Tag: carne

  • Como os substitutos de carne à base de plantas recriam o sabor e a textura da carne

    Como os substitutos de carne à base de plantas recriam o sabor e a textura da carne

    Você já experimentou um hambúrguer à base de plantas e ficou impressionado com o quanto ele se parecia com a carne de verdade?

    Hoje em dia, alimentos feitos de plantas estão cada vez mais parecidos com carne. Mas como é possível criar algo tão parecido com o que vem dos animais usando apenas ingredientes vegetais?

    Quando comemos carne, nossos sentidos percebem várias características únicas. O sabor “umami” (rico e satisfatório) e o aroma característico de carne cozida, grelhada ou assada são inconfundíveis. A textura fibrosa e suculenta, junto com a aparência avermelhada ou marrom, também fazem parte da experiência de comer carne. Isso acontece porque a carne é composta principalmente de proteínas, gorduras e água, com pequenas quantidades de vitaminas e minerais. Esses elementos vêm do músculo dos animais, que tem uma estrutura especial feita de fibras e tecido conjuntivo.

    Mas como reproduzir essas características com ingredientes vegetais? É aqui que entra a ciência. Para criar substitutos de carne, os fabricantes trabalham para recriar a textura, o sabor, o aroma e a aparência. Primeiro, a textura fibrosa é reproduzida com proteínas vegetais, como soja, glúten de trigo, ervilhas e lentilhas. Essas proteínas são combinadas com gorduras, como óleo de coco, girassol ou canola, para criar uma textura suculenta e macia. As máquinas misturam esses ingredientes com água e usam calor e pressão em um processo chamado extrusão, que transforma as proteínas em fibras que lembram os músculos dos animais.

    O sabor e o aroma são outros desafios. O sabor da carne vem de reações químicas que ocorrem ao cozinhar, como a famosa reação de Maillard, que cria aquele cheiro delicioso de carne grelhada. Para imitar isso, os fabricantes usam ingredientes como cogumelos, missô, especiarias e extratos de levedura, além de aminoácidos e açúcares que simulam essas reações. Até fumaça líquida é adicionada para dar um aroma defumado.

    A aparência também é importante, já que comemos com os olhos primeiro. Corantes naturais, como beterraba, suco de vegetais e caramelo, são usados para dar ao alimento a cor avermelhada ou marrom da carne. Além disso, proteínas de ervilhas e lentilhas ajudam a criar um tom mais natural quando o alimento é cozido.

    Esses substitutos de carne são importantes por vários motivos. Produzir alimentos à base de plantas consome menos recursos naturais do que criar animais, ajudando a preservar o meio ambiente. Além disso, esses alimentos podem ser mais saudáveis, com menos gorduras saturadas e colesterol. Não é à toa que o mercado de carnes vegetais está crescendo rapidamente e movimentou mais de US$ 7 bilhões em 2023.

    Ainda existem desafios, como convencer mais pessoas a trocar a carne tradicional pelos substitutos vegetais. Mas a ciência por trás desses alimentos continua evoluindo, e o futuro promete trazer produtos cada vez mais parecidos com a carne animal. Que tal experimentar e formar sua própria opinião?

    Fonte: Link, Link 2.


    Hoje em dia, alimentos feitos de plantas estão cada vez mais parecidos com carne. Mas como é possível criar algo tão parecido com o que vem dos animais usando apenas ingredientes vegetais?

    Quando comemos carne, nossos sentidos percebem várias características únicas. O sabor “umami” (rico e satisfatório) e o aroma característico de carne cozida, grelhada ou assada são inconfundíveis. A textura fibrosa e suculenta, junto com a aparência avermelhada ou marrom, também fazem parte da experiência de comer carne. Isso acontece porque a carne é composta principalmente de proteínas, gorduras e água, com pequenas quantidades de vitaminas e minerais. Esses elementos vêm do músculo dos animais, que tem uma estrutura especial feita de fibras e tecido conjuntivo.

