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  • Cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros

    Cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros

    O calor extremo pode ser um assassino silencioso, especialmente para as crianças que ficam presas dentro de veículos fechados.

    Infelizmente, há vários casos registrados de crianças que morreram após serem esquecidas pelos pais ou responsáveis dentro de carros. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com alguns cuidados simples e atenção.

    Neste artigo, vamos relembrar cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros e explicar como o calor extremo mata e quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar para que casos como esses não se repitam.

    1. Em dezembro de 2014, uma menina de dois anos morreu após ser esquecida pela mãe dentro do carro em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe, que era médica, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou seguindo direto para o hospital e só se deu conta do esquecimento horas depois. A criança ficou cerca de quatro horas dentro do veículo, que estava estacionado sob o sol. Quando a mãe voltou, a menina já estava sem vida. A mãe foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

    2. Em julho de 2019, um menino de três anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Santos, São Paulo. O pai, que era professor, deveria ter deixado o filho na creche antes de ir dar aula, mas acabou se distraindo e deixando o menino no banco de trás. O pai só percebeu o erro quando voltou para o carro, cerca de três horas depois. O menino chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O pai foi preso em flagrante por homicídio culposo.

    3. Em agosto de 2020, uma menina de um ano e meio morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em São José do Rio Preto, São Paulo. O pai, que era engenheiro, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou indo direto para o escritório e só se lembrou da menina no final do expediente. A criança ficou cerca de sete horas dentro do veículo, que estava em uma garagem coberta. Quando o pai voltou, a menina já estava sem sinais vitais. O pai foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.

    4. Em setembro de 2020, um menino de dois anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Recife, Pernambuco. O pai, que era empresário, deveria ter deixado o filho na escola antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando o menino no banco de trás. O pai só se deu conta do esquecimento quando foi buscar o filho na escola, no final da tarde. A criança ficou cerca de seis horas dentro do veículo, que estava estacionado na rua. Quando o pai voltou, o menino já estava sem vida. O pai foi autuado por homicídio culposo.

    5. Em abril de 2021, uma menina de um ano e dez meses morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O pai, que era policial civil, deveria ter deixado a filha na creche antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando a menina no banco de trás. O pai só se lembrou da filha quando saiu do trabalho, no início da noite. A criança ficou cerca de dez horas dentro do veículo, que estava em um estacionamento fechado. Quando o pai voltou, a menina já estava sem pulso. O pai foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança.

    Como o calor extremo mata?

    O calor extremo pode matar de várias formas, mas a principal causa é a insolação, que ocorre quando o corpo não consegue mais se refrescar e a temperatura corporal ultrapassa os 40°C.

    Nesse caso, o corpo entra em colapso e pode sofrer danos irreversíveis nos órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os rins. Os sintomas da insolação incluem confusão mental, perda de consciência, convulsões, pele seca e vermelha, pulso rápido e fraco, respiração ofegante e dor de cabeça.

    O risco de insolação é maior quando a pessoa está em um ambiente fechado e sem ventilação, como um carro. Isso porque o carro funciona como uma estufa, que absorve a radiação solar e retém o calor dentro do veículo. A temperatura dentro do carro pode subir até 20°C em apenas uma hora, mesmo com as janelas entreabertas. Por isso, nunca se deve deixar uma criança sozinha dentro de um carro, nem por alguns minutos.

    Quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar?

    Para evitar que casos trágicos de crianças que morrem esquecidas dentro de carros se repitam, os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar alguns cuidados simples, mas que podem fazer a diferença. Veja algumas dicas:

    • Sempre verifique o banco de trás antes de sair do carro e certifique-se de que não há nenhuma criança dentro do veículo;

    • Crie uma rotina para lembrar de levar e buscar a criança na escola ou na creche e confirme com o local se a criança chegou ou não;

    • Deixe algum objeto pessoal, como a bolsa, a carteira ou o celular, no banco de trás junto com a criança, para que você tenha que abrir a porta de trás ao sair do carro;

    • Use algum lembrete visual, como um adesivo, um chaveiro ou um bichinho de pelúcia, para indicar que há uma criança no carro;

    • Peça a alguém de confiança que te ligue ou te mande uma mensagem se você não chegar no horário previsto com a criança;

    • Se você vir uma criança desacompanhada dentro de um carro, ligue para os serviços de emergência e tente ajudar a criança a sair do veículo.

    Lembre-se: o calor extremo pode matar em poucos minutos e nenhuma criança merece passar por essa situação. Portanto, seja responsável e cuidadoso ao transportar crianças no carro e evite que mais vidas sejam perdidas por um descuido.

    Infelizmente, há vários casos registrados de crianças que morreram após serem esquecidas pelos pais ou responsáveis dentro de carros. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com alguns cuidados simples e atenção.

    Neste artigo, vamos relembrar cinco casos trágicos de crianças que morreram esquecidas dentro de carros e explicar como o calor extremo mata e quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar para que casos como esses não se repitam.

