Autor: Rafaela Maia

  • 5 astrônomos que mudaram nossa visão do universo

    5 astrônomos que mudaram nossa visão do universo

    A astronomia é uma das ciências mais antigas e fascinantes da humanidade. Desde os tempos pré-históricos, o ser humano observa o céu e tenta compreender os fenômenos celestes, como as fases da Lua, os eclipses, as estações do ano e o movimento dos planetas.

    Ao longo da história, muitos astrônomos contribuíram para o avanço do conhecimento sobre o universo, desafiando dogmas, superando limitações tecnológicas e revelando mistérios cósmicos. Neste artigo, vamos conhecer cinco desses astrônomos e suas principais descobertas.

    1. Nicolau Copérnico (1473-1543)

    O astrônomo polonês é considerado o pai da astronomia moderna por ter proposto o modelo heliocêntrico do sistema solar, em que a Terra e os outros planetas giram em torno do Sol. Essa ideia contrariava o modelo geocêntrico de Ptolomeu, que colocava a Terra no centro do universo e era aceito pela Igreja Católica. Copérnico publicou sua teoria no livro “Sobre as Revoluções dos Corpos Celestes”, em 1543, pouco antes de sua morte. Sua obra foi considerada herética e proibida pela Igreja até 1835.

    1. Galileu Galilei (1564-1642)

    O físico e astrônomo italiano foi um dos principais defensores do modelo heliocêntrico de Copérnico e um pioneiro na observação astronômica com telescópios. Com seus instrumentos, ele descobriu as quatro maiores luas de Júpiter, as fases de Vênus, as manchas solares e as montanhas da Lua. Ele também formulou as leis do movimento dos corpos e da queda livre dos graves. Por suas ideias revolucionárias, ele foi perseguido pela Inquisição e condenado a prisão domiciliar pelo resto da vida.

    1. Isaac Newton (1642-1727)

    O físico e matemático inglês é considerado um dos maiores gênios da ciência por ter desenvolvido a teoria da gravitação universal, que explica como os corpos se atraem de acordo com suas massas e distâncias. Ele também criou o cálculo diferencial e integral, a óptica geométrica e as leis fundamentais da mecânica clássica. Além disso, ele construiu o primeiro telescópio refletor, que usa espelhos em vez de lentes para captar a luz.

    1. Edwin Hubble (1889-1953)

    O astrônomo norte-americano é famoso por ter demonstrado que existem outras galáxias além da Via Láctea e que o universo está em expansão. Usando o telescópio do Observatório Monte Wilson, na Califórnia, ele observou que as galáxias se afastam umas das outras com uma velocidade proporcional à sua distância. Essa descoberta levou à formulação da teoria do Big Bang, que explica a origem do universo a partir de uma grande explosão há cerca de 13,8 bilhões de anos.

    1. Vera Rubin (1928-2016)

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

    Ao longo da história, muitos astrônomos contribuíram para o avanço do conhecimento sobre o universo, desafiando dogmas, superando limitações tecnológicas e revelando mistérios cósmicos. Neste artigo, vamos conhecer cinco desses astrônomos e suas principais descobertas.

    1. Nicolau Copérnico (1473-1543)

    O astrônomo polonês é considerado o pai da astronomia moderna por ter proposto o modelo heliocêntrico do sistema solar, em que a Terra e os outros planetas giram em torno do Sol. Essa ideia contrariava o modelo geocêntrico de Ptolomeu, que colocava a Terra no centro do universo e era aceito pela Igreja Católica. Copérnico publicou sua teoria no livro “Sobre as Revoluções dos Corpos Celestes”, em 1543, pouco antes de sua morte. Sua obra foi considerada herética e proibida pela Igreja até 1835.

    1. Galileu Galilei (1564-1642)

    O físico e astrônomo italiano foi um dos principais defensores do modelo heliocêntrico de Copérnico e um pioneiro na observação astronômica com telescópios. Com seus instrumentos, ele descobriu as quatro maiores luas de Júpiter, as fases de Vênus, as manchas solares e as montanhas da Lua. Ele também formulou as leis do movimento dos corpos e da queda livre dos graves. Por suas ideias revolucionárias, ele foi perseguido pela Inquisição e condenado a prisão domiciliar pelo resto da vida.

    1. Isaac Newton (1642-1727)

    O físico e matemático inglês é considerado um dos maiores gênios da ciência por ter desenvolvido a teoria da gravitação universal, que explica como os corpos se atraem de acordo com suas massas e distâncias. Ele também criou o cálculo diferencial e integral, a óptica geométrica e as leis fundamentais da mecânica clássica. Além disso, ele construiu o primeiro telescópio refletor, que usa espelhos em vez de lentes para captar a luz.

    1. Edwin Hubble (1889-1953)

    O astrônomo norte-americano é famoso por ter demonstrado que existem outras galáxias além da Via Láctea e que o universo está em expansão. Usando o telescópio do Observatório Monte Wilson, na Califórnia, ele observou que as galáxias se afastam umas das outras com uma velocidade proporcional à sua distância. Essa descoberta levou à formulação da teoria do Big Bang, que explica a origem do universo a partir de uma grande explosão há cerca de 13,8 bilhões de anos.

