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  • Estudo revela que quase 10% dos hipertensos sofrem de hipertensão resistente aparente

    Estudo revela que quase 10% dos hipertensos sofrem de hipertensão resistente aparente

    Você sabia que existe uma forma de pressão alta que não responde bem aos medicamentos comuns? Ela se chama hipertensão resistente aparente (aRH, na sigla em inglês) e afeta quase 10% dos pacientes hipertensos, segundo um novo estudo do Smidt Heart Institute no Cedars-Sinai, nos Estados Unidos.

    Esse tipo de hipertensão requer mais medicação e controle médico, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares adversos, como infarto e derrame.

    O estudo, publicado na revista Hypertension, usou dados dos registros eletrônicos de saúde de três grandes organizações de saúde geograficamente diversas para analisar a prevalência, causas e tratamento da aRH. Os pesquisadores descobriram que os pacientes com aRH controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com um medicamento comum chamado antagonista do receptor mineralocorticoide (MRA), enquanto os pacientes com aRH não controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos.

    Mas o que é a hipertensão resistente aparente e como ela se diferencia da hipertensão comum? A aRH é definida como a persistência da pressão arterial elevada, mesmo após o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo um diurético. Porém, antes de diagnosticar a aRH, é preciso descartar outras possíveis causas para a pressão alta, como:

    • Falta de adesão ao tratamento

    • Escolha inadequada dos medicamentos

    • Pressão alta artificial no consultório médico (síndrome do jaleco branco)

    • Doenças secundárias que afetam os rins, as glândulas adrenais ou as artérias renais

    • Uso de substâncias que elevam a pressão arterial, como álcool, cafeína, anti-inflamatórios ou drogas ilícitas

    Por isso, o termo “aparente” é usado para indicar que nem sempre se trata de uma verdadeira resistência aos medicamentos, mas sim de uma dificuldade em controlar a pressão arterial por outros fatores. Nesses casos, é importante investigar e tratar as causas subjacentes, além de ajustar o esquema terapêutico.

    O estudo do Smidt Heart Institute mostrou que o uso de um MRA pode ser uma estratégia eficaz para controlar a aRH. Os MRA são medicamentos que bloqueiam os efeitos dos hormônios aldosterona e cortisol nos rins, reduzindo a retenção de sódio e água e diminuindo a pressão arterial. Eles são indicados para pacientes com hiperaldosteronismo primário, uma doença que causa excesso de produção de aldosterona pelas glândulas adrenais e é uma das causas secundárias de hipertensão.

    Os pesquisadores observaram que os pacientes com aRH controlada eram mais propensos a receber um MRA do que os pacientes com aRH não controlada (34% versus 11%, respectivamente). Além disso, eles notaram que havia grandes diferenças na forma como os profissionais da área médica tratavam a hipertensão resistente aparente, evidenciando uma necessidade de padronizar os cuidados.

    A padronização dos cuidados envolve seguir as diretrizes baseadas em evidências para o diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente aparente. Essas diretrizes incluem:

    • Confirmar a medida correta da pressão arterial no consultório e fora dele (por meio da monitorização ambulatorial ou residencial)

    • Avaliar a adesão do paciente ao tratamento e orientá-lo sobre as possíveis barreiras e soluções

    • Revisar os medicamentos prescritos e verificar se estão nas doses adequadas e se há interações medicamentosas

    • Prescrever um diurético como parte do esquema terapêutico

    • Investigar e tratar as causas secundárias de hipertensão, se houver

    • Considerar o uso de um MRA como quarto medicamento, se não houver contraindicações

    • Encaminhar o paciente para um especialista em hipertensão, se necessário

    A conscientização dos profissionais e dos pacientes sobre a hipertensão resistente aparente é fundamental para melhorar o controle da pressão arterial e prevenir complicações cardiovasculares. Os pacientes devem conversar com seus médicos sobre as estratégias para lembrar de tomar os medicamentos e relatar os possíveis efeitos colaterais. Os médicos devem estar atentos ao fato de que se forem necessários quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para controlar a pressão arterial do paciente, eles devem considerar a avaliação de causas alternativas de hipertensão ou encaminhar o paciente para um especialista.

    Tratar pacientes com problemas cardíacos complexos como a aRH é uma das especialidades do Smidt Heart Institute, que recentemente recebeu a Certificação de Centro de Hipertensão Abrangente da American Heart Association. Essa certificação reconhece o compromisso do instituto em seguir as diretrizes baseadas em evidências para cuidar de pessoas com hipertensão complexa ou de difícil tratamento.

    “Essa certificação, aliada à nossa experiência clínica e de pesquisa em doenças hipertensivas, serve como um selo de excelência”, disse Christine M. Albert, MD, MPH, presidente do Departamento de Cardiologia e titular da Cátedra Distinta Lee e Harold Kapelovitz em Cardiologia. “Esses esforços sinalizam aos pacientes, profissionais da área médica e à comunidade que o Smidt Heart Institute está comprometido em oferecer cuidados abrangentes e baseados em evidências para a hipertensão.”

    Fonte: Link 1.

    Esse tipo de hipertensão requer mais medicação e controle médico, pois aumenta o risco de eventos cardiovasculares adversos, como infarto e derrame.

    O estudo, publicado na revista Hypertension, usou dados dos registros eletrônicos de saúde de três grandes organizações de saúde geograficamente diversas para analisar a prevalência, causas e tratamento da aRH. Os pesquisadores descobriram que os pacientes com aRH controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com um medicamento comum chamado antagonista do receptor mineralocorticoide (MRA), enquanto os pacientes com aRH não controlada tinham mais probabilidade de ser tratados com quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos.

    Mas o que é a hipertensão resistente aparente e como ela se diferencia da hipertensão comum? A aRH é definida como a persistência da pressão arterial elevada, mesmo após o uso de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos em doses adequadas, incluindo um diurético. Porém, antes de diagnosticar a aRH, é preciso descartar outras possíveis causas para a pressão alta, como:

    • Falta de adesão ao tratamento

    • Escolha inadequada dos medicamentos

    • Pressão alta artificial no consultório médico (síndrome do jaleco branco)

    • Doenças secundárias que afetam os rins, as glândulas adrenais ou as artérias renais

    • Uso de substâncias que elevam a pressão arterial, como álcool, cafeína, anti-inflamatórios ou drogas ilícitas

    Por isso, o termo “aparente” é usado para indicar que nem sempre se trata de uma verdadeira resistência aos medicamentos, mas sim de uma dificuldade em controlar a pressão arterial por outros fatores. Nesses casos, é importante investigar e tratar as causas subjacentes, além de ajustar o esquema terapêutico.

    O estudo do Smidt Heart Institute mostrou que o uso de um MRA pode ser uma estratégia eficaz para controlar a aRH. Os MRA são medicamentos que bloqueiam os efeitos dos hormônios aldosterona e cortisol nos rins, reduzindo a retenção de sódio e água e diminuindo a pressão arterial. Eles são indicados para pacientes com hiperaldosteronismo primário, uma doença que causa excesso de produção de aldosterona pelas glândulas adrenais e é uma das causas secundárias de hipertensão.

