Autor: Rafaela Maia

  • 5 relógios inteligentes que te ajudam a cuidar da saúde

    5 relógios inteligentes que te ajudam a cuidar da saúde

    Os relógios inteligentes, ou smartwatches, são dispositivos que se conectam ao seu smartphone e oferecem diversas funcionalidades, como receber notificações, controlar músicas, fazer ligações e usar aplicativos. Mas além disso, eles também podem ser ótimos aliados para monitorar a sua saúde e bem-estar, pois possuem sensores que medem a sua frequência cardíaca, oxigênio no sangue,…

    Se você está procurando um relógio inteligente que te ajude a cuidar do seu corpo e da sua mente, confira 5 modelos que se destacam no mercado em 2023:

    • Apple Watch Series 6: o relógio da Apple é um dos mais completos e avançados do mercado. Ele possui um oxímetro que mede o nível de oxigênio no sangue, um monitor cardíaco que detecta arritmias e envia alertas em caso de anormalidades, um monitor de sono que analisa as fases e a duração do seu descanso, um aplicativo de respiração que te ajuda a relaxar e reduzir o estresse, entre outros recursos. Além disso, ele tem um design moderno e elegante, uma tela Retina sempre ativa e resistente à água, e uma bateria que dura até 18 horas.

    • Xiaomi Amazfit GTS 2: o relógio da Xiaomi tem um ótimo custo-benefício e oferece várias funções para monitorar a sua saúde. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que funciona 24 horas por dia, um sensor de oxigênio no sangue que verifica a sua saturação, um monitor de sono que avalia a qualidade e o nível de estresse do seu sono, um monitor de estresse que te orienta a fazer exercícios de respiração quando necessário, entre outros recursos. Ele também tem um design leve e confortável, uma tela AMOLED HD de 1,6 polegadas e uma bateria que dura até 160 horas.

    • Samsung Galaxy Watch Active 2: o relógio da Samsung é outro modelo que se destaca pela qualidade e performance. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que te avisa se ela estiver muito alta ou baixa, um sensor de oxigênio no sangue que mede a sua capacidade pulmonar, um monitor de sono que te dá dicas para melhorar o seu descanso, um monitor de estresse que te sugere exercícios de respiração para te acalmar, entre outros recursos. Ele também tem um design minimalista e elegante, uma tela Super AMOLED de 1,4 polegadas e uma bateria que dura até 60 horas.

    • Huawei Watch GT 2: o relógio da Huawei é mais um modelo que oferece várias funções para cuidar da sua saúde. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que monitora os seus batimentos em tempo real, um sensor de oxigênio no sangue que verifica a sua hemoglobina, um monitor de sono que identifica os seus hábitos e padrões de sono, um monitor de estresse que te ajuda a controlar as suas emoções, entre outros recursos. Ele também tem um design sofisticado e resistente, uma tela AMOLED de 1,39 polegadas e uma bateria que dura até 336 horas.

    • Garmin Vivoactive 4: o relógio da Garmin é ideal para quem pratica esportes e atividades físicas. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que mede o seu desempenho durante os exercícios, um sensor de oxigênio no sangue que avalia a sua aclimatação em altitudes elevadas, um monitor de sono que rastreia as suas fases e movimentos do sono, um monitor de estresse que te orienta a fazer pausas e relaxar, entre outros recursos. Ele também tem um design esportivo e robusto, uma tela transflectiva de 1,3 polegadas e uma bateria que dura até 192 horas.

    Se você está procurando um relógio inteligente que te ajude a cuidar do seu corpo e da sua mente, confira 5 modelos que se destacam no mercado em 2023:

    • Apple Watch Series 6: o relógio da Apple é um dos mais completos e avançados do mercado. Ele possui um oxímetro que mede o nível de oxigênio no sangue, um monitor cardíaco que detecta arritmias e envia alertas em caso de anormalidades, um monitor de sono que analisa as fases e a duração do seu descanso, um aplicativo de respiração que te ajuda a relaxar e reduzir o estresse, entre outros recursos. Além disso, ele tem um design moderno e elegante, uma tela Retina sempre ativa e resistente à água, e uma bateria que dura até 18 horas.

