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  • Conheça o GPD Win 3, um console híbrido que roda jogos de PC

    Conheça o GPD Win 3, um console híbrido que roda jogos de PC

    O GPD Win 3 é um dos PCs portáteis mais interessantes do mercado, pois combina a potência de um processador Intel de 11ª geração com a praticidade de uma tela deslizante e um controle integrado.

    Neste artigo, vamos analisar as principais características e o desempenho deste pequeno console que promete rodar os últimos jogos AAA a 60 fps.

    O design do GPD Win 3 é inspirado nos consoles portáteis, como o Nintendo Switch, mas com um toque de inovação. O aparelho tem uma tela IPS de 5,5 polegadas com resolução HD (1280 x 720 pixels) que pode ser arrastada para cima para revelar um teclado QWERTY completo. O teclado é retroiluminado e tem um sensor de toque no centro para funcionar como um mouse.

    Na parte frontal, há dois analógicos, um direcional digital, quatro botões de ação e dois gatilhos. Na parte traseira, há mais quatro botões L e R para aumentar as opções de controle. O GPD Win 3 também tem um leitor de impressões digitais na lateral para desbloquear o Windows 10 com segurança e praticidade.

    O coração do GPD Win 3 é o processador Intel Core i7-1165G7, um chip de quatro núcleos e oito threads que pode chegar a 4,7 GHz em modo turbo. Ele faz parte da família Tiger Lake, que traz a nova arquitetura gráfica Intel Xe, capaz de oferecer um desempenho superior aos gráficos integrados anteriores. O processador é acompanhado por 16 GB de memória RAM LPDDR4X-4266 e um SSD NVMe de 1 TB.

    Com essa configuração, o GPD Win 3 consegue rodar jogos exigentes como Red Dead Redemption 2, Horizon Zero Dawn e Resident Evil Village em resolução HD e qualidade média ou baixa, mantendo uma taxa de quadros acima de 30 fps na maioria dos casos. Em jogos mais leves, como Fortnite, Overwatch e GTA V, é possível alcançar 60 fps ou mais com ajustes gráficos.

    O GPD Win 3 também tem uma boa conectividade, com suporte ao Wi-Fi 6 e ao Bluetooth 5.0. Ele tem uma porta USB-C com Thunderbolt 4, uma porta USB-A, uma entrada para fones de ouvido (3,5 mm) e um slot para cartão microSD. A bateria tem capacidade de 44 Wh e pode durar até 11 horas em uso leve ou cerca de três horas em jogos.

    Para quem quiser usar o GPD Win 3 como um desktop, há uma base opcional que permite conectar o aparelho a um monitor externo, um teclado e um mouse. A base tem uma porta HDMI 2.0b, uma porta USB-C 3.2, quatro portas USB-A 3.2 e uma porta Ethernet gigabit. Assim, é possível aproveitar toda a potência do PC portátil em uma tela maior e com mais periféricos.

    O GPD Win 3 está em campanha de financiamento coletivo no Indiegogo desde janeiro de 2021 e já arrecadou mais de US$ 3 milhões (cerca de R$ 15 milhões). O preço sugerido do aparelho é de US$ 799 (cerca de R$ 4.120), mas há descontos para os apoiadores do projeto. A previsão de entrega é para maio de 2021.

    O GPD Win 3 é um PC portátil que chama a atenção pela sua proposta de oferecer uma experiência de jogo similar aos consoles em um formato compacto e versátil. Com um processador Intel de última geração e uma tela deslizante com teclado, ele pode ser usado tanto como um console quanto como um computador pessoal. Ele pode não ser capaz de rodar os jogos mais recentes na máxima qualidade, mas ainda assim impressiona pelo seu desempenho em relação ao seu tamanho.

    Neste artigo, vamos analisar as principais características e o desempenho deste pequeno console que promete rodar os últimos jogos AAA a 60 fps.

    O design do GPD Win 3 é inspirado nos consoles portáteis, como o Nintendo Switch, mas com um toque de inovação. O aparelho tem uma tela IPS de 5,5 polegadas com resolução HD (1280 x 720 pixels) que pode ser arrastada para cima para revelar um teclado QWERTY completo. O teclado é retroiluminado e tem um sensor de toque no centro para funcionar como um mouse.

    Na parte frontal, há dois analógicos, um direcional digital, quatro botões de ação e dois gatilhos. Na parte traseira, há mais quatro botões L e R para aumentar as opções de controle. O GPD Win 3 também tem um leitor de impressões digitais na lateral para desbloquear o Windows 10 com segurança e praticidade.

    O coração do GPD Win 3 é o processador Intel Core i7-1165G7, um chip de quatro núcleos e oito threads que pode chegar a 4,7 GHz em modo turbo. Ele faz parte da família Tiger Lake, que traz a nova arquitetura gráfica Intel Xe, capaz de oferecer um desempenho superior aos gráficos integrados anteriores. O processador é acompanhado por 16 GB de memória RAM LPDDR4X-4266 e um SSD NVMe de 1 TB.

    Com essa configuração, o GPD Win 3 consegue rodar jogos exigentes como Red Dead Redemption 2, Horizon Zero Dawn e Resident Evil Village em resolução HD e qualidade média ou baixa, mantendo uma taxa de quadros acima de 30 fps na maioria dos casos. Em jogos mais leves, como Fortnite, Overwatch e GTA V, é possível alcançar 60 fps ou mais com ajustes gráficos.

    O GPD Win 3 também tem uma boa conectividade, com suporte ao Wi-Fi 6 e ao Bluetooth 5.0. Ele tem uma porta USB-C com Thunderbolt 4, uma porta USB-A, uma entrada para fones de ouvido (3,5 mm) e um slot para cartão microSD. A bateria tem capacidade de 44 Wh e pode durar até 11 horas em uso leve ou cerca de três horas em jogos.

    Para quem quiser usar o GPD Win 3 como um desktop, há uma base opcional que permite conectar o aparelho a um monitor externo, um teclado e um mouse. A base tem uma porta HDMI 2.0b, uma porta USB-C 3.2, quatro portas USB-A 3.2 e uma porta Ethernet gigabit. Assim, é possível aproveitar toda a potência do PC portátil em uma tela maior e com mais periféricos.