    Os pesquisadores observaram que os pacientes com aRH controlada eram mais propensos a receber um MRA do que os pacientes com aRH não controlada (34% versus 11%, respectivamente). Além disso, eles notaram que havia grandes diferenças na forma como os profissionais da área médica tratavam a hipertensão resistente aparente, evidenciando uma necessidade de padronizar os cuidados.

    A padronização dos cuidados envolve seguir as diretrizes baseadas em evidências para o diagnóstico e tratamento da hipertensão resistente aparente. Essas diretrizes incluem:

    • Confirmar a medida correta da pressão arterial no consultório e fora dele (por meio da monitorização ambulatorial ou residencial)

    • Avaliar a adesão do paciente ao tratamento e orientá-lo sobre as possíveis barreiras e soluções

    • Revisar os medicamentos prescritos e verificar se estão nas doses adequadas e se há interações medicamentosas

    • Prescrever um diurético como parte do esquema terapêutico

    • Investigar e tratar as causas secundárias de hipertensão, se houver

    • Considerar o uso de um MRA como quarto medicamento, se não houver contraindicações

    • Encaminhar o paciente para um especialista em hipertensão, se necessário

    A conscientização dos profissionais e dos pacientes sobre a hipertensão resistente aparente é fundamental para melhorar o controle da pressão arterial e prevenir complicações cardiovasculares. Os pacientes devem conversar com seus médicos sobre as estratégias para lembrar de tomar os medicamentos e relatar os possíveis efeitos colaterais. Os médicos devem estar atentos ao fato de que se forem necessários quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para controlar a pressão arterial do paciente, eles devem considerar a avaliação de causas alternativas de hipertensão ou encaminhar o paciente para um especialista.

    Tratar pacientes com problemas cardíacos complexos como a aRH é uma das especialidades do Smidt Heart Institute, que recentemente recebeu a Certificação de Centro de Hipertensão Abrangente da American Heart Association. Essa certificação reconhece o compromisso do instituto em seguir as diretrizes baseadas em evidências para cuidar de pessoas com hipertensão complexa ou de difícil tratamento.

    “Essa certificação, aliada à nossa experiência clínica e de pesquisa em doenças hipertensivas, serve como um selo de excelência”, disse Christine M. Albert, MD, MPH, presidente do Departamento de Cardiologia e titular da Cátedra Distinta Lee e Harold Kapelovitz em Cardiologia. “Esses esforços sinalizam aos pacientes, profissionais da área médica e à comunidade que o Smidt Heart Institute está comprometido em oferecer cuidados abrangentes e baseados em evidências para a hipertensão.”

    Fonte: Link 1.

  • Pesquisadores descobrem como aumentar a imunidade contra o câncer

    Pesquisadores descobrem como aumentar a imunidade contra o câncer

    Você sabia que o seu sistema imunológico pode ser um aliado na luta contra o câncer? Uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriu um novo marcador de células imunológicas que regula a imunidade antitumoral.

    Esse marcador, chamado CD83, é encontrado nas células T reguladoras (Tregs), que são responsáveis por suprimir a resposta imunológica do corpo a tumores.

    Os pesquisadores descobriram que, ao bloquear o CD83 nas células Tregs, era possível aumentar a resposta imunológica do corpo aos tumores. Isso significa que o CD83 pode ser um alvo terapêutico para o tratamento do câncer. Essa descoberta é importante porque pode levar a novas terapias para o câncer que sejam mais eficazes e menos tóxicas do que as terapias convencionais.

    A pesquisa também ajuda a entender melhor como o sistema imunológico funciona e como ele pode ser manipulado para combater doenças. Isso pode ser um passo importante para o desenvolvimento de novas terapias imunológicas que possam ser utilizadas em diversas doenças, não apenas no câncer.

    Além disso, a pesquisa pode ter um impacto significativo na saúde pública, pois o câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Novas terapias que sejam mais eficazes e menos tóxicas podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

    Esse marcador, chamado CD83, é encontrado nas células T reguladoras (Tregs), que são responsáveis por suprimir a resposta imunológica do corpo a tumores.

    Os pesquisadores descobriram que, ao bloquear o CD83 nas células Tregs, era possível aumentar a resposta imunológica do corpo aos tumores. Isso significa que o CD83 pode ser um alvo terapêutico para o tratamento do câncer. Essa descoberta é importante porque pode levar a novas terapias para o câncer que sejam mais eficazes e menos tóxicas do que as terapias convencionais.

    A pesquisa também ajuda a entender melhor como o sistema imunológico funciona e como ele pode ser manipulado para combater doenças. Isso pode ser um passo importante para o desenvolvimento de novas terapias imunológicas que possam ser utilizadas em diversas doenças, não apenas no câncer.

    Além disso, a pesquisa pode ter um impacto significativo na saúde pública, pois o câncer é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Novas terapias que sejam mais eficazes e menos tóxicas podem melhorar as taxas de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes com câncer.

    Fonte: Link.

  • Novo subtipo de depressão é identificado por pesquisadores

    Novo subtipo de depressão é identificado por pesquisadores

    Um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descreveu uma nova categoria de depressão – chamada de biótipo cognitivo – que afeta cerca de 27% dos pacientes com transtorno depressivo maior (TDM).

    O objetivo é diagnosticar e tratar a condição de forma mais precisa.

    A depressão é tradicionalmente definida como um transtorno do humor, mas os pesquisadores descobriram que esse novo subtipo se caracteriza por déficits cognitivos na atenção, memória e autocontrole. Esses sintomas não são aliviados pelos antidepressivos mais comuns, que atuam na serotonina (conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou ISRS), mas podem responder melhor a outros tratamentos que visam essas funções cognitivas.

    O estudo, publicado em 15 de junho na revista JAMA Network Open, faz parte de um esforço maior dos neurocientistas para encontrar tratamentos que sejam direcionados aos biótipos da depressão, de acordo com a autora sênior do estudo, Leanne Williams, PhD, professora de psiquiatria e ciências comportamentais. “Um dos grandes desafios é encontrar uma nova forma de abordar o que atualmente é um processo de tentativa e erro, para que mais pessoas possam melhorar mais rápido”, disse Williams.

    Para identificar o biótipo cognitivo, os cientistas usaram questionários, testes cognitivos e imagens cerebrais em 1.008 adultos com transtorno depressivo maior que não estavam medicados. Eles foram randomizados para receber um dos três antidepressivos típicos: escitalopram (nome comercial Lexapro) ou sertralina (Zoloft), que atuam na serotonina, ou venlafaxina-XR (Effexor), que atua tanto na serotonina quanto na noradrenalina. Setecentos e doze dos participantes completaram o regime de oito semanas.

    Antes e depois do tratamento com os antidepressivos, os sintomas depressivos dos participantes foram medidos usando dois questionários – um administrado por um clínico e outro por uma autoavaliação, que incluía perguntas relacionadas a mudanças no sono e na alimentação. Medidas sobre o funcionamento social e ocupacional, bem como a qualidade de vida, também foram acompanhadas. Os participantes também completaram uma série de testes cognitivos, antes e depois do tratamento, medindo memória verbal, memória de trabalho, velocidade de decisão e atenção sustentada, entre outras tarefas.

