Autor: Clara Bittencourt

  • Galáxia mais fraca do universo primitivo é confirmada por astrofísicos

    Galáxia mais fraca do universo primitivo é confirmada por astrofísicos

    Uma equipe internacional de pesquisadores liderada por astrofísicos da UCLA confirmou a existência da galáxia mais fraca já vista no universo primitivo. A galáxia, chamada JD1, é uma das mais distantes identificadas até hoje, e é típica das que queimaram a névoa de hidrogênio deixada pelo Big Bang, permitindo que a luz brilhasse pelo universo…

    A descoberta foi feita usando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, e os resultados foram publicados na revista Nature. A galáxia JD1 é tão fraca e tão longe que é difícil de estudar sem um telescópio poderoso – e uma mãozinha da natureza. JD1 está localizada atrás de um grande aglomerado de galáxias próximas, chamado Abell 2744, cuja força gravitacional combinada curva e amplifica a luz de JD1, fazendo-a parecer maior e 13 vezes mais brilhante do que seria normalmente.

    Os pesquisadores usaram o espectrógrafo infravermelho próximo do Telescópio Webb, NIRSpec, para obter um espectro de luz infravermelha da galáxia, permitindo-lhes determinar sua idade precisa e sua distância da Terra, bem como o número de estrelas e a quantidade de poeira e elementos pesados que ela formou em sua vida relativamente curta.

    O primeiro bilhão de anos da vida do universo foi um período crucial em sua evolução. Após o Big Bang, cerca de 13,8 bilhões de anos atrás, o universo se expandiu e esfriou o suficiente para que os átomos de hidrogênio se formassem. Os átomos de hidrogênio absorvem fótons ultravioleta das jovens estrelas; no entanto, até o nascimento das primeiras estrelas e galáxias, alguns milhões de anos depois, o universo ficou escuro e entrou em um período conhecido como as idades das trevas cósmicas.

    O aparecimento das primeiras estrelas e galáxias banhou o universo em luz ultravioleta energética que começou a queimar, ou ionizar, a névoa de hidrogênio. Isso, por sua vez, permitiu que os fótons viajassem pelo espaço, tornando o universo transparente. Determinar os tipos de galáxias que dominaram essa era – chamada de Época da Reionização – é um dos principais objetivos da astronomia atualmente.

    “Antes do Telescópio Webb ser ligado, há apenas um ano, não podíamos nem sonhar em confirmar uma galáxia tão fraca”, disse Tommaso Treu, professor de física e astronomia da UCLA, e segundo autor do estudo. “A combinação do JWST e do poder de ampliação da lente gravitacional é uma revolução. Estamos reescrevendo o livro sobre como as galáxias se formaram e evoluíram logo após o Big Bang.”

    Fonte: Link.

    A descoberta foi feita usando o Telescópio Espacial James Webb da NASA, e os resultados foram publicados na revista Nature. A galáxia JD1 é tão fraca e tão longe que é difícil de estudar sem um telescópio poderoso – e uma mãozinha da natureza. JD1 está localizada atrás de um grande aglomerado de galáxias próximas, chamado Abell 2744, cuja força gravitacional combinada curva e amplifica a luz de JD1, fazendo-a parecer maior e 13 vezes mais brilhante do que seria normalmente.

    Os pesquisadores usaram o espectrógrafo infravermelho próximo do Telescópio Webb, NIRSpec, para obter um espectro de luz infravermelha da galáxia, permitindo-lhes determinar sua idade precisa e sua distância da Terra, bem como o número de estrelas e a quantidade de poeira e elementos pesados que ela formou em sua vida relativamente curta.

    O primeiro bilhão de anos da vida do universo foi um período crucial em sua evolução. Após o Big Bang, cerca de 13,8 bilhões de anos atrás, o universo se expandiu e esfriou o suficiente para que os átomos de hidrogênio se formassem. Os átomos de hidrogênio absorvem fótons ultravioleta das jovens estrelas; no entanto, até o nascimento das primeiras estrelas e galáxias, alguns milhões de anos depois, o universo ficou escuro e entrou em um período conhecido como as idades das trevas cósmicas.

    O aparecimento das primeiras estrelas e galáxias banhou o universo em luz ultravioleta energética que começou a queimar, ou ionizar, a névoa de hidrogênio. Isso, por sua vez, permitiu que os fótons viajassem pelo espaço, tornando o universo transparente. Determinar os tipos de galáxias que dominaram essa era – chamada de Época da Reionização – é um dos principais objetivos da astronomia atualmente.

    “Antes do Telescópio Webb ser ligado, há apenas um ano, não podíamos nem sonhar em confirmar uma galáxia tão fraca”, disse Tommaso Treu, professor de física e astronomia da UCLA, e segundo autor do estudo. “A combinação do JWST e do poder de ampliação da lente gravitacional é uma revolução. Estamos reescrevendo o livro sobre como as galáxias se formaram e evoluíram logo após o Big Bang.”

    Fonte: Link.

  • Ketamina é eficaz no tratamento da depressão severa, diz estudo

    Ketamina é eficaz no tratamento da depressão severa, diz estudo

    Um estudo conduzido por pesquisadores do Massachusetts General Brigham, nos Estados Unidos, comparou os efeitos da ketamina e da eletroconvulsoterapia (ECT) no tratamento da depressão resistente ao tratamento. Os resultados, publicados na revista New England Journal of Medicine, mostraram que a ketamina foi mais eficaz e teve menos efeitos colaterais do que a ECT.

