Tag: Pesquisa

  • Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Um estudo recente de cientistas australianos revelou que o estresse combinado com alimentos calóricos e doces altera o cérebro e aumenta o apetite e a preferência por alimentos palatáveis e ricos em açúcar.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

  • O que a pesquisa da Ipsos revela sobre a religiosidade dos brasileiros

    O que a pesquisa da Ipsos revela sobre a religiosidade dos brasileiros

    O Brasil é o país do mundo que mais acredita em Deus ou em um poder maior, segundo uma pesquisa realizada pela Ipsos em 26 países.

    A pesquisa Global Religion 2023, divulgada em maio de 2023, mostra que 89% dos brasileiros têm alguma crença religiosa, empatando com a África do Sul no topo do ranking. A média global é de 61%.

    Mas o que isso significa para a sociedade brasileira? Quais são os benefícios e os desafios de ter uma população tão religiosa? E como o Brasil se compara com outros países em termos de diversidade e tolerância religiosa? Neste post, vamos analisar alguns dos principais dados e reflexões da pesquisa da Ipsos.

    Os brasileiros acreditam no paraíso e no inferno

    Além de acreditar em Deus ou em um poder maior, os brasileiros também têm uma forte crença na existência do paraíso e do inferno. Segundo a pesquisa da Ipsos, 79% dos brasileiros acreditam no paraíso, empatando com o Peru em primeiro lugar. Já 66% dos brasileiros acreditam no inferno, ficando atrás apenas da Turquia, com 76%.

    Esses números mostram que os brasileiros têm uma visão dualista da vida após a morte, baseada na recompensa ou no castigo eterno. Essa visão pode influenciar o comportamento moral e ético dos indivíduos e das instituições, bem como as relações entre diferentes grupos religiosos.

    Por outro lado, os países mais céticos em relação ao paraíso e ao inferno são a Bélgica, com 22% e 16%, respectivamente, a França, com 31% e 23%, e o Japão, com 28% e 25%. Esses países tendem a ter uma cultura mais secularizada e pluralista, onde a religião tem menos peso na esfera pública e privada.

    Os brasileiros se apoiam na fé para superar crises

    Outro dado interessante da pesquisa da Ipsos é que os brasileiros se apoiam na fé para superar crises, como doenças, conflitos e desastres. De acordo com o estudo, 90% dos brasileiros afirmam que Deus ou forças maiores os permitem superar esses desafios, liderando o ranking mundial.

    Isso indica que os brasileiros têm uma alta resiliência espiritual, ou seja, a capacidade de usar os recursos da fé para lidar com situações adversas. A fé pode oferecer conforto, esperança, sentido e comunidade para as pessoas que enfrentam dificuldades.

    No entanto, isso também pode gerar uma certa passividade ou conformismo diante dos problemas sociais e políticos. Além disso, pode haver um risco de fanatismo ou fundamentalismo religioso, quando as pessoas usam a fé como uma forma de negar ou combater outras visões de mundo.

    Em contraste, os países que menos se apoiam na fé para superar crises são o Japão (37%), a Coreia do Sul (50%) e a Suécia (56%). Esses países tendem a ter um maior desenvolvimento humano e social, onde as pessoas contam com mais apoio do Estado e da sociedade civil para enfrentar as adversidades.

    Os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto

    A pesquisa da Ipsos também revela que os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros afirmam seguir alguma religião, ficando em quarto lugar no ranking mundial. A Índia lidera com 99%, seguida pela Tailândia (98%) e pela Malásia (94%). A média global é de 67%.

    No Brasil, a maior parte dos que dizem ter uma religião se denomina cristã (70%). Dentro do cristianismo, há uma grande diversidade de denominações e expressões religiosas. O catolicismo ainda é predominante (50%), mas vem perdendo espaço para o protestantismo (20%), especialmente para as igrejas evangélicas pentecostais.

    Apesar da alta adesão religiosa, apenas 49% dos brasileiros afirmam visitar ao menos uma vez ao mês igrejas, templos ou outros locais de culto. Isso significa que há uma parcela significativa de brasileiros que se consideram religiosos, mas não praticantes. Esses brasileiros podem ter uma religiosidade mais individualizada ou alternativa, sem vínculos institucionais.

