Tag: Home Office

  • Trabalho remoto redefine a vida urbana: como cidades caras se tornaram redutos de gestores

    Trabalho remoto redefine a vida urbana: como cidades caras se tornaram redutos de gestores

    A pandemia de COVID-19 e a subsequente ascensão do trabalho remoto transformaram o cenário urbano e residencial dos EUA e de muitos países, inclusive o Brasil.

    Uma análise recente da ADP (ADP Research Institute) revelou que as cidades mais caras estão se tornando cada vez mais povoadas por gestores, enquanto os trabalhadores de linha de frente estão se deslocando para áreas mais acessíveis.

    O estudo introduziu o “índice de liderança”, uma métrica que compara a proporção de gestores versus trabalhadores de linha de frente em áreas metropolitanas. Desde o início da pandemia, cidades com custos de moradia elevados, como São Francisco, Seattle, Los Angeles, Boston, Washington, D.C., e Nova York, registraram aumentos significativos nesse índice.

    A mudança é atribuída ao fato de que muitos gestores preferem manter-se próximos aos centros de decisão, enquanto os trabalhadores não gerenciais podem exercer suas funções remotamente de locais com custo de vida mais baixo. Isso levou ao surgimento de “cidades secundárias”, consideradas opções metropolitanas mais acessíveis.

    Além disso, a tendência de trabalhar remotamente fez com que os trabalhadores vivessem, em média, a 27 milhas de distância de seus empregos, com cerca de 5% vivendo a mais de 50 milhas de distância. Essa dispersão geográfica apresenta desafios para as políticas de retorno ao escritório e tem implicações significativas para o mercado imobiliário e a economia local.

    Especialistas alertam que, se essa tendência continuar, eventualmente apenas gestores altamente remunerados poderão se dar ao luxo de viver em cidades caras, alterando a dinâmica de negócios e a diversidade de mão de obra nessas áreas.

    Fonte: Link.

    Uma análise recente da ADP (ADP Research Institute) revelou que as cidades mais caras estão se tornando cada vez mais povoadas por gestores, enquanto os trabalhadores de linha de frente estão se deslocando para áreas mais acessíveis.

    O estudo introduziu o “índice de liderança”, uma métrica que compara a proporção de gestores versus trabalhadores de linha de frente em áreas metropolitanas. Desde o início da pandemia, cidades com custos de moradia elevados, como São Francisco, Seattle, Los Angeles, Boston, Washington, D.C., e Nova York, registraram aumentos significativos nesse índice.

    A mudança é atribuída ao fato de que muitos gestores preferem manter-se próximos aos centros de decisão, enquanto os trabalhadores não gerenciais podem exercer suas funções remotamente de locais com custo de vida mais baixo. Isso levou ao surgimento de “cidades secundárias”, consideradas opções metropolitanas mais acessíveis.

    Além disso, a tendência de trabalhar remotamente fez com que os trabalhadores vivessem, em média, a 27 milhas de distância de seus empregos, com cerca de 5% vivendo a mais de 50 milhas de distância. Essa dispersão geográfica apresenta desafios para as políticas de retorno ao escritório e tem implicações significativas para o mercado imobiliário e a economia local.

    Especialistas alertam que, se essa tendência continuar, eventualmente apenas gestores altamente remunerados poderão se dar ao luxo de viver em cidades caras, alterando a dinâmica de negócios e a diversidade de mão de obra nessas áreas.

    Fonte: Link.

  • Como a atenção plena pode melhorar sua saúde e seu desempenho no trabalho digital

    Como a atenção plena pode melhorar sua saúde e seu desempenho no trabalho digital

    Você já se sentiu sobrecarregado, ansioso ou viciado em seu trabalho digital? Se sim, você não está sozinho.

    Um novo estudo revelou que os funcionários que são mais atentos no ambiente de trabalho digital estão melhor protegidos contra esses efeitos negativos.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores das Escolas de Psicologia e Medicina da Universidade de Nottingham, e foi publicado na revista PLOS ONE. Eles analisaram os dados de uma pesquisa com 142 funcionários sobre suas experiências do lado sombrio do ambiente de trabalho digital, que foram identificados como: estresse, sobrecarga, ansiedade, medo de perder algo e vício, e como isso afetava sua saúde.

