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  • O que é JCP e por que o governo quer acabar com ele?

    O que é JCP e por que o governo quer acabar com ele?

    Você já ouviu falar de JCP? Essa sigla significa juros sobre capital próprio, um mecanismo que permite às empresas distribuir parte dos seus lucros aos acionistas na forma de juros, em vez de dividendos.

    Essa forma de remuneração tem algumas vantagens para as empresas e para os investidores, mas também tem um custo para o governo. Por isso, o governo enviou ao Congresso um projeto de lei que propõe extinguir o JCP a partir de 2024. Neste artigo, vamos explicar o que é o JCP, como ele funciona e quais são os possíveis impactos dessa mudança para as ações.

    O que é o JCP e como ele funciona?

    O JCP é uma forma de remuneração dos acionistas que as empresas podem optar por usar em vez de pagar dividendos. Os dividendos são a parcela dos lucros que as empresas distribuem aos seus sócios periodicamente. Os dividendos são isentos de imposto de renda para os investidores pessoa física, mas as empresas não podem deduzir esse valor do seu lucro tributável. Ou seja, as empresas pagam imposto sobre o lucro antes de distribuir os dividendos.

    O JCP, por outro lado, é tratado como uma despesa financeira para as empresas, ou seja, elas podem deduzir esse valor do seu lucro tributável. Isso significa que as empresas pagam menos imposto sobre o lucro quando usam o JCP. Porém, os investidores pessoa física que recebem o JCP têm que pagar imposto de renda sobre esse valor, com uma alíquota de 15%. Assim, o JCP é uma forma de transferir parte da carga tributária das empresas para os investidores.

    O JCP foi criado em 1995, com o objetivo de estimular os investimentos produtivos no país e reduzir a diferença entre o custo do capital próprio e do capital de terceiros. O capital próprio é o dinheiro que os sócios investem na empresa, enquanto o capital de terceiros é o dinheiro que a empresa toma emprestado de bancos ou outras fontes. O custo do capital próprio é a remuneração mínima que os investidores esperam receber pelo seu investimento na empresa, enquanto o custo do capital de terceiros é a taxa de juros que a empresa paga pelo empréstimo. Em geral, o custo do capital próprio é maior do que o custo do capital de terceiros, pois envolve mais risco. O JCP foi uma forma de reduzir essa diferença, tornando o capital próprio mais atrativo para os investidores.

    Por que o governo quer acabar com o JCP?

    O governo argumenta que o JCP tem um alto custo fiscal para o país, ou seja, ele reduz a arrecadação do governo com impostos. Segundo o projeto de lei enviado ao Congresso, a renúncia fiscal decorrente do JCP foi de R$ 45 bilhões em 2019 e deve ser de R$ 40 bilhões em 2020. O governo estima que, ao acabar com o JCP, poderá aumentar sua receita em R$ 18 bilhões em 2024 e R$ 58 bilhões em 2025.

    Além disso, o governo afirma que o JCP não cumpre mais sua função original de incentivar os investimentos produtivos no país. Segundo o projeto de lei, “a experiência brasileira demonstrou que a dedução dos juros sobre capital próprio não se traduziu em aumento da taxa de investimento das empresas”. O governo também diz que o JCP gera distorções na alocação de recursos na economia e favorece setores mais intensivos em capital próprio, como o setor bancário.

    O projeto de lei propõe vedar a dedução dos juros pagos sobre remuneração do capital próprio na apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas a partir de 1º de janeiro de 2024. O projeto também prevê uma transição gradual para as empresas que já usam o JCP, limitando a dedução a 75% em 2022 e a 50% em 2023.

    Quais são os possíveis impactos para as ações?

    A extinção do JCP pode ter efeitos diferentes sobre as ações das empresas, dependendo de vários fatores, como o setor de atuação, o nível de endividamento, a política de distribuição de lucros e a estrutura acionária. De forma geral, espera-se que as empresas que usam mais o JCP sejam mais afetadas pela mudança, pois terão que pagar mais impostos e terão menos recursos para remunerar os acionistas.

    Um dos setores que mais usa o JCP é o setor bancário, que representa cerca de 40% do total distribuído pelas empresas brasileiras. Segundo um relatório do banco BTG Pactual, os bancos poderiam ter uma redução média de 8% no lucro líquido em 2024 se o JCP fosse extinto. O relatório também aponta que os bancos poderiam reduzir o pagamento de dividendos para compensar a perda de lucratividade ou aumentar as tarifas e os juros cobrados dos clientes para manter a rentabilidade.

    Outro setor que pode ser impactado pela mudança é o setor elétrico, que também usa bastante o JCP como forma de remuneração dos acionistas. Segundo um relatório da XP Investimentos, as empresas do setor elétrico poderiam ter uma redução média de 6% no lucro líquido em 2024 se o JCP fosse extinto. O relatório também sugere que as empresas poderiam repassar parte do custo tributário para os consumidores, aumentando as tarifas de energia.

    Por outro lado, alguns setores podem ser beneficiados pela extinção do JCP, como o setor de tecnologia, que usa pouco ou nenhum JCP e tem um alto potencial de crescimento. Segundo um relatório da Eleven Financial, as empresas de tecnologia poderiam ter um aumento médio de 2% no lucro líquido em 2024 se o JCP fosse extinto. O relatório também destaca que as empresas de tecnologia poderiam ganhar mais competitividade em relação aos concorrentes tradicionais, que teriam que pagar mais impostos.

    O JCP é uma forma de remuneração dos acionistas que tem vantagens para as empresas e para os investidores, mas também tem um custo para o governo. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei que propõe acabar com o JCP a partir de 2024, com o objetivo de aumentar a arrecadação e atingir a meta fiscal. A mudança pode afetar o desempenho das ações das empresas, dependendo do setor de atuação, do nível de endividamento, da política de distribuição de lucros e da estrutura acionária. Os investidores devem ficar atentos às possíveis consequências da extinção do JCP para as suas carteiras e avaliar as oportunidades e os riscos envolvidos.

    Essa forma de remuneração tem algumas vantagens para as empresas e para os investidores, mas também tem um custo para o governo. Por isso, o governo enviou ao Congresso um projeto de lei que propõe extinguir o JCP a partir de 2024. Neste artigo, vamos explicar o que é o JCP, como ele funciona e quais são os possíveis impactos dessa mudança para as ações.

    O que é o JCP e como ele funciona?

    O JCP é uma forma de remuneração dos acionistas que as empresas podem optar por usar em vez de pagar dividendos. Os dividendos são a parcela dos lucros que as empresas distribuem aos seus sócios periodicamente. Os dividendos são isentos de imposto de renda para os investidores pessoa física, mas as empresas não podem deduzir esse valor do seu lucro tributável. Ou seja, as empresas pagam imposto sobre o lucro antes de distribuir os dividendos.