    Por outro lado, os países que mais frequentam locais de culto são a Índia (71%), o Peru (60%) e o México (59%). Já os países que menos frequentam são o Japão (5%), a Suécia (7%) e a Holanda (9%).

    A pesquisa da Ipsos mostra que o Brasil é um país muito religioso, tanto em termos de crença quanto de identidade. Os brasileiros têm uma forte fé em Deus ou em um poder maior, no paraíso e no inferno, e na capacidade de superar crises por meio da espiritualidade.

    No entanto, isso também traz alguns desafios para a convivência social e democrática. É preciso respeitar e valorizar a diversidade religiosa do país, garantindo os direitos de todas as crenças e não crenças. É preciso também promover o diálogo inter-religioso e o laicismo do Estado, evitando qualquer forma de intolerância ou violência motivada pela religião.

    A pesquisa da Ipsos é uma fonte rica de informações e reflexões sobre a religiosidade dos brasileiros. Se você quiser saber mais sobre o assunto, confira o relatório completo no site da Ipsos.

    A pesquisa Global Religion 2023, divulgada em maio de 2023, mostra que 89% dos brasileiros têm alguma crença religiosa, empatando com a África do Sul no topo do ranking. A média global é de 61%.

    Mas o que isso significa para a sociedade brasileira? Quais são os benefícios e os desafios de ter uma população tão religiosa? E como o Brasil se compara com outros países em termos de diversidade e tolerância religiosa? Neste post, vamos analisar alguns dos principais dados e reflexões da pesquisa da Ipsos.

    Os brasileiros acreditam no paraíso e no inferno

    Além de acreditar em Deus ou em um poder maior, os brasileiros também têm uma forte crença na existência do paraíso e do inferno. Segundo a pesquisa da Ipsos, 79% dos brasileiros acreditam no paraíso, empatando com o Peru em primeiro lugar. Já 66% dos brasileiros acreditam no inferno, ficando atrás apenas da Turquia, com 76%.

    Esses números mostram que os brasileiros têm uma visão dualista da vida após a morte, baseada na recompensa ou no castigo eterno. Essa visão pode influenciar o comportamento moral e ético dos indivíduos e das instituições, bem como as relações entre diferentes grupos religiosos.

    Por outro lado, os países mais céticos em relação ao paraíso e ao inferno são a Bélgica, com 22% e 16%, respectivamente, a França, com 31% e 23%, e o Japão, com 28% e 25%. Esses países tendem a ter uma cultura mais secularizada e pluralista, onde a religião tem menos peso na esfera pública e privada.

    Os brasileiros se apoiam na fé para superar crises

    Outro dado interessante da pesquisa da Ipsos é que os brasileiros se apoiam na fé para superar crises, como doenças, conflitos e desastres. De acordo com o estudo, 90% dos brasileiros afirmam que Deus ou forças maiores os permitem superar esses desafios, liderando o ranking mundial.

    Isso indica que os brasileiros têm uma alta resiliência espiritual, ou seja, a capacidade de usar os recursos da fé para lidar com situações adversas. A fé pode oferecer conforto, esperança, sentido e comunidade para as pessoas que enfrentam dificuldades.

    No entanto, isso também pode gerar uma certa passividade ou conformismo diante dos problemas sociais e políticos. Além disso, pode haver um risco de fanatismo ou fundamentalismo religioso, quando as pessoas usam a fé como uma forma de negar ou combater outras visões de mundo.

    Em contraste, os países que menos se apoiam na fé para superar crises são o Japão (37%), a Coreia do Sul (50%) e a Suécia (56%). Esses países tendem a ter um maior desenvolvimento humano e social, onde as pessoas contam com mais apoio do Estado e da sociedade civil para enfrentar as adversidades.

    Os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto

    A pesquisa da Ipsos também revela que os brasileiros seguem alguma religião, mas nem todos frequentam locais de culto. Segundo o levantamento, 76% dos brasileiros afirmam seguir alguma religião, ficando em quarto lugar no ranking mundial. A Índia lidera com 99%, seguida pela Tailândia (98%) e pela Malásia (94%). A média global é de 67%.