    Mas como reproduzir essas características com ingredientes vegetais? É aqui que entra a ciência. Para criar substitutos de carne, os fabricantes trabalham para recriar a textura, o sabor, o aroma e a aparência. Primeiro, a textura fibrosa é reproduzida com proteínas vegetais, como soja, glúten de trigo, ervilhas e lentilhas. Essas proteínas são combinadas com gorduras, como óleo de coco, girassol ou canola, para criar uma textura suculenta e macia. As máquinas misturam esses ingredientes com água e usam calor e pressão em um processo chamado extrusão, que transforma as proteínas em fibras que lembram os músculos dos animais.

    O sabor e o aroma são outros desafios. O sabor da carne vem de reações químicas que ocorrem ao cozinhar, como a famosa reação de Maillard, que cria aquele cheiro delicioso de carne grelhada. Para imitar isso, os fabricantes usam ingredientes como cogumelos, missô, especiarias e extratos de levedura, além de aminoácidos e açúcares que simulam essas reações. Até fumaça líquida é adicionada para dar um aroma defumado.

    A aparência também é importante, já que comemos com os olhos primeiro. Corantes naturais, como beterraba, suco de vegetais e caramelo, são usados para dar ao alimento a cor avermelhada ou marrom da carne. Além disso, proteínas de ervilhas e lentilhas ajudam a criar um tom mais natural quando o alimento é cozido.

    Esses substitutos de carne são importantes por vários motivos. Produzir alimentos à base de plantas consome menos recursos naturais do que criar animais, ajudando a preservar o meio ambiente. Além disso, esses alimentos podem ser mais saudáveis, com menos gorduras saturadas e colesterol. Não é à toa que o mercado de carnes vegetais está crescendo rapidamente e movimentou mais de US$ 7 bilhões em 2023.

    Ainda existem desafios, como convencer mais pessoas a trocar a carne tradicional pelos substitutos vegetais. Mas a ciência por trás desses alimentos continua evoluindo, e o futuro promete trazer produtos cada vez mais parecidos com a carne animal. Que tal experimentar e formar sua própria opinião?

    Fonte: Link, Link 2.


  • Entendendo a alta dos preços de alimentos durante a Semana Santa no Brasil

    Entendendo a alta dos preços de alimentos durante a Semana Santa no Brasil

    A Semana Santa é um período de intensa significância cultural e religiosa no Brasil, marcado por tradições que influenciam diretamente o consumo e, consequentemente, os preços de certos alimentos.

    Tradicionalmente, há um aumento na demanda por produtos como carne, peixe e ovos, o que pode levar a uma elevação nos preços desses itens.

    Um dos principais fatores que contribuem para o aumento dos preços é a tradição católica de abstinência de carne vermelha na Sexta-feira Santa, o que impulsiona a procura por alternativas como peixes e frutos do mar. Essa mudança nos hábitos de consumo gera uma pressão sobre a oferta desses produtos, resultando em preços mais altos.

    Além disso, questões climáticas têm impacto significativo na produção e no custo dos alimentos. Eventos climáticos extremos, como altas temperaturas e enchentes, podem afetar a produção agrícola e a disponibilidade de alimentos, como observado em recentes relatórios econômicos. Esses eventos podem reduzir a oferta de produtos alimentícios no mercado, elevando os preços durante períodos de alta demanda, como a Semana Santa.

    Outro aspecto relevante é o efeito sazonal. Durante o verão, por exemplo, a oferta de alimentos in natura tende a diminuir, o que pode elevar os preços. Esse efeito é exacerbado durante a Semana Santa, quando a demanda por certos produtos alimentícios aumenta ainda mais.

    O governo brasileiro, por meio de ministros e especialistas, reconhece o impacto dessas questões climáticas e sazonais nos preços dos alimentos e busca implementar medidas para mitigar esses efeitos e garantir que os preços sejam acessíveis à população.

    Portanto, a combinação de tradições culturais, questões climáticas e efeitos sazonais são fatores-chave que explicam o aumento dos preços de alimentos como carne, peixe e ovos durante a Semana Santa no Brasil. Enquanto as tradições continuam a influenciar os padrões de consumo, é essencial que haja um esforço contínuo para entender e abordar os desafios que afetam a produção e o preço dos alimentos, assegurando que todos possam participar das celebrações da Semana Santa sem preocupações financeiras excessivas.

    Tradicionalmente, há um aumento na demanda por produtos como carne, peixe e ovos, o que pode levar a uma elevação nos preços desses itens.