    A ketamina é um anestésico e analgésico que tem sido usado há décadas em medicina veterinária e humana. Estudos anteriores já haviam sugerido que doses baixas da droga poderiam ter um efeito antidepressivo rápido e duradouro em pessoas com transtorno depressivo maior (TDM).

    O estudo envolveu 403 pacientes com TDM não psicótico que não responderam a pelo menos dois antidepressivos diferentes. Eles foram divididos em dois grupos: um recebeu ketamina intravenosa duas vezes por semana durante três semanas, e outro recebeu ECT três vezes por semana durante o mesmo período. Os pacientes foram acompanhados por seis meses após o tratamento e responderam a questionários sobre seus sintomas depressivos, qualidade de vida e memória.

    Os pesquisadores encontraram que 55% dos pacientes que receberam ketamina e 41% dos que receberam ECT tiveram uma melhora de pelo menos 50% em seus sintomas depressivos e uma melhora na qualidade de vida que durou ao longo dos seis meses de monitoramento. O tratamento com ECT foi associado a perda de memória e efeitos adversos musculoesqueléticos. O tratamento com ketamina não teve efeitos colaterais significativos, exceto por uma experiência de dissociação transitória no momento da aplicação.

    Segundo Amit Anand, diretor de Psiquiatria Translacional Clínica do Massachusetts General Brigham e professor de psiquiatria na Harvard Medical School, este é o maior estudo comparando ketamina e ECT para depressão já realizado, e o único que também mediu os impactos na memória.

    “ECT tem sido o padrão-ouro para tratar a depressão severa há mais de 80 anos”, disse Anand. “Mas é também um tratamento controverso porque pode causar perda de memória, requer anestesia e está associado a estigma social. Este estudo nos mostra que a ketamina intravenosa foi não inferior à ECT para o tratamento da depressão resistente ao tratamento não psicótica e poderia ser considerada como uma alternativa adequada para a condição”.

    Os autores ressaltam que seus achados se baseiam em desfechos auto-relatados e que o desenho aberto do estudo poderia ter influenciado as taxas de resposta. Mas sua abordagem centrada no paciente e seu desenho realista podem também ser uma força, permitindo que os resultados sejam mais facilmente traduzidos para a prática clínica.

    Anand e sua equipe estão agora trabalhando em um estudo de acompanhamento comparando ECT e ketamina para pacientes com depressão suicida aguda para ver se o mesmo impacto promissor é encontrado nessa população.

    “Pessoas com depressão resistente ao tratamento sofrem muito, então é animador que estudos como este estejam adicionando novas opções para elas”, disse Anand. “Com este estudo realista, os resultados são imediatamente transferíveis para o cenário clínico”.

    Fontes: Link1, Link 2.

    A ketamina é um anestésico e analgésico que tem sido usado há décadas em medicina veterinária e humana. Estudos anteriores já haviam sugerido que doses baixas da droga poderiam ter um efeito antidepressivo rápido e duradouro em pessoas com transtorno depressivo maior (TDM).

    O estudo envolveu 403 pacientes com TDM não psicótico que não responderam a pelo menos dois antidepressivos diferentes. Eles foram divididos em dois grupos: um recebeu ketamina intravenosa duas vezes por semana durante três semanas, e outro recebeu ECT três vezes por semana durante o mesmo período. Os pacientes foram acompanhados por seis meses após o tratamento e responderam a questionários sobre seus sintomas depressivos, qualidade de vida e memória.

    Os pesquisadores encontraram que 55% dos pacientes que receberam ketamina e 41% dos que receberam ECT tiveram uma melhora de pelo menos 50% em seus sintomas depressivos e uma melhora na qualidade de vida que durou ao longo dos seis meses de monitoramento. O tratamento com ECT foi associado a perda de memória e efeitos adversos musculoesqueléticos. O tratamento com ketamina não teve efeitos colaterais significativos, exceto por uma experiência de dissociação transitória no momento da aplicação.

    Segundo Amit Anand, diretor de Psiquiatria Translacional Clínica do Massachusetts General Brigham e professor de psiquiatria na Harvard Medical School, este é o maior estudo comparando ketamina e ECT para depressão já realizado, e o único que também mediu os impactos na memória.

    “ECT tem sido o padrão-ouro para tratar a depressão severa há mais de 80 anos”, disse Anand. “Mas é também um tratamento controverso porque pode causar perda de memória, requer anestesia e está associado a estigma social. Este estudo nos mostra que a ketamina intravenosa foi não inferior à ECT para o tratamento da depressão resistente ao tratamento não psicótica e poderia ser considerada como uma alternativa adequada para a condição”.

    Os autores ressaltam que seus achados se baseiam em desfechos auto-relatados e que o desenho aberto do estudo poderia ter influenciado as taxas de resposta. Mas sua abordagem centrada no paciente e seu desenho realista podem também ser uma força, permitindo que os resultados sejam mais facilmente traduzidos para a prática clínica.

    Anand e sua equipe estão agora trabalhando em um estudo de acompanhamento comparando ECT e ketamina para pacientes com depressão suicida aguda para ver se o mesmo impacto promissor é encontrado nessa população.

    “Pessoas com depressão resistente ao tratamento sofrem muito, então é animador que estudos como este estejam adicionando novas opções para elas”, disse Anand. “Com este estudo realista, os resultados são imediatamente transferíveis para o cenário clínico”.

    Fontes: Link1, Link 2.