    • Xiaomi Amazfit GTS 2: o relógio da Xiaomi tem um ótimo custo-benefício e oferece várias funções para monitorar a sua saúde. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que funciona 24 horas por dia, um sensor de oxigênio no sangue que verifica a sua saturação, um monitor de sono que avalia a qualidade e o nível de estresse do seu sono, um monitor de estresse que te orienta a fazer exercícios de respiração quando necessário, entre outros recursos. Ele também tem um design leve e confortável, uma tela AMOLED HD de 1,6 polegadas e uma bateria que dura até 160 horas.

    • Samsung Galaxy Watch Active 2: o relógio da Samsung é outro modelo que se destaca pela qualidade e performance. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que te avisa se ela estiver muito alta ou baixa, um sensor de oxigênio no sangue que mede a sua capacidade pulmonar, um monitor de sono que te dá dicas para melhorar o seu descanso, um monitor de estresse que te sugere exercícios de respiração para te acalmar, entre outros recursos. Ele também tem um design minimalista e elegante, uma tela Super AMOLED de 1,4 polegadas e uma bateria que dura até 60 horas.

    • Huawei Watch GT 2: o relógio da Huawei é mais um modelo que oferece várias funções para cuidar da sua saúde. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que monitora os seus batimentos em tempo real, um sensor de oxigênio no sangue que verifica a sua hemoglobina, um monitor de sono que identifica os seus hábitos e padrões de sono, um monitor de estresse que te ajuda a controlar as suas emoções, entre outros recursos. Ele também tem um design sofisticado e resistente, uma tela AMOLED de 1,39 polegadas e uma bateria que dura até 336 horas.

    • Garmin Vivoactive 4: o relógio da Garmin é ideal para quem pratica esportes e atividades físicas. Ele tem um sensor de frequência cardíaca que mede o seu desempenho durante os exercícios, um sensor de oxigênio no sangue que avalia a sua aclimatação em altitudes elevadas, um monitor de sono que rastreia as suas fases e movimentos do sono, um monitor de estresse que te orienta a fazer pausas e relaxar, entre outros recursos. Ele também tem um design esportivo e robusto, uma tela transflectiva de 1,3 polegadas e uma bateria que dura até 192 horas.
  • Cloud gaming: a tecnologia que pode mudar o futuro dos games

    Cloud gaming: a tecnologia que pode mudar o futuro dos games

    Você já imaginou jogar os seus games favoritos em qualquer dispositivo, sem precisar de um PC gamer ou um console? Essa é a proposta do cloud gaming, uma tecnologia que permite que os jogos sejam executados na nuvem e transmitidos em tempo real para a tela do usuário.

    O cloud gaming funciona como um serviço de streaming de vídeo, como Netflix ou YouTube, só que interativo. O usuário não precisa baixar nem instalar os jogos, nem se preocupar com a capacidade de processamento ou armazenamento do seu dispositivo. Basta ter uma boa conexão de internet e uma conta no serviço de cloud gaming.

    Essa tecnologia traz diversas vantagens para os gamers, como:

    • Economia: não é preciso investir em hardwares caros e atualizados para rodar os jogos;

    • Acessibilidade: os jogos podem ser acessados em diferentes plataformas e sistemas operacionais, como smartphones, tablets, TVs e notebooks;

    • Mobilidade: os jogos podem ser jogados em qualquer lugar e a qualquer hora, sem depender de mídias físicas ou downloads;

    • Atualização: os jogos estão sempre atualizados e com as últimas novidades disponíveis.

    Mas o cloud gaming também traz desafios e limitações, como:

    • Latência: o tempo de resposta entre o comando do usuário e a ação no jogo pode ser afetado pela velocidade e estabilidade da internet;

    • Qualidade: a resolução e o desempenho dos jogos podem variar de acordo com a banda larga e o dispositivo do usuário;

    • Disponibilidade: nem todos os jogos estão disponíveis nos serviços de cloud gaming, e alguns podem exigir assinaturas ou compras adicionais;

    • Segurança: os dados dos usuários podem estar vulneráveis a ataques ou vazamentos nos servidores da nuvem.

