Tag: Lula

  • Por que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil?

    Por que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil?

    No Brasil, as igrejas e templos religiosos não pagam impostos porque estão entre as instituições que possuem imunidade tributária prevista na Constituição Federal de 1988.

    Essa regra visa proteger a liberdade religiosa e garantir a igualdade entre as diferentes crenças. No entanto, essa imunidade não significa que as igrejas estão livres de todos os tributos. Elas precisam recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários e, até 2020, eram obrigadas a pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), um imposto que incide sobre o lucro das instituições e serve para apoiar a seguridade social no país.

    Em 2020, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que isentou as igrejas do pagamento da CSLL e anulou as multas aplicadas pela Receita Federal por irregularidades na distribuição de lucros para pastores e líderes religiosos. Essa medida gerou uma renúncia fiscal de R$ 1,4 bilhão entre 2021 e 2024, segundo o Ministério da Economia. Além disso, as igrejas também não pagam impostos como IPTU, IR, ITCMD e IPVA, desde que os bens estejam em nome da entidade religiosa.

    Diante desse cenário, alguns argumentos podem ser usados para defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil. Um deles é o princípio da justiça fiscal, que prega que todos devem contribuir para o financiamento das políticas públicas de acordo com sua capacidade econômica. As igrejas movimentam bilhões de reais por ano em doações e ofertas dos fiéis, mas não são obrigadas a declarar nem a comprovar a origem e o destino desses recursos. Assim, elas deixam de contribuir para o bem comum e podem se beneficiar de vantagens indevidas em relação a outras instituições.

    Outro argumento é o princípio da laicidade do Estado, que estabelece que o poder público deve ser neutro em relação às questões religiosas e não favorecer nem prejudicar nenhuma crença. Ao conceder imunidade e isenção tributária às igrejas, o Estado acaba privilegiando um setor da sociedade que nem sempre cumpre sua função social e pode interferir na esfera política. Além disso, ao abrir mão de arrecadar impostos das igrejas, o Estado reduz sua capacidade de investir em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

    Portanto, é possível defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil por uma questão de justiça fiscal e de laicidade do Estado. Essa medida poderia aumentar a transparência das atividades religiosas, garantir uma maior equidade entre os contribuintes e fortalecer o financiamento das políticas públicas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

    Essa regra visa proteger a liberdade religiosa e garantir a igualdade entre as diferentes crenças. No entanto, essa imunidade não significa que as igrejas estão livres de todos os tributos. Elas precisam recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários e, até 2020, eram obrigadas a pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), um imposto que incide sobre o lucro das instituições e serve para apoiar a seguridade social no país.

    Em 2020, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que isentou as igrejas do pagamento da CSLL e anulou as multas aplicadas pela Receita Federal por irregularidades na distribuição de lucros para pastores e líderes religiosos. Essa medida gerou uma renúncia fiscal de R$ 1,4 bilhão entre 2021 e 2024, segundo o Ministério da Economia. Além disso, as igrejas também não pagam impostos como IPTU, IR, ITCMD e IPVA, desde que os bens estejam em nome da entidade religiosa.

    Diante desse cenário, alguns argumentos podem ser usados para defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil. Um deles é o princípio da justiça fiscal, que prega que todos devem contribuir para o financiamento das políticas públicas de acordo com sua capacidade econômica. As igrejas movimentam bilhões de reais por ano em doações e ofertas dos fiéis, mas não são obrigadas a declarar nem a comprovar a origem e o destino desses recursos. Assim, elas deixam de contribuir para o bem comum e podem se beneficiar de vantagens indevidas em relação a outras instituições.

    Outro argumento é o princípio da laicidade do Estado, que estabelece que o poder público deve ser neutro em relação às questões religiosas e não favorecer nem prejudicar nenhuma crença. Ao conceder imunidade e isenção tributária às igrejas, o Estado acaba privilegiando um setor da sociedade que nem sempre cumpre sua função social e pode interferir na esfera política. Além disso, ao abrir mão de arrecadar impostos das igrejas, o Estado reduz sua capacidade de investir em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

    Portanto, é possível defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil por uma questão de justiça fiscal e de laicidade do Estado. Essa medida poderia aumentar a transparência das atividades religiosas, garantir uma maior equidade entre os contribuintes e fortalecer o financiamento das políticas públicas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

  • Por que as igrejas não pagam impostos no Brasil?

    Por que as igrejas não pagam impostos no Brasil?

