Tag: Saúde

  • Sábado é dia D de vacinação de crianças contra sarampo e polio

    Crianças de um ano de idade até menores de cinco anos precisam tomar as doses das vacinas contra a poliomielite e o sarampo, mesmo se estiveram com a caderneta de vacinação em dia.

    A campanha é um reforço da imunização do calendário habitual. Vários postos do Distrito Federal estarão abertos durante todo o sábado, dia D da Campanha de Vacinação, para os pais e responsáveis levarem os pequenos.

    Até o início da semana, poucos brasilienses tinham imunizado os filhos. O público-alvo da campanha no DF é de 160 mil crianças, mas pouco mais de 12 mil já foram vacinadas contra a pólio e o sarampo. Esse número representa apenas 7% dos pequenos que devem ser imunizados.

    A vacinação extra é necessária, porque o vírus do sarampo voltou a circular no país e seis pessoas já morreram no Amazonas e Roraima.

    Segundo o Ministério da Saúde, o micro-organismo que está no país veio da Venezuela.

    No Distrito Federal, ainda não foi registrado nenhum caso. Mas em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e Pará já apresentaram contaminados com o vírus.

  • Lei sobre agentes de saúde é sancionada com veto a reajuste

    Foi transformada na Lei 13.708 de 2018 a medida provisória que regula a atividade dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. A MP estabelece pontos como a jornada de trabalho para recebimento do piso salarial, a participação em cursos de treinamento e o custeio de locomoção necessária para a realização do trabalho.

    A Medida Provisória (MP) 827/2018 havia sido aprovada pelo Congresso Nacional sob a forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 18/2018 no mês passado.

    Contudo, a Presidência da República vetou o reajuste de 52.86% do piso salarial dos profissionais, previsto no texto enviado à sanção.

    Veto a reajuste

    A previsão de reajuste foi vetada após consulta aos ministérios do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, da Justiça, da Fazenda e da Saúde. Pelo texto aprovado no Congresso e enviado à sanção, o piso salarial nacional para os agentes comunitários seria de R$ 1.250 em 2019, R$ 1.400 em 2020 e R$ 1.550 em 2021. A partir de 2022, o piso seria reajustado anualmente em 1º de janeiro, com valor a ser fixado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

    Na razão para o veto, o presidente da República Michel Temer alegou que o aumento do piso é inconstitucional por não ter sido de iniciativa do Executivo Federal. Há também, segundo Temer, infração do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e da Lei de Responsabilidade Fiscal, por criar despesa obrigatória sem nenhuma estimativa de impacto financeiro.

    Regulamentação

    De acordo com a nova lei, é essencial e obrigatória a presença de agentes comunitários de saúde nos programas ligados à saúde da família e de agentes de combate às endemias na estrutura de vigilância epidemiológica e ambiental. A cada dois anos, trabalhadores de ambas as carreiras frequentarão cursos de aperfeiçoamento organizados e financiados igualmente entre os entes federados.

    A jornada de trabalho de 40 horas semanais exigida para garantia do piso salarial será integralmente dedicada às ações e serviços de promoção da saúde, de vigilância epidemiológica e ambiental e de combate a endemias em prol das famílias e das comunidades assistidas, no âmbito dos respectivos territórios de atuação. Também vai assegurar aos agentes participação nas atividades de planejamento e avaliação de ações, de detalhamento das atividades, de registro de dados e de reuniões de equipe.

    Compete ao ente federativo ao qual o trabalhador estiver vinculado fornecer ou custear a locomoção necessária para o exercício das atividades.

    A nova lei entrou em vigor nesta quarta-feira (15). Por Agência Senado.

  • Usuário de marca-passo e prótese metálica pode ser dispensado de passar por detector

    Usuários de marca-passo ou próteses metálicas poderão ser dispensados de passar por equipamentos que empregam radiação eletromagnética ou de detecção de metais. A possibilidade está no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 62/2018, que aguarda análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

    Hoje, não existe uma lei específica sobre o tema. Locais que usam o dispositivo definem as condições do acesso dessas pessoas por meio de comunicados ou regulamentos internos.

    Pelo projeto, pessoas com marca-passo que comprovem essa condição com atestado médico não deverão ser obrigadas a passar pelos detectores, já que a radiação pode afetar o funcionamento dos aparelhos, trazendo riscos à saúde. Essas pessoas poderão, no entanto, ser submetidas a revista individualizada em sala reservada, sendo o revistador do mesmo sexo do revistado.

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    As mesmas regras se aplicam às pessoas com próteses que contenham metal, mas para elas a revista individualizada é obrigatória. Desta forma, será resguardada a segurança do ambiente que se quer proteger sem constrangimentos, diz a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) na justificativa de sua proposta.

