Tag: Dengue

  • Dengue: Saiba Como os Testes Rápidos Podem Ajudar no Diagnóstico

    Dengue: Saiba Como os Testes Rápidos Podem Ajudar no Diagnóstico

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e pode causar sintomas graves.

    O diagnóstico precoce é essencial para iniciar o tratamento adequado e evitar complicações. Neste artigo, vamos explicar como funcionam os testes rápidos para dengue e quando você deve considerar fazê-los.

    O que são os Testes Rápidos para Dengue?

    Os testes rápidos são uma opção prática e acessível para detectar a infecção pelo vírus da dengue. Eles são realizados com uma pequena amostra de sangue e fornecem resultados em poucos minutos. Existem dois tipos principais de testes:

    1. Teste de Antígeno:
      • Indicação: Deve ser feito nos primeiros dias de infecção.
      • Como funciona: Esse teste busca a proteína NS1, que está presente em todos os sorotipos do vírus da dengue.
      • Janela de Oportunidade: Pode ser realizado do primeiro ao quinto dia após o início dos sintomas.
      • Resultado: Sai em cerca de 15 minutos.
      • Importante: Não diferencia qual sorotipo viral causou a infecção.
    2. Teste Sorológico:
      • Indicação: Deve ser feito a partir do sexto dia após o início dos sintomas.
      • Como funciona: Esse teste busca anticorpos produzidos pelo sistema imunológico em resposta à infecção.
      • Resultados:
        • IgM positivo: Indica infecção ativa.
        • IgG positivo: Sinaliza contágio mais antigo.
      • Tempo de Resultado: Normalmente sai em até meia hora.

    Quando Considerar Fazer os Testes?

    • Se você apresentar sintomas como febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e manchas vermelhas na pele, especialmente se estiver em uma área com casos de dengue.
    • Se tiver tido contato com alguém diagnosticado com dengue.
    • Se estiver grávida e apresentar sintomas suspeitos.

    Lembre-se de que nenhum teste substitui a avaliação médica. Caso suspeite de dengue, procure um profissional de saúde para receber orientações adequadas. Identificar a dengue precocemente pode influenciar no tratamento e evitar complicações. Cuide-se e fique atento aos sinais do seu corpo!


    O diagnóstico precoce é essencial para iniciar o tratamento adequado e evitar complicações. Neste artigo, vamos explicar como funcionam os testes rápidos para dengue e quando você deve considerar fazê-los.

    O que são os Testes Rápidos para Dengue?

    Os testes rápidos são uma opção prática e acessível para detectar a infecção pelo vírus da dengue. Eles são realizados com uma pequena amostra de sangue e fornecem resultados em poucos minutos. Existem dois tipos principais de testes:

    1. Teste de Antígeno:
      • Indicação: Deve ser feito nos primeiros dias de infecção.
      • Como funciona: Esse teste busca a proteína NS1, que está presente em todos os sorotipos do vírus da dengue.
      • Janela de Oportunidade: Pode ser realizado do primeiro ao quinto dia após o início dos sintomas.
      • Resultado: Sai em cerca de 15 minutos.
      • Importante: Não diferencia qual sorotipo viral causou a infecção.
    2. Teste Sorológico:
      • Indicação: Deve ser feito a partir do sexto dia após o início dos sintomas.
      • Como funciona: Esse teste busca anticorpos produzidos pelo sistema imunológico em resposta à infecção.
      • Resultados:
        • IgM positivo: Indica infecção ativa.
        • IgG positivo: Sinaliza contágio mais antigo.
      • Tempo de Resultado: Normalmente sai em até meia hora.

    Quando Considerar Fazer os Testes?

    • Se você apresentar sintomas como febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e manchas vermelhas na pele, especialmente se estiver em uma área com casos de dengue.
    • Se tiver tido contato com alguém diagnosticado com dengue.
    • Se estiver grávida e apresentar sintomas suspeitos.