    No Brasil, as igrejas são consideradas entidades sem fins lucrativos e, por isso, estão isentas de pagar impostos sobre suas rendas e patrimônios.

    Essa isenção está prevista na Constituição Federal de 1988, no artigo 150, que proíbe a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios de instituir impostos sobre templos de qualquer culto.

    A justificativa para essa isenção é que as igrejas prestam um serviço social e cultural à população, promovendo a assistência, a educação, a caridade e a liberdade religiosa. Além disso, as igrejas contribuem para o desenvolvimento econômico do país, gerando empregos e movimentando recursos.

    No entanto, essa isenção também é alvo de críticas e polêmicas. Alguns argumentam que as igrejas deveriam pagar impostos como qualquer outra instituição, pois muitas delas possuem grandes fortunas e lucram com a exploração da fé alheia. Outros defendem que a isenção fere o princípio da laicidade do Estado, que deveria ser neutro em relação às religiões.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Essa isenção está prevista na Constituição Federal de 1988, no artigo 150, que proíbe a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios de instituir impostos sobre templos de qualquer culto.

    A justificativa para essa isenção é que as igrejas prestam um serviço social e cultural à população, promovendo a assistência, a educação, a caridade e a liberdade religiosa. Além disso, as igrejas contribuem para o desenvolvimento econômico do país, gerando empregos e movimentando recursos.

    No entanto, essa isenção também é alvo de críticas e polêmicas. Alguns argumentam que as igrejas deveriam pagar impostos como qualquer outra instituição, pois muitas delas possuem grandes fortunas e lucram com a exploração da fé alheia. Outros defendem que a isenção fere o princípio da laicidade do Estado, que deveria ser neutro em relação às religiões.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • O que é arcabouço fiscal e por que ele é importante para a economia brasileira

    O que é arcabouço fiscal e por que ele é importante para a economia brasileira

    O arcabouço fiscal é o conjunto de regras e instituições que orientam a política fiscal de um país.

    O objetivo do arcabouço fiscal é garantir a sustentabilidade das contas públicas, a transparência na gestão dos recursos públicos e a eficiência na alocação dos gastos públicos.

    O arcabouço fiscal pode incluir normas constitucionais, leis complementares, leis ordinárias, decretos e resoluções que definem os limites, os critérios e os procedimentos para a elaboração, a execução e o controle do orçamento público.

    Alguns exemplos de componentes do arcabouço fiscal são a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Plano Plurianual e a Regra de Ouro.

    Mudanças na regra

    O Brasil está em processo de mudança do seu arcabouço fiscal, que atualmente é baseado no teto de gastos, uma regra que limita o aumento das despesas da União à inflação. O governo Lula, por meio do ministro da Fazenda Fernando Haddad, apresentou uma proposta de novo arcabouço fiscal, que substituirá o teto de gastos por uma regra que limita o crescimento dos gastos a 70% da receita.

    A nova regra fiscal também prevê metas de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) e mecanismos de ajuste em caso de descumprimento das metas. A proposta visa zerar o déficit público em 2024, alcançar um superávit de 1% do PIB em 2026 e estabilizar a dívida pública no mesmo ano.

    O novo arcabouço fiscal é importante para a economia brasileira porque pode ajudar a melhorar a confiança dos investidores, a reduzir os juros, a controlar a inflação e a aumentar os investimentos em áreas prioritárias, como infraestrutura, saúde e educação. Além disso, o novo arcabouço fiscal pode contribuir para o equilíbrio fiscal intergeracional, evitando que as gerações futuras paguem pela irresponsabilidade fiscal do presente.

    O objetivo do arcabouço fiscal é garantir a sustentabilidade das contas públicas, a transparência na gestão dos recursos públicos e a eficiência na alocação dos gastos públicos.

    O arcabouço fiscal pode incluir normas constitucionais, leis complementares, leis ordinárias, decretos e resoluções que definem os limites, os critérios e os procedimentos para a elaboração, a execução e o controle do orçamento público.

    Alguns exemplos de componentes do arcabouço fiscal são a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Plano Plurianual e a Regra de Ouro.

    Mudanças na regra

    O Brasil está em processo de mudança do seu arcabouço fiscal, que atualmente é baseado no teto de gastos, uma regra que limita o aumento das despesas da União à inflação. O governo Lula, por meio do ministro da Fazenda Fernando Haddad, apresentou uma proposta de novo arcabouço fiscal, que substituirá o teto de gastos por uma regra que limita o crescimento dos gastos a 70% da receita.

