Tag: Google

  • UE impõe multa recorde de 4,34 bilhões de euros ao Google

    A Comissão Europeia multou nesta quarta-feira o Google em 4,34 bilhões de euros (R$ 19,58 bilhões) – a maior multa já imposta pelo regulador comunitário – por exercer práticas ilegais com seu sistema operacional para telefones celulares Android com o objetivo de reforçar o domínio do seu motor de busca.

    “O Google impôs restrições ilegais aos fabricantes de dispositivos Android e operadores de redes móveis para consolidar sua posição de domínio nas buscas na internet”, disse a comissão vem comunicado.

    A entidade acusa o Google de ter exigido que os fabricantes pré-instalassem seus serviços de busca (Google Search) e seu navegador (Chrome) como condição para conceder a licença de uso de sua loja de aplicativos (Play Store).

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    Essa multa se soma à de 2,42 bilhões de euros (R$ 10,93 bilhões) que Bruxelas impôs ao gigante americano em junho de 2017 por abuso de domínio, ao favorecer seu serviço de comparação de compras em seu motor de busca, que até hoje era a sanção mais alta imposta pela Comissão Europeia a uma só empresa.

    O Google anunciou via Twitter que irá recorrer na Justiça da multa imposta pelo órgão europeu.

    “O Android criou mais opções, não menos. Um ecossistema vibrante, inovação rápida e preços mais baixos são marcas clássicas da concorrência robusta. Recorreremos da decisão da comissão”, afirmou a empresa. Por Agência Brasil.

  • Seu celular escuta tudo o que você diz e temos provas disso

    “Sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderá ser usado contra nós”, diz o artigo de um repórter que apresenta evidências de que os nossos “amigos eletrônicos” estão nos gravando e escutando mesmo quando não suspeitamos disso.

    Há alguns anos, Sam Nichols, repórter da revista Vice, notou uma coisa estranha: depois de conversar com um amigo sobre uma viagem ao Japão, ambos começaram a receber anúncios no Facebook sobre viagens de avião a Tóquio, o que a princípio parecia uma “coincidência assustadora”.

    “Então isso é apenas paranoia, ou nossos smartphones estão realmente nos escutando?”, se perguntou Sam e decidiu responder a essa pergunta escrevendo um artigo especial sobre o tema.

    Ele também citou o Dr. Peter Henway, consultor sênior de segurança da empresa de cibersegurança Asterix e ex-palestrante e pesquisador da Universidade Edith Cowan, que acabou por confirmar suas dúvidas.

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    O Sr. Henway ressaltou desde o início que, para o celular realmente levar em conta sua conversa, tem que haver um “disparador”, por exemplo, as frases “Oi Siri” ou “Ok Google”.

    “Na ausência desses disparadores, os dados fornecidos são processados apenas por seu próprio telefone”, disse ele.

    Embora isso possa não parecer alarmante, todos os aplicativos de terceiros que você tem em seu telefone, como o Facebook, por exemplo, têm sempre acesso a esses dados “não disparados”.

    O especialista continuou explicando que tais aplicativos como o Facebook ou o Instagram podem ter milhares de disparadores. Uma simples conversa com um amigo sobre um novo par de jeans pode ser suficiente para ativá-lo. A palavra usada é “pode”, porque empresas como o Facebook negam expressamente escutar as conversas dos seus usuários.

    “Realmente, não há razão para que este não seja o caso. Faz sentido do ponto de vista do marketing, e se seus acordos de uso final e a lei permitem isso, então eu acho que sim, mas não há como ter certeza disso”, acrescentou Henway.

    Sam Nichols decidiu então verificar por si mesmo. Duas vezes por dia, durante cinco dias, ele tentou dizer um monte de frases que teoricamente poderiam servir como disparadores. Frases do tipo que ele precisava de camisas baratas para o trabalho ou que ele estava pensando em voltar para a faculdade. E em seguida, ele observou cuidadosamente os posts patrocinados no Facebook.

    “De repente, começaram a me falar sobre cursos de meio semestre em várias universidades e algumas marcas oferecendo roupas baratas. Uma conversa privada com um amigo sobre o fato de eu ter ficado sem espaço de dados resultou em um anúncio de espaços de dados baratos de 20 GB. E mesmo que fossem bons negócios, o total foi revelador e completamente aterrorizante”, escreveu o jornalista.