    1. Vera Rubin (1928-2016)

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

    A astrônoma norte-americana foi uma das pioneiras no estudo da matéria escura, uma forma misteriosa de matéria que não emite nem reflete luz, mas que representa cerca de 85% da massa do universo. Ela mediu a velocidade de rotação das galáxias e percebeu que elas giram mais rápido do que seria esperado pela quantidade de matéria visível que possuem. Isso indicava que havia uma força gravitacional extra causada por uma matéria invisível. Sua pesquisa abriu um novo campo na cosmologia e lhe rendeu vários prêmios e honrarias.

  • Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    Canadá segue exemplo da Austrália e cria lei para cobrar Google e Facebook por notícias

    O governo canadense aprovou uma lei que obriga as plataformas digitais a remunerarem os editores locais pelo compartilhamento de notícias, gerando um conflito com as grandes empresas de tecnologia que ameaçam cortar permanentemente o acesso local às notícias.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

    A Lei de Notícias On-line, que teve o apoio do parlamento na quinta-feira, visa garantir que empresas como a Alphabet e a Meta Platforms façam acordos financeiros com as organizações de mídia, basicamente cobrando delas pelo uso de links de conteúdo jornalístico.

    A lei se inspira em uma legislação parecida na Austrália, onde a Meta chegou a bloquear temporariamente os usuários de verem e postarem links de notícias em 2021. O primeiro-ministro Justin Trudeau vem aumentando os esforços para regular o setor de tecnologia.

    A aprovação dessa lei e de outra que visa destinar parte dos lucros dos serviços de streaming para fundos locais de apoio aos artistas canadenses – além da legislação planejada para lidar com conteúdo on-line prejudicial – fazem do país um provável palco de batalha para as empresas de tecnologia que tentam influenciar outras jurisdições que pretendem impor regras ao setor. Tanto o Google quanto a Meta já experimentaram o bloqueio de conteúdo de notícias para um pequeno número de usuários no Canadá.

    A proprietária do Facebook e Instagram advertiu ontem que “vai encerrar a disponibilidade de conteúdo de notícias no Canadá permanentemente após a aprovação da lei”. O governo afirmou que a lei ajudaria a equilibrar o mercado, deslocando parte da receita de publicidade para o setor de mídia canadense, que perdeu 450 estabelecimentos entre 2008 e 2021.

    As gigantes da tecnologia alegaram que seriam forçadas injustamente a pagar por conteúdo que não traz benefícios econômicos, e os críticos disseram que a lei corre o risco de tornar o jornalismo dependente do financiamento das empresas de tecnologia.

    Uma organização que representa os meios de comunicação no Canadá elogiou a aprovação da lei, chamando-a de um primeiro passo importante para resolver o significativo desequilíbrio de poder de mercado entre editores e plataformas. “O jornalismo verdadeiro, feito por jornalistas verdadeiros, continua a ser demandado pelos canadenses e é essencial para nossa democracia, mas custa dinheiro verdadeiro”, disse Paul Deegan, presidente e diretor executivo da News Media Canada, em comunicado.

    O professor de jornalismo da Universidade de Columbia, Bill Grueskin, que analisou a legislação australiana, estimou, por extrapolação do tamanho do mercado, que cerca de US$ 228 milhões poderiam ser obtidos anualmente com os acordos entre gigantes da tecnologia e agências de notícias no Canadá.

  • Por que a taxa de natalidade no Brasil está em queda?

    Por que a taxa de natalidade no Brasil está em queda?

    A taxa de natalidade no Brasil é o número de nascimentos por mil habitantes em um ano. Essa taxa vem diminuindo ao longo dos anos, de 20,86 em 2000 para 14,16 em 2015. A Região Norte tem a maior taxa de fecundidade, com 2,51 filhos por mulher.

    A pandemia causou uma queda mais acentuada na taxa de natalidade, de 2,81 milhões de nascimentos em 2019 para 2,62 milhões em 2021. Em março de 2021, houve 13 nascimentos para cada 10 óbitos no país. 

    Mas quais são os motivos que levam as pessoas a terem menos filhos? Segundo os especialistas, há vários fatores que influenciam essa tendência, como: 

    – O aumento da escolaridade e da participação das mulheres no mercado de trabalho, que adiam os planos de maternidade e priorizam a carreira profissional; 

    – A maior disponibilidade e acesso a métodos contraceptivos, que permitem um planejamento familiar mais eficaz e consciente; 

    – A mudança nos valores e nos estilos de vida das novas gerações, que preferem investir em experiências pessoais, viagens e lazer do que em ter uma família numerosa; 

    – A crise econômica e social que afeta o país, que gera insegurança e incerteza sobre o futuro, desestimulando a procriação; 

    – A pandemia da Covid-19, que aumentou o medo e a ansiedade das pessoas em relação à saúde e à mortalidade, além de dificultar o acesso aos serviços de saúde reprodutiva. 

    Essa queda da taxa de natalidade tem consequências importantes para a sociedade brasileira, como o envelhecimento da população, a redução da força de trabalho, a diminuição do consumo e do crescimento econômico, a pressão sobre o sistema previdenciário e a necessidade de políticas públicas que estimulem a natalidade e apoiem as famílias. 

    A pandemia causou uma queda mais acentuada na taxa de natalidade, de 2,81 milhões de nascimentos em 2019 para 2,62 milhões em 2021. Em março de 2021, houve 13 nascimentos para cada 10 óbitos no país. 