    A nova regra fiscal também prevê metas de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) e mecanismos de ajuste em caso de descumprimento das metas. A proposta visa zerar o déficit público em 2024, alcançar um superávit de 1% do PIB em 2026 e estabilizar a dívida pública no mesmo ano.

    O novo arcabouço fiscal é importante para a economia brasileira porque pode ajudar a melhorar a confiança dos investidores, a reduzir os juros, a controlar a inflação e a aumentar os investimentos em áreas prioritárias, como infraestrutura, saúde e educação. Além disso, o novo arcabouço fiscal pode contribuir para o equilíbrio fiscal intergeracional, evitando que as gerações futuras paguem pela irresponsabilidade fiscal do presente.

  • Dívida Pública cresce 1,51% em fevereiro e ultrapassa R$ 5,8 trilhões

    Dívida Pública cresce 1,51% em fevereiro e ultrapassa R$ 5,8 trilhões

    O Tesouro prevê que a Dívida Pública subirá nos próximos meses e deve encerrar 2023 entre R$ 6,4 trilhões e R$ 6,8 trilhões.

    A Dívida Pública é o conjunto de empréstimos que o governo faz para financiar seus gastos. Esses empréstimos podem ser feitos junto a agentes internos (como bancos, empresas e pessoas) ou externos (como organismos internacionais e governos estrangeiros).

    A Dívida Pública tem impacto sobre a economia, pois afeta a taxa de juros, a inflação e o crescimento do país.

    Quanto maior a Dívida Pública, mais o governo precisa pagar de juros aos credores, o que reduz os recursos disponíveis para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    Além disso, uma Dívida Pública elevada pode gerar desconfiança dos investidores e aumentar o risco de calote, o que encarece o crédito e dificulta o desenvolvimento do país.

    A Dívida Pública é o conjunto de empréstimos que o governo faz para financiar seus gastos. Esses empréstimos podem ser feitos junto a agentes internos (como bancos, empresas e pessoas) ou externos (como organismos internacionais e governos estrangeiros).

    A Dívida Pública tem impacto sobre a economia, pois afeta a taxa de juros, a inflação e o crescimento do país.

    Quanto maior a Dívida Pública, mais o governo precisa pagar de juros aos credores, o que reduz os recursos disponíveis para investir em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

    Além disso, uma Dívida Pública elevada pode gerar desconfiança dos investidores e aumentar o risco de calote, o que encarece o crédito e dificulta o desenvolvimento do país.

  • Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    O Brasil criou 241.700 empregos formais em fevereiro de 2023, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

  • Broncopneumonia: o que é, como prevenir e tratar essa inflamação pulmonar

    Broncopneumonia: o que é, como prevenir e tratar essa inflamação pulmonar

    A broncopneumonia é uma inflamação que atinge os pulmões, mais especificamente, as estruturas internas do pulmão, como os brônquios e os alvéolos.

    Ela pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos, ou ser consequência de outras doenças respiratórias que não foram tratadas adequadamente, como gripe, COVID-19 ou leishmaniose visceral.

    Os sintomas da broncopneumonia podem incluir febre alta, falta de ar, tosse com catarro, lábios e dedos azulados, cansaço e fraqueza. O diagnóstico é feito por meio de exames como raio X do tórax, exames de sangue, tomografia computadorizada ou broncoscopia.

    O tratamento da broncopneumonia depende da causa da inflamação e pode envolver o uso de antibióticos, anti-inflamatórios, nebulização e fisioterapia respiratória. Em casos mais graves, pode ser necessária a internação hospitalar e o uso de aparelhos respiratórios.

    A broncopneumonia tem cura, mas é preciso seguir as orientações médicas e ficar em repouso durante a recuperação. Além disso, é importante prevenir a doença evitando o contato com pessoas doentes, lavando as mãos com frequência, mantendo a vacinação em dia e não fumando.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

    Ela pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos, ou ser consequência de outras doenças respiratórias que não foram tratadas adequadamente, como gripe, COVID-19 ou leishmaniose visceral.

    Os sintomas da broncopneumonia podem incluir febre alta, falta de ar, tosse com catarro, lábios e dedos azulados, cansaço e fraqueza. O diagnóstico é feito por meio de exames como raio X do tórax, exames de sangue, tomografia computadorizada ou broncoscopia.

