Tag: droga

  • Um modelo computacional que imita o fígado pode ajudar a desenvolver drogas mais seguras e eficazes para homens e mulheres

    Um modelo computacional que imita o fígado pode ajudar a desenvolver drogas mais seguras e eficazes para homens e mulheres

    Um novo modelo computacional desenvolvido por pesquisadores da UVA Health pode ajudar a entender como os medicamentos afetam o fígado de homens e mulheres de forma diferente.

    O modelo simula o funcionamento do órgão responsável pela desintoxicação do corpo e revela as diferenças sexuais na resposta a drogas.

    O fígado é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, pois processa e elimina as substâncias químicas que ingerimos, como alimentos, bebidas e medicamentos. No entanto, nem todos os fígados são iguais. Estudos mostram que as mulheres sofrem mais problemas no fígado causados por medicamentos do que os homens, mas são sub-representadas nos testes de drogas. Isso significa que muitas drogas podem ter efeitos colaterais diferentes ou inesperados nas mulheres.

    Para resolver esse problema, os pesquisadores da UVA Health criaram um modelo computacional que imita os fígados masculino e feminino e permite testar como eles reagem a diferentes drogas. O modelo usa dados experimentais e matemáticos para representar os processos biológicos que ocorrem no fígado, como o metabolismo, a inflamação e a regeneração. O modelo também leva em conta os fatores hormonais que podem influenciar a resposta do fígado às drogas.

    Os pesquisadores usaram o modelo para analisar o efeito de uma droga comum usada para tratar a insônia, chamada zolpidem. Eles descobriram que o fígado feminino metaboliza o zolpidem de forma mais lenta do que o masculino, o que pode explicar por que as mulheres têm mais sonolência e risco de acidentes após tomar essa droga. O modelo também mostrou que o zolpidem pode causar danos ao fígado se for tomado em doses altas ou por longos períodos.

    O modelo computacional representa uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento de drogas mais seguras e eficazes, pois permite testar os efeitos das drogas no fígado antes de realizar ensaios clínicos em humanos. Além disso, o modelo fornece insights inéditos sobre os mecanismos moleculares que regulam o funcionamento do fígado e as diferenças sexuais na sua resposta a drogas. Os pesquisadores esperam que o modelo possa ser usado para estudar outras drogas e doenças hepáticas no futuro.

    Fonte: Link.

    O modelo simula o funcionamento do órgão responsável pela desintoxicação do corpo e revela as diferenças sexuais na resposta a drogas.

    O fígado é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, pois processa e elimina as substâncias químicas que ingerimos, como alimentos, bebidas e medicamentos. No entanto, nem todos os fígados são iguais. Estudos mostram que as mulheres sofrem mais problemas no fígado causados por medicamentos do que os homens, mas são sub-representadas nos testes de drogas. Isso significa que muitas drogas podem ter efeitos colaterais diferentes ou inesperados nas mulheres.

    Para resolver esse problema, os pesquisadores da UVA Health criaram um modelo computacional que imita os fígados masculino e feminino e permite testar como eles reagem a diferentes drogas. O modelo usa dados experimentais e matemáticos para representar os processos biológicos que ocorrem no fígado, como o metabolismo, a inflamação e a regeneração. O modelo também leva em conta os fatores hormonais que podem influenciar a resposta do fígado às drogas.

    Os pesquisadores usaram o modelo para analisar o efeito de uma droga comum usada para tratar a insônia, chamada zolpidem. Eles descobriram que o fígado feminino metaboliza o zolpidem de forma mais lenta do que o masculino, o que pode explicar por que as mulheres têm mais sonolência e risco de acidentes após tomar essa droga. O modelo também mostrou que o zolpidem pode causar danos ao fígado se for tomado em doses altas ou por longos períodos.

    O modelo computacional representa uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento de drogas mais seguras e eficazes, pois permite testar os efeitos das drogas no fígado antes de realizar ensaios clínicos em humanos. Além disso, o modelo fornece insights inéditos sobre os mecanismos moleculares que regulam o funcionamento do fígado e as diferenças sexuais na sua resposta a drogas. Os pesquisadores esperam que o modelo possa ser usado para estudar outras drogas e doenças hepáticas no futuro.

    Fonte: Link.

  • Vacina contra cocaína: uma esperança para o tratamento da dependência

    Vacina contra cocaína: uma esperança para o tratamento da dependência

    A cocaína é uma das drogas ilícitas mais consumidas no mundo, com graves consequências para a saúde física e mental dos usuários.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18 milhões de pessoas usaram cocaína em 2018, sendo o Brasil o segundo maior mercado da droga na América do Sul.

    Diante desse cenário, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina que visa reduzir a dependência da cocaína, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a molécula da droga.

    A vacina, chamada Calixcoca, é baseada em uma estrutura sintética chamada calixareno, que se assemelha à forma da cocaína e se liga a ela. Ao ser injetada no organismo, a vacina induz a produção de anticorpos que reconhecem e se ligam à cocaína, impedindo que ela alcance o cérebro e cause os efeitos psicoativos.