    O mercado de cloud gaming está em crescimento e tem atraído grandes empresas do setor. Uma das pioneiras é a Microsoft, que lançou o seu serviço de cloud gaming chamado xCloud em 2020. O xCloud permite que os usuários joguem mais de 100 títulos do Xbox em dispositivos Android, usando um controle sem fio ou a tela sensível ao toque.

    A Sony, por sua vez, está atrás no desenvolvimento do seu serviço de cloud gaming. A empresa tem o PlayStation Now, que permite jogar alguns jogos do PS2, PS3 e PS4 em PCs e consoles, mas com uma qualidade inferior ao xCloud. Além disso, o PlayStation Now não está disponível no Brasil, enquanto o xCloud já está em fase de testes no país.

    Essa diferença pode colocar em risco o futuro do PlayStation, que pode perder espaço para o Xbox e outros concorrentes no mercado de games. Por isso, a Sony precisa investir mais na tecnologia de cloud gaming e oferecer uma experiência mais satisfatória para os seus usuários.

    O cloud gaming é uma tendência que pode mudar o futuro dos games, tornando-os mais acessíveis, econômicos e dinâmicos. Mas também é uma tecnologia que exige desafios técnicos, comerciais e regulatórios. Por isso, é importante acompanhar as novidades e as oportunidades desse segmento.

    O cloud gaming funciona como um serviço de streaming de vídeo, como Netflix ou YouTube, só que interativo. O usuário não precisa baixar nem instalar os jogos, nem se preocupar com a capacidade de processamento ou armazenamento do seu dispositivo. Basta ter uma boa conexão de internet e uma conta no serviço de cloud gaming.

    Essa tecnologia traz diversas vantagens para os gamers, como:

    • Economia: não é preciso investir em hardwares caros e atualizados para rodar os jogos;

    • Acessibilidade: os jogos podem ser acessados em diferentes plataformas e sistemas operacionais, como smartphones, tablets, TVs e notebooks;

    • Mobilidade: os jogos podem ser jogados em qualquer lugar e a qualquer hora, sem depender de mídias físicas ou downloads;

    • Atualização: os jogos estão sempre atualizados e com as últimas novidades disponíveis.

    Mas o cloud gaming também traz desafios e limitações, como:

    • Latência: o tempo de resposta entre o comando do usuário e a ação no jogo pode ser afetado pela velocidade e estabilidade da internet;

    • Qualidade: a resolução e o desempenho dos jogos podem variar de acordo com a banda larga e o dispositivo do usuário;

    • Disponibilidade: nem todos os jogos estão disponíveis nos serviços de cloud gaming, e alguns podem exigir assinaturas ou compras adicionais;

    • Segurança: os dados dos usuários podem estar vulneráveis a ataques ou vazamentos nos servidores da nuvem.

    O mercado de cloud gaming está em crescimento e tem atraído grandes empresas do setor. Uma das pioneiras é a Microsoft, que lançou o seu serviço de cloud gaming chamado xCloud em 2020. O xCloud permite que os usuários joguem mais de 100 títulos do Xbox em dispositivos Android, usando um controle sem fio ou a tela sensível ao toque.

    A Sony, por sua vez, está atrás no desenvolvimento do seu serviço de cloud gaming. A empresa tem o PlayStation Now, que permite jogar alguns jogos do PS2, PS3 e PS4 em PCs e consoles, mas com uma qualidade inferior ao xCloud. Além disso, o PlayStation Now não está disponível no Brasil, enquanto o xCloud já está em fase de testes no país.

    Essa diferença pode colocar em risco o futuro do PlayStation, que pode perder espaço para o Xbox e outros concorrentes no mercado de games. Por isso, a Sony precisa investir mais na tecnologia de cloud gaming e oferecer uma experiência mais satisfatória para os seus usuários.

