Tag: TDAH

  • Alimentação e suplementos não curam nem causam TDAH, apontam estudos

    Alimentação e suplementos não curam nem causam TDAH, apontam estudos

    O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um dos temas mais pesquisados na internet. Em 2024, as buscas sobre TDAH aumentaram 576% comparado a cinco anos atrás.

    Nos Estados Unidos, vídeos sobre TDAH somaram bilhões de visualizações nas redes sociais, o que ajudou a espalhar desinformações e “gurus” que dizem ter soluções para o problema.

    Para entender a qualidade dessas informações, uma pesquisa de 2022 analisou vídeos populares no TikTok com a hashtag “adhd”. Esses vídeos foram avaliados por psiquiatras em três categorias: (1) informações corretas e úteis, (2) relatos pessoais, e (3) informações enganosas sem base científica. O estudo revelou que mais da metade dos vídeos eram enganosos e criados por pessoas que não eram profissionais da saúde.

    O TDAH é um transtorno do desenvolvimento que causa dificuldade de atenção, organização, hiperatividade e impulsividade, e é normalmente diagnosticado na infância. Não existe um exame que detecte o TDAH, e o diagnóstico precisa ser feito por especialistas.

    Dieta e TDAH

    Desde a década de 1960, alguns estudos tentaram relacionar o TDAH com a alimentação. O pediatra Benjamin Feingold sugeriu que aditivos químicos e certos alimentos poderiam piorar os sintomas de TDAH, mas essa teoria não foi comprovada. Em 1983, especialistas dos EUA concluíram que não havia evidências suficientes para recomendar uma dieta específica para tratar o TDAH.

    Pesquisas mais recentes continuam a investigar essa relação. Estudos mostraram que algumas crianças podem apresentar melhoras temporárias com uma dieta chamada FFD (dieta de poucos alimentos), que remove muitos alimentos e aditivos. Essa dieta, no entanto, é complexa e só indicada em curto prazo para identificar possíveis sensibilidades alimentares.

    Por outro lado, revisões científicas mostram que suplementos como ômega 3 e outros nutrientes não têm efeito comprovado nos sintomas do TDAH. Estudos com suplementos de ácidos graxos (ômega 3) não mostraram resultados melhores do que o placebo (substância sem efeito).

    As pesquisas indicam que nem dietas específicas nem suplementos nutricionais curam ou causam TDAH. Embora uma alimentação equilibrada seja sempre recomendada para a saúde geral, não há evidência de que ela substitua os tratamentos tradicionais do TDAH, como acompanhamento médico e terapias. No entanto, para algumas crianças com sensibilidades alimentares específicas, uma dieta ajustada pode ajudar em curto prazo.

    Fonte: Link, Link 2, Link 3.


    Nos Estados Unidos, vídeos sobre TDAH somaram bilhões de visualizações nas redes sociais, o que ajudou a espalhar desinformações e “gurus” que dizem ter soluções para o problema.

    Para entender a qualidade dessas informações, uma pesquisa de 2022 analisou vídeos populares no TikTok com a hashtag “adhd”. Esses vídeos foram avaliados por psiquiatras em três categorias: (1) informações corretas e úteis, (2) relatos pessoais, e (3) informações enganosas sem base científica. O estudo revelou que mais da metade dos vídeos eram enganosos e criados por pessoas que não eram profissionais da saúde.

    O TDAH é um transtorno do desenvolvimento que causa dificuldade de atenção, organização, hiperatividade e impulsividade, e é normalmente diagnosticado na infância. Não existe um exame que detecte o TDAH, e o diagnóstico precisa ser feito por especialistas.

    Dieta e TDAH

    Desde a década de 1960, alguns estudos tentaram relacionar o TDAH com a alimentação. O pediatra Benjamin Feingold sugeriu que aditivos químicos e certos alimentos poderiam piorar os sintomas de TDAH, mas essa teoria não foi comprovada. Em 1983, especialistas dos EUA concluíram que não havia evidências suficientes para recomendar uma dieta específica para tratar o TDAH.

    Pesquisas mais recentes continuam a investigar essa relação. Estudos mostraram que algumas crianças podem apresentar melhoras temporárias com uma dieta chamada FFD (dieta de poucos alimentos), que remove muitos alimentos e aditivos. Essa dieta, no entanto, é complexa e só indicada em curto prazo para identificar possíveis sensibilidades alimentares.

    Por outro lado, revisões científicas mostram que suplementos como ômega 3 e outros nutrientes não têm efeito comprovado nos sintomas do TDAH. Estudos com suplementos de ácidos graxos (ômega 3) não mostraram resultados melhores do que o placebo (substância sem efeito).

    As pesquisas indicam que nem dietas específicas nem suplementos nutricionais curam ou causam TDAH. Embora uma alimentação equilibrada seja sempre recomendada para a saúde geral, não há evidência de que ela substitua os tratamentos tradicionais do TDAH, como acompanhamento médico e terapias. No entanto, para algumas crianças com sensibilidades alimentares específicas, uma dieta ajustada pode ajudar em curto prazo.

    Fonte: Link, Link 2, Link 3.