    Mas quais são os motivos que levam as pessoas a terem menos filhos? Segundo os especialistas, há vários fatores que influenciam essa tendência, como: 

    – O aumento da escolaridade e da participação das mulheres no mercado de trabalho, que adiam os planos de maternidade e priorizam a carreira profissional; 

    – A maior disponibilidade e acesso a métodos contraceptivos, que permitem um planejamento familiar mais eficaz e consciente; 

    – A mudança nos valores e nos estilos de vida das novas gerações, que preferem investir em experiências pessoais, viagens e lazer do que em ter uma família numerosa; 

    – A crise econômica e social que afeta o país, que gera insegurança e incerteza sobre o futuro, desestimulando a procriação; 

    – A pandemia da Covid-19, que aumentou o medo e a ansiedade das pessoas em relação à saúde e à mortalidade, além de dificultar o acesso aos serviços de saúde reprodutiva. 

    Essa queda da taxa de natalidade tem consequências importantes para a sociedade brasileira, como o envelhecimento da população, a redução da força de trabalho, a diminuição do consumo e do crescimento econômico, a pressão sobre o sistema previdenciário e a necessidade de políticas públicas que estimulem a natalidade e apoiem as famílias. 

  • Como os primeiros animais da Terra evoluíram?

    Como os primeiros animais da Terra evoluíram?

    Um novo estudo revela os mecanismos genéticos que moldaram o desenvolvimento dos ancestrais de humanos, anêmonas e corais há mais de 600 milhões de anos.

    O que é o estudo?

    O estudo, publicado na revista Current Biology em 13 de junho de 2023, é fruto do trabalho do pesquisador Matt Gibson, Ph.D., do Instituto Stowers de Pesquisa Médica, nos Estados Unidos. Ele e sua equipe investigaram como o plano corporal da anêmona-do-mar-estrela (Nematostella vectensis) se forma durante o desenvolvimento embrionário e como ele se relaciona com o de outros animais.

    Por que é importante?

    A anêmona-do-mar-estrela é um animal simples, sem ossos, cérebro ou intestino completo, mas que compartilha um ancestral comum com os humanos e seus parentes vertebrados. Esse ancestral viveu nos antigos oceanos da Terra há mais de 600 milhões de anos e deu origem a uma grande diversidade de formas de vida.

    Ao estudar a genética do desenvolvimento da anêmona-do-mar-estrela, os cientistas podem entender melhor como os primeiros animais da Terra evoluíram de um ovo para um embrião e depois para um adulto. Eles também podem comparar os genes e as vias moleculares envolvidos nesse processo com os de outros animais e ver quais são conservados e quais são modificados ao longo da evolução.

    Como foi feito?

    Os pesquisadores usaram técnicas de sequenciamento de RNA de célula única para analisar a expressão gênica de mais de 20 mil células da anêmona-do-mar-estrela em diferentes estágios do desenvolvimento. Eles também usaram ferramentas de edição genética para desativar alguns genes-chave e observar seus efeitos na formação do plano corporal.

    O que foi descoberto?

    Os pesquisadores descobriram que a anêmona-do-mar-estrela desenvolve seu plano corporal por meio da formação de segmentos ao longo do seu eixo oral-aboral (da boca ao ânus). Esses segmentos assumem identidades distintas dependendo da sua posição e contêm células musculares especializadas que permitem ao animal se contrair e se mover.

    Os pesquisadores também identificaram os genes responsáveis pela polaridade dos segmentos, ou seja, pela definição das partes anterior e posterior de cada segmento. Eles mostraram que esses genes são os mesmos que regulam a polaridade dos segmentos em insetos e vertebrados, mas que são usados de maneiras diferentes na anêmona-do-mar-estrela.

    O que isso significa?

    Isso significa que os mecanismos genéticos que orientam o desenvolvimento do plano corporal são muito antigos e foram herdados do ancestral comum entre a anêmona-do-mar-estrela e os humanos. No entanto, esses mecanismos foram adaptados ao longo da evolução para produzir planos corporais muito diferentes entre os animais.

    O estudo também mostra que a anêmona-do-mar-estrela é um modelo valioso para estudar a origem e a diversificação dos animais multicelulares na Terra. Além disso, ele abre novas possibilidades para explorar as funções dos genes envolvidos no desenvolvimento do plano corporal em outros animais simples, como corais e águas-vivas.

    Fonte: Link.

    O que é o estudo?

    O estudo, publicado na revista Current Biology em 13 de junho de 2023, é fruto do trabalho do pesquisador Matt Gibson, Ph.D., do Instituto Stowers de Pesquisa Médica, nos Estados Unidos. Ele e sua equipe investigaram como o plano corporal da anêmona-do-mar-estrela (Nematostella vectensis) se forma durante o desenvolvimento embrionário e como ele se relaciona com o de outros animais.

    Por que é importante?

    A anêmona-do-mar-estrela é um animal simples, sem ossos, cérebro ou intestino completo, mas que compartilha um ancestral comum com os humanos e seus parentes vertebrados. Esse ancestral viveu nos antigos oceanos da Terra há mais de 600 milhões de anos e deu origem a uma grande diversidade de formas de vida.