    O cloud gaming é uma tendência que pode mudar o futuro dos games, tornando-os mais acessíveis, econômicos e dinâmicos. Mas também é uma tecnologia que exige desafios técnicos, comerciais e regulatórios. Por isso, é importante acompanhar as novidades e as oportunidades desse segmento.

  • Combustíveis renováveis: o que são e quais as vantagens para o meio ambiente

    Combustíveis renováveis: o que são e quais as vantagens para o meio ambiente

    Os combustíveis renováveis são fontes de energia que podem ser obtidas a partir de matérias orgânicas, como plantas, animais ou resíduos. Eles se diferenciam dos combustíveis fósseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural, que são limitados e causam grande impacto ambiental.

    Os combustíveis renováveis têm como vantagens a redução das emissões de gases poluentes, a diversificação da matriz energética e a geração de emprego e renda no setor agrícola. Além disso, eles podem ser produzidos localmente, diminuindo a dependência de importações e aumentando a segurança energética.

    No Brasil, os principais combustíveis renováveis são o etanol e o biodiesel. O etanol é produzido a partir da cana-de-açúcar e pode substituir a gasolina nos veículos. O biodiesel é produzido a partir de óleos vegetais ou gorduras animais e pode substituir o diesel de petróleo. Ambos são biodegradáveis e têm menor custo do que os combustíveis fósseis.

    Existem também outros tipos de combustíveis renováveis que podem ser explorados no país, como o biogás, o biometano, o bioquerosene e o bio-óleo. Esses combustíveis podem ser obtidos a partir de diferentes matérias-primas, como resíduos urbanos, industriais ou agropecuários. Eles podem ser usados para gerar eletricidade, aquecimento ou transporte.

    Os combustíveis renováveis são uma alternativa sustentável para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Eles contribuem para a preservação dos recursos naturais e para a mitigação das mudanças climáticas. Por isso, é importante incentivar o seu uso e a sua produção em larga escala.

    Os combustíveis renováveis têm como vantagens a redução das emissões de gases poluentes, a diversificação da matriz energética e a geração de emprego e renda no setor agrícola. Além disso, eles podem ser produzidos localmente, diminuindo a dependência de importações e aumentando a segurança energética.

    No Brasil, os principais combustíveis renováveis são o etanol e o biodiesel. O etanol é produzido a partir da cana-de-açúcar e pode substituir a gasolina nos veículos. O biodiesel é produzido a partir de óleos vegetais ou gorduras animais e pode substituir o diesel de petróleo. Ambos são biodegradáveis e têm menor custo do que os combustíveis fósseis.

    Existem também outros tipos de combustíveis renováveis que podem ser explorados no país, como o biogás, o biometano, o bioquerosene e o bio-óleo. Esses combustíveis podem ser obtidos a partir de diferentes matérias-primas, como resíduos urbanos, industriais ou agropecuários. Eles podem ser usados para gerar eletricidade, aquecimento ou transporte.

    Os combustíveis renováveis são uma alternativa sustentável para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Eles contribuem para a preservação dos recursos naturais e para a mitigação das mudanças climáticas. Por isso, é importante incentivar o seu uso e a sua produção em larga escala.

  • Reforma tributária pode reduzir desigualdade no Brasil

    Reforma tributária pode reduzir desigualdade no Brasil

    O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo em termos de distribuição de renda e carga tributária. Segundo dados da Receita Federal, 75% dos impostos arrecadados no país vêm do trabalho e do consumo, enquanto o capital e o patrimônio são pouco tributados. Isso significa que os trabalhadores e os mais pobres pagam…

    A reforma tributária, que está em tramitação no Congresso, pode ser uma oportunidade para mudar essa realidade e promover mais justiça fiscal no país. A proposta do governo federal prevê a unificação de vários tributos sobre o consumo em um único imposto sobre valor agregado (IVA), a criação de um imposto sobre transações financeiras (ITF) e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até dois salários mínimos.

