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“Bolsonaro faz campanha contra o único meio capaz de frear a pandemia e insiste em tratamento ineficaz”, lamenta infectologista
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O infectologista A.D.B, que preferiu não se identificar, relatou à W Rádio Brasil que alguns de seus colegas tentaram se aproximar do governo no ano passado ao divulgarem resultados positivos com o uso do “kit covid” no tratamento de infecções do coronavírus.
Os resultados teriam sido divulgados em grupos de WhatsApp e em redes sociais. No entanto, não havia nenhum respaldo científico nos testes feitos por esses médicos.
“Naquela época ainda existia muita dúvida em relação aos medicamentos compostos pelo kit. Hoje nós sabemos o que ajuda no tratamento e o que não faz sentido algum”, disse ele.
Ainda segundo A.D.B, era comum ver médicos participando de “lives” em canais no YouTube, Instagram e Facebook de empresários e influenciadores bolsonaristas.
“Eles atacavam as vacinas e defendiam o tratamento precoce com uso do “kit covid”, citando inclusive locais e consultórios que faziam as receitas. Muitos desses vídeos foram excluídos das plataformas, mas alguns ainda são acessíveis”, disse ele.
Para A.D.B, o ataque contra a vacinação foi coordenado e tinha a intenção de atingir principalmente a Coronavac.
“Todas as vacinas aplicadas no Brasil foram aprovadas pela Anvisa e se mostram extremamente seguras e eficazes. O único tratamento que não foi aprovado, que não é eficaz e nem seguro é o defendido pelo presidente”, disse ele.
“Bolsonaro fez e ainda faz campanha contra o único meio capaz de frear a pandemia e insiste em tratamento ineficaz. Nós sabemos qual é o interesse dele nisso. O que eu não compreendo é como ainda existem colegas que apoiam isso”, completou.
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Começa nesta sexta a campanha de multivacinação para crianças e adolescentes em todo o país

Cerca de 45 mil postos de vacinação em todo o país estarão abertos para aplicar os 18 imunizantes que compõem o Calendário de Vacinação deste público.
Com a campanha, o Ministério da Saúde quer atualizar a caderneta de vacinação das crianças e jovens e reforçar a proteção contra doenças como catapora, caxumba, poliomielite (paralisia infantil), sarampo e tuberculose.
A medida poderá reduzir a ocorrência de surtos e internações, além de sequelas, tratamentos de reabilitação e mortes.
As vacinas disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) são seguras e estão registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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Lewandowski decide que cabe a Estados e municípios definir vacinação de adolescentes
Para o ministro, a adequação do Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra Covid-19 às realidades locais poderá ser feita desde que seja dada publicidade às suas decisões e acompanhadas de dados científicos e avaliações estratégicas.
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Ministério da Saúde suspende vacinação de jovens sem comorbidades
O Ministério da Saúde divulgou nota recomendando que não haja vacinação em adolescentes sem comorbidades. Segundo a nota, a Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda a vacinação de adolescentes com ou sem comorbidades, pois a maior parte dos adolescentes sem comorbidades apresenta “evolução benigna” da doença.
A recomendação do Ministério da Saúde passa a ser de vacinar apenas adolescentes de 12 a 17 anos que apresentem deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade. A nota é assinada pela secretária extraordinária de enfrentamento à Covid, Rosana Leite de Mello.
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