    O JCP, por outro lado, é tratado como uma despesa financeira para as empresas, ou seja, elas podem deduzir esse valor do seu lucro tributável. Isso significa que as empresas pagam menos imposto sobre o lucro quando usam o JCP. Porém, os investidores pessoa física que recebem o JCP têm que pagar imposto de renda sobre esse valor, com uma alíquota de 15%. Assim, o JCP é uma forma de transferir parte da carga tributária das empresas para os investidores.

    O JCP foi criado em 1995, com o objetivo de estimular os investimentos produtivos no país e reduzir a diferença entre o custo do capital próprio e do capital de terceiros. O capital próprio é o dinheiro que os sócios investem na empresa, enquanto o capital de terceiros é o dinheiro que a empresa toma emprestado de bancos ou outras fontes. O custo do capital próprio é a remuneração mínima que os investidores esperam receber pelo seu investimento na empresa, enquanto o custo do capital de terceiros é a taxa de juros que a empresa paga pelo empréstimo. Em geral, o custo do capital próprio é maior do que o custo do capital de terceiros, pois envolve mais risco. O JCP foi uma forma de reduzir essa diferença, tornando o capital próprio mais atrativo para os investidores.

    Por que o governo quer acabar com o JCP?

    O governo argumenta que o JCP tem um alto custo fiscal para o país, ou seja, ele reduz a arrecadação do governo com impostos. Segundo o projeto de lei enviado ao Congresso, a renúncia fiscal decorrente do JCP foi de R$ 45 bilhões em 2019 e deve ser de R$ 40 bilhões em 2020. O governo estima que, ao acabar com o JCP, poderá aumentar sua receita em R$ 18 bilhões em 2024 e R$ 58 bilhões em 2025.

    Além disso, o governo afirma que o JCP não cumpre mais sua função original de incentivar os investimentos produtivos no país. Segundo o projeto de lei, “a experiência brasileira demonstrou que a dedução dos juros sobre capital próprio não se traduziu em aumento da taxa de investimento das empresas”. O governo também diz que o JCP gera distorções na alocação de recursos na economia e favorece setores mais intensivos em capital próprio, como o setor bancário.

    O projeto de lei propõe vedar a dedução dos juros pagos sobre remuneração do capital próprio na apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas a partir de 1º de janeiro de 2024. O projeto também prevê uma transição gradual para as empresas que já usam o JCP, limitando a dedução a 75% em 2022 e a 50% em 2023.

    Quais são os possíveis impactos para as ações?

    A extinção do JCP pode ter efeitos diferentes sobre as ações das empresas, dependendo de vários fatores, como o setor de atuação, o nível de endividamento, a política de distribuição de lucros e a estrutura acionária. De forma geral, espera-se que as empresas que usam mais o JCP sejam mais afetadas pela mudança, pois terão que pagar mais impostos e terão menos recursos para remunerar os acionistas.

    Um dos setores que mais usa o JCP é o setor bancário, que representa cerca de 40% do total distribuído pelas empresas brasileiras. Segundo um relatório do banco BTG Pactual, os bancos poderiam ter uma redução média de 8% no lucro líquido em 2024 se o JCP fosse extinto. O relatório também aponta que os bancos poderiam reduzir o pagamento de dividendos para compensar a perda de lucratividade ou aumentar as tarifas e os juros cobrados dos clientes para manter a rentabilidade.

    Outro setor que pode ser impactado pela mudança é o setor elétrico, que também usa bastante o JCP como forma de remuneração dos acionistas. Segundo um relatório da XP Investimentos, as empresas do setor elétrico poderiam ter uma redução média de 6% no lucro líquido em 2024 se o JCP fosse extinto. O relatório também sugere que as empresas poderiam repassar parte do custo tributário para os consumidores, aumentando as tarifas de energia.

    Por outro lado, alguns setores podem ser beneficiados pela extinção do JCP, como o setor de tecnologia, que usa pouco ou nenhum JCP e tem um alto potencial de crescimento. Segundo um relatório da Eleven Financial, as empresas de tecnologia poderiam ter um aumento médio de 2% no lucro líquido em 2024 se o JCP fosse extinto. O relatório também destaca que as empresas de tecnologia poderiam ganhar mais competitividade em relação aos concorrentes tradicionais, que teriam que pagar mais impostos.

    O JCP é uma forma de remuneração dos acionistas que tem vantagens para as empresas e para os investidores, mas também tem um custo para o governo. O governo enviou ao Congresso um projeto de lei que propõe acabar com o JCP a partir de 2024, com o objetivo de aumentar a arrecadação e atingir a meta fiscal. A mudança pode afetar o desempenho das ações das empresas, dependendo do setor de atuação, do nível de endividamento, da política de distribuição de lucros e da estrutura acionária. Os investidores devem ficar atentos às possíveis consequências da extinção do JCP para as suas carteiras e avaliar as oportunidades e os riscos envolvidos.

  • Microsoft lança novo modelo de IA que melhora as buscas no Bing

    Microsoft lança novo modelo de IA que melhora as buscas no Bing

    A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (31) o lançamento do Turing Bletchley v3, um novo modelo de inteligência artificial (IA) que promete melhorar as buscas no Bing e em outros produtos da empresa.

    O modelo é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft Research, o braço de inovação da companhia. Ele é capaz de compreender diferentes línguas e processar imagens e texto ao mesmo tempo, oferecendo resultados mais relevantes e abrangentes para as consultas dos usuários.

    Por exemplo, se um usuário pesquisar por “receita de bolo de cenoura”, o modelo poderá mostrar não apenas receitas escritas, mas também vídeos, fotos e avaliações de outros usuários, tudo em uma única página. Além disso, o modelo poderá adaptar os resultados de acordo com a localização, o histórico e as preferências do usuário.

    O modelo também é usado na moderação de conteúdo do Xbox, a plataforma de jogos online da Microsoft. Ele verifica as imagens publicadas pelos usuários e garante que elas não violem as diretrizes da plataforma, como por exemplo, conter cenas de violência, nudez ou discriminação.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, considera a IA uma mudança fundamental para a busca e a web. Em um comunicado à imprensa, ele disse: “Com o Turing Bletchley v3, estamos levando a busca a um novo patamar de inteligência e personalização. Queremos que os nossos usuários tenham a melhor experiência possível ao usar os nossos produtos e serviços”.

    O Turing Bletchley v3 já está disponível para os usuários do Bing em todo o mundo. A Microsoft planeja integrar o modelo em outros produtos da empresa, como o Office, o Teams e o Cortana, nos próximos meses.

    O modelo é fruto de anos de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft Research, o braço de inovação da companhia. Ele é capaz de compreender diferentes línguas e processar imagens e texto ao mesmo tempo, oferecendo resultados mais relevantes e abrangentes para as consultas dos usuários.