    Lembre-se de que nenhum teste substitui a avaliação médica. Caso suspeite de dengue, procure um profissional de saúde para receber orientações adequadas. Identificar a dengue precocemente pode influenciar no tratamento e evitar complicações. Cuide-se e fique atento aos sinais do seu corpo!


  • Brasil Registra Recorde de Casos de Dengue em 2024

    Brasil Registra Recorde de Casos de Dengue em 2024

    O Brasil atingiu um marco alarmante em 2024, com mais de 2 milhões de casos de dengue registrados, de acordo com o Ministério da Saúde.

    Este é o maior número de casos da doença já registrado no país em um único ano.

    A Ministra da Saúde, Nísia Trindade, alertou que a combinação de casos de dengue e gripe comum pode sobrecarregar o sistema de saúde em várias cidades e estados brasileiros. Ela atribuiu o aumento precoce de casos de vírus respiratórios a fatores climáticos.

    Para combater a gripe comum, uma campanha de vacinação será lançada em 25 de abril, cobrindo as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A região Norte já realizou a imunização entre novembro e dezembro de 2023. A vacina protege a população contra os principais vírus em circulação no país, e a expectativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas contra a gripe.


    Este é o maior número de casos da doença já registrado no país em um único ano.

    A Ministra da Saúde, Nísia Trindade, alertou que a combinação de casos de dengue e gripe comum pode sobrecarregar o sistema de saúde em várias cidades e estados brasileiros. Ela atribuiu o aumento precoce de casos de vírus respiratórios a fatores climáticos.

    Para combater a gripe comum, uma campanha de vacinação será lançada em 25 de abril, cobrindo as regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A região Norte já realizou a imunização entre novembro e dezembro de 2023. A vacina protege a população contra os principais vírus em circulação no país, e a expectativa é que 75 milhões de pessoas sejam imunizadas contra a gripe.


  • Especialistas Alertam: suco de inhame não trata Dengue

    Especialistas Alertam: suco de inhame não trata Dengue

    Em meio à disseminação de informações duvidosas pelas redes sociais, um vídeo recente no WhatsApp tem chamado atenção. 

    Alega-se que um suco caseiro, feito com inhame, maçã, laranja e limão, seria capaz de tratar a dengue e elevar o nível de plaquetas no sangue. No entanto, especialistas na área da saúde e pesquisas acadêmicas desmentem essas afirmações, classificando-as como falsas.

    Não existem evidências científicas que corroborem a eficácia do referido suco no tratamento da dengue ou no aumento das plaquetas. A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e seu tratamento deve ser acompanhado por profissionais de saúde qualificados.

    Por outro lado, é inegável que tanto o inhame quanto a maçã possuem propriedades nutricionais benéficas. O inhame é rico em vitaminas C, A e do complexo B, enquanto a maçã contém fibras solúveis como a pectina, que auxilia na absorção de gorduras. Esses alimentos são saudáveis e podem contribuir para uma dieta equilibrada, mas não possuem propriedades milagrosas contra vírus ou doenças específicas.

    Este caso ressalta a importância de verificar as informações e confiar em fontes confiáveis, especialmente quando se trata de saúde. Recomendações médicas e tratamentos devem ser sempre buscados em serviços de saúde e com profissionais capacitados, evitando-se a auto-medicação e o uso de “curas” sem comprovação científica.

    A disseminação de mitos e informações falsas pode ser perigosa, especialmente em tempos de crise de saúde pública. É dever de todos buscar a verdade e contribuir para uma sociedade mais informada e protegida contra as armadilhas da desinformação.


    Alega-se que um suco caseiro, feito com inhame, maçã, laranja e limão, seria capaz de tratar a dengue e elevar o nível de plaquetas no sangue. No entanto, especialistas na área da saúde e pesquisas acadêmicas desmentem essas afirmações, classificando-as como falsas.

    Não existem evidências científicas que corroborem a eficácia do referido suco no tratamento da dengue ou no aumento das plaquetas. A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e seu tratamento deve ser acompanhado por profissionais de saúde qualificados.