  • Iniciativa inovadora busca melhorar diagnóstico de TDAH em crianças

    Iniciativa inovadora busca melhorar diagnóstico de TDAH em crianças

    O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é o transtorno neurocomportamental pediátrico mais comum em crianças em idade escolar.

    Uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Chobanian & Avedisian da Universidade de Boston lançou uma nova iniciativa para aprimorar a detecção e avaliação do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças em idade escolar.

    O projeto, chamado de Iniciativa de Melhoria da Detecção de TDAH (ADQI), visa utilizar melhor a Subescala de Atenção do Checklist de Sintomas Pediátricos (PSC-17), uma ferramenta já usada em muitas clínicas pediátricas para rastrear problemas comportamentais. A iniciativa inclui o desenvolvimento de um algoritmo de decisão para médicos, ajustes nas operações clínicas e melhorias nos registros médicos eletrônicos para sinalizar casos suspeitos de TDAH.

    Com essas mudanças, os médicos conseguiram identificar melhor os casos de crianças que podem ter TDAH, o que é essencial, pois o diagnóstico e tratamento precoce podem afetar significativamente o sucesso acadêmico, social e profissional da criança ao longo da vida.

    A pesquisa mostra que, mesmo em clínicas com excelentes taxas de rastreamento universal de saúde comportamental, é possível otimizar o uso da ferramenta para melhorar a probabilidade de os médicos reconhecerem e documentarem os problemas de atenção como um indicativo de possível TDAH.

    Fonte: Link.


    Uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Chobanian & Avedisian da Universidade de Boston lançou uma nova iniciativa para aprimorar a detecção e avaliação do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças em idade escolar.

    O projeto, chamado de Iniciativa de Melhoria da Detecção de TDAH (ADQI), visa utilizar melhor a Subescala de Atenção do Checklist de Sintomas Pediátricos (PSC-17), uma ferramenta já usada em muitas clínicas pediátricas para rastrear problemas comportamentais. A iniciativa inclui o desenvolvimento de um algoritmo de decisão para médicos, ajustes nas operações clínicas e melhorias nos registros médicos eletrônicos para sinalizar casos suspeitos de TDAH.

    Com essas mudanças, os médicos conseguiram identificar melhor os casos de crianças que podem ter TDAH, o que é essencial, pois o diagnóstico e tratamento precoce podem afetar significativamente o sucesso acadêmico, social e profissional da criança ao longo da vida.

    A pesquisa mostra que, mesmo em clínicas com excelentes taxas de rastreamento universal de saúde comportamental, é possível otimizar o uso da ferramenta para melhorar a probabilidade de os médicos reconhecerem e documentarem os problemas de atenção como um indicativo de possível TDAH.

    Fonte: Link.


  • Suplementos alimentares podem ser chave no tratamento de TDAH e Autismo?

    Suplementos alimentares podem ser chave no tratamento de TDAH e Autismo?

    Descobertas recentes apontam benefícios de nutracêuticos para neurodivergentes.

    Pesquisas recentes revelaram que os nutracêuticos, suplementos alimentares com potenciais benefícios terapêuticos, podem ser aliados significativos para pessoas com neurodivergência, como Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e autismo.

    Um estudo destacou que o ácido fólico, em altas doses, pode melhorar a comunicação e a cognição em crianças com autismo. Outra pesquisa indicou que o zinco pode reduzir a inquietação e aumentar a concentração em indivíduos com TDAH.

    Além disso, revisões de estudos sugerem que o ginkgo biloba pode retardar a perda de memória e melhorar a qualidade de vida em pacientes com doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

    Essas descobertas abrem novas perspectivas para o tratamento e a melhoria da qualidade de vida de pessoas com neurodivergência, embora especialistas ressaltem a importância de consultar profissionais de saúde antes de iniciar qualquer suplementação.

    *Este artigo é para fins informativos e não substitui o aconselhamento médico profissional.

    Pesquisas recentes revelaram que os nutracêuticos, suplementos alimentares com potenciais benefícios terapêuticos, podem ser aliados significativos para pessoas com neurodivergência, como Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e autismo.

    Um estudo destacou que o ácido fólico, em altas doses, pode melhorar a comunicação e a cognição em crianças com autismo. Outra pesquisa indicou que o zinco pode reduzir a inquietação e aumentar a concentração em indivíduos com TDAH.

    Além disso, revisões de estudos sugerem que o ginkgo biloba pode retardar a perda de memória e melhorar a qualidade de vida em pacientes com doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

    Essas descobertas abrem novas perspectivas para o tratamento e a melhoria da qualidade de vida de pessoas com neurodivergência, embora especialistas ressaltem a importância de consultar profissionais de saúde antes de iniciar qualquer suplementação.

    *Este artigo é para fins informativos e não substitui o aconselhamento médico profissional.

  • Por que você não deve confiar nos testes online de TDAH

    Por que você não deve confiar nos testes online de TDAH

    O TDAH, ou Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, é um transtorno que afeta a capacidade de se concentrar, se organizar, se controlar e se relacionar com os outros.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 4% da população adulta e 5% da população infantil sofrem com esse transtorno.