    Ao estudar a genética do desenvolvimento da anêmona-do-mar-estrela, os cientistas podem entender melhor como os primeiros animais da Terra evoluíram de um ovo para um embrião e depois para um adulto. Eles também podem comparar os genes e as vias moleculares envolvidos nesse processo com os de outros animais e ver quais são conservados e quais são modificados ao longo da evolução.

    Como foi feito?

    Os pesquisadores usaram técnicas de sequenciamento de RNA de célula única para analisar a expressão gênica de mais de 20 mil células da anêmona-do-mar-estrela em diferentes estágios do desenvolvimento. Eles também usaram ferramentas de edição genética para desativar alguns genes-chave e observar seus efeitos na formação do plano corporal.

    O que foi descoberto?

    Os pesquisadores descobriram que a anêmona-do-mar-estrela desenvolve seu plano corporal por meio da formação de segmentos ao longo do seu eixo oral-aboral (da boca ao ânus). Esses segmentos assumem identidades distintas dependendo da sua posição e contêm células musculares especializadas que permitem ao animal se contrair e se mover.

    Os pesquisadores também identificaram os genes responsáveis pela polaridade dos segmentos, ou seja, pela definição das partes anterior e posterior de cada segmento. Eles mostraram que esses genes são os mesmos que regulam a polaridade dos segmentos em insetos e vertebrados, mas que são usados de maneiras diferentes na anêmona-do-mar-estrela.

    O que isso significa?

    Isso significa que os mecanismos genéticos que orientam o desenvolvimento do plano corporal são muito antigos e foram herdados do ancestral comum entre a anêmona-do-mar-estrela e os humanos. No entanto, esses mecanismos foram adaptados ao longo da evolução para produzir planos corporais muito diferentes entre os animais.

    O estudo também mostra que a anêmona-do-mar-estrela é um modelo valioso para estudar a origem e a diversificação dos animais multicelulares na Terra. Além disso, ele abre novas possibilidades para explorar as funções dos genes envolvidos no desenvolvimento do plano corporal em outros animais simples, como corais e águas-vivas.

    Fonte: Link.

  • 5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual

    5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual

    Você sabia que a alimentação pode influenciar na regularidade do seu ciclo menstrual? Alguns alimentos podem ajudar a equilibrar os hormônios e a reduzir os sintomas da TPM.

    Veja a seguir 5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual e inclua-os na sua dieta.

    1. Sementes de abóbora: ricas em zinco, magnésio e ômega-3, as sementes de abóbora podem ajudar a regular a ovulação e a produção de progesterona, um hormônio importante para o ciclo menstrual. Além disso, elas também podem aliviar as cólicas e a inflamação.

    2. Folhas verdes: couve, espinafre, rúcula e outras folhas verdes são fontes de vitaminas do complexo B, ferro e cálcio, que podem contribuir para a saúde do útero e dos ovários. Elas também podem ajudar a prevenir a anemia, que pode causar irregularidades menstruais.

    3. Iogurte natural: o iogurte natural contém probióticos, que são bactérias benéficas para o intestino e para o sistema imunológico. Os probióticos podem ajudar a equilibrar a flora vaginal e a prevenir infecções que podem afetar o ciclo menstrual.

    4. Frutas vermelhas: morango, framboesa, amora e outras frutas vermelhas são ricas em antioxidantes, que podem combater os radicais livres e o estresse oxidativo, que podem prejudicar a saúde dos órgãos reprodutivos. Elas também são fontes de vitamina C, que pode estimular a produção de colágeno e melhorar a elasticidade dos tecidos.

    5. Gengibre: o gengibre é um alimento termogênico, que pode acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura. A gordura em excesso pode interferir na produção de hormônios e causar desequilíbrios no ciclo menstrual. O gengibre também tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que podem aliviar as dores menstruais.

    Esses são alguns alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual, mas lembre-se que cada organismo é único e pode reagir de forma diferente. Por isso, consulte um médico ou nutricionista antes de fazer qualquer mudança na sua alimentação.

    Veja a seguir 5 alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual e inclua-os na sua dieta.

    1. Sementes de abóbora: ricas em zinco, magnésio e ômega-3, as sementes de abóbora podem ajudar a regular a ovulação e a produção de progesterona, um hormônio importante para o ciclo menstrual. Além disso, elas também podem aliviar as cólicas e a inflamação.

    2. Folhas verdes: couve, espinafre, rúcula e outras folhas verdes são fontes de vitaminas do complexo B, ferro e cálcio, que podem contribuir para a saúde do útero e dos ovários. Elas também podem ajudar a prevenir a anemia, que pode causar irregularidades menstruais.

    3. Iogurte natural: o iogurte natural contém probióticos, que são bactérias benéficas para o intestino e para o sistema imunológico. Os probióticos podem ajudar a equilibrar a flora vaginal e a prevenir infecções que podem afetar o ciclo menstrual.

    4. Frutas vermelhas: morango, framboesa, amora e outras frutas vermelhas são ricas em antioxidantes, que podem combater os radicais livres e o estresse oxidativo, que podem prejudicar a saúde dos órgãos reprodutivos. Elas também são fontes de vitamina C, que pode estimular a produção de colágeno e melhorar a elasticidade dos tecidos.

    5. Gengibre: o gengibre é um alimento termogênico, que pode acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura. A gordura em excesso pode interferir na produção de hormônios e causar desequilíbrios no ciclo menstrual. O gengibre também tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que podem aliviar as dores menstruais.

