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  • OpenAI lança ChatGPT Search para competir com o Google

    OpenAI lança ChatGPT Search para competir com o Google

    A OpenAI lançou uma nova versão do ChatGPT que funciona como um mecanismo de busca, competindo com o Google, que domina esse mercado há anos.

    Chamado de “ChatGPT Search”, essa ferramenta permite que os usuários encontrem as informações mais recentes da internet. As respostas lembram as que seriam vistas em uma pesquisa no Google, como listas de restaurantes próximos ou dicas de viagem para a Costa Rica.

    Uma das grandes vantagens do ChatGPT Search é a capacidade de fornecer informações em tempo real, como resultados esportivos, preços de ações e previsão do tempo, e ainda mostrar de onde essas informações vieram. Para isso, a OpenAI fez parcerias com empresas de mídia conhecidas, como The Atlantic e The Wall Street Journal, para incluir conteúdo de qualidade em suas respostas.

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, disse em uma sessão de perguntas e respostas no Reddit que o ChatGPT Search é uma melhoria em relação aos mecanismos de busca tradicionais, especialmente para perguntas mais complexas. Ele imagina um futuro onde as respostas possam até ser páginas personalizadas criadas automaticamente.

    O ChatGPT Search usa outros mecanismos de busca para ajudar a criar suas respostas, incluindo o Bing, da Microsoft, que é um grande parceiro da OpenAI. Outros mecanismos de busca usados não foram divulgados.

    O ChatGPT não é o único competidor tentando desafiar o Google. A startup Perplexity, apoiada por Jeff Bezos, também criou um mecanismo de busca com IA. O próprio Google já usa IA em suas pesquisas com o modelo Gemini, que resume conteúdos.

    Apesar de tudo, o impacto do ChatGPT no domínio do Google tem sido pequeno. Uma pesquisa da Evercore em setembro mostrou que 8% dos entrevistados preferem usar o ChatGPT para buscar informações, comparado a 1% em junho. Mesmo com esses avanços lentos, o Google continua sendo o líder, com bilhões de buscas por mês, enquanto o ChatGPT e outras startups como Perplexity ainda têm muito menos usuários.

    Mesmo assim, muitos especialistas acreditam que a IA vai transformar a forma como os mecanismos de busca funcionam. No entanto, como isso vai acontecer ainda não está claro, nem mesmo para empresas como a OpenAI. O diretor de produto da OpenAI, Kevin Weil, comentou no Reddit que o ChatGPT Search acabou de ser lançado e ainda há muito a aprender sobre as diferenças entre essa nova forma de busca e a tradicional.


    Chamado de “ChatGPT Search”, essa ferramenta permite que os usuários encontrem as informações mais recentes da internet. As respostas lembram as que seriam vistas em uma pesquisa no Google, como listas de restaurantes próximos ou dicas de viagem para a Costa Rica.

    Uma das grandes vantagens do ChatGPT Search é a capacidade de fornecer informações em tempo real, como resultados esportivos, preços de ações e previsão do tempo, e ainda mostrar de onde essas informações vieram. Para isso, a OpenAI fez parcerias com empresas de mídia conhecidas, como The Atlantic e The Wall Street Journal, para incluir conteúdo de qualidade em suas respostas.

    O CEO da OpenAI, Sam Altman, disse em uma sessão de perguntas e respostas no Reddit que o ChatGPT Search é uma melhoria em relação aos mecanismos de busca tradicionais, especialmente para perguntas mais complexas. Ele imagina um futuro onde as respostas possam até ser páginas personalizadas criadas automaticamente.

    O ChatGPT Search usa outros mecanismos de busca para ajudar a criar suas respostas, incluindo o Bing, da Microsoft, que é um grande parceiro da OpenAI. Outros mecanismos de busca usados não foram divulgados.

    O ChatGPT não é o único competidor tentando desafiar o Google. A startup Perplexity, apoiada por Jeff Bezos, também criou um mecanismo de busca com IA. O próprio Google já usa IA em suas pesquisas com o modelo Gemini, que resume conteúdos.

    Apesar de tudo, o impacto do ChatGPT no domínio do Google tem sido pequeno. Uma pesquisa da Evercore em setembro mostrou que 8% dos entrevistados preferem usar o ChatGPT para buscar informações, comparado a 1% em junho. Mesmo com esses avanços lentos, o Google continua sendo o líder, com bilhões de buscas por mês, enquanto o ChatGPT e outras startups como Perplexity ainda têm muito menos usuários.

    Mesmo assim, muitos especialistas acreditam que a IA vai transformar a forma como os mecanismos de busca funcionam. No entanto, como isso vai acontecer ainda não está claro, nem mesmo para empresas como a OpenAI. O diretor de produto da OpenAI, Kevin Weil, comentou no Reddit que o ChatGPT Search acabou de ser lançado e ainda há muito a aprender sobre as diferenças entre essa nova forma de busca e a tradicional.