    Essas medidas podem simplificar o sistema tributário, reduzir a sonegação e a evasão fiscal, aumentar a arrecadação e aliviar a carga sobre os mais pobres. No entanto, especialistas defendem que a reforma também deve incluir outras mudanças, como a tributação de lucros e dividendos, a revisão das isenções e renúncias fiscais, o aumento da alíquota do imposto sobre herança e a criação de um imposto sobre grandes fortunas.

    Essas medidas poderiam tornar o sistema tributário mais progressivo, ou seja, cobrar mais de quem tem mais capacidade contributiva e menos de quem tem menos. Além disso, poderiam gerar mais recursos para financiar políticas públicas de saúde, educação, assistência social e infraestrutura, que beneficiam principalmente a população mais carente.

    A reforma tributária é um tema complexo e polêmico, que envolve interesses econômicos, políticos e sociais. Por isso, é importante que a sociedade participe do debate e exija que os parlamentares aprovem uma reforma que seja justa, eficiente e solidária.

    A reforma tributária, que está em tramitação no Congresso, pode ser uma oportunidade para mudar essa realidade e promover mais justiça fiscal no país. A proposta do governo federal prevê a unificação de vários tributos sobre o consumo em um único imposto sobre valor agregado (IVA), a criação de um imposto sobre transações financeiras (ITF) e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até dois salários mínimos.

    Essas medidas podem simplificar o sistema tributário, reduzir a sonegação e a evasão fiscal, aumentar a arrecadação e aliviar a carga sobre os mais pobres. No entanto, especialistas defendem que a reforma também deve incluir outras mudanças, como a tributação de lucros e dividendos, a revisão das isenções e renúncias fiscais, o aumento da alíquota do imposto sobre herança e a criação de um imposto sobre grandes fortunas.

    Essas medidas poderiam tornar o sistema tributário mais progressivo, ou seja, cobrar mais de quem tem mais capacidade contributiva e menos de quem tem menos. Além disso, poderiam gerar mais recursos para financiar políticas públicas de saúde, educação, assistência social e infraestrutura, que beneficiam principalmente a população mais carente.

    A reforma tributária é um tema complexo e polêmico, que envolve interesses econômicos, políticos e sociais. Por isso, é importante que a sociedade participe do debate e exija que os parlamentares aprovem uma reforma que seja justa, eficiente e solidária.

  • Reforma tributária pode tornar Brasil mais competitivo e beneficiar consumidores

    Reforma tributária pode tornar Brasil mais competitivo e beneficiar consumidores

    O atual sistema tributário brasileiro é complexo, cumulativo e desorganizado, o que prejudica o crescimento econômico e a competitividade do país. Essa é a opinião do especialista em contas públicas Murilo Viana, que falou à CNN sobre a importância da reforma tributária.

    Segundo Viana, o Brasil tem um sistema tributário “anacrônico em relação a práticas internacionais” e que “distancia muito o Brasil de integrar cadeias produtivas globais e ganhar competitividade nas exportações”. A reforma tributária é, então, “uma das principais agendas para garantir competitividade ao Brasil”.

    A proposta de reforma tributária prevê a unificação de cinco impostos sobre o consumo (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) em um único Imposto sobre Valor Agregado (IVA), chamado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Além disso, propõe a criação de um imposto seletivo sobre produtos específicos, como cigarros e bebidas alcoólicas.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, reduzir a burocracia, a litigiosidade e a cumulatividade dos impostos, que encarecem os produtos e serviços e afetam a competitividade das empresas. A reforma também pretende acabar com a guerra fiscal entre os estados e municípios, que concedem benefícios fiscais para atrair investimentos.

    A reforma tributária pode trazer benefícios para os consumidores, que pagarão menos impostos sobre o consumo e terão mais transparência sobre a carga tributária embutida nos preços. Além disso, a reforma pode estimular o crescimento econômico, a geração de empregos e renda e a melhoria da qualidade de vida da população.

