Tag: Senado

  • Servidores federais recebem aumento de 9% e auxílio-alimentação maior

    Servidores federais recebem aumento de 9% e auxílio-alimentação maior

    O Senado aprovou nesta quarta-feira (23) uma medida provisória que concedeu um reajuste salarial de 9% para todos os servidores federais, retroativo a 1º de maio de 2023. 

    O auxílio-alimentação também foi aumentado de R$ 458 para R$ 658 por mês.

    A medida beneficia mais de 1,1 milhão de pessoas, entre servidores ativos, aposentados e pensionistas, segundo o Executivo. O impacto orçamentário do reajuste é de R$ 9,62 bilhões em 2023 e R$ 13,82 bilhões anualmente a partir de 2024. O governo afirmou que a correção salarial foi possível após a inclusão de recursos no Orçamento deste ano.

    O texto original da medida provisória foi alterado pela Câmara e pelo Senado, que incluíram emendas que não tinham relação com o tema principal. Entre as mudanças, estão a criação de mais uma diretoria na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e a permissão para os anistiados políticos usarem sua reparação econômica para pedir crédito consignado.

    A medida provisória segue agora para sanção presidencial. O presidente tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar o texto, total ou parcialmente.

    O auxílio-alimentação também foi aumentado de R$ 458 para R$ 658 por mês.

    A medida beneficia mais de 1,1 milhão de pessoas, entre servidores ativos, aposentados e pensionistas, segundo o Executivo. O impacto orçamentário do reajuste é de R$ 9,62 bilhões em 2023 e R$ 13,82 bilhões anualmente a partir de 2024. O governo afirmou que a correção salarial foi possível após a inclusão de recursos no Orçamento deste ano.

    O texto original da medida provisória foi alterado pela Câmara e pelo Senado, que incluíram emendas que não tinham relação com o tema principal. Entre as mudanças, estão a criação de mais uma diretoria na Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e a permissão para os anistiados políticos usarem sua reparação econômica para pedir crédito consignado.

    A medida provisória segue agora para sanção presidencial. O presidente tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar o texto, total ou parcialmente.

  • Imposto extra para games: uma ameaça ao mercado brasileiro?

    Imposto extra para games: uma ameaça ao mercado brasileiro?

    O mercado de games é um dos que mais crescem no mundo e tem grande potencial para gerar empregos e fomentar a economia.

    No entanto, ainda não há um marco legal que regulamente o setor no Brasil, o que gera incertezas e dificuldades para as empresas do segmento. A criação do Projeto de Lei (PL) 2796/21 é um importante passo para mudar essa realidade e permitir que a indústria de games se desenvolva no país.

    O PL, de autoria do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), cria o marco legal para a indústria de jogos eletrônicos e para os jogos de fantasia, como Cartola e Rei do Pitaco. Em 2022, esses jogos movimentaram R$ 70 milhões no Brasil e geraram 5 mil empregos diretos. A expectativa é a de que o crescimento seja de 300% nos próximos quatro anos e crie 20 mil postos de trabalho diretos.

    No caso dos jogos eletrônicos, que são basicamente os de aplicativos, a movimentação foi de R$ 10 bilhões no ano passado, com a geração de 12 mil vagas diretas. Com a aprovação do PL, a expectativa é passar a movimentar R$ 40 bilhões por ano e contar com 50 mil empregos diretos.

    Porém, o PL ainda está em análise no Senado e pode sofrer alterações que podem prejudicar o setor. O relator do projeto, o senador Irajá (PSD-TO), disse ao portal Broadcast/Estadão que está estudando com a Receita Federal a possibilidade de criar um imposto extra para as empresas de games, similar ao que o governo já estuda para o segmento de jogos de azar, com alíquota de 15%.

    Segundo o senador, a taxa seria como uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) dos jogos e teria como objetivo garantir recursos para áreas como saúde e educação. Além disso, ele defende que o marco legal dará benefícios para as indústrias e tornará o Brasil mais atrativo para empresas estrangeiras, especialmente no desenvolvimento de novos jogos.

    No entanto, essa proposta pode gerar preocupações no setor, que já sofre com uma alta carga tributária e enfrenta dificuldades para competir com outros países. A criação de um imposto extra pode encarecer os produtos e serviços oferecidos pelas empresas de games e desestimular os investimentos e a inovação na área.

    Por isso, é preciso avaliar com cuidado os impactos dessa medida e buscar um equilíbrio entre a arrecadação do governo e o desenvolvimento da indústria de games no Brasil. O setor tem muito a contribuir para a economia e a cultura do país, mas precisa de um ambiente favorável para crescer e se consolidar.