    Um dos principais fatores que contribuem para o aumento dos preços é a tradição católica de abstinência de carne vermelha na Sexta-feira Santa, o que impulsiona a procura por alternativas como peixes e frutos do mar. Essa mudança nos hábitos de consumo gera uma pressão sobre a oferta desses produtos, resultando em preços mais altos.

    Além disso, questões climáticas têm impacto significativo na produção e no custo dos alimentos. Eventos climáticos extremos, como altas temperaturas e enchentes, podem afetar a produção agrícola e a disponibilidade de alimentos, como observado em recentes relatórios econômicos. Esses eventos podem reduzir a oferta de produtos alimentícios no mercado, elevando os preços durante períodos de alta demanda, como a Semana Santa.

    Outro aspecto relevante é o efeito sazonal. Durante o verão, por exemplo, a oferta de alimentos in natura tende a diminuir, o que pode elevar os preços. Esse efeito é exacerbado durante a Semana Santa, quando a demanda por certos produtos alimentícios aumenta ainda mais.

    O governo brasileiro, por meio de ministros e especialistas, reconhece o impacto dessas questões climáticas e sazonais nos preços dos alimentos e busca implementar medidas para mitigar esses efeitos e garantir que os preços sejam acessíveis à população.

    Portanto, a combinação de tradições culturais, questões climáticas e efeitos sazonais são fatores-chave que explicam o aumento dos preços de alimentos como carne, peixe e ovos durante a Semana Santa no Brasil. Enquanto as tradições continuam a influenciar os padrões de consumo, é essencial que haja um esforço contínuo para entender e abordar os desafios que afetam a produção e o preço dos alimentos, assegurando que todos possam participar das celebrações da Semana Santa sem preocupações financeiras excessivas.

  • Como a carne fez o cérebro humano crescer e dominar a Terra

    Como a carne fez o cérebro humano crescer e dominar a Terra

    Você já se perguntou por que os humanos são tão inteligentes e capazes de construir civilizações, inventar tecnologias e explorar o espaço?

    Uma das possíveis explicações é que o consumo de carne há milhões de anos fez com que o cérebro humano crescesse e se desenvolvesse mais do que o de outros animais.

    A evolução do cérebro humano

    O cérebro humano é o órgão mais complexo do corpo humano. Ele pesa cerca de 1,4 kg e contém cerca de 86 bilhões de neurônios, que são as células responsáveis por transmitir e processar informações. O cérebro humano é responsável por funções como memória, linguagem, raciocínio, emoções, criatividade e consciência.

    Mas nem sempre foi assim. Os ancestrais dos humanos, os hominídeos, tinham cérebros muito menores e menos sofisticados. Por exemplo, o Australopithecus, que viveu há cerca de 4 milhões de anos, tinha um cérebro de cerca de 400 gramas, semelhante ao de um chimpanzé. O Homo habilis, que surgiu há cerca de 2,5 milhões de anos, tinha um cérebro de cerca de 600 gramas. O Homo erectus, que apareceu há cerca de 1,8 milhão de anos, tinha um cérebro de cerca de 900 gramas. E o Homo sapiens, a espécie humana atual, que surgiu há cerca de 300 mil anos, tem um cérebro de cerca de 1400 gramas.

    Como se pode ver, o cérebro humano aumentou de tamanho ao longo da evolução. Mas por que isso aconteceu? E qual foi o papel da carne nesse processo?

    A dieta dos hominídeos

    Os hominídeos eram primatas que se adaptaram à vida na savana africana. Eles eram bípedes, ou seja, andavam sobre duas pernas, o que lhes permitia percorrer longas distâncias em busca de alimento e água. Eles também tinham mãos capazes de manipular objetos, como pedras e galhos, que usavam como ferramentas.

    Mas o que eles comiam? Os hominídeos eram onívoros, ou seja, comiam tanto alimentos de origem vegetal quanto animal. No entanto, a proporção desses alimentos variava de acordo com a espécie, o período e o ambiente. Os Australopithecus, por exemplo, se alimentavam principalmente de frutas, folhas, raízes e sementes, mas também consumiam insetos e pequenos animais ocasionalmente. Os Homo habilis, por outro lado, se alimentavam mais de carne, que obtinham caçando ou escavando animais mortos. Os Homo erectus, por sua vez, se alimentavam ainda mais de carne, que cozinhavam usando o fogo. E os Homo sapiens, por fim, se alimentavam de uma variedade de alimentos, incluindo carne, peixe, frutos do mar, cereais, legumes, frutas, nozes e mel.