    Esses são alguns alimentos que podem ajudar a regular o ciclo menstrual, mas lembre-se que cada organismo é único e pode reagir de forma diferente. Por isso, consulte um médico ou nutricionista antes de fazer qualquer mudança na sua alimentação.

  • Como uma árvore da Amazônia pode substituir o mercúrio na mineração do ouro

    Como uma árvore da Amazônia pode substituir o mercúrio na mineração do ouro

    Você sabia que uma árvore da Amazônia pode ajudar a extrair ouro de forma mais sustentável? É o que está sendo testado pela Embrapa Florestas, em parceria com outras instituições de pesquisa e ensino.

    Eles estão avaliando a eficiência de quatro compostos extraídos de folhas do pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) em substituição ao uso de mercúrio na mineração do ouro.

    O mercúrio é um metal altamente tóxico que é usado para separar o ouro de outros minerais presentes nos resíduos de mineração. Porém, esse processo gera graves impactos ambientais e à saúde humana, pois o mercúrio se acumula na cadeia alimentar e pode causar danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo.

    O pau-de-balsa é uma espécie nativa da Amazônia, cuja seiva é usada por mineradores artesanais na Colômbia para separar ouro de forma artesanal. A Embrapa Florestas identificou quatro compostos presentes nas folhas da árvore que têm potencial para fazer o mesmo trabalho que o mercúrio, mas de forma mais ecológica.

    Os compostos serão testados em um garimpo em Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, para verificar sua eficácia e competitividade com o metal. Caso os resultados sejam promissores, a ideia é reflorestar áreas usadas por garimpo com o pau-de-balsa para estimular a exploração mais sustentável do ouro.

    Segundo a química Marina Morales, responsável pelo estudo, o objetivo do projeto é obter um composto que possa ser usado por pequenas empresas mineradoras – e não apenas em garimpos artesanais. Ela afirma que essa é uma forma de contribuir para a redução do uso de mercúrio na mineração do ouro e para a preservação da biodiversidade da Amazônia.

    Fonte: Link.

    Eles estão avaliando a eficiência de quatro compostos extraídos de folhas do pau-de-balsa (Ochroma pyramidale) em substituição ao uso de mercúrio na mineração do ouro.

    O mercúrio é um metal altamente tóxico que é usado para separar o ouro de outros minerais presentes nos resíduos de mineração. Porém, esse processo gera graves impactos ambientais e à saúde humana, pois o mercúrio se acumula na cadeia alimentar e pode causar danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo.

    O pau-de-balsa é uma espécie nativa da Amazônia, cuja seiva é usada por mineradores artesanais na Colômbia para separar ouro de forma artesanal. A Embrapa Florestas identificou quatro compostos presentes nas folhas da árvore que têm potencial para fazer o mesmo trabalho que o mercúrio, mas de forma mais ecológica.

    Os compostos serão testados em um garimpo em Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, para verificar sua eficácia e competitividade com o metal. Caso os resultados sejam promissores, a ideia é reflorestar áreas usadas por garimpo com o pau-de-balsa para estimular a exploração mais sustentável do ouro.

    Segundo a química Marina Morales, responsável pelo estudo, o objetivo do projeto é obter um composto que possa ser usado por pequenas empresas mineradoras – e não apenas em garimpos artesanais. Ela afirma que essa é uma forma de contribuir para a redução do uso de mercúrio na mineração do ouro e para a preservação da biodiversidade da Amazônia.

    Fonte: Link.

  • Estudo sugere que remédio para alergia pode reverter a esclerose múltipla

    Estudo sugere que remédio para alergia pode reverter a esclerose múltipla

    Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) mostrou que um remédio para alergia chamado clemastina pode ajudar a reparar a mielina, a camada protetora que envolve as fibras nervosas e que é danificada na esclerose múltipla (EM).

    A pesquisa, publicada na revista PNAS, usou uma técnica de ressonância magnética para medir o efeito do medicamento no cérebro de 50 participantes de um ensaio clínico.

    A EM é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e causa sintomas como fraqueza, espasticidade, perda de visão, lentidão cognitiva e outros. Na EM, os pacientes perdem mielina, o que provoca atrasos na transmissão dos sinais nervosos. A mielina é formada por finas camadas de água que ficam presas entre as fibras nervosas. Essa propriedade única da mielina permitiu que os especialistas em imagem desenvolvessem uma técnica para comparar a diferença nos níveis de mielina antes e depois da administração do medicamento, medindo a chamada fração de água da mielina, ou a razão entre a água da mielina e o conteúdo total de água no tecido cerebral.

    No estudo, os pesquisadores descobriram que os pacientes com EM que foram tratados com clemastina tiveram aumentos modestos na água da mielina, indicando reparo da mielina. Eles também provaram que a técnica da fração de água da mielina, quando focada nas partes certas do cérebro, poderia ser usada para acompanhar a recuperação da mielina. “Este é o primeiro exemplo de reparo cerebral sendo documentado na ressonância magnética para uma condição neurológica crônica”, disse Ari Green, médico e diretor do Centro de Esclerose Múltipla e Neuroinflamação da UCSF e membro do Instituto Weill de Neurociências. “O estudo fornece a primeira evidência direta, biologicamente validada, baseada em imagem, de reparo da mielina induzido pela clemastina. Isso definirá o padrão para futuras pesquisas sobre terapias remielinizantes.”