    “Como a maioria das empresas de tecnologia está sediada nos Estados Unidos, a NSA [Agência de Segurança Nacional], ou talvez a CIA, podem potencialmente divulgar suas informações, seja isso legal em seu país de origem ou não”, disse Henway.

    “Então, sim, nossos telefones estão nos ouvindo e tudo o que dizemos em torno deles poderia ser usado contra nós. Mas, segundo Peter [Henway], ao menos, não é algo que a maioria das pessoas deva ter medo”, conclui o jornalista.

    Diversos usuários da Internet têm relatado por várias vezes terem sido “vítimas” de tais práticas: eles argumentam que mesmo sem terem mencionado um tópico em uma conversa telefônica, o objeto de sua busca era exibido e proposto em anúncios nas redes sociais. Assim, a experiência do jornalista confirmou mais uma vez a teoria de que estaríamos permanentemente sob escuta. Com informações da Sputnik Brasil.

  • Rússia ameaça bloquear o Facebook caso a rede social não cumpra as regras

    A lei russa exige que todas as redes sociais movam dados de usuários russos para a Rússia. Assim, o Facebook também é obrigado a remover todas as informações proibidas, de acordo com o chefe da agência reguladora russa para internet Roskomnadzor, Aleksandr Zharov.

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    “Se nenhuma das medidas for tomada pelo Facebook ou se algumas delas não forem cumpridas, ou se o Estado russo não for informado da intenção de fazê-lo, obviamente haverá uma questão de bloqueio”, disse Zharov ao jornal Izvestia.

    O site da rede profissional LinkedIn já foi banido na Rússia por se recusar a cumprir a legislação. O popular mensageiro Telegram foi bloqueado na Rússia depois de se recusar a fornecer ao Serviço de Segurança Federal (FSB) da Rússia chaves para descriptografar suas mensagens.

    O FSB disse que o Telegram é amplamente usado por terroristas. O trabalho da Amazon e do Google na Rússia também está em questão, afirmou Zharov. A Roskomnadzor enfrentou problemas para bloquear o Telegram, já que está usando a Amazon e os servidores na nuvem do Google.

    A Roskomnadzor baniu 16 milhões de endereços IP usados pelo Telegram, incluindo os fornecidos pelo Google e pela Amazon. As ações da agência levaram a sérios distúrbios na Internet russa, e vários sites que usam a hospedagem da Amazon foram bloqueados acidentalmente.

    Zharov negou esta informação, dizendo que 99,9% dos sites inocentes permanecem intocados pelo regulador. O Telegram continua a funcionar como de costume.

    “O presidente do Telegram, Pavel Durov, tem usado as capacidades do Google e da Amazon para contornar a proibição da Roskomnadzor. Ninguém jamais tentou persistentemente contornar o bloqueio”, disse à RT o conselheiro presidencial para questões da Internet, German Klimenko.

    O conselheiro disse que os problemas com websites hospedados pela Amazon aconteceram porque seus proprietários não pagaram a taxa de US$ 5 por um grupo único de endereços IP e estavam usando endereços IP públicos em vez de uma versão paga barata. Com informações da Sputnik Brasil

  • Amazon ultrapassa Google e se torna a 2ª empresa mais valiosa do mundo

    A Amazon se tornou a segunda empresa mais valiosa do mundo nesta terça-feira (20). Após superar o Google, a companhia de Jeff Bezos ficou atrás apenas da Apple.

    Vale lembrar que no ano passado as ações da companhia subiram impressionantes 83%. Especialistas apontam que a Amazon deve ultrapassar a Apple em menos de dois anos.

    Confira a reportagem completa abaixo:

  • Google lança funcionalidade que ajuda a procurar emprego

    Está desempregado (a)? O Google te ajuda! A empresa anunciou na terça-feira (30/01), que irá mostrar vagas de emprego direto no resultado das buscas. O recurso será liberado em breve em países da América Latina, incluindo o Brasil.

    Com o novo recurso, o resultado das buscas vai listar as oportunidades de acordo com o termo pesquisado, informando quando a vaga foi inserida e com a possibilidade de filtrar por localização.

    Inicialmente, as oportunidades listadas virão do LinkedIn, Empregos.com.br, OLX, Trampos.co e Vagas.com.br. O buscador vai passar a mostrar assim que elas forem postadas, oferecendo ao usuário a oportunidade de tomar conhecimento de forma mais rápida, ao pesquisar a vaga direto pelo Google. Também será possível criar alertas, para receber a notificação de novas oportunidades por e-mail.