    Os resultados mostraram que os funcionários que eram mais confiantes digitalmente eram menos propensos a experimentar ansiedade no ambiente de trabalho digital, enquanto aqueles com maior atenção plena estavam melhor protegidos contra todos os efeitos do lado sombrio.

    A atenção plena é definida como um estado de consciência que envolve prestar atenção no momento presente de forma intencional e não julgadora. Os dados de 14 entrevistas também indicaram formas de como a atenção plena digital pode ajudar a proteger o bem-estar, como reduzir as emoções negativas, aumentar as emoções positivas, melhorar a auto-regulação e aprimorar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

    Os pesquisadores afirmam que as organizações precisam considerar como gerenciar os riscos do ambiente de trabalho digital, juntamente com outros riscos psicossociais e físicos no local de trabalho. Eles sugerem que ajudar os funcionários a desenvolver a consciência atenta ao trabalhar digitalmente pode realmente ajudar o bem-estar geral.

    O estudo foi financiado pelo ESRC-MGS (Conselho de Pesquisa Econômica e Social – Escola de Pós-Graduação de Midlands).

    O ambiente de trabalho digital se refere ao uso de tecnologias digitais, como e-mail, mensagens instantâneas e dispositivos móveis, para realizar tarefas de trabalho. Essas tecnologias podem contribuir para as percepções de estresse pelos funcionários e podem exigir que eles se adaptem a um ambiente de trabalho digital em constante evolução, o que pode levar à exaustão e à saúde precária.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo revelou que os funcionários que são mais atentos no ambiente de trabalho digital estão melhor protegidos contra esses efeitos negativos.

    O estudo foi conduzido por pesquisadores das Escolas de Psicologia e Medicina da Universidade de Nottingham, e foi publicado na revista PLOS ONE. Eles analisaram os dados de uma pesquisa com 142 funcionários sobre suas experiências do lado sombrio do ambiente de trabalho digital, que foram identificados como: estresse, sobrecarga, ansiedade, medo de perder algo e vício, e como isso afetava sua saúde.

    Os resultados mostraram que os funcionários que eram mais confiantes digitalmente eram menos propensos a experimentar ansiedade no ambiente de trabalho digital, enquanto aqueles com maior atenção plena estavam melhor protegidos contra todos os efeitos do lado sombrio.

    A atenção plena é definida como um estado de consciência que envolve prestar atenção no momento presente de forma intencional e não julgadora. Os dados de 14 entrevistas também indicaram formas de como a atenção plena digital pode ajudar a proteger o bem-estar, como reduzir as emoções negativas, aumentar as emoções positivas, melhorar a auto-regulação e aprimorar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

    Os pesquisadores afirmam que as organizações precisam considerar como gerenciar os riscos do ambiente de trabalho digital, juntamente com outros riscos psicossociais e físicos no local de trabalho. Eles sugerem que ajudar os funcionários a desenvolver a consciência atenta ao trabalhar digitalmente pode realmente ajudar o bem-estar geral.

    O estudo foi financiado pelo ESRC-MGS (Conselho de Pesquisa Econômica e Social – Escola de Pós-Graduação de Midlands).

    O ambiente de trabalho digital se refere ao uso de tecnologias digitais, como e-mail, mensagens instantâneas e dispositivos móveis, para realizar tarefas de trabalho. Essas tecnologias podem contribuir para as percepções de estresse pelos funcionários e podem exigir que eles se adaptem a um ambiente de trabalho digital em constante evolução, o que pode levar à exaustão e à saúde precária.

    Fonte: Link.

  • Teoria da Perda de Tempo Útil pode ser usada para questionar o trabalho presencial

    Teoria da Perda de Tempo Útil pode ser usada para questionar o trabalho presencial

    Depois de quase dois anos de trabalho remoto forçado pela pandemia de Covid-19, algumas empresas estão voltando ao trabalho presencial.

    Os principais motivos para essa decisão são a busca pela melhora na produtividade, o engajamento social, a criação de uma nova rotina e a adaptação à nova realidade econômica. No entanto, o trabalho presencial também pode trazer alguns pontos negativos, como o aumento dos custos com transporte, alimentação, vestuário e infraestrutura, o risco de contaminação pelo vírus, a dificuldade de conciliar as responsabilidades profissionais e pessoais, e o impacto na saúde mental dos trabalhadores. Além disso, há uma teoria jurídica chamada de Teoria da Perda de Tempo Útil, que defende a possibilidade de indenização por cobranças indevidas ou abusivas que fazem o consumidor perder tempo útil que poderia ser dedicado a outras atividades mais proveitosas. Essa teoria poderia ser aplicada também aos casos em que o trabalho presencial é considerado uma perda de tempo e dinheiro para o trabalhador.

    Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Robert Half em 2022, 86% dos profissionais brasileiros preferem continuar trabalhando remotamente ou em um modelo híbrido. Os principais benefícios apontados pelos entrevistados foram a economia de tempo e dinheiro com deslocamentos (77%), a flexibilidade de horários (75%), o equilíbrio entre vida pessoal e profissional (69%) e a redução do estresse (68%). Por outro lado, os principais desafios enfrentados foram a falta de interação com os colegas (52%), a dificuldade de separar o ambiente doméstico do profissional (51%), a falta de infraestrutura adequada (40%) e a queda na produtividade (38%).

    Já as empresas que optaram pelo retorno ao trabalho presencial afirmam que essa é uma forma de retomar a normalidade, estimular a criatividade, fortalecer a cultura organizacional e garantir a segurança dos dados. No entanto, essa decisão também implica em custos adicionais com aluguel, energia elétrica, água, limpeza, manutenção e equipamentos. Além disso, as empresas devem seguir os protocolos sanitários estabelecidos pelas autoridades de saúde, como o uso obrigatório de máscaras, o distanciamento social, a higienização frequente das mãos e dos objetos, e a realização periódica de testes para detectar possíveis casos de Covid-19.

    Para o advogado especialista em direito do consumidor e do trabalho, João Paulo Souza, o trabalho presencial pode ser considerado uma perda de tempo e dinheiro para o trabalhador em alguns casos. Ele explica que existe uma teoria jurídica chamada de Teoria da Perda de Tempo Útil, que foi desenvolvida pelo jurista Rizzatto Nunes. Segundo essa teoria, o consumidor tem direito à indenização por danos morais quando sofre uma cobrança indevida ou abusiva que lhe faz perder tempo útil que poderia ser dedicado a outras atividades mais proveitosas. Essa teoria poderia ser aplicada também aos casos em que o trabalhador é obrigado a se deslocar até o local de trabalho sem uma justificativa plausível ou sem uma contrapartida adequada.

    “O tempo é um bem jurídico tutelado pelo ordenamento jurídico brasileiro. O artigo 5º da Constituição Federal garante que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e que todos têm direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. O tempo é um elemento essencial para o exercício desses direitos. Portanto, se o trabalhador é submetido a uma situação que lhe faz perder tempo útil sem uma razão válida ou sem uma compensação justa, ele pode pleitear uma indenização por danos morais”, afirma Souza.

    O advogado ressalta, no entanto, que cada caso deve ser analisado individualmente, levando em conta as especificidades da função, do contrato, da empresa e do trabalhador. Ele também recomenda que o trabalhador busque um diálogo com o empregador para tentar encontrar uma solução que atenda aos interesses de ambas as partes. “O ideal é que haja uma negociação entre o trabalhador e o empregador para definir o melhor modelo de trabalho, seja ele presencial, remoto ou híbrido. O importante é que haja respeito, transparência e bom senso”, conclui Souza.

    Os principais motivos para essa decisão são a busca pela melhora na produtividade, o engajamento social, a criação de uma nova rotina e a adaptação à nova realidade econômica. No entanto, o trabalho presencial também pode trazer alguns pontos negativos, como o aumento dos custos com transporte, alimentação, vestuário e infraestrutura, o risco de contaminação pelo vírus, a dificuldade de conciliar as responsabilidades profissionais e pessoais, e o impacto na saúde mental dos trabalhadores. Além disso, há uma teoria jurídica chamada de Teoria da Perda de Tempo Útil, que defende a possibilidade de indenização por cobranças indevidas ou abusivas que fazem o consumidor perder tempo útil que poderia ser dedicado a outras atividades mais proveitosas. Essa teoria poderia ser aplicada também aos casos em que o trabalho presencial é considerado uma perda de tempo e dinheiro para o trabalhador.

    Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Robert Half em 2022, 86% dos profissionais brasileiros preferem continuar trabalhando remotamente ou em um modelo híbrido. Os principais benefícios apontados pelos entrevistados foram a economia de tempo e dinheiro com deslocamentos (77%), a flexibilidade de horários (75%), o equilíbrio entre vida pessoal e profissional (69%) e a redução do estresse (68%). Por outro lado, os principais desafios enfrentados foram a falta de interação com os colegas (52%), a dificuldade de separar o ambiente doméstico do profissional (51%), a falta de infraestrutura adequada (40%) e a queda na produtividade (38%).