  • Reforma tributária pode ser aprovada em junho na Câmara dos Deputados

    Reforma tributária pode ser aprovada em junho na Câmara dos Deputados

    A reforma tributária, que visa simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, pode ser votada ainda neste mês na Câmara dos Deputados. A proposta, que tramita há mais de três anos no Congresso Nacional, avançou nesta semana com a aprovação do relatório do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) na comissão mista que analisa o tema.

    O texto do relator prevê a extinção de nove tributos federais, estaduais e municipais e a criação de dois novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual, e o Imposto Seletivo (IS), de competência federal. O IBS seria um imposto sobre valor agregado (IVA), que incidiria sobre todas as etapas de produção e consumo de bens e serviços. O IS seria um imposto seletivo, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas alcoólicas.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, reduzir a carga tributária sobre o consumo e aumentar a progressividade dos impostos, ou seja, fazer com que quem ganha mais pague mais e quem ganha menos pague menos. Além disso, a reforma busca eliminar distorções que prejudicam a competitividade das empresas brasileiras, como a cumulatividade dos impostos e a guerra fiscal entre os estados.

    A proposta do relator tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que afirmou que pretende colocar o texto em votação no plenário ainda em junho. No entanto, a reforma ainda enfrenta resistências de setores econômicos e políticos, que temem perder receitas ou benefícios fiscais com as mudanças propostas.

    Entre os pontos polêmicos da reforma estão a inclusão dos estados e municípios na unificação dos impostos sobre consumo; a alíquota única do IBS para todos os bens e serviços; a transição de dez anos para o novo sistema tributário; e a desoneração da folha de pagamentos das empresas.

    Para avançar na tramitação da reforma tributária, será preciso construir um consenso entre os diferentes interesses envolvidos, além de garantir o equilíbrio fiscal e a distribuição de recursos entre os entes federativos. A reforma tributária é considerada uma das prioridades da agenda econômica do governo federal e do Congresso Nacional para retomar o crescimento do país após a crise provocada pela pandemia da covid-19.

    O texto do relator prevê a extinção de nove tributos federais, estaduais e municipais e a criação de dois novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual, e o Imposto Seletivo (IS), de competência federal. O IBS seria um imposto sobre valor agregado (IVA), que incidiria sobre todas as etapas de produção e consumo de bens e serviços. O IS seria um imposto seletivo, que incidiria sobre produtos específicos, como combustíveis, cigarros e bebidas alcoólicas.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, reduzir a carga tributária sobre o consumo e aumentar a progressividade dos impostos, ou seja, fazer com que quem ganha mais pague mais e quem ganha menos pague menos. Além disso, a reforma busca eliminar distorções que prejudicam a competitividade das empresas brasileiras, como a cumulatividade dos impostos e a guerra fiscal entre os estados.

    A proposta do relator tem o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que afirmou que pretende colocar o texto em votação no plenário ainda em junho. No entanto, a reforma ainda enfrenta resistências de setores econômicos e políticos, que temem perder receitas ou benefícios fiscais com as mudanças propostas.

    Entre os pontos polêmicos da reforma estão a inclusão dos estados e municípios na unificação dos impostos sobre consumo; a alíquota única do IBS para todos os bens e serviços; a transição de dez anos para o novo sistema tributário; e a desoneração da folha de pagamentos das empresas.

    Para avançar na tramitação da reforma tributária, será preciso construir um consenso entre os diferentes interesses envolvidos, além de garantir o equilíbrio fiscal e a distribuição de recursos entre os entes federativos. A reforma tributária é considerada uma das prioridades da agenda econômica do governo federal e do Congresso Nacional para retomar o crescimento do país após a crise provocada pela pandemia da covid-19.

  • Banco do Brasil vai incentivar o mercado de créditos de carbono no país

    Banco do Brasil vai incentivar o mercado de créditos de carbono no país

    O crédito de carbono é um mecanismo que visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera, por meio da compensação financeira de projetos que evitam ou sequestram o carbono. Cada crédito equivale a uma tonelada de CO2 que deixou de ser emitida ou foi removida do ar.

    O mercado de créditos de carbono pode ser dividido em dois segmentos: o regulado e o voluntário. O primeiro é baseado em acordos internacionais, como o Protocolo de Kyoto e o Acordo de Paris, que estabelecem metas e regras para os países reduzirem suas emissões. O segundo é movido pela demanda de empresas, instituições e indivíduos que querem neutralizar sua pegada de carbono, por iniciativa própria ou por pressão da sociedade.

    No Brasil, o mercado voluntário de créditos de carbono ainda é incipiente, mas vem ganhando força com a participação de grandes empresas e bancos. Um exemplo é o Banco do Brasil, que anunciou recentemente um conjunto de iniciativas para apoiar seus clientes na originação, no desenvolvimento e na negociação de créditos de carbono.

    Uma das novidades é que o Banco do Brasil está aceitando crédito de carbono como forma de pagamento por imóveis rurais. A modalidade de pagamento é inédita no país, e, segundo o banco, foi adotada com o objetivo de apoiar o desenvolvimento sustentável do país. O uso desses créditos pode ser tanto para pagamento integral como parcial do imóvel.

    De acordo com a Agência Brasil, os imóveis estão localizados em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Para participarem do certame, os interessados precisam se cadastrar no site da leiloeira oficial do BB, www.lancenoleilao.com.br, com até 24 horas de antecedência da disputa.

    “A compra pode ocorrer 100% online, com pagamento em moeda corrente e certificados de crédito de carbono, ou integralmente, em créditos de carbono. Esses serão aceitos no valor unitário máximo de R$ 88,27 em ambas as possibilidades”, informou o banco ao destacar que os créditos de carbono devem ser gerados conforme “padrões e termos reconhecidos pelo mercado regulado ou pelo mercado voluntário, como o Verified Carbon Standard”.