  • Fim do Spam: Google anuncia novas regras de segurança para e-mails em massa

    Fim do Spam: Google anuncia novas regras de segurança para e-mails em massa

    O Google revelou hoje um conjunto de novas regras de segurança que entrarão em vigor a partir de 1º de abril, com o objetivo de combater o spam e aumentar a proteção dos usuários do Gmail.

    As novas diretrizes afetarão todos os remetentes que enviam aproximadamente 5.000 mensagens ou mais para contas pessoais do Gmail em um período de 24 horas.

    A partir da data estipulada, será exigido que esses remetentes em massa autentiquem seus e-mails utilizando as práticas recomendadas pelo Google. Além disso, a partir de 1º de junho, será obrigatório que todos os e-mails em massa incluam uma opção de cancelamento de inscrição acessível e fácil de usar, permitindo aos usuários desinscreverem-se com apenas um clique.

    Essas mudanças são parte de um esforço contínuo do Google para melhorar a experiência de e-mail dos seus usuários, garantindo que apenas comunicações desejadas e seguras cheguem às suas caixas de entrada. Os especialistas em segurança cibernética veem essas atualizações como um passo positivo na luta contra o abuso de e-mail e acreditam que outras empresas de tecnologia seguirão o exemplo do Google em breve.

    As novas diretrizes afetarão todos os remetentes que enviam aproximadamente 5.000 mensagens ou mais para contas pessoais do Gmail em um período de 24 horas.

    A partir da data estipulada, será exigido que esses remetentes em massa autentiquem seus e-mails utilizando as práticas recomendadas pelo Google. Além disso, a partir de 1º de junho, será obrigatório que todos os e-mails em massa incluam uma opção de cancelamento de inscrição acessível e fácil de usar, permitindo aos usuários desinscreverem-se com apenas um clique.

    Essas mudanças são parte de um esforço contínuo do Google para melhorar a experiência de e-mail dos seus usuários, garantindo que apenas comunicações desejadas e seguras cheguem às suas caixas de entrada. Os especialistas em segurança cibernética veem essas atualizações como um passo positivo na luta contra o abuso de e-mail e acreditam que outras empresas de tecnologia seguirão o exemplo do Google em breve.

  • Google AI pode dar diagnóstico de doenças através de sons corporais

    Google AI pode dar diagnóstico de doenças através de sons corporais

    Pesquisadores do Google AI desenvolveram uma nova ferramenta de inteligência artificial capaz de detectar condições de saúde a partir da análise de sons corporais, como tosse e respiração.

    Utilizando uma abordagem inovadora de treinamento com audioclipes, o sistema foi alimentado com milhões de gravações de sons humanos, refinando sua precisão em identificar possíveis doenças.

    O diferencial deste projeto reside no método de aprendizado auto-supervisionado empregado, que se baseia em dados não rotulados obtidos de vídeos públicos disponíveis no YouTube. Essa técnica permite que a IA aprenda de forma mais natural e adaptável, sem a necessidade de um grande conjunto de dados previamente categorizados.

    A nova tecnologia promete revolucionar o monitoramento de saúde, oferecendo uma solução não invasiva e de fácil acesso para o diagnóstico e acompanhamento de doenças. Especialistas acreditam que essa ferramenta poderá ser particularmente útil em regiões com recursos limitados, onde o acesso a cuidados médicos é restrito.

    Com o potencial de transformar smartphones e dispositivos domésticos em ferramentas de triagem médica, o Google AI está abrindo caminho para um futuro onde o monitoramento da saúde é mais acessível, eficiente e integrado ao cotidiano das pessoas.

    Fonte: Link.

    Utilizando uma abordagem inovadora de treinamento com audioclipes, o sistema foi alimentado com milhões de gravações de sons humanos, refinando sua precisão em identificar possíveis doenças.

    O diferencial deste projeto reside no método de aprendizado auto-supervisionado empregado, que se baseia em dados não rotulados obtidos de vídeos públicos disponíveis no YouTube. Essa técnica permite que a IA aprenda de forma mais natural e adaptável, sem a necessidade de um grande conjunto de dados previamente categorizados.

    A nova tecnologia promete revolucionar o monitoramento de saúde, oferecendo uma solução não invasiva e de fácil acesso para o diagnóstico e acompanhamento de doenças. Especialistas acreditam que essa ferramenta poderá ser particularmente útil em regiões com recursos limitados, onde o acesso a cuidados médicos é restrito.

    Com o potencial de transformar smartphones e dispositivos domésticos em ferramentas de triagem médica, o Google AI está abrindo caminho para um futuro onde o monitoramento da saúde é mais acessível, eficiente e integrado ao cotidiano das pessoas.

    Fonte: Link.

  • Google anuncia novas medidas contra spam e conteúdo gerado por IA em resultados de busca

    Google anuncia novas medidas contra spam e conteúdo gerado por IA em resultados de busca

    Em uma tentativa de melhorar a qualidade dos resultados de busca e combater o spam, o Google revelou uma série de novas políticas destinadas a reduzir o conteúdo de baixa qualidade nos resultados de pesquisa.