    Já as empresas que optaram pelo retorno ao trabalho presencial afirmam que essa é uma forma de retomar a normalidade, estimular a criatividade, fortalecer a cultura organizacional e garantir a segurança dos dados. No entanto, essa decisão também implica em custos adicionais com aluguel, energia elétrica, água, limpeza, manutenção e equipamentos. Além disso, as empresas devem seguir os protocolos sanitários estabelecidos pelas autoridades de saúde, como o uso obrigatório de máscaras, o distanciamento social, a higienização frequente das mãos e dos objetos, e a realização periódica de testes para detectar possíveis casos de Covid-19.

    Para o advogado especialista em direito do consumidor e do trabalho, João Paulo Souza, o trabalho presencial pode ser considerado uma perda de tempo e dinheiro para o trabalhador em alguns casos. Ele explica que existe uma teoria jurídica chamada de Teoria da Perda de Tempo Útil, que foi desenvolvida pelo jurista Rizzatto Nunes. Segundo essa teoria, o consumidor tem direito à indenização por danos morais quando sofre uma cobrança indevida ou abusiva que lhe faz perder tempo útil que poderia ser dedicado a outras atividades mais proveitosas. Essa teoria poderia ser aplicada também aos casos em que o trabalhador é obrigado a se deslocar até o local de trabalho sem uma justificativa plausível ou sem uma contrapartida adequada.

    “O tempo é um bem jurídico tutelado pelo ordenamento jurídico brasileiro. O artigo 5º da Constituição Federal garante que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e que todos têm direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. O tempo é um elemento essencial para o exercício desses direitos. Portanto, se o trabalhador é submetido a uma situação que lhe faz perder tempo útil sem uma razão válida ou sem uma compensação justa, ele pode pleitear uma indenização por danos morais”, afirma Souza.

    O advogado ressalta, no entanto, que cada caso deve ser analisado individualmente, levando em conta as especificidades da função, do contrato, da empresa e do trabalhador. Ele também recomenda que o trabalhador busque um diálogo com o empregador para tentar encontrar uma solução que atenda aos interesses de ambas as partes. “O ideal é que haja uma negociação entre o trabalhador e o empregador para definir o melhor modelo de trabalho, seja ele presencial, remoto ou híbrido. O importante é que haja respeito, transparência e bom senso”, conclui Souza.

  • 5 melhores programas para monitorar funcionário em home office

    5 melhores programas para monitorar funcionário em home office

    O home office é uma modalidade de trabalho que vem ganhando cada vez mais espaço nas empresas.

    Porém, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre como acompanhar o desempenho e a produtividade dos seus colaboradores à distância.

    Para isso, existem programas que permitem monitorar as atividades, o tempo e a qualidade do trabalho dos funcionários em home office.

    Neste post, vamos apresentar 5 melhores programas para monitorar funcionário em home office. Confira!

    1. Time Doctor

      Time Doctor é um software que permite rastrear o tempo gasto em cada tarefa, bem como as pausas, os sites visitados e os aplicativos usados pelos funcionários. Além disso, o programa envia lembretes para que os colaboradores mantenham o foco e evitem distrações. O Time Doctor também gera relatórios detalhados sobre a produtividade, a eficiência e o desempenho de cada funcionário, facilitando o feedback e a avaliação.

    2. Hubstaff

      Hubstaff é outro programa que monitora o tempo e as atividades dos funcionários em home office. O software captura screenshots da tela dos colaboradores em intervalos definidos pelo gestor, permitindo verificar se eles estão trabalhando nas tarefas certas. O Hubstaff também rastreia a localização dos funcionários por meio do GPS, o que pode ser útil para equipes que realizam serviços externos.

    3. Trello

      Trello é uma ferramenta de gestão de projetos que ajuda a organizar as tarefas, os prazos e as responsabilidades dos funcionários em home office. O programa permite criar quadros com listas e cartões que representam as atividades a serem realizadas, bem como atribuir membros, anexar arquivos e adicionar comentários. O Trello facilita a comunicação e a colaboração entre os funcionários, além de oferecer uma visão geral do andamento dos projetos.

