Tag: Lula

  • Reforma Tributária Propõe Redução de Impostos para Profissionais Liberais e Setores Essenciais

    Reforma Tributária Propõe Redução de Impostos para Profissionais Liberais e Setores Essenciais

    O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou o primeiro projeto de lei para regulamentar a reforma tributária.

    A proposta, que visa simplificar e tornar o sistema tributário brasileiro mais justo, inclui uma redução de 30% na alíquota do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) para diversos profissionais liberais.

    Beneficiados pela Redução de Impostos:

    A medida beneficia 18 atividades de natureza científica, literária ou artística, que estão sob a fiscalização de um conselho profissional. Entre os profissionais contemplados estão:

    • Administradores
    • Advogados
    • Arquitetos e urbanistas
    • Assistentes sociais
    • Bibliotecários
    • Biólogos
    • Contabilistas
    • Economistas
    • Economistas domésticos
    • Profissionais de educação física
    • Engenheiros e agrônomos
    • Estatísticos
    • Médicos veterinários e zootecnistas
    • Museólogos
    • Químicos
    • Profissionais de relações públicas
    • Técnicos industriais

    Com a redução, a alíquota média para esses profissionais passará de 26,5% para 18,55%, representando um alívio significativo na carga tributária.

    Requisitos para Pessoas Jurídicas:

    Para as empresas que desejam usufruir da redução de impostos, algumas exigências adicionais se aplicam:

    • Os sócios devem ter habilitações profissionais diretamente relacionadas com os objetivos da sociedade e serem fiscalizados por um conselho profissional.
    • A empresa não pode ter outras empresas como sócias e seus sócios não podem ser sócios de outras empresas.
    • A empresa deve exercer apenas atividades relacionadas às habilitações profissionais dos sócios.
    • Os serviços devem ser prestados diretamente pelos sócios, com a possibilidade de auxílio de colaboradores.

    Redução para Serviços de Saúde e Educação:

    Além da redução para profissionais liberais, o projeto também prevê uma alíquota ainda menor de 60% para serviços de saúde e educação. Isso significa que esses serviços serão tributados em apenas 10,6%, um incentivo importante para o desenvolvimento desses setores essenciais.

    Simplificação e Justiça Tributária:

    A redução de impostos para profissionais liberais e setores essenciais é um passo importante para a simplificação e a justiça do sistema tributário brasileiro. A medida busca estimular o empreendedorismo, a geração de emprego e renda, e o acesso a serviços de qualidade para a população.

    Próximos Passos:

    O projeto de lei complementar ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional para entrar em vigor. A expectativa é que a reforma tributária seja implementada gradualmente a partir de 2026.

    Impacto Positivo Esperado:

    A redução de impostos para profissionais liberais e setores essenciais deve ter um impacto positivo na economia brasileira. Espera-se que a medida incentive o crescimento do PIB, a geração de empregos, e a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população.

    Falta de Clareza sobre Impacto Fiscal:

    O projeto de lei complementar não apresenta uma estimativa clara do impacto fiscal da medida. É importante que o governo apresente dados concretos sobre como a redução de impostos afetará a arrecadação de tributos e a economia como um todo.

    Possibilidade de Aumento da Carga Tributária para Outros Setores:

    Existe a preocupação de que a redução de impostos para alguns setores possa levar a um aumento da carga tributária para outros. É fundamental que o governo avalie cuidadosamente esse impacto potencial e tome medidas para garantir que a reforma tributária seja justa para todos os contribuintes.


    A proposta, que visa simplificar e tornar o sistema tributário brasileiro mais justo, inclui uma redução de 30% na alíquota do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) para diversos profissionais liberais.

    Beneficiados pela Redução de Impostos:

    A medida beneficia 18 atividades de natureza científica, literária ou artística, que estão sob a fiscalização de um conselho profissional. Entre os profissionais contemplados estão:

    • Administradores
    • Advogados
    • Arquitetos e urbanistas
    • Assistentes sociais
    • Bibliotecários
    • Biólogos
    • Contabilistas
    • Economistas
    • Economistas domésticos
    • Profissionais de educação física
    • Engenheiros e agrônomos
    • Estatísticos
    • Médicos veterinários e zootecnistas
    • Museólogos
    • Químicos
    • Profissionais de relações públicas
    • Técnicos industriais

    Com a redução, a alíquota média para esses profissionais passará de 26,5% para 18,55%, representando um alívio significativo na carga tributária.

    Requisitos para Pessoas Jurídicas:

    Para as empresas que desejam usufruir da redução de impostos, algumas exigências adicionais se aplicam:

    • Os sócios devem ter habilitações profissionais diretamente relacionadas com os objetivos da sociedade e serem fiscalizados por um conselho profissional.
    • A empresa não pode ter outras empresas como sócias e seus sócios não podem ser sócios de outras empresas.
    • A empresa deve exercer apenas atividades relacionadas às habilitações profissionais dos sócios.
    • Os serviços devem ser prestados diretamente pelos sócios, com a possibilidade de auxílio de colaboradores.

    Redução para Serviços de Saúde e Educação:

    Além da redução para profissionais liberais, o projeto também prevê uma alíquota ainda menor de 60% para serviços de saúde e educação. Isso significa que esses serviços serão tributados em apenas 10,6%, um incentivo importante para o desenvolvimento desses setores essenciais.

    Simplificação e Justiça Tributária:

    A redução de impostos para profissionais liberais e setores essenciais é um passo importante para a simplificação e a justiça do sistema tributário brasileiro. A medida busca estimular o empreendedorismo, a geração de emprego e renda, e o acesso a serviços de qualidade para a população.

    Próximos Passos:

    O projeto de lei complementar ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional para entrar em vigor. A expectativa é que a reforma tributária seja implementada gradualmente a partir de 2026.

    Impacto Positivo Esperado:

    A redução de impostos para profissionais liberais e setores essenciais deve ter um impacto positivo na economia brasileira. Espera-se que a medida incentive o crescimento do PIB, a geração de empregos, e a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população.

    Falta de Clareza sobre Impacto Fiscal:

    O projeto de lei complementar não apresenta uma estimativa clara do impacto fiscal da medida. É importante que o governo apresente dados concretos sobre como a redução de impostos afetará a arrecadação de tributos e a economia como um todo.