    1. Em dezembro de 2014, uma menina de dois anos morreu após ser esquecida pela mãe dentro do carro em Belo Horizonte, Minas Gerais. A mãe, que era médica, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou seguindo direto para o hospital e só se deu conta do esquecimento horas depois. A criança ficou cerca de quatro horas dentro do veículo, que estava estacionado sob o sol. Quando a mãe voltou, a menina já estava sem vida. A mãe foi indiciada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

    2. Em julho de 2019, um menino de três anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Santos, São Paulo. O pai, que era professor, deveria ter deixado o filho na creche antes de ir dar aula, mas acabou se distraindo e deixando o menino no banco de trás. O pai só percebeu o erro quando voltou para o carro, cerca de três horas depois. O menino chegou a ser socorrido, mas não resistiu. O pai foi preso em flagrante por homicídio culposo.

    3. Em agosto de 2020, uma menina de um ano e meio morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em São José do Rio Preto, São Paulo. O pai, que era engenheiro, deveria ter deixado a filha na escola antes de ir trabalhar, mas acabou indo direto para o escritório e só se lembrou da menina no final do expediente. A criança ficou cerca de sete horas dentro do veículo, que estava em uma garagem coberta. Quando o pai voltou, a menina já estava sem sinais vitais. O pai foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento.

    4. Em setembro de 2020, um menino de dois anos morreu após ser esquecido pelo pai dentro do carro em Recife, Pernambuco. O pai, que era empresário, deveria ter deixado o filho na escola antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando o menino no banco de trás. O pai só se deu conta do esquecimento quando foi buscar o filho na escola, no final da tarde. A criança ficou cerca de seis horas dentro do veículo, que estava estacionado na rua. Quando o pai voltou, o menino já estava sem vida. O pai foi autuado por homicídio culposo.

    5. Em abril de 2021, uma menina de um ano e dez meses morreu após ser esquecida pelo pai dentro do carro em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O pai, que era policial civil, deveria ter deixado a filha na creche antes de ir trabalhar, mas acabou esquecendo e deixando a menina no banco de trás. O pai só se lembrou da filha quando saiu do trabalho, no início da noite. A criança ficou cerca de dez horas dentro do veículo, que estava em um estacionamento fechado. Quando o pai voltou, a menina já estava sem pulso. O pai foi levado à delegacia e liberado após pagar fiança.

    Como o calor extremo mata?

    O calor extremo pode matar de várias formas, mas a principal causa é a insolação, que ocorre quando o corpo não consegue mais se refrescar e a temperatura corporal ultrapassa os 40°C.

    Nesse caso, o corpo entra em colapso e pode sofrer danos irreversíveis nos órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os rins. Os sintomas da insolação incluem confusão mental, perda de consciência, convulsões, pele seca e vermelha, pulso rápido e fraco, respiração ofegante e dor de cabeça.

    O risco de insolação é maior quando a pessoa está em um ambiente fechado e sem ventilação, como um carro. Isso porque o carro funciona como uma estufa, que absorve a radiação solar e retém o calor dentro do veículo. A temperatura dentro do carro pode subir até 20°C em apenas uma hora, mesmo com as janelas entreabertas. Por isso, nunca se deve deixar uma criança sozinha dentro de um carro, nem por alguns minutos.

    Quais os cuidados os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar?

    Para evitar que casos trágicos de crianças que morrem esquecidas dentro de carros se repitam, os pais e responsáveis pelas crianças devem tomar alguns cuidados simples, mas que podem fazer a diferença. Veja algumas dicas:

    • Sempre verifique o banco de trás antes de sair do carro e certifique-se de que não há nenhuma criança dentro do veículo;

    • Crie uma rotina para lembrar de levar e buscar a criança na escola ou na creche e confirme com o local se a criança chegou ou não;

    • Deixe algum objeto pessoal, como a bolsa, a carteira ou o celular, no banco de trás junto com a criança, para que você tenha que abrir a porta de trás ao sair do carro;

    • Use algum lembrete visual, como um adesivo, um chaveiro ou um bichinho de pelúcia, para indicar que há uma criança no carro;

    • Peça a alguém de confiança que te ligue ou te mande uma mensagem se você não chegar no horário previsto com a criança;

    • Se você vir uma criança desacompanhada dentro de um carro, ligue para os serviços de emergência e tente ajudar a criança a sair do veículo.

    Lembre-se: o calor extremo pode matar em poucos minutos e nenhuma criança merece passar por essa situação. Portanto, seja responsável e cuidadoso ao transportar crianças no carro e evite que mais vidas sejam perdidas por um descuido.

  • Saiba quais são os sintomas e as doenças causadas pelo calor extremo e como evitá-las

    Saiba quais são os sintomas e as doenças causadas pelo calor extremo e como evitá-las

    O calor extremo pode ser um grande desafio para a saúde humana, especialmente em tempos de mudanças climáticas que tornam as ondas de calor mais frequentes e intensas.

    Entender como o corpo humano se adapta e sofre com as altas temperaturas é fundamental para prevenir e tratar as doenças causadas pelo calor.