    Por outro lado, é inegável que tanto o inhame quanto a maçã possuem propriedades nutricionais benéficas. O inhame é rico em vitaminas C, A e do complexo B, enquanto a maçã contém fibras solúveis como a pectina, que auxilia na absorção de gorduras. Esses alimentos são saudáveis e podem contribuir para uma dieta equilibrada, mas não possuem propriedades milagrosas contra vírus ou doenças específicas.

    Este caso ressalta a importância de verificar as informações e confiar em fontes confiáveis, especialmente quando se trata de saúde. Recomendações médicas e tratamentos devem ser sempre buscados em serviços de saúde e com profissionais capacitados, evitando-se a auto-medicação e o uso de “curas” sem comprovação científica.

    A disseminação de mitos e informações falsas pode ser perigosa, especialmente em tempos de crise de saúde pública. É dever de todos buscar a verdade e contribuir para uma sociedade mais informada e protegida contra as armadilhas da desinformação.


  • Dengue em 2024: Brasil registra mais de mil mortes e casos alarmantes

    Dengue em 2024: Brasil registra mais de mil mortes e casos alarmantes

    O Brasil está passando por um surto severo de dengue, com registros preocupantes que ultrapassam as estatísticas do ano anterior.

    Até o momento, o país confirmou 1.020 mortes devido à doença, um número que se aproxima rapidamente do total de 1.169 mortes registradas em todo o ano passado.

    Os casos prováveis da doença dispararam para quase 2,7 milhões, marcando um aumento de 61% em comparação com 2023. Os estados mais afetados incluem Minas Gerais, com 870 mil casos prováveis e 154 mortes, e o Distrito Federal, que apresenta a maior incidência per capita, com mais de 6.800 casos para cada 100 mil habitantes.

    O Ministério da Saúde está alertando a população sobre os sinais de alerta da evolução da dengue para sua forma grave, que pode ocorrer de três a sete dias após o início dos sintomas. Sintomas como dor abdominal intensa, vômito persistente e dificuldade respiratória são indicativos de que a doença pode estar progredindo e requerem atenção médica imediata.

    Pessoas com comorbidades, como diabetes e hipertensão, ou que já tiveram dengue anteriormente, estão entre as mais vulneráveis. O Ministério enfatiza a importância de procurar assistência médica ao primeiro sinal de complicações, pois a dengue grave requer internação e tratamento especializado.

    Enquanto a dengue clássica pode ser gerenciada com repouso e hidratação, a dengue grave é uma emergência médica. O governo está intensificando esforços para controlar o surto, mas a situação atual exige vigilância e responsabilidade de todos os cidadãos para evitar a propagação da doença e salvar vidas.


    Até o momento, o país confirmou 1.020 mortes devido à doença, um número que se aproxima rapidamente do total de 1.169 mortes registradas em todo o ano passado.

    Os casos prováveis da doença dispararam para quase 2,7 milhões, marcando um aumento de 61% em comparação com 2023. Os estados mais afetados incluem Minas Gerais, com 870 mil casos prováveis e 154 mortes, e o Distrito Federal, que apresenta a maior incidência per capita, com mais de 6.800 casos para cada 100 mil habitantes.

    O Ministério da Saúde está alertando a população sobre os sinais de alerta da evolução da dengue para sua forma grave, que pode ocorrer de três a sete dias após o início dos sintomas. Sintomas como dor abdominal intensa, vômito persistente e dificuldade respiratória são indicativos de que a doença pode estar progredindo e requerem atenção médica imediata.

    Pessoas com comorbidades, como diabetes e hipertensão, ou que já tiveram dengue anteriormente, estão entre as mais vulneráveis. O Ministério enfatiza a importância de procurar assistência médica ao primeiro sinal de complicações, pois a dengue grave requer internação e tratamento especializado.