    O projeto determina que os equipamentos de detecção deverão conter sinalização de advertência sobre os possíveis riscos para a saúde dos usuários de aparelho de marca-passo.

    O texto aguarda o relatório do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) na CAS. Por Agência Senado.

  • ANS quer sugestões para lista mínima de cobertura obrigatória dos planos de saúde

    A ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar recebe, a partir desta quinta-feira, contribuições da sociedade para elaborar normas que regulamentem o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que é a lista mínima de cobertura obrigatória dos planos de saúde.

    O objetivo é chegar à definição de uma lista mínima de procedimentos que os planos de saúde são obrigados a cobrir para assegurar prevenção, diagnóstico, tratamento, recuperação e reabilitação de todas as enfermidades que compõem a CID, a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.

    A cobertura desses procedimentos, segundo a ANS, é obrigatória para todos os planos contratados a partir da entrada em vigor da Lei 9656 de 1998, os chamados planos novos, ou para aqueles que foram adaptados à lei. A lista é atualizada pela agência a cada dois anos.

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    De acordo com a ANS, o assunto vem sendo discutido por um grupo de trabalho da agência desde outubro do ano passado. O envio pode ser feito mediante preenchimento de formulário online disponibilizado na página ans.gov.br. Por Radioagência Nacional.

  • Manaus reforça plano de ações para conter avanço do sarampo; foram confirmados 317 casos da doença

    Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus, no Amazonas, vão as ruas a partir desta segunda-feira para colocar em prática um plano de ações que busca conter o avanço do sarampo na cidade. O município decretou situação de emergência no começo deste mês devido à epidemia da doença.

    Durante seis semanas, 900 funcionários vão se revezar em equipes entre três da tarde às oito da noite, inclusive aos finais de semana para promover o que vem sendo chamado de varredura vacinal.

    Serão intensificadas as ações de oferta da vacina, com visita as casas, em bairros considerados prioritários, em escolas e universidades, além de reforçar a imunização nas unidades de saúde.

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    A prefeitura escolheu como ponto de partida o bairro Jorge Teixeira. Com base nos critérios de notificaçõese confirmações dos casos da doença, Cidade Nova e Novo Aleixo também foram definidos como prioritários. O mesmo vale para as comunidades do Ramal do Pau Rosa, na BR-174.

    De acordo com o último boletim epidemiológico, Manaus tem 317 casos confirmados da doença, sendo que a capital manauara tem pouco mais de 2.200 casos ainda sob investigação. Em outros municípios 679 casos suspeitos aguardam resultado laboratorial. Por Radioagência Nacional.

  • Veja porque você deveria comer mais romã

    Está na hora de pararmos de lembrar da romã somente nas festas de final de ano. Isso porque, segundo o UOL, a fruta é rica em vitaminas A, C e do complexo B, além de ser uma excelente fonte de ferro e cálcio e, no caso da romã vermelha, ácido elágico e antioxidantes.

    E o mais legal é que, basicamente, a romã inteira pode ser aproveitada. Além da polpa, a casca é muito recomendada para fazer chás. A mistura ajuda a curar aftas e infecções de boca e garganta. E as sementes também podem ser mastigadas.

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    Porém, como tudo em excesso faz mal, é bom não extrapolar na dose. O consumo excessivo de romã pode causar efeitos colaterais como náuseas e vômito. Assim, o ideal é comer apenas duas romãs por dia.

    Já aproveitando os benefícios até então desconhecidos dessa fruta, vai aí um chá de romã?

    Receita

    Ingredientes:

    4 romãs;
    1 litro de água;
    Mel para adoçar.

    Modo de preparo:

    Limpe as romãs e separe as cascas deixando-as em pedaços menores;
    Em uma panela, misture a água e as cascas e deixe fervendo por aproximadamente cinco minutos para que as propriedades da romã sejam liberadas;
    Desligue o fogo e retire as cascas;
    Se for da sua preferência, adoce com o mel e beba ainda quente.

  • Alongamento | Realmente há a necessidade de praticar?

    Alongamento é estritamente necessário antes de praticar atividades físicas? Mito ou Verdade? Bom, tem gente que não vê diferença, que prefere já ir direto ao ponto e começar a se exercitar.

    Mas de acordo com o professor Rodrigo Silva, da Academia Smart Fit, o alongamento é uma forma de prepara a sua musculatura para a contração e pode trazer inúmeros benefícios. Confira no Mito ou Verdade.

    Ah, quer desvenda mais mitos e verdades sobre diversos assuntos, com bom humor? Não perca, de segunda a sábado na programação da W Rádio Brasil. Ouça pelo Site, APP ou no TuneIn.