    O corpo humano tem um mecanismo de regulação térmica que busca manter a temperatura interna em torno de 37,5 °C, que é a ideal para o funcionamento dos órgãos e sistemas. Quando o ambiente está muito quente, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para a pele, que é a superfície de contato com o ar, e produz suor, que evapora e resfria o corpo. Esse processo, no entanto, tem limites e pode ser afetado por vários fatores, como a umidade do ar, a vestimenta, a hidratação, a atividade física e as condições de saúde pré-existentes.

    Quando o corpo não consegue se resfriar adequadamente, a temperatura interna sobe e pode causar vários problemas, desde os mais leves até os mais graves. Alguns dos sintomas e doenças causadas pelo calor extremo são:

    • Brotoeja: são pequenas bolhas na pele que surgem quando o suor fica preso sob as roupas e os poros ficam obstruídos. A brotoeja causa coceira e desconforto, mas não é perigosa. Para evitar e tratar a brotoeja, é recomendado usar roupas leves e soltas, ir para um ambiente fresco e aplicar compressas frias na pele afetada.

    • Cãibras: são espasmos musculares dolorosos que ocorrem após atividades físicas intensas no calor. As cãibras são causadas pela perda de líquidos e sais minerais pelo suor. Para prevenir e aliviar as cãibras, é importante se hidratar bem, repor os eletrólitos com bebidas isotônicas ou alimentos salgados e alongar os músculos antes e depois do exercício.

    • Exaustão pelo calor: é um quadro mais sério que ocorre quando o corpo superaquece e não consegue se resfriar. A exaustão pelo calor pode causar tontura, náusea, desmaio, confusão, câimbras, dores de cabeça, transpiração intensa e cansaço. A exaustão pelo calor pode ocorrer em poucas horas de exposição ao calor extremo e requer atenção médica imediata. Para evitar e tratar a exaustão pelo calor, é essencial se hidratar, evitar atividades físicas extenuantes, procurar um local fresco e arejado, remover as roupas excessivas e aplicar compressas frias ou água fria no corpo.

    • Insolação: é a forma mais grave e potencialmente fatal de doença causada pelo calor. A insolação ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e o corpo perde a capacidade de se resfriar. A insolação pode causar alterações no sistema nervoso central, como convulsões, delírios, coma e até morte. A insolação pode ocorrer imediatamente após a exaustão pelo calor ou sem sinais prévios. A insolação é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Para evitar e tratar a insolação, é preciso seguir as mesmas medidas da exaustão pelo calor, além de procurar um hospital o mais rápido possível.

    Algumas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor extremo, como crianças, idosos, obesos, diabéticos, hipertensos, cardíacos, renais, asmáticos e alérgicos. Essas pessoas devem ter cuidados especiais com a hidratação, a alimentação, a medicação, a exposição ao sol e o uso de ventiladores ou ar-condicionado. Além disso, é importante estar atento aos avisos das autoridades de saúde e meteorologia sobre as condições climáticas e as medidas de prevenção e proteção contra o calor extremo.

    O calor extremo é um fenômeno que tende a se tornar mais comum e intenso com as mudanças climáticas. Por isso, é fundamental que a população esteja informada e preparada para enfrentar os desafios que o calor traz para a saúde humana. Com medidas simples e eficazes, é possível evitar e tratar as doenças causadas pelo calor e garantir o bem-estar e a qualidade de vida.

    Entender como o corpo humano se adapta e sofre com as altas temperaturas é fundamental para prevenir e tratar as doenças causadas pelo calor.

    O corpo humano tem um mecanismo de regulação térmica que busca manter a temperatura interna em torno de 37,5 °C, que é a ideal para o funcionamento dos órgãos e sistemas. Quando o ambiente está muito quente, o corpo aumenta o fluxo sanguíneo para a pele, que é a superfície de contato com o ar, e produz suor, que evapora e resfria o corpo. Esse processo, no entanto, tem limites e pode ser afetado por vários fatores, como a umidade do ar, a vestimenta, a hidratação, a atividade física e as condições de saúde pré-existentes.

    Quando o corpo não consegue se resfriar adequadamente, a temperatura interna sobe e pode causar vários problemas, desde os mais leves até os mais graves. Alguns dos sintomas e doenças causadas pelo calor extremo são:

    • Brotoeja: são pequenas bolhas na pele que surgem quando o suor fica preso sob as roupas e os poros ficam obstruídos. A brotoeja causa coceira e desconforto, mas não é perigosa. Para evitar e tratar a brotoeja, é recomendado usar roupas leves e soltas, ir para um ambiente fresco e aplicar compressas frias na pele afetada.

    • Cãibras: são espasmos musculares dolorosos que ocorrem após atividades físicas intensas no calor. As cãibras são causadas pela perda de líquidos e sais minerais pelo suor. Para prevenir e aliviar as cãibras, é importante se hidratar bem, repor os eletrólitos com bebidas isotônicas ou alimentos salgados e alongar os músculos antes e depois do exercício.

    • Exaustão pelo calor: é um quadro mais sério que ocorre quando o corpo superaquece e não consegue se resfriar. A exaustão pelo calor pode causar tontura, náusea, desmaio, confusão, câimbras, dores de cabeça, transpiração intensa e cansaço. A exaustão pelo calor pode ocorrer em poucas horas de exposição ao calor extremo e requer atenção médica imediata. Para evitar e tratar a exaustão pelo calor, é essencial se hidratar, evitar atividades físicas extenuantes, procurar um local fresco e arejado, remover as roupas excessivas e aplicar compressas frias ou água fria no corpo.

