obter uma visão completa da supernova ao longo do tempo.

    SN 1987A é um fenômeno raro e fascinante que continua a surpreender e encantar os astrônomos. Com o Webb, eles esperam desvendar mais segredos sobre essa explosão estelar e sua influência no meio interestelar.

  • Nova terapia contra o câncer usa RNA para frear a divisão celular

    Nova terapia contra o câncer usa RNA para frear a divisão celular

    Uma nova terapia contra o câncer, desenvolvida por pesquisadores da Purdue University, nos Estados Unidos, promete atacar tumores de forma seletiva e eficaz, usando uma molécula de RNA que bloqueia naturalmente a divisão celular.

    A terapia se baseia no microRNA-34a, uma molécula que age “como os freios de um carro”, diminuindo ou parando a divisão celular, segundo o professor de engenharia química Ravi F. Saraf, um dos autores do estudo publicado na revista Nature Communications.

    O microRNA-34a é ligado à vitamina folato, que é captada pelas células cancerígenas com mais receptores de folato do que as células saudáveis. Assim, a terapia consegue induzir as células cancerígenas a absorverem o fragmento de RNA que impede a sua proliferação.

    Os resultados experimentais mostraram que tumores tratados com a terapia não aumentaram de tamanho ao longo de 21 dias, enquanto tumores não tratados triplicaram de tamanho no mesmo período. A terapia também suprimiu fortemente a atividade de pelo menos três genes que impulsionam o câncer e a resistência a outras terapias.

    A terapia, que é patenteada, pode ser eficaz por si só e em combinação com outros medicamentos contra cânceres que desenvolveram resistência a drogas. Os pesquisadores estão confiantes no valor da nova abordagem e se preparam para ensaios clínicos.

    “Esta é uma nova forma de tratar o câncer que não tem efeitos colaterais significativos e pode ser usada para vários tipos de tumores”, disse Saraf. “Nós esperamos que esta terapia possa ser usada em humanos em um futuro próximo e trazer benefícios para muitos pacientes”, completou.

    Fonte: Link.

    A terapia se baseia no microRNA-34a, uma molécula que age “como os freios de um carro”, diminuindo ou parando a divisão celular, segundo o professor de engenharia química Ravi F. Saraf, um dos autores do estudo publicado na revista Nature Communications.

    O microRNA-34a é ligado à vitamina folato, que é captada pelas células cancerígenas com mais receptores de folato do que as células saudáveis. Assim, a terapia consegue induzir as células cancerígenas a absorverem o fragmento de RNA que impede a sua proliferação.

    Os resultados experimentais mostraram que tumores tratados com a terapia não aumentaram de tamanho ao longo de 21 dias, enquanto tumores não tratados triplicaram de tamanho no mesmo período. A terapia também suprimiu fortemente a atividade de pelo menos três genes que impulsionam o câncer e a resistência a outras terapias.

    A terapia, que é patenteada, pode ser eficaz por si só e em combinação com outros medicamentos contra cânceres que desenvolveram resistência a drogas. Os pesquisadores estão confiantes no valor da nova abordagem e se preparam para ensaios clínicos.

    “Esta é uma nova forma de tratar o câncer que não tem efeitos colaterais significativos e pode ser usada para vários tipos de tumores”, disse Saraf. “Nós esperamos que esta terapia possa ser usada em humanos em um futuro próximo e trazer benefícios para muitos pacientes”, completou.

    Fonte: Link.

  • Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    Covid-19 pode causar ou agravar a hipertensão arterial, alertam especialistas

    A covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, pode trazer sérias consequências para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a covid-19 pode aumentar o risco de complicações para pessoas que já sofrem de hipertensão arterial (pressão alta) ou causar hipertensão em pessoas que não tinham antes.

    A hipertensão é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias é maior do que o normal, o que pode sobrecarregar o coração e aumentar o risco de infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. A hipertensão é considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes não apresenta sintomas e só é descoberta em exames de rotina.

    De acordo com os especialistas, existem algumas possíveis relações entre a covid-19 e a hipertensão, tais como:

    • A covid-19 pode causar uma resposta inflamatória no organismo que pode danificar os vasos sanguíneos e aumentar a pressão arterial. A inflamação também pode prejudicar o funcionamento do endotélio, uma camada de células que reveste as artérias e regula a dilatação e a contração dos vasos.

    • A covid-19 pode afetar os rins, que são responsáveis por regular a pressão arterial, e causar insuficiência renal ou piorar a função renal de pessoas que já têm doença renal crônica. Os rins filtram o sangue e eliminam o excesso de líquidos e sais do corpo. Quando os rins não funcionam bem, o volume de líquido e sal no corpo aumenta, elevando a pressão arterial.

    • A covid-19 pode provocar estresse, ansiedade, medo e isolamento social, que são fatores que podem elevar a pressão arterial ou dificultar o controle da hipertensão. O estresse libera hormônios como adrenalina e cortisol, que fazem o coração bater mais rápido e os vasos se contraírem. A ansiedade também pode levar a hábitos prejudiciais à saúde, como comer demais, fumar ou beber álcool.

    • A covid-19 pode interferir no uso de medicamentos para hipertensão, seja por falta de acesso, por efeitos colaterais ou por interações medicamentosas. Alguns medicamentos para hipertensão também podem afetar a resposta imunológica ou a gravidade da covid-19. Por isso, é importante consultar o médico antes de iniciar, suspender ou alterar qualquer medicação.

    Portanto, é importante que as pessoas com hipertensão ou com risco de desenvolver hipertensão se protejam da covid-19 seguindo as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades de saúde, como usar máscara, higienizar as mãos, evitar aglomerações e manter o distanciamento físico. Além disso, é essencial que as pessoas com hipertensão mantenham o acompanhamento médico regular, façam o uso adequado dos medicamentos prescritos e adotem hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada, atividade física moderada, controle do peso, redução do consumo de sal, álcool e tabaco e manejo do estresse.