    Possibilidade de Aumento da Carga Tributária para Outros Setores:

    Existe a preocupação de que a redução de impostos para alguns setores possa levar a um aumento da carga tributária para outros. É fundamental que o governo avalie cuidadosamente esse impacto potencial e tome medidas para garantir que a reforma tributária seja justa para todos os contribuintes.


  • Dólar Poderia Ter Caído para R$ 4,60 em 2023, Segundo Genial Investimentos

    Dólar Poderia Ter Caído para R$ 4,60 em 2023, Segundo Genial Investimentos

    A Genial Investimentos afirma que o real poderia ter se fortalecido em relação ao dólar em 2023 se o Brasil não estivesse passando por problemas políticos.

    Por causa dessa incerteza, quem vende produtos agrícolas e minerais para outros países preferiu deixar parte do dinheiro que ganhou fora do Brasil. Além disso, notícias recentes mostram que o dólar pode continuar a ganhar valor.

    A Genial Investimentos também disse que o Brasil vendeu muito mais para outros países do que comprou em 2023, quase o dobro de 2020. Isso poderia ter feito o dólar valer cerca de R$ 4,60, ou seja, 24 centavos a menos do que realmente valia no final do ano. Mas isso não aconteceu porque parte do dinheiro ganho com as vendas ficou fora do Brasil.

    Desde então, a situação ficou pior. A economia dos Estados Unidos está indo bem e a inflação está sob controle, então eles decidiram não diminuir os juros. Isso fez com que investidores preferissem investir nos EUA em vez de países como o Brasil. Recentemente, problemas no Oriente Médio e mudanças nas metas do governo brasileiro fizeram o dólar chegar perto de R$ 5,30 na terça-feira (16).

    Os analistas da Genial notaram que, desde 2022, há uma diferença entre o quanto o Brasil vende para outros países e o quanto desse dinheiro realmente volta para o Brasil. Se quem vende produtos tivesse trazido o mesmo tanto de dinheiro para o Brasil que trazia antes da pandemia, o real estaria mais valorizado. Antes da Covid-19, quase todo o dinheiro das vendas voltava para o Brasil.


    Por causa dessa incerteza, quem vende produtos agrícolas e minerais para outros países preferiu deixar parte do dinheiro que ganhou fora do Brasil. Além disso, notícias recentes mostram que o dólar pode continuar a ganhar valor.

    A Genial Investimentos também disse que o Brasil vendeu muito mais para outros países do que comprou em 2023, quase o dobro de 2020. Isso poderia ter feito o dólar valer cerca de R$ 4,60, ou seja, 24 centavos a menos do que realmente valia no final do ano. Mas isso não aconteceu porque parte do dinheiro ganho com as vendas ficou fora do Brasil.

    Desde então, a situação ficou pior. A economia dos Estados Unidos está indo bem e a inflação está sob controle, então eles decidiram não diminuir os juros. Isso fez com que investidores preferissem investir nos EUA em vez de países como o Brasil. Recentemente, problemas no Oriente Médio e mudanças nas metas do governo brasileiro fizeram o dólar chegar perto de R$ 5,30 na terça-feira (16).

    Os analistas da Genial notaram que, desde 2022, há uma diferença entre o quanto o Brasil vende para outros países e o quanto desse dinheiro realmente volta para o Brasil. Se quem vende produtos tivesse trazido o mesmo tanto de dinheiro para o Brasil que trazia antes da pandemia, o real estaria mais valorizado. Antes da Covid-19, quase todo o dinheiro das vendas voltava para o Brasil.


  • As Implicações da Redução da Conta de Luz no Brasil em 6 Pontos

    As Implicações da Redução da Conta de Luz no Brasil em 6 Pontos

    O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou recentemente uma redução de 3,5% a 5% na conta de luz, uma medida que promete aliviar o bolso dos brasileiros ainda neste ano.

    No entanto, especialistas alertam que essa redução pode ter um custo oculto para os consumidores.

    A Manobra Tarifária

    Na prática, o governo optou por antecipar um alívio tarifário que ocorreria gradualmente ao longo das próximas duas décadas. Isso significa que, após esse respiro inicial, não haverá outros adiante. Além disso, nos próximos anos, o consumidor ainda terá de pagar a fatura de uma prorrogação de subsídios que o governo incluiu na mesma medida provisória.

    A Medida Provisória 1.212

    A MP 1.212, assinada pelo presidente Lula e pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é a base legal para essas mudanças. No entanto, o texto da medida não traz muitos detalhes, o que tem gerado incertezas sobre o impacto real da redução na conta de luz.

    A Prorrogação de Subsídios

    Uma das principais iniciativas da MP é a extensão, por 36 meses, do prazo para que usinas de geração de energia renovável, como solar e eólica, recebam subsídios. O objetivo é assegurar investimentos enquanto as linhas de transmissão de energia não estiverem prontas. No entanto, essa prorrogação tem sido criticada por especialistas, que argumentam que esses incentivos deveriam ser dados para ajudar negócios a dar seus primeiros passos, o que já não é o caso da energia solar e eólica.

    O Impacto para os Consumidores

    Os consumidores “cativos” de energia, que são obrigados a consumir energia no mercado regulado, fornecida pela distribuidora local, são os que pagam por esses subsídios, por meio de um fundo chamado Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). A prorrogação dos incentivos significa que o brasileiro passará três anos a mais bancando essa fatura e auxiliando segmentos que já conseguem caminhar pelas próprias pernas.

    A Antecipação da Dívida da Eletrobras

    Outra iniciativa importante da MP é a antecipação de aproximadamente R$ 26 bilhões que a Eletrobras deve a um fundo do setor elétrico. Essa operação será feita para quitar a Conta Escassez Hídrica e a Conta Covid, que são empréstimos tomados nos últimos anos para socorrer o setor.

    O Futuro do Setor de Energia

    Após a assinatura da MP, o presidente Lula se reuniu com representantes do setor elétrico e pediu que seja apresentado ainda este ano um novo programa energético para reduzir a tarifa de forma estrutural. No entanto, até agora, nada oficial foi anunciado, aumentando a insegurança e o risco de investimento no setor.

    Embora as medidas do governo possam trazer algum alívio imediato para os consumidores, elas também podem resultar em custos adicionais no futuro. Além disso, há preocupações sobre a falta de um plano claro para o futuro do setor de energia.