    Enquanto a dengue clássica pode ser gerenciada com repouso e hidratação, a dengue grave é uma emergência médica. O governo está intensificando esforços para controlar o surto, mas a situação atual exige vigilância e responsabilidade de todos os cidadãos para evitar a propagação da doença e salvar vidas.


  • Alta carga tributária sobre repelentes de insetos no Brasil preocupa especialistas

    Alta carga tributária sobre repelentes de insetos no Brasil preocupa especialistas

    Em meio ao crescente número de casos de dengue no Brasil, especialistas alertam para a alta carga tributária incidente sobre repelentes de insetos, que atualmente é de 39,47%.

    O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) defende que essa taxa elevada limita o acesso da população a um produto essencial na luta contra a doença.

    O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, destaca que, apesar da importância dos repelentes para a proteção contra a dengue, eles estão sujeitos a uma taxação tão alta quanto a de produtos considerados supérfluos. Ele compara a tributação dos repelentes com a de outros produtos como TV por assinatura (24,20%), chocolate (39,61%) e cerveja (42,69%), questionando as prioridades do sistema tributário nacional.

    Olenike argumenta que a situação é particularmente preocupante para as pessoas em situação de vulnerabilidade, que não conseguem adquirir repelentes devido ao alto custo. Ele também relaciona a má alocação dos recursos tributários com a baixa qualidade de vida no país, refletida no baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil.

    Diante do estado de emergência decretado pelo país por causa da dengue e do número de infecções e mortes em ascensão, o IBPT apela por uma revisão urgente da tributação sobre os repelentes. A instituição sugere a redução ou isenção dos impostos sobre o produto, alinhando-se aos direitos à saúde previstos na Constituição Federal e garantindo a acessibilidade dos repelentes para toda a população.

    A discussão sobre a carga tributária dos repelentes ganha ainda mais relevância no contexto atual, onde medidas preventivas são fundamentais para controlar a disseminação da dengue e proteger a saúde pública.

    Fonte: Link.

    O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) defende que essa taxa elevada limita o acesso da população a um produto essencial na luta contra a doença.

    O presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike, destaca que, apesar da importância dos repelentes para a proteção contra a dengue, eles estão sujeitos a uma taxação tão alta quanto a de produtos considerados supérfluos. Ele compara a tributação dos repelentes com a de outros produtos como TV por assinatura (24,20%), chocolate (39,61%) e cerveja (42,69%), questionando as prioridades do sistema tributário nacional.

    Olenike argumenta que a situação é particularmente preocupante para as pessoas em situação de vulnerabilidade, que não conseguem adquirir repelentes devido ao alto custo. Ele também relaciona a má alocação dos recursos tributários com a baixa qualidade de vida no país, refletida no baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil.

    Diante do estado de emergência decretado pelo país por causa da dengue e do número de infecções e mortes em ascensão, o IBPT apela por uma revisão urgente da tributação sobre os repelentes. A instituição sugere a redução ou isenção dos impostos sobre o produto, alinhando-se aos direitos à saúde previstos na Constituição Federal e garantindo a acessibilidade dos repelentes para toda a população.

    A discussão sobre a carga tributária dos repelentes ganha ainda mais relevância no contexto atual, onde medidas preventivas são fundamentais para controlar a disseminação da dengue e proteger a saúde pública.

    Fonte: Link.

  • A luta do Brasil contra a maior epidemia de Dengue da história

    A luta do Brasil contra a maior epidemia de Dengue da história

    O Brasil está enfrentando uma epidemia de dengue sem precedentes.

    Em 2024, o país registrou mais de 2,3 milhões de casos prováveis da doença, um número alarmante que supera os totais do ano anterior. Especialistas apontam para uma “tempestade perfeita” de fatores que contribuem para essa crise sanitária.

    As mudanças climáticas e fenômenos meteorológicos extremos têm criado condições ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, o principal vetor da dengue. Além disso, a circulação de diferentes subtipos do vírus da dengue e as falhas nas políticas públicas de saúde intensificam o problema.