    4. Slack

      Slack é uma plataforma de comunicação que permite trocar mensagens, arquivos e chamadas de voz e vídeo com os funcionários em home office. O programa permite criar canais temáticos para discutir assuntos específicos, bem como integrar outras ferramentas como Google Drive, Dropbox e Zoom. O Slack ajuda a manter os funcionários conectados e alinhados com os objetivos da empresa.

    5. Asana

      Asana é mais uma ferramenta de gestão de projetos que permite monitorar as tarefas, os prazos e os resultados dos funcionários em home office. O programa permite criar projetos com listas, quadros ou cronogramas que mostram as atividades a serem feitas, bem como atribuir responsáveis, definir prioridades e acompanhar o progresso. A Asana também permite visualizar o desempenho dos funcionários por meio de gráficos e relatórios.

    Esses são alguns dos melhores programas para monitorar funcionário em home office. Com eles, você pode garantir que os seus colaboradores estejam trabalhando de forma eficiente e produtiva, mesmo à distância.

    Porém, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre como acompanhar o desempenho e a produtividade dos seus colaboradores à distância.

    Para isso, existem programas que permitem monitorar as atividades, o tempo e a qualidade do trabalho dos funcionários em home office.

    Neste post, vamos apresentar 5 melhores programas para monitorar funcionário em home office. Confira!

    1. Time Doctor

      Time Doctor é um software que permite rastrear o tempo gasto em cada tarefa, bem como as pausas, os sites visitados e os aplicativos usados pelos funcionários. Além disso, o programa envia lembretes para que os colaboradores mantenham o foco e evitem distrações. O Time Doctor também gera relatórios detalhados sobre a produtividade, a eficiência e o desempenho de cada funcionário, facilitando o feedback e a avaliação.

    2. Hubstaff

      Hubstaff é outro programa que monitora o tempo e as atividades dos funcionários em home office. O software captura screenshots da tela dos colaboradores em intervalos definidos pelo gestor, permitindo verificar se eles estão trabalhando nas tarefas certas. O Hubstaff também rastreia a localização dos funcionários por meio do GPS, o que pode ser útil para equipes que realizam serviços externos.

    3. Trello

      Trello é uma ferramenta de gestão de projetos que ajuda a organizar as tarefas, os prazos e as responsabilidades dos funcionários em home office. O programa permite criar quadros com listas e cartões que representam as atividades a serem realizadas, bem como atribuir membros, anexar arquivos e adicionar comentários. O Trello facilita a comunicação e a colaboração entre os funcionários, além de oferecer uma visão geral do andamento dos projetos.

    4. Slack

      Slack é uma plataforma de comunicação que permite trocar mensagens, arquivos e chamadas de voz e vídeo com os funcionários em home office. O programa permite criar canais temáticos para discutir assuntos específicos, bem como integrar outras ferramentas como Google Drive, Dropbox e Zoom. O Slack ajuda a manter os funcionários conectados e alinhados com os objetivos da empresa.

    5. Asana

      Asana é mais uma ferramenta de gestão de projetos que permite monitorar as tarefas, os prazos e os resultados dos funcionários em home office. O programa permite criar projetos com listas, quadros ou cronogramas que mostram as atividades a serem feitas, bem como atribuir responsáveis, definir prioridades e acompanhar o progresso. A Asana também permite visualizar o desempenho dos funcionários por meio de gráficos e relatórios.

    Esses são alguns dos melhores programas para monitorar funcionário em home office. Com eles, você pode garantir que os seus colaboradores estejam trabalhando de forma eficiente e produtiva, mesmo à distância.

  • Trabalho remoto é bom para o indivíduo, mas ruim para a equipe, diz CEO que só trabalha presencialmente

    Trabalho remoto é bom para o indivíduo, mas ruim para a equipe, diz CEO que só trabalha presencialmente

    O trabalho remoto se tornou uma realidade para muitos profissionais durante a pandemia de covid-19, mas nem todos estão satisfeitos com essa modalidade.

    O CEO de uma empresa de software que opera totalmente presencial diz que o trabalho remoto é bom para os indivíduos, mas ruim para as equipes. Ele defende que trabalhar não é apenas sobre produtividade pessoal, mas sobre ser um jogador de equipe e ajudar a elevar o desempenho dos outros.