    • Insolação: é a forma mais grave e potencialmente fatal de doença causada pelo calor. A insolação ocorre quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e o corpo perde a capacidade de se resfriar. A insolação pode causar alterações no sistema nervoso central, como convulsões, delírios, coma e até morte. A insolação pode ocorrer imediatamente após a exaustão pelo calor ou sem sinais prévios. A insolação é uma emergência médica que requer tratamento imediato. Para evitar e tratar a insolação, é preciso seguir as mesmas medidas da exaustão pelo calor, além de procurar um hospital o mais rápido possível.

    Algumas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor extremo, como crianças, idosos, obesos, diabéticos, hipertensos, cardíacos, renais, asmáticos e alérgicos. Essas pessoas devem ter cuidados especiais com a hidratação, a alimentação, a medicação, a exposição ao sol e o uso de ventiladores ou ar-condicionado. Além disso, é importante estar atento aos avisos das autoridades de saúde e meteorologia sobre as condições climáticas e as medidas de prevenção e proteção contra o calor extremo.

    O calor extremo é um fenômeno que tende a se tornar mais comum e intenso com as mudanças climáticas. Por isso, é fundamental que a população esteja informada e preparada para enfrentar os desafios que o calor traz para a saúde humana. Com medidas simples e eficazes, é possível evitar e tratar as doenças causadas pelo calor e garantir o bem-estar e a qualidade de vida.

  • Hospitais privados de SP registram alta de casos de covid-19 e alertam para novas subvariantes

    Hospitais privados de SP registram alta de casos de covid-19 e alertam para novas subvariantes

    Uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Sindihosp) mostrou que a maioria dos hospitais privados paulistas teve um aumento de casos de covid-19 nos últimos 15 dias.

    O levantamento, feito entre 10 e 19 de outubro, ouviu 81 hospitais, sendo 49% da capital e Grande São Paulo e 51% do interior.

    Segundo o estudo, 84% dos hospitais entrevistados relataram um aumento na chegada de pacientes ao Pronto Atendimento com suspeita de covid-19. Em relação aos testes, 68% deles disseram ter observado um aumento entre 11% e 20% de casos positivos. Além disso, 76% dos hospitais informaram um aumento de internações de pacientes por causa da doença. Para 92%, o percentual de aumento de infectados nos leitos de UTI ficou em 5%.

    O presidente do Sindihosp, Francisco Balestrin, afirmou que o aumento da infecção pode ser um indício de que novas subvariantes da covid-19 estão em circulação no estado. Ele explicou que as subvariantes são mutações do vírus que podem torná-lo mais transmissível ou mais resistente às vacinas. Uma das novas subvariantes é a BQ.1, que está associada a um recente surto da doença nos Estados Unidos e na Europa. A subvariante foi detectada pela primeira vez no Brasil em uma paciente da Amazônia e já há casos confirmados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

    Balestrin ressaltou que é necessário que a população complete o calendário vacinal com a vacina bivalente, que protege contra as variantes Delta e BQ.1. Ele também recomendou que as pessoas usem máscara em ambientes com alta concentração de pessoas, como o transporte público. Ele lembrou que a pandemia ainda não acabou e que é preciso manter os cuidados para evitar uma nova onda da doença.

    Para acompanhar os dados sobre a pandemia na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde disponibiliza um painel interativo com informações sobre os casos, as mortes, a ocupação dos leitos, a vacinação e os mapas das regiões mais afetadas. O painel pode ser acessado pelo site da prefeitura.

    O levantamento, feito entre 10 e 19 de outubro, ouviu 81 hospitais, sendo 49% da capital e Grande São Paulo e 51% do interior.

    Segundo o estudo, 84% dos hospitais entrevistados relataram um aumento na chegada de pacientes ao Pronto Atendimento com suspeita de covid-19. Em relação aos testes, 68% deles disseram ter observado um aumento entre 11% e 20% de casos positivos. Além disso, 76% dos hospitais informaram um aumento de internações de pacientes por causa da doença. Para 92%, o percentual de aumento de infectados nos leitos de UTI ficou em 5%.

    O presidente do Sindihosp, Francisco Balestrin, afirmou que o aumento da infecção pode ser um indício de que novas subvariantes da covid-19 estão em circulação no estado. Ele explicou que as subvariantes são mutações do vírus que podem torná-lo mais transmissível ou mais resistente às vacinas. Uma das novas subvariantes é a BQ.1, que está associada a um recente surto da doença nos Estados Unidos e na Europa. A subvariante foi detectada pela primeira vez no Brasil em uma paciente da Amazônia e já há casos confirmados em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

    Balestrin ressaltou que é necessário que a população complete o calendário vacinal com a vacina bivalente, que protege contra as variantes Delta e BQ.1. Ele também recomendou que as pessoas usem máscara em ambientes com alta concentração de pessoas, como o transporte público. Ele lembrou que a pandemia ainda não acabou e que é preciso manter os cuidados para evitar uma nova onda da doença.