    A relação entre carne e cérebro

    Mas qual é a relação entre a carne e o cérebro? A carne é uma fonte de proteína, ferro, zinco e vitaminas do complexo B, que são nutrientes essenciais para o crescimento e o funcionamento do cérebro. Além disso, a carne é mais calórica e mais fácil de digerir do que os alimentos vegetais, o que significa que fornece mais energia para o corpo e o cérebro.

    A energia é fundamental para o cérebro, pois ele consome cerca de 20% das calorias que ingerimos, apesar de representar apenas 2% do nosso peso corporal. O cérebro precisa de energia para manter as conexões entre os neurônios, que são responsáveis pela aprendizagem, memória e cognição. Quanto mais conexões, mais inteligente é o cérebro.

    Portanto, a hipótese é que o consumo de carne permitiu que os hominídeos aumentassem o tamanho e a complexidade do seu cérebro, pois eles tinham mais energia e nutrientes disponíveis. Isso, por sua vez, lhes deu vantagens evolutivas, como a capacidade de planejar, comunicar, cooperar, inovar e se adaptar a diferentes ambientes e situações.

    Outros fatores envolvidos

    No entanto, a carne não foi o único fator que influenciou o desenvolvimento do cérebro humano. Outros fatores também foram importantes, como:

    • A bipedalidade, que liberou as mãos para manipular objetos e ferramentas, estimulando a coordenação motora e a criatividade.

    • O uso do fogo, que permitiu cozinhar os alimentos, tornando-os mais macios, saborosos e nutritivos, além de proporcionar calor, luz e proteção.

    • A linguagem, que possibilitou a comunicação, a transmissão de conhecimento, a expressão de sentimentos e a formação de laços sociais.

    • A sociabilidade, que favoreceu a cooperação, a divisão de tarefas, a troca de recursos e a aprendizagem coletiva.

    O cérebro humano é o resultado de um longo processo evolutivo, que envolveu vários fatores biológicos, ambientais e culturais. A carne foi um desses fatores, que forneceu energia e nutrientes para o crescimento e o funcionamento do cérebro. No entanto, a carne não foi o único fator, nem o mais importante, pois outros aspectos também contribuíram para a inteligência e a capacidade humana. Portanto, não se pode afirmar que a carne foi a causa da dominação humana sobre a Terra, mas sim que ela foi uma das condições que possibilitaram essa dominação.

    Uma das possíveis explicações é que o consumo de carne há milhões de anos fez com que o cérebro humano crescesse e se desenvolvesse mais do que o de outros animais.

    A evolução do cérebro humano

    O cérebro humano é o órgão mais complexo do corpo humano. Ele pesa cerca de 1,4 kg e contém cerca de 86 bilhões de neurônios, que são as células responsáveis por transmitir e processar informações. O cérebro humano é responsável por funções como memória, linguagem, raciocínio, emoções, criatividade e consciência.

    Mas nem sempre foi assim. Os ancestrais dos humanos, os hominídeos, tinham cérebros muito menores e menos sofisticados. Por exemplo, o Australopithecus, que viveu há cerca de 4 milhões de anos, tinha um cérebro de cerca de 400 gramas, semelhante ao de um chimpanzé. O Homo habilis, que surgiu há cerca de 2,5 milhões de anos, tinha um cérebro de cerca de 600 gramas. O Homo erectus, que apareceu há cerca de 1,8 milhão de anos, tinha um cérebro de cerca de 900 gramas. E o Homo sapiens, a espécie humana atual, que surgiu há cerca de 300 mil anos, tem um cérebro de cerca de 1400 gramas.

    Como se pode ver, o cérebro humano aumentou de tamanho ao longo da evolução. Mas por que isso aconteceu? E qual foi o papel da carne nesse processo?