    Muitas pessoas que têm dificuldades de atenção ou impulsividade podem se perguntar se têm TDAH e recorrer à internet para buscar respostas. Na rede, existem diversos sites que oferecem testes online que prometem diagnosticar o TDAH em poucos minutos, respondendo a algumas perguntas simples. Mas será que esses testes são confiáveis ou perigosos?

    Os riscos dos testes online

    A resposta é que os testes online não são confiáveis e podem ser até perigosos para quem busca ajuda para o TDAH. Isso porque eles não podem fornecer um diagnóstico preciso ou um tratamento adequado para esse transtorno, que requer uma avaliação completa por profissionais qualificados, como psiquiatras, psicólogos ou neurologistas.

    O diagnóstico de TDAH leva em conta o histórico pessoal, familiar, escolar e social do paciente, além de aplicar testes padronizados e validados cientificamente. Os testes online podem ser baseados em escalas que medem alguns sintomas do TDAH, mas elas não são suficientes para fechar o diagnóstico, pois podem ser influenciadas por outros fatores, como ansiedade, depressão, estresse, sono, alimentação, etc.

    Além disso, os testes online podem ser usados por pessoas que não têm formação na área da saúde mental, mas que querem vender cursos, mentorias, produtos ou serviços relacionados ao TDAH, sem embasamento científico ou ético. Essas pessoas podem se aproveitar da vulnerabilidade de quem busca ajuda na internet e oferecer soluções falsas, ineficazes ou até prejudiciais para o transtorno.

    A importância de buscar ajuda profissional

    Se você acha que pode ter TDAH, o melhor a fazer é procurar um médico ou um psicólogo para uma avaliação adequada e um tratamento personalizado. O TDAH tem tratamento e pode ser controlado com medicamentos, psicoterapia, orientação familiar, escolar e profissional, entre outras estratégias.

    Não se deixe enganar por testes online que prometem diagnósticos rápidos e fáceis, pois eles podem ser mais prejudiciais do que úteis. Busque fontes confiáveis e profissionais capacitados para lidar com o TDAH, e não se baseie apenas em testes online.

    O TDAH é um transtorno sério, mas que pode ser superado com o apoio adequado. Não se sinta sozinho ou culpado, pois você não é o único que enfrenta esse desafio. Procure ajuda e melhore sua qualidade de vida.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 4% da população adulta e 5% da população infantil sofrem com esse transtorno.

    Muitas pessoas que têm dificuldades de atenção ou impulsividade podem se perguntar se têm TDAH e recorrer à internet para buscar respostas. Na rede, existem diversos sites que oferecem testes online que prometem diagnosticar o TDAH em poucos minutos, respondendo a algumas perguntas simples. Mas será que esses testes são confiáveis ou perigosos?

    Os riscos dos testes online

    A resposta é que os testes online não são confiáveis e podem ser até perigosos para quem busca ajuda para o TDAH. Isso porque eles não podem fornecer um diagnóstico preciso ou um tratamento adequado para esse transtorno, que requer uma avaliação completa por profissionais qualificados, como psiquiatras, psicólogos ou neurologistas.

    O diagnóstico de TDAH leva em conta o histórico pessoal, familiar, escolar e social do paciente, além de aplicar testes padronizados e validados cientificamente. Os testes online podem ser baseados em escalas que medem alguns sintomas do TDAH, mas elas não são suficientes para fechar o diagnóstico, pois podem ser influenciadas por outros fatores, como ansiedade, depressão, estresse, sono, alimentação, etc.

    Além disso, os testes online podem ser usados por pessoas que não têm formação na área da saúde mental, mas que querem vender cursos, mentorias, produtos ou serviços relacionados ao TDAH, sem embasamento científico ou ético. Essas pessoas podem se aproveitar da vulnerabilidade de quem busca ajuda na internet e oferecer soluções falsas, ineficazes ou até prejudiciais para o transtorno.

    A importância de buscar ajuda profissional

    Se você acha que pode ter TDAH, o melhor a fazer é procurar um médico ou um psicólogo para uma avaliação adequada e um tratamento personalizado. O TDAH tem tratamento e pode ser controlado com medicamentos, psicoterapia, orientação familiar, escolar e profissional, entre outras estratégias.

    Não se deixe enganar por testes online que prometem diagnósticos rápidos e fáceis, pois eles podem ser mais prejudiciais do que úteis. Busque fontes confiáveis e profissionais capacitados para lidar com o TDAH, e não se baseie apenas em testes online.

    O TDAH é um transtorno sério, mas que pode ser superado com o apoio adequado. Não se sinta sozinho ou culpado, pois você não é o único que enfrenta esse desafio. Procure ajuda e melhore sua qualidade de vida.

  • Testes online de TDAH podem ser perigosos, alertam especialistas

    Testes online de TDAH podem ser perigosos, alertam especialistas

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição que afeta a capacidade de se concentrar, controlar impulsos e se acalmar.

    Muitas pessoas que sofrem com esse problema procuram ajuda na internet, mas acabam se deparando com testes online que prometem diagnosticar o TDAH em poucos minutos.