    Jake Wood é o fundador e CEO da Groundswell, uma empresa de software que desenvolve soluções para organizações sem fins lucrativos. Em uma entrevista para a revista Fortune, ele disse que sua empresa nunca adotou o trabalho remoto, mesmo durante a pandemia, porque ele acredita que isso prejudica a cultura e a eficiência da organização.

    Segundo Wood, o trabalho remoto desvantagem os funcionários de nível inferior ou novos, porque torna a integração mais lenta e elimina potenciais mentores. Ele também diz que o trabalho remoto reduz a colaboração e a comunicação entre as equipes, o que afeta negativamente a qualidade e a velocidade dos projetos.

    Wood reconhece que alguns trabalhadores preferem o trabalho remoto, mas diz que suas prioridades não estão com a equipe, então eles deveriam considerar trabalhar de forma independente. Ele afirma que sua empresa oferece benefícios como horários flexíveis, ambiente descontraído e oportunidades de crescimento para atrair e reter talentos.

    Wood diz que sua visão sobre o trabalho remoto é baseada em sua experiência como ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos, onde aprendeu a importância do trabalho em equipe e da liderança. Ele também diz que sua empresa tem um propósito social, pois ajuda organizações sem fins lucrativos a aumentar seu impacto e arrecadar mais recursos.

    O trabalho remoto é um tema controverso no mundo corporativo, pois envolve questões como autonomia, confiança, motivação e bem-estar dos funcionários. Alguns estudos apontam que o trabalho remoto pode aumentar a produtividade, a satisfação e a retenção dos trabalhadores, enquanto outros sugerem que o trabalho remoto pode diminuir o engajamento, a criatividade e a inovação das equipes.

    A decisão sobre o trabalho remoto depende de vários fatores, como o tipo de atividade, o perfil dos funcionários, a cultura da empresa e as condições do mercado. Não há uma resposta única ou definitiva sobre qual é a melhor forma de trabalhar, mas sim uma necessidade de adaptação e flexibilidade para atender às demandas e expectativas de cada situação.

    Fonte: Link.

    O CEO de uma empresa de software que opera totalmente presencial diz que o trabalho remoto é bom para os indivíduos, mas ruim para as equipes. Ele defende que trabalhar não é apenas sobre produtividade pessoal, mas sobre ser um jogador de equipe e ajudar a elevar o desempenho dos outros.

    Jake Wood é o fundador e CEO da Groundswell, uma empresa de software que desenvolve soluções para organizações sem fins lucrativos. Em uma entrevista para a revista Fortune, ele disse que sua empresa nunca adotou o trabalho remoto, mesmo durante a pandemia, porque ele acredita que isso prejudica a cultura e a eficiência da organização.

    Segundo Wood, o trabalho remoto desvantagem os funcionários de nível inferior ou novos, porque torna a integração mais lenta e elimina potenciais mentores. Ele também diz que o trabalho remoto reduz a colaboração e a comunicação entre as equipes, o que afeta negativamente a qualidade e a velocidade dos projetos.

    Wood reconhece que alguns trabalhadores preferem o trabalho remoto, mas diz que suas prioridades não estão com a equipe, então eles deveriam considerar trabalhar de forma independente. Ele afirma que sua empresa oferece benefícios como horários flexíveis, ambiente descontraído e oportunidades de crescimento para atrair e reter talentos.

    Wood diz que sua visão sobre o trabalho remoto é baseada em sua experiência como ex-fuzileiro naval dos Estados Unidos, onde aprendeu a importância do trabalho em equipe e da liderança. Ele também diz que sua empresa tem um propósito social, pois ajuda organizações sem fins lucrativos a aumentar seu impacto e arrecadar mais recursos.

    O trabalho remoto é um tema controverso no mundo corporativo, pois envolve questões como autonomia, confiança, motivação e bem-estar dos funcionários. Alguns estudos apontam que o trabalho remoto pode aumentar a produtividade, a satisfação e a retenção dos trabalhadores, enquanto outros sugerem que o trabalho remoto pode diminuir o engajamento, a criatividade e a inovação das equipes.

    A decisão sobre o trabalho remoto depende de vários fatores, como o tipo de atividade, o perfil dos funcionários, a cultura da empresa e as condições do mercado. Não há uma resposta única ou definitiva sobre qual é a melhor forma de trabalhar, mas sim uma necessidade de adaptação e flexibilidade para atender às demandas e expectativas de cada situação.