    Os resultados obtidos até agora em animais são promissores. Em roedores, a vacina mostrou-se segura e capaz de diminuir a passagem da droga pela barreira hematoencefálica, que protege o sistema nervoso central. Em primatas não humanos, a vacina também reduziu o consumo voluntário de cocaína, sugerindo uma diminuição da recompensa associada à droga.

    No entanto, ainda há muitos desafios para que a vacina possa ser testada em humanos. Um deles é o financiamento, já que os ensaios clínicos são caros e demandam tempo e infraestrutura adequados. Outro é a eficácia clínica, já que nem todos os indivíduos respondem da mesma maneira ao imunizante, podendo variar na quantidade e na qualidade dos anticorpos produzidos.

    Além disso, a vacina não é uma solução mágica para o problema da dependência. Ela poderia auxiliar no tratamento, junto com outras abordagens psicossociais, mas não eliminaria a vontade de usar a droga ou os sintomas de abstinência. A vacina também teria um potencial preventivo, protegendo mães e fetos expostos à cocaína durante a gestação, mas não impediria o uso de outras substâncias.

    Portanto, a vacina contra cocaína é uma esperança para o tratamento da dependência, mas ainda precisa ser avaliada com rigor científico e ético antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e redução de danos relacionados ao uso de drogas.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 18 milhões de pessoas usaram cocaína em 2018, sendo o Brasil o segundo maior mercado da droga na América do Sul.

    Diante desse cenário, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão desenvolvendo uma vacina que visa reduzir a dependência da cocaína, estimulando o sistema imunológico a produzir anticorpos contra a molécula da droga.

    A vacina, chamada Calixcoca, é baseada em uma estrutura sintética chamada calixareno, que se assemelha à forma da cocaína e se liga a ela. Ao ser injetada no organismo, a vacina induz a produção de anticorpos que reconhecem e se ligam à cocaína, impedindo que ela alcance o cérebro e cause os efeitos psicoativos.

    Os resultados obtidos até agora em animais são promissores. Em roedores, a vacina mostrou-se segura e capaz de diminuir a passagem da droga pela barreira hematoencefálica, que protege o sistema nervoso central. Em primatas não humanos, a vacina também reduziu o consumo voluntário de cocaína, sugerindo uma diminuição da recompensa associada à droga.

    No entanto, ainda há muitos desafios para que a vacina possa ser testada em humanos. Um deles é o financiamento, já que os ensaios clínicos são caros e demandam tempo e infraestrutura adequados. Outro é a eficácia clínica, já que nem todos os indivíduos respondem da mesma maneira ao imunizante, podendo variar na quantidade e na qualidade dos anticorpos produzidos.

    Além disso, a vacina não é uma solução mágica para o problema da dependência. Ela poderia auxiliar no tratamento, junto com outras abordagens psicossociais, mas não eliminaria a vontade de usar a droga ou os sintomas de abstinência. A vacina também teria um potencial preventivo, protegendo mães e fetos expostos à cocaína durante a gestação, mas não impediria o uso de outras substâncias.

    Portanto, a vacina contra cocaína é uma esperança para o tratamento da dependência, mas ainda precisa ser avaliada com rigor científico e ético antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, é preciso investir em políticas públicas de prevenção, educação e redução de danos relacionados ao uso de drogas.

  • O que é Fentanil e para que serve?

    O que é Fentanil e para que serve?

    O fentanil é um opioide sintético usado legalmente como anestésico, mas que também pode ser produzido e consumido ilegalmente como uma droga recreativa.

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

  • Fentanil no Brasil: o que você precisa saber sobre a superdroga que preocupa as autoridades

    Fentanil no Brasil: o que você precisa saber sobre a superdroga que preocupa as autoridades

    O fentanil é um opioide sintético usado legalmente como anestésico, mas que também pode ser produzido e consumido ilegalmente como uma droga recreativa.

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

    Ele é considerado 50 vezes mais potente que a heroína e pode causar overdose e morte com doses muito pequenas.

    Nos Estados Unidos, o fentanil é o pivô de uma crise de saúde pública que mata mais de 70 mil pessoas por ano.

    No Brasil, o fentanil é uma substância controlada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, que obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD). Isso significa que ele só pode ser usado com prescrição médica e em ambientes hospitalares, sob rígido controle.

    No entanto, em março de 2023, o Brasil registrou a primeira apreensão de fentanil no Espírito Santo, em uma operação que contou com a ajuda do DEA (Departamento de Narcóticos) da polícia dos Estados Unidos. As autoridades suspeitam que a substância seria usada para potencializar o efeito de outras drogas, como o ecstasy e a cocaína.

    Para evitar que o fentanil se torne uma epidemia no país, a Anvisa restringiu as substâncias usadas na produção ilegal da droga, como o ácido antranílico e o ácido 4-anisóico. Esses produtos químicos passaram a integrar a Lista C1, de substâncias sujeitas a controle especial, que exige autorização prévia da Anvisa para importação, exportação, fabricação e comercialização.

    O uso indevido do fentanil pode trazer graves consequências para a saúde física e mental dos usuários, como dependência, depressão respiratória, parada cardíaca, alucinações e infecções. Por isso, é importante estar atento aos sinais de alerta e buscar ajuda profissional em caso de suspeita de abuso ou vício.

    Fonte: O Globo

  • Remédios antivirais contra Covid-19 começam a ser testados


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