    O GPD Win 3 está em campanha de financiamento coletivo no Indiegogo desde janeiro de 2021 e já arrecadou mais de US$ 3 milhões (cerca de R$ 15 milhões). O preço sugerido do aparelho é de US$ 799 (cerca de R$ 4.120), mas há descontos para os apoiadores do projeto. A previsão de entrega é para maio de 2021.

    O GPD Win 3 é um PC portátil que chama a atenção pela sua proposta de oferecer uma experiência de jogo similar aos consoles em um formato compacto e versátil. Com um processador Intel de última geração e uma tela deslizante com teclado, ele pode ser usado tanto como um console quanto como um computador pessoal. Ele pode não ser capaz de rodar os jogos mais recentes na máxima qualidade, mas ainda assim impressiona pelo seu desempenho em relação ao seu tamanho.

  • X: o que mudou na rede social e por que os usuários estão insatisfeitos

    X: o que mudou na rede social e por que os usuários estão insatisfeitos

    A rede social X, antes conhecida como Twitter, lançou em julho de 2022 um novo design para sua plataforma web e seus aplicativos.

    Segundo a empresa, o objetivo era oferecer uma experiência mais simples, rápida e personalizada aos usuários. No entanto, o novo layout recebeu muitas críticas de quem usa a rede social para se informar, se comunicar e se divertir.

    Alguns dos problemas apontados pelos usuários foram:

    • A dificuldade de encontrar as opções de configuração, privacidade e segurança, que ficaram escondidas em um menu lateral.

    • A mudança na forma de visualizar as respostas aos posts, que passaram a ser mostradas em uma janela separada, dificultando o acompanhamento das conversas.

    • A remoção da opção de ordenar os posts por ordem cronológica, privilegiando os posts mais populares ou relevantes para o algoritmo do X.

    • A alteração na forma de repostar, que passou a exigir um comentário obrigatório do usuário, limitando a liberdade de expressão e a viralização de conteúdos.

    • A introdução de anúncios invasivos e indesejados na timeline dos usuários, que interferem na experiência e na qualidade da informação.

    Além disso, o X também foi alvo de críticas por parte de ativistas, jornalistas e políticos, que acusaram a plataforma de censura, manipulação e viés ideológico. Algumas das denúncias foram:

    • A suspensão ou bloqueio de contas que expressam opiniões contrárias aos interesses da empresa ou de grupos dominantes, sem critérios claros ou transparentes.

    • A redução do alcance ou da visibilidade de posts que abordam temas sensíveis ou controversos, como direitos humanos, meio ambiente, democracia e corrupção.

    • A interferência na formação da opinião pública e na agenda política, através da promoção ou ocultação de determinados assuntos, tendências ou hashtags.

    • A falta de responsabilidade e de controle sobre a disseminação de notícias falsas, desinformação e discursos de ódio na rede social.

    Diante dessas críticas, muitos usuários estão insatisfeitos com o X e procurando outras alternativas para se expressar e se informar na internet. Alguns dos concorrentes do X são o Facebook, o Instagram, o Telegram e o Signal.

    Segundo a empresa, o objetivo era oferecer uma experiência mais simples, rápida e personalizada aos usuários. No entanto, o novo layout recebeu muitas críticas de quem usa a rede social para se informar, se comunicar e se divertir.

    Alguns dos problemas apontados pelos usuários foram:

    • A dificuldade de encontrar as opções de configuração, privacidade e segurança, que ficaram escondidas em um menu lateral.

    • A mudança na forma de visualizar as respostas aos posts, que passaram a ser mostradas em uma janela separada, dificultando o acompanhamento das conversas.

    • A remoção da opção de ordenar os posts por ordem cronológica, privilegiando os posts mais populares ou relevantes para o algoritmo do X.

    • A alteração na forma de repostar, que passou a exigir um comentário obrigatório do usuário, limitando a liberdade de expressão e a viralização de conteúdos.

    • A introdução de anúncios invasivos e indesejados na timeline dos usuários, que interferem na experiência e na qualidade da informação.

    Além disso, o X também foi alvo de críticas por parte de ativistas, jornalistas e políticos, que acusaram a plataforma de censura, manipulação e viés ideológico. Algumas das denúncias foram:

    • A suspensão ou bloqueio de contas que expressam opiniões contrárias aos interesses da empresa ou de grupos dominantes, sem critérios claros ou transparentes.

    • A redução do alcance ou da visibilidade de posts que abordam temas sensíveis ou controversos, como direitos humanos, meio ambiente, democracia e corrupção.

    • A interferência na formação da opinião pública e na agenda política, através da promoção ou ocultação de determinados assuntos, tendências ou hashtags.

    • A falta de responsabilidade e de controle sobre a disseminação de notícias falsas, desinformação e discursos de ódio na rede social.

    Diante dessas críticas, muitos usuários estão insatisfeitos com o X e procurando outras alternativas para se expressar e se informar na internet. Alguns dos concorrentes do X são o Facebook, o Instagram, o Telegram e o Signal.

  • O cientista que defende o modelo brasileiro de agricultura sustentável para a África e outros países

    O cientista que defende o modelo brasileiro de agricultura sustentável para a África e outros países

    A agricultura brasileira pode servir de exemplo para outros países que enfrentam problemas de fome, pobreza e degradação ambiental. 

    Essa é a proposta do cientista indiano-americano Rattan Lal, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007 e o Prêmio Mundial da Alimentação em 2020.

    Ele defende que o programa brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que incentiva práticas conservacionistas e sustentáveis, seja replicado em regiões como a savana africana, que tem características semelhantes ao Cerrado brasileiro.

    Lal afirma que a agricultura pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, sequestrar carbono no solo, preservar a biodiversidade e recuperar áreas degradadas. Para isso, ele sugere que os produtores sejam recompensados por praticar uma agricultura melhor, que respeite o solo como um ser vivente e que use os insumos com eficiência e moderação.

    Ele também destaca o papel moral e estratégico do Brasil em ajudar os países que sofrem com a fome, a guerra e a instabilidade, compartilhando sua capacidade científica e tecnológica na agricultura tropical. Segundo ele, isso pode elevar o prestígio do Brasil e torná-lo um líder mundial.

    Essa é a proposta do cientista indiano-americano Rattan Lal, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007 e o Prêmio Mundial da Alimentação em 2020.

    Ele defende que o programa brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que incentiva práticas conservacionistas e sustentáveis, seja replicado em regiões como a savana africana, que tem características semelhantes ao Cerrado brasileiro.