    No entanto, esses testes não são confiáveis, pois não consideram todos os fatores necessários para um diagnóstico correto. Além disso, muitos desses testes estão vinculados a vendas de produtos ou serviços que podem não ser adequados para cada caso.

    Segundo os especialistas, o diagnóstico do TDAH é clínico, ou seja, baseado na avaliação de um profissional qualificado, que leva em conta os sintomas, o histórico e o contexto do paciente. O tratamento do TDAH é individualizado e pode envolver psicoterapia, orientação familiar, apoio pedagógico e medicação.

    Os testes online de TDAH podem gerar confusão, ansiedade e estigma para as pessoas que buscam ajuda. Eles podem fazer com que as pessoas se autodiagnostiquem erroneamente ou deixem de procurar um profissional capacitado. Eles também podem induzir as pessoas a consumirem produtos ou serviços que podem ser ineficazes ou prejudiciais.

    Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas que suspeitam que possam ter TDAH procurem um profissional capacitado para fazer uma avaliação adequada e indicar o melhor tratamento. Eles alertam que o TDAH é um transtorno complexo e que requer uma abordagem cuidadosa e responsável.

    Muitas pessoas que sofrem com esse problema procuram ajuda na internet, mas acabam se deparando com testes online que prometem diagnosticar o TDAH em poucos minutos.

    No entanto, esses testes não são confiáveis, pois não consideram todos os fatores necessários para um diagnóstico correto. Além disso, muitos desses testes estão vinculados a vendas de produtos ou serviços que podem não ser adequados para cada caso.

    Segundo os especialistas, o diagnóstico do TDAH é clínico, ou seja, baseado na avaliação de um profissional qualificado, que leva em conta os sintomas, o histórico e o contexto do paciente. O tratamento do TDAH é individualizado e pode envolver psicoterapia, orientação familiar, apoio pedagógico e medicação.

    Os testes online de TDAH podem gerar confusão, ansiedade e estigma para as pessoas que buscam ajuda. Eles podem fazer com que as pessoas se autodiagnostiquem erroneamente ou deixem de procurar um profissional capacitado. Eles também podem induzir as pessoas a consumirem produtos ou serviços que podem ser ineficazes ou prejudiciais.

    Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas que suspeitam que possam ter TDAH procurem um profissional capacitado para fazer uma avaliação adequada e indicar o melhor tratamento. Eles alertam que o TDAH é um transtorno complexo e que requer uma abordagem cuidadosa e responsável.

  • Médicos que vendem receitas para remédios de TDAH podem ser presos por tráfico de drogas

    Médicos que vendem receitas para remédios de TDAH podem ser presos por tráfico de drogas

    Uma prática ilegal e perigosa vem se tornando cada vez mais comum no Brasil: a venda de receitas para que pessoas consigam comprar remédios para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

    Essa prática é considerada um crime e pode levar à prisão por tráfico de drogas. Entenda o que são esses remédios, como eles devem ser usados e quais são os riscos de comprá-los sem orientação médica.

    O que são os remédios para TDAH?

    O TDAH é um distúrbio neurobiológico que afeta cerca de 5% das crianças e adolescentes e 2,5% dos adultos no mundo. As pessoas com TDAH têm dificuldade para se concentrar, ficar paradas, organizar tarefas e controlar impulsos. Esses sintomas podem prejudicar o desempenho escolar, profissional e social, além de causar baixa autoestima, ansiedade e depressão.

    O tratamento do TDAH envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, orientação familiar, educação especial e, em alguns casos, medicamentos. Os medicamentos mais usados para o TDAH são o metilfenidato e a atomoxetina, que atuam no sistema nervoso central, aumentando a disponibilidade de neurotransmissores como a dopamina e a noradrenalina. Essas substâncias são responsáveis por regular a atenção, a memória, a motivação e o humor.

    Os medicamentos para o TDAH podem melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas que sofrem com o transtorno, mas também podem causar efeitos colaterais como insônia, perda de apetite, dor de cabeça, náusea, irritabilidade e taquicardia. Além disso, esses medicamentos podem provocar dependência física e psíquica se usados de forma inadequada ou abusiva.

    Como comprar os remédios para TDAH?

    Os medicamentos para o TDAH são controlados pela legislação e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Isso significa que eles só podem ser vendidos com receita médica válida, que deve conter o nome completo e o endereço do paciente, o endereço do estabelecimento onde a consulta foi realizada, a data da emissão, a assinatura e o carimbo do médico, o nome do medicamento, a posologia e a duração do tratamento. Essas receitas têm um prazo de validade de 30 dias corridos e uma via fica retida na farmácia. A farmácia deve enviar semanalmente relatórios à ANVISA sobre os medicamentos controlados vendidos.

    Com a pandemia de Covid-19, surgiu a possibilidade de usar receitas digitais para comprar medicamentos controlados. Nesse caso, o médico prescreve a receita em um sistema eletrônico e comprova esse documento por meio de uma assinatura eletrônica certificada. Essa receita é enviada ao paciente por e-mail, WhatsApp ou SMS. O paciente pode comprar seus medicamentos pelo link recebido, sem ter que sair de casa ou imprimir a receita.

