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Apresentamos um resumo do que aconteceu neste dia na CPI da Covid: Nesta quinta-feira (13), a comissão ouviu o gerente-geral da farmacêutica Pfizer na América Latina, Carlos Murillo.
Ele afirmou que o governo brasileiro ignorou as ofertas da Pfizer feitas em agosto. Segundo Murillo, o primeiro contato com o país foi feito no mês de maio. Em agosto, começaram as primeiras ofertas. A Pfizer ofereceu duas propostas: uma de 30 milhões de doses e outra de 70 milhões.
Em novembro de 2020, a Pfizer fez uma nova oferta de outras 70 milhões de vacinas, mas o contrato só foi assinado em março 2021.
Murilo disse ainda que o vereador Carlos Bolsonaro esteve em uma reunião com a diretora jurídica da empresa e o ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngarten, em dezembro de 2020. O filho do presidente não tem cargo no governo federal.
O senador Humberto Costa perguntou se as cláusulas impostas ao Brasil foram “leoninas”.
“Não concordo com esse posicionamento e com classificativo de cláusulas leoninas. A Pfizer exigiu a todos os países as mesmas condições que ofereceu ao Brasil”, disse Carlos Murillo.
O senador Humberto Costa destacou que o depoimento do executivo da Pfizer é a demonstração de incompetência, insensibilidade e indiferença do governo Bolsonaro com a população brasileira.
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Escolher o nome de um filho é, antes de tudo, um exercício exaustivo de eliminação de ranços. A gente senta no sofá, começa… Leia mais: Vicente, o vencedor do avesso
Apresentamos um resumo do que aconteceu neste dia na CPI da Covid: O ex-secretário de comunicação do governo federal, Fabio Wajngarten, foi o quinto a ser ouvido na CPI. Ele mentiu ao falar sobre uma entrevista que deu à revista Veja. Segundo a publicação, Wajngarten declarou que as vacinas não tinham sido compradas antes por incompetência e ineficiência do Ministério da Saúde. Hoje, na reunião, ele negou que tenha dito essas palavras.
A revista Veja então divulgou um trecho do áudio da entrevista desmentindo Wajngarten.
O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), chegou a pedir oficialmente a prisão de Wajngarten.
Com a situação cada vez mais complicada para Wajngarten, o senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que não é integrante da CPI, apareceu na reunião e pediu a palavra.
“Imagina a situação: um cidadão honesto ser preso por um vagabundo como Renan Calheiros. Olha a desmoralização”, disse Flávio Bolsonaro, que é filho do presidente da república.
Houve um bate-boca e o presidente da CPI, o senador Omar Aziz, suspendeu a reunião.
Sobre o vídeo com o slogan ‘o Brasil não pode parar’ que foi veiculado em março de 2020 para estimular o fim das medidas de isolamento, Wajngarten disse que não lembra as circunstâncias em que a peça foi criada. Ele afirmou ainda que não sabe se o vídeo foi criado pela própria Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) ou apenas compartilhado em perfis do governo.
A denúncia sobre a omissão de Pazuello consta numa carta enviada a Bolsonaro pelo CEO da Pfizer, Albert Boula, em 12 de setembro de 2020. Wajngarten confirmou que o governo demorou a responder a carta por dois meses. Para a CPI da Covid, a carta deixa claro que o governo foi “omisso” e “falhou” na compra dos imunizantes.
“Apresentamos uma proposta ao Ministério da Saúde do Brasil para fornecer nossa potencial vacina que poderia proteger milhões de brasileiros, mas até o momento não recebemos uma resposta”, diz o documento.
Wajngarten negou que a Secretaria de Comunicação do governo tenha investido em blogs e sites de apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Durante depoimento, ele disse garantir que durante a sua gestão “nenhum blog nem nenhum site foi contemplado com nenhum real de forma direta da Secom”.
A CPI acatou o pedido do senador Humberto Costa (PT-PE) para enviar o depoimento de Fabio Wajngarten ao Ministério Público com o intuito de verificar se ele mentiu.
Por fim, o senador Omar Aziz disse que Wajngarten “não ficou bem com ninguém” com seu depoimento. “Não agradou o governo, não agradou ninguém”, disse o senador.
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Apresentamos um resumo do que aconteceu neste dia na CPI da Covid: Quarto depoente, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, criticou o uso da cloroquina no chamado ‘tratamento precoce’. Ele confirmou que houve uma reunião no Palácio do Planalto para mudar a bula do remédio e que a médica Nise Yamaguchi, presente no encontro, parecia estar mobilizada para fazer a mudança.
Barra Torres disse que não concorda com a chamada imunidade de rebanho e que as dúvidas que Bolsonaro levanta contra as vacinas atrapalham ainda mais o combate à pandemia.
Ele afirmou ainda a agência alertou o Ministério da Saúde para que não distribuísse máscaras do tipo N-95 aos profissionais de saúde. O equipamento de proteção é inadequado para o uso hospitalar e foi enviado pelo ministério neste ano.
Por fim, o presidente da Anvisa disse que se arrependeu de ter aparecido ao lado do presidente da República em um ato com reivindicações antidemocráticas.
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Apresentamos um resumo do que aconteceu neste terceiro dia da CPI da Covid. Em depoimento, o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou sobre a necessidade de reforçar o programa nacional de imunização, evitou responder sobre uso da Cloroquina e revelou que é Bolsonaro quem tem a palavra final sobre combate à pandemia.
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