    O Senado estuda a criação de uma taxa de 15% sobre as empresas do setor de games, que pode afetar o crescimento e a competitividade da indústria no país.

    No entanto, ainda não há um marco legal que regulamente o setor no Brasil, o que gera incertezas e dificuldades para as empresas do segmento. A criação do Projeto de Lei (PL) 2796/21 é um importante passo para mudar essa realidade e permitir que a indústria de games se desenvolva no país.

    O PL, de autoria do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), cria o marco legal para a indústria de jogos eletrônicos e para os jogos de fantasia, como Cartola e Rei do Pitaco. Em 2022, esses jogos movimentaram R$ 70 milhões no Brasil e geraram 5 mil empregos diretos. A expectativa é a de que o crescimento seja de 300% nos próximos quatro anos e crie 20 mil postos de trabalho diretos.

    No caso dos jogos eletrônicos, que são basicamente os de aplicativos, a movimentação foi de R$ 10 bilhões no ano passado, com a geração de 12 mil vagas diretas. Com a aprovação do PL, a expectativa é passar a movimentar R$ 40 bilhões por ano e contar com 50 mil empregos diretos.

    Porém, o PL ainda está em análise no Senado e pode sofrer alterações que podem prejudicar o setor. O relator do projeto, o senador Irajá (PSD-TO), disse ao portal Broadcast/Estadão que está estudando com a Receita Federal a possibilidade de criar um imposto extra para as empresas de games, similar ao que o governo já estuda para o segmento de jogos de azar, com alíquota de 15%.

    Segundo o senador, a taxa seria como uma Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) dos jogos e teria como objetivo garantir recursos para áreas como saúde e educação. Além disso, ele defende que o marco legal dará benefícios para as indústrias e tornará o Brasil mais atrativo para empresas estrangeiras, especialmente no desenvolvimento de novos jogos.

    No entanto, essa proposta pode gerar preocupações no setor, que já sofre com uma alta carga tributária e enfrenta dificuldades para competir com outros países. A criação de um imposto extra pode encarecer os produtos e serviços oferecidos pelas empresas de games e desestimular os investimentos e a inovação na área.

    Por isso, é preciso avaliar com cuidado os impactos dessa medida e buscar um equilíbrio entre a arrecadação do governo e o desenvolvimento da indústria de games no Brasil. O setor tem muito a contribuir para a economia e a cultura do país, mas precisa de um ambiente favorável para crescer e se consolidar.

  • Governo espera aprovar MP da privatização da Eletrobras até 11 de junho no Senado


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  • Senado aprova a criminalização de quem proibir acompanhante e filmagem em sala de vacinação

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  • Senado aprova projeto que permite a compra de vacinas por empresas privadas

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  • Senado tem o senador mais jovem já eleito no Brasil

    Um senador eleito com 35 anos e um com 81 anos foram, respectivamente, o mais novo e o mais velho eleitos para o Senado em 2018.

    Irajá Abreu (PSD-TO) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ), que tomarão posse em 2019 para mandatos de oito anos, são os dois polos da lista de 54 senadores eleitos, cuja média de idade ficou em 56 anos.

    A idade de Irajá é um recorde no Senado. Ele, que tem 35 anos, é o senador mais jovem já eleito no Brasil, com a idade mínima exigida para ocupar o cargo.

    Em 2014, Gladson Cameli (PP-AC) foi eleito com 36 anos. Em 2010, havia sido a vez de Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o mais jovem da sua legislatura, com 37 anos.

    O senador mais velho eleito em 2018 é Arolde de Oliveira, de 81 anos. Apesar de ser o eleito com mais idade, ele não será o senador mais velho no Senado. José Maranhão (MDB-PB), eleito em 2014 com 81 anos, hoje tem 85 anos de idade.

    Média

    A faixa etária com mais senadores eleitos, de acordo com dados do TSE, é a de 55 a 59 anos, com 12 representantes, 22% do total. Se agrupadas as faixas entre 45 e 69 anos, o total de senadores eleitos em 2018 é de 39, número que representa 72% do total.

    A faixa entre 35 e 39 anos, entre 40 e 44 anos e entre 70 e 74 anos têm quatro senadores cada uma. Já os recortes entre 75 e 79 anos e entre 80 e 84 anos registraram um senador eleito em cada um. Por Agência Senado.