    Por exemplo, se um usuário pesquisar por “receita de bolo de cenoura”, o modelo poderá mostrar não apenas receitas escritas, mas também vídeos, fotos e avaliações de outros usuários, tudo em uma única página. Além disso, o modelo poderá adaptar os resultados de acordo com a localização, o histórico e as preferências do usuário.

    O modelo também é usado na moderação de conteúdo do Xbox, a plataforma de jogos online da Microsoft. Ele verifica as imagens publicadas pelos usuários e garante que elas não violem as diretrizes da plataforma, como por exemplo, conter cenas de violência, nudez ou discriminação.

    O CEO da Microsoft, Satya Nadella, considera a IA uma mudança fundamental para a busca e a web. Em um comunicado à imprensa, ele disse: “Com o Turing Bletchley v3, estamos levando a busca a um novo patamar de inteligência e personalização. Queremos que os nossos usuários tenham a melhor experiência possível ao usar os nossos produtos e serviços”.

    O Turing Bletchley v3 já está disponível para os usuários do Bing em todo o mundo. A Microsoft planeja integrar o modelo em outros produtos da empresa, como o Office, o Teams e o Cortana, nos próximos meses.

  • ChatGPT fora do ar: problema afeta milhões de pessoas no mundo

    ChatGPT fora do ar: problema afeta milhões de pessoas no mundo

    O chatbot ChatGPT, que usa inteligência artificial para conversar com os usuários, está fora do ar nesta quinta-feira (31) por causa de um problema na plataforma Open AI, que hospeda o serviço.

    É a segunda vez que o chatbot cai nesta semana, deixando muitos usuários frustrados e sem poder usar a ferramenta.

    O ChatGPT é um chatbot que usa um modelo de linguagem natural chamado GPT-3, desenvolvido pela Open AI, uma empresa de pesquisa em inteligência artificial. O chatbot é capaz de responder perguntas, dar conselhos, contar histórias, fazer piadas e até escrever textos em vários idiomas, usando os dados da internet como fonte.

    No entanto, desde terça-feira (29), os usuários não conseguem utilizar o chatbot, que não aceita comandos nem responde perguntas. Aparece uma mensagem de erro pedindo para entrar em contato com o centro de atendimento da Open AI. Segundo o site Status da Open AI, que mostra o funcionamento dos serviços da empresa, o problema já foi identificado e a equipe está trabalhando para resolvê-lo. Não há previsão de quando o chatbot voltará a funcionar normalmente.

    A queda do serviço gerou muitas reclamações nas redes sociais, como Twitter e Facebook. Muitos usuários expressaram sua insatisfação com a interrupção do chatbot, que os atrapalha no trabalho e nos estudos. Há relatos em vários idiomas, indicando que o problema afeta mais países.

    “Eu uso o ChatGPT para praticar inglês e francês, mas agora não consigo acessar o chatbot. É muito chato”, disse um usuário brasileiro no Twitter. “Eu adoro o ChatGPT, ele me ajuda a escrever textos para a faculdade. Espero que ele volte logo”, disse outro usuário indiano no Facebook.

    O ChatGPT é um dos chatbots mais populares da internet, com milhões de usuários em todo o mundo. Ele foi lançado em 2020 pela Open AI, que é uma organização sem fins lucrativos fundada por personalidades como Elon Musk e Peter Thiel. O objetivo da Open AI é criar e promover uma inteligência artificial benéfica para a humanidade.

    É a segunda vez que o chatbot cai nesta semana, deixando muitos usuários frustrados e sem poder usar a ferramenta.

    O ChatGPT é um chatbot que usa um modelo de linguagem natural chamado GPT-3, desenvolvido pela Open AI, uma empresa de pesquisa em inteligência artificial. O chatbot é capaz de responder perguntas, dar conselhos, contar histórias, fazer piadas e até escrever textos em vários idiomas, usando os dados da internet como fonte.

    No entanto, desde terça-feira (29), os usuários não conseguem utilizar o chatbot, que não aceita comandos nem responde perguntas. Aparece uma mensagem de erro pedindo para entrar em contato com o centro de atendimento da Open AI. Segundo o site Status da Open AI, que mostra o funcionamento dos serviços da empresa, o problema já foi identificado e a equipe está trabalhando para resolvê-lo. Não há previsão de quando o chatbot voltará a funcionar normalmente.

    A queda do serviço gerou muitas reclamações nas redes sociais, como Twitter e Facebook. Muitos usuários expressaram sua insatisfação com a interrupção do chatbot, que os atrapalha no trabalho e nos estudos. Há relatos em vários idiomas, indicando que o problema afeta mais países.

    “Eu uso o ChatGPT para praticar inglês e francês, mas agora não consigo acessar o chatbot. É muito chato”, disse um usuário brasileiro no Twitter. “Eu adoro o ChatGPT, ele me ajuda a escrever textos para a faculdade. Espero que ele volte logo”, disse outro usuário indiano no Facebook.

    O ChatGPT é um dos chatbots mais populares da internet, com milhões de usuários em todo o mundo. Ele foi lançado em 2020 pela Open AI, que é uma organização sem fins lucrativos fundada por personalidades como Elon Musk e Peter Thiel. O objetivo da Open AI é criar e promover uma inteligência artificial benéfica para a humanidade.

  • Engomadinho do Bitcoin: o golpe bilionário que envolveu até o PCC

    Engomadinho do Bitcoin: o golpe bilionário que envolveu até o PCC

    Você já ouviu falar do Engomadinho do Bitcoin? Ele é um suposto investidor de criptomoedas que prometia lucros altos e rápidos para quem aplicasse seu dinheiro em sua plataforma.

    Mas, na verdade, ele era o líder de um dos maiores golpes financeiros da história do Brasil, que lesou mais de 10 mil pessoas e movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão em bitcoins.

    Segundo a Polícia Federal, o Engomadinho do Bitcoin usava um esquema de pirâmide financeira, onde os novos investidores pagavam os antigos, sem que houvesse uma real aplicação dos recursos em criptomoedas. Ele atraía as vítimas com propagandas na internet, redes sociais e eventos presenciais, onde ostentava uma vida de luxo e sucesso.

    O golpe começou a ruir em junho de 2023, quando o Engomadinho do Bitcoin sumiu sem dar explicações aos seus clientes. Muitos deles tentaram sacar seus rendimentos, mas não conseguiram. Foi então que a Polícia Federal iniciou uma operação para investigar o caso e descobriu que o Engomadinho do Bitcoin estava foragido e que a Justiça havia bloqueado seus bens e contas bancárias.