    A gigante da tecnologia está tomando medidas rigorosas contra o abuso de conteúdo gerado por inteligência artificial (IA), que tem sido utilizado para manipular rankings de SEO.

    A nova política visa diminuir em 40% o conteúdo considerado “não original e de baixa qualidade”, que muitas vezes é produzido em massa por meio de automação, como chatbots de IA. Essa prática tem levado a uma saturação de informações irrelevantes ou enganosas nos resultados de busca, prejudicando a experiência do usuário.

    No entanto, o Google também reconhece as aplicações positivas da IA. A empresa destaca o uso de ferramentas de IA por falantes não nativos de inglês para criar conteúdo para sites de negócios locais, bem como por criadores de conteúdo que utilizam IA como um “editor” para aprimorar seus trabalhos.

    Além disso, as políticas atualizadas combatem o abuso de reputação do site, onde páginas de terceiros são publicadas com pouca supervisão e com o objetivo de manipular as classificações de busca. O Google espera que essas mudanças não apenas melhorem a qualidade dos resultados de busca, mas também promovam o uso ético e construtivo da IA na criação de conteúdo.

    Com essas medidas, o Google reafirma seu compromisso com a entrega de informações precisas e confiáveis, ao mesmo tempo em que se adapta às novas tecnologias e desafios do cenário digital atual.

    A gigante da tecnologia está tomando medidas rigorosas contra o abuso de conteúdo gerado por inteligência artificial (IA), que tem sido utilizado para manipular rankings de SEO.

    A nova política visa diminuir em 40% o conteúdo considerado “não original e de baixa qualidade”, que muitas vezes é produzido em massa por meio de automação, como chatbots de IA. Essa prática tem levado a uma saturação de informações irrelevantes ou enganosas nos resultados de busca, prejudicando a experiência do usuário.

    No entanto, o Google também reconhece as aplicações positivas da IA. A empresa destaca o uso de ferramentas de IA por falantes não nativos de inglês para criar conteúdo para sites de negócios locais, bem como por criadores de conteúdo que utilizam IA como um “editor” para aprimorar seus trabalhos.

    Além disso, as políticas atualizadas combatem o abuso de reputação do site, onde páginas de terceiros são publicadas com pouca supervisão e com o objetivo de manipular as classificações de busca. O Google espera que essas mudanças não apenas melhorem a qualidade dos resultados de busca, mas também promovam o uso ético e construtivo da IA na criação de conteúdo.

    Com essas medidas, o Google reafirma seu compromisso com a entrega de informações precisas e confiáveis, ao mesmo tempo em que se adapta às novas tecnologias e desafios do cenário digital atual.

  • Fim dos cookies de terceiros: o que muda para os usuários do Chrome

    Fim dos cookies de terceiros: o que muda para os usuários do Chrome

    O Google anunciou nesta sexta-feira (5) que vai bloquear os cookies de terceiros no seu navegador Chrome até o final de 2024.

    Os cookies são dados armazenados nos navegadores que servem para vários objetivos, como manter a conta de um serviço ativa, salvar os itens no carrinho de compras ou definir anúncios baseados nos interesses do usuário.

    Os cookies de terceiros são aqueles que não pertencem ao site que o usuário está visitando, mas a outras empresas, como redes sociais, plataformas de publicidade ou serviços de análise. Eles são usados para rastrear o comportamento do usuário na internet e criar perfis para segmentar anúncios personalizados.

    O Google diz que vai usar uma alternativa “mais focada em privacidade” para segmentar anúncios publicitários, chamada Proteção antirrastreamento (FLoC, na sigla em inglês). A ferramenta Topics vai deduzir os interesses do usuário a partir dos sites visitados em uma semana e selecionar anúncios de forma aleatória entre os cinco principais temas. Por exemplo, se o usuário visitou sites sobre esportes, viagens e música, ele poderá ver anúncios relacionados a esses assuntos, mas sem identificar quem ele é.

    O Google afirma que a nova solução vai preservar a privacidade do usuário, pois não vai coletar nem compartilhar dados pessoais com terceiros. Além disso, o usuário poderá controlar quais tipos de anúncios quer ver ou não nas configurações do Chrome.

    Outros navegadores, como Firefox, da Mozilla, e Safari, da Apple, já bloqueiam os cookies de terceiros por padrão, alegando que a medida dá mais privacidade aos usuários. No entanto, o Google diz que essa abordagem pode prejudicar a indústria de publicidade online, que depende dos cookies para gerar receita e financiar conteúdos gratuitos na internet.

    O Google vai testar a nova solução gradualmente até o segundo semestre de 2024, com a participação de anunciantes, editores e usuários. A empresa diz que espera que a mudança seja benéfica para todos os envolvidos no ecossistema da web.