  • Entenda como funciona a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

    A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE) tem 27 titulares e 27 suplentes em sua composição. Responsável por deliberar os projetos de lei que tratam de assuntos relacionados à economia, ela fiscaliza, discute e vota assuntos relacionados às questões econômicas do país, além de escolher as autoridades diretoras de instituições econômicas, como o Banco Central. O trabalho desta comissão, assim como de todas as outras 13, pode ser acompanhado através de audiências públicas. Essas audiências também podem ser assistidas, ao vivo, através do YouTube do Senado Federal. Mais informações com a repórter Maria Ferreira, da Rádio Senado.

  • Senador propõe maior controle para gestantes que trabalham em condição de insalubridade

    Gestantes só poderão trabalhar em condição mínima ou média de insalubridade com a apresentação de atestado médico e a aprovação do sindicato representativo da categoria, propõe o senador Pedro Chaves (PRB-MS) no PLS 373/2018. O senador considera o texto da reforma trabalhista (PLC 38/2017) aprovada no ano passado muito permissivo, o que pode levar a abusos de empregadores de má-fé.

    A reportagem é de Bruno Lourenço, da Rádio Senado. Ouça o áudio com mais informações.

  • Senado analisa propostas que proíbem o nepotismo

    Apesar de já existir legislação proibindo a prática de nepotismo em órgãos públicos (como o Decreto 7.203, de 2010, e a 13ª Súmula Vinculante do Supremo Tribunal Federal, de 2008), ainda há casos de políticos e servidores contratando familiares no Brasil. Diante dessa situação, alguns senadores apresentaram projetos para acabar de vez com a prática.

    Há três propostas sobre o assunto tramitando na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. É o caso do Projeto de Lei do Senado (PLS) 722/2011, que inclui o nepotismo como ato de improbidade administrativa. De autoria do ex-senador Pedro Taques, a proposta tramita na comissão em decisão terminativa e aguarda designação de relator.

    A improbidade administrativa é caracterizada como o ato ilegal ou contrário aos princípios básicos da administração pública e cometido por agente público durante o exercício de função pública ou decorrente dela. A lei não prevê punições de caráter penal, com previsão e aplicação de penas restritivas de liberdade. No entanto, prevê punições de natureza civil e política, que incluem perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, multas e reparação do dano.

    É caracterizado como nepotismo nomear ou designar para cargo em comissão ou função de confiança o cônjuge, companheiro ou parente (em linha reta, colateral ou por afinidade até o terceiro grau) da autoridade nomeante ou de servidor investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento. Além dessa prática, a proposta de Taques incluiu como ato de improbidade administrativa o nepotismo cruzado — nomeações ou designações recíprocas entre autoridades.

    O projeto também estabelece que o processo e o julgamento dos atos de improbidade administrativa terão preferência sobre todos os demais, à exceção apenas dos que tenham como parte pessoa idosa ou portadora de doença grave. Além disso, para interposição de recurso contra a decisão do órgão colegiado que determine a reparação de dano ou a perda de bens obtidos ilicitamente, serão exigidos, respectivamente, o depósito do valor que garanta o cumprimento da decisão ou a penhora judicial dos bens perdidos.

    Terceirização

    Outra proposta que tramita na CCJ em decisão terminativa é o PLS 301/2018, que veda o nepotismo nos contratos de terceirização e também configura a prática como improbidade administrativa. A proposta é de autoria do senador Lasier Martins (PSD/RS) e aguarda designação de relator.

    Pelo texto, será configurado como improbidade administrativa contratar empresa de trabalho temporário ou de prestação de serviços que utilize, na execução do respectivo contrato, cônjuges, companheiros ou parentes até o terceiro grau (consanguíneos ou afins) de autoridade ou servidor em cargo de direção ou chefia do órgão ou entidade tomadora ou contratante. O órgão público também não poderá contratar uma empresa cujos sócios sejam do mesmo perfil citado.

    Para Lasier, o fato de as regras contra o nepotismo não se estenderem à contratação de empresas terceirizadas faz com que aconteçam negociações indevidas no âmbito da administração pública.

    “A execução de funções terceirizadas em órgãos e entidades públicas por parentes de autoridades não deve ser admitida. Isso permite a imposição de utilização dessas pessoas, como condição para que sejam contratadas pela administração, mesmo que tais empregados não possuam nenhuma qualificação, o que representa nítida ofensa aos princípios da impessoalidade, da moralidade e da eficiência do serviço público”, justifica o senador no texto do projeto.