    A mielina aumentou mesmo depois que o medicamento foi interrompido

    No estudo, os pacientes com EM que se inscreveram no ensaio ReBUILD foram divididos em dois grupos: o primeiro grupo recebeu clemastina nos primeiros três meses do estudo e o segundo grupo recebeu clemastina apenas nos meses três a cinco. Usando a fração de água da mielina como biomarcador, os pesquisadores descobriram que a água da mielina aumentou no primeiro grupo depois que os participantes receberam o medicamento e continuou a aumentar depois que a clemastina foi interrompida. No segundo grupo, a fração de água da mielina mostrou diminuições na água da mielina na primeira parte do estudo, sob o placebo, e um rebote depois que os participantes receberam clemastina.

    Os resultados corroboram os de um estudo anterior com os mesmos 50 pacientes que havia encontrado o medicamento para alergia reduziu o atraso na sinalização nervosa, potencialmente aliviando os sintomas.

    A clemastina é um anti-histamínico vendido sem receita médica para tratar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. O medicamento foi identificado pela primeira vez como uma potencial terapia para EM por Green e Chan em 2013, quando eles usaram uma técnica inovadora para rastrear milhares de compostos em busca de substâncias capazes de promover a remielinização. Eles descobriram que a clemastina era capaz de estimular as células precursoras de oligodendrócitos, que são as responsáveis pela produção de mielina no cérebro.

    Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a clemastina não é uma cura para a EM e que seu uso deve ser feito com cautela e sob supervisão médica, pois o medicamento pode causar sonolência e outros efeitos colaterais. Eles também ressaltam que a clemastina é apenas um dos vários candidatos a terapias remielinizantes que estão sendo investigados e que o objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes com EM.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    A pesquisa, publicada na revista PNAS, usou uma técnica de ressonância magnética para medir o efeito do medicamento no cérebro de 50 participantes de um ensaio clínico.

    A EM é uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e causa sintomas como fraqueza, espasticidade, perda de visão, lentidão cognitiva e outros. Na EM, os pacientes perdem mielina, o que provoca atrasos na transmissão dos sinais nervosos. A mielina é formada por finas camadas de água que ficam presas entre as fibras nervosas. Essa propriedade única da mielina permitiu que os especialistas em imagem desenvolvessem uma técnica para comparar a diferença nos níveis de mielina antes e depois da administração do medicamento, medindo a chamada fração de água da mielina, ou a razão entre a água da mielina e o conteúdo total de água no tecido cerebral.

    No estudo, os pesquisadores descobriram que os pacientes com EM que foram tratados com clemastina tiveram aumentos modestos na água da mielina, indicando reparo da mielina. Eles também provaram que a técnica da fração de água da mielina, quando focada nas partes certas do cérebro, poderia ser usada para acompanhar a recuperação da mielina. “Este é o primeiro exemplo de reparo cerebral sendo documentado na ressonância magnética para uma condição neurológica crônica”, disse Ari Green, médico e diretor do Centro de Esclerose Múltipla e Neuroinflamação da UCSF e membro do Instituto Weill de Neurociências. “O estudo fornece a primeira evidência direta, biologicamente validada, baseada em imagem, de reparo da mielina induzido pela clemastina. Isso definirá o padrão para futuras pesquisas sobre terapias remielinizantes.”

    A mielina aumentou mesmo depois que o medicamento foi interrompido

    No estudo, os pacientes com EM que se inscreveram no ensaio ReBUILD foram divididos em dois grupos: o primeiro grupo recebeu clemastina nos primeiros três meses do estudo e o segundo grupo recebeu clemastina apenas nos meses três a cinco. Usando a fração de água da mielina como biomarcador, os pesquisadores descobriram que a água da mielina aumentou no primeiro grupo depois que os participantes receberam o medicamento e continuou a aumentar depois que a clemastina foi interrompida. No segundo grupo, a fração de água da mielina mostrou diminuições na água da mielina na primeira parte do estudo, sob o placebo, e um rebote depois que os participantes receberam clemastina.

    Os resultados corroboram os de um estudo anterior com os mesmos 50 pacientes que havia encontrado o medicamento para alergia reduziu o atraso na sinalização nervosa, potencialmente aliviando os sintomas.

    A clemastina é um anti-histamínico vendido sem receita médica para tratar sintomas como espirros, coriza e coceira nos olhos. O medicamento foi identificado pela primeira vez como uma potencial terapia para EM por Green e Chan em 2013, quando eles usaram uma técnica inovadora para rastrear milhares de compostos em busca de substâncias capazes de promover a remielinização. Eles descobriram que a clemastina era capaz de estimular as células precursoras de oligodendrócitos, que são as responsáveis pela produção de mielina no cérebro.

    Apesar dos resultados promissores, os pesquisadores alertam que a clemastina não é uma cura para a EM e que seu uso deve ser feito com cautela e sob supervisão médica, pois o medicamento pode causar sonolência e outros efeitos colaterais. Eles também ressaltam que a clemastina é apenas um dos vários candidatos a terapias remielinizantes que estão sendo investigados e que o objetivo é desenvolver tratamentos mais eficazes e seguros para os pacientes com EM.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • Brasil pode participar de missão lunar internacional com a China

    Brasil pode participar de missão lunar internacional com a China

    O Brasil pode se tornar um dos países a enviar uma sonda para a Lua em uma missão liderada pela China. O projeto, chamado de International Lunar Research Station (ILRS), pretende construir uma base científica na superfície lunar até 2035.