    O tratamento da broncopneumonia depende da causa da inflamação e pode envolver o uso de antibióticos, anti-inflamatórios, nebulização e fisioterapia respiratória. Em casos mais graves, pode ser necessária a internação hospitalar e o uso de aparelhos respiratórios.

    A broncopneumonia tem cura, mas é preciso seguir as orientações médicas e ficar em repouso durante a recuperação. Além disso, é importante prevenir a doença evitando o contato com pessoas doentes, lavando as mãos com frequência, mantendo a vacinação em dia e não fumando.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3

  • Banco dos Brics: o que é e como ele impacta a economia brasileira

    Banco dos Brics: o que é e como ele impacta a economia brasileira

    O Bando dos Brics é o nome popular para o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), uma instituição financeira criada em 2014 pelos países do bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

    O objetivo do banco é financiar projetos de desenvolvimento e infraestrutura nos países membros e em outras nações emergentes. 

    A ex-presidente Dilma Rousseff foi confirmada como a nova presidente do banco em março de 2023, por indicação do governo Lula.

    O banco dos Brics é importante para o Brasil porque ele oferece uma alternativa de financiamento para projetos de infraestrutura e desenvolvimento no país, além de fortalecer a cooperação econômica, política, científica e de saúde com os demais países do bloco. 

    O Brasil também se beneficia do comércio com os Brics, especialmente no setor do agronegócio, que exporta 34,5% da sua produção para esses países. 

    Além disso, o banco dos Brics representa uma oportunidade de ampliar a voz e a influência do Brasil no cenário internacional.

    Alguns dos desafios do banco dos Brics são:

    O objetivo do banco é financiar projetos de desenvolvimento e infraestrutura nos países membros e em outras nações emergentes. 

    A ex-presidente Dilma Rousseff foi confirmada como a nova presidente do banco em março de 2023, por indicação do governo Lula.

    O banco dos Brics é importante para o Brasil porque ele oferece uma alternativa de financiamento para projetos de infraestrutura e desenvolvimento no país, além de fortalecer a cooperação econômica, política, científica e de saúde com os demais países do bloco. 

    O Brasil também se beneficia do comércio com os Brics, especialmente no setor do agronegócio, que exporta 34,5% da sua produção para esses países. 

    Além disso, o banco dos Brics representa uma oportunidade de ampliar a voz e a influência do Brasil no cenário internacional.

    Alguns dos desafios do banco dos Brics são:

  • Como o acordo de cooperação em chips entre China e Brasil pode impulsionar o desenvolvimento do 6G

    Como o acordo de cooperação em chips entre China e Brasil pode impulsionar o desenvolvimento do 6G

    O Brasil e a China vão anunciar um acordo de cooperação e intercâmbio em tecnologias de semicondutores, 5G, 6G e as próximas gerações de redes móveis, inteligência artificial e células fotovoltaicas.

    O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, na próxima semana.

    Os semicondutores são componentes essenciais para o funcionamento de dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e carros elétricos. Eles também são fundamentais para o avanço das redes de comunicação sem fio, que permitem a transmissão de dados em alta velocidade e baixa latência.

    O 6G é a próxima fronteira da tecnologia móvel, que promete oferecer velocidades até 100 vezes maiores que o 5G, além de suportar novas aplicações como hologramas, realidade aumentada e internet das coisas. No entanto, para alcançar esse nível de desempenho, são necessários chips mais avançados e eficientes.

    A China é um dos países que lideram o desenvolvimento do 6G, tendo lançado o primeiro satélite experimental para testar essa tecnologia em novembro de 2020. O país também domina quase metade do mercado mundial da etapa final dos semicondutores, chamada de backend.

    O Brasil tem interesse em ampliar sua capacidade produtiva e tecnológica na área de semicondutores, tanto no backend quanto no frontend, que é a etapa inicial da fabricação dos componentes. Hoje, o país depende da importação desses insumos e enfrenta dificuldades para atender à demanda interna.

    Com o acordo com a China, o Brasil espera receber investimentos e transferência de tecnologia para fortalecer sua indústria nacional de semicondutores e se preparar para as novas gerações de redes móveis. O acordo também prevê capacitação em desenvolvimento de aplicativos, nuvem, internet das coisas e algoritmos em aplicativos para a indústria.

    O acordo entre Brasil e China pode ser visto como uma oportunidade para ambos os países se beneficiarem mutuamente do avanço tecnológico e se posicionarem como protagonistas no cenário global do 6G.