    Antes do tratamento, os cientistas escanearam 96 dos participantes usando ressonância magnética funcional enquanto eles realizavam uma tarefa chamada “GoNoGo” que requer que os participantes pressionem um botão o mais rápido possível quando veem “Go” em verde e não pressionem quando veem “NoGo” em vermelho. Essa tarefa mede a capacidade de planejar com antecedência, exibir autocontrole, manter o foco apesar das distrações e suprimir comportamentos inadequados.

    Os resultados mostraram que 27% dos pacientes com TDM apresentaram pior desempenho nas tarefas cognitivas e também tiveram uma pior resposta aos tratamentos medicamentosos padrão. Além disso, eles apresentaram uma atividade cerebral reduzida em duas regiões responsáveis por essas tarefas: o córtex pré-frontal dorsolateral e o córtex cingulado anterior.

    Os pesquisadores sugerem que esses pacientes podem se beneficiar de antidepressivos menos comumente usados ou de outras intervenções que visem melhorar as funções cognitivas, como estimulação cerebral não invasiva ou treinamento cognitivo. Eles também enfatizam a importância de reconhecer a diversidade dos pacientes com depressão e de personalizar os tratamentos de acordo com os biótipos.

    “Esperamos que, ao identificar esse subtipo cognitivo, possamos ajudar os médicos a escolher o melhor tratamento para seus pacientes e também aumentar a conscientização sobre a necessidade de mais pesquisas e desenvolvimento de novos tratamentos para esse grupo”, disse Williams.

    O objetivo é diagnosticar e tratar a condição de forma mais precisa.

    A depressão é tradicionalmente definida como um transtorno do humor, mas os pesquisadores descobriram que esse novo subtipo se caracteriza por déficits cognitivos na atenção, memória e autocontrole. Esses sintomas não são aliviados pelos antidepressivos mais comuns, que atuam na serotonina (conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina ou ISRS), mas podem responder melhor a outros tratamentos que visam essas funções cognitivas.

    O estudo, publicado em 15 de junho na revista JAMA Network Open, faz parte de um esforço maior dos neurocientistas para encontrar tratamentos que sejam direcionados aos biótipos da depressão, de acordo com a autora sênior do estudo, Leanne Williams, PhD, professora de psiquiatria e ciências comportamentais. “Um dos grandes desafios é encontrar uma nova forma de abordar o que atualmente é um processo de tentativa e erro, para que mais pessoas possam melhorar mais rápido”, disse Williams.

    Para identificar o biótipo cognitivo, os cientistas usaram questionários, testes cognitivos e imagens cerebrais em 1.008 adultos com transtorno depressivo maior que não estavam medicados. Eles foram randomizados para receber um dos três antidepressivos típicos: escitalopram (nome comercial Lexapro) ou sertralina (Zoloft), que atuam na serotonina, ou venlafaxina-XR (Effexor), que atua tanto na serotonina quanto na noradrenalina. Setecentos e doze dos participantes completaram o regime de oito semanas.

    Antes e depois do tratamento com os antidepressivos, os sintomas depressivos dos participantes foram medidos usando dois questionários – um administrado por um clínico e outro por uma autoavaliação, que incluía perguntas relacionadas a mudanças no sono e na alimentação. Medidas sobre o funcionamento social e ocupacional, bem como a qualidade de vida, também foram acompanhadas. Os participantes também completaram uma série de testes cognitivos, antes e depois do tratamento, medindo memória verbal, memória de trabalho, velocidade de decisão e atenção sustentada, entre outras tarefas.

    Antes do tratamento, os cientistas escanearam 96 dos participantes usando ressonância magnética funcional enquanto eles realizavam uma tarefa chamada “GoNoGo” que requer que os participantes pressionem um botão o mais rápido possível quando veem “Go” em verde e não pressionem quando veem “NoGo” em vermelho. Essa tarefa mede a capacidade de planejar com antecedência, exibir autocontrole, manter o foco apesar das distrações e suprimir comportamentos inadequados.

    Os resultados mostraram que 27% dos pacientes com TDM apresentaram pior desempenho nas tarefas cognitivas e também tiveram uma pior resposta aos tratamentos medicamentosos padrão. Além disso, eles apresentaram uma atividade cerebral reduzida em duas regiões responsáveis por essas tarefas: o córtex pré-frontal dorsolateral e o córtex cingulado anterior.

    Os pesquisadores sugerem que esses pacientes podem se beneficiar de antidepressivos menos comumente usados ou de outras intervenções que visem melhorar as funções cognitivas, como estimulação cerebral não invasiva ou treinamento cognitivo. Eles também enfatizam a importância de reconhecer a diversidade dos pacientes com depressão e de personalizar os tratamentos de acordo com os biótipos.

    “Esperamos que, ao identificar esse subtipo cognitivo, possamos ajudar os médicos a escolher o melhor tratamento para seus pacientes e também aumentar a conscientização sobre a necessidade de mais pesquisas e desenvolvimento de novos tratamentos para esse grupo”, disse Williams.

  • RSV: o vírus respiratório grave que muitos desconhecem

    RSV: o vírus respiratório grave que muitos desconhecem

    Você já ouviu falar do RSV? Essa sigla significa Respiratory Syncytial Virus, ou Vírus Respiratório Sincicial, em português. Trata-se de um vírus comum que causa infecções do trato respiratório, desde sintomas leves de resfriado até casos graves de bronquiolite e pneumonia.

    O RSV é o principal causador de hospitalizações por problemas respiratórios em crianças menores de um ano nos Estados Unidos. Além disso, ele pode ser perigoso para idosos e pessoas com baixa imunidade. A infecção pelo RSV pode ocorrer em qualquer época do ano, mas é mais frequente nos meses frios do inverno.

    Apesar de sua relevância para a saúde pública, o RSV é pouco conhecido pela população em geral. Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan revelou que apenas 22% dos adultos norte-americanos sabiam o que era o RSV. Entre os pais de crianças pequenas, esse percentual subia para 44%, mas ainda era baixo considerando o risco potencial do vírus.

    Os autores do estudo alertam que a falta de conhecimento sobre o RSV pode levar a diagnósticos tardios, tratamentos inadequados e medidas de prevenção insuficientes. Eles defendem que os profissionais de saúde e as autoridades sanitárias devem aumentar a conscientização sobre o RSV e suas complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

    Como se proteger do RSV?

    O RSV é transmitido pelo contato direto com secreções respiratórias infectadas ou superfícies contaminadas. Por isso, algumas medidas simples podem ajudar a prevenir a infecção:

    • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel;

    • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem higienizar as mãos;

    • Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço descartável ou com o cotovelo;

    • Evitar o contato próximo com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;

    • Limpar e desinfetar objetos e superfícies que possam estar contaminados;

    • Manter a vacinação em dia contra outras doenças respiratórias, como gripe e pneumococo.

    Para os bebês prematuros ou com doenças cardíacas ou pulmonares congênitas, existe uma medicação chamada palivizumabe que pode prevenir a infecção pelo RSV. Ela deve ser administrada mensalmente durante a temporada de maior circulação do vírus, sob orientação médica.

