Tag: gripe aviária

  • Mamíferos Sob Ataque: Vírus da Gripe Aviária H5N1 Ameaça Espécies e Fronteiras

    Mamíferos Sob Ataque: Vírus da Gripe Aviária H5N1 Ameaça Espécies e Fronteiras

    Descobertas recentes ressaltam a interconexão entre a saúde animal e humana, pesquisadores revelaram a possibilidade de transmissão do vírus da gripe aviária H5N1 entre mamíferos, com casos documentados afetando leões-marinhos na América do Sul.

    O estudo, publicado na renomada revista BMC Veterinary Research, aponta para a morte de leões-marinhos-da-patagônia, evidenciando a capacidade do vírus de se adaptar e potencialmente se espalhar entre diferentes espécies de mamíferos.

    Esta descoberta não é apenas um marco na pesquisa virológica, mas também um sinal de alerta para a saúde pública global. A adaptação do vírus H5N1 a novos hospedeiros mamíferos sugere que as barreiras entre espécies, que antes limitavam sua propagação, estão sendo superadas, aumentando o risco de um surto mais amplo que poderia afetar outras espécies, incluindo os humanos.

    O estudo destaca o trabalho de pesquisadores brasileiros e internacionais que estão na vanguarda da luta contra a evolução e a propagação de vírus. Eles enfatizam a necessidade de vigilância genômica e pesquisa contínua para entender melhor esses patógenos e desenvolver estratégias eficazes para mitigar sua disseminação.

    As implicações deste estudo são vastas, abrangendo preocupações ambientais e de saúde pública. A transmissão do H5N1 entre mamíferos pode ter consequências devastadoras para ecossistemas já fragilizados e para a biodiversidade. Além disso, a possibilidade de transmissão para humanos coloca em perspectiva a urgência de uma abordagem holística e coordenada para prevenir futuras emergências de saúde pública.

    A pesquisa sublinha a importância crítica de entender as complexas interações entre fatores ambientais, humanos e animais silvestres. Ela serve como um lembrete de que a saúde do nosso planeta e de seus habitantes está intrinsecamente ligada, e que ações imediatas são necessárias para proteger a vida em todas as suas formas.

    À medida que o mundo enfrenta desafios sem precedentes relacionados a pandemias, a descoberta reforça a mensagem de que a prevenção e o controle de doenças não são apenas uma questão de saúde humana, mas também uma questão de conservação e respeito pela vida selvagem. É um chamado à ação para governos, organizações e indivíduos para trabalharem juntos na proteção da saúde global, tanto para o presente quanto para as gerações futuras.

    Fontes: Link 1, Link 2.


    O estudo, publicado na renomada revista BMC Veterinary Research, aponta para a morte de leões-marinhos-da-patagônia, evidenciando a capacidade do vírus de se adaptar e potencialmente se espalhar entre diferentes espécies de mamíferos.

    Esta descoberta não é apenas um marco na pesquisa virológica, mas também um sinal de alerta para a saúde pública global. A adaptação do vírus H5N1 a novos hospedeiros mamíferos sugere que as barreiras entre espécies, que antes limitavam sua propagação, estão sendo superadas, aumentando o risco de um surto mais amplo que poderia afetar outras espécies, incluindo os humanos.

    O estudo destaca o trabalho de pesquisadores brasileiros e internacionais que estão na vanguarda da luta contra a evolução e a propagação de vírus. Eles enfatizam a necessidade de vigilância genômica e pesquisa contínua para entender melhor esses patógenos e desenvolver estratégias eficazes para mitigar sua disseminação.

    As implicações deste estudo são vastas, abrangendo preocupações ambientais e de saúde pública. A transmissão do H5N1 entre mamíferos pode ter consequências devastadoras para ecossistemas já fragilizados e para a biodiversidade. Além disso, a possibilidade de transmissão para humanos coloca em perspectiva a urgência de uma abordagem holística e coordenada para prevenir futuras emergências de saúde pública.

    A pesquisa sublinha a importância crítica de entender as complexas interações entre fatores ambientais, humanos e animais silvestres. Ela serve como um lembrete de que a saúde do nosso planeta e de seus habitantes está intrinsecamente ligada, e que ações imediatas são necessárias para proteger a vida em todas as suas formas.

    À medida que o mundo enfrenta desafios sem precedentes relacionados a pandemias, a descoberta reforça a mensagem de que a prevenção e o controle de doenças não são apenas uma questão de saúde humana, mas também uma questão de conservação e respeito pela vida selvagem. É um chamado à ação para governos, organizações e indivíduos para trabalharem juntos na proteção da saúde global, tanto para o presente quanto para as gerações futuras.

