Tag: Gravidez

  • Complicações na gravidez aumentam o risco de mortalidade das mulheres nos próximos 50 anos

    Complicações na gravidez aumentam o risco de mortalidade das mulheres nos próximos 50 anos

    A gravidez é um evento reprodutivo importante para as mulheres, que pode ter implicações para a saúde ao longo da vida.

    Algumas complicações comuns na gravidez, como parto prematuro, distúrbios hipertensivos e diabetes gestacional, estão associadas a um maior risco de mortalidade nas próximas cinco décadas após a gestação.

    É o que mostra um estudo recente publicado na revista Circulation, que acompanhou mais de 45 mil mulheres grávidas nos Estados Unidos entre as décadas de 1950 e 1960. Os pesquisadores registraram as complicações na gravidez e seguiram as participantes depois do parto.

    Os resultados mostraram que aquelas que tiveram alguma dessas complicações na gravidez tiveram um risco maior de morte por qualquer causa, variando de 7% a 109%, dependendo do tipo e da causa da complicação. Além disso, o estudo encontrou uma relação entre o parto prematuro e o aumento da mortalidade por doenças cardiovasculares, diabetes, renais e respiratórias.

    O estudo foi liderado pela professora Cuilin Zhang, diretora do Centro Global para a Saúde das Mulheres Asiáticas (GloW) e professora titular do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina Yong Loo Lin da Universidade Nacional de Cingapura (NUS Medicine), em colaboração com pesquisadores da Universidade da Pensilvânia e dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH).

    Segundo a professora Zhang, o estudo destaca a importância de promover uma longevidade saudável desde cedo, cuidando da saúde materna durante a gravidez. Ela também ressalta que é preciso mais pesquisas para entender os mecanismos biológicos por trás das associações encontradas e desenvolver intervenções preventivas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Algumas complicações comuns na gravidez, como parto prematuro, distúrbios hipertensivos e diabetes gestacional, estão associadas a um maior risco de mortalidade nas próximas cinco décadas após a gestação.

    É o que mostra um estudo recente publicado na revista Circulation, que acompanhou mais de 45 mil mulheres grávidas nos Estados Unidos entre as décadas de 1950 e 1960. Os pesquisadores registraram as complicações na gravidez e seguiram as participantes depois do parto.

    Os resultados mostraram que aquelas que tiveram alguma dessas complicações na gravidez tiveram um risco maior de morte por qualquer causa, variando de 7% a 109%, dependendo do tipo e da causa da complicação. Além disso, o estudo encontrou uma relação entre o parto prematuro e o aumento da mortalidade por doenças cardiovasculares, diabetes, renais e respiratórias.

    O estudo foi liderado pela professora Cuilin Zhang, diretora do Centro Global para a Saúde das Mulheres Asiáticas (GloW) e professora titular do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina Yong Loo Lin da Universidade Nacional de Cingapura (NUS Medicine), em colaboração com pesquisadores da Universidade da Pensilvânia e dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH).

    Segundo a professora Zhang, o estudo destaca a importância de promover uma longevidade saudável desde cedo, cuidando da saúde materna durante a gravidez. Ela também ressalta que é preciso mais pesquisas para entender os mecanismos biológicos por trás das associações encontradas e desenvolver intervenções preventivas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • RJ lidera ranking com a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no Brasil

    RJ lidera ranking com a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no Brasil

    A sífilis pode ser transmitida da mãe para o feto, o que pode resultar em complicações graves no bebê, incluindo má formação fetal e risco de morte.

    O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.

    Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.

    Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.

    As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.

    Com informações do Jornal O Globo.

    O Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortalidade infantil por sífilis no país, com uma média de 5,5 mortes por cada mil nascidos vivos em 2022.

    A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gravidez e pode levar a complicações graves no bebê, como má formação fetal e até mesmo morte.

    Os especialistas apontam que o diagnóstico tardio e a falta de tratamento adequado estão entre os principais fatores que contribuem para essa alta taxa de mortalidade infantil por sífilis no estado.

    Além disso, a pandemia de Covid-19 também pode estar afetando a detecção e o tratamento da doença, pois as pessoas estão evitando ir aos hospitais por medo de contaminação.

    As autoridades de saúde estão trabalhando para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da sífilis para evitar a mortalidade infantil.

    Com informações do Jornal O Globo.

  • UFMG identifica 68 bebês que nasceram com anticorpos para a Covid-19


    Conteúdo em áudio produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante

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    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

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    Veja também:

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

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  • Gestantes morrem mais de Covid-19 do que o resto da população, afirma Observatório Obstétrico

    A Covid-19 no Brasil está matando mais gestantes e puérperas do que a população em geral. Dados do Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19), mostram um aumento importante da média semanal de mortes por Covid-19 em 2021, em relação ao ano passado.