    Lal afirma que a agricultura pode contribuir para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, sequestrar carbono no solo, preservar a biodiversidade e recuperar áreas degradadas. Para isso, ele sugere que os produtores sejam recompensados por praticar uma agricultura melhor, que respeite o solo como um ser vivente e que use os insumos com eficiência e moderação.

    Ele também destaca o papel moral e estratégico do Brasil em ajudar os países que sofrem com a fome, a guerra e a instabilidade, compartilhando sua capacidade científica e tecnológica na agricultura tropical. Segundo ele, isso pode elevar o prestígio do Brasil e torná-lo um líder mundial.

  • Como seguir uma dieta saudável segundo a Organização Mundial da Saúde

    Como seguir uma dieta saudável segundo a Organização Mundial da Saúde

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas recomendações sobre o consumo de gorduras, açúcar e carboidratos para adultos e crianças.

    Veja o que mudou e como seguir uma dieta saudável.

    • Gorduras: Nem todas as gorduras são ruins para o seu corpo. As gorduras poliinsaturadas, encontradas no azeite e em outros alimentos oleaginosos, são benéficas para o seu coração e o seu cérebro. Mas cuidado com as gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e câncer. A OMS recomenda que você limite a ingestão total de gordura a 30% do total de calorias que você consome por dia, sendo 10% de gordura saturada e 1% de gordura trans.

    • Carboidratos: Os carboidratos são a principal fonte de energia do seu corpo, mas nem todos são iguais. Prefira os alimentos que contêm fibras, como frutas, verduras e cereais integrais. Eles ajudam na digestão e na saciedade. Evite os produtos refinados e ricos em açúcar, como pães, bolos e refrigerantes. Eles podem causar diabetes tipo 2 e obesidade. A OMS sugere que você consuma pelo menos 400 gramas de frutas e vegetais e 25 gramas de fibras por dia.

    • Açúcar: O açúcar é um dos vilões da alimentação moderna. Ele está presente em muitos alimentos industrializados e pode viciar o seu paladar. O excesso de açúcar pode levar a cáries, inflamações e doenças crônicas. A OMS aconselha que você não ultrapasse 5 a 10 colheres de chá de açúcar por dia. Mas não se preocupe: o açúcar das frutas é considerado saudável e pode satisfazer a sua vontade de doce.

    • Crianças e adolescentes: As crianças e os adolescentes têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos. Eles precisam de mais energia e nutrientes para crescer e se desenvolver. A OMS elaborou tabelas específicas para cada faixa etária, indicando as quantidades adequadas de gorduras, carboidratos e açúcar. Além disso, é importante incentivar hábitos alimentares saudáveis desde cedo, evitando o consumo de alimentos processados e fast-food.

    Seguir uma dieta saudável não é difícil nem chato. Você só precisa escolher bem os alimentos que você coloca no seu prato e variar o seu cardápio. Assim, você vai se sentir melhor, mais disposto e mais feliz.

    Veja o que mudou e como seguir uma dieta saudável.

    • Gorduras: Nem todas as gorduras são ruins para o seu corpo. As gorduras poliinsaturadas, encontradas no azeite e em outros alimentos oleaginosos, são benéficas para o seu coração e o seu cérebro. Mas cuidado com as gorduras saturadas e trans, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares e câncer. A OMS recomenda que você limite a ingestão total de gordura a 30% do total de calorias que você consome por dia, sendo 10% de gordura saturada e 1% de gordura trans.

    • Carboidratos: Os carboidratos são a principal fonte de energia do seu corpo, mas nem todos são iguais. Prefira os alimentos que contêm fibras, como frutas, verduras e cereais integrais. Eles ajudam na digestão e na saciedade. Evite os produtos refinados e ricos em açúcar, como pães, bolos e refrigerantes. Eles podem causar diabetes tipo 2 e obesidade. A OMS sugere que você consuma pelo menos 400 gramas de frutas e vegetais e 25 gramas de fibras por dia.

    • Açúcar: O açúcar é um dos vilões da alimentação moderna. Ele está presente em muitos alimentos industrializados e pode viciar o seu paladar. O excesso de açúcar pode levar a cáries, inflamações e doenças crônicas. A OMS aconselha que você não ultrapasse 5 a 10 colheres de chá de açúcar por dia. Mas não se preocupe: o açúcar das frutas é considerado saudável e pode satisfazer a sua vontade de doce.

    • Crianças e adolescentes: As crianças e os adolescentes têm necessidades nutricionais diferentes dos adultos. Eles precisam de mais energia e nutrientes para crescer e se desenvolver. A OMS elaborou tabelas específicas para cada faixa etária, indicando as quantidades adequadas de gorduras, carboidratos e açúcar. Além disso, é importante incentivar hábitos alimentares saudáveis desde cedo, evitando o consumo de alimentos processados e fast-food.

    Seguir uma dieta saudável não é difícil nem chato. Você só precisa escolher bem os alimentos que você coloca no seu prato e variar o seu cardápio. Assim, você vai se sentir melhor, mais disposto e mais feliz.

  • O que são os rinovírus e como eles afetam a nossa saúde?

    O que são os rinovírus e como eles afetam a nossa saúde?

    Você já teve um resfriado comum? Se sim, é provável que você tenha sido infectado por um rinovírus, um tipo de vírus que causa infecções respiratórias.

    O que são os rinovírus?

    Os rinovírus são micro-organismos muito pequenos, invisíveis a olho nu, que pertencem à família dos picornavírus. Eles têm um material genético chamado de RNA, que contém as instruções para produzir as proteínas que formam o vírus. Eles não têm uma camada de gordura ao redor do RNA, chamada de envelope, e têm uma forma geométrica de 20 lados, chamada de icosaedro. Eles são muito resistentes a fatores ambientais, como temperatura, umidade ou desinfetantes, e podem sobreviver por horas em superfícies contaminadas, como maçanetas, teclados ou brinquedos.

    Existem mais de 100 tipos diferentes de rinovírus, e cada um deles pode infectar as células das vias respiratórias humanas. As vias respiratórias são os tubos por onde o ar entra e sai dos nossos pulmões. Elas se dividem em superiores e inferiores. As vias respiratórias superiores incluem o nariz, a garganta e os seios da face. As vias respiratórias inferiores incluem os brônquios e os pulmões. Os rinovírus podem causar inflamação e irritação nessas regiões, dificultando a respiração e provocando sintomas como espirros, coriza ou tosse.