    Os cookies são dados armazenados nos navegadores que servem para vários objetivos, como manter a conta de um serviço ativa, salvar os itens no carrinho de compras ou definir anúncios baseados nos interesses do usuário.

    Os cookies de terceiros são aqueles que não pertencem ao site que o usuário está visitando, mas a outras empresas, como redes sociais, plataformas de publicidade ou serviços de análise. Eles são usados para rastrear o comportamento do usuário na internet e criar perfis para segmentar anúncios personalizados.

    O Google diz que vai usar uma alternativa “mais focada em privacidade” para segmentar anúncios publicitários, chamada Proteção antirrastreamento (FLoC, na sigla em inglês). A ferramenta Topics vai deduzir os interesses do usuário a partir dos sites visitados em uma semana e selecionar anúncios de forma aleatória entre os cinco principais temas. Por exemplo, se o usuário visitou sites sobre esportes, viagens e música, ele poderá ver anúncios relacionados a esses assuntos, mas sem identificar quem ele é.

    O Google afirma que a nova solução vai preservar a privacidade do usuário, pois não vai coletar nem compartilhar dados pessoais com terceiros. Além disso, o usuário poderá controlar quais tipos de anúncios quer ver ou não nas configurações do Chrome.

    Outros navegadores, como Firefox, da Mozilla, e Safari, da Apple, já bloqueiam os cookies de terceiros por padrão, alegando que a medida dá mais privacidade aos usuários. No entanto, o Google diz que essa abordagem pode prejudicar a indústria de publicidade online, que depende dos cookies para gerar receita e financiar conteúdos gratuitos na internet.

    O Google vai testar a nova solução gradualmente até o segundo semestre de 2024, com a participação de anunciantes, editores e usuários. A empresa diz que espera que a mudança seja benéfica para todos os envolvidos no ecossistema da web.

  • Google Gemini: o que é e por que gera polêmica

    Google Gemini: o que é e por que gera polêmica

    O Google Gemini é um sistema de inteligência artificial (IA) que pode trabalhar com diferentes tipos de conteúdo, como texto, imagem, vídeo e código, ao mesmo tempo.

    O sistema foi anunciado pelo Google em maio de 2023, durante a conferência Google I/O, e promete ser um dos mais avançados e poderosos do mundo, capaz de superar os modelos de IA existentes, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Bing e o Copilot, da Microsoft.

    O Google Gemini tem três versões: Nano, Pro e Ultra. A versão Nano é a mais básica e pode funcionar em dispositivos móveis, como celulares e tablets, mesmo sem conexão com a internet. A versão Pro é a padrão e pode ser usada em serviços online, como o Bard, uma plataforma do Google que permite aos usuários interagir com o Gemini e solicitar diferentes tipos de tarefas, como escrever textos, criar vídeos, resolver problemas matemáticos e programar. A versão Ultra é a mais avançada e complexa, e só estará disponível em 2024, para usuários que precisam realizar tarefas de alto nível, como desenvolver softwares e aplicativos.

    O Google afirma que o Gemini é uma IA multimodal, ou seja, que pode entender e gerar diferentes tipos de conteúdo a partir de um único comando. Por exemplo, se o usuário pedir ao Gemini para criar um vídeo sobre a história do Brasil, o sistema pode usar texto, imagem e vídeo para produzir o conteúdo desejado. Além disso, o Google diz que o Gemini é capaz de aprender com diferentes idiomas e linguagens de programação, e de se adaptar às preferências e necessidades dos usuários.

    No entanto, o Google Gemini também tem gerado muitas críticas e controvérsias, tanto de especialistas quanto de usuários comuns. Algumas das principais críticas são:

    • O Google Gemini pode violar os direitos autorais e a propriedade intelectual de outras pessoas, ao usar e reproduzir conteúdos que não são de sua autoria, sem dar os devidos créditos ou permissões.

    • O Google Gemini pode transmitir informações incorretas, falsas ou sem sentido, ao usar fontes da internet que podem não ser confiáveis, verificadas ou atualizadas. Além disso, o sistema pode não ter uma visão crítica ou ética sobre os conteúdos que produz ou consome.

    • O Google Gemini pode representar uma ameaça à privacidade e à segurança dos usuários, ao coletar, armazenar e analisar dados pessoais, sensíveis ou sigilosos, sem o consentimento ou o conhecimento dos mesmos. Além disso, o sistema pode ser usado para fins maliciosos, como espionagem, manipulação, chantagem ou ataques cibernéticos.

    • O Google Gemini pode causar impactos negativos na sociedade e na economia, ao substituir ou competir com profissionais e trabalhadores humanos, em áreas como jornalismo, educação, arte, entretenimento, ciência e tecnologia. Além disso, o sistema pode influenciar ou controlar as opiniões, as decisões e os comportamentos das pessoas, de forma sutil ou explícita.