    Para Viana, a reforma tributária é um tema de “suma importância para toda a sociedade” e que “todos ganham com os efeitos positivos da reforma tributária sobre o crescimento da economia”. Ele destacou, também, os ganhos do ponto de vista distributivo, com a proposta de devolução, às famílias mais pobres, de parte dos impostos que elas pagam sobre o seu consumo (cashback).

    Fonte: Link.

    Segundo Viana, o Brasil tem um sistema tributário “anacrônico em relação a práticas internacionais” e que “distancia muito o Brasil de integrar cadeias produtivas globais e ganhar competitividade nas exportações”. A reforma tributária é, então, “uma das principais agendas para garantir competitividade ao Brasil”.

    A proposta de reforma tributária prevê a unificação de cinco impostos sobre o consumo (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) em um único Imposto sobre Valor Agregado (IVA), chamado de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Além disso, propõe a criação de um imposto seletivo sobre produtos específicos, como cigarros e bebidas alcoólicas.

    O objetivo da reforma é simplificar o sistema tributário, reduzir a burocracia, a litigiosidade e a cumulatividade dos impostos, que encarecem os produtos e serviços e afetam a competitividade das empresas. A reforma também pretende acabar com a guerra fiscal entre os estados e municípios, que concedem benefícios fiscais para atrair investimentos.

    A reforma tributária pode trazer benefícios para os consumidores, que pagarão menos impostos sobre o consumo e terão mais transparência sobre a carga tributária embutida nos preços. Além disso, a reforma pode estimular o crescimento econômico, a geração de empregos e renda e a melhoria da qualidade de vida da população.

    Para Viana, a reforma tributária é um tema de “suma importância para toda a sociedade” e que “todos ganham com os efeitos positivos da reforma tributária sobre o crescimento da economia”. Ele destacou, também, os ganhos do ponto de vista distributivo, com a proposta de devolução, às famílias mais pobres, de parte dos impostos que elas pagam sobre o seu consumo (cashback).

    Fonte: Link.

  • Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Como o estresse crônico muda o cérebro e aumenta a vontade de comer doces

    Um estudo recente de cientistas australianos revelou que o estresse combinado com alimentos calóricos e doces altera o cérebro e aumenta o apetite e a preferência por alimentos palatáveis e ricos em açúcar.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

    O estudo, publicado na revista Neuron, mostrou que o estresse interfere na resposta natural do cérebro à saciedade, que é a sensação de estar satisfeito após uma refeição. O estresse faz com que uma parte do cérebro chamada habenula lateral, que normalmente inibe os sinais de recompensa associados à alimentação, fique silenciosa. Isso permite que o cérebro seja continuamente recompensado ao comer, mesmo sem necessidade energética.

    Os pesquisadores usaram modelos de camundongos para investigar como diferentes áreas do cérebro reagiam ao estresse crônico sob várias dietas. Eles descobriram que os camundongos estressados que consumiam uma dieta rica em gordura ganhavam duas vezes mais peso do que os camundongos que consumiam a mesma dieta sem estresse. Além disso, os camundongos estressados mostravam uma preferência três vezes maior por água adoçada artificialmente do que os camundongos não estressados, indicando um desejo por alimentos doces e saborosos.

    Os pesquisadores identificaram que uma molécula chamada NPY, que o cérebro produz naturalmente em resposta ao estresse, estava envolvida nesse processo. Eles bloquearam a ação dessa molécula nas células cerebrais da habenula lateral dos camundongos estressados e observaram que eles consumiam menos alimentos calóricos e doces, resultando em menos ganho de peso.

    O professor Herbert Herzog, autor sênior do estudo e cientista visitante no Instituto Garvan de Pesquisa Médica, explicou que o estresse pode comprometer o metabolismo energético saudável e destacou a importância de uma dieta equilibrada em situações de tensão. “Este estudo enfatiza o quanto o estresse pode comprometer um metabolismo energético saudável”, disse ele. “É um lembrete para evitar um estilo de vida estressante e, crucialmente, se você está lidando com o estresse a longo prazo, tente comer uma dieta saudável e guarde a comida lixo.”