    Como os rinovírus se transmitem?

    Os rinovírus se transmitem pelo contato com gotículas infectadas de espirros ou tosse de uma pessoa doente, ou pelo contato direto com o vírus, por exemplo, ao apertar a mão de alguém que está resfriado e depois levar a mão ao rosto. O vírus entra nas nossas vias respiratórias através do nariz ou da boca, e começa a se multiplicar nas células que revestem esses órgãos. O nosso sistema imunológico reconhece o vírus como um invasor e tenta combatê-lo, produzindo anticorpos e células de defesa. Esse processo gera uma reação inflamatória, que é responsável pelos sintomas da infecção.

    Os rinovírus são mais comuns em locais onde há muitas pessoas aglomeradas, como escolas, escritórios ou transportes públicos, e em épocas de frio ou chuva. Isso porque nessas situações há mais chances de contato entre pessoas doentes e saudáveis, e porque o ar frio ou úmido pode diminuir a resistência das nossas vias respiratórias. Além disso, a infecção por um tipo de rinovírus não protege contra os outros tipos, pois eles são muito diferentes entre si. Por isso, é possível ter vários resfriados ao longo da vida.

    Quais são os sintomas e as complicações da infecção por rinovírus?

    Os sintomas da infecção por rinovírus geralmente começam com coceira no nariz ou irritação na garganta, seguidos por espirros e secreções nasais. A congestão nasal também é frequente. Em alguns casos, pode haver febre baixa, dor de cabeça, tosse ou dor no corpo. Os sintomas costumam durar entre 7 e 14 dias, e normalmente não são graves. No entanto, em algumas pessoas, especialmente crianças, idosos ou imunocomprometidos (que têm o sistema imunológico enfraquecido por alguma doença ou tratamento), os rinovírus podem causar complicações mais sérias, como asma (uma doença que causa dificuldade para respirar), bronquite (uma inflamação dos brônquios), pneumonia (uma infecção dos pulmões) ou sinusite (uma inflamação dos seios da face). Essas complicações podem exigir tratamento médico e, em casos extremos, podem levar à morte.

    Como podemos prevenir e tratar a infecção por rinovírus?

    Não há um tratamento específico para a infecção por rinovírus, apenas para aliviar os sintomas. É importante beber bastante líquido, repousar e evitar a exposição a fumaça ou poluição. Alguns medicamentos podem ajudar a reduzir a febre, a dor ou a congestão nasal, mas devem ser usados com cautela e orientação médica. Não há vacina contra os rinovírus, pois seria muito difícil desenvolver uma que protegesse contra todos os tipos deles. A melhor forma de prevenir é lavar as mãos com frequência, evitar o contato com pessoas doentes e manter uma boa higiene respiratória, como cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, e usar lenços descartáveis.

    Os rinovírus são um tipo de vírus que causam infecções respiratórias, principalmente o resfriado comum. Eles se transmitem pelo contato com gotículas infectadas ou pelo contato direto com o vírus. Eles podem causar sintomas como espirros, coriza, congestão nasal, febre baixa, dor de cabeça, tosse ou dor no corpo. Em algumas pessoas, eles podem causar complicações mais sérias, como asma, bronquite, pneumonia ou sinusite. Não há um tratamento específico para a infecção por rinovírus, apenas para aliviar os sintomas. Não há vacina contra os rinovírus. A melhor forma de prevenir é lavar as mãos com frequência, evitar o contato com pessoas doentes e manter uma boa higiene respiratória.

    O que são os rinovírus?

    Os rinovírus são micro-organismos muito pequenos, invisíveis a olho nu, que pertencem à família dos picornavírus. Eles têm um material genético chamado de RNA, que contém as instruções para produzir as proteínas que formam o vírus. Eles não têm uma camada de gordura ao redor do RNA, chamada de envelope, e têm uma forma geométrica de 20 lados, chamada de icosaedro. Eles são muito resistentes a fatores ambientais, como temperatura, umidade ou desinfetantes, e podem sobreviver por horas em superfícies contaminadas, como maçanetas, teclados ou brinquedos.

    Existem mais de 100 tipos diferentes de rinovírus, e cada um deles pode infectar as células das vias respiratórias humanas. As vias respiratórias são os tubos por onde o ar entra e sai dos nossos pulmões. Elas se dividem em superiores e inferiores. As vias respiratórias superiores incluem o nariz, a garganta e os seios da face. As vias respiratórias inferiores incluem os brônquios e os pulmões. Os rinovírus podem causar inflamação e irritação nessas regiões, dificultando a respiração e provocando sintomas como espirros, coriza ou tosse.

    Como os rinovírus se transmitem?

    Os rinovírus se transmitem pelo contato com gotículas infectadas de espirros ou tosse de uma pessoa doente, ou pelo contato direto com o vírus, por exemplo, ao apertar a mão de alguém que está resfriado e depois levar a mão ao rosto. O vírus entra nas nossas vias respiratórias através do nariz ou da boca, e começa a se multiplicar nas células que revestem esses órgãos. O nosso sistema imunológico reconhece o vírus como um invasor e tenta combatê-lo, produzindo anticorpos e células de defesa. Esse processo gera uma reação inflamatória, que é responsável pelos sintomas da infecção.

    Os rinovírus são mais comuns em locais onde há muitas pessoas aglomeradas, como escolas, escritórios ou transportes públicos, e em épocas de frio ou chuva. Isso porque nessas situações há mais chances de contato entre pessoas doentes e saudáveis, e porque o ar frio ou úmido pode diminuir a resistência das nossas vias respiratórias. Além disso, a infecção por um tipo de rinovírus não protege contra os outros tipos, pois eles são muito diferentes entre si. Por isso, é possível ter vários resfriados ao longo da vida.

    Quais são os sintomas e as complicações da infecção por rinovírus?