    Mas essa não foi a única dor de cabeça do Engomadinho do Bitcoin. De acordo com uma reportagem publicada pelo site [O Antagonista], ele também teria se envolvido com o PCC, a maior facção criminosa do Brasil. O site afirma que o Engomadinho do Bitcoin teria contraído uma dívida de R$ 200 milhões com o PCC, que teria investido parte do dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas em sua plataforma. O problema é que ele não pagou o que devia e passou a receber ameaças de morte da organização.

    O paradeiro do Engomadinho do Bitcoin ainda é desconhecido. A Polícia Federal continua as investigações para tentar localizá-lo e recuperar o dinheiro das vítimas. Enquanto isso, muitas pessoas que confiaram no seu discurso sofrem com as consequências de terem sido enganadas por um golpista.

    Mas, na verdade, ele era o líder de um dos maiores golpes financeiros da história do Brasil, que lesou mais de 10 mil pessoas e movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão em bitcoins.

    Segundo a Polícia Federal, o Engomadinho do Bitcoin usava um esquema de pirâmide financeira, onde os novos investidores pagavam os antigos, sem que houvesse uma real aplicação dos recursos em criptomoedas. Ele atraía as vítimas com propagandas na internet, redes sociais e eventos presenciais, onde ostentava uma vida de luxo e sucesso.

    O golpe começou a ruir em junho de 2023, quando o Engomadinho do Bitcoin sumiu sem dar explicações aos seus clientes. Muitos deles tentaram sacar seus rendimentos, mas não conseguiram. Foi então que a Polícia Federal iniciou uma operação para investigar o caso e descobriu que o Engomadinho do Bitcoin estava foragido e que a Justiça havia bloqueado seus bens e contas bancárias.

    Mas essa não foi a única dor de cabeça do Engomadinho do Bitcoin. De acordo com uma reportagem publicada pelo site [O Antagonista], ele também teria se envolvido com o PCC, a maior facção criminosa do Brasil. O site afirma que o Engomadinho do Bitcoin teria contraído uma dívida de R$ 200 milhões com o PCC, que teria investido parte do dinheiro arrecadado com o tráfico de drogas em sua plataforma. O problema é que ele não pagou o que devia e passou a receber ameaças de morte da organização.

    O paradeiro do Engomadinho do Bitcoin ainda é desconhecido. A Polícia Federal continua as investigações para tentar localizá-lo e recuperar o dinheiro das vítimas. Enquanto isso, muitas pessoas que confiaram no seu discurso sofrem com as consequências de terem sido enganadas por um golpista.

  • 4 remédios caseiros para aliviar a dor de cabeça

    4 remédios caseiros para aliviar a dor de cabeça

    A dor de cabeça é um problema comum que afeta muitas pessoas, podendo ter diversas causas, como estresse, ansiedade, insônia, alimentação inadequada, entre outras.

    Embora existam medicamentos específicos para tratar a dor de cabeça, nem sempre eles são acessíveis ou eficazes para todos. Por isso, muitas pessoas recorrem a remédios caseiros, que podem ser feitos com ingredientes naturais e fáceis de encontrar. Neste artigo, vamos apresentar quatro opções de remédios caseiros para aliviar a dor de cabeça, baseados em evidências científicas e na sabedoria popular.

    Chá de gengibre

    O gengibre é uma raiz com propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antioxidantes, que podem ajudar a reduzir a inflamação dos vasos sanguíneos na cabeça e a aliviar a dor. Além disso, o gengibre também pode prevenir ou amenizar as náuseas e os vômitos que podem acompanhar a dor de cabeça.

    Para fazer o chá de gengibre, basta ralar um pedaço de gengibre fresco e colocar em uma xícara de água fervente. Deixe em infusão por cerca de 10 minutos, coe e beba em seguida. Você pode adicionar um pouco de mel ou limão para melhorar o sabor. O chá pode ser consumido até três vezes ao dia ou sempre que sentir dor de cabeça.

    Óleo de lavanda

    O óleo essencial de lavanda tem um aroma agradável e um efeito calmante, que pode relaxar os nervos e os músculos, diminuindo a tensão e a dor. Além disso, o óleo de lavanda também pode melhorar a qualidade do sono, que é essencial para prevenir as dores de cabeça.

    Para usar o óleo de lavanda, você pode inalar o seu aroma diretamente do frasco ou colocar algumas gotas em um lenço ou algodão e respirar profundamente. Outra opção é adicionar algumas gotas do óleo em uma bacia com água quente e inalar o vapor por alguns minutos. Você também pode massagear as têmporas ou a nuca com uma mistura de óleo de lavanda e óleo vegetal, como o de amêndoas ou coco.

    Chá de camomila

    A camomila é uma erva com propriedades calmantes, analgésicas e anti-inflamatórias, que podem ajudar a aliviar a dor de cabeça causada por estresse, ansiedade ou insônia. A camomila também contém apigenina, uma substância que atua nos receptores do cérebro, causando um efeito relaxante.

    Para fazer o chá de camomila, basta adicionar uma colher (chá) de flores secas ou frescas da erva em uma xícara de água fervente. Tampe e deixe em infusão por cerca de 10 minutos. Coe e adoce com um pouco de mel se desejar. Beba o chá lentamente até duas vezes ao dia ou quando sentir dor de cabeça.

    Alimentos ricos em magnésio

    O magnésio é um mineral importante para os processos intracelulares e para o funcionamento adequado dos nervos e dos músculos. A deficiência de magnésio pode causar contrações musculares involuntárias, que podem levar à dor de cabeça. Por isso, consumir alimentos ricos em magnésio pode ajudar a prevenir ou aliviar as dores de cabeça.

    Alguns exemplos de alimentos ricos em magnésio são: amêndoas, espinafre, acelga, abacate, banana, chocolate amargo, sementes de abóbora, feijão preto, entre outros. Você pode incluir esses alimentos na sua dieta diária ou consumi-los quando sentir dor de cabeça.

    A dor de cabeça é um problema que pode ter diversas causas e afetar a qualidade de vida das pessoas. Embora existam medicamentos específicos para tratar a dor de cabeça, eles podem ter efeitos colaterais ou não serem adequados para todos. Por isso, os remédios caseiros podem ser uma alternativa natural e eficaz para aliviar a dor de cabeça, desde que usados com moderação e orientação médica.

    Embora existam medicamentos específicos para tratar a dor de cabeça, nem sempre eles são acessíveis ou eficazes para todos. Por isso, muitas pessoas recorrem a remédios caseiros, que podem ser feitos com ingredientes naturais e fáceis de encontrar. Neste artigo, vamos apresentar quatro opções de remédios caseiros para aliviar a dor de cabeça, baseados em evidências científicas e na sabedoria popular.

    Chá de gengibre

    O gengibre é uma raiz com propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antioxidantes, que podem ajudar a reduzir a inflamação dos vasos sanguíneos na cabeça e a aliviar a dor. Além disso, o gengibre também pode prevenir ou amenizar as náuseas e os vômitos que podem acompanhar a dor de cabeça.