    Fontes: Link 1, Link 2.


  • Descoberta de Gripe Aviária em pinguins na Antártica preocupa cientistas

    Descoberta de Gripe Aviária em pinguins na Antártica preocupa cientistas

    Cientistas confirmaram a presença do vírus da gripe aviária H5N1 em pinguins e corvos-marinhos na Antártica.

    Esta é a primeira vez que tal vírus é detectado nestas espécies no continente gelado, levantando preocupações sobre o impacto na vida selvagem local.

    Após um estudo abrangente em 13 locais de reprodução, foram identificados nove casos do vírus, indicando uma possível disseminação na região. O impacto já é sentido no Chile, onde, em 2023, aproximadamente 10% da população de pinguins-de-humboldt foi dizimada devido à doença.

    Além disso, um caso humano de infecção pelo H5N1 foi registrado, com um homem de 53 anos hospitalizado em estado grave. Especialistas estão em alerta, pois a situação evidencia o potencial de transmissão entre espécies e a necessidade de vigilância contínua.

    As autoridades de saúde e organizações ambientais estão colaborando para monitorar e conter a propagação do vírus, enfatizando a importância de proteger tanto a saúde humana quanto a biodiversidade antártica.

    Esta é a primeira vez que tal vírus é detectado nestas espécies no continente gelado, levantando preocupações sobre o impacto na vida selvagem local.

    Após um estudo abrangente em 13 locais de reprodução, foram identificados nove casos do vírus, indicando uma possível disseminação na região. O impacto já é sentido no Chile, onde, em 2023, aproximadamente 10% da população de pinguins-de-humboldt foi dizimada devido à doença.

    Além disso, um caso humano de infecção pelo H5N1 foi registrado, com um homem de 53 anos hospitalizado em estado grave. Especialistas estão em alerta, pois a situação evidencia o potencial de transmissão entre espécies e a necessidade de vigilância contínua.

    As autoridades de saúde e organizações ambientais estão colaborando para monitorar e conter a propagação do vírus, enfatizando a importância de proteger tanto a saúde humana quanto a biodiversidade antártica.

  • Gripe aviária atinge aves silvestres em São Paulo e outros três estados

    Gripe aviária atinge aves silvestres em São Paulo e outros três estados

    O Brasil registrou o primeiro caso de gripe aviária em São Paulo, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária. A doença foi detectada em uma ave silvestre da espécie trinta-réis-real, encontrada no município de Ubatuba, no litoral norte do estado. Outra ave da mesma espécie também foi diagnosticada com o vírus H5N1 em Niterói, no…

    Ao todo, o país já confirmou 24 focos de influenza aviária de alta patogenicidade em aves silvestres nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. A doença também foi identificada em outras nove espécies de aves, como atobá-pardo, corujinha-do-mato e cisne-de-pescoço-preto.

    A gripe aviária é uma doença causada por vírus que afeta principalmente as aves, mas pode ser transmitida para outros animais e humanos. O vírus H5N1 é considerado um dos mais perigosos e já matou mais de 58 milhões de aves pelo mundo desde outubro de 2022.

    Apesar dos casos em aves silvestres, o ministério afirma que o Brasil continua livre de gripe aviária na criação comercial e que exporta produtos de forma segura. O consumo de carne e ovos também permanece sem risco para a saúde humana.

    Para evitar a disseminação da doença no país, o governo publicou uma portaria em março deste ano com medidas de prevenção, como a suspensão de eventos com aglomeração de aves e a proibição da criação de aves ao ar livre. A portaria tem duração de 90 dias e expira no final de junho.

    O ministério recomenda que a população evite contato com aves doentes ou mortas e acione o serviço veterinário local ou o sistema e-Sisbravet em caso de suspeita da doença.

    Ao todo, o país já confirmou 24 focos de influenza aviária de alta patogenicidade em aves silvestres nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. A doença também foi identificada em outras nove espécies de aves, como atobá-pardo, corujinha-do-mato e cisne-de-pescoço-preto.

    A gripe aviária é uma doença causada por vírus que afeta principalmente as aves, mas pode ser transmitida para outros animais e humanos. O vírus H5N1 é considerado um dos mais perigosos e já matou mais de 58 milhões de aves pelo mundo desde outubro de 2022.

    Apesar dos casos em aves silvestres, o ministério afirma que o Brasil continua livre de gripe aviária na criação comercial e que exporta produtos de forma segura. O consumo de carne e ovos também permanece sem risco para a saúde humana.