    Os sintomas da infecção por rinovírus geralmente começam com coceira no nariz ou irritação na garganta, seguidos por espirros e secreções nasais. A congestão nasal também é frequente. Em alguns casos, pode haver febre baixa, dor de cabeça, tosse ou dor no corpo. Os sintomas costumam durar entre 7 e 14 dias, e normalmente não são graves. No entanto, em algumas pessoas, especialmente crianças, idosos ou imunocomprometidos (que têm o sistema imunológico enfraquecido por alguma doença ou tratamento), os rinovírus podem causar complicações mais sérias, como asma (uma doença que causa dificuldade para respirar), bronquite (uma inflamação dos brônquios), pneumonia (uma infecção dos pulmões) ou sinusite (uma inflamação dos seios da face). Essas complicações podem exigir tratamento médico e, em casos extremos, podem levar à morte.

    Como podemos prevenir e tratar a infecção por rinovírus?

    Não há um tratamento específico para a infecção por rinovírus, apenas para aliviar os sintomas. É importante beber bastante líquido, repousar e evitar a exposição a fumaça ou poluição. Alguns medicamentos podem ajudar a reduzir a febre, a dor ou a congestão nasal, mas devem ser usados com cautela e orientação médica. Não há vacina contra os rinovírus, pois seria muito difícil desenvolver uma que protegesse contra todos os tipos deles. A melhor forma de prevenir é lavar as mãos com frequência, evitar o contato com pessoas doentes e manter uma boa higiene respiratória, como cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, e usar lenços descartáveis.

    Os rinovírus são um tipo de vírus que causam infecções respiratórias, principalmente o resfriado comum. Eles se transmitem pelo contato com gotículas infectadas ou pelo contato direto com o vírus. Eles podem causar sintomas como espirros, coriza, congestão nasal, febre baixa, dor de cabeça, tosse ou dor no corpo. Em algumas pessoas, eles podem causar complicações mais sérias, como asma, bronquite, pneumonia ou sinusite. Não há um tratamento específico para a infecção por rinovírus, apenas para aliviar os sintomas. Não há vacina contra os rinovírus. A melhor forma de prevenir é lavar as mãos com frequência, evitar o contato com pessoas doentes e manter uma boa higiene respiratória.

  • 123 milhas: entenda o que está acontecendo e o que fazer se você comprou passagens

    123 milhas: entenda o que está acontecendo e o que fazer se você comprou passagens

    A empresa 123 Milhas anunciou a suspensão temporária de sua linha promocional de passagens aéreas, que oferecia datas flexíveis de embarque.

    A medida afeta os clientes que compraram pacotes para viajar entre setembro e dezembro de 2023. A empresa alega que a decisão foi tomada por causa das condições adversas do mercado.

    Os clientes que já receberam as passagens emitidas não serão prejudicados e poderão viajar normalmente. Já os que ainda não receberam terão o valor pago devolvido em forma de vouchers, que poderão ser usados para comprar outros produtos na 123 Milhas. Os vouchers terão uma correção monetária de 150% do CDI e poderão ser solicitados pelos canais oficiais da empresa.

    No entanto, os consumidores que se sentirem lesados podem recorrer à Justiça e aos órgãos de defesa do consumidor para exigir o reembolso em dinheiro. Segundo a advogada Renata Abalém, o contrato de adesão não pode sobrepor a legislação, que garante o direito de escolha do cliente em caso de falha na prestação de serviços. Ela também orienta os clientes a tentarem renegociar as despesas com hospedagem, alimentação e passeios que foram contratadas por fora da 123 Milhas.

    A medida afeta os clientes que compraram pacotes para viajar entre setembro e dezembro de 2023. A empresa alega que a decisão foi tomada por causa das condições adversas do mercado.

    Os clientes que já receberam as passagens emitidas não serão prejudicados e poderão viajar normalmente. Já os que ainda não receberam terão o valor pago devolvido em forma de vouchers, que poderão ser usados para comprar outros produtos na 123 Milhas. Os vouchers terão uma correção monetária de 150% do CDI e poderão ser solicitados pelos canais oficiais da empresa.

    No entanto, os consumidores que se sentirem lesados podem recorrer à Justiça e aos órgãos de defesa do consumidor para exigir o reembolso em dinheiro. Segundo a advogada Renata Abalém, o contrato de adesão não pode sobrepor a legislação, que garante o direito de escolha do cliente em caso de falha na prestação de serviços. Ela também orienta os clientes a tentarem renegociar as despesas com hospedagem, alimentação e passeios que foram contratadas por fora da 123 Milhas.

  • Coqueluche: o que é, como se pega e como tratar

    Coqueluche: o que é, como se pega e como tratar

    A coqueluche é uma doença respiratória infecciosa que pode causar tosse seca e persistente, febre, mal estar e coriza.

    Ela é provocada pela bactéria Bordetella pertussis, que se espalha pelo ar quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala.

    A coqueluche pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais perigosa para as crianças pequenas, especialmente as que não foram vacinadas. A doença pode levar a complicações graves, como pneumonia, convulsões e até morte.

    Para diagnosticar a coqueluche, o médico avalia os sintomas e pode solicitar exames de laboratório para confirmar a presença da bactéria. O tratamento é feito com antibióticos, que devem ser iniciados o mais cedo possível para evitar o agravamento da doença.

    A melhor forma de prevenir a coqueluche é através da vacinação, que deve ser feita desde os primeiros meses de vida e reforçada ao longo dos anos. As gestantes também devem receber uma dose da vacina durante a gravidez para proteger o bebê.

    A coqueluche é uma doença séria que pode ser evitada com cuidados simples. Se você tiver dúvidas ou suspeitar que está com coqueluche, procure um médico e siga as orientações. Lembre-se também de manter a sua vacinação em dia e de evitar o contato com pessoas doentes.

    Ela é provocada pela bactéria Bordetella pertussis, que se espalha pelo ar quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala.

    A coqueluche pode afetar pessoas de qualquer idade, mas é mais perigosa para as crianças pequenas, especialmente as que não foram vacinadas. A doença pode levar a complicações graves, como pneumonia, convulsões e até morte.

    Para diagnosticar a coqueluche, o médico avalia os sintomas e pode solicitar exames de laboratório para confirmar a presença da bactéria. O tratamento é feito com antibióticos, que devem ser iniciados o mais cedo possível para evitar o agravamento da doença.

    A melhor forma de prevenir a coqueluche é através da vacinação, que deve ser feita desde os primeiros meses de vida e reforçada ao longo dos anos. As gestantes também devem receber uma dose da vacina durante a gravidez para proteger o bebê.