    Diante dessas críticas, o Google defende que o Gemini foi desenvolvido para minimizar esses tipos de riscos e danos, e que o sistema segue os princípios e as normas de responsabilidade, transparência e segurança da empresa. O Google também afirma que o Gemini é uma ferramenta que visa ampliar as possibilidades e as capacidades humanas, e não substituí-las ou limitá-las.

    O Google Gemini ainda está em fase de testes e aprimoramento, e deve receber novas atualizações e funcionalidades nos próximos meses e anos. O sistema já pode ser experimentado no Bard, em inglês, e deve chegar em outros idiomas e plataformas em breve. O Google Gemini é um dos projetos mais ambiciosos e polêmicos do campo da inteligência artificial, e deve gerar ainda mais debates e discussões no futuro.

    O sistema foi anunciado pelo Google em maio de 2023, durante a conferência Google I/O, e promete ser um dos mais avançados e poderosos do mundo, capaz de superar os modelos de IA existentes, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Bing e o Copilot, da Microsoft.

    O Google Gemini tem três versões: Nano, Pro e Ultra. A versão Nano é a mais básica e pode funcionar em dispositivos móveis, como celulares e tablets, mesmo sem conexão com a internet. A versão Pro é a padrão e pode ser usada em serviços online, como o Bard, uma plataforma do Google que permite aos usuários interagir com o Gemini e solicitar diferentes tipos de tarefas, como escrever textos, criar vídeos, resolver problemas matemáticos e programar. A versão Ultra é a mais avançada e complexa, e só estará disponível em 2024, para usuários que precisam realizar tarefas de alto nível, como desenvolver softwares e aplicativos.

    O Google afirma que o Gemini é uma IA multimodal, ou seja, que pode entender e gerar diferentes tipos de conteúdo a partir de um único comando. Por exemplo, se o usuário pedir ao Gemini para criar um vídeo sobre a história do Brasil, o sistema pode usar texto, imagem e vídeo para produzir o conteúdo desejado. Além disso, o Google diz que o Gemini é capaz de aprender com diferentes idiomas e linguagens de programação, e de se adaptar às preferências e necessidades dos usuários.

    No entanto, o Google Gemini também tem gerado muitas críticas e controvérsias, tanto de especialistas quanto de usuários comuns. Algumas das principais críticas são:

    • O Google Gemini pode violar os direitos autorais e a propriedade intelectual de outras pessoas, ao usar e reproduzir conteúdos que não são de sua autoria, sem dar os devidos créditos ou permissões.

    • O Google Gemini pode transmitir informações incorretas, falsas ou sem sentido, ao usar fontes da internet que podem não ser confiáveis, verificadas ou atualizadas. Além disso, o sistema pode não ter uma visão crítica ou ética sobre os conteúdos que produz ou consome.

    • O Google Gemini pode representar uma ameaça à privacidade e à segurança dos usuários, ao coletar, armazenar e analisar dados pessoais, sensíveis ou sigilosos, sem o consentimento ou o conhecimento dos mesmos. Além disso, o sistema pode ser usado para fins maliciosos, como espionagem, manipulação, chantagem ou ataques cibernéticos.

    • O Google Gemini pode causar impactos negativos na sociedade e na economia, ao substituir ou competir com profissionais e trabalhadores humanos, em áreas como jornalismo, educação, arte, entretenimento, ciência e tecnologia. Além disso, o sistema pode influenciar ou controlar as opiniões, as decisões e os comportamentos das pessoas, de forma sutil ou explícita.

    Diante dessas críticas, o Google defende que o Gemini foi desenvolvido para minimizar esses tipos de riscos e danos, e que o sistema segue os princípios e as normas de responsabilidade, transparência e segurança da empresa. O Google também afirma que o Gemini é uma ferramenta que visa ampliar as possibilidades e as capacidades humanas, e não substituí-las ou limitá-las.

    O Google Gemini ainda está em fase de testes e aprimoramento, e deve receber novas atualizações e funcionalidades nos próximos meses e anos. O sistema já pode ser experimentado no Bard, em inglês, e deve chegar em outros idiomas e plataformas em breve. O Google Gemini é um dos projetos mais ambiciosos e polêmicos do campo da inteligência artificial, e deve gerar ainda mais debates e discussões no futuro.

  • Empresas de tecnologia vão criar mecanismos para identificar conteúdo gerado por IA

    Empresas de tecnologia vão criar mecanismos para identificar conteúdo gerado por IA

    A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nossas vidas, produzindo conteúdo que vai desde textos e imagens até vídeos e áudios.

    via GIPHY

    Mas como saber se o que vemos ou ouvimos foi criado por uma máquina ou por um humano? E quais são as implicações éticas, sociais e legais dessa questão?

    Essas são algumas das perguntas que motivam diferentes empresas e organizações a desenvolverem ferramentas para identificar conteúdo gerado por IA. Neste artigo, vamos explorar como o Google, a Meta, a OpenAI e a CIA estão atuando nesse campo, cada um com seus próprios objetivos e abordagens.

    O Google é uma das empresas líderes em pesquisa e desenvolvimento de IA, e também uma das mais interessadas em detectar conteúdo de IA. A empresa lançou recentemente o Google Research Attribution, um serviço que permite aos pesquisadores rastrear a origem e a autoria de modelos de IA. O objetivo é aumentar a transparência e a responsabilidade na comunidade científica, além de prevenir o plágio e o abuso de IA.

    A Meta, anteriormente conhecida como Facebook, também está investindo em ferramentas para identificar conteúdo de IA. A empresa criou o Hateful Memes Challenge, uma competição que desafia os participantes a construírem sistemas capazes de detectar memes ofensivos gerados por IA. A ideia é combater a disseminação de desinformação e ódio nas redes sociais, usando técnicas de visão computacional e processamento de linguagem natural.

    A OpenAI é uma organização sem fins lucrativos dedicada a criar e promover IA alinhada aos valores humanos. A organização é responsável por alguns dos modelos de IA mais avançados do mundo, como o GPT-3, que pode gerar textos coerentes sobre qualquer tema. No entanto, a OpenAI também reconhece os riscos potenciais de sua tecnologia, e por isso desenvolveu o Co-Pilot, um sistema que ajuda os desenvolvedores a verificar se o código gerado pelo GPT-3 é seguro e confiável.

    A CIA é a agência de inteligência dos Estados Unidos, e uma das principais usuárias de conteúdo de IA para fins de espionagem e segurança nacional. A agência possui um programa chamado SIRA, que significa Synthetic Image Recognition and Analysis, que visa detectar imagens falsas ou manipuladas por IA. O programa usa algoritmos de aprendizado profundo para analisar as características visuais das imagens, como textura, cor e iluminação.

    Como podemos ver, há uma grande diversidade de atores e interesses envolvidos na detecção de conteúdo de IA. Essa atividade apresenta desafios técnicos, éticos e sociais, mas também oportunidades de evitar a desinformação, proteger a privacidade e promover a criatividade. É importante que os usuários estejam cientes da existência e da qualidade do conteúdo de IA, e que possam exercer seu direito à informação e à expressão.

    via GIPHY

    Mas como saber se o que vemos ou ouvimos foi criado por uma máquina ou por um humano? E quais são as implicações éticas, sociais e legais dessa questão?

    Essas são algumas das perguntas que motivam diferentes empresas e organizações a desenvolverem ferramentas para identificar conteúdo gerado por IA. Neste artigo, vamos explorar como o Google, a Meta, a OpenAI e a CIA estão atuando nesse campo, cada um com seus próprios objetivos e abordagens.

    O Google é uma das empresas líderes em pesquisa e desenvolvimento de IA, e também uma das mais interessadas em detectar conteúdo de IA. A empresa lançou recentemente o Google Research Attribution, um serviço que permite aos pesquisadores rastrear a origem e a autoria de modelos de IA. O objetivo é aumentar a transparência e a responsabilidade na comunidade científica, além de prevenir o plágio e o abuso de IA.

    A Meta, anteriormente conhecida como Facebook, também está investindo em ferramentas para identificar conteúdo de IA. A empresa criou o Hateful Memes Challenge, uma competição que desafia os participantes a construírem sistemas capazes de detectar memes ofensivos gerados por IA. A ideia é combater a disseminação de desinformação e ódio nas redes sociais, usando técnicas de visão computacional e processamento de linguagem natural.

    A OpenAI é uma organização sem fins lucrativos dedicada a criar e promover IA alinhada aos valores humanos. A organização é responsável por alguns dos modelos de IA mais avançados do mundo, como o GPT-3, que pode gerar textos coerentes sobre qualquer tema. No entanto, a OpenAI também reconhece os riscos potenciais de sua tecnologia, e por isso desenvolveu o Co-Pilot, um sistema que ajuda os desenvolvedores a verificar se o código gerado pelo GPT-3 é seguro e confiável.

    A CIA é a agência de inteligência dos Estados Unidos, e uma das principais usuárias de conteúdo de IA para fins de espionagem e segurança nacional. A agência possui um programa chamado SIRA, que significa Synthetic Image Recognition and Analysis, que visa detectar imagens falsas ou manipuladas por IA. O programa usa algoritmos de aprendizado profundo para analisar as características visuais das imagens, como textura, cor e iluminação.

    Como podemos ver, há uma grande diversidade de atores e interesses envolvidos na detecção de conteúdo de IA. Essa atividade apresenta desafios técnicos, éticos e sociais, mas também oportunidades de evitar a desinformação, proteger a privacidade e promover a criatividade. É importante que os usuários estejam cientes da existência e da qualidade do conteúdo de IA, e que possam exercer seu direito à informação e à expressão.

  • O que o Bard, o chatbot de escrita do Google, tem de bom e de ruim, segundo especialistas

    O que o Bard, o chatbot de escrita do Google, tem de bom e de ruim, segundo especialistas

    Bard, o Chatbot do Google que promete revolucionar a comunicação online, foi lançado no Brasil nesta quinta-feira (13).

    via GIPHY

    O serviço, que usa inteligência artificial para gerar textos em diversos formatos e idiomas, já está disponível para os usuários brasileiros que quiserem experimentar a novidade.

    No entanto, nem todos estão satisfeitos com o Bard. O Chatbot do Google vem recebendo diversas críticas de especialistas, jornalistas e usuários, que apontam problemas éticos, técnicos e legais na sua utilização.

    Uma das principais críticas ao Bard é a questão da autoria dos textos gerados pelo Chatbot. Segundo alguns analistas, o serviço do Google pode violar os direitos autorais dos escritores originais, que fornecem os dados para o treinamento do algoritmo. Além disso, o Bard pode gerar textos plagiados ou falsos, que podem enganar ou prejudicar os leitores.

    Outra crítica ao Bard é a falta de transparência e controle sobre o que o Chatbot produz. Muitos usuários relatam que o Bard gera textos ofensivos, inadequados ou incoerentes, que não correspondem às suas intenções ou expectativas. Alguns também questionam a responsabilidade do Google sobre o conteúdo gerado pelo Bard, e se o serviço respeita as normas legais e éticas de cada país.

    Por fim, uma terceira crítica ao Bard é a possível ameaça que o Chatbot representa para os profissionais da escrita. Muitos temem que o Bard substitua ou desvalorize o trabalho dos escritores, jornalistas, poetas e outros criadores de conteúdo, que podem perder espaço e reconhecimento diante da concorrência do Chatbot do Google.

    Diante dessas críticas, o Google defende o Bard como uma ferramenta inovadora e útil para os usuários, que podem usar o Chatbot para fins educacionais, recreativos ou profissionais. O Google também afirma que o Bard segue os princípios de inteligência artificial responsável da empresa, e que está aberto ao feedback e à melhoria contínua do serviço.

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    O serviço, que usa inteligência artificial para gerar textos em diversos formatos e idiomas, já está disponível para os usuários brasileiros que quiserem experimentar a novidade.

    No entanto, nem todos estão satisfeitos com o Bard. O Chatbot do Google vem recebendo diversas críticas de especialistas, jornalistas e usuários, que apontam problemas éticos, técnicos e legais na sua utilização.

    Uma das principais críticas ao Bard é a questão da autoria dos textos gerados pelo Chatbot. Segundo alguns analistas, o serviço do Google pode violar os direitos autorais dos escritores originais, que fornecem os dados para o treinamento do algoritmo. Além disso, o Bard pode gerar textos plagiados ou falsos, que podem enganar ou prejudicar os leitores.

    Outra crítica ao Bard é a falta de transparência e controle sobre o que o Chatbot produz. Muitos usuários relatam que o Bard gera textos ofensivos, inadequados ou incoerentes, que não correspondem às suas intenções ou expectativas. Alguns também questionam a responsabilidade do Google sobre o conteúdo gerado pelo Bard, e se o serviço respeita as normas legais e éticas de cada país.

    Por fim, uma terceira crítica ao Bard é a possível ameaça que o Chatbot representa para os profissionais da escrita. Muitos temem que o Bard substitua ou desvalorize o trabalho dos escritores, jornalistas, poetas e outros criadores de conteúdo, que podem perder espaço e reconhecimento diante da concorrência do Chatbot do Google.

    Diante dessas críticas, o Google defende o Bard como uma ferramenta inovadora e útil para os usuários, que podem usar o Chatbot para fins educacionais, recreativos ou profissionais. O Google também afirma que o Bard segue os princípios de inteligência artificial responsável da empresa, e que está aberto ao feedback e à melhoria contínua do serviço.

  • Bard: conheça o serviço gratuito do Google que faz de tudo por você

    Bard: conheça o serviço gratuito do Google que faz de tudo por você

    Você já imaginou ter um assistente virtual que pode fazer de tudo, desde planejar sua próxima viagem até escrever um texto para você?

    via GIPHY

    Essa é a proposta do Bard, um serviço gratuito de inteligência artificial do Google que realiza várias tarefas por meio de conversas em texto.

    O Bard foi lançado no Brasil nesta quinta-feira (13) e está disponível em 40 idiomas, incluindo o português. Para usar o serviço, basta acessar o site https://bard.withgoogle.com/ e escolher uma das opções de tarefas, como criar roteiros turísticos, escrever textos, sugerir códigos de programação, gerar poemas, contar histórias e muito mais.

    O Bard é um experimento que evolui com o feedback dos usuários e conta com novos recursos, como compartilhar respostas, fixar conversas e exportar código-fonte. O serviço também permite que os usuários criem suas próprias tarefas personalizadas e desafiem o Bard a realizar coisas inusitadas.

    O Bard é baseado na inteligência artificial LaMDA, que foi apresentada pelo Google em maio deste ano. A LaMDA é capaz de gerar respostas naturais e coerentes para qualquer tipo de pergunta ou solicitação. O Bard é treinado com informações da internet, mas o Google alerta que o serviço pode apresentar dados incorretos e diz que segue seus princípios de IA para evitar preconceitos e danos.