    Quais são os riscos de comprar os remédios para TDAH sem receita?

    Algumas pessoas procuram comprar os remédios para o TDAH sem ter a doença ou sem seguir as orientações médicas. Elas podem fazer isso por curiosidade, por pressão social ou por acreditar que esses medicamentos podem melhorar seu desempenho cognitivo ou físico. No entanto, essa atitude pode trazer sérios riscos à saúde e à segurança.

    Primeiramente, comprar os remédios para o TDAH sem receita é ilegal e pode ser enquadrado como tráfico de drogas. A pena para esse crime varia de 5 a 15 anos de reclusão e multa. Além disso, quem vende as receitas sem critério médico pode ser denunciado ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério Público, podendo perder o registro profissional e responder por crime contra a saúde pública.

    Em segundo lugar, usar os remédios para o TDAH sem necessidade ou sem acompanhamento médico pode causar danos à saúde física e mental. O uso indevido desses medicamentos pode levar à dependência, à tolerância, à síndrome de abstinência, à overdose e até à morte. Além disso, o uso recreativo desses medicamentos pode provocar alterações de humor, de personalidade, de comportamento e de percepção da realidade. Essas mudanças podem afetar negativamente as relações interpessoais, familiares, profissionais e acadêmicas das pessoas que usam esses medicamentos.

    Portanto, é importante respeitar as normas e as orientações médicas para comprar e usar os remédios para o TDAH. Esses medicamentos são indicados apenas para as pessoas que realmente têm o transtorno e que precisam deles para melhorar sua qualidade de vida. Quem usa esses medicamentos sem receita ou sem necessidade está colocando em risco sua saúde, sua segurança e sua liberdade.

    Essa prática é considerada um crime e pode levar à prisão por tráfico de drogas. Entenda o que são esses remédios, como eles devem ser usados e quais são os riscos de comprá-los sem orientação médica.

    O que são os remédios para TDAH?

    O TDAH é um distúrbio neurobiológico que afeta cerca de 5% das crianças e adolescentes e 2,5% dos adultos no mundo. As pessoas com TDAH têm dificuldade para se concentrar, ficar paradas, organizar tarefas e controlar impulsos. Esses sintomas podem prejudicar o desempenho escolar, profissional e social, além de causar baixa autoestima, ansiedade e depressão.

    O tratamento do TDAH envolve uma abordagem multidisciplinar, que inclui psicoterapia, orientação familiar, educação especial e, em alguns casos, medicamentos. Os medicamentos mais usados para o TDAH são o metilfenidato e a atomoxetina, que atuam no sistema nervoso central, aumentando a disponibilidade de neurotransmissores como a dopamina e a noradrenalina. Essas substâncias são responsáveis por regular a atenção, a memória, a motivação e o humor.

    Os medicamentos para o TDAH podem melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas que sofrem com o transtorno, mas também podem causar efeitos colaterais como insônia, perda de apetite, dor de cabeça, náusea, irritabilidade e taquicardia. Além disso, esses medicamentos podem provocar dependência física e psíquica se usados de forma inadequada ou abusiva.

    Como comprar os remédios para TDAH?

    Os medicamentos para o TDAH são controlados pela legislação e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Isso significa que eles só podem ser vendidos com receita médica válida, que deve conter o nome completo e o endereço do paciente, o endereço do estabelecimento onde a consulta foi realizada, a data da emissão, a assinatura e o carimbo do médico, o nome do medicamento, a posologia e a duração do tratamento. Essas receitas têm um prazo de validade de 30 dias corridos e uma via fica retida na farmácia. A farmácia deve enviar semanalmente relatórios à ANVISA sobre os medicamentos controlados vendidos.

    Com a pandemia de Covid-19, surgiu a possibilidade de usar receitas digitais para comprar medicamentos controlados. Nesse caso, o médico prescreve a receita em um sistema eletrônico e comprova esse documento por meio de uma assinatura eletrônica certificada. Essa receita é enviada ao paciente por e-mail, WhatsApp ou SMS. O paciente pode comprar seus medicamentos pelo link recebido, sem ter que sair de casa ou imprimir a receita.

    Quais são os riscos de comprar os remédios para TDAH sem receita?

    Algumas pessoas procuram comprar os remédios para o TDAH sem ter a doença ou sem seguir as orientações médicas. Elas podem fazer isso por curiosidade, por pressão social ou por acreditar que esses medicamentos podem melhorar seu desempenho cognitivo ou físico. No entanto, essa atitude pode trazer sérios riscos à saúde e à segurança.

    Primeiramente, comprar os remédios para o TDAH sem receita é ilegal e pode ser enquadrado como tráfico de drogas. A pena para esse crime varia de 5 a 15 anos de reclusão e multa. Além disso, quem vende as receitas sem critério médico pode ser denunciado ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério Público, podendo perder o registro profissional e responder por crime contra a saúde pública.