    A coqueluche é uma doença séria que pode ser evitada com cuidados simples. Se você tiver dúvidas ou suspeitar que está com coqueluche, procure um médico e siga as orientações. Lembre-se também de manter a sua vacinação em dia e de evitar o contato com pessoas doentes.

  • Como recuperar conversas apagadas do WhatsApp no Android

    Como recuperar conversas apagadas do WhatsApp no Android

    Você já se arrependeu de ter apagado alguma conversa do WhatsApp no seu celular Android?

    Seja por engano, por raiva ou por qualquer outro motivo, às vezes podemos nos arrepender de perder mensagens importantes ou divertidas que trocamos com nossos contatos. Mas não se preocupe, pois há algumas formas de recuperar conversas apagadas do WhatsApp no Android. Neste post, vamos te ensinar como fazer isso de maneira simples e rápida.

    Existem duas formas principais de recuperar conversas apagadas do WhatsApp no Android: usando o backup do Google Drive ou usando um aplicativo de recuperação de dados. Vamos explicar cada uma delas a seguir.

    Usando o backup do Google Drive

    O WhatsApp oferece a opção de fazer backup das suas conversas no Google Drive, um serviço de armazenamento em nuvem gratuito que você pode acessar com a sua conta do Google. Se você ativou essa opção nas configurações do WhatsApp, você pode restaurar as suas conversas a partir do backup do Google Drive. Veja como fazer isso:

    • Desinstale e reinstale o WhatsApp no seu celular Android.

    • Abra o aplicativo e siga as instruções para verificar o seu número de telefone.

    • Na tela seguinte, você verá a opção de restaurar as suas conversas a partir do backup do Google Drive. Toque em “Restaurar” e aguarde o processo terminar.

    • Pronto! As suas conversas serão restauradas no seu WhatsApp, incluindo as que você tinha apagado.

    Lembre-se que esse método só funciona se você tiver feito o backup das suas conversas no Google Drive antes de apagá-las. Além disso, você só poderá recuperar as conversas que estavam no último backup feito, ou seja, se você apagou uma conversa depois do último backup, ela não poderá ser recuperada.

    via GIPHY

    Usando um aplicativo de recuperação de dados

    Se você não ativou o backup do Google Drive ou se quer recuperar conversas mais recentes que não estavam no backup, você pode tentar usar um aplicativo de recuperação de dados. Esses aplicativos são capazes de vasculhar a memória interna do seu celular e encontrar arquivos que foram apagados, mas que ainda não foram sobrescritos por outros dados. Um dos aplicativos mais populares para essa finalidade é o Dr.Fone – Recuperação de Dados (Android), que você pode baixar gratuitamente na Play Store.

    Para usar esse aplicativo, siga os passos abaixo:

    • Instale e abra o Dr.Fone no seu celular Android.

    • Conceda as permissões necessárias para que o aplicativo possa acessar os dados do seu celular.

    • Na tela inicial, selecione a opção “Recuperar”.

    • Na tela seguinte, selecione os tipos de dados que você quer recuperar. No nosso caso, selecione “WhatsApp messages & attachments”.

    • Toque em “Próximo” e aguarde o aplicativo analisar o seu celular.

    • Quando o processo terminar, você verá uma lista de arquivos que podem ser recuperados. Selecione as conversas do WhatsApp que você quer restaurar e toque em “Recuperar”.

    • Pronto! As suas conversas serão salvas na memória interna do seu celular ou no cartão SD, dependendo da sua escolha.

    Lembre-se que esse método não garante que você consiga recuperar todas as conversas apagadas do WhatsApp no Android, pois depende da disponibilidade dos arquivos na memória do seu celular. Além disso, alguns aplicativos de recuperação de dados podem exigir que o seu celular esteja rooteado, ou seja, com acesso total ao sistema operacional.

    Seja por engano, por raiva ou por qualquer outro motivo, às vezes podemos nos arrepender de perder mensagens importantes ou divertidas que trocamos com nossos contatos. Mas não se preocupe, pois há algumas formas de recuperar conversas apagadas do WhatsApp no Android. Neste post, vamos te ensinar como fazer isso de maneira simples e rápida.

    Existem duas formas principais de recuperar conversas apagadas do WhatsApp no Android: usando o backup do Google Drive ou usando um aplicativo de recuperação de dados. Vamos explicar cada uma delas a seguir.

    Usando o backup do Google Drive

    O WhatsApp oferece a opção de fazer backup das suas conversas no Google Drive, um serviço de armazenamento em nuvem gratuito que você pode acessar com a sua conta do Google. Se você ativou essa opção nas configurações do WhatsApp, você pode restaurar as suas conversas a partir do backup do Google Drive. Veja como fazer isso:

    • Desinstale e reinstale o WhatsApp no seu celular Android.

    • Abra o aplicativo e siga as instruções para verificar o seu número de telefone.

    • Na tela seguinte, você verá a opção de restaurar as suas conversas a partir do backup do Google Drive. Toque em “Restaurar” e aguarde o processo terminar.

    • Pronto! As suas conversas serão restauradas no seu WhatsApp, incluindo as que você tinha apagado.

    Lembre-se que esse método só funciona se você tiver feito o backup das suas conversas no Google Drive antes de apagá-las. Além disso, você só poderá recuperar as conversas que estavam no último backup feito, ou seja, se você apagou uma conversa depois do último backup, ela não poderá ser recuperada.

    via GIPHY

    Usando um aplicativo de recuperação de dados

    Se você não ativou o backup do Google Drive ou se quer recuperar conversas mais recentes que não estavam no backup, você pode tentar usar um aplicativo de recuperação de dados. Esses aplicativos são capazes de vasculhar a memória interna do seu celular e encontrar arquivos que foram apagados, mas que ainda não foram sobrescritos por outros dados. Um dos aplicativos mais populares para essa finalidade é o Dr.Fone – Recuperação de Dados (Android), que você pode baixar gratuitamente na Play Store.

    Para usar esse aplicativo, siga os passos abaixo:

    • Instale e abra o Dr.Fone no seu celular Android.

    • Conceda as permissões necessárias para que o aplicativo possa acessar os dados do seu celular.

    • Na tela inicial, selecione a opção “Recuperar”.

    • Na tela seguinte, selecione os tipos de dados que você quer recuperar. No nosso caso, selecione “WhatsApp messages & attachments”.