    Fonte: Link.

  • Como trabalhar de home office para grandes empresas como Amazon e Google

    Como trabalhar de home office para grandes empresas como Amazon e Google

    Trabalhar de home office é uma tendência que vem crescendo cada vez mais no mundo corporativo. Muitas empresas já adotaram essa modalidade de trabalho para garantir a segurança e o bem-estar dos seus colaboradores, especialmente durante a pandemia de Covid-19.

    Mas como conseguir uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google?

    A primeira coisa que você precisa saber é que essas empresas são muito exigentes e seletivas na hora de contratar novos funcionários. Elas buscam profissionais qualificados, com experiência na área, domínio de idiomas, capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe. Por isso, é importante que você tenha um currículo atualizado, com as suas principais realizações e competências, e que esteja preparado para participar de processos seletivos online, que podem envolver testes, entrevistas e dinâmicas.

    Outra dica é pesquisar sobre a cultura e os valores da empresa que você deseja trabalhar. Cada uma tem a sua própria forma de atuar e de se comunicar, e é essencial que você se identifique e se adapte a ela. Você pode buscar informações no site oficial da empresa, nas redes sociais, em blogs e podcasts especializados, ou até mesmo conversar com pessoas que já trabalham ou trabalharam lá. Assim, você vai demonstrar interesse e conhecimento sobre a empresa e se diferenciar dos demais candidatos.

    Por fim, é preciso ter uma boa estrutura e organização para trabalhar de home office. Isso significa ter um ambiente adequado, com uma boa conexão de internet, um computador confiável, um fone de ouvido e uma webcam de qualidade. Além disso, é preciso ter disciplina, foco e flexibilidade para cumprir as suas tarefas, respeitar os prazos e horários, e se comunicar com a sua equipe e com os seus gestores. Trabalhar de home office pode ser muito vantajoso, mas também requer muita responsabilidade e comprometimento.

    Esperamos que essas dicas te ajudem a conquistar uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google. Lembre-se que esse é um mercado muito competitivo e que você precisa estar sempre se atualizando e se aprimorando para se destacar.

    Mas como conseguir uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google?

    A primeira coisa que você precisa saber é que essas empresas são muito exigentes e seletivas na hora de contratar novos funcionários. Elas buscam profissionais qualificados, com experiência na área, domínio de idiomas, capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe. Por isso, é importante que você tenha um currículo atualizado, com as suas principais realizações e competências, e que esteja preparado para participar de processos seletivos online, que podem envolver testes, entrevistas e dinâmicas.

    Outra dica é pesquisar sobre a cultura e os valores da empresa que você deseja trabalhar. Cada uma tem a sua própria forma de atuar e de se comunicar, e é essencial que você se identifique e se adapte a ela. Você pode buscar informações no site oficial da empresa, nas redes sociais, em blogs e podcasts especializados, ou até mesmo conversar com pessoas que já trabalham ou trabalharam lá. Assim, você vai demonstrar interesse e conhecimento sobre a empresa e se diferenciar dos demais candidatos.

    Por fim, é preciso ter uma boa estrutura e organização para trabalhar de home office. Isso significa ter um ambiente adequado, com uma boa conexão de internet, um computador confiável, um fone de ouvido e uma webcam de qualidade. Além disso, é preciso ter disciplina, foco e flexibilidade para cumprir as suas tarefas, respeitar os prazos e horários, e se comunicar com a sua equipe e com os seus gestores. Trabalhar de home office pode ser muito vantajoso, mas também requer muita responsabilidade e comprometimento.

    Esperamos que essas dicas te ajudem a conquistar uma vaga de home office em grandes empresas como Amazon e Google. Lembre-se que esse é um mercado muito competitivo e que você precisa estar sempre se atualizando e se aprimorando para se destacar.

  • Mais de 8 milhões de brasileiros trabalharam de casa até o fim de julho

    Antes uma imposição por conta da pandemia da Covid-19, o trabalho remoto deve ser adotado definitivamente por muitas empresas, mas ainda gera dúvidas.

    Ouça na W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.

    Fonte: Brasil 61


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Tá de Home Office? Então se liga nessas dicas

    Durante esta segunda-feira (23) vários ouvintes e seguidores mandaram dicas sobre como encarar essa quarentena pra quem tá de home office.

    E você, tá enfrentando tranquilo ou tá um pesadelo?