Tag: Dengue

  • BH confirma terceira morte por dengue em 2023

    BH confirma terceira morte por dengue em 2023

    A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte confirmou nesta quarta-feira (19) a terceira morte por dengue na capital mineira em 2023.

    Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, BH registrou 8.764 casos prováveis de dengue neste ano, sendo 2.282 confirmados e 6.482 em investigação. A incidência da doença é considerada alta, com 329 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    Para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão da doença, é importante adotar medidas simples como:

    • Eliminar água parada em recipientes como vasos, pneus, garrafas e calhas;
    • Manter caixas d’água e cisternas bem tampadas;
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito;
    • Usar repelente e roupas que cubram a pele;
    • Procurar atendimento médico em caso de suspeita de dengue.

    A prevenção é a melhor forma de combater a dengue e proteger a saúde da população.

    Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela secretaria, BH registrou 8.764 casos prováveis de dengue neste ano, sendo 2.282 confirmados e 6.482 em investigação. A incidência da doença é considerada alta, com 329 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    Para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão da doença, é importante adotar medidas simples como:

    • Eliminar água parada em recipientes como vasos, pneus, garrafas e calhas;
    • Manter caixas d’água e cisternas bem tampadas;
    • Usar telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito;
    • Usar repelente e roupas que cubram a pele;
    • Procurar atendimento médico em caso de suspeita de dengue.

    A prevenção é a melhor forma de combater a dengue e proteger a saúde da população.

  • Dengue: mortes no Brasil já são o dobro do mesmo período do ano passado

    Dengue: mortes no Brasil já são o dobro do mesmo período do ano passado

    Segundo dados do Ministério da Saúde, o número de mortes causadas pela doença dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 139 óbitos.

    A região com maior incidência de dengue em 2023 é a Centro-oeste, com 316,7 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Sudeste, com 293,3 casos por 100 mil habitantes, e Sul, com 145,7 casos por 100 mil habitantes. O Espírito Santo foi o estado que mais apresentou aumento nos coeficientes de incidência, com 1.182,5 casos por 100 mil habitantes, seguido do Mato Grosso do Sul, com 594,7 casos por 100 mil habitantes, e de Minas Gerais, com 559,7 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    A principal causa do aumento da dengue no Brasil é a falta de controle do mosquito transmissor. O Aedes aegypti se reproduz em locais com água parada, como pneus, vasos de plantas, caixas d’água e lixo. Por isso, é importante que a população elimine esses possíveis criadouros e use repelentes e telas nas janelas para se proteger.

    Além disso, o clima quente e úmido favorece a proliferação do mosquito e a circulação dos vírus da dengue. O Brasil tem quatro tipos de vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), que podem causar formas mais graves da doença em quem já teve contato com outro tipo anteriormente.

    A dengue é uma doença que pode ser prevenida e tratada. Se você apresentar os sintomas da dengue, procure um serviço de saúde imediatamente e não tome medicamentos sem orientação médica. A hidratação é fundamental para evitar complicações. Não se esqueça também de fazer a sua parte para combater o mosquito da dengue e proteger a sua família e a sua comunidade.

    Fonte: Link 1, Link 2, Link 3.

    A região com maior incidência de dengue em 2023 é a Centro-oeste, com 316,7 casos por 100 mil habitantes, seguida das regiões Sudeste, com 293,3 casos por 100 mil habitantes, e Sul, com 145,7 casos por 100 mil habitantes. O Espírito Santo foi o estado que mais apresentou aumento nos coeficientes de incidência, com 1.182,5 casos por 100 mil habitantes, seguido do Mato Grosso do Sul, com 594,7 casos por 100 mil habitantes, e de Minas Gerais, com 559,7 casos por 100 mil habitantes.

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também pode transmitir outras doenças como zika, chikungunya e febre amarela. Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, manchas vermelhas na pele e sangramentos.

    A principal causa do aumento da dengue no Brasil é a falta de controle do mosquito transmissor. O Aedes aegypti se reproduz em locais com água parada, como pneus, vasos de plantas, caixas d’água e lixo. Por isso, é importante que a população elimine esses possíveis criadouros e use repelentes e telas nas janelas para se proteger.

    Além disso, o clima quente e úmido favorece a proliferação do mosquito e a circulação dos vírus da dengue. O Brasil tem quatro tipos de vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), que podem causar formas mais graves da doença em quem já teve contato com outro tipo anteriormente.

    A dengue é uma doença que pode ser prevenida e tratada. Se você apresentar os sintomas da dengue, procure um serviço de saúde imediatamente e não tome medicamentos sem orientação médica. A hidratação é fundamental para evitar complicações. Não se esqueça também de fazer a sua parte para combater o mosquito da dengue e proteger a sua família e a sua comunidade.

    Fonte: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Quem pode tomar a nova vacina contra a dengue?

    Quem pode tomar a nova vacina contra a dengue?

    A Anvisa aprovou recentemente o Qdenga, um imunizante que pode proteger pessoas de 4 a 60 anos contra os quatro tipos de dengue.

    Essa nova vacina contra a dengue é segura e eficaz mesmo para quem nunca teve a doença. Infelizmente, ela ainda não pode ser usada em idosos.

    Além do Qdenga, há outra opção de vacina contra a dengue no país: a Dengvaxia.

    Essa vacina é indicada apenas para quem já foi infectado pelo vírus da dengue anteriormente, com ou sem sintomas.

    Ela pode ser aplicada em crianças maiores de 9 anos e adultos até 45 anos.

    Essa nova vacina contra a dengue é segura e eficaz mesmo para quem nunca teve a doença. Infelizmente, ela ainda não pode ser usada em idosos.

    Além do Qdenga, há outra opção de vacina contra a dengue no país: a Dengvaxia.

    Essa vacina é indicada apenas para quem já foi infectado pelo vírus da dengue anteriormente, com ou sem sintomas.

    Ela pode ser aplicada em crianças maiores de 9 anos e adultos até 45 anos.

  • Novembro pode virar mês nacional de combate ao Aedes aegypti

    Começou a tramitar no Senado proposta para instituir o mês de novembro como mês nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão dos vírus da dengue, da chikungunya e da zika. O Projeto de Lei da Câmara 86/2018 aguarda designação de relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

    A escolha pelo mês de novembro se deu por ser época de clima quente e chuvoso no país, período ideal para a proliferação do mosquito. A proposta é do deputado Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), que defende ser “fundamental a instituição de uma data específica para que se debatam a doença, suas principais consequências e, especialmente, as medidas efetivas para seu controle”.

    O texto altera a Lei 13.301, de 2016, que trata das medidas de vigilância em saúde para prevenção e controle do Aedes aegypti.

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    Dados do Ministério da Saúde divulgados no primeiro semestre de 2018 apontam que 22% dos municípios brasileiros (1.153) têm alto índice de infestação e risco de surto para as três doenças, mesmo no inverno. O ministério alerta para a necessidade de intensificar as ações permanentes de combate e prevenção ao mosquito.

    Em 2017, as ações de vigilância em saúde receberam R$ 1,94 bilhão em recursos. Para este ano, estão previstos gastos de R$ 1,9 bilhão. Por Agência Senado.