    A dieta dos hominídeos

    Os hominídeos eram primatas que se adaptaram à vida na savana africana. Eles eram bípedes, ou seja, andavam sobre duas pernas, o que lhes permitia percorrer longas distâncias em busca de alimento e água. Eles também tinham mãos capazes de manipular objetos, como pedras e galhos, que usavam como ferramentas.

    Mas o que eles comiam? Os hominídeos eram onívoros, ou seja, comiam tanto alimentos de origem vegetal quanto animal. No entanto, a proporção desses alimentos variava de acordo com a espécie, o período e o ambiente. Os Australopithecus, por exemplo, se alimentavam principalmente de frutas, folhas, raízes e sementes, mas também consumiam insetos e pequenos animais ocasionalmente. Os Homo habilis, por outro lado, se alimentavam mais de carne, que obtinham caçando ou escavando animais mortos. Os Homo erectus, por sua vez, se alimentavam ainda mais de carne, que cozinhavam usando o fogo. E os Homo sapiens, por fim, se alimentavam de uma variedade de alimentos, incluindo carne, peixe, frutos do mar, cereais, legumes, frutas, nozes e mel.

    A relação entre carne e cérebro

    Mas qual é a relação entre a carne e o cérebro? A carne é uma fonte de proteína, ferro, zinco e vitaminas do complexo B, que são nutrientes essenciais para o crescimento e o funcionamento do cérebro. Além disso, a carne é mais calórica e mais fácil de digerir do que os alimentos vegetais, o que significa que fornece mais energia para o corpo e o cérebro.

    A energia é fundamental para o cérebro, pois ele consome cerca de 20% das calorias que ingerimos, apesar de representar apenas 2% do nosso peso corporal. O cérebro precisa de energia para manter as conexões entre os neurônios, que são responsáveis pela aprendizagem, memória e cognição. Quanto mais conexões, mais inteligente é o cérebro.

    Portanto, a hipótese é que o consumo de carne permitiu que os hominídeos aumentassem o tamanho e a complexidade do seu cérebro, pois eles tinham mais energia e nutrientes disponíveis. Isso, por sua vez, lhes deu vantagens evolutivas, como a capacidade de planejar, comunicar, cooperar, inovar e se adaptar a diferentes ambientes e situações.

    Outros fatores envolvidos

    No entanto, a carne não foi o único fator que influenciou o desenvolvimento do cérebro humano. Outros fatores também foram importantes, como:

    • A bipedalidade, que liberou as mãos para manipular objetos e ferramentas, estimulando a coordenação motora e a criatividade.

    • O uso do fogo, que permitiu cozinhar os alimentos, tornando-os mais macios, saborosos e nutritivos, além de proporcionar calor, luz e proteção.

    • A linguagem, que possibilitou a comunicação, a transmissão de conhecimento, a expressão de sentimentos e a formação de laços sociais.

    • A sociabilidade, que favoreceu a cooperação, a divisão de tarefas, a troca de recursos e a aprendizagem coletiva.

    O cérebro humano é o resultado de um longo processo evolutivo, que envolveu vários fatores biológicos, ambientais e culturais. A carne foi um desses fatores, que forneceu energia e nutrientes para o crescimento e o funcionamento do cérebro. No entanto, a carne não foi o único fator, nem o mais importante, pois outros aspectos também contribuíram para a inteligência e a capacidade humana. Portanto, não se pode afirmar que a carne foi a causa da dominação humana sobre a Terra, mas sim que ela foi uma das condições que possibilitaram essa dominação.

  • Carne vermelha: vilã ou aliada da saúde?

    Carne vermelha: vilã ou aliada da saúde?

    A carne vermelha é um alimento que gera muitas controvérsias e opiniões divergentes.

    Alguns defendem que ela é essencial para a saúde humana, enquanto outros alegam que ela é prejudicial e deve ser evitada. Mas afinal, quais são os benefícios e os riscos do consumo da carne vermelha, segundo a ciência?

    A carne vermelha é um alimento rico em nutrientes importantes para a saúde, como proteínas, vitamina B12, ferro e zinco. A carne vermelha também contém todos os nove aminoácidos essenciais, que são necessários para a síntese de proteínas no organismo. Além disso, a carne vermelha fornece o ferro heme, que é uma forma de ferro mais facilmente absorvida pelo corpo e que participa da formação dos glóbulos vermelhos e do transporte de oxigênio.