    Em segundo lugar, usar os remédios para o TDAH sem necessidade ou sem acompanhamento médico pode causar danos à saúde física e mental. O uso indevido desses medicamentos pode levar à dependência, à tolerância, à síndrome de abstinência, à overdose e até à morte. Além disso, o uso recreativo desses medicamentos pode provocar alterações de humor, de personalidade, de comportamento e de percepção da realidade. Essas mudanças podem afetar negativamente as relações interpessoais, familiares, profissionais e acadêmicas das pessoas que usam esses medicamentos.

    Portanto, é importante respeitar as normas e as orientações médicas para comprar e usar os remédios para o TDAH. Esses medicamentos são indicados apenas para as pessoas que realmente têm o transtorno e que precisam deles para melhorar sua qualidade de vida. Quem usa esses medicamentos sem receita ou sem necessidade está colocando em risco sua saúde, sua segurança e sua liberdade.

  • Você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício do INSS?

    Você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício do INSS?

    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurológica que afeta a capacidade de concentração, organização, planejamento e controle dos impulsos.

    As pessoas com TDAH podem enfrentar dificuldades na escola, no trabalho e nas relações sociais.

    Mas você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício assistencial do INSS? Esse benefício é chamado de BPC-LOAS e é destinado às pessoas com deficiência ou idosas que não têm condições de se sustentar ou de serem sustentadas pela família.

    Para ter direito ao BPC-LOAS, é preciso comprovar que o TDAH causa um impedimento de longo prazo (mínimo de 2 anos) que dificulta a participação na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Além disso, é necessário que a renda familiar por pessoa seja igual ou menor que 1/4 do salário mínimo atual e que esteja cadastrado no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

    O valor do benefício é de um salário mínimo mensal e não dá direito ao 13º salário. O benefício pode ser solicitado pelo Meu INSS, pelo telefone 135 ou em uma agência do INSS.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, fique atento aos seus direitos e procure um advogado especializado em direito previdenciário para orientá-lo sobre como requerer o benefício assistencial BPC-LOAS.

    As pessoas com TDAH podem enfrentar dificuldades na escola, no trabalho e nas relações sociais.

    Mas você sabia que o TDAH pode dar direito a um benefício assistencial do INSS? Esse benefício é chamado de BPC-LOAS e é destinado às pessoas com deficiência ou idosas que não têm condições de se sustentar ou de serem sustentadas pela família.

    Para ter direito ao BPC-LOAS, é preciso comprovar que o TDAH causa um impedimento de longo prazo (mínimo de 2 anos) que dificulta a participação na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas. Além disso, é necessário que a renda familiar por pessoa seja igual ou menor que 1/4 do salário mínimo atual e que esteja cadastrado no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

    O valor do benefício é de um salário mínimo mensal e não dá direito ao 13º salário. O benefício pode ser solicitado pelo Meu INSS, pelo telefone 135 ou em uma agência do INSS.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, fique atento aos seus direitos e procure um advogado especializado em direito previdenciário para orientá-lo sobre como requerer o benefício assistencial BPC-LOAS.

  • Quem tem TDAH tem direito a aposentadoria?

    Quem tem TDAH tem direito a aposentadoria?

    Você sabia que existe uma doença chamada TDAH, que afeta a capacidade de se concentrar e se organizar?

    O TDAH é a sigla para Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, e é uma condição neurológica que pode causar dificuldades na escola, no trabalho e na vida social. Algumas pessoas com TDAH podem ter impulsividade, hiperatividade, distração, esquecimento e procrastinação.

    Mas será que quem tem TDAH tem direito a algum benefício do governo?

    A resposta é: depende. O TDAH não é considerado uma doença que dá direito à aposentadoria, mas pode dar direito ao BPC-LOAS, que é um benefício assistencial pago pelo governo federal. O BPC-LOAS é destinado às pessoas com deficiência ou idosos que comprovem ter renda familiar inferior a ¼ do salário mínimo. Para solicitar o BPC-LOAS, é preciso ter um diagnóstico médico de TDAH e um requerimento junto ao INSS, que pode ser acompanhado por um advogado especialista em direito previdenciário.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, saiba que existem tratamentos e estratégias para lidar com os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O TDAH não é uma desculpa para o fracasso, mas sim um desafio a ser superado. Com apoio profissional, familiar e social, as pessoas com TDAH podem desenvolver suas potencialidades e alcançar seus objetivos.

    O TDAH é a sigla para Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, e é uma condição neurológica que pode causar dificuldades na escola, no trabalho e na vida social. Algumas pessoas com TDAH podem ter impulsividade, hiperatividade, distração, esquecimento e procrastinação.

    Mas será que quem tem TDAH tem direito a algum benefício do governo?

    A resposta é: depende. O TDAH não é considerado uma doença que dá direito à aposentadoria, mas pode dar direito ao BPC-LOAS, que é um benefício assistencial pago pelo governo federal. O BPC-LOAS é destinado às pessoas com deficiência ou idosos que comprovem ter renda familiar inferior a ¼ do salário mínimo. Para solicitar o BPC-LOAS, é preciso ter um diagnóstico médico de TDAH e um requerimento junto ao INSS, que pode ser acompanhado por um advogado especialista em direito previdenciário.