    No Brasil, a maior parte dos que dizem ter uma religião se denomina cristã (70%). Dentro do cristianismo, há uma grande diversidade de denominações e expressões religiosas. O catolicismo ainda é predominante (50%), mas vem perdendo espaço para o protestantismo (20%), especialmente para as igrejas evangélicas pentecostais.

    Apesar da alta adesão religiosa, apenas 49% dos brasileiros afirmam visitar ao menos uma vez ao mês igrejas, templos ou outros locais de culto. Isso significa que há uma parcela significativa de brasileiros que se consideram religiosos, mas não praticantes. Esses brasileiros podem ter uma religiosidade mais individualizada ou alternativa, sem vínculos institucionais.

    Por outro lado, os países que mais frequentam locais de culto são a Índia (71%), o Peru (60%) e o México (59%). Já os países que menos frequentam são o Japão (5%), a Suécia (7%) e a Holanda (9%).

    A pesquisa da Ipsos mostra que o Brasil é um país muito religioso, tanto em termos de crença quanto de identidade. Os brasileiros têm uma forte fé em Deus ou em um poder maior, no paraíso e no inferno, e na capacidade de superar crises por meio da espiritualidade.

    No entanto, isso também traz alguns desafios para a convivência social e democrática. É preciso respeitar e valorizar a diversidade religiosa do país, garantindo os direitos de todas as crenças e não crenças. É preciso também promover o diálogo inter-religioso e o laicismo do Estado, evitando qualquer forma de intolerância ou violência motivada pela religião.

    A pesquisa da Ipsos é uma fonte rica de informações e reflexões sobre a religiosidade dos brasileiros. Se você quiser saber mais sobre o assunto, confira o relatório completo no site da Ipsos.

  • Tuberculose pode afetar a resposta imunológica e a resistência do HIV

    Tuberculose pode afetar a resposta imunológica e a resistência do HIV

    Você sabia que a tuberculose é a coinfecção mais comum em pessoas que vivem com HIV? Essa doença pode ter um impacto significativo na resposta imunológica e nas características do vírus que circula no organismo dessas pessoas.

    É o que mostra uma nova pesquisa realizada pelo Boston Medical Center e publicada na revista iScience.

    O estudo comparou amostras de pessoas recém-diagnosticadas com HIV que tinham ou não tuberculose. Os resultados mostraram que as pessoas com tuberculose tinham respostas de anticorpos contra o HIV mais amplas e potentes, além de diferenças nas sequências do HIV que indicavam maior resistência aos anticorpos.

    Isso significa que a tuberculose pode interferir na eficácia de estratégias de prevenção e tratamento baseadas em anticorpos. Vacinas que visam estimular anticorpos e anticorpos que são usados como terapia para o HIV podem falhar mais facilmente nessas pessoas.

    “É fundamental entendermos a relação entre a tuberculose e o HIV, pois essa doença é extremamente comum, especialmente em regiões do mundo com altos níveis de transmissão do HIV”, disse Manish Sagar, MD, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores também destacam que esse estudo tem implicações para as estratégias de vacinação contra o HIV, pois elas buscam gerar anticorpos que possam bloquear o vírus após a exposição. Gerar anticorpos amplos e potentes contra o HIV é um desafio enorme. Mas a tuberculose pode revelar pistas biológicas de como essa doença aumenta as respostas de anticorpos contra o HIV, o que pode ser usado para desenvolver novas abordagens para estimular esses anticorpos.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    É o que mostra uma nova pesquisa realizada pelo Boston Medical Center e publicada na revista iScience.

    O estudo comparou amostras de pessoas recém-diagnosticadas com HIV que tinham ou não tuberculose. Os resultados mostraram que as pessoas com tuberculose tinham respostas de anticorpos contra o HIV mais amplas e potentes, além de diferenças nas sequências do HIV que indicavam maior resistência aos anticorpos.

    Isso significa que a tuberculose pode interferir na eficácia de estratégias de prevenção e tratamento baseadas em anticorpos. Vacinas que visam estimular anticorpos e anticorpos que são usados como terapia para o HIV podem falhar mais facilmente nessas pessoas.

    “É fundamental entendermos a relação entre a tuberculose e o HIV, pois essa doença é extremamente comum, especialmente em regiões do mundo com altos níveis de transmissão do HIV”, disse Manish Sagar, MD, um dos autores do estudo.

    Os pesquisadores também destacam que esse estudo tem implicações para as estratégias de vacinação contra o HIV, pois elas buscam gerar anticorpos que possam bloquear o vírus após a exposição. Gerar anticorpos amplos e potentes contra o HIV é um desafio enorme. Mas a tuberculose pode revelar pistas biológicas de como essa doença aumenta as respostas de anticorpos contra o HIV, o que pode ser usado para desenvolver novas abordagens para estimular esses anticorpos.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Endividamento das famílias brasileiras se mantém alto, aponta CNC

    Endividamento das famílias brasileiras se mantém alto, aponta CNC

    O endividamento das famílias brasileiras continua em um patamar elevado, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 78,3% das famílias tinham algum tipo de dívida em abril de 2023, o mesmo percentual registrado em março. Em relação a abril de 2022, houve um aumento de 1,8 ponto percentual.

    A pesquisa considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia. O cartão de crédito foi o principal tipo de dívida para 81% das famílias endividadas, seguido por carnês (16%) e financiamento de carro (10%).

    O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também se manteve estável em 25% na comparação mensal. Já na comparação anual, houve uma queda de 0,9 ponto percentual. Entre as famílias com contas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63 dias.

    A pesquisa também mostrou que o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes aumentou na comparação mensal, passando de 10% em março para 10,4% em abril. Em relação a abril do ano passado, houve uma redução de 0,2 ponto percentual.

    Para a CNC, os resultados da pesquisa refletem os efeitos da pandemia da covid-19 sobre a renda das famílias e o mercado de trabalho. A entidade defende a aceleração da vacinação e a adoção de medidas que facilitem o acesso ao crédito como formas de amenizar o endividamento e estimular o consumo.

    De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), 78,3% das famílias tinham algum tipo de dívida em abril de 2023, o mesmo percentual registrado em março. Em relação a abril de 2022, houve um aumento de 1,8 ponto percentual.

    A pesquisa considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia. O cartão de crédito foi o principal tipo de dívida para 81% das famílias endividadas, seguido por carnês (16%) e financiamento de carro (10%).

    O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também se manteve estável em 25% na comparação mensal. Já na comparação anual, houve uma queda de 0,9 ponto percentual. Entre as famílias com contas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63 dias.

    A pesquisa também mostrou que o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes aumentou na comparação mensal, passando de 10% em março para 10,4% em abril. Em relação a abril do ano passado, houve uma redução de 0,2 ponto percentual.

    Para a CNC, os resultados da pesquisa refletem os efeitos da pandemia da covid-19 sobre a renda das famílias e o mercado de trabalho. A entidade defende a aceleração da vacinação e a adoção de medidas que facilitem o acesso ao crédito como formas de amenizar o endividamento e estimular o consumo.

  • Viu um fantasma? Saiba como a ciência pode explicar esse fenômeno

    Viu um fantasma? Saiba como a ciência pode explicar esse fenômeno

    Você já sentiu alguma vez a presença de alguém que não estava lá? Essa sensação pode ser explicada pela ciência, de acordo com um artigo da BBC Brasil que resume uma pesquisa realizada por neurocientistas na Suíça.

    O artigo Como ciência explica experiência de ‘presença sobrenatural’ conta como os pesquisadores conseguiram reproduzir em laboratório a ilusão de sentir uma presença invisível próxima ao corpo. Eles usaram um robô que tocava as costas dos voluntários enquanto eles moviam a mão na frente de si. O robô, porém, não sincronizava os movimentos com os dos participantes, criando uma discrepância entre o que eles viam e o que sentiam.

    Essa discrepância gerou uma confusão no cérebro dos voluntários, que interpretaram o toque do robô como se fosse de outra pessoa. Alguns relataram sentir medo, ansiedade e até mesmo a presença de um fantasma. Os pesquisadores descobriram que essa ilusão estava relacionada a uma alteração na atividade de duas áreas cerebrais: o córtex temporal e o córtex parietal.

    O córtex temporal é responsável pelo processamento auditivo e pela percepção do espaço. O córtex parietal é responsável pela integração sensorial e pela consciência corporal. Quando essas áreas não funcionam bem, o cérebro pode criar uma representação distorcida do próprio corpo e do ambiente, levando a uma sensação de presença sobrenatural.

    Os autores do estudo sugerem que essa ilusão pode estar na origem de algumas experiências religiosas ou paranormais, como as relatadas por alpinistas, esquizofrênicos ou pacientes com epilepsia. Eles também acreditam que essa descoberta pode ajudar no tratamento de pessoas que sofrem com alucinações ou delírios.

    O artigo da BBC Brasil é interessante para quem quer saber mais sobre como a ciência pode investigar fenômenos que normalmente são atribuídos ao misticismo ou à superstição. Ele mostra como o cérebro humano é complexo e fascinante, e como ele pode nos enganar às vezes.

    O artigo Como ciência explica experiência de ‘presença sobrenatural’ conta como os pesquisadores conseguiram reproduzir em laboratório a ilusão de sentir uma presença invisível próxima ao corpo. Eles usaram um robô que tocava as costas dos voluntários enquanto eles moviam a mão na frente de si. O robô, porém, não sincronizava os movimentos com os dos participantes, criando uma discrepância entre o que eles viam e o que sentiam.

    Essa discrepância gerou uma confusão no cérebro dos voluntários, que interpretaram o toque do robô como se fosse de outra pessoa. Alguns relataram sentir medo, ansiedade e até mesmo a presença de um fantasma. Os pesquisadores descobriram que essa ilusão estava relacionada a uma alteração na atividade de duas áreas cerebrais: o córtex temporal e o córtex parietal.

    O córtex temporal é responsável pelo processamento auditivo e pela percepção do espaço. O córtex parietal é responsável pela integração sensorial e pela consciência corporal. Quando essas áreas não funcionam bem, o cérebro pode criar uma representação distorcida do próprio corpo e do ambiente, levando a uma sensação de presença sobrenatural.

    Os autores do estudo sugerem que essa ilusão pode estar na origem de algumas experiências religiosas ou paranormais, como as relatadas por alpinistas, esquizofrênicos ou pacientes com epilepsia. Eles também acreditam que essa descoberta pode ajudar no tratamento de pessoas que sofrem com alucinações ou delírios.

    O artigo da BBC Brasil é interessante para quem quer saber mais sobre como a ciência pode investigar fenômenos que normalmente são atribuídos ao misticismo ou à superstição. Ele mostra como o cérebro humano é complexo e fascinante, e como ele pode nos enganar às vezes.

  • Vacinas contra câncer e doenças cardíacas podem ficar prontas até o final da década

    Vacinas contra câncer e doenças cardíacas podem ficar prontas até o final da década

    Uma equipe de cientistas britânicos está desenvolvendo vacinas que podem prevenir ou tratar câncer e doenças cardíacas, as duas principais causas de morte no mundo.

    Eles esperam que as vacinas estejam disponíveis até o final da década, após testes clínicos bem-sucedidos.

    As vacinas usam a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), a mesma usada nas vacinas contra a covid-19, para treinar o sistema imunológico para combater as células doentes.

    Os pesquisadores afirmam que as vacinas são seguras, baratas e fáceis de administrar.

    Segundo os pesquisadores, as vacinas poderiam prevenir ou tratar vários tipos de câncer, como o de mama, o de próstata e o de pele, além de reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles esperam iniciar os testes clínicos em humanos já em 2023.

    A reportagem completa pode ser lida no site do jornal The Guardian, neste link.

    Eles esperam que as vacinas estejam disponíveis até o final da década, após testes clínicos bem-sucedidos.

    As vacinas usam a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), a mesma usada nas vacinas contra a covid-19, para treinar o sistema imunológico para combater as células doentes.

