O Google anunciou que vai bloquear publicidade dirigida com base em idade, sexo ou interesses para pessoas com menos de 18 anos. A companhia também vai usar filtros de busca segura para usuários com até esta idade.
Além disso, foi implementada uma nova política para todos os usuários com menos de 18 anos para que seus pais ou protetores possam pedir a remoção das imagens do menor dos resultados de busca do Google.
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Escolher o nome de um filho é, antes de tudo, um exercício exaustivo de eliminação de ranços. A gente senta no sofá, começa… Leia mais: Vicente, o vencedor do avesso
O YouTube, Gmail e Google Drive passaram por um período de interrupção global que afetou milhares de pessoas na manhã desta segunda-feira (14).
Os serviços foram afetados por quase uma hora e já foram restaurados. De acordo o site DownDetector, o problema ocorreu em várias partes do mundo, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Índia.
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A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui
A agência reguladora de internet francesa condenou o Google e a Amazon a pagarem multas de 100 milhões e 35 milhões de euros por terem violado a lei de privacidade no país.
As empresas foram acusadas de incluírem cookies publicitários no computadores dos usuários sem aviso prévio.
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Entenda por que o governo dos EUA classificou PCC e CV como terroristas internacionais e como essa medida afeta o financiamento do crime no Brasil.
O Globo:
Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.
O Tempo:
Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"
A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui
O Google anunciou que planeja investir cerca de 600 milhões de Euros em um novo centro de dados na Finlândia.
Apesar de já possuir um modelo parecido no mesmo local, a gigante da tecnologia disse que os seus serviços estão crescendo a cada dia.
Em 2009 o Google chegou a investir € 800 milhões para transformar uma antiga fábrica de papel em um moderno centro de dados que usa água do mar do Golfo da Finlândia para reduzir o uso de energia.
Os outros centros de dados do Google na Europa estão localizados na Holanda, Irlanda e Bélgica.
Ouça os detalhes na programação da W Rádio Brasil.
A rede social Google+, que já estava com seus dias contados, vai acabar antes do previsto.
Depois de dois problemas na segurança, que afetou cerca de 52,5 milhões de usuários, a Google decidiu acelerar o fim da rede social para abril de 2019.
No início de outubro, a Google revelou uma falha na rede que expôs informações de mais de 500 mil usuários, incluindo nome, endereço de e-mail e ocupações.
Na época, a gigante americana programou o fim do Google+ para agosto de 2019.
Em uma publicação em seu blog nesta segunda-feira (10), o Google informou que descobriu uma nova falha.
“Com a descoberta desse novo bug, decidimos agilizar o encerramento de todas as APIs do Google+; isso ocorrerá nos próximos 90 dias. Além disso, também decidimos acelerar o encerramento do Google+ para consumidores de agosto de 2019 para abril de 2019”, explicou a empresa.
O problema permitiu que informações de 52,5 milhões de pessoas fossem acessadas por desenvolvedores, mesmo que configuradas para permanecerem privadas.
A exposição ocorreu em novembro e durou seis dias. Os dados disponíveis foram nomes, emails, endereços, ocupações e idades.
O presidente dos EUA, Donald Trump, publicou um vídeo em seu Twitter onde acusa o Google de manipular os resultados de pesquisa. Além disso, ele também questionou o fato da empresa ignorar os eventos de sua agenda.
Segundo Trump, a empresa de Mountain View favorece resultados negativos a seu respeito. Quando um usuário pesquisa seu nome, o Google mostraria apenas os resultados pejorativos, ou seja, que denigrem sua imagem.
Além disso, Trump ainda alega que o Google deliberadamente ignora todos os comícios e eventos de sua agenda, ao contrário do que acontecia com seu antecessor.
No vídeo podemos ver claramente que eventos ligados à Barack Obama constantemente eram divulgados na página inicial do buscador.
Em resposta às acusações, o Google alegou que não escolhe lados políticos e reiterou que os resultados de pesquisa são mostrados de acordo com a relevância do assunto.
O assunto tem sido tema de debates nos últimos meses. Após diversas empresas de tecnologia serem acusadas de boicotar usuários declaradamente de Direita, não apenas nos EUA.
O caso de Trump não é o primeiro em que os resultados de pesquisa do Google mostram artigos de origem duvidosa e pouco relevante no seu topo da pesquisa.
Vale lembrar que o Facebook e Twitter recentemente receberam duras críticas ao punirem (bloqueando contas) de forma desigual, grupos ligados a partidos políticos de direita e esquerda.