    No entanto, especialistas alertam que essa redução pode ter um custo oculto para os consumidores.

    A Manobra Tarifária

    Na prática, o governo optou por antecipar um alívio tarifário que ocorreria gradualmente ao longo das próximas duas décadas. Isso significa que, após esse respiro inicial, não haverá outros adiante. Além disso, nos próximos anos, o consumidor ainda terá de pagar a fatura de uma prorrogação de subsídios que o governo incluiu na mesma medida provisória.

    A Medida Provisória 1.212

    A MP 1.212, assinada pelo presidente Lula e pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é a base legal para essas mudanças. No entanto, o texto da medida não traz muitos detalhes, o que tem gerado incertezas sobre o impacto real da redução na conta de luz.

    A Prorrogação de Subsídios

    Uma das principais iniciativas da MP é a extensão, por 36 meses, do prazo para que usinas de geração de energia renovável, como solar e eólica, recebam subsídios. O objetivo é assegurar investimentos enquanto as linhas de transmissão de energia não estiverem prontas. No entanto, essa prorrogação tem sido criticada por especialistas, que argumentam que esses incentivos deveriam ser dados para ajudar negócios a dar seus primeiros passos, o que já não é o caso da energia solar e eólica.

    O Impacto para os Consumidores

    Os consumidores “cativos” de energia, que são obrigados a consumir energia no mercado regulado, fornecida pela distribuidora local, são os que pagam por esses subsídios, por meio de um fundo chamado Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). A prorrogação dos incentivos significa que o brasileiro passará três anos a mais bancando essa fatura e auxiliando segmentos que já conseguem caminhar pelas próprias pernas.

    A Antecipação da Dívida da Eletrobras

    Outra iniciativa importante da MP é a antecipação de aproximadamente R$ 26 bilhões que a Eletrobras deve a um fundo do setor elétrico. Essa operação será feita para quitar a Conta Escassez Hídrica e a Conta Covid, que são empréstimos tomados nos últimos anos para socorrer o setor.

    O Futuro do Setor de Energia

    Após a assinatura da MP, o presidente Lula se reuniu com representantes do setor elétrico e pediu que seja apresentado ainda este ano um novo programa energético para reduzir a tarifa de forma estrutural. No entanto, até agora, nada oficial foi anunciado, aumentando a insegurança e o risco de investimento no setor.

    Embora as medidas do governo possam trazer algum alívio imediato para os consumidores, elas também podem resultar em custos adicionais no futuro. Além disso, há preocupações sobre a falta de um plano claro para o futuro do setor de energia.


  • Câmara dos Deputados Aprova Medida que Libera R$ 15 Bilhões para o Governo

    Câmara dos Deputados Aprova Medida que Libera R$ 15 Bilhões para o Governo

    Em uma decisão que pode ter um impacto significativo nas finanças públicas do Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou uma medida que permite ao governo liberar cerca de R$ 15 bilhões em despesas extras.

    Essa quantia poderá ser utilizada imediatamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem a necessidade de aprovação adicional pelo Congresso Nacional.

    A medida foi aprovada com uma maioria de 304 votos a favor e 136 contra, e agora aguarda a validação do Senado. Se confirmada, dará ao governo a capacidade de antecipar a expansão do limite de gastos previsto para 2024.

    A mudança foi incluída de última hora em um projeto de lei que também trata da recriação do DPVAT, um seguro obrigatório que indeniza vítimas de acidentes de trânsito. O relator do projeto, deputado Carlos Zarattini, não estava presente, e o texto foi lido pelo deputado Rubens Pereira Junior.

    Essa liberação de fundos é vista como uma maneira de o governo lidar com incertezas sobre a arrecadação, especialmente em relação às medidas de ajuste fiscal e aos dividendos da Petrobras. Em agosto do ano passado, o governo anunciou medidas que aumentariam o caixa em R$ 167,6 bilhões, mas esse valor foi posteriormente reduzido para R$ 144,13 bilhões.


    Essa quantia poderá ser utilizada imediatamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem a necessidade de aprovação adicional pelo Congresso Nacional.

    A medida foi aprovada com uma maioria de 304 votos a favor e 136 contra, e agora aguarda a validação do Senado. Se confirmada, dará ao governo a capacidade de antecipar a expansão do limite de gastos previsto para 2024.

    A mudança foi incluída de última hora em um projeto de lei que também trata da recriação do DPVAT, um seguro obrigatório que indeniza vítimas de acidentes de trânsito. O relator do projeto, deputado Carlos Zarattini, não estava presente, e o texto foi lido pelo deputado Rubens Pereira Junior.

    Essa liberação de fundos é vista como uma maneira de o governo lidar com incertezas sobre a arrecadação, especialmente em relação às medidas de ajuste fiscal e aos dividendos da Petrobras. Em agosto do ano passado, o governo anunciou medidas que aumentariam o caixa em R$ 167,6 bilhões, mas esse valor foi posteriormente reduzido para R$ 144,13 bilhões.


  • Cortes no orçamento ameaçam a ciência e educação no Brasil

    Cortes no orçamento ameaçam a ciência e educação no Brasil

    Em um momento de incerteza para a ciência brasileira, pesquisadores enfrentam um futuro preocupante.

    O Congresso Nacional impôs cortes significativos no orçamento de 2024 para instituições de pesquisa e universidades federais, ameaçando deixar laboratórios sem recursos básicos como água e eletricidade.

    Em 2023, o governo conseguiu aumentar o orçamento para ciência e tecnologia em comparação com 2022, mas o Congresso, reduziu o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 6,8% para 2024.

    Essa redução é especialmente prejudicial para as instituições da Amazônia, que já sofrem com um apoio federal desproporcionalmente baixo. Apenas 4% do investimento em projetos de pesquisa em 2023 foram direcionados para instituições na região Norte, que abriga a maior parte da Amazônia brasileira.

    A situação cria um ciclo vicioso: instituições com menos financiamento produzem menos pesquisas, o que leva a ainda menos financiamento. Isso resultou em pesquisadores de São Paulo recebendo mais fundos públicos para estudar a biodiversidade da Amazônia do que aqueles localizados na própria região.

    Apesar do cenário desanimador, alguns cientistas ainda têm esperança de receber fundos adicionais este ano. No entanto, é provável que mudanças significativas sejam adiadas para o próximo ciclo orçamentário.