  • Sobe para oito número de mortos com suspeita de raiva humana no Pará

    O número de óbitos com suspeita de raiva humana no Pará chegou a 8. Nesse domingo, a Secretaria estadual de Saúde Pública confirmou a morte de uma criança de 8 anos que estava internada na Santa Casa em Belém com suspeita de ter contraído o vírus. Do total de mortos, 1 teve a doença confirmada pelo Instituto Evandro Chagas.

    Outros três pacientes permanecem internados no mesmo hospital e mais três estão recebendo cuidados médicos no município de Breves, na Ilha do Marajó. Todos continuam em estado grave.

    Os médicos fizeram coletas de sangue dos pacientes para encaminhar ao Instituto Evandro Chagas e Instituto Pasteur, em São Paulo, referência no diagnóstico da doença.

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    As equipes da Vigilância Epidemiológica e Vigilância em Saúde estão desde o dia 4 de maio no município de Melgaço, na Ilha do Marajó, para investigar os casos suspeitos.

    Os pacientes apresentaram sintomas parecidos, como febre, dores de cabeça e no abdômen, dificuldade para engolir, desorientação, sensibilidade a sons, convulsão, fraqueza muscular e aversão à água. Esses sintomas aparecem devido à proliferação do vírus no sistema nervoso, via corrente sanguínea. Com informações da Radioagência Nacional.

  • Roraima tem 83 casos confirmados de sarampo; 238 registros são investigados

    A circulação do vírus do sarampo em Roraima segue preocupante. De março a maio, subiu de 40 para 83 o número de casos confirmados da doença no estado. Deste total, 62 foram registrados somente em Boa Vista, sendo 57 deles em venezuelanos.

    Outra cidade que concentra um alto número de migrantes, Pacaraima, já confirmou 19 casos de sarampo. A Secretaria de Saúde de Roraima ainda investiga 238 casos.

    Desde o início do ano, duas crianças venezuelanas morreram com a doença no estado. Uma delas tinha 4 anos e outra 3 meses de idade.

    Análises da Fundação Oswaldo Cruz apontam que o vírus do sarampo em circulação no estado é importado da Venezuela.

    O sarampo é uma doença altamente contagiosa. A população deve verificar sua carteira de vacinação e procurar os postos de saúde.

    A vacina tríplice viral é a única forma de prevenção à doença.

    Os principais sintomas de sarampo são febre, manchas avermelhadas, acompanhados de tosse ou coriza e conjuntivite.

  • Indústria alimentícia deve reduzir o tamanho das porções, dizem especialistas

    Uma nova pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition, destaca os benefícios para a saúde da população se a indústria de alimentos mudasse o tamanho das porções de seus produtos.

    Os aumentos históricos no tamanho das porções comercialmente disponíveis são conhecidos por causar excessos “passivos” e têm sido associados ao surgimento da crise mundial da obesidade. Uma ideia que os órgãos de saúde pública estão promovendo atualmente é que a indústria de alimentos reduza o tamanho das porções de seus produtos.

    As pesquisas do University’s Institute of Psychology, Health and Society, liderado pelo Dr. Eric Robinson, estão revelando que a redução no tamanho da porção de alimentos “renormaliza” as percepções do que constitui uma quantidade normal daquele alimento. Ou seja, quanto menor uma porção, comemos menos e somos condicionados a nos sentir satisfeitos. A longo prazo, isso pode causar uma redução significativa no consumindo dessa comida.

    Experimentos

    Durante o primeiro dos três experimentos, os participantes foram distribuídos aleatoriamente por porções maiores ou menores da mesma refeição (quiche e salada). Os participantes foram avisados ​​de que os experimentos faziam parte de um estudo de “alimento, humor e raciocínio” para não alertá-los sobre o objetivo real do experimento que poderia ter um efeito prejudicial.

    Durante o segundo experimento, que ocorreu no dia seguinte, os participantes foram avisados ​​de que poderiam servir a si mesmos o que quisessem comer do mesmo tipo de alimento fornecido no primeiro experimento.

    No terceiro experimento, os participantes foram questionados sobre o tamanho da porção preferida da comida uma semana depois.

    Os resultados de todos os três experimentos mostraram que os participantes que foram servidos com uma porção menor de alimentos, mudaram a sua percepção do que era um tamanho de porção normal. Os participantes acabaram escolhendo comer menos daquela comida.

    “Houve sugestões de que o encolhimento do tamanho das porções de produtos alimentícios, poderia ser uma abordagem para reduzir o consumo excessivo e combater a obesidade da população”, disse o dr. Eric Robinson.

    “As presentes descobertas indicam que, se os tamanhos das porções de alimentos comercialmente disponíveis fossem menores, esses tamanhos reduzidos e mais apropriados, podem recalibrar as percepções do que constitui uma quantidade ‘normal’ de alimentos e, ao fazê-lo, diminuir o quanto os consumidores escolhem comer”, completou.