    Fonte: Link.

  • Podcasts: como surgiu, quais são os mais ouvidos e qual o futuro desse formato de conteúdo

    Podcasts: como surgiu, quais são os mais ouvidos e qual o futuro desse formato de conteúdo

    Os podcasts são programas de áudio que podem ser ouvidos a qualquer hora e em qualquer lugar, por meio de aplicativos ou sites na internet. Eles abordam os mais diversos temas, desde notícias e entretenimento até educação e negócios. Mas você sabe como surgiu esse formato de conteúdo e quais são os podcasts mais ouvidos…

    A origem dos podcasts remonta ao início dos anos 2000, quando alguns pioneiros começaram a produzir e distribuir arquivos de áudio pela web, aproveitando o surgimento dos tocadores portáteis de MP3. O termo podcast foi cunhado em 2004 pelo jornalista britânico Ben Hammersley, em um artigo para o jornal The Guardian, combinando as palavras iPod (o famoso dispositivo da Apple) e broadcast (transmissão).

    O podcast ganhou popularidade nos anos seguintes, com o surgimento de plataformas especializadas, como o iTunes e o Spotify, que facilitaram o acesso e a descoberta dos programas pelos usuários. Além disso, o podcast se beneficiou da crescente demanda por conteúdo on demand (sob demanda), que permite ao consumidor escolher o que, quando e onde quer ouvir.

    Segundo dados da Statista e no Ibope, o Brasil é o terceiro país que mais consome podcast no mundo, com mais de 30 milhões de ouvintes. O país só fica atrás da Suécia e da Irlanda, primeiro e segundo colocados, respectivamente. O Spotify é o tocador favorito do público para ouvir podcast, com 25% da participação de mercado.

    Mas quais são os podcasts mais ouvidos pelos brasileiros e pelo mundo? De acordo com a mesma pesquisa, o podcast Horóscopo Hoje, que conta diariamente sobre previsões dos signos, foi o mais ouvido do Brasil no último ano. Em segundo lugar ficou o podcast Mano a Mano, o programa de entrevistas do Mano Brown. Os podcasts Flow, Primocast e Café da Manhã ficaram na 3ª, 4ª e 5ª colocação, respectivamente.

    Já no ranking mundial, o podcast The Joe Rogan Experience (do apresentador Joe Rogan) ficou em primeira posição, seguido pelo Call Her Daddy em segundo colocado, e o Crime Junkie em terceiro. Esses dados são baseados nas plataformas gratuitas de streaming.

    O futuro dos podcasts parece promissor, com novas tendências e oportunidades para criadores e ouvintes. Entre elas, podemos destacar:

    • A produção de podcasts originais e exclusivos por grandes empresas de mídia e tecnologia, como Netflix, Amazon e Apple.

    • A monetização dos podcasts por meio de assinaturas pagas, publicidade direcionada e patrocínios de marcas.

    • A interação dos podcasts com outras mídias, como vídeo, texto e redes sociais.

    • A diversificação dos formatos e gêneros dos podcasts, explorando novas narrativas e públicos.

    • A expansão dos podcasts para novos mercados e idiomas, ampliando o alcance global do conteúdo.

    Os podcasts são uma forma de comunicação que veio para ficar e que oferece muitas possibilidades para quem quer se informar, se divertir ou se educar. Se você ainda não é um ouvinte assíduo desse formato de conteúdo, vale a pena experimentar e descobrir os podcasts que mais combinam com você.

    A origem dos podcasts remonta ao início dos anos 2000, quando alguns pioneiros começaram a produzir e distribuir arquivos de áudio pela web, aproveitando o surgimento dos tocadores portáteis de MP3. O termo podcast foi cunhado em 2004 pelo jornalista britânico Ben Hammersley, em um artigo para o jornal The Guardian, combinando as palavras iPod (o famoso dispositivo da Apple) e broadcast (transmissão).