    Um dos maiores desafios no controle da dengue é a expansão urbana desordenada, acompanhada pela falta de saneamento básico. Esses fatores criam ambientes perfeitos para que os mosquitos se multipliquem e espalhem a doença.

    Para mitigar a situação, especialistas sugerem várias estratégias. É essencial um planejamento de longo prazo que inclua melhorias na infraestrutura urbana e no saneamento. A comunicação eficaz sobre medidas de prevenção também é crucial, assim como a vigilância genética do vírus para entender melhor sua evolução e disseminação.

    Além disso, é necessário repensar a organização das cidades brasileiras para prevenir futuros surtos. A integração de políticas públicas que abordem tanto a saúde quanto o desenvolvimento urbano pode ser a chave para combater a dengue de forma eficaz e sustentável.

    A luta contra a dengue no Brasil é complexa, mas com esforços coordenados e investimentos em prevenção e infraestrutura, é possível superar essa crise e proteger a saúde da população.

    Em 2024, o país registrou mais de 2,3 milhões de casos prováveis da doença, um número alarmante que supera os totais do ano anterior. Especialistas apontam para uma “tempestade perfeita” de fatores que contribuem para essa crise sanitária.

    As mudanças climáticas e fenômenos meteorológicos extremos têm criado condições ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, o principal vetor da dengue. Além disso, a circulação de diferentes subtipos do vírus da dengue e as falhas nas políticas públicas de saúde intensificam o problema.

    Um dos maiores desafios no controle da dengue é a expansão urbana desordenada, acompanhada pela falta de saneamento básico. Esses fatores criam ambientes perfeitos para que os mosquitos se multipliquem e espalhem a doença.

    Para mitigar a situação, especialistas sugerem várias estratégias. É essencial um planejamento de longo prazo que inclua melhorias na infraestrutura urbana e no saneamento. A comunicação eficaz sobre medidas de prevenção também é crucial, assim como a vigilância genética do vírus para entender melhor sua evolução e disseminação.

    Além disso, é necessário repensar a organização das cidades brasileiras para prevenir futuros surtos. A integração de políticas públicas que abordem tanto a saúde quanto o desenvolvimento urbano pode ser a chave para combater a dengue de forma eficaz e sustentável.

    A luta contra a dengue no Brasil é complexa, mas com esforços coordenados e investimentos em prevenção e infraestrutura, é possível superar essa crise e proteger a saúde da população.

  • Fiocruz alerta para aumento de casos graves de Dengue em crianças pequenas

    Fiocruz alerta para aumento de casos graves de Dengue em crianças pequenas

    Um novo estudo do Observatório de Saúde na Infância (Observa Infância) da Fiocruz/Unifase revelou um aumento preocupante nos casos graves de dengue em crianças menores de 5 anos em todo o Brasil.

    Os dados epidemiológicos coletados em 2024 mostram que, embora adolescentes entre 10 e 14 anos apresentem o maior número de casos registrados, são as crianças abaixo de 5 anos que enfrentam as maiores taxas de letalidade. Especialistas alertam que a situação é alarmante e requer atenção imediata.

    Diante desses números, o Observa Infância recomenda que a imunização contra a dengue seja expandida para incluir crianças de 5 a 9 anos, que atualmente têm uma taxa de mortalidade desproporcionalmente alta em comparação com outros grupos etários.

    O objetivo principal do Observa Infância é ampliar o acesso à informação qualificada sobre a saúde infantil e facilitar a compreensão dos dados nacionais, permitindo assim uma resposta mais eficaz às emergências de saúde pública como a atual crise da dengue.

    Fonte: Link.

    Os dados epidemiológicos coletados em 2024 mostram que, embora adolescentes entre 10 e 14 anos apresentem o maior número de casos registrados, são as crianças abaixo de 5 anos que enfrentam as maiores taxas de letalidade. Especialistas alertam que a situação é alarmante e requer atenção imediata.