    A ILRS é uma iniciativa da China em parceria com a Rússia, que visa explorar a região do polo sul da Lua, onde há potencial para encontrar água e outros recursos. Além dos dois países, outras 13 nações já manifestaram interesse em participar do projeto, incluindo o Brasil.

    Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Clezio de Nardin, o Brasil está em negociação com a China para definir qual será o papel do país na missão. Uma das possibilidades é enviar um pequeno satélite, chamado de CubeSat, que poderia orbitar a Lua ou pousar em sua superfície.

    O CubeSat seria desenvolvido pelo INPE em conjunto com universidades e empresas brasileiras. O custo estimado do projeto é de cerca de R$ 30 milhões, que poderiam ser financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

    De acordo com Nardin, a participação do Brasil na ILRS seria uma oportunidade para o país desenvolver sua capacidade tecnológica e científica na área espacial. Além disso, o projeto poderia trazer benefícios para a sociedade, como o estudo da origem da Lua e do sistema solar, a busca por novas fontes de energia e a aplicação de conhecimentos lunares na Terra.

    O diretor do INPE afirma que o Brasil tem experiência e competência para contribuir com a missão lunar internacional. Ele cita como exemplos o satélite CBERS, fruto da cooperação entre Brasil e China, que monitora o meio ambiente e o uso da terra; e o satélite Amazonia-1, lançado em fevereiro deste ano, que é o primeiro totalmente projetado, integrado e operado pelo Brasil.

    A expectativa é que o Brasil assine um acordo formal com a China até o final deste ano, para definir os detalhes da participação na ILRS. A primeira fase da missão está prevista para começar em 2024, com o envio de sondas robóticas para a Lua. A segunda fase, entre 2026 e 2030, incluirá missões tripuladas e a construção de módulos habitáveis. A terceira fase, entre 2031 e 2035, consolidará a base lunar como uma plataforma de pesquisa científica.

    Fonte: Link.

    A ILRS é uma iniciativa da China em parceria com a Rússia, que visa explorar a região do polo sul da Lua, onde há potencial para encontrar água e outros recursos. Além dos dois países, outras 13 nações já manifestaram interesse em participar do projeto, incluindo o Brasil.

    Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Clezio de Nardin, o Brasil está em negociação com a China para definir qual será o papel do país na missão. Uma das possibilidades é enviar um pequeno satélite, chamado de CubeSat, que poderia orbitar a Lua ou pousar em sua superfície.

    O CubeSat seria desenvolvido pelo INPE em conjunto com universidades e empresas brasileiras. O custo estimado do projeto é de cerca de R$ 30 milhões, que poderiam ser financiados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

    De acordo com Nardin, a participação do Brasil na ILRS seria uma oportunidade para o país desenvolver sua capacidade tecnológica e científica na área espacial. Além disso, o projeto poderia trazer benefícios para a sociedade, como o estudo da origem da Lua e do sistema solar, a busca por novas fontes de energia e a aplicação de conhecimentos lunares na Terra.

    O diretor do INPE afirma que o Brasil tem experiência e competência para contribuir com a missão lunar internacional. Ele cita como exemplos o satélite CBERS, fruto da cooperação entre Brasil e China, que monitora o meio ambiente e o uso da terra; e o satélite Amazonia-1, lançado em fevereiro deste ano, que é o primeiro totalmente projetado, integrado e operado pelo Brasil.

    A expectativa é que o Brasil assine um acordo formal com a China até o final deste ano, para definir os detalhes da participação na ILRS. A primeira fase da missão está prevista para começar em 2024, com o envio de sondas robóticas para a Lua. A segunda fase, entre 2026 e 2030, incluirá missões tripuladas e a construção de módulos habitáveis. A terceira fase, entre 2031 e 2035, consolidará a base lunar como uma plataforma de pesquisa científica.

    Fonte: Link.

  • O fim do petróleo está próximo? Conheça as alternativas de energia renovável

    O fim do petróleo está próximo? Conheça as alternativas de energia renovável

    O petróleo é a principal fonte de energia do mundo atual. Segundo dados da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), em 2018 foram consumidos 98,82 milhões de barris por dia, e a tendência é que esse número aumente nos próximos anos.

    Mas será que o petróleo é uma fonte de energia sustentável e segura para o planeta?

    O petróleo é um recurso natural não renovável, ou seja, que existe em quantidade limitada na natureza e que leva milhões de anos para se formar. Estima-se que as reservas mundiais de petróleo sejam de cerca de 1.696,6 bilhões de barris, sendo que a Venezuela, a Arábia Saudita e o Canadá são os países com as maiores reservas.

    No entanto, ter petróleo nem sempre é sinônimo de riqueza. A extração e o transporte do petróleo são atividades caras, complexas e arriscadas, que dependem de fatores geológicos, políticos e econômicos. Além disso, o petróleo é um combustível fóssil que contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa e para o aquecimento global.