    Se o usuário estiver logado com sua conta do Google, algumas vagas podem informar até mesmo quanto tempo demoraria o trajeto de casa até a empresa.

  • Google vai lançar aplicativo para divulgar notícias de bairros

    Uma empresa como a Google precisa estar sempre alinhada às tendências e necessidades dos seus usuários, certo? Pensando nisso, está em fase de testes um novo aplicativo chamado “Bulletin”, que irá permitir que qualquer pessoa publique notícias da sua região. Ou seja, assuntos que são de interesse apenas para as pessoas que moram no bairro, e por isso não apareceriam em noticiários mais abrangentes.

    Nessa onda tecnológica, muitos usuários comuns acabam mesmo sendo produtores de conteúdo. Tudo vai para as redes sociais: um acidente de carro, um roubo ou uma enchente.

    A novidade foi lançada, por enquanto, apenas nos Estados Unidos e nesse primeiro momento, o Google está realizando convites para que jornalistas possam desfrutar desse novo serviço, antecipadamente.

    Após a finalização da fase de testes, a ideia é que esteja disponível para qualquer pessoa e qualquer tipo de sistema de smartphone. A publicação de conteúdo é fácil e exige apenas que o usuário faça o login em sua conta no Google.

    Por fim, com toda essa facilidade de divulgação, é bem provável que o Google terá um papel editorial. Ou seja, irá filtrar as notícias compartilhadas para evitar que sejam realizadas para fins abusivos.

  • Google oferece internet ilimitada por US$ 60 nos EUA

    Enquanto que no Brasil até a internet fixa está correndo risco de deixar de ser ilimitada, nos EUA a situação é bem diferente.

    A gigante Google, por exemplo, tem uma operadora virtual chamada Project Fi. Por enquanto, ela consegue atuar apenas com quem tem smartphones do próprio Google, como o Nexus 5X, Nexus 6P, Pixel e Pixel 2. Além disso, sua cobertura ainda não está disponível em todo o território americano.

    Uma das principais vantagens do Projetc Fi é o preço. O único plano comercializado custa US$ 20 mensais e inclui pacote de voz e SMS ilimitados, além de cobrar apenas US$ 10 por gigabyte consumido na franquia de dados. Agora, a empresa anunciou um novo plano que oferece internet ilimitada por até US$ 60 mensais.

    No novo plano, o usuário continua pagando US$ 10 por gigabyte consumido até o limite de 6 GB. A partir daí e até 15 GB, o consumidor paga um valor fixo de US$ 60, independentemente de quanto usar. E acima de 15 GB, a velocidade é reduzida, mas a conexão não é cortada.

    É uma alternativa diferente e bem vantajosa para o usuário. Será que um dia vamos ter algo parecido no Brasil? Visto que as operadoras por aqui querem limitar até a internet fixa, nos resta sentar e rezar para não sejamos explorados por mais um setor.

  • Apple vai atualizar iPhones e Macs para corrigir problemas na segurança

    Atenção usuários de dispositivos Apple. A empresa anunciou que vai fazer um reparo no navegador Safari em todos os seus dispositivos, iPhones, iPads e computadores Mac. O anúncio foi feito ontem, quinta-feira (4), logo após a Intel, uma das principais fabricantes de chips, ter revelado falhas graves que deixam quase todos os dispositivos modernos vulneráveis a ataques.

    Os principais navegadores já foram atualizados, mas os ajustes feitos não protegem os usuários do sistema iOS. Tanto a Google, Microsoft e Mozilla, confirmaram a informação.

    No entanto, a Apple deixou claro que até o momento não há casos de ataques hackers por causa da falha no sistema. Na quarta-feira (3), a Google e especialistas em segurança cibernética, revelaram duas grandes falhas em chips, uma chamada Meltdown, que afeta apenas chips da Intel, e a chamada Spectre, que afeta quase todos os chips de computadores produzidos na última década.

    A notícia provocou uma queda nas ações da Intel, enquanto investidores tentam avaliar os custos para a fabricante de chips.

    Pouco depois da divulgação das falhas nos chips, a Google e a Microsoft divulgaram declarações alertando os usuários sobre quais produtos foram afetados. Os telefones Android, que correspondem cerca de 80% do mercado global, foram protegidos pelas atualizações de segurança mais recentes.