    Para acompanhar os dados sobre a pandemia na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde disponibiliza um painel interativo com informações sobre os casos, as mortes, a ocupação dos leitos, a vacinação e os mapas das regiões mais afetadas. O painel pode ser acessado pelo site da prefeitura.

  • Por que as cidades precisam se preparar para o clima cada vez mais quente?

    Por que as cidades precisam se preparar para o clima cada vez mais quente?

    O aquecimento global é uma realidade que afeta todo o planeta, mas especialmente as cidades, que concentram mais de metade da população mundial.

    As cidades sofrem com o aumento da temperatura, o maior risco de enchentes, a redução da qualidade do ar e os impactos na produção de energia e alimentos. Para enfrentar esses desafios, as cidades precisam adotar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, como promover o uso de energias renováveis, incentivar o transporte público e não motorizado e implantar soluções baseadas na natureza.

    Uma das iniciativas que vem ganhando destaque no cenário internacional é o movimento Depave, que visa remover o asfalto e substituí-lo por vegetação em áreas urbanas, especialmente em comunidades carentes que sofrem com o calor extremo e as inundações. O movimento surgiu em Portland, nos Estados Unidos, em 2007, e desde então se espalhou por outras cidades do país, como Chicago, Phoenix, Nashville e Pilsen. O objetivo é criar espaços verdes que possam trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para os moradores.

    Alguns dos benefícios da desasfaltagem são:

    • Redução da temperatura: A vegetação pode diminuir a temperatura do ar e do solo em até 10°C, criando um microclima mais agradável e reduzindo o consumo de energia com ar condicionado.

    • Diminuição do risco de enchentes: A vegetação aumenta a capacidade de infiltração da água no solo, evitando que ela escoe rapidamente para as redes de drenagem e cause alagamentos. Além disso, a vegetação pode reter parte da água da chuva e devolvê-la para a atmosfera por meio da evapotranspiração.

    • Melhoria da qualidade do ar: A vegetação pode filtrar poluentes atmosféricos, como partículas finas, óxidos de nitrogênio e ozônio troposférico, que prejudicam a saúde respiratória. Além disso, a vegetação pode produzir oxigênio e absorver dióxido de carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

    • Diminuição do estresse: A vegetação pode proporcionar um ambiente mais bonito, tranquilo e acolhedor para os moradores, melhorando o bem-estar psicológico e emocional. A vegetação também pode estimular a interação social e a participação comunitária, fortalecendo os laços entre as pessoas.

    • Prevenção de acidentes de trânsito: A remoção do asfalto pode diminuir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança dos pedestres e ciclistas. A vegetação também pode servir como uma barreira física e visual entre as vias e as calçadas, reduzindo o ruído e a poluição sonora.

    • Restauração da biodiversidade local: A vegetação pode atrair e abrigar diversas espécies de animais e plantas nativas ou adaptadas ao ambiente urbano, aumentando a diversidade biológica e os serviços ecossistêmicos.

    Alguns exemplos de projetos de desasfaltagem realizados em diferentes cidades são:

    • Em Portland, uma escola primária removeu 1.300 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com jardins, hortas, árvores frutíferas e um playground natural. O projeto envolveu alunos, professores, pais e voluntários da comunidade.

    • Em Chicago, uma igreja católica removeu 930 m² de asfalto do seu estacionamento e criou um espaço verde com gramado, flores silvestres, arbustos e árvores. O projeto contou com o apoio financeiro de uma fundação ambiental.

    • Em Phoenix, um café removeu 280 m² de asfalto do seu terreno e criou um jardim comestível com verduras, ervas, frutas e flores. O projeto teve a parceria de uma organização sem fins lucrativos que promove a agricultura urbana.

    • Em Nashville, uma escola secundária removeu 370 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com gramado, árvores, bancos e mesas. O projeto teve a colaboração de uma empresa de paisagismo e de uma universidade local.

    • Em Pilsen, um bairro latino de Chicago, uma escola primária removeu 2.800 m² de asfalto do seu pátio e criou um espaço verde com gramado, árvores, arbustos, flores e um campo de futebol. O projeto teve a participação de estudantes, professores, pais e líderes comunitários.

    Apesar dos benefícios e dos exemplos de sucesso, a implementação de soluções baseadas na natureza enfrenta obstáculos como falta de financiamento, políticas desatualizadas e pouca colaboração entre setores. No entanto, essas soluções também podem representar uma oportunidade de educar os estudantes sobre a resiliência climática e de sonhar com um futuro diferente para as cidades.

    As cidades sofrem com o aumento da temperatura, o maior risco de enchentes, a redução da qualidade do ar e os impactos na produção de energia e alimentos. Para enfrentar esses desafios, as cidades precisam adotar medidas de adaptação e mitigação das mudanças climáticas, como promover o uso de energias renováveis, incentivar o transporte público e não motorizado e implantar soluções baseadas na natureza.