    Para fazer o chá de gengibre, basta ralar um pedaço de gengibre fresco e colocar em uma xícara de água fervente. Deixe em infusão por cerca de 10 minutos, coe e beba em seguida. Você pode adicionar um pouco de mel ou limão para melhorar o sabor. O chá pode ser consumido até três vezes ao dia ou sempre que sentir dor de cabeça.

    Óleo de lavanda

    O óleo essencial de lavanda tem um aroma agradável e um efeito calmante, que pode relaxar os nervos e os músculos, diminuindo a tensão e a dor. Além disso, o óleo de lavanda também pode melhorar a qualidade do sono, que é essencial para prevenir as dores de cabeça.

    Para usar o óleo de lavanda, você pode inalar o seu aroma diretamente do frasco ou colocar algumas gotas em um lenço ou algodão e respirar profundamente. Outra opção é adicionar algumas gotas do óleo em uma bacia com água quente e inalar o vapor por alguns minutos. Você também pode massagear as têmporas ou a nuca com uma mistura de óleo de lavanda e óleo vegetal, como o de amêndoas ou coco.

    Chá de camomila

    A camomila é uma erva com propriedades calmantes, analgésicas e anti-inflamatórias, que podem ajudar a aliviar a dor de cabeça causada por estresse, ansiedade ou insônia. A camomila também contém apigenina, uma substância que atua nos receptores do cérebro, causando um efeito relaxante.

    Para fazer o chá de camomila, basta adicionar uma colher (chá) de flores secas ou frescas da erva em uma xícara de água fervente. Tampe e deixe em infusão por cerca de 10 minutos. Coe e adoce com um pouco de mel se desejar. Beba o chá lentamente até duas vezes ao dia ou quando sentir dor de cabeça.

    Alimentos ricos em magnésio

    O magnésio é um mineral importante para os processos intracelulares e para o funcionamento adequado dos nervos e dos músculos. A deficiência de magnésio pode causar contrações musculares involuntárias, que podem levar à dor de cabeça. Por isso, consumir alimentos ricos em magnésio pode ajudar a prevenir ou aliviar as dores de cabeça.

    Alguns exemplos de alimentos ricos em magnésio são: amêndoas, espinafre, acelga, abacate, banana, chocolate amargo, sementes de abóbora, feijão preto, entre outros. Você pode incluir esses alimentos na sua dieta diária ou consumi-los quando sentir dor de cabeça.

    A dor de cabeça é um problema que pode ter diversas causas e afetar a qualidade de vida das pessoas. Embora existam medicamentos específicos para tratar a dor de cabeça, eles podem ter efeitos colaterais ou não serem adequados para todos. Por isso, os remédios caseiros podem ser uma alternativa natural e eficaz para aliviar a dor de cabeça, desde que usados com moderação e orientação médica.

  • A crise da 123milhas e o impacto no mercado de viagens

    A crise da 123milhas e o impacto no mercado de viagens

    A 123milhas é uma empresa que vende passagens aéreas promocionais, usando milhas compradas de terceiros.

    A empresa prometia economia de até 50% na compra de bilhetes, mas enfrenta uma grave crise desde o início do ano. A 123milhas suspendeu a emissão de bilhetes e entrou com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pela alta do dólar.

    A situação da empresa deixou milhares de clientes sem voos e sem reembolso. Muitos passageiros descobriram que suas reservas foram canceladas apenas quando chegaram aos aeroportos. Outros tiveram que pagar taxas extras ou comprar novas passagens para embarcar. Alguns clientes relataram que foram vítimas de golpes, recebendo ligações falsas que pediam dados bancários ou cartões de crédito para resolver o problema.

    A 123milhas é alvo de investigação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público e de uma possível CPI na Câmara dos Deputados. A empresa é acusada de violar os direitos dos consumidores, praticar concorrência desleal e evasão fiscal. Segundo o Procon-SP, a 123milhas recebeu mais de 18 mil reclamações desde janeiro, sendo a campeã de queixas no setor aéreo. Os clientes lesados pela empresa têm pouca chance de receber o dinheiro de volta ou serem realocados em outros voos.

    A crise da 123milhas provocou uma corrida de passageiros a agências tradicionais e lojas físicas, que oferecem mais segurança e garantia na compra de pacotes de viagem. Empresas como CVC e Decolar relataram aumento nas vendas e na procura por destinos nacionais e internacionais. Segundo especialistas, a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, que buscam mais confiança e flexibilidade nas viagens.

    O caso da 123milhas serve como um alerta para os viajantes, que devem pesquisar bem antes de comprar passagens aéreas pela internet. É importante verificar a reputação da empresa, as condições do contrato, as políticas de cancelamento e reembolso, e os canais de atendimento ao cliente. Além disso, é recomendável usar cartão de crédito ou plataformas seguras de pagamento, que podem facilitar o estorno em caso de problemas.

    A empresa prometia economia de até 50% na compra de bilhetes, mas enfrenta uma grave crise desde o início do ano. A 123milhas suspendeu a emissão de bilhetes e entrou com pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades financeiras causadas pela pandemia e pela alta do dólar.

    A situação da empresa deixou milhares de clientes sem voos e sem reembolso. Muitos passageiros descobriram que suas reservas foram canceladas apenas quando chegaram aos aeroportos. Outros tiveram que pagar taxas extras ou comprar novas passagens para embarcar. Alguns clientes relataram que foram vítimas de golpes, recebendo ligações falsas que pediam dados bancários ou cartões de crédito para resolver o problema.

    A 123milhas é alvo de investigação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público e de uma possível CPI na Câmara dos Deputados. A empresa é acusada de violar os direitos dos consumidores, praticar concorrência desleal e evasão fiscal. Segundo o Procon-SP, a 123milhas recebeu mais de 18 mil reclamações desde janeiro, sendo a campeã de queixas no setor aéreo. Os clientes lesados pela empresa têm pouca chance de receber o dinheiro de volta ou serem realocados em outros voos.

    A crise da 123milhas provocou uma corrida de passageiros a agências tradicionais e lojas físicas, que oferecem mais segurança e garantia na compra de pacotes de viagem. Empresas como CVC e Decolar relataram aumento nas vendas e na procura por destinos nacionais e internacionais. Segundo especialistas, a pandemia mudou o comportamento dos consumidores, que buscam mais confiança e flexibilidade nas viagens.

    O caso da 123milhas serve como um alerta para os viajantes, que devem pesquisar bem antes de comprar passagens aéreas pela internet. É importante verificar a reputação da empresa, as condições do contrato, as políticas de cancelamento e reembolso, e os canais de atendimento ao cliente. Além disso, é recomendável usar cartão de crédito ou plataformas seguras de pagamento, que podem facilitar o estorno em caso de problemas.