    Ainda não há uma vacina específica contra o RSV, mas vários estudos estão em andamento para desenvolvê-la. Em 2023, duas vacinas candidatas da Pfizer e da GSK foram recomendadas para aprovação pela FDA, a agência reguladora dos Estados Unidos, após mostrarem resultados promissores em ensaios clínicos.

    Como tratar o RSV?

    A maioria das pessoas se recupera do RSV em uma ou duas semanas, sem necessidade de tratamento específico. Os sintomas podem ser aliviados com repouso, hidratação e medicamentos para dor e febre. No entanto, algumas pessoas podem desenvolver complicações graves que exigem atendimento médico urgente.

    Os sinais de alerta para procurar ajuda médica incluem:

    • Dificuldade para respirar ou respiração rápida;

    • Chiado no peito ou tosse persistente;

    • Cianose (coloração azulada da pele ou das mucosas);

    • Desidratação (boca seca, sede excessiva, diminuição da urina);

    • Irritabilidade ou sonolência excessiva;

    • Febre alta ou persistente.

    Nos casos mais graves, pode ser necessário o uso de oxigênio, ventilação mecânica ou medicamentos antivirais, como o ribavirina.

    O RSV é um vírus que merece atenção e cuidado, pois pode causar sérios danos à saúde respiratória. Informe-se, previna-se e procure ajuda médica se necessário.

    O RSV é o principal causador de hospitalizações por problemas respiratórios em crianças menores de um ano nos Estados Unidos. Além disso, ele pode ser perigoso para idosos e pessoas com baixa imunidade. A infecção pelo RSV pode ocorrer em qualquer época do ano, mas é mais frequente nos meses frios do inverno.

    Apesar de sua relevância para a saúde pública, o RSV é pouco conhecido pela população em geral. Um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan revelou que apenas 22% dos adultos norte-americanos sabiam o que era o RSV. Entre os pais de crianças pequenas, esse percentual subia para 44%, mas ainda era baixo considerando o risco potencial do vírus.

    Os autores do estudo alertam que a falta de conhecimento sobre o RSV pode levar a diagnósticos tardios, tratamentos inadequados e medidas de prevenção insuficientes. Eles defendem que os profissionais de saúde e as autoridades sanitárias devem aumentar a conscientização sobre o RSV e suas complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

    Como se proteger do RSV?

    O RSV é transmitido pelo contato direto com secreções respiratórias infectadas ou superfícies contaminadas. Por isso, algumas medidas simples podem ajudar a prevenir a infecção:

    • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel;

    • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem higienizar as mãos;

    • Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar com um lenço descartável ou com o cotovelo;

    • Evitar o contato próximo com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios;

    • Limpar e desinfetar objetos e superfícies que possam estar contaminados;

    • Manter a vacinação em dia contra outras doenças respiratórias, como gripe e pneumococo.

    Para os bebês prematuros ou com doenças cardíacas ou pulmonares congênitas, existe uma medicação chamada palivizumabe que pode prevenir a infecção pelo RSV. Ela deve ser administrada mensalmente durante a temporada de maior circulação do vírus, sob orientação médica.

    Ainda não há uma vacina específica contra o RSV, mas vários estudos estão em andamento para desenvolvê-la. Em 2023, duas vacinas candidatas da Pfizer e da GSK foram recomendadas para aprovação pela FDA, a agência reguladora dos Estados Unidos, após mostrarem resultados promissores em ensaios clínicos.

    Como tratar o RSV?

    A maioria das pessoas se recupera do RSV em uma ou duas semanas, sem necessidade de tratamento específico. Os sintomas podem ser aliviados com repouso, hidratação e medicamentos para dor e febre. No entanto, algumas pessoas podem desenvolver complicações graves que exigem atendimento médico urgente.

    Os sinais de alerta para procurar ajuda médica incluem:

    • Dificuldade para respirar ou respiração rápida;

    • Chiado no peito ou tosse persistente;

    • Cianose (coloração azulada da pele ou das mucosas);

    • Desidratação (boca seca, sede excessiva, diminuição da urina);

    • Irritabilidade ou sonolência excessiva;

    • Febre alta ou persistente.

    Nos casos mais graves, pode ser necessário o uso de oxigênio, ventilação mecânica ou medicamentos antivirais, como o ribavirina.

    O RSV é um vírus que merece atenção e cuidado, pois pode causar sérios danos à saúde respiratória. Informe-se, previna-se e procure ajuda médica se necessário.

  • Infertilidade: o que você precisa saber sobre prevenção e tratamento

    Infertilidade: o que você precisa saber sobre prevenção e tratamento

    A infertilidade é um problema que afeta milhões de pessoas no mundo todo. Ela é definida como a dificuldade de engravidar após um ano de relações sexuais regulares sem uso de contraceptivos.

    A infertilidade pode ter várias causas, tanto em homens quanto em mulheres, e pode ser tratada com diferentes métodos.

    O que causa a infertilidade?

    A infertilidade pode ser causada por diversos fatores, que podem afetar a produção ou a qualidade dos gametas (óvulos e espermatozoides), as tubas uterinas, o útero, o colo do útero ou a vagina.

    Algumas das principais causas de infertilidade feminina são:

    • Problemas na ovulação, que podem ser causados por distúrbios hormonais, síndrome do ovário policístico, menopausa precoce ou obesidade
    • Alterações tubárias, que podem ser causadas por infecções, inflamações, aderências ou obstruções
    • Alterações no útero, que podem ser causadas por miomas, pólipos, malformações ou endometriose

    Algumas das principais causas de infertilidade masculina são:

    • Baixa qualidade do sêmen, que pode ser causada por alterações na quantidade, na motilidade ou na forma dos espermatozoides
    • Varicocele, que é a dilatação das veias do escroto, que pode aumentar a temperatura e prejudicar a produção dos espermatozoides
    • Infecções no aparelho reprodutor, como caxumba, prostatites ou uretrites, que podem causar inflamação ou obstrução dos ductos seminíferos
    • Criptorquidia, que é a ausência de descida dos testículos para o escroto durante o desenvolvimento fetal
    • Quimioterapia e radioterapia, que podem afetar a produção ou a qualidade dos espermatozoides
    • Alterações hormonais, que podem afetar a produção ou a liberação dos hormônios responsáveis pela espermatogênese
    • Insuficiência testicular, que é a incapacidade dos testículos de produzir espermatozoides ou hormônios
    • Alterações anatômicas, que podem dificultar a passagem dos espermatozoides pelo trato reprodutor

    Como prevenir a infertilidade?

    Apesar das causas da infertilidade serem variadas, algumas medidas podem ser preventivas para facilitar a gravidez. A adoção de hábitos saudáveis, com uma dieta balanceada para a alimentação, além da prática adequada de exercícios físicos e tempo ideal para o sono, são importantes para manter o equilíbrio hormonal e o funcionamento adequado do sistema reprodutor.

    Além disso, é recomendado evitar o consumo excessivo de álcool e drogas, praticar sexo seguro para prevenir infecções sexualmente transmissíveis, manter um peso saudável para evitar obesidade ou desnutrição, evitar exposição a agentes tóxicos ou radiações e procurar ajuda médica em caso de doenças crônicas ou cirurgias prévias.