    • Toque em “Próximo” e aguarde o aplicativo analisar o seu celular.

    • Quando o processo terminar, você verá uma lista de arquivos que podem ser recuperados. Selecione as conversas do WhatsApp que você quer restaurar e toque em “Recuperar”.

    • Pronto! As suas conversas serão salvas na memória interna do seu celular ou no cartão SD, dependendo da sua escolha.

    Lembre-se que esse método não garante que você consiga recuperar todas as conversas apagadas do WhatsApp no Android, pois depende da disponibilidade dos arquivos na memória do seu celular. Além disso, alguns aplicativos de recuperação de dados podem exigir que o seu celular esteja rooteado, ou seja, com acesso total ao sistema operacional.

  • Luz vermelha para dormir: uma solução simples e eficaz para um sono de qualidade

    Luz vermelha para dormir: uma solução simples e eficaz para um sono de qualidade

    Segundo alguns estudos, a luz vermelha é a mais adequada para usar antes de dormir, pois não interfere na produção de melatonina, o hormônio que regula o ciclo do sono.

    A melatonina é produzida pelo cérebro quando está escuro e ajuda a induzir o sono. Por outro lado, a luz azul ou branca, que é emitida por muitos aparelhos eletrônicos, pode inibir a melatonina e atrapalhar o sono.

    A luz vermelha, porém, tem um comprimento de onda mais longo e uma intensidade menor do que a luz azul ou branca, e por isso não afeta tanto a melatonina. Além disso, a luz vermelha pode ter outros benefícios para o sono, como:

    • Ajudar a relaxar e reduzir o estresse.

    • Aliviar a inércia do sono, que é aquela sensação de estar meio grogue quando acordamos.

    • Melhorar o desempenho mental e físico no dia seguinte.

    Alguns especialistas recomendam usar lâmpadas de luz vermelha ou filtros de luz azul nos dispositivos eletrônicos à noite. Também é importante evitar a exposição à luz forte antes de dormir e manter o quarto escuro e silencioso.

    A melatonina é produzida pelo cérebro quando está escuro e ajuda a induzir o sono. Por outro lado, a luz azul ou branca, que é emitida por muitos aparelhos eletrônicos, pode inibir a melatonina e atrapalhar o sono.

    A luz vermelha, porém, tem um comprimento de onda mais longo e uma intensidade menor do que a luz azul ou branca, e por isso não afeta tanto a melatonina. Além disso, a luz vermelha pode ter outros benefícios para o sono, como:

    • Ajudar a relaxar e reduzir o estresse.

    • Aliviar a inércia do sono, que é aquela sensação de estar meio grogue quando acordamos.

    • Melhorar o desempenho mental e físico no dia seguinte.

    Alguns especialistas recomendam usar lâmpadas de luz vermelha ou filtros de luz azul nos dispositivos eletrônicos à noite. Também é importante evitar a exposição à luz forte antes de dormir e manter o quarto escuro e silencioso.

  • Preço da gasolina: Governo quer fiscalizar postos de combustíveis por aumento de preço

    Preço da gasolina: Governo quer fiscalizar postos de combustíveis por aumento de preço

    O governo está tentando fiscalizar os postos de combustíveis que aumentam os preços antes do período determinado pela ANP, além dos que praticam preços abusivos.

    O que determina o preço da gasolina?

    O preço da gasolina é composto por vários fatores, como o custo da matéria-prima (o petróleo), os impostos federais e estaduais, os custos de transporte e distribuição, e a margem de lucro dos postos de revenda.

    O preço do petróleo é definido pelo mercado internacional e varia de acordo com a oferta e a demanda. A Petrobras é a principal empresa responsável pela produção, refino e comercialização do petróleo no Brasil. Ela repassa os reajustes do preço do petróleo para as distribuidoras, que por sua vez repassam para os postos de combustíveis.

    Os impostos federais que incidem sobre a gasolina são a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Esses impostos são fixos e representam cerca de 16% do preço final da gasolina.

    Os impostos estaduais que incidem sobre a gasolina são o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECP). Esses impostos são variáveis e representam cerca de 29% do preço final da gasolina. Cada estado define a sua própria alíquota de ICMS, que pode variar de 25% a 34%.

    Os custos de transporte e distribuição são os gastos que as distribuidoras e os postos têm para levar a gasolina até o consumidor final. Esses custos dependem da distância, do frete, da infraestrutura e da concorrência. Eles representam cerca de 12% do preço final da gasolina.

    A margem de lucro dos postos de revenda é a diferença entre o preço que eles pagam pela gasolina às distribuidoras e o preço que eles cobram dos consumidores. Essa margem depende da livre negociação entre os agentes do mercado e da concorrência entre os postos. Ela representa cerca de 14% do preço final da gasolina.

    Como o governo fiscaliza os postos de gasolina?

    O governo federal tem o dever de fiscalizar os postos de combustíveis para garantir que eles estejam cumprindo as normas técnicas, tributárias e ambientais. Os órgãos responsáveis por essa fiscalização são a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    A ANP fiscaliza a qualidade, a quantidade e a origem dos combustíveis vendidos pelos postos. Ela verifica se a gasolina está dentro dos padrões estabelecidos pela legislação, se os bicos das bombas estão calibrados corretamente, se há adulteração ou fraude na composição dos combustíveis, se há sonegação fiscal ou evasão de divisas na compra e venda dos produtos.

    A Receita Federal fiscaliza o cumprimento das obrigações tributárias pelos postos. Ela verifica se os impostos federais estão sendo recolhidos adequadamente, se há emissão correta das notas fiscais eletrônicas, se há compatibilidade entre as informações declaradas pelos postos e as informações fornecidas pelas distribuidoras.

    O Inmetro fiscaliza a conformidade metrológica dos instrumentos utilizados pelos postos. Ele verifica se as bombas medidoras estão funcionando corretamente, se há erros na medição do volume dos combustíveis, se há fraudes nos dispositivos eletrônicos ou mecânicos das bombas.

    O Ibama fiscaliza o cumprimento das normas ambientais pelos postos. Ele verifica se há vazamentos ou derramamentos de combustíveis, se há contaminação do solo ou da água, se há emissão de poluentes atmosféricos, se há descarte adequado dos resíduos gerados pela atividade.

    Como você pode denunciar os abusos?