  • Semana de quatro dias: uma nova tendência no Brasil?

    Semana de quatro dias: uma nova tendência no Brasil?

    Um grupo de 20 empresas brasileiras vai participar de um projeto-piloto que visa reduzir a jornada de trabalho semanal para 32 horas, sem cortar salários ou benefícios.

    A iniciativa faz parte da campanha global 4 Day Week, que defende os benefícios da semana de quatro dias para as empresas, os trabalhadores e o meio ambiente.

    O projeto-piloto vai durar seis meses, a partir de setembro de 2023, e envolve empresas de diversos setores e regiões do país, como tecnologia, educação, saúde, varejo e indústria. A ideia é testar o impacto da mudança na produtividade, no bem-estar, nos lucros, na equidade de gênero e na sustentabilidade ambiental das organizações participantes.

    Segundo os idealizadores da campanha, a semana de quatro dias pode trazer diversos benefícios para as empresas e seus funcionários. Estudos realizados em países como Nova Zelândia, Islândia e Japão mostram que essa experiência aumenta a motivação, a criatividade, a qualidade do trabalho e a satisfação dos trabalhadores . Além disso, a redução da jornada de trabalho pode contribuir para a diminuição das emissões de carbono, do consumo de energia e dos custos operacionais das empresas .

    No entanto, a implementação da semana de quatro dias também traz alguns desafios para as empresas. Elas precisam repensar seus processos, sua comunicação e sua gestão de tempo para se adaptarem à nova realidade. Além disso, há questões jurídicas e culturais envolvidas na mudança. No Brasil, por exemplo, a legislação trabalhista prevê uma jornada máxima de 44 horas semanais, o que pode dificultar a adesão das empresas à proposta. Além disso, há uma cultura de valorização do excesso de trabalho e da presença física no escritório, que pode gerar resistência à ideia de trabalhar menos horas.

    Apesar desses obstáculos, os organizadores do projeto-piloto estão otimistas com os resultados. Eles esperam que a experiência possa inspirar outras empresas brasileiras a adotarem a semana de quatro dias como uma forma de melhorar o desempenho e o bem-estar de seus colaboradores. Eles também pretendem divulgar os dados e as lições aprendidas com o projeto-piloto para o público em geral e para as autoridades competentes. Assim, eles esperam contribuir para um debate mais amplo sobre o futuro do trabalho no Brasil e no mundo.

    A iniciativa faz parte da campanha global 4 Day Week, que defende os benefícios da semana de quatro dias para as empresas, os trabalhadores e o meio ambiente.

    O projeto-piloto vai durar seis meses, a partir de setembro de 2023, e envolve empresas de diversos setores e regiões do país, como tecnologia, educação, saúde, varejo e indústria. A ideia é testar o impacto da mudança na produtividade, no bem-estar, nos lucros, na equidade de gênero e na sustentabilidade ambiental das organizações participantes.

    Segundo os idealizadores da campanha, a semana de quatro dias pode trazer diversos benefícios para as empresas e seus funcionários. Estudos realizados em países como Nova Zelândia, Islândia e Japão mostram que essa experiência aumenta a motivação, a criatividade, a qualidade do trabalho e a satisfação dos trabalhadores . Além disso, a redução da jornada de trabalho pode contribuir para a diminuição das emissões de carbono, do consumo de energia e dos custos operacionais das empresas .

    No entanto, a implementação da semana de quatro dias também traz alguns desafios para as empresas. Elas precisam repensar seus processos, sua comunicação e sua gestão de tempo para se adaptarem à nova realidade. Além disso, há questões jurídicas e culturais envolvidas na mudança. No Brasil, por exemplo, a legislação trabalhista prevê uma jornada máxima de 44 horas semanais, o que pode dificultar a adesão das empresas à proposta. Além disso, há uma cultura de valorização do excesso de trabalho e da presença física no escritório, que pode gerar resistência à ideia de trabalhar menos horas.

    Apesar desses obstáculos, os organizadores do projeto-piloto estão otimistas com os resultados. Eles esperam que a experiência possa inspirar outras empresas brasileiras a adotarem a semana de quatro dias como uma forma de melhorar o desempenho e o bem-estar de seus colaboradores. Eles também pretendem divulgar os dados e as lições aprendidas com o projeto-piloto para o público em geral e para as autoridades competentes. Assim, eles esperam contribuir para um debate mais amplo sobre o futuro do trabalho no Brasil e no mundo.

  • Câmara aprova prorrogação da desoneração da folha até 2027

    Câmara aprova prorrogação da desoneração da folha até 2027

    Em uma decisão que representou uma derrota significativa para o governo, a Câmara dos Deputados aprovou a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia até dezembro de 2027.

    Essa medida tem o objetivo de aliviar os encargos trabalhistas para empresas de diversos segmentos, estimulando a geração de empregos e a recuperação econômica.

    A medida aprovada permite que os setores beneficiados continuem a pagar alíquotas menores sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários, para a Previdência Social e outras contribuições. Isso representa um alívio considerável nas obrigações financeiras dessas empresas, permitindo que elas possam investir mais em suas operações e funcionários.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi vista como uma derrota para o governo, que defendia que o debate sobre a desoneração fosse realizado como parte da reforma do Imposto de Renda. O governo argumentava que a proposta não previa a compensação do benefício fiscal, o que poderia afetar negativamente as finanças públicas. No entanto, os parlamentares decidiram avançar com a prorrogação, argumentando que essa era uma medida crucial para a manutenção e a criação de empregos em setores que enfrentaram desafios econômicos nos últimos anos.

    Além da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, o projeto também inclui a redução das alíquotas previdenciárias pagas pelos municípios à União, de acordo com o tamanho do PIB per capita de cada um. Isso visa dar mais flexibilidade financeira às prefeituras e incentivar o desenvolvimento econômico em nível local.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi elogiada por representantes dos setores beneficiados, que acreditam que essa medida contribuirá para a retomada econômica e a criação de empregos. No entanto, críticos argumentam que a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos poderá representar uma perda significativa de receita para a Previdência Social, o que poderia ter impactos no longo prazo.

    A medida agora segue para o Senado Federal, onde será debatida e votada pelos senadores. A prorrogação da desoneração da folha de pagamentos é mais um exemplo dos desafios enfrentados pelo governo na condução de sua política econômica, em um cenário em que a recuperação econômica é uma prioridade nacional.

    Essa medida tem o objetivo de aliviar os encargos trabalhistas para empresas de diversos segmentos, estimulando a geração de empregos e a recuperação econômica.