    “Entre as gestantes e puérperas, esse aumento é de 200%, enquanto que entre a população geral é de 90%”, disse a obstetra Rossana Francisco em entrevista à RFI.

    Segundo dados do OOBr Covid-19, somente nos quatro primeiros meses deste ano, 494 mortes maternas foram registradas, ultrapassando os 457 óbitos dentro deste grupo contabilizados em todo o ano de 2020.


    Ouça a W:

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  • Pesquisa revela que mães jovens reduzem o consumo de álcool durante a gravidez

    Uma nova pesquisa revelou que mães jovens reduzem a ingestão de álcool durante a gravidez. A pesquisa rastreou os hábitos de consumo de mais de 4.000 mães na adolescência, na faixa dos 20 e 30 anos. A maioria reduz drasticamente o consumo de álcool ao saber que estão grávidas.

    Confira na reportagem de Flávio Assunção.

  • Brasil investiga riscos do antirretroviral dolutegravir na gravidez

    O antirretroviral dolutegravir está sob investigação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por suspeita de ocorrência de problemas em fetos de mulheres que tomavam o remédio no momento da concepção. O trabalho é conduzido pela Gerência de Farmacovigilância.

    A investigação no Brasil acontece em paralelo à divulgação, por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), de nota que alerta para “potencial questão de segurança” relacionada a defeitos do tubo neural em bebês nascidos de mulheres que utilizavam o dolutegravir quando engravidaram. O remédio é usado no tratamento do HIV.

    De acordo com o comunicado da OMS, o problema foi identificado a partir de uma análise de estudo observacional em andamento em Botsuana, que encontrou quatro casos de defeitos do tubo neural entre 426 mulheres que engravidaram enquanto tomavam o antirretroviral.

    Dados preliminares sugerem que o risco surge da exposição da mulher ao dolutegravir no momento da concepção, e não durante a gravidez.

    Testes

    O fabricante ViiV Healthcare informou que o medicamento foi testado em um pacote completo de estudos toxicológicos reprodutivos, incluindo estudos de desenvolvimento embriofetal em ratos e coelhos, nos quais a dose foi administrada durante período crítico para ocorrência de defeitos do tubo neural. Não houve evidência de resultados adversos.

    O monitoramento em Botsuana, segundo a OMS, está em curso para outras mulheres grávidas que foram expostas ao remédio no momento da concepção. Os desfechos serão acompanhados ao longo dos próximos nove meses (maio de 2018 a fevereiro de 2019) e os resultados deverão ser conhecidos em seguida.

    Enquanto isso, a entidade aconselha que os países e ministérios sigam as Diretrizes Consolidadas de Terapia Anti-retroviral da OMS de 2016 e considerem o seguinte:

    – mulheres grávidas que estão tomando dolutegravir não devem interromper a terapia antirretroviral e devem falar com seu médico para orientação adicional.

    – a terapia antirretroviral para mulheres em idade fértil, incluindo mulheres grávidas, deve basear-se em medicamentos para os quais estejam disponíveis dados de eficácia e segurança adequados; um regime à base de efavirenz é um regime de primeira linha seguro e eficaz.

    – se outros antirretrovirais de primeira linha não puderem ser usados em mulheres em idade fértil, o dolutegravir pode ser considerado nos casos em que a contracepção consistente possa ser assegurada.

    – os programas devem continuar fortalecendo a farmacovigilância, incluindo o monitoramento dos desfechos dos nascimentos.

    Entenda

    O tubo neural é a base da medula espinhal, do cérebro, do osso e dos tecidos que o rodeiam. Os defeitos acontecem quando o local não se forma completamente. A formação, nesse caso, se dá até o 28º dia após a concepção.

    Defeitos do tubo neural podem estar relacionados à deficiência de folato, ao uso de outros medicamentos ou ao histórico familiar. A OMS recomenda que as mulheres tomem suplementos diários de ácido fólico antes da concepção e durante a gravidez para ajudar a prevenir esse tipo de problema.

  • Uma em cada 14 mulheres nos EUA fumam durante a gravidez

    Um estudo realizado nos Estados Unidos, pela revista “Time”, reunindo dados de mulheres grávidas em 2016 apontou que 7,2% delas mantiveram a prática de consumo de tabaco durante a gestação.

    50 estados de Washington D. C. participaram da pesquisa, que também revelou que a maioria das mulheres tinham entre 20 e 24 anos e que os bebês nascidos nessa época nasceram com danos cerebrais e do tecido pulmonar.

    Isso ocorre porque Nicotina e monóxido de carbono são os componentes que mais afetam o futuro bebê, pois diminuem a sua capacidade de absorver oxigênio.