    Os pesquisadores afirmam que as vacinas são seguras, baratas e fáceis de administrar.

    Segundo os pesquisadores, as vacinas poderiam prevenir ou tratar vários tipos de câncer, como o de mama, o de próstata e o de pele, além de reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles esperam iniciar os testes clínicos em humanos já em 2023.

    A reportagem completa pode ser lida no site do jornal The Guardian, neste link.

  • Biotecnologia: como a descoberta do reparo do DNA pode revolucionar o setor

    Biotecnologia: como a descoberta do reparo do DNA pode revolucionar o setor

    Uma equipe de pesquisadores da Michigan State University’s College of Veterinary Medicinefez uma descoberta que pode ter implicações para estratégias de edição genética terapêutica, diagnósticos e terapias de câncer e outros avanços em biotecnologia.

    A descoberta é sobre um grande complexo de proteínas chamado DNA-PK que inicia o processo de reparo do DNA.

    Os pesquisadores caracterizaram dois tipos diferentes de DNA-PK, cada um com um papel específico no reparo do DNA que não pode ser assumido pelo outro.

    O DNA-PK funciona em diferentes contextos em que o DNA é danificado ou precisa ser modificado. Alguns exemplos são:

    – Quando o DNA sofre quebras de dupla fita (DSBs), que são cortes nas duas fitas do DNA. O DNA-PK ajuda a reparar essas quebras por um processo chamado junção de extremidades não homólogas (NHEJ).

    – Quando o DNA é danificado por agentes químicos ou radiação. O DNA-PK pode ser um alvo terapêutico para aumentar a eficácia desses agentes em células cancerosas.

    – Quando o DNA é replicado durante a divisão celular. O DNA-PK participa da resposta ao estresse de replicação, que é uma forma de proteger o DNA de erros ou instabilidades durante a cópia.

    – Quando o DNA precisa ser editado para fins terapêuticos ou industriais. O DNA-PK pode ser manipulado para alterar a expressão ou a função de genes específicos.

    Essa descoberta pode melhorar a biotecnologia porque pode ajudar a entender como o DNA-PK funciona em diferentes contextos e como ele pode ser manipulado para fins terapêuticos ou industriais.

    Fonte: ScienceDaily – Health & Medicine

    A descoberta é sobre um grande complexo de proteínas chamado DNA-PK que inicia o processo de reparo do DNA.

    Os pesquisadores caracterizaram dois tipos diferentes de DNA-PK, cada um com um papel específico no reparo do DNA que não pode ser assumido pelo outro.

    O DNA-PK funciona em diferentes contextos em que o DNA é danificado ou precisa ser modificado. Alguns exemplos são:

    – Quando o DNA sofre quebras de dupla fita (DSBs), que são cortes nas duas fitas do DNA. O DNA-PK ajuda a reparar essas quebras por um processo chamado junção de extremidades não homólogas (NHEJ).

    – Quando o DNA é danificado por agentes químicos ou radiação. O DNA-PK pode ser um alvo terapêutico para aumentar a eficácia desses agentes em células cancerosas.

    – Quando o DNA é replicado durante a divisão celular. O DNA-PK participa da resposta ao estresse de replicação, que é uma forma de proteger o DNA de erros ou instabilidades durante a cópia.

    – Quando o DNA precisa ser editado para fins terapêuticos ou industriais. O DNA-PK pode ser manipulado para alterar a expressão ou a função de genes específicos.

    Essa descoberta pode melhorar a biotecnologia porque pode ajudar a entender como o DNA-PK funciona em diferentes contextos e como ele pode ser manipulado para fins terapêuticos ou industriais.

    Fonte: ScienceDaily – Health & Medicine

  • Novo estudo mostra que bebidas dietéticas também causam problemas cardíacos


    Bebidas adoçadas artificialmente podem ser tão ruins para o coração quanto as que contêm açúcar.

    Ouça na W:

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    Este conteúdo está disponível apenas para assinantes. Você pode ter acesso e publicar em sua rádio. Saiba mais aqui.

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    Veja também:


    A Microsoft tem uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais de Covid-19. Você pode acessar a ferramenta aqui