    Uma das iniciativas que vem ganhando destaque no cenário internacional é o movimento Depave, que visa remover o asfalto e substituí-lo por vegetação em áreas urbanas, especialmente em comunidades carentes que sofrem com o calor extremo e as inundações. O movimento surgiu em Portland, nos Estados Unidos, em 2007, e desde então se espalhou por outras cidades do país, como Chicago, Phoenix, Nashville e Pilsen. O objetivo é criar espaços verdes que possam trazer benefícios ambientais, sociais e econômicos para os moradores.

    Alguns dos benefícios da desasfaltagem são:

    • Redução da temperatura: A vegetação pode diminuir a temperatura do ar e do solo em até 10°C, criando um microclima mais agradável e reduzindo o consumo de energia com ar condicionado.

    • Diminuição do risco de enchentes: A vegetação aumenta a capacidade de infiltração da água no solo, evitando que ela escoe rapidamente para as redes de drenagem e cause alagamentos. Além disso, a vegetação pode reter parte da água da chuva e devolvê-la para a atmosfera por meio da evapotranspiração.

    • Melhoria da qualidade do ar: A vegetação pode filtrar poluentes atmosféricos, como partículas finas, óxidos de nitrogênio e ozônio troposférico, que prejudicam a saúde respiratória. Além disso, a vegetação pode produzir oxigênio e absorver dióxido de carbono, contribuindo para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

    • Diminuição do estresse: A vegetação pode proporcionar um ambiente mais bonito, tranquilo e acolhedor para os moradores, melhorando o bem-estar psicológico e emocional. A vegetação também pode estimular a interação social e a participação comunitária, fortalecendo os laços entre as pessoas.

    • Prevenção de acidentes de trânsito: A remoção do asfalto pode diminuir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança dos pedestres e ciclistas. A vegetação também pode servir como uma barreira física e visual entre as vias e as calçadas, reduzindo o ruído e a poluição sonora.

    • Restauração da biodiversidade local: A vegetação pode atrair e abrigar diversas espécies de animais e plantas nativas ou adaptadas ao ambiente urbano, aumentando a diversidade biológica e os serviços ecossistêmicos.

    Alguns exemplos de projetos de desasfaltagem realizados em diferentes cidades são:

    • Em Portland, uma escola primária removeu 1.300 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com jardins, hortas, árvores frutíferas e um playground natural. O projeto envolveu alunos, professores, pais e voluntários da comunidade.

    • Em Chicago, uma igreja católica removeu 930 m² de asfalto do seu estacionamento e criou um espaço verde com gramado, flores silvestres, arbustos e árvores. O projeto contou com o apoio financeiro de uma fundação ambiental.

    • Em Phoenix, um café removeu 280 m² de asfalto do seu terreno e criou um jardim comestível com verduras, ervas, frutas e flores. O projeto teve a parceria de uma organização sem fins lucrativos que promove a agricultura urbana.

    • Em Nashville, uma escola secundária removeu 370 m² de asfalto do seu pátio e criou uma área verde com gramado, árvores, bancos e mesas. O projeto teve a colaboração de uma empresa de paisagismo e de uma universidade local.

    • Em Pilsen, um bairro latino de Chicago, uma escola primária removeu 2.800 m² de asfalto do seu pátio e criou um espaço verde com gramado, árvores, arbustos, flores e um campo de futebol. O projeto teve a participação de estudantes, professores, pais e líderes comunitários.

    Apesar dos benefícios e dos exemplos de sucesso, a implementação de soluções baseadas na natureza enfrenta obstáculos como falta de financiamento, políticas desatualizadas e pouca colaboração entre setores. No entanto, essas soluções também podem representar uma oportunidade de educar os estudantes sobre a resiliência climática e de sonhar com um futuro diferente para as cidades.

  • Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Cachorro com raiva é diagnosticado em São Paulo após 40 anos sem casos

    Um cão foi diagnosticado com raiva em São Paulo, após ser resgatado na região do Butantã e submetido a eutanásia.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

    O caso foi confirmado pelo Laboratório de Zoonoses Virais da USP, que analisou uma amostra do cérebro do animal por meio de um exame chamado PCR, que detecta a presença do vírus no organismo.

    A raiva é uma doença infecciosa viral grave e letal que afeta mamíferos, como cães, gatos, morcegos e humanos. A transmissão acontece pelo contato com a saliva do animal infectado, geralmente por mordida ou arranhão. Os sintomas incluem agressividade, salivação excessiva, paralisia e convulsões.

    A vacinação dos animais é a principal forma de prevenção da raiva, pois impede que eles se contaminem e transmitam a doença para outros animais ou pessoas. A vacina é gratuita e deve ser aplicada anualmente nos cães e gatos.

    O cão diagnosticado com raiva em São Paulo foi resgatado no dia 31 de agosto, após apresentar sinais de agressividade e atacar outros animais. Ele foi levado para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade, onde recebeu os cuidados necessários e foi submetido a eutanásia, conforme prevê o protocolo sanitário.

    O exame de PCR confirmou a doença viral no dia 4 de setembro, mas não identificou se o vírus era da variante canina ou transmitida por morcegos. Novos testes serão feitos para esclarecer essa questão, pois isso pode indicar a origem da infecção e o risco de novos casos.