    Se você tem TDAH ou conhece alguém que tenha, saiba que existem tratamentos e estratégias para lidar com os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O TDAH não é uma desculpa para o fracasso, mas sim um desafio a ser superado. Com apoio profissional, familiar e social, as pessoas com TDAH podem desenvolver suas potencialidades e alcançar seus objetivos.

  • Venvanse: o que é, para que serve e quais os efeitos colaterais

    Venvanse: o que é, para que serve e quais os efeitos colaterais

    Venvanse é um medicamento usado para tratar o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) em crianças, adolescentes e adultos.

    via GIPHY

    Ele contém uma substância chamada lisdexanfetamina, que atua no sistema nervoso central, aumentando a concentração e a capacidade de foco. Venvanse é um medicamento controlado, que só pode ser comprado com receita médica especial.

    Como tomar Venvanse?

    A dose de Venvanse deve ser ajustada de acordo com as necessidades e a resposta de cada paciente. O médico deve iniciar o tratamento com a menor dose possível e aumentar gradualmente até obter o efeito desejado. A dose máxima recomendada é de 70 mg por dia. Venvanse deve ser tomado uma vez ao dia, pela manhã, com ou sem alimentos. O comprimido não deve ser mastigado, partido ou esmagado, mas sim engolido inteiro com água.

    Quais são os efeitos colaterais de Venvanse?

    Venvanse pode causar alguns efeitos colaterais, como:

    • Diminuição do apetite

    • Perda de peso

    • Insônia

    • Dor de cabeça

    • Boca seca

    • Náusea

    • Ansiedade

    • Irritabilidade

    • Aumento da pressão arterial

    • Aumento da frequência cardíaca

    Esses efeitos geralmente são leves e tendem a diminuir com o uso contínuo do medicamento. No entanto, se eles forem intensos ou persistentes, o paciente deve procurar o médico.

    Quais são as contraindicações de Venvanse?

    Venvanse não deve ser usado por pessoas que:

    • São alérgicas à lisdexanfetamina ou a qualquer outro componente da fórmula

    • Têm problemas cardíacos graves, como arritmia, insuficiência cardíaca ou doença coronariana

    • Têm glaucoma

    • Têm hipertireoidismo

    • Têm histórico ou risco de abuso ou dependência de drogas ou álcool

    • Estão grávidas ou amamentando, exceto sob orientação médica

    Venvanse também não deve ser usado em combinação com outros medicamentos que afetam o sistema nervoso central, como antidepressivos, antipsicóticos, estimulantes ou inibidores da monoamina oxidase (IMAOs), pois pode haver interações graves.

    Venvanse é um medicamento eficaz e seguro para o tratamento do TDAH, mas deve ser usado com cautela e sob supervisão médica. Antes de iniciar o uso de Venvanse, consulte o seu médico e siga as suas recomendações.

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    Ele contém uma substância chamada lisdexanfetamina, que atua no sistema nervoso central, aumentando a concentração e a capacidade de foco. Venvanse é um medicamento controlado, que só pode ser comprado com receita médica especial.

    Como tomar Venvanse?

    A dose de Venvanse deve ser ajustada de acordo com as necessidades e a resposta de cada paciente. O médico deve iniciar o tratamento com a menor dose possível e aumentar gradualmente até obter o efeito desejado. A dose máxima recomendada é de 70 mg por dia. Venvanse deve ser tomado uma vez ao dia, pela manhã, com ou sem alimentos. O comprimido não deve ser mastigado, partido ou esmagado, mas sim engolido inteiro com água.

    Quais são os efeitos colaterais de Venvanse?

    Venvanse pode causar alguns efeitos colaterais, como:

    • Diminuição do apetite

    • Perda de peso

    • Insônia

    • Dor de cabeça

    • Boca seca

    • Náusea

    • Ansiedade

    • Irritabilidade

    • Aumento da pressão arterial

    • Aumento da frequência cardíaca

    Esses efeitos geralmente são leves e tendem a diminuir com o uso contínuo do medicamento. No entanto, se eles forem intensos ou persistentes, o paciente deve procurar o médico.

    Quais são as contraindicações de Venvanse?

    Venvanse não deve ser usado por pessoas que:

    • São alérgicas à lisdexanfetamina ou a qualquer outro componente da fórmula

    • Têm problemas cardíacos graves, como arritmia, insuficiência cardíaca ou doença coronariana

    • Têm glaucoma

    • Têm hipertireoidismo

    • Têm histórico ou risco de abuso ou dependência de drogas ou álcool

    • Estão grávidas ou amamentando, exceto sob orientação médica

    Venvanse também não deve ser usado em combinação com outros medicamentos que afetam o sistema nervoso central, como antidepressivos, antipsicóticos, estimulantes ou inibidores da monoamina oxidase (IMAOs), pois pode haver interações graves.

    Venvanse é um medicamento eficaz e seguro para o tratamento do TDAH, mas deve ser usado com cautela e sob supervisão médica. Antes de iniciar o uso de Venvanse, consulte o seu médico e siga as suas recomendações.