    O Congresso Nacional impôs cortes significativos no orçamento de 2024 para instituições de pesquisa e universidades federais, ameaçando deixar laboratórios sem recursos básicos como água e eletricidade.

    Em 2023, o governo conseguiu aumentar o orçamento para ciência e tecnologia em comparação com 2022, mas o Congresso, reduziu o orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 6,8% para 2024.

    Essa redução é especialmente prejudicial para as instituições da Amazônia, que já sofrem com um apoio federal desproporcionalmente baixo. Apenas 4% do investimento em projetos de pesquisa em 2023 foram direcionados para instituições na região Norte, que abriga a maior parte da Amazônia brasileira.

    A situação cria um ciclo vicioso: instituições com menos financiamento produzem menos pesquisas, o que leva a ainda menos financiamento. Isso resultou em pesquisadores de São Paulo recebendo mais fundos públicos para estudar a biodiversidade da Amazônia do que aqueles localizados na própria região.

    Apesar do cenário desanimador, alguns cientistas ainda têm esperança de receber fundos adicionais este ano. No entanto, é provável que mudanças significativas sejam adiadas para o próximo ciclo orçamentário.


  • Estudantes do Programa Pé-de-Meia começam a receber primeira parcela

    Estudantes do Programa Pé-de-Meia começam a receber primeira parcela

    Este programa é uma estratégia pioneira do governo brasileiro para incentivar alunos do ensino médio da rede pública a prosseguir e concluir seus estudos.

    Com um pacote de benefícios financeiros, o programa promete um pagamento inicial de R$ 200, além de depósitos anuais de R$ 1.000 e um prêmio extra de R$ 200 para participantes do Enem, totalizando até R$ 9.200 por estudante ao longo do ensino médio.

    Os pagamentos já estão em curso, seguindo um cronograma que considera a data de nascimento dos estudantes. O presidente Lula ressaltou a relevância do Pé-de-Meia, descrevendo-o como um investimento no potencial do Brasil, assegurando que os jovens possam finalizar seus estudos e contribuir ativamente para o crescimento nacional.

    O Pé-de-Meia representa um compromisso com o futuro da juventude e com a educação, demonstrando o esforço contínuo do governo para apoiar os estudantes.

    Informações adicionais sobre o programa e instruções para inscrição podem ser obtidas na secretaria de educação estadual ou no portal oficial do Pé-de-Meia.

    Com um pacote de benefícios financeiros, o programa promete um pagamento inicial de R$ 200, além de depósitos anuais de R$ 1.000 e um prêmio extra de R$ 200 para participantes do Enem, totalizando até R$ 9.200 por estudante ao longo do ensino médio.

    Os pagamentos já estão em curso, seguindo um cronograma que considera a data de nascimento dos estudantes. O presidente Lula ressaltou a relevância do Pé-de-Meia, descrevendo-o como um investimento no potencial do Brasil, assegurando que os jovens possam finalizar seus estudos e contribuir ativamente para o crescimento nacional.

    O Pé-de-Meia representa um compromisso com o futuro da juventude e com a educação, demonstrando o esforço contínuo do governo para apoiar os estudantes.

    Informações adicionais sobre o programa e instruções para inscrição podem ser obtidas na secretaria de educação estadual ou no portal oficial do Pé-de-Meia.

  • Pé de Meia: programa de poupança para estudantes do ensino médio é sancionado por Lula

    Pé de Meia: programa de poupança para estudantes do ensino médio é sancionado por Lula

    O objetivo é reduzir a evasão escolar e melhorar a qualidade da educação.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na última terça-feira (16), a lei que cria o programa Pé de Meia, um incentivo financeiro para os estudantes de baixa renda que cursam o ensino médio nas redes públicas de todo o país.

    O programa funciona como uma espécie de poupança, na qual o aluno recebe um depósito mensal em uma conta própria, que pode ser usado para ajudar nas despesas do dia a dia e na manutenção no ambiente escolar. Além disso, se o aluno for aprovado no fim do ano, recebe um valor adicional, que só poderá ser sacado ao fim dos três anos de ensino médio.

    Para ter direito ao benefício, o estudante precisa estar matriculado na rede pública, pertencer a uma família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e ter uma renda per capita mensal igual ou inferior a R$ 218,00. Também é necessário ter uma frequência escolar mínima de 80% das aulas, participar das avaliações nacionais e estaduais e fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no último ano.

    O valor do depósito mensal e do recurso adicional ainda não foi definido pelo governo, mas já há uma previsão de que até R$ 20 bilhões sejam destinados ao programa, que será operado pela Caixa Econômica Federal. A expectativa é que cerca de 7 milhões de estudantes sejam beneficiados pelo Pé de Meia.

    O programa foi inspirado em uma iniciativa semelhante que já existe no estado do Ceará, chamada de Avance, que tem apresentado resultados positivos na redução da taxa de abandono escolar. O Pé de Meia também foi elogiado por entidades internacionais, como a Unesco e o Unicef, que destacaram a importância de incentivar a permanência e a conclusão do ensino médio, uma etapa fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens.

    O presidente Lula vetou alguns trechos do projeto de lei que havia sido aprovado pelo Congresso, por considerá-los inconstitucionais ou contrários ao interesse público. Entre os vetos, estão a previsão de que o programa seria financiado com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e a possibilidade de que os estudantes usassem o dinheiro acumulado para pagar cursos profissionalizantes ou de nível superior. Segundo o governo, esses pontos poderiam comprometer a sustentabilidade do programa e desviar o foco do ensino médio.

    O programa Pé de Meia é uma das ações do governo federal para enfrentar os desafios da educação no país, que se agravaram com a pandemia de covid-19. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o ensino médio é a etapa que tem a maior taxa de evasão escolar, com 11,8% em 2019. Além disso, apenas 63,6% dos jovens de 19 anos concluíram o ensino médio naquele ano, o que revela uma defasagem entre a idade e a série adequadas.

    Com o programa Pé de Meia, o governo espera estimular os estudantes a permanecerem na escola, a melhorarem o desempenho acadêmico e a se prepararem para o futuro. O programa também visa contribuir para a redução das desigualdades sociais e para o desenvolvimento econômico do país.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na última terça-feira (16), a lei que cria o programa Pé de Meia, um incentivo financeiro para os estudantes de baixa renda que cursam o ensino médio nas redes públicas de todo o país.