    Além da possibilidade de comprar imóveis rurais com créditos de carbono, o Banco do Brasil também oferece apoio aos seus clientes na originação desses ativos. Para isso, foram estruturadas parcerias com empresas, startups e climatechs renomadas e atuantes no mercado voluntário de carbono para oferecerem apoio técnico para a elaboração de projetos das mais diversas metodologias, tais como: desmatamento evitado, recuperação de florestas, agricultura de baixo carbono, recuperação de áreas degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta e energia.

    O vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, Barreto Júnior, reforça que o Banco tem se debruçado sobre o tema da descarbonização e que a originação é uma das frentes do programa. “Por meio de mapeamento georreferenciado das propriedades, identificamos quem tem excedente de reserva legal, e podemos fazer uma abordagem ativa”, explica.

    Na ótica da comercialização, Barreto complementa que o Banco atua como um intermediário, que conectará quem vender o crédito de carbono e quem precisa comprá-lo para compensar suas emissões. “A partir de agora, temos condições de acolher clientes interessados na compra e ou na venda e fazer o cruzamento desses interesses de forma rápida, fluida, segura e com a solidez que a marca Banco do Brasil tem”, conclui.

    Com essas iniciativas, o Banco do Brasil se posiciona como um agente facilitador e fomentador do mercado voluntário de créditos de carbono no país, contribuindo para a transição para uma economia mais verde e sustentável.

    O mercado de créditos de carbono pode ser dividido em dois segmentos: o regulado e o voluntário. O primeiro é baseado em acordos internacionais, como o Protocolo de Kyoto e o Acordo de Paris, que estabelecem metas e regras para os países reduzirem suas emissões. O segundo é movido pela demanda de empresas, instituições e indivíduos que querem neutralizar sua pegada de carbono, por iniciativa própria ou por pressão da sociedade.

    No Brasil, o mercado voluntário de créditos de carbono ainda é incipiente, mas vem ganhando força com a participação de grandes empresas e bancos. Um exemplo é o Banco do Brasil, que anunciou recentemente um conjunto de iniciativas para apoiar seus clientes na originação, no desenvolvimento e na negociação de créditos de carbono.

    Uma das novidades é que o Banco do Brasil está aceitando crédito de carbono como forma de pagamento por imóveis rurais. A modalidade de pagamento é inédita no país, e, segundo o banco, foi adotada com o objetivo de apoiar o desenvolvimento sustentável do país. O uso desses créditos pode ser tanto para pagamento integral como parcial do imóvel.

    De acordo com a Agência Brasil, os imóveis estão localizados em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. Para participarem do certame, os interessados precisam se cadastrar no site da leiloeira oficial do BB, www.lancenoleilao.com.br, com até 24 horas de antecedência da disputa.

    “A compra pode ocorrer 100% online, com pagamento em moeda corrente e certificados de crédito de carbono, ou integralmente, em créditos de carbono. Esses serão aceitos no valor unitário máximo de R$ 88,27 em ambas as possibilidades”, informou o banco ao destacar que os créditos de carbono devem ser gerados conforme “padrões e termos reconhecidos pelo mercado regulado ou pelo mercado voluntário, como o Verified Carbon Standard”.

    Além da possibilidade de comprar imóveis rurais com créditos de carbono, o Banco do Brasil também oferece apoio aos seus clientes na originação desses ativos. Para isso, foram estruturadas parcerias com empresas, startups e climatechs renomadas e atuantes no mercado voluntário de carbono para oferecerem apoio técnico para a elaboração de projetos das mais diversas metodologias, tais como: desmatamento evitado, recuperação de florestas, agricultura de baixo carbono, recuperação de áreas degradadas, integração lavoura-pecuária-floresta e energia.

    O vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, Barreto Júnior, reforça que o Banco tem se debruçado sobre o tema da descarbonização e que a originação é uma das frentes do programa. “Por meio de mapeamento georreferenciado das propriedades, identificamos quem tem excedente de reserva legal, e podemos fazer uma abordagem ativa”, explica.

    Na ótica da comercialização, Barreto complementa que o Banco atua como um intermediário, que conectará quem vender o crédito de carbono e quem precisa comprá-lo para compensar suas emissões. “A partir de agora, temos condições de acolher clientes interessados na compra e ou na venda e fazer o cruzamento desses interesses de forma rápida, fluida, segura e com a solidez que a marca Banco do Brasil tem”, conclui.

    Com essas iniciativas, o Banco do Brasil se posiciona como um agente facilitador e fomentador do mercado voluntário de créditos de carbono no país, contribuindo para a transição para uma economia mais verde e sustentável.

  • Anvisa proíbe uso de cigarros eletrônicos em locais fechados

    Anvisa proíbe uso de cigarros eletrônicos em locais fechados

    O uso de cigarros eletrônicos em ambientes fechados é proibido no Brasil. Essa é a orientação da Anvisa, que emitiu uma nota técnica em maio de 2023 enquadrando os dispositivos na mesma lei que restringe o consumo de produtos fumígenos derivados ou não do tabaco.

    Neste post, vamos explicar o que são os cigarros eletrônicos, por que eles são considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, e quais são as regras para o seu uso no país. Acompanhe!

    O que são cigarros eletrônicos?

    Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, são dispositivos que funcionam por meio da vaporização de um líquido que contém nicotina e outras substâncias químicas. Eles são usados por algumas pessoas como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que sejam menos nocivos.