    Outra medida preventiva é tentar engravidar quando for mais jovem ou mais tarde, pois a fertilidade diminui bastante após os 35 anos e continua em tendência de queda a cada ano. A idade ideal para engravidar varia de acordo com cada pessoa e cada casal, mas é importante estar ciente dos riscos e benefícios de cada faixa etária.

    Como tratar a infertilidade?

    O tratamento da infertilidade depende da causa, da idade, do tempo de tentativas e da preferência do casal. Existem diferentes métodos de tratamento, que podem ser divididos em três categorias: medicamentosos, cirúrgicos e de reprodução assistida.

    Os tratamentos medicamentosos visam corrigir as alterações hormonais ou estimular a ovulação ou a produção de espermatozoides. Eles podem ser usados isoladamente ou em combinação com outros métodos. Alguns exemplos de medicamentos usados são o citrato de clomifeno, a gonadotrofina coriônica humana, o letrozol e a metformina.

    Os tratamentos cirúrgicos estão indicados em algumas causas de infertilidade. São exemplos os miomas, os pólipos, as malformações uterinas, as alterações tubárias corrigíveis e a endometriose. Atualmente, para mulheres, dá-se preferência aos procedimentos minimamente invasivos, como a laparoscopia e a histeroscopia. Já no tratamento para infertilidade masculina, é possível tratar cirurgicamente a varicocele ou realizar a reversão da vasectomia.

    Os tratamentos de reprodução assistida são aqueles que envolvem a manipulação dos gametas ou dos embriões fora do corpo. Eles podem ser de baixa complexidade, como a inseminação intrauterina, ou de alta complexidade, como a fertilização in vitro. Esses métodos são indicados quando os outros tratamentos não tiveram sucesso ou quando há fatores irreversíveis de infertilidade.

    A infertilidade é um problema que afeta muitos casais e que pode ter diversas causas. A prevenção e o tratamento devem ser feitos com orientação médica e com base nas características de cada caso. A busca por uma gravidez deve ser feita com tranquilidade e confiança, respeitando os limites e as possibilidades de cada um.

    A infertilidade pode ter várias causas, tanto em homens quanto em mulheres, e pode ser tratada com diferentes métodos.

    O que causa a infertilidade?

    A infertilidade pode ser causada por diversos fatores, que podem afetar a produção ou a qualidade dos gametas (óvulos e espermatozoides), as tubas uterinas, o útero, o colo do útero ou a vagina.

    Algumas das principais causas de infertilidade feminina são:

    • Problemas na ovulação, que podem ser causados por distúrbios hormonais, síndrome do ovário policístico, menopausa precoce ou obesidade
    • Alterações tubárias, que podem ser causadas por infecções, inflamações, aderências ou obstruções
    • Alterações no útero, que podem ser causadas por miomas, pólipos, malformações ou endometriose

    Algumas das principais causas de infertilidade masculina são:

    • Baixa qualidade do sêmen, que pode ser causada por alterações na quantidade, na motilidade ou na forma dos espermatozoides
    • Varicocele, que é a dilatação das veias do escroto, que pode aumentar a temperatura e prejudicar a produção dos espermatozoides
    • Infecções no aparelho reprodutor, como caxumba, prostatites ou uretrites, que podem causar inflamação ou obstrução dos ductos seminíferos
    • Criptorquidia, que é a ausência de descida dos testículos para o escroto durante o desenvolvimento fetal
    • Quimioterapia e radioterapia, que podem afetar a produção ou a qualidade dos espermatozoides
    • Alterações hormonais, que podem afetar a produção ou a liberação dos hormônios responsáveis pela espermatogênese
    • Insuficiência testicular, que é a incapacidade dos testículos de produzir espermatozoides ou hormônios
    • Alterações anatômicas, que podem dificultar a passagem dos espermatozoides pelo trato reprodutor

    Como prevenir a infertilidade?

    Apesar das causas da infertilidade serem variadas, algumas medidas podem ser preventivas para facilitar a gravidez. A adoção de hábitos saudáveis, com uma dieta balanceada para a alimentação, além da prática adequada de exercícios físicos e tempo ideal para o sono, são importantes para manter o equilíbrio hormonal e o funcionamento adequado do sistema reprodutor.

    Além disso, é recomendado evitar o consumo excessivo de álcool e drogas, praticar sexo seguro para prevenir infecções sexualmente transmissíveis, manter um peso saudável para evitar obesidade ou desnutrição, evitar exposição a agentes tóxicos ou radiações e procurar ajuda médica em caso de doenças crônicas ou cirurgias prévias.

    Outra medida preventiva é tentar engravidar quando for mais jovem ou mais tarde, pois a fertilidade diminui bastante após os 35 anos e continua em tendência de queda a cada ano. A idade ideal para engravidar varia de acordo com cada pessoa e cada casal, mas é importante estar ciente dos riscos e benefícios de cada faixa etária.

    Como tratar a infertilidade?

    O tratamento da infertilidade depende da causa, da idade, do tempo de tentativas e da preferência do casal. Existem diferentes métodos de tratamento, que podem ser divididos em três categorias: medicamentosos, cirúrgicos e de reprodução assistida.

    Os tratamentos medicamentosos visam corrigir as alterações hormonais ou estimular a ovulação ou a produção de espermatozoides. Eles podem ser usados isoladamente ou em combinação com outros métodos. Alguns exemplos de medicamentos usados são o citrato de clomifeno, a gonadotrofina coriônica humana, o letrozol e a metformina.

    Os tratamentos cirúrgicos estão indicados em algumas causas de infertilidade. São exemplos os miomas, os pólipos, as malformações uterinas, as alterações tubárias corrigíveis e a endometriose. Atualmente, para mulheres, dá-se preferência aos procedimentos minimamente invasivos, como a laparoscopia e a histeroscopia. Já no tratamento para infertilidade masculina, é possível tratar cirurgicamente a varicocele ou realizar a reversão da vasectomia.

    Os tratamentos de reprodução assistida são aqueles que envolvem a manipulação dos gametas ou dos embriões fora do corpo. Eles podem ser de baixa complexidade, como a inseminação intrauterina, ou de alta complexidade, como a fertilização in vitro. Esses métodos são indicados quando os outros tratamentos não tiveram sucesso ou quando há fatores irreversíveis de infertilidade.

    A infertilidade é um problema que afeta muitos casais e que pode ter diversas causas. A prevenção e o tratamento devem ser feitos com orientação médica e com base nas características de cada caso. A busca por uma gravidez deve ser feita com tranquilidade e confiança, respeitando os limites e as possibilidades de cada um.

  • Febre maculosa: conheça os sintomas, o tratamento e a prevenção dessa doença transmitida por carrapatos

    Febre maculosa: conheça os sintomas, o tratamento e a prevenção dessa doença transmitida por carrapatos

    A febre maculosa é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Rickettsia rickettsii, que pode ser transmitida para as pessoas pela picada de carrapatos, principalmente os da família Ixodida, como o carrapato-estrela.

    A febre maculosa pode causar sintomas graves e até levar à morte se não for tratada adequadamente.

    Quais são os sintomas da febre maculosa?