    A medida aprovada permite que os setores beneficiados continuem a pagar alíquotas menores sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários, para a Previdência Social e outras contribuições. Isso representa um alívio considerável nas obrigações financeiras dessas empresas, permitindo que elas possam investir mais em suas operações e funcionários.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi vista como uma derrota para o governo, que defendia que o debate sobre a desoneração fosse realizado como parte da reforma do Imposto de Renda. O governo argumentava que a proposta não previa a compensação do benefício fiscal, o que poderia afetar negativamente as finanças públicas. No entanto, os parlamentares decidiram avançar com a prorrogação, argumentando que essa era uma medida crucial para a manutenção e a criação de empregos em setores que enfrentaram desafios econômicos nos últimos anos.

    Além da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, o projeto também inclui a redução das alíquotas previdenciárias pagas pelos municípios à União, de acordo com o tamanho do PIB per capita de cada um. Isso visa dar mais flexibilidade financeira às prefeituras e incentivar o desenvolvimento econômico em nível local.

    A decisão da Câmara dos Deputados foi elogiada por representantes dos setores beneficiados, que acreditam que essa medida contribuirá para a retomada econômica e a criação de empregos. No entanto, críticos argumentam que a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos poderá representar uma perda significativa de receita para a Previdência Social, o que poderia ter impactos no longo prazo.

    A medida agora segue para o Senado Federal, onde será debatida e votada pelos senadores. A prorrogação da desoneração da folha de pagamentos é mais um exemplo dos desafios enfrentados pelo governo na condução de sua política econômica, em um cenário em que a recuperação econômica é uma prioridade nacional.

  • Estudo alerta para os perigos dos alimentos ultraprocessados no Brasil

    Estudo alerta para os perigos dos alimentos ultraprocessados no Brasil

    Os alimentos ultraprocessados são aqueles que passam por várias etapas de processamento industrial e contêm ingredientes artificiais, como corantes, aromatizantes, conservantes e realçadores de sabor.

    Eles são muito comuns nas prateleiras dos supermercados e nas mesas dos brasileiros, mas podem trazer sérios riscos à saúde.

    Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) analisou 1.824 produtos ultraprocessados disponíveis em 35 supermercados de cinco regiões do Brasil e constatou que 98,8% deles têm ingredientes críticos em excesso ou aditivos cosméticos. Esses ingredientes podem causar problemas como obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, alergias, transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, alteração da microbiota intestinal e câncer .

    Ingredientes críticos em excesso

    Os ingredientes críticos em excesso são aqueles que estão presentes em quantidades acima das recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que podem prejudicar a saúde. Eles são o sódio, as gorduras e os açúcares livres.

    O estudo da USP revelou que 97,1% dos alimentos ultraprocessados têm sódio, gorduras e açúcares livres em excesso. Esses ingredientes estão associados ao desenvolvimento de obesidade e outras doenças crônicas.

    Por exemplo, um pacote de biscoito recheado pode ter até 20 gramas de açúcar livre, o que equivale a quatro colheres de chá. Isso representa 80% do limite diário recomendado pela OMS para um adulto. Já uma lata de refrigerante pode ter até 360 miligramas de sódio, o que corresponde a 15% do limite diário recomendado pela OMS para um adulto.

    Aditivos cosméticos

    Os aditivos cosméticos são aqueles que são usados para realçar a cor, o sabor ou a textura dos alimentos ultraprocessados. Eles não têm valor nutricional e podem ter efeitos adversos na saúde.

    O estudo da USP apontou que 82,1% dos alimentos ultraprocessados contêm aditivos cosméticos. Esses aditivos podem causar alergias, transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, alteração da microbiota intestinal e câncer.

    Por exemplo, um salgadinho pode ter até 15 aditivos cosméticos diferentes, como corantes artificiais, aromatizantes sintéticos e glutamato monossódico. Esses aditivos podem provocar reações alérgicas em pessoas sensíveis, como urticária, coceira e inchaço. Além disso, alguns aditivos podem afetar o comportamento das crianças, causando hiperatividade, irritabilidade e dificuldade de concentração.

    Diferença de legislação

    O estudo da USP também comparou os rótulos dos mesmos produtos em diferentes países e constatou que há variação na composição conforme a legislação. Por exemplo, um refrigerante no Brasil pode ter 66 vezes mais de uma substância potencialmente cancerígena do que nos Estados Unidos.

    Isso se deve ao fato de que cada país tem seus próprios critérios para regular os alimentos ultraprocessados. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é a responsável por estabelecer os limites máximos permitidos para os ingredientes críticos em excesso e os aditivos cosméticos nos alimentos. No entanto, esses limites nem sempre seguem as recomendações da OMS ou as evidências científicas mais recentes.

    Desafios e soluções

    O estudo da USP discute os desafios para mudar o cenário dos alimentos ultraprocessados no Brasil, considerando os aspectos sociais, econômicos e culturais. Entre os desafios, estão a falta de informação dos consumidores, o baixo poder aquisitivo, a influência da publicidade, a escassez de alimentos naturais e a perda de hábitos alimentares tradicionais.

    Para enfrentar esses desafios, o estudo sugere algumas soluções, como conscientização dos consumidores, aumento de poder aquisitivo, legislações mais restritivas e ética na produção de alimentos.

    Uma das soluções propostas é a adoção do Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com a USP. O guia recomenda que os alimentos ultraprocessados sejam evitados ou consumidos em pequenas quantidades, dando preferência aos alimentos naturais ou minimamente processados.

    Outra solução é a implementação do sistema de rotulagem nutricional frontal, que consiste em colocar um símbolo na parte da frente da embalagem dos alimentos ultraprocessados para indicar se eles têm ingredientes críticos em excesso ou aditivos cosméticos. Esse sistema visa facilitar a escolha dos consumidores e estimular os fabricantes a melhorar a qualidade dos produtos.

    Além disso, o estudo defende que é preciso haver uma maior fiscalização e regulamentação dos alimentos ultraprocessados no Brasil, seguindo as orientações da OMS e das melhores práticas internacionais. Isso envolve limitar o uso de ingredientes críticos em excesso e aditivos cosméticos, proibir o uso de substâncias potencialmente nocivas, restringir a publicidade dirigida ao público infantil e garantir a transparência e a veracidade das informações nos rótulos.

    Por fim, o estudo ressalta que é preciso valorizar e resgatar os hábitos alimentares tradicionais do Brasil, que são baseados em alimentos naturais ou minimamente processados, como arroz, feijão, frutas, verduras, legumes, carnes, ovos e leite. Esses alimentos são mais saudáveis, saborosos e sustentáveis do que os alimentos ultraprocessados.

    Eles são muito comuns nas prateleiras dos supermercados e nas mesas dos brasileiros, mas podem trazer sérios riscos à saúde.

    Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) analisou 1.824 produtos ultraprocessados disponíveis em 35 supermercados de cinco regiões do Brasil e constatou que 98,8% deles têm ingredientes críticos em excesso ou aditivos cosméticos. Esses ingredientes podem causar problemas como obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, alergias, transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, alteração da microbiota intestinal e câncer .