    No entanto, a Anvisa alerta que os cigarros eletrônicos não são seguros nem eficazes para cessar o tabagismo. Além disso, eles podem causar dependência, intoxicação e doenças respiratórias e cardiovasculares.

    Por que os cigarros eletrônicos são proibidos em ambientes fechados?

    De acordo com a nota técnica da Anvisa, os cigarros eletrônicos se enquadram na Lei nº 9.294/1996, que proíbe o uso de qualquer produto fumígeno que libere emissões de qualquer natureza em recintos coletivos fechados, sejam eles particulares ou públicos.

    Isso significa que os cigarros eletrônicos não podem ser usados em locais como bares, restaurantes, cinemas, shoppings, escolas, hospitais, transportes públicos e locais de trabalho.

    A razão para essa proibição é que as emissões dos cigarros eletrônicos, apesar de chamadas de vapor, são na verdade aerodispersóides, ou seja, partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar. Essas partículas podem conter componentes químicos que são potencialmente danosos à saúde e ao meio ambiente, como nicotina, propilenoglicol, glicerol, formaldeído e metais pesados.

    Assim, o uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados pode expor as pessoas à poluição do ar e aos riscos de intoxicação e doenças. Além disso, pode estimular o consumo de tabaco entre jovens e não fumantes.

    Como é a fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos?

    A fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Eles devem orientar os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos sobre a proibição e aplicar as sanções previstas em caso de descumprimento.

    As sanções podem variar desde advertência até multa, interdição e cancelamento da licença sanitária. Os valores das multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Vale lembrar que a comercialização dos cigarros eletrônicos também é proibida no Brasil desde 2009. A Anvisa considera que esses produtos não têm registro nem autorização para serem vendidos no país. Portanto, quem compra ou vende esses dispositivos está sujeito às penalidades da lei.

    Neste post, vamos explicar o que são os cigarros eletrônicos, por que eles são considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, e quais são as regras para o seu uso no país. Acompanhe!

    O que são cigarros eletrônicos?

    Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, são dispositivos que funcionam por meio da vaporização de um líquido que contém nicotina e outras substâncias químicas. Eles são usados por algumas pessoas como uma alternativa ao cigarro tradicional, acreditando que sejam menos nocivos.

    No entanto, a Anvisa alerta que os cigarros eletrônicos não são seguros nem eficazes para cessar o tabagismo. Além disso, eles podem causar dependência, intoxicação e doenças respiratórias e cardiovasculares.

    Por que os cigarros eletrônicos são proibidos em ambientes fechados?

    De acordo com a nota técnica da Anvisa, os cigarros eletrônicos se enquadram na Lei nº 9.294/1996, que proíbe o uso de qualquer produto fumígeno que libere emissões de qualquer natureza em recintos coletivos fechados, sejam eles particulares ou públicos.

    Isso significa que os cigarros eletrônicos não podem ser usados em locais como bares, restaurantes, cinemas, shoppings, escolas, hospitais, transportes públicos e locais de trabalho.

    A razão para essa proibição é que as emissões dos cigarros eletrônicos, apesar de chamadas de vapor, são na verdade aerodispersóides, ou seja, partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar. Essas partículas podem conter componentes químicos que são potencialmente danosos à saúde e ao meio ambiente, como nicotina, propilenoglicol, glicerol, formaldeído e metais pesados.

    Assim, o uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados pode expor as pessoas à poluição do ar e aos riscos de intoxicação e doenças. Além disso, pode estimular o consumo de tabaco entre jovens e não fumantes.

    Como é a fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos?

    A fiscalização do uso dos cigarros eletrônicos em ambientes fechados é de responsabilidade dos órgãos estaduais e municipais de vigilância sanitária. Eles devem orientar os proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos sobre a proibição e aplicar as sanções previstas em caso de descumprimento.

    As sanções podem variar desde advertência até multa, interdição e cancelamento da licença sanitária. Os valores das multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

    Vale lembrar que a comercialização dos cigarros eletrônicos também é proibida no Brasil desde 2009. A Anvisa considera que esses produtos não têm registro nem autorização para serem vendidos no país. Portanto, quem compra ou vende esses dispositivos está sujeito às penalidades da lei.

  • Consumo de alimentos processados pode interferir no sono profundo

    Consumo de alimentos processados pode interferir no sono profundo

    Um novo estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, revelou que consumir uma dieta mais rica em açúcar, gordura saturada e alimentos processados pode piorar o sono profundo, uma das fases mais importantes do ciclo do sono.

    O sono profundo é responsável por regular a liberação de hormônios, como o do crescimento e o do estresse, e também por consolidar a memória e o aprendizado. Além disso, é nessa fase que o corpo se recupera dos danos causados pelo dia a dia, como inflamações e infecções.

    No entanto, quando consumimos uma dieta mais pobre em nutrientes e mais calórica, o sono profundo pode ficar mais superficial e menos restaurador. Isso pode ter consequências negativas para a saúde física e mental, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão e ansiedade.

    O estudo envolveu 15 homens jovens e saudáveis que seguiram duas dietas diferentes em ordem aleatória: uma mais saudável e outra mais prejudicial. As duas dietas continham o mesmo número de calorias, ajustadas às necessidades individuais de cada participante. A diferença era que a dieta mais prejudicial continha mais açúcar e gordura saturada e menos fibras.