    Fontes:

    O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, na próxima semana.

    Os semicondutores são componentes essenciais para o funcionamento de dispositivos eletrônicos, como smartphones, computadores e carros elétricos. Eles também são fundamentais para o avanço das redes de comunicação sem fio, que permitem a transmissão de dados em alta velocidade e baixa latência.

    O 6G é a próxima fronteira da tecnologia móvel, que promete oferecer velocidades até 100 vezes maiores que o 5G, além de suportar novas aplicações como hologramas, realidade aumentada e internet das coisas. No entanto, para alcançar esse nível de desempenho, são necessários chips mais avançados e eficientes.

    A China é um dos países que lideram o desenvolvimento do 6G, tendo lançado o primeiro satélite experimental para testar essa tecnologia em novembro de 2020. O país também domina quase metade do mercado mundial da etapa final dos semicondutores, chamada de backend.

    O Brasil tem interesse em ampliar sua capacidade produtiva e tecnológica na área de semicondutores, tanto no backend quanto no frontend, que é a etapa inicial da fabricação dos componentes. Hoje, o país depende da importação desses insumos e enfrenta dificuldades para atender à demanda interna.

    Com o acordo com a China, o Brasil espera receber investimentos e transferência de tecnologia para fortalecer sua indústria nacional de semicondutores e se preparar para as novas gerações de redes móveis. O acordo também prevê capacitação em desenvolvimento de aplicativos, nuvem, internet das coisas e algoritmos em aplicativos para a indústria.

    O acordo entre Brasil e China pode ser visto como uma oportunidade para ambos os países se beneficiarem mutuamente do avanço tecnológico e se posicionarem como protagonistas no cenário global do 6G.

    Fontes:

  • Entenda a polêmica entre a primeira-dama Janja e a TV Brasil

    Entenda a polêmica entre a primeira-dama Janja e a TV Brasil

    A primeira-dama do Brasil fez uma live na terça-feira (7 de março) sobre ações do governo no combate à violência contra a mulher.

    A live foi retransmitida nas redes sociais da TV Brasil. Alguns críticos disseram que isso foi uma forma de usar a estrutura pública para fazer propaganda política.

    Alguns opositores disseram que isso foi uma violação da lei que proíbe o uso de bens públicos para fins eleitorais. Outros questionaram a legitimidade do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, que será chefiado por Janja e terá um orçamento de R$ 100 milhões.

    A TV Brasil é uma emissora pública nacional que faz parte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela foi criada em 2007 com o objetivo de oferecer uma programação informativa, cultural, artística, científica e cidadã.

    A TV pública é um serviço público que deve obedecer aos princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. A lei 11.652/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela gestão da TV Brasil, determina que a EBC deve garantir a autonomia em relação ao Governo Federal e aos demais poderes.

    A live foi retransmitida nas redes sociais da TV Brasil. Alguns críticos disseram que isso foi uma forma de usar a estrutura pública para fazer propaganda política.

    Alguns opositores disseram que isso foi uma violação da lei que proíbe o uso de bens públicos para fins eleitorais. Outros questionaram a legitimidade do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, que será chefiado por Janja e terá um orçamento de R$ 100 milhões.

    A TV Brasil é uma emissora pública nacional que faz parte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela foi criada em 2007 com o objetivo de oferecer uma programação informativa, cultural, artística, científica e cidadã.

    A TV pública é um serviço público que deve obedecer aos princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. A lei 11.652/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela gestão da TV Brasil, determina que a EBC deve garantir a autonomia em relação ao Governo Federal e aos demais poderes.

  • Mesmo com a volta dos impostos, a gasolina ainda deve ser mais vantajosa que o etanol em alguns estados

    Mesmo com a volta dos impostos, a gasolina ainda deve ser mais vantajosa que o etanol em alguns estados

    Encher o tanque com a gasolina continua a ser vantagem para o motorista nessas cidades; Confira

    A partir desta quarta-feira (1º), os combustíveis ficarão mais caros nas bombas. Isso porque o governo federal decidiu restabelecer a cobrança do PIS/Cofins sobre a gasolina e o diesel, que havia sido suspensa por decisão judicial.

    Com isso, a gasolina terá um aumento médio de R$ 0,22 por litro e o diesel de R$ 0,15 por litro. O etanol também será afetado indiretamente pela medida, já que os distribuidores tendem a repassar parte do custo para os consumidores.