    Por isso, a proposição também exige que os órgãos e entidades da administração pública deverão divulgar nos portais de transparência na internet os nomes dos sócios das empresas contratadas, bem como os nomes, os salários, as cargas horárias e os locais habituais de exercício dos empregados utilizados na execução do contrato. Ademais, os contratantes deverão exigir, como requisito de contratação das empresas, a comprovação da qualificação técnica ou operacional dos empregados utilizados na execução do contrato.

    Suplentes

    Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 20/2015 proíbe que cônjuge, companheiro ou parente (consanguíneo, afim ou por adoção) se elejam como suplentes de senador titular. A proposição aguarda designação de relator na CCJ.

    Segundo o autor da proposta, o senador licenciado Telmário Mota (PTB-RR), é preciso abolir essa prática comum — e atualmente legal, embora inadequada do ponto de vista moral — de designar parentes para a suplência.

    “Não se coaduna com a ideia de República, forma de governo em que a gestão da coisa pública deve ser pautada pela impessoalidade, a possibilidade de um senador, por exemplo, afastar-se do cargo para ser ministro de Estado ou renunciar para assumir outro mandato e deixar, no seu lugar, um parente”, justifica no texto da proposta. Por Agência Senado.

  • Número de candidatos ao Senado é o maior já registrado em eleições

    Nas eleições de 2018, dois terços das vagas do Senado — 54 do total de 81 — podem ser renovadas. São 352 candidatos que concorrem ao cargo de senador em todo o Brasil, número maior que o de todas as eleições com dados consolidados disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (desde 1994).

    Quando considerado o número de candidatos por vaga, a concorrência é um pouco menor que a registrada nas últimas eleições, quando foram 185 candidaturas para 27 vagas. A média de candidatos por vaga ficou em 6,51 em 2018, contra 6,85 em 2014.

    Das 352 pessoas que registraram candidaturas ao Senado, quase metade (48,3%) têm entre 50 e 64 anos. Apenas um candidato tem mais de 90 anos e outro candidato, cuja candidatura ainda aguarda julgamento, tem 27 anos, ou seja, está abaixo da idade mínima para concorrer ao Senado, que é de 35 anos. A faixa que concentra os candidatos mais novos com idade suficiente (35 a 39 anos) tem 9% dos que concorrem ao Senado.

    A maior parte dos candidatos é de homens: 82,7% contra 17,3% de mulheres. Os brancos também são maioria entre os que registraram candidaturas ao Senado e representam 65,6% do total, seguidos dos pardos (23,6%) e pretos (9,9%). Os que se declararam como indígenas e amarelos ainda são minoria, com 0,57% e 0,28%, respectivamente.

    Com relação à ocupação declarada pelos candidatos, 30 já são senadores e buscam a reeleição. Outras profissões recorrentes entre os que concorrem ao Senado são professor (44), advogado (43), deputado (41), empresário (30) e servidor público (29).

    Os números foram calculados com base nos dados disponíveis na tarde de segunda-feira (27) sobre os pedidos de registro de candidatura, que estão em atualização no site do TSE. O total pode ser diferente do registrado no dia da eleição por causa de renúncias, cancelamentos e indeferimento de candidaturas, por exemplo.

    Representatividade

    Os senadores representam os estados e o Distrito Federal. É por esse motivo que o número de representantes no Senado é fixo, três por unidade da Federação. Na Câmara dos Deputados, que reúne os representantes do povo, o número de deputados é calculado de acordo com a população de cada estado, por isso a quantidade de deputados não é a mesma para todas as unidades da federação.

    A renovação no Senado se dá por eleição majoritária, em que o número de votos recebidos é o que conta, diferentemente do que ocorre na Câmara, onde a disputa pelas vagas também leva em conta o número de votos recebido pelo partido. O mandato dos senadores é de oito anos e a renovação se dá em um terço das cadeiras em uma eleição e dois terços na eleição seguinte, consecutivamente.

    Além de elaborar leis e fiscalizar o Poder Executivo, o Senado tem atribuições como processar e julgar o presidente e o vice-presidente da República nos crimes de responsabilidade e aprovar indicados para cargos importantes, como o de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), embaixadores e diretores de agências reguladoras. Também é responsável por aprovar empréstimos no exterior feitos por estados e municípios.

    Quando escolhe um senador, o eleitor vota em uma chapa composta por ele e dois suplentes. Eles serão os substitutos do senador em caso de licenças e situações que impossibilitem o titular de exercer o mandato. Os nomes dos suplentes devem ser divulgados no material de campanha de cada candidato. Por Agência Senado.