  • O que é o teste do Ursinho Pooh e por que ele não serve para diagnosticar transtornos mentais

    O que é o teste do Ursinho Pooh e por que ele não serve para diagnosticar transtornos mentais

    Você já se perguntou se tem algum transtorno mental como autismo, depressão ou TDAH? Se sim, talvez você tenha se deparado com o teste do Ursinho Pooh, um questionário online que promete identificar traços dessas condições com base em personagens do desenho infantil.

    Mas será que esse teste é confiável e válido? Neste post, vamos explicar o que é o teste do Ursinho Pooh, como ele surgiu e por que ele não deve ser usado como forma de diagnóstico.

    O teste do Ursinho Pooh é baseado em um estudo publicado no ano 2000 no Canadian Medical Association Journal, que relacionava os personagens das histórias do Ursinho Pooh a diferentes diagnósticos psiquiátricos. Por exemplo, o próprio Pooh teria transtorno de déficit de atenção (TDA), o Leitão teria transtorno de ansiedade, o Tigrão teria transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), o Abel teria transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), o Guru teria transtorno do espectro do autismo (TEA), o Bisonho teria depressão e o Cristóvão teria esquizofrenia.

    No entanto, esse estudo tinha um caráter humorístico e não pretendia ser levado a sério como uma forma de avaliação clínica. Os autores afirmaram que se tratava de uma brincadeira para ilustrar os conceitos dos transtornos mentais e que não havia evidências científicas para sustentar as associações feitas entre os personagens e as condições.

    O teste online do Ursinho Pooh surgiu em 2019 e se popularizou na internet como uma forma de autoavaliação. O teste consiste em 33 perguntas sobre comportamentos, sentimentos e pensamentos, que devem ser respondidas em uma escala de concordância ou discordância. Ao final, o teste mostra a porcentagem de cada personagem que corresponde ao perfil do respondente.

    Porém, esse teste não tem nenhuma validade ou confiabilidade para diagnosticar transtornos mentais. Primeiro, porque ele se baseia em uma interpretação livre e distorcida do estudo original, que já era uma sátira. Segundo, porque ele não leva em conta os critérios clínicos estabelecidos pelos manuais diagnósticos, como o DSM-5 ou a CID-10. Terceiro, porque ele não considera o contexto, a história e as características individuais de cada pessoa, que são essenciais para uma avaliação adequada.

    Portanto, se você fez o teste do Ursinho Pooh e se identificou com algum personagem, não se preocupe nem se assuste. Isso não significa que você tenha algum transtorno mental ou que precise de tratamento. O teste é apenas uma brincadeira e não deve ser levado a sério. Se você tem alguma dúvida ou preocupação sobre sua saúde mental, procure ajuda profissional qualificada e não confie em testes online sem embasamento científico.

    Mas será que esse teste é confiável e válido? Neste post, vamos explicar o que é o teste do Ursinho Pooh, como ele surgiu e por que ele não deve ser usado como forma de diagnóstico.

    O teste do Ursinho Pooh é baseado em um estudo publicado no ano 2000 no Canadian Medical Association Journal, que relacionava os personagens das histórias do Ursinho Pooh a diferentes diagnósticos psiquiátricos. Por exemplo, o próprio Pooh teria transtorno de déficit de atenção (TDA), o Leitão teria transtorno de ansiedade, o Tigrão teria transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), o Abel teria transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), o Guru teria transtorno do espectro do autismo (TEA), o Bisonho teria depressão e o Cristóvão teria esquizofrenia.

    No entanto, esse estudo tinha um caráter humorístico e não pretendia ser levado a sério como uma forma de avaliação clínica. Os autores afirmaram que se tratava de uma brincadeira para ilustrar os conceitos dos transtornos mentais e que não havia evidências científicas para sustentar as associações feitas entre os personagens e as condições.

    O teste online do Ursinho Pooh surgiu em 2019 e se popularizou na internet como uma forma de autoavaliação. O teste consiste em 33 perguntas sobre comportamentos, sentimentos e pensamentos, que devem ser respondidas em uma escala de concordância ou discordância. Ao final, o teste mostra a porcentagem de cada personagem que corresponde ao perfil do respondente.

    Porém, esse teste não tem nenhuma validade ou confiabilidade para diagnosticar transtornos mentais. Primeiro, porque ele se baseia em uma interpretação livre e distorcida do estudo original, que já era uma sátira. Segundo, porque ele não leva em conta os critérios clínicos estabelecidos pelos manuais diagnósticos, como o DSM-5 ou a CID-10. Terceiro, porque ele não considera o contexto, a história e as características individuais de cada pessoa, que são essenciais para uma avaliação adequada.

    Portanto, se você fez o teste do Ursinho Pooh e se identificou com algum personagem, não se preocupe nem se assuste. Isso não significa que você tenha algum transtorno mental ou que precise de tratamento. O teste é apenas uma brincadeira e não deve ser levado a sério. Se você tem alguma dúvida ou preocupação sobre sua saúde mental, procure ajuda profissional qualificada e não confie em testes online sem embasamento científico.