    Ingredientes críticos em excesso

    Os ingredientes críticos em excesso são aqueles que estão presentes em quantidades acima das recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que podem prejudicar a saúde. Eles são o sódio, as gorduras e os açúcares livres.

    O estudo da USP revelou que 97,1% dos alimentos ultraprocessados têm sódio, gorduras e açúcares livres em excesso. Esses ingredientes estão associados ao desenvolvimento de obesidade e outras doenças crônicas.

    Por exemplo, um pacote de biscoito recheado pode ter até 20 gramas de açúcar livre, o que equivale a quatro colheres de chá. Isso representa 80% do limite diário recomendado pela OMS para um adulto. Já uma lata de refrigerante pode ter até 360 miligramas de sódio, o que corresponde a 15% do limite diário recomendado pela OMS para um adulto.

    Aditivos cosméticos

    Os aditivos cosméticos são aqueles que são usados para realçar a cor, o sabor ou a textura dos alimentos ultraprocessados. Eles não têm valor nutricional e podem ter efeitos adversos na saúde.

    O estudo da USP apontou que 82,1% dos alimentos ultraprocessados contêm aditivos cosméticos. Esses aditivos podem causar alergias, transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, alteração da microbiota intestinal e câncer.

    Por exemplo, um salgadinho pode ter até 15 aditivos cosméticos diferentes, como corantes artificiais, aromatizantes sintéticos e glutamato monossódico. Esses aditivos podem provocar reações alérgicas em pessoas sensíveis, como urticária, coceira e inchaço. Além disso, alguns aditivos podem afetar o comportamento das crianças, causando hiperatividade, irritabilidade e dificuldade de concentração.

    Diferença de legislação

    O estudo da USP também comparou os rótulos dos mesmos produtos em diferentes países e constatou que há variação na composição conforme a legislação. Por exemplo, um refrigerante no Brasil pode ter 66 vezes mais de uma substância potencialmente cancerígena do que nos Estados Unidos.

    Isso se deve ao fato de que cada país tem seus próprios critérios para regular os alimentos ultraprocessados. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é a responsável por estabelecer os limites máximos permitidos para os ingredientes críticos em excesso e os aditivos cosméticos nos alimentos. No entanto, esses limites nem sempre seguem as recomendações da OMS ou as evidências científicas mais recentes.

    Desafios e soluções

    O estudo da USP discute os desafios para mudar o cenário dos alimentos ultraprocessados no Brasil, considerando os aspectos sociais, econômicos e culturais. Entre os desafios, estão a falta de informação dos consumidores, o baixo poder aquisitivo, a influência da publicidade, a escassez de alimentos naturais e a perda de hábitos alimentares tradicionais.

    Para enfrentar esses desafios, o estudo sugere algumas soluções, como conscientização dos consumidores, aumento de poder aquisitivo, legislações mais restritivas e ética na produção de alimentos.

    Uma das soluções propostas é a adoção do Guia Alimentar para a População Brasileira, elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com a USP. O guia recomenda que os alimentos ultraprocessados sejam evitados ou consumidos em pequenas quantidades, dando preferência aos alimentos naturais ou minimamente processados.

    Outra solução é a implementação do sistema de rotulagem nutricional frontal, que consiste em colocar um símbolo na parte da frente da embalagem dos alimentos ultraprocessados para indicar se eles têm ingredientes críticos em excesso ou aditivos cosméticos. Esse sistema visa facilitar a escolha dos consumidores e estimular os fabricantes a melhorar a qualidade dos produtos.

    Além disso, o estudo defende que é preciso haver uma maior fiscalização e regulamentação dos alimentos ultraprocessados no Brasil, seguindo as orientações da OMS e das melhores práticas internacionais. Isso envolve limitar o uso de ingredientes críticos em excesso e aditivos cosméticos, proibir o uso de substâncias potencialmente nocivas, restringir a publicidade dirigida ao público infantil e garantir a transparência e a veracidade das informações nos rótulos.

    Por fim, o estudo ressalta que é preciso valorizar e resgatar os hábitos alimentares tradicionais do Brasil, que são baseados em alimentos naturais ou minimamente processados, como arroz, feijão, frutas, verduras, legumes, carnes, ovos e leite. Esses alimentos são mais saudáveis, saborosos e sustentáveis do que os alimentos ultraprocessados.

  • Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Fiocruz identifica nova linhagem do coronavírus no Rio de Janeiro

    Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificaram pela primeira vez no Rio de Janeiro a linhagem EG.5 do coronavírus, uma variante de interesse da Ômicron, que tem uma mutação na proteína Spike e se espalhou rapidamente em alguns países.

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

    A linhagem foi detectada em uma amostra de um paciente que viajou para a África do Sul, onde a Ômicron foi descoberta.

    A Fiocruz informou o resultado do sequenciamento genético à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e reforçou a importância da vacinação contra a Covid-19, bem como das medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos.

    Segundo o pesquisador Thiago Moreno, coordenador do Laboratório de Genômica Viral da Fiocruz, a linhagem EG.5 é uma das 32 variantes de interesse da Ômicron, que têm pelo menos uma das 32 mutações na proteína Spike, responsável pela entrada do vírus nas células humanas. A EG.5 tem a mutação N501Y, que também está presente nas variantes Alfa, Beta e Gama.

    “A EG.5 é uma variante de interesse porque tem uma mutação que pode aumentar a transmissibilidade do vírus, mas ainda não sabemos se ela tem outras características que possam afetar a gravidade da doença ou a eficácia das vacinas”, explicou Moreno.

    O pesquisador disse que a linhagem EG.5 já foi encontrada em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, mas ainda não há evidências de que ela seja mais prevalente ou mais perigosa do que as outras variantes. Ele destacou que a vigilância genômica é fundamental para monitorar a circulação do vírus e detectar novas variantes.

    “A Fiocruz está atenta à evolução do coronavírus e fazendo o sequenciamento genético de amostras de todo o país, em parceria com as secretarias de saúde e outros laboratórios. É importante rastrear os casos suspeitos e fazer o isolamento dos pacientes e dos contatos para evitar a disseminação das variantes”, afirmou Moreno.

    O pesquisador lembrou que a vacinação é a principal forma de proteção contra a Covid-19 e que as pessoas devem completar o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única, conforme o imunizante utilizado. Ele também recomendou que as pessoas façam o reforço da vacina quando estiverem no grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde.

    “Não podemos baixar a guarda diante do coronavírus. A vacinação é essencial para reduzir os casos graves e as mortes pela Covid-19, mas também precisamos manter os cuidados básicos para evitar a transmissão do vírus. Só assim vamos conseguir controlar a pandemia”, concluiu Moreno.

    Fonte: Agência Fiocruz de Notícias