    Após cada dieta, os participantes foram examinados em um laboratório do sono, onde tiveram sua atividade cerebral medida durante uma noite normal de sono e uma noite de recuperação após privação do sono. Os resultados mostraram que, após a dieta mais prejudicial, a atividade das ondas lentas no sono profundo era menor, indicando um sono menos profundo e menos reparador.

    Os pesquisadores não sabem ainda quanto tempo os efeitos da dieta ruim podem durar no sono ou se eles podem afetar outras funções reguladas pelo sono profundo. Eles também não sabem qual componente da dieta é o mais responsável por piorar o sono profundo. No entanto, eles sugerem que uma alimentação mais equilibrada e saudável pode ser benéfica para melhorar a qualidade do sono e prevenir problemas de saúde.

    Portanto, se você quer dormir melhor e cuidar da sua saúde, evite consumir alimentos ricos em açúcar, gordura saturada e processados. Prefira alimentos naturais, integrais e ricos em fibras, como frutas, verduras, legumes, grãos e oleaginosas. Além disso, mantenha uma rotina regular de sono, evitando ficar acordado até tarde ou dormir demais. Assim, você garante um sono profundo mais restaurador e um bem-estar maior.

    Fonte: Link.

    O sono profundo é responsável por regular a liberação de hormônios, como o do crescimento e o do estresse, e também por consolidar a memória e o aprendizado. Além disso, é nessa fase que o corpo se recupera dos danos causados pelo dia a dia, como inflamações e infecções.

    No entanto, quando consumimos uma dieta mais pobre em nutrientes e mais calórica, o sono profundo pode ficar mais superficial e menos restaurador. Isso pode ter consequências negativas para a saúde física e mental, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão e ansiedade.

    O estudo envolveu 15 homens jovens e saudáveis que seguiram duas dietas diferentes em ordem aleatória: uma mais saudável e outra mais prejudicial. As duas dietas continham o mesmo número de calorias, ajustadas às necessidades individuais de cada participante. A diferença era que a dieta mais prejudicial continha mais açúcar e gordura saturada e menos fibras.

    Após cada dieta, os participantes foram examinados em um laboratório do sono, onde tiveram sua atividade cerebral medida durante uma noite normal de sono e uma noite de recuperação após privação do sono. Os resultados mostraram que, após a dieta mais prejudicial, a atividade das ondas lentas no sono profundo era menor, indicando um sono menos profundo e menos reparador.

    Os pesquisadores não sabem ainda quanto tempo os efeitos da dieta ruim podem durar no sono ou se eles podem afetar outras funções reguladas pelo sono profundo. Eles também não sabem qual componente da dieta é o mais responsável por piorar o sono profundo. No entanto, eles sugerem que uma alimentação mais equilibrada e saudável pode ser benéfica para melhorar a qualidade do sono e prevenir problemas de saúde.

    Portanto, se você quer dormir melhor e cuidar da sua saúde, evite consumir alimentos ricos em açúcar, gordura saturada e processados. Prefira alimentos naturais, integrais e ricos em fibras, como frutas, verduras, legumes, grãos e oleaginosas. Além disso, mantenha uma rotina regular de sono, evitando ficar acordado até tarde ou dormir demais. Assim, você garante um sono profundo mais restaurador e um bem-estar maior.

    Fonte: Link.

  • Como as plantas podem eliminar toxinas cancerígenas do ar

    Como as plantas podem eliminar toxinas cancerígenas do ar

    Você sabia que algumas plantas podem purificar o ar que respiramos e até mesmo eliminar substâncias que causam câncer? É o que mostra uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

    Os pesquisadores modificaram geneticamente uma planta comum chamada pothos ivy para que ela produzisse uma enzima capaz de quebrar moléculas de clorofórmio e benzeno, dois compostos químicos que podem ser encontrados em ambientes domésticos e industriais.

    O clorofórmio é usado como solvente e pode ser liberado pela água do chuveiro ou da piscina. Já o benzeno é um componente da gasolina e pode entrar em casa pela fumaça do cigarro ou pelo escapamento dos carros.

    Essas substâncias são consideradas cancerígenas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e podem causar danos ao fígado, aos rins e ao sistema nervoso.

    Para testar a eficácia das plantas modificadas, os cientistas colocaram amostras delas em câmaras de vidro com ar contaminado por clorofórmio ou benzeno. Eles mediram a concentração desses compostos no ar a cada poucos dias durante 11 semanas.

    Os resultados mostraram que as plantas modificadas reduziram a concentração de clorofórmio em 82% após três dias e a mantiveram baixa durante o experimento. Já a concentração de benzeno diminuiu em 75% após oito dias e também permaneceu baixa.

    Segundo os autores do estudo, publicado na revista Environmental Science & Technology, as plantas modificadas poderiam ser usadas para melhorar a qualidade do ar em ambientes fechados e reduzir os riscos à saúde das pessoas.

    Eles afirmam que essa é uma solução simples, barata e sustentável, já que as plantas são fáceis de cuidar e não consomem muita energia.

    No entanto, eles alertam que as plantas não são capazes de eliminar completamente as toxinas do ar e que outras medidas de prevenção devem ser adotadas, como ventilar os ambientes e evitar fontes de poluição.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores modificaram geneticamente uma planta comum chamada pothos ivy para que ela produzisse uma enzima capaz de quebrar moléculas de clorofórmio e benzeno, dois compostos químicos que podem ser encontrados em ambientes domésticos e industriais.

    O clorofórmio é usado como solvente e pode ser liberado pela água do chuveiro ou da piscina. Já o benzeno é um componente da gasolina e pode entrar em casa pela fumaça do cigarro ou pelo escapamento dos carros.