    Diante desse cenário, muitos países têm buscado alternativas mais limpas e renováveis para suprir suas demandas energéticas. Os combustíveis renováveis são aqueles que se originam de fontes inesgotáveis na natureza, como o sol, o vento, a água, a biomassa e o hidrogênio. Esses combustíveis têm a vantagem de reduzir a dependência do petróleo e de minimizar os impactos ambientais.

    No entanto, os combustíveis renováveis também enfrentam desafios para se consolidarem como uma opção viável e competitiva no mercado energético. Alguns desses desafios são: o alto custo de produção e de infraestrutura, a baixa eficiência e a irregularidade da oferta, a resistência dos setores ligados ao petróleo e a falta de incentivos governamentais.

    Portanto, é necessário que haja um equilíbrio entre as diferentes fontes de energia, levando em conta as vantagens e desvantagens de cada uma delas. O ideal é que se promova uma transição gradual e sustentável para uma matriz energética mais diversificada e menos poluente, que garanta o desenvolvimento econômico e social sem comprometer os recursos naturais e o bem-estar das futuras gerações.

    Mas será que o petróleo é uma fonte de energia sustentável e segura para o planeta?

    O petróleo é um recurso natural não renovável, ou seja, que existe em quantidade limitada na natureza e que leva milhões de anos para se formar. Estima-se que as reservas mundiais de petróleo sejam de cerca de 1.696,6 bilhões de barris, sendo que a Venezuela, a Arábia Saudita e o Canadá são os países com as maiores reservas.

    No entanto, ter petróleo nem sempre é sinônimo de riqueza. A extração e o transporte do petróleo são atividades caras, complexas e arriscadas, que dependem de fatores geológicos, políticos e econômicos. Além disso, o petróleo é um combustível fóssil que contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa e para o aquecimento global.

    Diante desse cenário, muitos países têm buscado alternativas mais limpas e renováveis para suprir suas demandas energéticas. Os combustíveis renováveis são aqueles que se originam de fontes inesgotáveis na natureza, como o sol, o vento, a água, a biomassa e o hidrogênio. Esses combustíveis têm a vantagem de reduzir a dependência do petróleo e de minimizar os impactos ambientais.

    No entanto, os combustíveis renováveis também enfrentam desafios para se consolidarem como uma opção viável e competitiva no mercado energético. Alguns desses desafios são: o alto custo de produção e de infraestrutura, a baixa eficiência e a irregularidade da oferta, a resistência dos setores ligados ao petróleo e a falta de incentivos governamentais.

    Portanto, é necessário que haja um equilíbrio entre as diferentes fontes de energia, levando em conta as vantagens e desvantagens de cada uma delas. O ideal é que se promova uma transição gradual e sustentável para uma matriz energética mais diversificada e menos poluente, que garanta o desenvolvimento econômico e social sem comprometer os recursos naturais e o bem-estar das futuras gerações.

  • ANS proíbe venda de 31 planos de saúde por reclamações de clientes

    ANS proíbe venda de 31 planos de saúde por reclamações de clientes

    A partir da próxima sexta-feira (23), 31 planos de saúde de nove operadoras estarão impedidos de comercializar novos contratos. A medida foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que fiscaliza o setor e protege os consumidores.

    A suspensão temporária foi motivada por reclamações relacionadas à cobertura assistencial, como negativas de atendimento e demora na liberação de procedimentos. As queixas foram registradas no primeiro trimestre de 2023, totalizando 43.660 casos.

    Os planos suspensos atendem atualmente a 407.637 beneficiários, que não serão afetados pela medida e continuarão a receber assistência normalmente. No entanto, as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos clientes.

    Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, a suspensão é uma forma de induzir a melhoria do serviço. “Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento”, afirmou.

    A lista completa dos planos suspensos pode ser consultada no site da ANS. Nela, constam os nomes das operadoras, os números dos planos, os tipos de contratação e a abrangência geográfica.

    Por outro lado, a ANS também liberou a venda de 15 planos de sete operadoras que estavam suspensos anteriormente e melhoraram seus indicadores de qualidade. Esses planos poderão voltar a ser ofertados a partir de sexta-feira (23).

    A ANS orienta os consumidores que tenham dúvidas ou problemas com seus planos de saúde a entrar em contato com a agência pelos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Atendimento ao Consumidor ou Fale Conosco.

    A suspensão temporária foi motivada por reclamações relacionadas à cobertura assistencial, como negativas de atendimento e demora na liberação de procedimentos. As queixas foram registradas no primeiro trimestre de 2023, totalizando 43.660 casos.

    Os planos suspensos atendem atualmente a 407.637 beneficiários, que não serão afetados pela medida e continuarão a receber assistência normalmente. No entanto, as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos clientes.

    Segundo o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli, a suspensão é uma forma de induzir a melhoria do serviço. “Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento”, afirmou.

    A lista completa dos planos suspensos pode ser consultada no site da ANS. Nela, constam os nomes das operadoras, os números dos planos, os tipos de contratação e a abrangência geográfica.

    Por outro lado, a ANS também liberou a venda de 15 planos de sete operadoras que estavam suspensos anteriormente e melhoraram seus indicadores de qualidade. Esses planos poderão voltar a ser ofertados a partir de sexta-feira (23).

    A ANS orienta os consumidores que tenham dúvidas ou problemas com seus planos de saúde a entrar em contato com a agência pelos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Atendimento ao Consumidor ou Fale Conosco.