    Se você suspeitar que um posto de gasolina está cobrando um preço abusivo, vendendo um produto adulterado ou sonegando impostos, você pode denunciar aos órgãos competentes. Você pode fazer isso de várias formas, como:

    • Pela internet: Você pode acessar o site do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e preencher um formulário online com os dados do posto e a descrição da irregularidade. Você também pode enviar fotos ou vídeos como provas. O MJSP encaminhará a sua denúncia para a ANP, a Receita Federal, o Inmetro ou o Ibama, conforme o caso.

    • Pelo telefone: Você pode ligar para o número 0800 970 0267 e falar com um atendente da ANP. Você deverá informar o nome e o endereço do posto, o tipo de combustível, o preço cobrado, a data e a hora da compra, e a placa do seu veículo. Você também pode solicitar uma visita técnica da ANP ao posto.

    • Pelo aplicativo: Você pode baixar o aplicativo ANP no Posto no seu celular e fazer a sua denúncia de forma rápida e fácil. Você poderá escanear o QR Code da nota fiscal eletrônica ou digitar o código de acesso da nota. Você também poderá tirar fotos ou gravar vídeos do posto e enviar pelo aplicativo.

    • Pessoalmente: Você pode procurar uma unidade da ANP, da Receita Federal, do Inmetro ou do Ibama na sua cidade ou região e fazer a sua denúncia pessoalmente. Você deverá levar a nota fiscal da compra do combustível e outros documentos que comprovem a irregularidade.

    Sempre que notar algo suspeito você deve denunciar o posto aos órgãos competentes pela internet, pelo telefone, pelo aplicativo ou pessoalmente. Faça seu direito valer a pena!

    O que determina o preço da gasolina?

    O preço da gasolina é composto por vários fatores, como o custo da matéria-prima (o petróleo), os impostos federais e estaduais, os custos de transporte e distribuição, e a margem de lucro dos postos de revenda.

    O preço do petróleo é definido pelo mercado internacional e varia de acordo com a oferta e a demanda. A Petrobras é a principal empresa responsável pela produção, refino e comercialização do petróleo no Brasil. Ela repassa os reajustes do preço do petróleo para as distribuidoras, que por sua vez repassam para os postos de combustíveis.

    Os impostos federais que incidem sobre a gasolina são a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Esses impostos são fixos e representam cerca de 16% do preço final da gasolina.

    Os impostos estaduais que incidem sobre a gasolina são o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECP). Esses impostos são variáveis e representam cerca de 29% do preço final da gasolina. Cada estado define a sua própria alíquota de ICMS, que pode variar de 25% a 34%.

    Os custos de transporte e distribuição são os gastos que as distribuidoras e os postos têm para levar a gasolina até o consumidor final. Esses custos dependem da distância, do frete, da infraestrutura e da concorrência. Eles representam cerca de 12% do preço final da gasolina.

    A margem de lucro dos postos de revenda é a diferença entre o preço que eles pagam pela gasolina às distribuidoras e o preço que eles cobram dos consumidores. Essa margem depende da livre negociação entre os agentes do mercado e da concorrência entre os postos. Ela representa cerca de 14% do preço final da gasolina.

    Como o governo fiscaliza os postos de gasolina?

    O governo federal tem o dever de fiscalizar os postos de combustíveis para garantir que eles estejam cumprindo as normas técnicas, tributárias e ambientais. Os órgãos responsáveis por essa fiscalização são a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Receita Federal, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    A ANP fiscaliza a qualidade, a quantidade e a origem dos combustíveis vendidos pelos postos. Ela verifica se a gasolina está dentro dos padrões estabelecidos pela legislação, se os bicos das bombas estão calibrados corretamente, se há adulteração ou fraude na composição dos combustíveis, se há sonegação fiscal ou evasão de divisas na compra e venda dos produtos.

    A Receita Federal fiscaliza o cumprimento das obrigações tributárias pelos postos. Ela verifica se os impostos federais estão sendo recolhidos adequadamente, se há emissão correta das notas fiscais eletrônicas, se há compatibilidade entre as informações declaradas pelos postos e as informações fornecidas pelas distribuidoras.

    O Inmetro fiscaliza a conformidade metrológica dos instrumentos utilizados pelos postos. Ele verifica se as bombas medidoras estão funcionando corretamente, se há erros na medição do volume dos combustíveis, se há fraudes nos dispositivos eletrônicos ou mecânicos das bombas.

    O Ibama fiscaliza o cumprimento das normas ambientais pelos postos. Ele verifica se há vazamentos ou derramamentos de combustíveis, se há contaminação do solo ou da água, se há emissão de poluentes atmosféricos, se há descarte adequado dos resíduos gerados pela atividade.

    Como você pode denunciar os abusos?

    Se você suspeitar que um posto de gasolina está cobrando um preço abusivo, vendendo um produto adulterado ou sonegando impostos, você pode denunciar aos órgãos competentes. Você pode fazer isso de várias formas, como:

    • Pela internet: Você pode acessar o site do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e preencher um formulário online com os dados do posto e a descrição da irregularidade. Você também pode enviar fotos ou vídeos como provas. O MJSP encaminhará a sua denúncia para a ANP, a Receita Federal, o Inmetro ou o Ibama, conforme o caso.

    • Pelo telefone: Você pode ligar para o número 0800 970 0267 e falar com um atendente da ANP. Você deverá informar o nome e o endereço do posto, o tipo de combustível, o preço cobrado, a data e a hora da compra, e a placa do seu veículo. Você também pode solicitar uma visita técnica da ANP ao posto.

    • Pelo aplicativo: Você pode baixar o aplicativo ANP no Posto no seu celular e fazer a sua denúncia de forma rápida e fácil. Você poderá escanear o QR Code da nota fiscal eletrônica ou digitar o código de acesso da nota. Você também poderá tirar fotos ou gravar vídeos do posto e enviar pelo aplicativo.

    • Pessoalmente: Você pode procurar uma unidade da ANP, da Receita Federal, do Inmetro ou do Ibama na sua cidade ou região e fazer a sua denúncia pessoalmente. Você deverá levar a nota fiscal da compra do combustível e outros documentos que comprovem a irregularidade.

    Sempre que notar algo suspeito você deve denunciar o posto aos órgãos competentes pela internet, pelo telefone, pelo aplicativo ou pessoalmente. Faça seu direito valer a pena!