    Os sintomas da febre maculosa podem variar desde formas leves e atípicas até formas graves e fatais. Os principais sintomas são:

    • Febre acima de 39ºC e calafrios;
    • Dor de cabeça intensa;
    • Conjuntivite;
    • Náuseas e vômitos;
    • Diarreia e dor abdominal;
    • Dor muscular constante;
    • Insônia e dificuldade para descansar;
    • Inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés;
    • Gangrena nos dedos e orelhas;
    • Paralisia dos membros que inicia nas pernas e vai subindo até os pulmões causando parada respiratória.

    Além disso, com a evolução da doença, é comum o aparecimento de manchas vermelhas nos pulsos e tornozelos, que não coçam, mas que podem aumentar em direção às palmas das mãos, braços ou solas dos pés.

    Como é feito o diagnóstico da febre maculosa?

    O diagnóstico da febre maculosa deve ser feito por um médico clínico geral ou infectologista, a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e do resultado de exames de sangue. Normalmente, o médico indica a realização de hemograma, em que é observada anemia e diminuição do número de plaquetas, além da dosagem de CK, LDH, ALT e AST no sangue, que também estão alterados em caso de febre maculosa. Em alguns casos, pode ser indicada a realização de exames de imagem para avaliar se há comprometimento de algum órgão e verificar a gravidade da doença.

    O diagnóstico precoce da febre maculosa é muito importante, pois a doença pode evoluir rapidamente para complicações graves, como inflamação do cérebro, paralisia, insuficiência respiratória ou insuficiência renal, que podem colocar em risco a vida da pessoa.

    Como é feito o tratamento da febre maculosa?

    O tratamento da febre maculosa deve ser iniciado o mais rápido possível após o surgimento dos primeiros sintomas, com antibióticos específicos para combater a bactéria Rickettsia rickettsii. O antibiótico mais usado é a doxiciclina, que deve ser administrado por via oral ou intravenosa por 7 a 10 dias. Outros antibióticos que podem ser usados são a cloranfenicol e a ciprofloxacina.

    O tratamento também deve incluir medidas de suporte para aliviar os sintomas e prevenir complicações, como hidratação adequada, controle da dor e da febre, uso de oxigênio ou ventilação mecânica se necessário.

    Como prevenir a febre maculosa?

    A melhor forma de prevenir a febre maculosa é evitar o contato com carrapatos, especialmente em áreas de mata, floresta, fazenda ou trilha ecológica, onde esses animais podem estar presentes. Algumas medidas de prevenção são:

    • Usar roupas claras, compridas e fechadas, que cubram todo o corpo;
    • Usar sapatos fechados e meias;
    • Usar repelentes à base de DEET ou icaridina na pele e nas roupas;
    • Examinar o corpo cuidadosamente após sair de áreas de risco, procurando por carrapatos;
    • Remover os carrapatos com uma pinça, puxando-os pela cabeça, sem esmagá-los ou torcê-los;
    • Lavar as mãos e o local da picada com água e sabão após remover os carrapatos;
    • Procurar atendimento médico se apresentar sintomas sugestivos de febre maculosa.

    Além disso, é importante controlar a população de carrapatos no ambiente, usando inseticidas específicos e eliminando os animais que podem servir de hospedeiros para eles, como capivaras, cavalos, cães e roedores.

    A febre maculosa é uma doença grave que pode ser transmitida pela picada de carrapatos infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii. A doença pode causar sintomas como febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele e paralisia. O diagnóstico deve ser feito por um médico a partir da avaliação clínica e de exames de sangue. O tratamento deve ser iniciado o quanto antes com antibióticos e medidas de suporte. A prevenção consiste em evitar o contato com carrapatos e remover os que estiverem no corpo.

    A febre maculosa pode causar sintomas graves e até levar à morte se não for tratada adequadamente.

    Quais são os sintomas da febre maculosa?

    Os sintomas da febre maculosa podem variar desde formas leves e atípicas até formas graves e fatais. Os principais sintomas são:

    • Febre acima de 39ºC e calafrios;
    • Dor de cabeça intensa;
    • Conjuntivite;
    • Náuseas e vômitos;
    • Diarreia e dor abdominal;
    • Dor muscular constante;
    • Insônia e dificuldade para descansar;
    • Inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés;
    • Gangrena nos dedos e orelhas;
    • Paralisia dos membros que inicia nas pernas e vai subindo até os pulmões causando parada respiratória.

    Além disso, com a evolução da doença, é comum o aparecimento de manchas vermelhas nos pulsos e tornozelos, que não coçam, mas que podem aumentar em direção às palmas das mãos, braços ou solas dos pés.

    Como é feito o diagnóstico da febre maculosa?

    O diagnóstico da febre maculosa deve ser feito por um médico clínico geral ou infectologista, a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e do resultado de exames de sangue. Normalmente, o médico indica a realização de hemograma, em que é observada anemia e diminuição do número de plaquetas, além da dosagem de CK, LDH, ALT e AST no sangue, que também estão alterados em caso de febre maculosa. Em alguns casos, pode ser indicada a realização de exames de imagem para avaliar se há comprometimento de algum órgão e verificar a gravidade da doença.

    O diagnóstico precoce da febre maculosa é muito importante, pois a doença pode evoluir rapidamente para complicações graves, como inflamação do cérebro, paralisia, insuficiência respiratória ou insuficiência renal, que podem colocar em risco a vida da pessoa.

    Como é feito o tratamento da febre maculosa?

    O tratamento da febre maculosa deve ser iniciado o mais rápido possível após o surgimento dos primeiros sintomas, com antibióticos específicos para combater a bactéria Rickettsia rickettsii. O antibiótico mais usado é a doxiciclina, que deve ser administrado por via oral ou intravenosa por 7 a 10 dias. Outros antibióticos que podem ser usados são a cloranfenicol e a ciprofloxacina.

    O tratamento também deve incluir medidas de suporte para aliviar os sintomas e prevenir complicações, como hidratação adequada, controle da dor e da febre, uso de oxigênio ou ventilação mecânica se necessário.

    Como prevenir a febre maculosa?

    A melhor forma de prevenir a febre maculosa é evitar o contato com carrapatos, especialmente em áreas de mata, floresta, fazenda ou trilha ecológica, onde esses animais podem estar presentes. Algumas medidas de prevenção são:

    • Usar roupas claras, compridas e fechadas, que cubram todo o corpo;
    • Usar sapatos fechados e meias;
    • Usar repelentes à base de DEET ou icaridina na pele e nas roupas;
    • Examinar o corpo cuidadosamente após sair de áreas de risco, procurando por carrapatos;
    • Remover os carrapatos com uma pinça, puxando-os pela cabeça, sem esmagá-los ou torcê-los;
    • Lavar as mãos e o local da picada com água e sabão após remover os carrapatos;
    • Procurar atendimento médico se apresentar sintomas sugestivos de febre maculosa.

    Além disso, é importante controlar a população de carrapatos no ambiente, usando inseticidas específicos e eliminando os animais que podem servir de hospedeiros para eles, como capivaras, cavalos, cães e roedores.

    A febre maculosa é uma doença grave que pode ser transmitida pela picada de carrapatos infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii. A doença pode causar sintomas como febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele e paralisia. O diagnóstico deve ser feito por um médico a partir da avaliação clínica e de exames de sangue. O tratamento deve ser iniciado o quanto antes com antibióticos e medidas de suporte. A prevenção consiste em evitar o contato com carrapatos e remover os que estiverem no corpo.

  • Sífilis no Brasil: uma epidemia silenciosa que precisa de atenção

    Sífilis no Brasil: uma epidemia silenciosa que precisa de atenção

    A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Treponema pallidum, que pode trazer complicações graves se não for tratada adequadamente.

    A doença se manifesta em diferentes estágios e pode ser transmitida de uma pessoa infectada para outra por meio de relações sexuais desprotegidas ou da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.

    No Brasil, os casos de sífilis vêm aumentando de forma preocupante nos últimos anos, revelando uma epidemia silenciosa que precisa de atenção. De acordo com o Boletim Epidemiológico de Sífilis 2021, do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 167 mil novos casos de sífilis adquirida, 74 mil casos em gestantes e 27 mil casos de sífilis congênita em 2021. Além disso, foram notificados 192 óbitos por sífilis congênita no mesmo ano.

    Os dados mostram que a sífilis é um problema de saúde pública que afeta todas as regiões do país e todos os grupos populacionais, independentemente de idade, sexo ou classe social. A doença pode causar lesões na pele, nos ossos, no sistema cardiovascular e no sistema nervoso central, podendo levar à morte. No caso das gestantes, a sífilis pode provocar aborto, parto prematuro, malformações fetais e morte neonatal.

    A boa notícia é que a sífilis tem cura e o tratamento é simples e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O diagnóstico é feito por meio de testes rápidos que estão disponíveis nos serviços de saúde e que fornecem o resultado em até 30 minutos. O tratamento é feito com a penicilina benzatina (benzetacil), que é aplicada em doses adequadas de acordo com o estágio da doença.

    Para prevenir a sífilis, é fundamental o uso da camisinha masculina ou feminina em todas as relações sexuais. Essa é a única forma de evitar a infecção pela bactéria. Além disso, as gestantes devem fazer o pré-natal adequado e realizar os testes para sífilis no início da gravidez e em outros momentos indicados pelo profissional de saúde.

    A sífilis é uma doença grave que pode ser evitada com medidas simples e eficazes. Por isso, é importante se informar sobre os sintomas, as formas de transmissão e o tratamento da doença. Também é essencial buscar os serviços de saúde sempre que houver alguma dúvida ou suspeita de infecção. Assim, é possível proteger a sua saúde e a de quem você ama.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    A doença se manifesta em diferentes estágios e pode ser transmitida de uma pessoa infectada para outra por meio de relações sexuais desprotegidas ou da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto.

    No Brasil, os casos de sífilis vêm aumentando de forma preocupante nos últimos anos, revelando uma epidemia silenciosa que precisa de atenção. De acordo com o Boletim Epidemiológico de Sífilis 2021, do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 167 mil novos casos de sífilis adquirida, 74 mil casos em gestantes e 27 mil casos de sífilis congênita em 2021. Além disso, foram notificados 192 óbitos por sífilis congênita no mesmo ano.

    Os dados mostram que a sífilis é um problema de saúde pública que afeta todas as regiões do país e todos os grupos populacionais, independentemente de idade, sexo ou classe social. A doença pode causar lesões na pele, nos ossos, no sistema cardiovascular e no sistema nervoso central, podendo levar à morte. No caso das gestantes, a sífilis pode provocar aborto, parto prematuro, malformações fetais e morte neonatal.

    A boa notícia é que a sífilis tem cura e o tratamento é simples e gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O diagnóstico é feito por meio de testes rápidos que estão disponíveis nos serviços de saúde e que fornecem o resultado em até 30 minutos. O tratamento é feito com a penicilina benzatina (benzetacil), que é aplicada em doses adequadas de acordo com o estágio da doença.

    Para prevenir a sífilis, é fundamental o uso da camisinha masculina ou feminina em todas as relações sexuais. Essa é a única forma de evitar a infecção pela bactéria. Além disso, as gestantes devem fazer o pré-natal adequado e realizar os testes para sífilis no início da gravidez e em outros momentos indicados pelo profissional de saúde.

    A sífilis é uma doença grave que pode ser evitada com medidas simples e eficazes. Por isso, é importante se informar sobre os sintomas, as formas de transmissão e o tratamento da doença. Também é essencial buscar os serviços de saúde sempre que houver alguma dúvida ou suspeita de infecção. Assim, é possível proteger a sua saúde e a de quem você ama.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Fezolinetant: o novo medicamento para tratar os fogachos da menopausa

    Fezolinetant: o novo medicamento para tratar os fogachos da menopausa

    A menopausa é uma fase da vida das mulheres que traz muitas mudanças hormonais e físicas. Uma das mais incômodas são os fogachos, aquelas ondas de calor repentinas que causam suor e desconforto.

    Muitas mulheres recorrem à terapia hormonal para aliviar esses sintomas, mas essa opção pode ter efeitos colaterais indesejados, como risco de câncer de mama e trombose.

    Por isso, pesquisadores têm buscado outras formas de tratar os fogachos sem interferir nos hormônios femininos. Uma delas é o fezolinetant, um medicamento que age no cérebro, bloqueando a ação de um neurotransmissor chamado neuroquinina B. Esse neurotransmissor está envolvido na regulação da temperatura corporal e aumenta durante a menopausa.

    O fezolinetant foi testado em ensaios clínicos com mais de 2 mil mulheres na pós-menopausa que sofriam de fogachos moderados a graves. Os resultados mostraram que o medicamento reduziu significativamente a frequência e a intensidade dos fogachos, melhorando a qualidade de vida das participantes. Além disso, o fezolinetant teve poucos efeitos colaterais, sendo bem tolerado pelas mulheres.

    Com base nesses dados, a FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o fezolinetant como o primeiro tratamento não hormonal para os fogachos da menopausa. O medicamento deve chegar ao mercado americano em 2023, sob o nome comercial de Kyzatrex.

    O fezolinetant representa uma nova esperança para as mulheres que sofrem com os fogachos e não querem ou não podem usar hormônios. No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do medicamento a longo prazo e em diferentes grupos populacionais.

    Fonte: Link.

    Muitas mulheres recorrem à terapia hormonal para aliviar esses sintomas, mas essa opção pode ter efeitos colaterais indesejados, como risco de câncer de mama e trombose.

    Por isso, pesquisadores têm buscado outras formas de tratar os fogachos sem interferir nos hormônios femininos. Uma delas é o fezolinetant, um medicamento que age no cérebro, bloqueando a ação de um neurotransmissor chamado neuroquinina B. Esse neurotransmissor está envolvido na regulação da temperatura corporal e aumenta durante a menopausa.

    O fezolinetant foi testado em ensaios clínicos com mais de 2 mil mulheres na pós-menopausa que sofriam de fogachos moderados a graves. Os resultados mostraram que o medicamento reduziu significativamente a frequência e a intensidade dos fogachos, melhorando a qualidade de vida das participantes. Além disso, o fezolinetant teve poucos efeitos colaterais, sendo bem tolerado pelas mulheres.