    Essas substâncias são consideradas cancerígenas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e podem causar danos ao fígado, aos rins e ao sistema nervoso.

    Para testar a eficácia das plantas modificadas, os cientistas colocaram amostras delas em câmaras de vidro com ar contaminado por clorofórmio ou benzeno. Eles mediram a concentração desses compostos no ar a cada poucos dias durante 11 semanas.

    Os resultados mostraram que as plantas modificadas reduziram a concentração de clorofórmio em 82% após três dias e a mantiveram baixa durante o experimento. Já a concentração de benzeno diminuiu em 75% após oito dias e também permaneceu baixa.

    Segundo os autores do estudo, publicado na revista Environmental Science & Technology, as plantas modificadas poderiam ser usadas para melhorar a qualidade do ar em ambientes fechados e reduzir os riscos à saúde das pessoas.

    Eles afirmam que essa é uma solução simples, barata e sustentável, já que as plantas são fáceis de cuidar e não consomem muita energia.

    No entanto, eles alertam que as plantas não são capazes de eliminar completamente as toxinas do ar e que outras medidas de prevenção devem ser adotadas, como ventilar os ambientes e evitar fontes de poluição.

    Fonte: Link.

  • O que a ciência diz sobre a influência dos signos na nossa vida?

    O que a ciência diz sobre a influência dos signos na nossa vida?

    Muitas pessoas acreditam que os signos do zodíaco podem revelar aspectos da nossa personalidade, do nosso destino e das nossas relações. Mas será que há alguma base científica para essa crença?

    Segundo a ciência, não há nenhuma evidência de que a posição dos astros no momento do nosso nascimento tenha alguma influência sobre quem somos ou o que nos acontece.

    A astrologia é considerada uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. A ciência se baseia em observações, experimentos, testes e provas que possam ser verificados e reproduzidos por outros pesquisadores. A astrologia, por outro lado, se baseia em interpretações subjetivas e generalizações que não podem ser comprovadas nem refutadas.

    Além disso, a astrologia ignora o fato de que o céu que vemos hoje é diferente do céu que se via há milhares de anos atrás, quando os signos foram definidos. Isso se deve ao fenômeno da precessão dos equinócios, que faz com que o eixo da Terra mude lentamente de posição ao longo dos séculos, alterando a posição relativa das estrelas e dos planetas. Assim, muitas pessoas que se consideram de um signo na verdade nasceram sob outro.

    Isso não significa que a astronomia, a ciência que estuda os astros, não reconheça a importância deles na nossa vida. Pelo contrário, sabemos que somos feitos de “poeira das estrelas”, pois os elementos químicos que compõem o nosso corpo foram formados no interior de estrelas antigas. Sabemos também que a observação do céu foi fundamental para o desenvolvimento das civilizações humanas, pois permitiu medir o tempo, orientar-se no espaço e compreender os ciclos da natureza.

    Portanto, podemos admirar e aprender com os astros, mas sem atribuir-lhes poderes mágicos ou místicos. A nossa vida é influenciada por muitos fatores, mas o signo não é um deles.

    Segundo a ciência, não há nenhuma evidência de que a posição dos astros no momento do nosso nascimento tenha alguma influência sobre quem somos ou o que nos acontece.

    A astrologia é considerada uma pseudociência, ou seja, uma forma de conhecimento que não segue os critérios e métodos da ciência verdadeira. A ciência se baseia em observações, experimentos, testes e provas que possam ser verificados e reproduzidos por outros pesquisadores. A astrologia, por outro lado, se baseia em interpretações subjetivas e generalizações que não podem ser comprovadas nem refutadas.

    Além disso, a astrologia ignora o fato de que o céu que vemos hoje é diferente do céu que se via há milhares de anos atrás, quando os signos foram definidos. Isso se deve ao fenômeno da precessão dos equinócios, que faz com que o eixo da Terra mude lentamente de posição ao longo dos séculos, alterando a posição relativa das estrelas e dos planetas. Assim, muitas pessoas que se consideram de um signo na verdade nasceram sob outro.

    Isso não significa que a astronomia, a ciência que estuda os astros, não reconheça a importância deles na nossa vida. Pelo contrário, sabemos que somos feitos de “poeira das estrelas”, pois os elementos químicos que compõem o nosso corpo foram formados no interior de estrelas antigas. Sabemos também que a observação do céu foi fundamental para o desenvolvimento das civilizações humanas, pois permitiu medir o tempo, orientar-se no espaço e compreender os ciclos da natureza.

    Portanto, podemos admirar e aprender com os astros, mas sem atribuir-lhes poderes mágicos ou místicos. A nossa vida é influenciada por muitos fatores, mas o signo não é um deles.

  • Novo genótipo do vírus da dengue é identificado na Bahia: o que isso significa?

    Novo genótipo do vírus da dengue é identificado na Bahia: o que isso significa?

    A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti que pode causar febre, dor de cabeça, dores no corpo e manchas na pele. Existem quatro tipos de vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), que podem provocar diferentes formas da doença, desde a mais leve até a mais grave.

    Um estudo realizado pela Fiocruz Bahia em parceria com outras instituições identificou um novo genótipo do vírus DENV-2 circulando no estado. Um genótipo é uma variação genética dentro de um tipo de vírus, que pode ter características diferentes das outras.

    Segundo os pesquisadores, esse novo genótipo foi encontrado em 11 dos 13 municípios analisados e está associado a um maior potencial de transmissão e de gravidade da dengue. Além disso, ele pode representar um desafio para as vacinas em desenvolvimento contra a doença.