    O programa funciona como uma espécie de poupança, na qual o aluno recebe um depósito mensal em uma conta própria, que pode ser usado para ajudar nas despesas do dia a dia e na manutenção no ambiente escolar. Além disso, se o aluno for aprovado no fim do ano, recebe um valor adicional, que só poderá ser sacado ao fim dos três anos de ensino médio.

    Para ter direito ao benefício, o estudante precisa estar matriculado na rede pública, pertencer a uma família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e ter uma renda per capita mensal igual ou inferior a R$ 218,00. Também é necessário ter uma frequência escolar mínima de 80% das aulas, participar das avaliações nacionais e estaduais e fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no último ano.

    O valor do depósito mensal e do recurso adicional ainda não foi definido pelo governo, mas já há uma previsão de que até R$ 20 bilhões sejam destinados ao programa, que será operado pela Caixa Econômica Federal. A expectativa é que cerca de 7 milhões de estudantes sejam beneficiados pelo Pé de Meia.

    O programa foi inspirado em uma iniciativa semelhante que já existe no estado do Ceará, chamada de Avance, que tem apresentado resultados positivos na redução da taxa de abandono escolar. O Pé de Meia também foi elogiado por entidades internacionais, como a Unesco e o Unicef, que destacaram a importância de incentivar a permanência e a conclusão do ensino médio, uma etapa fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens.

    O presidente Lula vetou alguns trechos do projeto de lei que havia sido aprovado pelo Congresso, por considerá-los inconstitucionais ou contrários ao interesse público. Entre os vetos, estão a previsão de que o programa seria financiado com recursos do Fundo Social do Pré-Sal e a possibilidade de que os estudantes usassem o dinheiro acumulado para pagar cursos profissionalizantes ou de nível superior. Segundo o governo, esses pontos poderiam comprometer a sustentabilidade do programa e desviar o foco do ensino médio.

    O programa Pé de Meia é uma das ações do governo federal para enfrentar os desafios da educação no país, que se agravaram com a pandemia de covid-19. Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o ensino médio é a etapa que tem a maior taxa de evasão escolar, com 11,8% em 2019. Além disso, apenas 63,6% dos jovens de 19 anos concluíram o ensino médio naquele ano, o que revela uma defasagem entre a idade e a série adequadas.

    Com o programa Pé de Meia, o governo espera estimular os estudantes a permanecerem na escola, a melhorarem o desempenho acadêmico e a se prepararem para o futuro. O programa também visa contribuir para a redução das desigualdades sociais e para o desenvolvimento econômico do país.

  • Minha Casa, Minha Vida: o que mudou no programa habitacional

    Minha Casa, Minha Vida: o que mudou no programa habitacional

    O programa habitacional do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida foi retomado em fevereiro deste ano, com propostas de ampliação

    Com a premissa de superar a meta de 2 milhões de contratações até 2026, o programa Minha Casa, Minha Vida passa por mudanças que incluem isenção de taxas e quitação dos imóveis de 642 mil famílias beneficiárias do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada).

    Durante o programa Conversa com o Presidente veiculado na terça-feira (7), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), juntamente com o ministro das cidades Jader Filho (MDB), anunciaram as principais mudanças e ajustes necessários para a ampliação; confira abaixo, com informações de comunicado de imprensa da Secretaria de Comunicação da Presidência da República:

    O que acontece com o Minha Casa, Minha Vida em 2023

    Um dos anúncios mais expressivos, a clientela contemplada com a isenção de parcelas, foi realizado pelo ministro das cidades durante o programa Conversa com o Presidente, veiculado nas redes sociais oficiais: “Todas as famílias do Bolsa Família e que estão no Minha Casa, Minha Vida estão isentas de parcelas. Todas as famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também estão isentas”, disse Jader Filho. Foi destacado que 642 mil famílias terão contratos quitados no programa devido a essa decisão.

    Ele completou: “e para você, que não está nem no Benefício de Prestação de Continuada e nem no Bolsa Família, você vai reduzir o seu número de parcelas de dez para cinco anos. Se você já pagou seis anos da prestação, o contrato está quitado. Não precisa pagar mais nada. E as próximas contratações já saem de dez para cinco anos. Então, reduz em 50% o número de parcelas a serem pagas”.

    Minha Casa, Minha Vida em áreas rurais

    Também durante o programa, Jader Filho ressaltou a publicação da portaria que prevê uma atenção especial a áreas rurais atingidas por calamidades: “Nós vamos publicar amanhã (8/11) uma portaria que vai permitir que, a partir de agora, sempre haja um percentual de casas do Minha Casa, Minha Vida para atender as áreas de calamidade na área rural”, adiantou.

    “Normalmente era sempre atendido nas áreas urbanas. O que vimos agora no Rio Grande do Sul é que muitas áreas rurais sofreram com as calamidades. Haverá um número específico de unidades habitacionais para atender as famílias das áreas rurais também na calamidade”, finaliza.

    O ministro citou também a Portaria nº 1416/2023, publicada no Diário Oficial da União, que trata de medidas de inclusão para municípios menores.

    “É um plano de habitação para municípios com número de habitantes abaixo de 50 mil serem atendidos. Vai ter entre 16 e 20 mil unidades habitacionais estabelecidas para 2024. Nesse caso, o Governo Federal faz o contrato com a prefeitura, a prefeitura licita e constrói aquele número de unidades”, explicou.

    Financiamentos, juros e sorteio do Minha Casa, Minha Vida

    Segundo as informações divulgadas, a nova versão do programa modificou regras de financiamentos e de parcerias para ampliar o número de beneficiários.

    “No financiamento, fizemos alterações importantes. Ampliamos o valor do subsídio e reduzimos as taxas de juros para que mais famílias possam acessar. Também vamos estabelecer parcerias com estados e municípios. Vamos somar os subsídios dos estados e dos municípios para que mais famílias possam ter acesso à casa própria”, frisou Jader.

    Também foi informado que essas ações somam-se as contratações tradicionais do Minha Casa, Minha Vida. “Serão 500 mil unidades habitacionais naquilo que está dentro do Orçamento da União. Essas próximas casas já vão vir com varanda e biblioteca”, lembrou Jader Filho.