    A carne vermelha também pode ter benefícios para a saúde hormonal, mental e metabólica. Segundo um estudo publicado em 2022, os consumidores de carne vermelha vivem mais e melhor do que os não consumidores, pois têm menor risco de desenvolver diabetes tipo 2, doenças cardíacas e certos tipos de câncer. A gordura da carne vermelha está relacionada à produção dos hormônios sexuais, do cortisol (o hormônio da disposição), da inteligência humana e da saciedade.

    No entanto, o consumo de carne vermelha deve ser moderado e equilibrado com outros tipos de alimentos, como frutas, verduras, legumes e grãos integrais. Alguns estudos sugerem que o excesso de carne vermelha pode aumentar o risco de inflamação, obesidade e doenças crônicas. Além disso, é recomendado evitar as carnes processadas, como linguiças, presunto, bacon e salsichas, pois elas contêm conservantes químicos que podem ser prejudiciais à saúde.

    A carne vermelha pode ser uma fonte valiosa de nutrientes para a saúde humana, mas deve ser consumida com moderação e preferencialmente em sua forma natural ou orgânica. A escolha do tipo, da quantidade e da frequência do consumo da carne vermelha depende de vários fatores individuais, como idade, sexo, estado de saúde, preferências alimentares e estilo de vida. O ideal é consultar um nutricionista ou um médico para obter orientações personalizadas sobre a alimentação adequada.

    Alguns defendem que ela é essencial para a saúde humana, enquanto outros alegam que ela é prejudicial e deve ser evitada. Mas afinal, quais são os benefícios e os riscos do consumo da carne vermelha, segundo a ciência?

    A carne vermelha é um alimento rico em nutrientes importantes para a saúde, como proteínas, vitamina B12, ferro e zinco. A carne vermelha também contém todos os nove aminoácidos essenciais, que são necessários para a síntese de proteínas no organismo. Além disso, a carne vermelha fornece o ferro heme, que é uma forma de ferro mais facilmente absorvida pelo corpo e que participa da formação dos glóbulos vermelhos e do transporte de oxigênio.

    A carne vermelha também pode ter benefícios para a saúde hormonal, mental e metabólica. Segundo um estudo publicado em 2022, os consumidores de carne vermelha vivem mais e melhor do que os não consumidores, pois têm menor risco de desenvolver diabetes tipo 2, doenças cardíacas e certos tipos de câncer. A gordura da carne vermelha está relacionada à produção dos hormônios sexuais, do cortisol (o hormônio da disposição), da inteligência humana e da saciedade.

    No entanto, o consumo de carne vermelha deve ser moderado e equilibrado com outros tipos de alimentos, como frutas, verduras, legumes e grãos integrais. Alguns estudos sugerem que o excesso de carne vermelha pode aumentar o risco de inflamação, obesidade e doenças crônicas. Além disso, é recomendado evitar as carnes processadas, como linguiças, presunto, bacon e salsichas, pois elas contêm conservantes químicos que podem ser prejudiciais à saúde.

    A carne vermelha pode ser uma fonte valiosa de nutrientes para a saúde humana, mas deve ser consumida com moderação e preferencialmente em sua forma natural ou orgânica. A escolha do tipo, da quantidade e da frequência do consumo da carne vermelha depende de vários fatores individuais, como idade, sexo, estado de saúde, preferências alimentares e estilo de vida. O ideal é consultar um nutricionista ou um médico para obter orientações personalizadas sobre a alimentação adequada.

  • Queda na renda e preços em alta faz consumo de carne despencar e ser o menor desde 1996


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    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Consumo de carne no Brasil cai ao menor nível em 25 anos


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  • Boletim W desta segunda-feira (21) com as principais notícias do dia


    Confira na edição de hoje do Boletim W com apresentação de João Marcos Lins.

    Você pode ter este conteúdo na sua rádio. Saiba mais aqui.


    Veja os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
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    O Globo:
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    O Tempo:
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  • ONGs pedem que supermercados da França vetem carne bovina do Brasil


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    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

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    O Globo:
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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui