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  • Conheça os jogos escondidos em apps que você pode jogar agora

    Conheça os jogos escondidos em apps que você pode jogar agora

    Você sabia que existem vários jogos escondidos em apps que você usa no dia a dia?

    Esses jogos são chamados de easter eggs, ou ovos de páscoa, e são surpresas divertidas que os desenvolvedores colocam em suas plataformas. Neste post, vamos mostrar alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora mesmo.

    Jogos escondidos no Google

    O Google é o maior buscador da internet, mas também é uma fonte de entretenimento. Você pode jogar alguns clássicos dos videogames no próprio Google, basta digitar o nome do jogo na barra de pesquisa. Veja alguns exemplos:

    • Pac-Man: o famoso jogo do come-come que deve se desviar de fantasmas e comer pontinhos.

    • Atari Breakout: o jogo em que você controla uma barra retangular e deve salvar uma bolinha que quebra blocos.

    • Paciência: o jogo de cartas em que você deve organizar um baralho de cartas completo, da menor para a maior carta, alternando as cores de cada carta.

    • Jogo da Cobrinha: o jogo em que você deve fazer a cobrinha comer maçãs e ficar atento para não colidir com o próprio corpo ou com as extremidades do jogo.

    Além desses, você também pode jogar Quick, Draw, um jogo que desafia você a desenhar objetos em 20 segundos e ver se a inteligência artificial do Google consegue adivinhar.

    Jogos escondidos no Spotify

    O Spotify é o maior serviço de streaming de música do mundo, mas também tem um jogo escondido para os seus usuários. Trata-se do Coma essa playlist, uma versão do jogo da cobrinha em que você deve comer as capas das músicas da playlist, enquanto ouve trechos das canções. Você pode adicionar as músicas à sua biblioteca tocando no ícone de “+” no canto superior. Para acessar o jogo, siga os passos abaixo:

    • Abra o app do Spotify no celular;

    • Escolha qualquer playlist com 20 músicas ou mais;

    • Na tela da playlist, toque sobre o menu de três pontos próximo ao botão “Baixar”;

    • Deslize a tela para baixo até encontrar a opção “Coma essa playlist”;

    • Toque sobre ela para começar a jogar — controle a cobrinha com gestos na tela.

    Jogos escondidos na Microsoft Store

    A Microsoft Store é a loja oficial de aplicativos para Windows 10, mas também tem uma coleção de jogos de objetos escondidos para você se divertir. Esses jogos são aqueles em que você deve encontrar itens ocultos em cenários cheios de detalhes. Alguns exemplos são:

    • Seekers Notes: Mistério Oculto: um jogo em que você deve explorar uma cidade misteriosa e resolver enigmas.

    • Hidden City: Aventura de objetos ocultos: um jogo em que você deve investigar fenômenos estranhos e encontrar pistas em uma cidade oculta.

    • Sherlock: Apure Casos Ocultos: um jogo em que você deve ajudar o famoso detetive Sherlock Holmes a resolver casos intrigantes.

    Esses são alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora. Você gosta de jogar esses jogos?

    Esses jogos são chamados de easter eggs, ou ovos de páscoa, e são surpresas divertidas que os desenvolvedores colocam em suas plataformas. Neste post, vamos mostrar alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora mesmo.

    Jogos escondidos no Google

    O Google é o maior buscador da internet, mas também é uma fonte de entretenimento. Você pode jogar alguns clássicos dos videogames no próprio Google, basta digitar o nome do jogo na barra de pesquisa. Veja alguns exemplos:

    • Pac-Man: o famoso jogo do come-come que deve se desviar de fantasmas e comer pontinhos.

    • Atari Breakout: o jogo em que você controla uma barra retangular e deve salvar uma bolinha que quebra blocos.

    • Paciência: o jogo de cartas em que você deve organizar um baralho de cartas completo, da menor para a maior carta, alternando as cores de cada carta.

    • Jogo da Cobrinha: o jogo em que você deve fazer a cobrinha comer maçãs e ficar atento para não colidir com o próprio corpo ou com as extremidades do jogo.

    Além desses, você também pode jogar Quick, Draw, um jogo que desafia você a desenhar objetos em 20 segundos e ver se a inteligência artificial do Google consegue adivinhar.

    Jogos escondidos no Spotify

    O Spotify é o maior serviço de streaming de música do mundo, mas também tem um jogo escondido para os seus usuários. Trata-se do Coma essa playlist, uma versão do jogo da cobrinha em que você deve comer as capas das músicas da playlist, enquanto ouve trechos das canções. Você pode adicionar as músicas à sua biblioteca tocando no ícone de “+” no canto superior. Para acessar o jogo, siga os passos abaixo:

    • Abra o app do Spotify no celular;

    • Escolha qualquer playlist com 20 músicas ou mais;

    • Na tela da playlist, toque sobre o menu de três pontos próximo ao botão “Baixar”;

    • Deslize a tela para baixo até encontrar a opção “Coma essa playlist”;

    • Toque sobre ela para começar a jogar — controle a cobrinha com gestos na tela.

    Jogos escondidos na Microsoft Store

    A Microsoft Store é a loja oficial de aplicativos para Windows 10, mas também tem uma coleção de jogos de objetos escondidos para você se divertir. Esses jogos são aqueles em que você deve encontrar itens ocultos em cenários cheios de detalhes. Alguns exemplos são:

    • Seekers Notes: Mistério Oculto: um jogo em que você deve explorar uma cidade misteriosa e resolver enigmas.

    • Hidden City: Aventura de objetos ocultos: um jogo em que você deve investigar fenômenos estranhos e encontrar pistas em uma cidade oculta.

    • Sherlock: Apure Casos Ocultos: um jogo em que você deve ajudar o famoso detetive Sherlock Holmes a resolver casos intrigantes.

    Esses são alguns exemplos de jogos escondidos em apps que você pode jogar agora. Você gosta de jogar esses jogos?

  • Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    O governo canadense aprovou uma lei que obriga as plataformas digitais a remunerarem os editores locais pelo compartilhamento de notícias, gerando um conflito com as grandes empresas de tecnologia que ameaçam cortar permanentemente o acesso local às notícias.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

  • Como o Search Generative Experience vai impactar os sites e blogs

    Como o Search Generative Experience vai impactar os sites e blogs

    O Search Generative Experience (SGE) é uma nova plataforma experimental do Google que usa inteligência artificial (IA) para gerar respostas personalizadas para as pesquisas dos usuários.

    O SGE usa modelos de linguagem de grande escala (LLM) para criar textos como um humano, baseados nas fontes disponíveis na web. O SGE promete melhorar a experiência de busca dos usuários, oferecendo resumos, recomendações, comparações e outras informações relevantes em uma única caixa laranja acima dos resultados normais.

    Mas o que isso significa para os sites e blogs que dependem do tráfego orgânico do Google? Será que o SGE vai reduzir as chances de serem clicados e lidos pelos usuários? Será que o SGE vai competir com os conteúdos produzidos pelos criadores de conteúdo?

    A resposta não é simples, mas há alguns pontos a considerar:

    • O SGE é uma experiência e não um produto final. O Google ainda está testando e aprimorando o seu funcionamento e os seus critérios de qualidade. Os usuários precisam se inscrever para participar do teste e podem optar por sair a qualquer momento. Além disso, o SGE não está disponível para todas as pesquisas, apenas para algumas categorias e idiomas.

    • O SGE não substitui os resultados normais, apenas os complementa. Os usuários ainda podem ver e acessar os links dos sites e blogs que aparecem abaixo da caixa do SGE. O Google afirma que o objetivo do SGE é fornecer informações adicionais e úteis para os usuários, não competir com os conteúdos existentes na web.

    • O SGE usa fontes confiáveis e corrobora as suas afirmações. O Google diz que o SGE só usa fontes de alta qualidade e autoridade para gerar os seus textos, e que mostra os links das fontes usadas para cada frase ou parágrafo. Isso significa que os sites e blogs que produzem conteúdos originais, relevantes e bem fundamentados podem ser usados como fontes pelo SGE e ganhar mais visibilidade e credibilidade.

    • O SGE pode ser uma oportunidade para os sites e blogs se adaptarem e se diferenciarem. O SGE pode mudar as expectativas e as necessidades dos usuários em relação à busca de informações na web. Os sites e blogs podem aproveitar essa mudança para oferecer conteúdos mais aprofundados, criativos, interativos e personalizados para os seus leitores. Além disso, os sites e blogs podem usar o próprio SGE como uma ferramenta para pesquisar, analisar e gerar conteúdos de qualidade.

    O Search Generative Experience é uma novidade que pode impactar os sites e blogs de diversas formas, positivas ou negativas, dependendo da forma como eles se posicionam diante dessa tecnologia. O importante é estar atento às mudanças e às oportunidades que elas trazem.

    O SGE usa modelos de linguagem de grande escala (LLM) para criar textos como um humano, baseados nas fontes disponíveis na web. O SGE promete melhorar a experiência de busca dos usuários, oferecendo resumos, recomendações, comparações e outras informações relevantes em uma única caixa laranja acima dos resultados normais.

    Mas o que isso significa para os sites e blogs que dependem do tráfego orgânico do Google? Será que o SGE vai reduzir as chances de serem clicados e lidos pelos usuários? Será que o SGE vai competir com os conteúdos produzidos pelos criadores de conteúdo?

    A resposta não é simples, mas há alguns pontos a considerar:

    • O SGE é uma experiência e não um produto final. O Google ainda está testando e aprimorando o seu funcionamento e os seus critérios de qualidade. Os usuários precisam se inscrever para participar do teste e podem optar por sair a qualquer momento. Além disso, o SGE não está disponível para todas as pesquisas, apenas para algumas categorias e idiomas.

    • O SGE não substitui os resultados normais, apenas os complementa. Os usuários ainda podem ver e acessar os links dos sites e blogs que aparecem abaixo da caixa do SGE. O Google afirma que o objetivo do SGE é fornecer informações adicionais e úteis para os usuários, não competir com os conteúdos existentes na web.

    • O SGE usa fontes confiáveis e corrobora as suas afirmações. O Google diz que o SGE só usa fontes de alta qualidade e autoridade para gerar os seus textos, e que mostra os links das fontes usadas para cada frase ou parágrafo. Isso significa que os sites e blogs que produzem conteúdos originais, relevantes e bem fundamentados podem ser usados como fontes pelo SGE e ganhar mais visibilidade e credibilidade.

    • O SGE pode ser uma oportunidade para os sites e blogs se adaptarem e se diferenciarem. O SGE pode mudar as expectativas e as necessidades dos usuários em relação à busca de informações na web. Os sites e blogs podem aproveitar essa mudança para oferecer conteúdos mais aprofundados, criativos, interativos e personalizados para os seus leitores. Além disso, os sites e blogs podem usar o próprio SGE como uma ferramenta para pesquisar, analisar e gerar conteúdos de qualidade.

    O Search Generative Experience é uma novidade que pode impactar os sites e blogs de diversas formas, positivas ou negativas, dependendo da forma como eles se posicionam diante dessa tecnologia. O importante é estar atento às mudanças e às oportunidades que elas trazem.

  • Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Bard: o chatbot inteligente do Google que promete superar o ChatGPT

    Você já ouviu falar do Bard? Ele é o novo chatbot inteligente do Google, que usa inteligência artificial (IA) para oferecer respostas às buscas realizadas pelos usuários em seu navegador de pesquisas.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

    Mas ele não é apenas um assistente virtual: ele também pode ser usado como uma plataforma para a criatividade, ajudando na criação de conteúdos escritos, como discursos, redações e até mesmo planejamento de festas.

    O Bard é uma evolução de um modelo de linguagem anterior do Google chamado Lamda, que nunca foi totalmente lançado ao público. No entanto, atraiu muita atenção quando um dos engenheiros que trabalhou nele afirmou que suas respostas eram tão convincentes que ele acreditou que o robô era consciente. O Google negou as acusações e o profissional foi demitido.

    O diferencial do Bard em relação ao seu rival viral ChatGPT, desenvolvido pela empresa OpenAI, é que ele pode acessar informações atualizadas da internet e possui um botão “pesquisa no Google” que acessa a busca. Ele também diz quais são as fontes das informações prestadas, como a Wikipedia. Isso torna suas respostas mais confiáveis e transparentes.

    O Bard ainda está em fase de testes e só está disponível em inglês, para determinados usuários com mais de 18 anos. O Google alertou que o Bard teria “limitações”, como compartilhar informações erradas e mostrar certos tipos de viés. Isso ocorre porque ele “aprende” com bancos de dados informações no qual esses vieses podem estar presentes – o que significa que é possível que estereótipos e informações falsas apareçam em suas respostas.

    O diretor de produtos do Google, Jack Krawczyk, disse à BBC que o Bard é “um experimento” e espera que as pessoas o usem como uma “plataforma para a criatividade”. Ele mostrou um exemplo de como ele havia usado Bard para ajudá-lo a planejar a festa de aniversário de seu filho. Ele sugeriu um tema que incorporou o amor de seu filho por coelhos e ginástica, encontrou o endereço de um local que ele mencionou e sugeriu brincadeiras e comidas para a festa.

    “Grande parte da cobertura [da mídia] sobre a inteligência artificial como protagonista”, disse Krawczyk. “Acho que o ser humano é o herói e os grandes modelos de linguagem de IA estão aqui para nos ajudar a impulsionar a criatividade.”

    O Bard é uma das apostas do Google para se manter na liderança do mercado de tecnologia, competindo com empresas como Microsoft, Amazon e Facebook. A expectativa é que ele seja integrado a outros serviços da empresa, como Gmail, YouTube e Google Docs.

  • Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    Engenheiro sênior do Google admite que empresa está perdendo a corrida da inteligência artificial

    A inteligência artificial (IA) é um campo em constante evolução e competitivo, que pode definir o futuro da tecnologia.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

    Mas será que o Google, um dos líderes em IA, está conseguindo acompanhar o ritmo das inovações? Segundo um engenheiro sênior de software da empresa, a resposta é não.

    Em um documento interno publicado em abril, Luke Sernau criticou a estratégia do Google em relação à IA e afirmou que a empresa está perdendo sua vantagem para a comunidade de código aberto, onde muitos pesquisadores independentes usam a tecnologia de IA para fazer avanços rápidos e inesperados.

    Sernau argumentou que o Google está focado demais na rivalidade com a startup OpenAI, que tem chamado a atenção com seus modelos gigantes de linguagem natural, como o ChatGPT. No entanto, ele disse que a verdadeira ameaça ao Google vem das comunidades de código aberto, onde os engenheiros estão desenvolvendo modelos que rivalizam com os das grandes empresas de tecnologia e podem ser feitos mais baratos.

    Esses modelos, ele disse, podem ser mais rápidos, mais personalizáveis e mais úteis do que os do Google. Além disso, ele alertou que os clientes não estariam dispostos a pagar por modelos com tecnologia de tão alta qualidade oferecida gratuitamente.

    Sernau sugeriu que o Google deveria mudar seu foco para modelos menores e mais ágeis, que podem ser iterados rapidamente. Ele também defendeu que o Google deveria aprender com e colaborar com o que os outros estão fazendo fora da empresa.

    O documento de Sernau gerou muita repercussão entre os funcionários do Google e foi publicado pela consultoria SemiAnalysis na quinta-feira. O porta-voz do Google não comentou o conteúdo da postagem.

    Fonte: Link.

  • Moraes determina que PF ouça diretores de grandes empresas de tecnologia sobre anúncios contra PL das Fake News

    Moraes determina que PF ouça diretores de grandes empresas de tecnologia sobre anúncios contra PL das Fake News

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que a Polícia Federal (PF) ouça os presidentes ou equivalentes das empresas Google, Meta, Spotify e Brasil Paralelo sobre possíveis ações contra o projeto de lei (PL) das Fake News.

    A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.

    Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.

    O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

    A decisão foi tomada nesta terça-feira (2) e também exigiu que as empresas excluam todos os anúncios, textos e informações veiculados com críticas ao PL.

    Segundo Moraes, as condutas dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus dirigentes precisam ser investigadas, pois são remuneradas por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes legais.

    O PL das Fake News visa combater a disseminação de notícias falsas e manipuladas na internet, mas enfrenta resistência de diversos setores da sociedade civil que alegam que a proposta fere a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

  • Por que o “padrinho” da inteligência artificial se arrependeu do seu trabalho no Google?

    Por que o “padrinho” da inteligência artificial se arrependeu do seu trabalho no Google?

    A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais promissoras e desafiadoras da atualidade. Mas nem todos os seus criadores estão satisfeitos com os rumos que ela está tomando.

    É o caso de Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho” da IA por suas pesquisas pioneiras sobre aprendizagem profunda e redes neurais.

    Hinton, que trabalhou no Google por cerca de uma década, pediu demissão da empresa e alertou sobre os perigos da IA em uma entrevista ao jornal The New York Times. Ele disse que agora se arrepende do seu trabalho e que teme que a IA possa ser usada para “coisas ruins” por “pessoas mal-intencionadas”.

    O cientista de 75 anos afirmou que os chatbots (robôs virtuais) de IA podem em breve superar os humanos em conhecimento e raciocínio, criando um “cenário de pesadelo”. Ele também disse que se aposentou para poder falar livremente sobre os riscos da tecnologia, já que o Google agiu com responsabilidade, mas limitou sua liberdade de expressão.

    A saída de Hinton reacendeu o debate sobre os benefícios e os perigos da IA, que pode ter aplicações positivas em áreas como saúde, educação e meio ambiente, mas também pode gerar problemas éticos, sociais e políticos. A União Europeia, por exemplo, está trabalhando para criar regras mais efetivas para regular a IA e garantir seus direitos humanos.

    É o caso de Geoffrey Hinton, considerado o “padrinho” da IA por suas pesquisas pioneiras sobre aprendizagem profunda e redes neurais.

    Hinton, que trabalhou no Google por cerca de uma década, pediu demissão da empresa e alertou sobre os perigos da IA em uma entrevista ao jornal The New York Times. Ele disse que agora se arrepende do seu trabalho e que teme que a IA possa ser usada para “coisas ruins” por “pessoas mal-intencionadas”.

    O cientista de 75 anos afirmou que os chatbots (robôs virtuais) de IA podem em breve superar os humanos em conhecimento e raciocínio, criando um “cenário de pesadelo”. Ele também disse que se aposentou para poder falar livremente sobre os riscos da tecnologia, já que o Google agiu com responsabilidade, mas limitou sua liberdade de expressão.

    A saída de Hinton reacendeu o debate sobre os benefícios e os perigos da IA, que pode ter aplicações positivas em áreas como saúde, educação e meio ambiente, mas também pode gerar problemas éticos, sociais e políticos. A União Europeia, por exemplo, está trabalhando para criar regras mais efetivas para regular a IA e garantir seus direitos humanos.

  • Como trabalhar de home office para grandes empresas como Amazon e Google

    Como trabalhar de home office para grandes empresas como Amazon e Google

    Trabalhar de home office é uma tendência que vem crescendo cada vez mais no mundo corporativo. Muitas empresas já adotaram essa modalidade de trabalho para garantir a segurança e o bem-estar dos seus colaboradores, especialmente durante a pandemia de Covid-19.

    Mas como conseguir uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google?

    A primeira coisa que você precisa saber é que essas empresas são muito exigentes e seletivas na hora de contratar novos funcionários. Elas buscam profissionais qualificados, com experiência na área, domínio de idiomas, capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe. Por isso, é importante que você tenha um currículo atualizado, com as suas principais realizações e competências, e que esteja preparado para participar de processos seletivos online, que podem envolver testes, entrevistas e dinâmicas.

    Outra dica é pesquisar sobre a cultura e os valores da empresa que você deseja trabalhar. Cada uma tem a sua própria forma de atuar e de se comunicar, e é essencial que você se identifique e se adapte a ela. Você pode buscar informações no site oficial da empresa, nas redes sociais, em blogs e podcasts especializados, ou até mesmo conversar com pessoas que já trabalham ou trabalharam lá. Assim, você vai demonstrar interesse e conhecimento sobre a empresa e se diferenciar dos demais candidatos.

    Por fim, é preciso ter uma boa estrutura e organização para trabalhar de home office. Isso significa ter um ambiente adequado, com uma boa conexão de internet, um computador confiável, um fone de ouvido e uma webcam de qualidade. Além disso, é preciso ter disciplina, foco e flexibilidade para cumprir as suas tarefas, respeitar os prazos e horários, e se comunicar com a sua equipe e com os seus gestores. Trabalhar de home office pode ser muito vantajoso, mas também requer muita responsabilidade e comprometimento.

    Esperamos que essas dicas te ajudem a conquistar uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google. Lembre-se que esse é um mercado muito competitivo e que você precisa estar sempre se atualizando e se aprimorando para se destacar.

    Mas como conseguir uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google?

    A primeira coisa que você precisa saber é que essas empresas são muito exigentes e seletivas na hora de contratar novos funcionários. Elas buscam profissionais qualificados, com experiência na área, domínio de idiomas, capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe. Por isso, é importante que você tenha um currículo atualizado, com as suas principais realizações e competências, e que esteja preparado para participar de processos seletivos online, que podem envolver testes, entrevistas e dinâmicas.

    Outra dica é pesquisar sobre a cultura e os valores da empresa que você deseja trabalhar. Cada uma tem a sua própria forma de atuar e de se comunicar, e é essencial que você se identifique e se adapte a ela. Você pode buscar informações no site oficial da empresa, nas redes sociais, em blogs e podcasts especializados, ou até mesmo conversar com pessoas que já trabalham ou trabalharam lá. Assim, você vai demonstrar interesse e conhecimento sobre a empresa e se diferenciar dos demais candidatos.

    Por fim, é preciso ter uma boa estrutura e organização para trabalhar de home office. Isso significa ter um ambiente adequado, com uma boa conexão de internet, um computador confiável, um fone de ouvido e uma webcam de qualidade. Além disso, é preciso ter disciplina, foco e flexibilidade para cumprir as suas tarefas, respeitar os prazos e horários, e se comunicar com a sua equipe e com os seus gestores. Trabalhar de home office pode ser muito vantajoso, mas também requer muita responsabilidade e comprometimento.

    Esperamos que essas dicas te ajudem a conquistar uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google. Lembre-se que esse é um mercado muito competitivo e que você precisa estar sempre se atualizando e se aprimorando para se destacar.

  • O novo Bing está mesmo melhor que o Google?

    O novo Bing está mesmo melhor que o Google?

    Você já imaginou usar o Bing em vez do Google no seu smartphone Samsung? Essa pode ser uma realidade em breve, pois a Samsung está considerando trocar o mecanismo de busca padrão do Google pelo Bing, da Microsoft, em seus dispositivos Galaxy.

    Essa mudança pode ter um grande impacto no mercado de buscas e na receita do Google, que depende muito dos acordos com fabricantes de smartphones para manter sua posição dominante.

    Mas por que a Samsung estaria interessada em fazer essa mudança? Uma das possíveis razões é a tecnologia de inteligência artificial (IA) que o Bing incorporou recentemente. O Bing se tornou um buscador mais inteligente e capaz de fornecer respostas mais precisas e relevantes aos usuários, graças à integração do chatbot ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI. O ChatGPT é uma tecnologia de geração de texto que usa redes neurais profundas para aprender com bilhões de textos na internet e produzir respostas coerentes e naturais.

    O Google também está trabalhando em suas próprias tecnologias de IA para melhorar seu mecanismo de busca e oferecer uma experiência mais personalizada aos usuários. No entanto, o Google ainda não conseguiu superar o Bing em termos de qualidade e confiabilidade das respostas. Além disso, o Google enfrenta uma forte concorrência de outros buscadores equipados com IA, como a OpenAI, que criou o ChatGPT.

    A Samsung é a maior fabricante de smartphones do mundo e vendeu 259 milhões de unidades no ano passado. A maioria dos seus dispositivos roda o sistema operacional Android, do Google. Se a Samsung decidir mudar para o Bing, isso pode significar uma perda de receita anual de US$ 3 bilhões para o Google, além de uma perda de prestígio e de participação de mercado.

    Ainda não há uma decisão oficial da Samsung sobre essa possível mudança. O contrato entre a Samsung e o Google está em negociação e é provável que a Samsung ainda mantenha o Google como seu mecanismo de busca padrão. No entanto, essa possibilidade mostra que o mercado de buscas está em constante evolução e que os usuários podem ter mais opções e benefícios com a concorrência entre os buscadores.

    Essa mudança pode ter um grande impacto no mercado de buscas e na receita do Google, que depende muito dos acordos com fabricantes de smartphones para manter sua posição dominante.

    Mas por que a Samsung estaria interessada em fazer essa mudança? Uma das possíveis razões é a tecnologia de inteligência artificial (IA) que o Bing incorporou recentemente. O Bing se tornou um buscador mais inteligente e capaz de fornecer respostas mais precisas e relevantes aos usuários, graças à integração do chatbot ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI. O ChatGPT é uma tecnologia de geração de texto que usa redes neurais profundas para aprender com bilhões de textos na internet e produzir respostas coerentes e naturais.

    O Google também está trabalhando em suas próprias tecnologias de IA para melhorar seu mecanismo de busca e oferecer uma experiência mais personalizada aos usuários. No entanto, o Google ainda não conseguiu superar o Bing em termos de qualidade e confiabilidade das respostas. Além disso, o Google enfrenta uma forte concorrência de outros buscadores equipados com IA, como a OpenAI, que criou o ChatGPT.

    A Samsung é a maior fabricante de smartphones do mundo e vendeu 259 milhões de unidades no ano passado. A maioria dos seus dispositivos roda o sistema operacional Android, do Google. Se a Samsung decidir mudar para o Bing, isso pode significar uma perda de receita anual de US$ 3 bilhões para o Google, além de uma perda de prestígio e de participação de mercado.

    Ainda não há uma decisão oficial da Samsung sobre essa possível mudança. O contrato entre a Samsung e o Google está em negociação e é provável que a Samsung ainda mantenha o Google como seu mecanismo de busca padrão. No entanto, essa possibilidade mostra que o mercado de buscas está em constante evolução e que os usuários podem ter mais opções e benefícios com a concorrência entre os buscadores.

  • Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    Para combater as fake news nas redes sociais, STF se reúne novamente com as big techs

    O Supremo Tribunal Federal (STF) reúne nesta terça-feira (28) com representantes das principais plataformas digitais do mundo para debater a responsabilidade das empresas sobre os conteúdos publicados por seus usuários.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.

    O encontro faz parte de uma audiência pública convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, que investiga a disseminação de notícias falsas e ataques aos ministros da Corte.

    Segundo o Globo, participam da audiência os representantes do TikTok, Google, Facebook, Twitter e WhatsApp.

    Entre os principais pontos abordados, destacam-se:

    • A defesa da liberdade de expressão e do direito à informação como valores fundamentais das plataformas, mas também a necessidade de combater os abusos e as violações aos direitos humanos.

    • A importância da colaboração entre as empresas, o poder público, a sociedade civil e a imprensa para enfrentar o problema das fake news, respeitando o devido processo legal e a privacidade dos usuários.

    • A adoção de medidas preventivas e reativas para identificar, remover ou reduzir a visibilidade de conteúdos que violem as regras das plataformas ou a legislação vigente, bem como para promover a educação midiática e o jornalismo profissional.

    • A dificuldade de definir o que é uma fake news, dada a complexidade e a diversidade dos contextos em que elas surgem e circulam, e a necessidade de evitar a censura ou a interferência indevida na liberdade de expressão.

    A audiência pública é um instrumento democrático que permite ao STF ouvir diferentes vozes e perspectivas sobre um tema relevante para a sociedade. O objetivo é subsidiar o julgamento de uma ação que questiona a constitucionalidade da Lei das Fake News (Lei nº 13.834/2019), que tipifica o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

    O debate sobre as fake news nas redes sociais é fundamental para garantir o direito à informação verídica e de qualidade, bem como para preservar a democracia e o Estado de Direito. Por isso, é importante que todos os envolvidos nesse processo sejam responsáveis e transparentes em suas ações e comunicações.