    A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo informou que intensificou a vacinação dos animais na região do Butantã e está investigando o caso. A cidade não registrava casos de raiva em cães desde 2083, quando um cão vindo do interior do estado foi diagnosticado com a doença.

    A secretaria também orienta os moradores a levarem seus animais para vacinar contra a raiva, caso ainda não tenham feito isso, e a evitarem o contato com animais desconhecidos ou silvestres. Em caso de mordida ou arranhão por algum animal, a pessoa deve lavar o ferimento com água e sabão e procurar imediatamente uma unidade de saúde.

  • Fim de semana gelado no Sul do Brasil; temporal destelha shopping em SP

    Fim de semana gelado no Sul do Brasil; temporal destelha shopping em SP

    O Sul do Brasil vai enfrentar um fim de semana de frio intenso, com temperaturas abaixo de zero em algumas áreas.

    Uma massa de ar polar vai provocar queda acentuada nas temperaturas na região, com possibilidade de geada e neve nas áreas mais altas dos três estados. O Paraná ainda sofre os efeitos da frente fria que trouxe chuva e vento forte para o estado.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), quase toda a região Sul está sob alerta de perigo potencial para declínio de temperatura, com leve risco à saúde e possibilidade de queda entre 3 °C e 5 °C. O aviso se estende até as 10h do sábado (26).

    As temperaturas mais baixas devem ser registradas nas serras gaúcha e catarinense, onde há chance de neve entre a noite de sexta-feira (25) e a madrugada de sábado (26). A mínima prevista para São Joaquim (SC) é de -2 °C no sábado e -1 °C no domingo.

    Em Curitiba, a capital mais fria do país, a mínima deve ficar em torno de 4 °C no sábado e 5 °C no domingo, com sensação térmica inferior. A cidade ainda se recupera dos estragos causados pela frente fria que atingiu o estado na quarta-feira (23), deixando mais de 600 mil pessoas sem energia elétrica.

    Enquanto o Sul se prepara para o frio, o litoral norte de São Paulo viveu momentos de pânico na quinta-feira (24), quando um temporal destelhou parte do Serramar Shopping, em Caraguatatuba. A tempestade provocou rajadas de vento que chegaram a 50 km/h na região, arrancando parte da estrutura metálica do edifício e assustando os clientes e funcionários que estavam no local.

    Ninguém ficou ferido, mas houve danos materiais em algumas lojas e veículos que estavam no estacionamento. O shopping foi evacuado e fechado para avaliação técnica. A Defesa Civil informou que não houve outros registros de ocorrências graves na cidade por causa do temporal.

    Uma massa de ar polar vai provocar queda acentuada nas temperaturas na região, com possibilidade de geada e neve nas áreas mais altas dos três estados. O Paraná ainda sofre os efeitos da frente fria que trouxe chuva e vento forte para o estado.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), quase toda a região Sul está sob alerta de perigo potencial para declínio de temperatura, com leve risco à saúde e possibilidade de queda entre 3 °C e 5 °C. O aviso se estende até as 10h do sábado (26).

    As temperaturas mais baixas devem ser registradas nas serras gaúcha e catarinense, onde há chance de neve entre a noite de sexta-feira (25) e a madrugada de sábado (26). A mínima prevista para São Joaquim (SC) é de -2 °C no sábado e -1 °C no domingo.

    Em Curitiba, a capital mais fria do país, a mínima deve ficar em torno de 4 °C no sábado e 5 °C no domingo, com sensação térmica inferior. A cidade ainda se recupera dos estragos causados pela frente fria que atingiu o estado na quarta-feira (23), deixando mais de 600 mil pessoas sem energia elétrica.

    Enquanto o Sul se prepara para o frio, o litoral norte de São Paulo viveu momentos de pânico na quinta-feira (24), quando um temporal destelhou parte do Serramar Shopping, em Caraguatatuba. A tempestade provocou rajadas de vento que chegaram a 50 km/h na região, arrancando parte da estrutura metálica do edifício e assustando os clientes e funcionários que estavam no local.

    Ninguém ficou ferido, mas houve danos materiais em algumas lojas e veículos que estavam no estacionamento. O shopping foi evacuado e fechado para avaliação técnica. A Defesa Civil informou que não houve outros registros de ocorrências graves na cidade por causa do temporal.

  • Greve no Metrô de São Paulo: o que você precisa saber

    Greve no Metrô de São Paulo: o que você precisa saber

    Os metroviários são contra a privatização do serviço, que consideram essencial para a população, e exigem que o metrô seja mantido como público e estatal.

    Eles também reivindicam melhores condições de trabalho, segurança, salário e benefícios.

    Funcionários do Metrô de São Paulo decidiram na noite desta segunda-feira (14) suspender a greve agendada para esta terça-feira (15).

    A decisão foi tomada após votação do Sindicato dos Metroviários, onde 78,8% optaram pela suspensão da greve e 19% preferiram a realização da paralisação.

    Eles também reivindicam melhores condições de trabalho, segurança, salário e benefícios.

    Funcionários do Metrô de São Paulo decidiram na noite desta segunda-feira (14) suspender a greve agendada para esta terça-feira (15).