    O Bard é uma forma divertida e criativa de explorar as possibilidades da inteligência artificial e se surpreender com as respostas que ela pode dar. 

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    Essa é a proposta do Bard, um serviço gratuito de inteligência artificial do Google que realiza várias tarefas por meio de conversas em texto.

    O Bard foi lançado no Brasil nesta quinta-feira (13) e está disponível em 40 idiomas, incluindo o português. Para usar o serviço, basta acessar o site https://bard.withgoogle.com/ e escolher uma das opções de tarefas, como criar roteiros turísticos, escrever textos, sugerir códigos de programação, gerar poemas, contar histórias e muito mais.

    O Bard é um experimento que evolui com o feedback dos usuários e conta com novos recursos, como compartilhar respostas, fixar conversas e exportar código-fonte. O serviço também permite que os usuários criem suas próprias tarefas personalizadas e desafiem o Bard a realizar coisas inusitadas.

    O Bard é baseado na inteligência artificial LaMDA, que foi apresentada pelo Google em maio deste ano. A LaMDA é capaz de gerar respostas naturais e coerentes para qualquer tipo de pergunta ou solicitação. O Bard é treinado com informações da internet, mas o Google alerta que o serviço pode apresentar dados incorretos e diz que segue seus princípios de IA para evitar preconceitos e danos.

    O Bard é uma forma divertida e criativa de explorar as possibilidades da inteligência artificial e se surpreender com as respostas que ela pode dar. 

  • 5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    5 redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam

    O Twitter é uma das redes sociais mais populares do mundo, com mais de 300 milhões de usuários ativos por mês. Mas nem sempre foi assim.

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?

    Ao longo dos anos, várias outras plataformas tentaram competir com o microblog, oferecendo recursos diferentes ou similares. No entanto, nenhuma delas conseguiu superar ou mesmo se igualar ao sucesso do Twitter.

    Neste post, vamos relembrar cinco redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam.

    1. Plurk: Lançado em 2008, o Plurk era um serviço de microblogging que se diferenciava pelo seu layout horizontal, que mostrava as postagens em uma linha do tempo. Além disso, o Plurk permitia que os usuários escolhessem entre vários emoticons para expressar seus sentimentos nas mensagens, que podiam ter até 210 caracteres. O Plurk chegou a ter uma boa base de usuários na Ásia, mas nunca decolou no resto do mundo. Em 2019, o Plurk anunciou o fim do seu serviço.

    2. App.net: Criado em 2012, o App.net era uma rede social paga, que cobrava uma taxa anual de US$ 50 para os usuários acessarem o seu serviço de microblogging. A ideia era oferecer uma plataforma livre de anúncios e focada na qualidade do conteúdo. O App.net também tinha uma API aberta, que permitia que desenvolvedores criassem aplicativos para a rede. No entanto, o App.net não conseguiu atrair um número suficiente de usuários e de desenvolvedores para sustentar o seu modelo de negócio. Em 2017, o App.net encerrou as suas operações.

    3. Pownce: Fundado em 2007 por Kevin Rose, o criador do Digg, o Pownce era uma rede social que permitia que os usuários compartilhassem mensagens de até 140 caracteres, além de arquivos, links e eventos. O Pownce tinha um design elegante e uma interface simples, mas enfrentou problemas de escalabilidade e de spam. Além disso, o Pownce não conseguiu se diferenciar o suficiente do Twitter, que já tinha uma base maior e mais engajada de usuários. Em 2008, o Pownce foi vendido para o Six Apart e descontinuado.

    4. Jaiku: Criado em 2006 na Finlândia, o Jaiku era uma rede social que combinava microblogging com agregação de conteúdo. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, mas também podiam integrar outros serviços, como Flickr, YouTube e Google Calendar, para mostrar as suas atividades online. O Jaiku tinha um recurso interessante chamado “channels”, que eram grupos temáticos onde os usuários podiam conversar sobre assuntos específicos. Em 2007, o Jaiku foi comprado pelo Google, mas nunca recebeu muita atenção da empresa. Em 2012, o Jaiku foi desligado pelo Google.

    5. Heello: Lançado em 2011 por Noah Everett, o fundador do Twitpic, o Heello era uma rede social que era praticamente uma cópia do Twitter. Os usuários podiam postar mensagens de até 140 caracteres, chamadas de “pings”, seguir outros usuários e usar hashtags. O Heello também tinha um recurso de áudio e vídeo, que permitia que os usuários gravassem e compartilhassem clipes curtos. No entanto, o Heello não tinha nada de original ou inovador para atrair os usuários do Twitter ou de outras redes sociais. Em 2013, o Heello foi fechado por Everett.

    Essas foram algumas das redes sociais que tentaram desbancar o Twitter e falharam. Você se lembra ou usou alguma delas?