    Diante desses números, o Observa Infância recomenda que a imunização contra a dengue seja expandida para incluir crianças de 5 a 9 anos, que atualmente têm uma taxa de mortalidade desproporcionalmente alta em comparação com outros grupos etários.

    O objetivo principal do Observa Infância é ampliar o acesso à informação qualificada sobre a saúde infantil e facilitar a compreensão dos dados nacionais, permitindo assim uma resposta mais eficaz às emergências de saúde pública como a atual crise da dengue.

    Fonte: Link.

  • Fiocruz anuncia expansão de projeto inovador no combate à Dengue

    Fiocruz anuncia expansão de projeto inovador no combate à Dengue

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou hoje planos de expansão para o revolucionário Método Wolbachia, uma estratégia biológica promissora no combate à dengue, zika e chikungunya.

    O projeto, que já demonstrou resultados positivos em Niterói, agora visa alcançar mais de 3,2 milhões de brasileiros em diversas cidades.

    O Método Wolbachia consiste na liberação de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia, que naturalmente reduz a capacidade dos mosquitos de transmitir vírus. Este avanço representa um marco significativo no manejo integrado de vetores e na luta contra epidemias transmitidas por mosquitos.

    Apesar dos desafios enfrentados, como a necessidade de infraestrutura adequada e a urgência imposta por epidemias recorrentes, a Fiocruz está otimista. A organização acredita que o Método Wolbachia pode ser uma ferramenta vital no arsenal de estratégias de saúde pública, oferecendo uma solução sustentável e de longo prazo para proteger a população contra doenças devastadoras.

    A expansão do projeto é um testemunho do compromisso do Brasil com a inovação e a saúde pública, e coloca o país na vanguarda da pesquisa científica global em controle de doenças transmitidas por vetores.

    Fonte: Link.

    O projeto, que já demonstrou resultados positivos em Niterói, agora visa alcançar mais de 3,2 milhões de brasileiros em diversas cidades.

    O Método Wolbachia consiste na liberação de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia, que naturalmente reduz a capacidade dos mosquitos de transmitir vírus. Este avanço representa um marco significativo no manejo integrado de vetores e na luta contra epidemias transmitidas por mosquitos.

    Apesar dos desafios enfrentados, como a necessidade de infraestrutura adequada e a urgência imposta por epidemias recorrentes, a Fiocruz está otimista. A organização acredita que o Método Wolbachia pode ser uma ferramenta vital no arsenal de estratégias de saúde pública, oferecendo uma solução sustentável e de longo prazo para proteger a população contra doenças devastadoras.

    A expansão do projeto é um testemunho do compromisso do Brasil com a inovação e a saúde pública, e coloca o país na vanguarda da pesquisa científica global em controle de doenças transmitidas por vetores.

    Fonte: Link.

  • Vacina contra dengue chega a mais 29 cidades brasileiras

    Vacina contra dengue chega a mais 29 cidades brasileiras

    O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (26) que vai enviar doses da vacina contra a dengue para mais 29 cidades, completando a lista de 521 municípios selecionados para receber a imunização.

    A vacinação é destinada a crianças entre 10 e 14 anos, que apresentam o maior número de hospitalizações pela doença.

    A vacina contra a dengue é produzida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2015. Ela protege contra os quatro tipos de vírus da dengue e deve ser aplicada em três doses, com intervalos de seis meses entre elas.

    Segundo o Ministério da Saúde, a vacina reduz em 80% os casos graves de dengue e em 93% as mortes causadas pela doença. No entanto, a vacina não é recomendada para pessoas que nunca tiveram dengue, pois pode aumentar o risco de formas mais severas da infecção.

    Casos e mortes por dengue aumentam no Brasil

    O Brasil já registrou, neste ano, 762 mil casos prováveis de dengue, um aumento de 71% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 445 mil casos. Os dados são do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na semana passada.