    A decisão foi tomada após votação do Sindicato dos Metroviários, onde 78,8% optaram pela suspensão da greve e 19% preferiram a realização da paralisação.

  • Restaurante Portal da Coreia: uma viagem gastronômica pela culinária coreana em São Paulo

    Restaurante Portal da Coreia: uma viagem gastronômica pela culinária coreana em São Paulo

    Se você é fã da cultura e da gastronomia coreana, não pode deixar de conhecer o Restaurante Portal da Coreia, um dos melhores lugares para saborear os pratos típicos desse país em São Paulo.

    Localizado no bairro da Liberdade, o restaurante é especializado em comidas coreanas, preparadas com os mesmos temperos e ingredientes tradicionais da Coreia.

    Você vai se deliciar com o churrasco à moda coreana, que pode ser feito com costela ao molho agridoce ou pancetta com legumes, acompanhado de arroz, salada e kimchi, a famosa conserva de acelga apimentada que é um dos símbolos da culinária coreana.

    Outra opção é o sundubu jjigae, uma sopa de tofu com frutos do mar, que é ideal para os dias frios. O restaurante também oferece outras iguarias, como o bibimbap, o bulgogi e o japchae, que vão te fazer sentir na própria Coreia.

    O Restaurante Portal da Coreia funciona de segunda a sábado, no almoço e no jantar, e tem um ambiente aconchegante e acolhedor.

    Não perca tempo e faça já a sua reserva pelo telefone (11) 3271-0924 ou pelo site Portal da Coreia.

    Você vai se surpreender com os sabores e aromas dessa cozinha milenar.

    Localizado no bairro da Liberdade, o restaurante é especializado em comidas coreanas, preparadas com os mesmos temperos e ingredientes tradicionais da Coreia.

    Você vai se deliciar com o churrasco à moda coreana, que pode ser feito com costela ao molho agridoce ou pancetta com legumes, acompanhado de arroz, salada e kimchi, a famosa conserva de acelga apimentada que é um dos símbolos da culinária coreana.

    Outra opção é o sundubu jjigae, uma sopa de tofu com frutos do mar, que é ideal para os dias frios. O restaurante também oferece outras iguarias, como o bibimbap, o bulgogi e o japchae, que vão te fazer sentir na própria Coreia.

    O Restaurante Portal da Coreia funciona de segunda a sábado, no almoço e no jantar, e tem um ambiente aconchegante e acolhedor.

    Não perca tempo e faça já a sua reserva pelo telefone (11) 3271-0924 ou pelo site Portal da Coreia.

    Você vai se surpreender com os sabores e aromas dessa cozinha milenar.

  • Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Greve metrô SP: Metroviários decidem hoje sobre greve contra privatização

    Os trabalhadores do metrô de São Paulo podem entrar em greve a partir de amanhã (15) em protesto contra a privatização das linhas de metrô e trem e a favor da melhoria do serviço para a população.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

    A decisão será tomada em assembleia hoje (14) à noite, após uma série de manifestações e paralisações parciais nos últimos dias.

    A categoria é contra a publicação de um edital que prevê a terceirização dos serviços de manutenção dos trens da Linha 15 – Prata (monotrilho) e a notícia de que o grupo CCR entrará na Justiça para pedir a anulação da decisão que cancelou o leilão de entrega da linha. Os metroviários também são contra a demissão de três funcionários que atuavam no momento em que duas composições de trens da Linha 15 – Prata colidiram, deixando toda a operação paralisada.

    Além da greve, os metroviários também vão realizar um plebiscito no mês de setembro para saber a opinião da população sobre a privatização do metrô, da CPTM e da Sabesp, que também estão no projeto de privatização do governo estadual. A presidente do Sindicato dos Metroviários, Camila Lisboa, afirmou que a população é contrária ao projeto de privatização, pois teme o aumento das tarifas e a piora da qualidade do serviço.

    A greve dos metroviários pode afetar milhões de usuários que dependem do transporte público na maior cidade do país. Segundo dados do Metrô, cerca de 4 milhões de pessoas utilizam o sistema diariamente. A greve também pode impactar outros setores da economia, como o comércio, a indústria e os serviços.

    O governo estadual, por sua vez, defende a privatização como uma forma de reduzir os custos e aumentar a eficiência do transporte público. O governador João Doria disse que o modelo de concessão é uma tendência mundial e que o estado não tem condições de investir na expansão e na modernização do metrô e da CPTM.

    A greve dos metroviários é mais um capítulo da disputa entre o governo estadual e os trabalhadores do transporte público, que se arrasta há anos. Em 2014, uma greve geral dos metroviários provocou caos na cidade e resultou na demissão de mais de 40 funcionários. Em 2017, outra greve parcial afetou as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Em 2018, uma greve surpresa atingiu as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

    A expectativa é que a assembleia dos metroviários defina os rumos da mobilização e as possíveis alternativas para evitar a greve ou minimizar os transtornos para a população. Caso a greve seja confirmada, os usuários devem buscar outras formas de transporte, como ônibus, bicicleta ou aplicativos de carona. O Metrô informou que vai acionar o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), que prevê o reforço na frota de ônibus para atender as áreas afetadas pela paralisação.

  • Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    A poluição atmosférica é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.