    O estudo foi publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases e alerta para a necessidade de monitorar a circulação dos vírus da dengue no país e de reforçar as medidas de prevenção e controle do mosquito vetor.

    Para evitar a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti, como recipientes que acumulam água parada, e usar repelentes e telas nas janelas. Também é recomendado procurar atendimento médico em caso de sintomas da doença e seguir as orientações dos profissionais de saúde.

    Fonte: Link.

    Um estudo realizado pela Fiocruz Bahia em parceria com outras instituições identificou um novo genótipo do vírus DENV-2 circulando no estado. Um genótipo é uma variação genética dentro de um tipo de vírus, que pode ter características diferentes das outras.

    Segundo os pesquisadores, esse novo genótipo foi encontrado em 11 dos 13 municípios analisados e está associado a um maior potencial de transmissão e de gravidade da dengue. Além disso, ele pode representar um desafio para as vacinas em desenvolvimento contra a doença.

    O estudo foi publicado na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases e alerta para a necessidade de monitorar a circulação dos vírus da dengue no país e de reforçar as medidas de prevenção e controle do mosquito vetor.

    Para evitar a dengue, é importante eliminar os possíveis criadouros do Aedes aegypti, como recipientes que acumulam água parada, e usar repelentes e telas nas janelas. Também é recomendado procurar atendimento médico em caso de sintomas da doença e seguir as orientações dos profissionais de saúde.

    Fonte: Link.

  • Uso de cartão de crédito cresce 30,9% entre 2019 e 2022

    Uso de cartão de crédito cresce 30,9% entre 2019 e 2022

    Você sabia que o número de pessoas que usam o cartão de crédito no Brasil cresceu quase 31% em três anos? Segundo dados do Banco Central (BC), em junho de 2022, 84,7 milhões de usuários tinham saldo devedor relacionado a essa forma de pagamento.

    Em junho de 2019, eram 64,7 milhões.

    Mas o que isso significa para você? O saldo devedor é o valor da compra, parcelada ou não, que ainda não foi pago pelo cliente e sobre o qual podem incidir juros. Ou seja, se você não paga o valor total da fatura do cartão, você entra no chamado rotativo do cartão de crédito, que é uma das operações de crédito mais caras do mercado.

    De acordo com o BC, há uma tendência ao uso de modalidades mais onerosas do cartão de crédito à medida que aumentam os vínculos, que são o número de instituições emissoras de cartão em que o cliente tem saldo devedor. Isso significa que quem tem mais de um cartão de crédito tende a gastar mais e a se endividar mais.

    O aumento no número de usuários de cartão de crédito pode ser explicado pela entrada de novas instituições no mercado nos últimos anos, principalmente no segmento de cartões pós-pagos. Instituições de pagamento e bancos digitais aumentaram a base de usuários em 27,6 milhões de indivíduos no período analisado.

    Para o BC, a expansão do mercado de cartões de crédito é positiva do ponto de vista da inclusão financeira, mas tem potencial para aumentar o nível de endividamento das famílias. Por isso, é importante ter cuidado ao usar essa forma de pagamento e evitar cair na armadilha dos juros altos.

    Algumas dicas para usar o cartão de crédito com responsabilidade são:

    • Planeje seus gastos e evite comprar por impulso.
    • Escolha um cartão que tenha taxas e benefícios adequados ao seu perfil.
    • Pague sempre o valor total da fatura e evite parcelar as compras.
    • Não use mais do que 30% do seu limite de crédito.
    • Não tenha mais cartões do que você precisa e cancele os que não usa.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar as vantagens do cartão de crédito sem comprometer a sua saúde financeira.

    Fonte: Link.

    Em junho de 2019, eram 64,7 milhões.

    Mas o que isso significa para você? O saldo devedor é o valor da compra, parcelada ou não, que ainda não foi pago pelo cliente e sobre o qual podem incidir juros. Ou seja, se você não paga o valor total da fatura do cartão, você entra no chamado rotativo do cartão de crédito, que é uma das operações de crédito mais caras do mercado.

    De acordo com o BC, há uma tendência ao uso de modalidades mais onerosas do cartão de crédito à medida que aumentam os vínculos, que são o número de instituições emissoras de cartão em que o cliente tem saldo devedor. Isso significa que quem tem mais de um cartão de crédito tende a gastar mais e a se endividar mais.

    O aumento no número de usuários de cartão de crédito pode ser explicado pela entrada de novas instituições no mercado nos últimos anos, principalmente no segmento de cartões pós-pagos. Instituições de pagamento e bancos digitais aumentaram a base de usuários em 27,6 milhões de indivíduos no período analisado.

    Para o BC, a expansão do mercado de cartões de crédito é positiva do ponto de vista da inclusão financeira, mas tem potencial para aumentar o nível de endividamento das famílias. Por isso, é importante ter cuidado ao usar essa forma de pagamento e evitar cair na armadilha dos juros altos.

    Algumas dicas para usar o cartão de crédito com responsabilidade são:

    • Planeje seus gastos e evite comprar por impulso.
    • Escolha um cartão que tenha taxas e benefícios adequados ao seu perfil.
    • Pague sempre o valor total da fatura e evite parcelar as compras.
    • Não use mais do que 30% do seu limite de crédito.
    • Não tenha mais cartões do que você precisa e cancele os que não usa.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar as vantagens do cartão de crédito sem comprometer a sua saúde financeira.

    Fonte: Link.