    No entanto, mesmo com esse cenário de alta nos preços dos combustíveis, a gasolina ainda deve se manter mais vantajosa que o etanol em quatro dos principais estados produtores e consumidores do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.

    Isso porque a relação entre os preços da gasolina e do etanol nesses estados ainda está abaixo de 70%, que é o limite de paridade entre os dois combustíveis. Ou seja, se o preço do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina na bomba, vale a pena abastecer com ele. Caso contrário, é melhor optar pela gasolina.

    Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), referentes à semana encerrada em 25 de fevereiro, essa relação era de 66% no Rio de Janeiro; 64% em São Paulo; 65% em Minas Gerais; e 68% no Distrito Federal.

    Esses números devem mudar com o reajuste dos impostos federais sobre os combustíveis. Mas mesmo assim, segundo cálculos da consultoria Gas Energy Brasil (GEB), baseados nos preços médios praticados pelos postos na última semana de fevereiro e no aumento estimado pelo governo federal para cada tipo de combustível após a volta dos tributos federais (R$ 0.22 para gasolina e R$ 0.12 para etanol), esses estados ainda devem manter uma relação abaixo dos 70%.

    De acordo com as projeções da GEB divulgadas pelo jornal Valor Econômico nesta terça-feira (28), essa relação ficaria em torno de:

    • Rio: 67%
    • SP: 65%
    • MG: 66%
    • DF:69%

    Portanto, nesses estados ainda seria mais econômico abastecer com gasolina do que com etanol.

    No entanto isso não significa que todos os motoristas devam seguir essa regra geral. É preciso levar em conta também outros fatores como o consumo médio do veículo; as condições das estradas; as variações regionais dos preços; e até mesmo as promoções oferecidas pelos postos.

    Por isso é importante fazer uma pesquisa antes de decidir qual combustível usar. Uma dica é usar aplicativos ou sites que mostram os preços dos postos próximos à sua localização ou ao seu trajeto.

    Com informações do jornal O Globo.

    A partir desta quarta-feira (1º), os combustíveis ficarão mais caros nas bombas. Isso porque o governo federal decidiu restabelecer a cobrança do PIS/Cofins sobre a gasolina e o diesel, que havia sido suspensa por decisão judicial.

    Com isso, a gasolina terá um aumento médio de R$ 0,22 por litro e o diesel de R$ 0,15 por litro. O etanol também será afetado indiretamente pela medida, já que os distribuidores tendem a repassar parte do custo para os consumidores.

    No entanto, mesmo com esse cenário de alta nos preços dos combustíveis, a gasolina ainda deve se manter mais vantajosa que o etanol em quatro dos principais estados produtores e consumidores do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.

    Isso porque a relação entre os preços da gasolina e do etanol nesses estados ainda está abaixo de 70%, que é o limite de paridade entre os dois combustíveis. Ou seja, se o preço do etanol for menor ou igual a 70% do preço da gasolina na bomba, vale a pena abastecer com ele. Caso contrário, é melhor optar pela gasolina.

    Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), referentes à semana encerrada em 25 de fevereiro, essa relação era de 66% no Rio de Janeiro; 64% em São Paulo; 65% em Minas Gerais; e 68% no Distrito Federal.

    Esses números devem mudar com o reajuste dos impostos federais sobre os combustíveis. Mas mesmo assim, segundo cálculos da consultoria Gas Energy Brasil (GEB), baseados nos preços médios praticados pelos postos na última semana de fevereiro e no aumento estimado pelo governo federal para cada tipo de combustível após a volta dos tributos federais (R$ 0.22 para gasolina e R$ 0.12 para etanol), esses estados ainda devem manter uma relação abaixo dos 70%.

    De acordo com as projeções da GEB divulgadas pelo jornal Valor Econômico nesta terça-feira (28), essa relação ficaria em torno de:

    • Rio: 67%
    • SP: 65%
    • MG: 66%
    • DF:69%

    Portanto, nesses estados ainda seria mais econômico abastecer com gasolina do que com etanol.

    No entanto isso não significa que todos os motoristas devam seguir essa regra geral. É preciso levar em conta também outros fatores como o consumo médio do veículo; as condições das estradas; as variações regionais dos preços; e até mesmo as promoções oferecidas pelos postos.

    Por isso é importante fazer uma pesquisa antes de decidir qual combustível usar. Uma dica é usar aplicativos ou sites que mostram os preços dos postos próximos à sua localização ou ao seu trajeto.

    Com informações do jornal O Globo.