    Com base nesses dados, a FDA (Food and Drug Administration), a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o fezolinetant como o primeiro tratamento não hormonal para os fogachos da menopausa. O medicamento deve chegar ao mercado americano em 2023, sob o nome comercial de Kyzatrex.

    O fezolinetant representa uma nova esperança para as mulheres que sofrem com os fogachos e não querem ou não podem usar hormônios. No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do medicamento a longo prazo e em diferentes grupos populacionais.

    Fonte: Link.

  • Doenças respiratórias em crianças: como prevenir e tratar

    Doenças respiratórias em crianças: como prevenir e tratar

    Com a chegada do outono e a queda de temperatura, aumentam os casos de doenças respiratórias entre as crianças, principalmente causadas por vírus como o sincicial respiratório, o bocavírus, o rinovírus e o parainfluenza.

    Esses vírus provocam sintomas como tosse, coriza, espirros e febre, que podem se agravar em alguns casos e levar à internação.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, houve um aumento de 30% nas internações de crianças de até 5 anos por síndrome respiratória aguda grave nos primeiros quatro meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Especialistas apontam que esse crescimento está relacionado às recentes flexibilizações nas medidas de contenção da pandemia e ao retorno às aulas em todo o país.

    Para prevenir e tratar as doenças respiratórias em crianças, é importante adotar algumas medidas simples, como:

    • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe;

    • Evitar aglomerações e ambientes fechados ou mal ventilados;

    • Lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel;

    • Usar máscara quando sair de casa (para crianças acima de 2 anos);

    • Não compartilhar objetos pessoais, como copos e talheres;

    • Hidratar bem a criança e oferecer alimentos saudáveis;

    • Não fumar ou expor a criança à fumaça do cigarro;

    • Não levar a criança à escola se ela apresentar sintomas de doença respiratória;

    • Procurar atendimento médico se a criança tiver febre persistente por mais de cinco dias, esforço respiratório, prostração ou sonolência excessiva, recusa de líquidos ou de via oral.

    Com esses cuidados, é possível reduzir o risco de complicações e garantir a saúde das crianças.

    Esses vírus provocam sintomas como tosse, coriza, espirros e febre, que podem se agravar em alguns casos e levar à internação.

    Segundo dados do Ministério da Saúde, houve um aumento de 30% nas internações de crianças de até 5 anos por síndrome respiratória aguda grave nos primeiros quatro meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Especialistas apontam que esse crescimento está relacionado às recentes flexibilizações nas medidas de contenção da pandemia e ao retorno às aulas em todo o país.

    Para prevenir e tratar as doenças respiratórias em crianças, é importante adotar algumas medidas simples, como:

    • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe;

    • Evitar aglomerações e ambientes fechados ou mal ventilados;

    • Lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel;

    • Usar máscara quando sair de casa (para crianças acima de 2 anos);

    • Não compartilhar objetos pessoais, como copos e talheres;

    • Hidratar bem a criança e oferecer alimentos saudáveis;

    • Não fumar ou expor a criança à fumaça do cigarro;

    • Não levar a criança à escola se ela apresentar sintomas de doença respiratória;

    • Procurar atendimento médico se a criança tiver febre persistente por mais de cinco dias, esforço respiratório, prostração ou sonolência excessiva, recusa de líquidos ou de via oral.

    Com esses cuidados, é possível reduzir o risco de complicações e garantir a saúde das crianças.

  • Como identificar TOC em crianças e como tratá-lo

    Como identificar TOC em crianças e como tratá-lo

    O TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) é uma doença que afeta não só os adultos, mas também as crianças.

    Ele se caracteriza por pensamentos obsessivos que causam ansiedade e medo, e que são aliviados por comportamentos compulsivos e repetitivos. Esses pensamentos e comportamentos podem interferir na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida das crianças.

    Mas como saber se uma criança tem TOC? Quais são os sinais que os pais e os professores devem observar? E o que fazer para ajudar uma criança com TOC?

    Os sintomas do TOC infantil podem variar de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento da criança. Algumas obsessões comuns são: medo de contaminação, medo de acidentes ou de perder pessoas próximas, necessidade de perfeição ou simetria, pensamentos religiosos ou agressivos. As compulsões são ações que a criança faz para tentar neutralizar essas obsessões, como: lavar as mãos, verificar portas ou janelas, repetir palavras ou orações, arrumar objetos, contar ou tocar em coisas.

    Para diagnosticar o TOC, é preciso que as obsessões e/ou as compulsões causem sofrimento ou incômodo à criança ou aos seus familiares, que consumam tempo (pelo menos uma hora por dia) e que limitem as atividades da criança. O diagnóstico é clínico, ou seja, feito por um médico ou psicólogo especializado, sem a necessidade de exames laboratoriais ou radiológicos.

    O tratamento do TOC infantil pode envolver terapia e medicamentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais indicadas, pois ajuda a criança a reconhecer e modificar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Os medicamentos antidepressivos podem ser prescritos em alguns casos, sempre com orientação médica. O apoio da família e da escola também é fundamental para o sucesso do tratamento.

    O TOC infantil é uma condição séria, mas que tem solução. Quanto mais cedo for identificado e tratado, maiores são as chances de recuperação e de prevenção de complicações futuras. Se você suspeita que seu filho ou aluno possa ter TOC, procure ajuda profissional.

    Ele se caracteriza por pensamentos obsessivos que causam ansiedade e medo, e que são aliviados por comportamentos compulsivos e repetitivos. Esses pensamentos e comportamentos podem interferir na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida das crianças.

    Mas como saber se uma criança tem TOC? Quais são os sinais que os pais e os professores devem observar? E o que fazer para ajudar uma criança com TOC?

    Os sintomas do TOC infantil podem variar de acordo com a idade e o estágio de desenvolvimento da criança. Algumas obsessões comuns são: medo de contaminação, medo de acidentes ou de perder pessoas próximas, necessidade de perfeição ou simetria, pensamentos religiosos ou agressivos. As compulsões são ações que a criança faz para tentar neutralizar essas obsessões, como: lavar as mãos, verificar portas ou janelas, repetir palavras ou orações, arrumar objetos, contar ou tocar em coisas.

    Para diagnosticar o TOC, é preciso que as obsessões e/ou as compulsões causem sofrimento ou incômodo à criança ou aos seus familiares, que consumam tempo (pelo menos uma hora por dia) e que limitem as atividades da criança. O diagnóstico é clínico, ou seja, feito por um médico ou psicólogo especializado, sem a necessidade de exames laboratoriais ou radiológicos.

    O tratamento do TOC infantil pode envolver terapia e medicamentos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens mais indicadas, pois ajuda a criança a reconhecer e modificar seus pensamentos e comportamentos disfuncionais. Os medicamentos antidepressivos podem ser prescritos em alguns casos, sempre com orientação médica. O apoio da família e da escola também é fundamental para o sucesso do tratamento.

    O TOC infantil é uma condição séria, mas que tem solução. Quanto mais cedo for identificado e tratado, maiores são as chances de recuperação e de prevenção de complicações futuras. Se você suspeita que seu filho ou aluno possa ter TOC, procure ajuda profissional.