    Outro percentual da taxa de juros para imóveis em áreas rurais é um dos pontos modificados: “Para você que é do rural, sai o percentual de 4% do valor do imóvel e cai para 1% do valor do imóvel. Serão 620 mil famílias que vão ser atendidas por essa medida”, detalhou.

    Ainda segundo o ministro, nos dez primeiros meses de governo, o Minha Casa, Minha Vida retomou obras de 20 mil unidades habitacionais que estavam paralisadas; até o fim do ano, a projeção é de que 35 mil sejam retomadas.

    Foram entregues mais de 12 mil unidades e a estimativa é chegar ao fim do ano com mais de 20 mil unidades concluídas: “a meta de 2023, em financiamentos, era 375 mil unidades. Nós, em outubro, já estamos com 388 mil e vamos bater o ano com 450 mil novas unidades habitacionais financiadas”, finalizou Jader Filho.

    Para garantir o acesso ao programa, as famílias precisam estar cadastradas na Secretaria de Habitação dos municípios. A partir destes dados, as prefeituras encaminham a lista de pessoas aos bancos financiadores e há um sorteio para determinar os usuários que serão atendidos.

    Com a premissa de superar a meta de 2 milhões de contratações até 2026, o programa Minha Casa, Minha Vida passa por mudanças que incluem isenção de taxas e quitação dos imóveis de 642 mil famílias beneficiárias do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada).

    Durante o programa Conversa com o Presidente veiculado na terça-feira (7), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), juntamente com o ministro das cidades Jader Filho (MDB), anunciaram as principais mudanças e ajustes necessários para a ampliação; confira abaixo, com informações de comunicado de imprensa da Secretaria de Comunicação da Presidência da República:

    O que acontece com o Minha Casa, Minha Vida em 2023

    Um dos anúncios mais expressivos, a clientela contemplada com a isenção de parcelas, foi realizado pelo ministro das cidades durante o programa Conversa com o Presidente, veiculado nas redes sociais oficiais: “Todas as famílias do Bolsa Família e que estão no Minha Casa, Minha Vida estão isentas de parcelas. Todas as famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) também estão isentas”, disse Jader Filho. Foi destacado que 642 mil famílias terão contratos quitados no programa devido a essa decisão.

    Ele completou: “e para você, que não está nem no Benefício de Prestação de Continuada e nem no Bolsa Família, você vai reduzir o seu número de parcelas de dez para cinco anos. Se você já pagou seis anos da prestação, o contrato está quitado. Não precisa pagar mais nada. E as próximas contratações já saem de dez para cinco anos. Então, reduz em 50% o número de parcelas a serem pagas”.

    Minha Casa, Minha Vida em áreas rurais

    Também durante o programa, Jader Filho ressaltou a publicação da portaria que prevê uma atenção especial a áreas rurais atingidas por calamidades: “Nós vamos publicar amanhã (8/11) uma portaria que vai permitir que, a partir de agora, sempre haja um percentual de casas do Minha Casa, Minha Vida para atender as áreas de calamidade na área rural”, adiantou.

    “Normalmente era sempre atendido nas áreas urbanas. O que vimos agora no Rio Grande do Sul é que muitas áreas rurais sofreram com as calamidades. Haverá um número específico de unidades habitacionais para atender as famílias das áreas rurais também na calamidade”, finaliza.

    O ministro citou também a Portaria nº 1416/2023, publicada no Diário Oficial da União, que trata de medidas de inclusão para municípios menores.

    “É um plano de habitação para municípios com número de habitantes abaixo de 50 mil serem atendidos. Vai ter entre 16 e 20 mil unidades habitacionais estabelecidas para 2024. Nesse caso, o Governo Federal faz o contrato com a prefeitura, a prefeitura licita e constrói aquele número de unidades”, explicou.

    Financiamentos, juros e sorteio do Minha Casa, Minha Vida

    Segundo as informações divulgadas, a nova versão do programa modificou regras de financiamentos e de parcerias para ampliar o número de beneficiários.

    “No financiamento, fizemos alterações importantes. Ampliamos o valor do subsídio e reduzimos as taxas de juros para que mais famílias possam acessar. Também vamos estabelecer parcerias com estados e municípios. Vamos somar os subsídios dos estados e dos municípios para que mais famílias possam ter acesso à casa própria”, frisou Jader.

    Também foi informado que essas ações somam-se as contratações tradicionais do Minha Casa, Minha Vida. “Serão 500 mil unidades habitacionais naquilo que está dentro do Orçamento da União. Essas próximas casas já vão vir com varanda e biblioteca”, lembrou Jader Filho.

    Outro percentual da taxa de juros para imóveis em áreas rurais é um dos pontos modificados: “Para você que é do rural, sai o percentual de 4% do valor do imóvel e cai para 1% do valor do imóvel. Serão 620 mil famílias que vão ser atendidas por essa medida”, detalhou.

    Ainda segundo o ministro, nos dez primeiros meses de governo, o Minha Casa, Minha Vida retomou obras de 20 mil unidades habitacionais que estavam paralisadas; até o fim do ano, a projeção é de que 35 mil sejam retomadas.

    Foram entregues mais de 12 mil unidades e a estimativa é chegar ao fim do ano com mais de 20 mil unidades concluídas: “a meta de 2023, em financiamentos, era 375 mil unidades. Nós, em outubro, já estamos com 388 mil e vamos bater o ano com 450 mil novas unidades habitacionais financiadas”, finalizou Jader Filho.

    Para garantir o acesso ao programa, as famílias precisam estar cadastradas na Secretaria de Habitação dos municípios. A partir destes dados, as prefeituras encaminham a lista de pessoas aos bancos financiadores e há um sorteio para determinar os usuários que serão atendidos.

  • WhatsApp e Governo Federal buscam ações contra fake news; saiba quais

    WhatsApp e Governo Federal buscam ações contra fake news; saiba quais

    Liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos em um ambiente digital seguro estão entre as pautas do Governo Federal e WhatsApp

    Em uma reunião realizada no Palácio do Planalto em Brasília (DF), na última quinta-feira (9), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (SECOM) da Presidência da República, Paulo Pimenta e o CEO Global do WhatsApp, Will Cathcart, discutiram assuntos de relevância nacional para o ambiente digital.