    Minas Gerais é o estado com maior número de casos, com 221 mil, seguido por São Paulo, com 149 mil, Distrito Federal, com 58 mil, e Paraná, com 55 mil. Até o momento, 150 mortes foram confirmadas por dengue no país, sendo 77 em Minas Gerais, 23 em São Paulo, 14 no Paraná e 10 no Distrito Federal.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças, como zika, chikungunya e febre amarela. Os sintomas da dengue incluem febre, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos. Em casos graves, pode haver choque, hemorragia e falência de órgãos.

    A prevenção da dengue depende da eliminação dos criadouros do mosquito, que se reproduz em locais com água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e caixas d’água. Além disso, é importante usar repelente, roupas que cubram a pele e telas nas janelas e portas.

    A vacinação é destinada a crianças entre 10 e 14 anos, que apresentam o maior número de hospitalizações pela doença.

    A vacina contra a dengue é produzida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2015. Ela protege contra os quatro tipos de vírus da dengue e deve ser aplicada em três doses, com intervalos de seis meses entre elas.

    Segundo o Ministério da Saúde, a vacina reduz em 80% os casos graves de dengue e em 93% as mortes causadas pela doença. No entanto, a vacina não é recomendada para pessoas que nunca tiveram dengue, pois pode aumentar o risco de formas mais severas da infecção.

    Casos e mortes por dengue aumentam no Brasil

    O Brasil já registrou, neste ano, 762 mil casos prováveis de dengue, um aumento de 71% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 445 mil casos. Os dados são do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na semana passada.

    Minas Gerais é o estado com maior número de casos, com 221 mil, seguido por São Paulo, com 149 mil, Distrito Federal, com 58 mil, e Paraná, com 55 mil. Até o momento, 150 mortes foram confirmadas por dengue no país, sendo 77 em Minas Gerais, 23 em São Paulo, 14 no Paraná e 10 no Distrito Federal.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças, como zika, chikungunya e febre amarela. Os sintomas da dengue incluem febre, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos. Em casos graves, pode haver choque, hemorragia e falência de órgãos.

    A prevenção da dengue depende da eliminação dos criadouros do mosquito, que se reproduz em locais com água parada, como pneus, garrafas, vasos de plantas e caixas d’água. Além disso, é importante usar repelente, roupas que cubram a pele e telas nas janelas e portas.

  • Borra de café é eficaz contra a dengue? Veja o que dizem os especialistas

    Borra de café é eficaz contra a dengue? Veja o que dizem os especialistas

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como chikungunya e zika.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque. A dengue é uma das principais causas de morte por doenças infecciosas no Brasil e no mundo.

    Para prevenir a dengue, é preciso eliminar os locais onde o mosquito se reproduz, que são aqueles que acumulam água parada, como pneus, garrafas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros. Mas será que existe alguma forma de matar as larvas do mosquito usando algum produto caseiro, como a borra de café?

    Essa é uma informação que circula há anos na internet e nas redes sociais, mas que não tem comprovação científica nem recomendação das autoridades de saúde. A ideia é que a cafeína da borra de café seria tóxica para as larvas do mosquito, impedindo que elas se desenvolvam e se tornem adultas.

    A informação se baseia em um estudo realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2003, que analisou o efeito da cafeína sobre as larvas do Aedes aegypti em laboratório. O estudo mostrou que a cafeína reduziu a sobrevivência e o crescimento das larvas, mas não as matou completamente. Além disso, o estudo não teve continuidade nem atualização nos últimos dez anos.

    Outros estudos mais recentes, realizados nas universidades federais de Viçosa e de Lavras, em Minas Gerais, também testaram a cafeína contra as larvas do mosquito, mas chegaram à mesma conclusão: a cafeína afeta as larvas, mas não as elimina totalmente. Os pesquisadores afirmaram que mais estudos são necessários para entender a eficácia da cafeína e a dosagem adequada para combater as larvas.