    Para evitar a disseminação da doença no país, o governo publicou uma portaria em março deste ano com medidas de prevenção, como a suspensão de eventos com aglomeração de aves e a proibição da criação de aves ao ar livre. A portaria tem duração de 90 dias e expira no final de junho.

    O ministério recomenda que a população evite contato com aves doentes ou mortas e acione o serviço veterinário local ou o sistema e-Sisbravet em caso de suspeita da doença.

  • Gripe aviária: o que é, como se transmite e como se prevenir

    Gripe aviária: o que é, como se transmite e como se prevenir

    A gripe aviária é uma doença causada por uma variedade do vírus influenza A que afeta principalmente as aves, mas que pode infectar alguns mamíferos, incluindo humanos.

    Os sintomas são parecidos com os da gripe comum, mas podem evoluir para complicações graves, como pneumonia ou sangramento.

    A transmissão da gripe aviária para humanos é rara, mas pode acontecer pelo contato direto com aves infectadas ou pelo consumo de carne mal cozida. A doença é considerada de alto risco para a avicultura comercial, pois pode causar grandes perdas econômicas e sanitárias.

    Para prevenir a gripe aviária, é importante evitar o contato com aves doentes ou mortas, usar equipamentos de proteção ao manusear carne crua ou abatida e cozinhar bem os alimentos de origem animal. Além disso, é fundamental notificar os órgãos oficiais de saúde animal em caso de suspeita da doença.

    A gripe aviária e a influenza são termos que se referem à mesma doença causada por uma variedade do vírus Influenza A.

    A gripe aviária é também conhecida como gripe do frango ou influenza aviária. Existem diferentes subtipos do vírus Influenza A que podem causar a gripe aviária, sendo os mais comuns o H5N1, H5N8, H7N9, H9N2, H10N3 e H3N8.

    Os sintomas são parecidos com os da gripe comum, mas podem evoluir para complicações graves, como pneumonia ou sangramento.

    A transmissão da gripe aviária para humanos é rara, mas pode acontecer pelo contato direto com aves infectadas ou pelo consumo de carne mal cozida. A doença é considerada de alto risco para a avicultura comercial, pois pode causar grandes perdas econômicas e sanitárias.

    Para prevenir a gripe aviária, é importante evitar o contato com aves doentes ou mortas, usar equipamentos de proteção ao manusear carne crua ou abatida e cozinhar bem os alimentos de origem animal. Além disso, é fundamental notificar os órgãos oficiais de saúde animal em caso de suspeita da doença.

    A gripe aviária e a influenza são termos que se referem à mesma doença causada por uma variedade do vírus Influenza A.

    A gripe aviária é também conhecida como gripe do frango ou influenza aviária. Existem diferentes subtipos do vírus Influenza A que podem causar a gripe aviária, sendo os mais comuns o H5N1, H5N8, H7N9, H9N2, H10N3 e H3N8.

  • Brasil confirma primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no ES

    Brasil confirma primeiros casos de gripe aviária em aves silvestres no ES

    A gripe aviária é uma doença viral altamente contagiosa que afeta aves domésticas e silvestres, podendo causar graves prejuízos econômicos para a avicultura comercial e riscos à saúde pública.

    O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) pode ser transmitido por aves migratórias que entram em contato com aves locais, seja de subsistência, produção ou silvestres.

    O Brasil nunca registrou casos de IAAP em seu território, mas recentemente o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a identificação dos dois primeiros casos da doença em duas aves marinhas da espécie Trinta-réis-de-bando, resgatadas no litoral do Espírito Santo. Esses foram os primeiros casos da doença registrados no Brasil.

    Segundo o Mapa, as aves não fazem parte do sistema de produção avícola e não há risco de contaminação nas fábricas de frangos e ovos ou de afetar o abastecimento interno. Os alimentos podem ser consumidos com segurança. Além disso, o ministério ressalta que a situação não muda o reconhecimento do Brasil como país livre da gripe aviária pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Apesar disso, o Mapa declarou estado de alerta e intensificou as medidas de prevenção e vigilância da doença no país, em atenção ao aumento dos casos de IAAP na América do Sul. Países vizinhos como Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Chile já notificaram focos da doença em aves silvestres e domésticas. O período de maior migração de aves do Hemisfério Norte para a América do Sul vai de novembro a abril.

    O Mapa orienta os produtores a reforçarem as medidas de biosseguridade nas granjas e a notificarem imediatamente qualquer suspeita da doença aos serviços veterinários oficiais ou pela internet na plataforma e-Sisbravet. A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.

    A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de frango ou ovos, mas pode infectar humanos por meio do contato com aves infectadas, vivas ou mortas. Por isso, não se deve tocar ou recolher aves doentes, pois o vírus fica presente em fezes e secreções respiratórias dos animais.