    Entre os temas, foi discutida a criação de um assistente virtual no WhatsApp para o fornecimento de informações oficiais sobre vacinas e o calendário de vacinação em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa, concretizada com a articulação da SECOM no âmbito do Programa Saúde com Ciência, visa aprimorar a comunicação governamental e garantir que os cidadãos tenham acesso a informações confiáveis relacionadas à saúde pública, de acordo com informações divulgadas em comunicado de imprensa.

    Também foi discutida a utilização de ferramentas do aplicativo de mensagens para a promoção da liberdade de expressão, ao mesmo tempo em que assegurem a proteção dos cidadãos contra a disseminação de informações falsas, discursos de ódio e outros tipos de conteúdo prejudicial, conhecidas popularmente como “fake news”.

    Além disso, o ministro Paulo Pimenta destacou o papel fundamental da Secretaria de Comunicação Social no fortalecimento das políticas públicas no ambiente digital, citando especificamente as ações do Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública.

    Lançado durante o mês de outubro, o comitê pretende desempenhar um papel vital na comunicação estratégica e na articulação de acordos com as plataformas de mídias sociais e o Ministério da Saúde para a divulgação de informações precisas sobre vacinação.

    As ações do Comitê incluem o lançamento de um assistente virtual do Ministério da Saúde no WhatsApp, em parceria com a Robbu, líder em soluções para comunicação de negócios, e a Meta, com o propósito de informar gratuitamente a população brasileira sobre as principais características, orientações e datas de vacinação, visando combater a disseminação de informações falsas e promover a participação ativa dos cidadãos nas campanhas de vacinação.

    Durante a reunião, também foram discutidos os avanços do Brasil nos debates da regulação de plataformas digitais e medidas implementadas pelo WhatsApp, como a limitação de encaminhamentos de mensagens ou mídias recebidas de outros usuários, com objetivo de reduzir a circulação de conteúdo nocivo e falso, reduzindo possíveis efeitos prejudiciais.

    O WhatsApp, por sua vez, reconhece o avanço nas discussões com a remoção da rastreabilidade, que impactaria diretamente na criptografia de ponta a ponta que protege a privacidade e a segurança das comunicações pessoais.

    Paulo Pimenta e Will Cathcart reafirmaram o compromisso de trabalharem juntos na busca de um equilíbrio entre a promoção da liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos em um ambiente digital seguro e responsável no Brasil.

    Em uma reunião realizada no Palácio do Planalto em Brasília (DF), na última quinta-feira (9), o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (SECOM) da Presidência da República, Paulo Pimenta e o CEO Global do WhatsApp, Will Cathcart, discutiram assuntos de relevância nacional para o ambiente digital.

    Entre os temas, foi discutida a criação de um assistente virtual no WhatsApp para o fornecimento de informações oficiais sobre vacinas e o calendário de vacinação em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa, concretizada com a articulação da SECOM no âmbito do Programa Saúde com Ciência, visa aprimorar a comunicação governamental e garantir que os cidadãos tenham acesso a informações confiáveis relacionadas à saúde pública, de acordo com informações divulgadas em comunicado de imprensa.

    Também foi discutida a utilização de ferramentas do aplicativo de mensagens para a promoção da liberdade de expressão, ao mesmo tempo em que assegurem a proteção dos cidadãos contra a disseminação de informações falsas, discursos de ódio e outros tipos de conteúdo prejudicial, conhecidas popularmente como “fake news”.

    Além disso, o ministro Paulo Pimenta destacou o papel fundamental da Secretaria de Comunicação Social no fortalecimento das políticas públicas no ambiente digital, citando especificamente as ações do Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública.

    Lançado durante o mês de outubro, o comitê pretende desempenhar um papel vital na comunicação estratégica e na articulação de acordos com as plataformas de mídias sociais e o Ministério da Saúde para a divulgação de informações precisas sobre vacinação.

    As ações do Comitê incluem o lançamento de um assistente virtual do Ministério da Saúde no WhatsApp, em parceria com a Robbu, líder em soluções para comunicação de negócios, e a Meta, com o propósito de informar gratuitamente a população brasileira sobre as principais características, orientações e datas de vacinação, visando combater a disseminação de informações falsas e promover a participação ativa dos cidadãos nas campanhas de vacinação.

    Durante a reunião, também foram discutidos os avanços do Brasil nos debates da regulação de plataformas digitais e medidas implementadas pelo WhatsApp, como a limitação de encaminhamentos de mensagens ou mídias recebidas de outros usuários, com objetivo de reduzir a circulação de conteúdo nocivo e falso, reduzindo possíveis efeitos prejudiciais.

    O WhatsApp, por sua vez, reconhece o avanço nas discussões com a remoção da rastreabilidade, que impactaria diretamente na criptografia de ponta a ponta que protege a privacidade e a segurança das comunicações pessoais.

    Paulo Pimenta e Will Cathcart reafirmaram o compromisso de trabalharem juntos na busca de um equilíbrio entre a promoção da liberdade de expressão e a proteção dos cidadãos em um ambiente digital seguro e responsável no Brasil.

  • A força dos grupos evangélicos no Brasil e sua influência política e social

    A força dos grupos evangélicos no Brasil e sua influência política e social

    Os grupos evangélicos no Brasil são um segmento religioso diverso e dinâmico, que cresceu significativamente nas últimas décadas, passando de cerca de 5% da população em 1970 para cerca de 30% em 2020.

    Esse crescimento foi acompanhado por uma maior participação política dos evangélicos, que se organizaram em partidos, bancadas, movimentos e redes de apoio para defender seus interesses e valores na esfera pública.

    O voto evangélico

    Um dos aspectos mais visíveis da influência política dos evangélicos no Brasil é o chamado voto evangélico, que consiste na escolha eleitoral motivada por estímulos políticos adquiridos no interior do grupo religioso. O voto evangélico não é homogêneo nem monolítico, mas varia de acordo com fatores como o nível de integração do indivíduo ao grupo religioso, o modelo de organização das igrejas, o papel das lideranças religiosas e o contexto político.

    De modo geral, os evangélicos tendem a votar em candidatos que se identificam com sua fé, que defendem a chamada agenda moral (que inclui temas como aborto, casamento homoafetivo e ideologia de gênero) e que prometem favorecer seu grupo em termos de recursos e direitos. Nas últimas eleições presidenciais, por exemplo, os evangélicos apoiaram majoritariamente Jair Bolsonaro, que se apresentou como um defensor dos valores cristãos e que contou com o respaldo de líderes influentes como Edir Macedo, Silas Malafaia e Marco Feliciano.

    A bancada evangélica

    Outro aspecto relevante da influência política dos evangélicos no Brasil é a bancada evangélica, que é um grupo parlamentar informal formado por deputados e senadores que se identificam como evangélicos ou que representam os interesses desse segmento religioso. A bancada evangélica não é um bloco coeso nem ideologicamente uniforme, mas uma coalizão pragmática que se articula em torno de pautas específicas, especialmente as relacionadas à agenda moral.

    A bancada evangélica tem aumentado sua presença e seu poder no Congresso Nacional nas últimas legislaturas. Na atual (2019-2023), ela conta com 91 deputados (17,7% do total) e 11 senadores (13,6% do total), pertencentes a diversas denominações cristãs e a vários partidos políticos. A bancada evangélica tem atuado em diversas frentes legislativas, como a defesa da família tradicional, o combate ao aborto e à legalização das drogas, a oposição à educação sexual nas escolas e aos direitos LGBT+, a promoção da liberdade religiosa e da isenção fiscal para as igrejas, entre outras.

    Os movimentos sociais evangélicos

    Um terceiro aspecto importante da influência política dos evangélicos no Brasil é a participação deles em movimentos sociais que buscam intervir na sociedade civil e no Estado para promover mudanças sociais de acordo com sua visão de mundo. Esses movimentos sociais evangélicos são heterogêneos e plurais, abrangendo desde iniciativas conservadoras até progressistas, desde ações assistenciais até reivindicatórias, desde redes locais até transnacionais.

    Alguns exemplos de movimentos sociais evangélicos no Brasil são: o Movimento Brasil sem Aborto, que luta contra a descriminalização do aborto e pela defesa da vida desde a concepção; o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), que articula lideranças evangélicas para atuar na defesa dos direitos humanos, da democracia e da justiça social; a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, que se opõe ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e ao governo de Jair Bolsonaro; e a Rede FALE, que mobiliza jovens evangélicos para combater a pobreza, a corrupção e a violência.

    Os grupos evangélicos no Brasil são atores políticos relevantes e complexos, que exercem sua influência de diversas formas e em diferentes arenas. Eles não são um bloco homogêneo nem coeso, mas apresentam diversidade e pluralidade em termos de denominações, partidos, ideologias, lideranças, agendas e estratégias. Eles também não são estáticos nem imutáveis, mas estão sujeitos a mudanças e desafios em função do contexto político e social. Portanto, é preciso compreender os evangélicos em sua riqueza e em sua dinâmica, sem reduzi-los a estereótipos ou preconceitos.

    Esse crescimento foi acompanhado por uma maior participação política dos evangélicos, que se organizaram em partidos, bancadas, movimentos e redes de apoio para defender seus interesses e valores na esfera pública.

    O voto evangélico

    Um dos aspectos mais visíveis da influência política dos evangélicos no Brasil é o chamado voto evangélico, que consiste na escolha eleitoral motivada por estímulos políticos adquiridos no interior do grupo religioso. O voto evangélico não é homogêneo nem monolítico, mas varia de acordo com fatores como o nível de integração do indivíduo ao grupo religioso, o modelo de organização das igrejas, o papel das lideranças religiosas e o contexto político.

    De modo geral, os evangélicos tendem a votar em candidatos que se identificam com sua fé, que defendem a chamada agenda moral (que inclui temas como aborto, casamento homoafetivo e ideologia de gênero) e que prometem favorecer seu grupo em termos de recursos e direitos. Nas últimas eleições presidenciais, por exemplo, os evangélicos apoiaram majoritariamente Jair Bolsonaro, que se apresentou como um defensor dos valores cristãos e que contou com o respaldo de líderes influentes como Edir Macedo, Silas Malafaia e Marco Feliciano.

    A bancada evangélica

    Outro aspecto relevante da influência política dos evangélicos no Brasil é a bancada evangélica, que é um grupo parlamentar informal formado por deputados e senadores que se identificam como evangélicos ou que representam os interesses desse segmento religioso. A bancada evangélica não é um bloco coeso nem ideologicamente uniforme, mas uma coalizão pragmática que se articula em torno de pautas específicas, especialmente as relacionadas à agenda moral.

    A bancada evangélica tem aumentado sua presença e seu poder no Congresso Nacional nas últimas legislaturas. Na atual (2019-2023), ela conta com 91 deputados (17,7% do total) e 11 senadores (13,6% do total), pertencentes a diversas denominações cristãs e a vários partidos políticos. A bancada evangélica tem atuado em diversas frentes legislativas, como a defesa da família tradicional, o combate ao aborto e à legalização das drogas, a oposição à educação sexual nas escolas e aos direitos LGBT+, a promoção da liberdade religiosa e da isenção fiscal para as igrejas, entre outras.

    Os movimentos sociais evangélicos

    Um terceiro aspecto importante da influência política dos evangélicos no Brasil é a participação deles em movimentos sociais que buscam intervir na sociedade civil e no Estado para promover mudanças sociais de acordo com sua visão de mundo. Esses movimentos sociais evangélicos são heterogêneos e plurais, abrangendo desde iniciativas conservadoras até progressistas, desde ações assistenciais até reivindicatórias, desde redes locais até transnacionais.

    Alguns exemplos de movimentos sociais evangélicos no Brasil são: o Movimento Brasil sem Aborto, que luta contra a descriminalização do aborto e pela defesa da vida desde a concepção; o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (FENASP), que articula lideranças evangélicas para atuar na defesa dos direitos humanos, da democracia e da justiça social; a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, que se opõe ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e ao governo de Jair Bolsonaro; e a Rede FALE, que mobiliza jovens evangélicos para combater a pobreza, a corrupção e a violência.

    Os grupos evangélicos no Brasil são atores políticos relevantes e complexos, que exercem sua influência de diversas formas e em diferentes arenas. Eles não são um bloco homogêneo nem coeso, mas apresentam diversidade e pluralidade em termos de denominações, partidos, ideologias, lideranças, agendas e estratégias. Eles também não são estáticos nem imutáveis, mas estão sujeitos a mudanças e desafios em função do contexto político e social. Portanto, é preciso compreender os evangélicos em sua riqueza e em sua dinâmica, sem reduzi-los a estereótipos ou preconceitos.