    Portanto, não há evidências sólidas que comprovem que a borra de café é eficaz para combater a dengue. Pelo contrário, o uso da borra de café pode dar uma falsa sensação de segurança e fazer com que as pessoas relaxem nos demais cuidados que são essenciais para evitar a proliferação do mosquito.

    O uso da borra de café também não é recomendado pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina. Essas entidades alertam que a borra de café pode até favorecer o desenvolvimento do mosquito, pois cria um ambiente propício para a sua alimentação e reprodução.

    A melhor forma de prevenir a dengue é seguir as orientações das autoridades de saúde, que são:

    • Eliminar os recipientes que possam acumular água parada, como pneus, garrafas, latas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros.
    • Manter as caixas d’água, cisternas e poços bem tampados e vedados.
    • Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas ou eliminar os pratos.
    • Limpar semanalmente as calhas, ralos e piscinas.
    • Usar repelente, roupas compridas e claras, e mosquiteiros para se proteger das picadas do mosquito.
    • Procurar um serviço de saúde se apresentar sintomas de dengue, como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele, sangramento ou choque.

    A dengue é uma doença grave e que pode matar. Não caia em falsas informações e faça a sua parte para combater o mosquito. A prevenção é a melhor arma contra a dengue.

    A dengue pode causar febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele e, em alguns casos, sangramento e choque. A dengue é uma das principais causas de morte por doenças infecciosas no Brasil e no mundo.

    Para prevenir a dengue, é preciso eliminar os locais onde o mosquito se reproduz, que são aqueles que acumulam água parada, como pneus, garrafas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros. Mas será que existe alguma forma de matar as larvas do mosquito usando algum produto caseiro, como a borra de café?

    Essa é uma informação que circula há anos na internet e nas redes sociais, mas que não tem comprovação científica nem recomendação das autoridades de saúde. A ideia é que a cafeína da borra de café seria tóxica para as larvas do mosquito, impedindo que elas se desenvolvam e se tornem adultas.

    A informação se baseia em um estudo realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2003, que analisou o efeito da cafeína sobre as larvas do Aedes aegypti em laboratório. O estudo mostrou que a cafeína reduziu a sobrevivência e o crescimento das larvas, mas não as matou completamente. Além disso, o estudo não teve continuidade nem atualização nos últimos dez anos.

    Outros estudos mais recentes, realizados nas universidades federais de Viçosa e de Lavras, em Minas Gerais, também testaram a cafeína contra as larvas do mosquito, mas chegaram à mesma conclusão: a cafeína afeta as larvas, mas não as elimina totalmente. Os pesquisadores afirmaram que mais estudos são necessários para entender a eficácia da cafeína e a dosagem adequada para combater as larvas.

    Portanto, não há evidências sólidas que comprovem que a borra de café é eficaz para combater a dengue. Pelo contrário, o uso da borra de café pode dar uma falsa sensação de segurança e fazer com que as pessoas relaxem nos demais cuidados que são essenciais para evitar a proliferação do mosquito.

    O uso da borra de café também não é recomendado pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina. Essas entidades alertam que a borra de café pode até favorecer o desenvolvimento do mosquito, pois cria um ambiente propício para a sua alimentação e reprodução.

    A melhor forma de prevenir a dengue é seguir as orientações das autoridades de saúde, que são:

    • Eliminar os recipientes que possam acumular água parada, como pneus, garrafas, latas, caixas d’água, vasos de plantas, entre outros.
    • Manter as caixas d’água, cisternas e poços bem tampados e vedados.
    • Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas ou eliminar os pratos.
    • Limpar semanalmente as calhas, ralos e piscinas.
    • Usar repelente, roupas compridas e claras, e mosquiteiros para se proteger das picadas do mosquito.
    • Procurar um serviço de saúde se apresentar sintomas de dengue, como febre, dor de cabeça, dor no corpo, manchas na pele, sangramento ou choque.

    A dengue é uma doença grave e que pode matar. Não caia em falsas informações e faça a sua parte para combater o mosquito. A prevenção é a melhor arma contra a dengue.