    A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza em seu site informações básicas sobre a influenza aviária para produtores, viajantes e extensionistas, além de um plano de contingência para a doença.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) pode ser transmitido por aves migratórias que entram em contato com aves locais, seja de subsistência, produção ou silvestres.

    O Brasil nunca registrou casos de IAAP em seu território, mas recentemente o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a identificação dos dois primeiros casos da doença em duas aves marinhas da espécie Trinta-réis-de-bando, resgatadas no litoral do Espírito Santo. Esses foram os primeiros casos da doença registrados no Brasil.

    Segundo o Mapa, as aves não fazem parte do sistema de produção avícola e não há risco de contaminação nas fábricas de frangos e ovos ou de afetar o abastecimento interno. Os alimentos podem ser consumidos com segurança. Além disso, o ministério ressalta que a situação não muda o reconhecimento do Brasil como país livre da gripe aviária pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Apesar disso, o Mapa declarou estado de alerta e intensificou as medidas de prevenção e vigilância da doença no país, em atenção ao aumento dos casos de IAAP na América do Sul. Países vizinhos como Colômbia, Equador, Venezuela, Peru e Chile já notificaram focos da doença em aves silvestres e domésticas. O período de maior migração de aves do Hemisfério Norte para a América do Sul vai de novembro a abril.

    O Mapa orienta os produtores a reforçarem as medidas de biosseguridade nas granjas e a notificarem imediatamente qualquer suspeita da doença aos serviços veterinários oficiais ou pela internet na plataforma e-Sisbravet. A influenza aviária de alta patogenicidade é caracterizada principalmente pela alta mortalidade de aves que pode ser acompanhada por sinais clínicos, tais como andar cambaleante; torcicolo; dificuldade respiratória e diarreia.

    A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne de frango ou ovos, mas pode infectar humanos por meio do contato com aves infectadas, vivas ou mortas. Por isso, não se deve tocar ou recolher aves doentes, pois o vírus fica presente em fezes e secreções respiratórias dos animais.

    A Embrapa Suínos e Aves disponibiliza em seu site informações básicas sobre a influenza aviária para produtores, viajantes e extensionistas, além de um plano de contingência para a doença.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    Gripe aviária H3N8: o que é, quais os riscos e como se prevenir

    A gripe aviária é uma doença causada por vírus influenza que afetam principalmente as aves, mas que podem ocasionalmente infectar outros animais e humanos.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.

    Existem vários subtipos de vírus influenza, sendo o H3N8 um deles. Esse subtipo é comum em aves e pássaros selvagens, mas raramente causa doença em humanos.

    No entanto, recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o primeiro caso fatal de infecção humana por H3N8 na China. A vítima foi uma mulher de 56 anos que morava na província de Guangdong e que teve contato com aves doentes. Ela apresentou sintomas como febre, tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória, e morreu após desenvolver pneumonia e falência múltipla de órgãos.

    Esse foi o terceiro caso de infecção humana por H3N8 no mundo, sendo os outros dois também registrados na China, em 2022 e 2021, respectivamente. Ambos os pacientes se recuperaram da doença. Segundo a OMS, não há evidências de transmissão sustentada do vírus entre humanos, mas há um risco potencial de que ele possa se adaptar e se tornar mais contagioso.

    A gripe aviária pode causar graves consequências para a saúde pública e para a economia, especialmente para os países que dependem da produção avícola. No Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) informou que monitora constantemente a situação da gripe aviária no mundo e que adota medidas de prevenção e controle para evitar a entrada do vírus no país.

    Entre as medidas estão a proibição da importação de aves e produtos derivados de países com casos de gripe aviária, a fiscalização nas fronteiras e nos aeroportos, a vigilância sanitária nas granjas e nos criatórios domésticos, a vacinação dos animais suscetíveis ao vírus, a notificação obrigatória de qualquer suspeita da doença e a educação sanitária dos produtores e consumidores.

    Para se prevenir da gripe aviária, é importante evitar o contato direto ou indireto com aves doentes ou mortas, lavar bem as mãos com água e sabão após manipular aves ou ovos, cozinhar bem os alimentos de origem animal antes de consumir, usar máscara e luvas ao lidar com aves ou produtos derivados e procurar atendimento médico imediato em caso de sintomas respiratórios.

    A gripe aviária é uma doença grave que pode afetar tanto os animais quanto os humanos. Por isso, é fundamental estar atento às informações oficiais e seguir as recomendações das autoridades sanitárias para evitar a disseminação do vírus.