    O podcast ganhou popularidade nos anos seguintes, com o surgimento de plataformas especializadas, como o iTunes e o Spotify, que facilitaram o acesso e a descoberta dos programas pelos usuários. Além disso, o podcast se beneficiou da crescente demanda por conteúdo on demand (sob demanda), que permite ao consumidor escolher o que, quando e onde quer ouvir.

    Segundo dados da Statista e no Ibope, o Brasil é o terceiro país que mais consome podcast no mundo, com mais de 30 milhões de ouvintes. O país só fica atrás da Suécia e da Irlanda, primeiro e segundo colocados, respectivamente. O Spotify é o tocador favorito do público para ouvir podcast, com 25% da participação de mercado.

    Mas quais são os podcasts mais ouvidos pelos brasileiros e pelo mundo? De acordo com a mesma pesquisa, o podcast Horóscopo Hoje, que conta diariamente sobre previsões dos signos, foi o mais ouvido do Brasil no último ano. Em segundo lugar ficou o podcast Mano a Mano, o programa de entrevistas do Mano Brown. Os podcasts Flow, Primocast e Café da Manhã ficaram na 3ª, 4ª e 5ª colocação, respectivamente.

    Já no ranking mundial, o podcast The Joe Rogan Experience (do apresentador Joe Rogan) ficou em primeira posição, seguido pelo Call Her Daddy em segundo colocado, e o Crime Junkie em terceiro. Esses dados são baseados nas plataformas gratuitas de streaming.

    O futuro dos podcasts parece promissor, com novas tendências e oportunidades para criadores e ouvintes. Entre elas, podemos destacar:

    • A produção de podcasts originais e exclusivos por grandes empresas de mídia e tecnologia, como Netflix, Amazon e Apple.

    • A monetização dos podcasts por meio de assinaturas pagas, publicidade direcionada e patrocínios de marcas.

    • A interação dos podcasts com outras mídias, como vídeo, texto e redes sociais.

    • A diversificação dos formatos e gêneros dos podcasts, explorando novas narrativas e públicos.

    • A expansão dos podcasts para novos mercados e idiomas, ampliando o alcance global do conteúdo.

    Os podcasts são uma forma de comunicação que veio para ficar e que oferece muitas possibilidades para quem quer se informar, se divertir ou se educar. Se você ainda não é um ouvinte assíduo desse formato de conteúdo, vale a pena experimentar e descobrir os podcasts que mais combinam com você.

  • El Niño: entenda o fenômeno que afeta o clima no mundo todo

    El Niño: entenda o fenômeno que afeta o clima no mundo todo

    Você já ouviu falar do El Niño? Sabe o que ele é e como ele influencia o clima em diferentes regiões do planeta? Neste post, vamos explicar para você o que é esse fenômeno natural, como ele ocorre e quais são as suas consequências para o meio ambiente e para a sociedade.

    O que é El Niño?

    El Niño é um fenômeno climático natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico na sua porção equatorial. Ele ocorre em intervalos irregulares de cinco a sete anos e tem duração média que varia entre um ano a um ano e meio, com início nos últimos meses do ano.

    O nome El Niño foi dado por pescadores da costa oeste da América do Sul, que observaram uma diminuição da produtividade pesqueira associada a correntes de água mais quentes do que o habitual para a época do ano. Como o período de observação coincidia com o Natal, eles atribuíram o fenômeno ao menino Jesus (el niño = o menino).

    Como ocorre o El Niño?

    O El Niño está relacionado com a alteração dos ventos alísios, que são ventos constantes que sopram do leste para o oeste na região equatorial. Em condições normais, esses ventos empurram as águas superficiais quentes do Pacífico para a região ocidental do oceano, onde se acumulam próximo à Austrália e à Indonésia. Ao mesmo tempo, eles favorecem a ressurgência de águas frias e profundas na região oriental do Pacífico, próximo à costa da América do Sul.

    Durante o El Niño, os ventos alísios enfraquecem ou até mesmo se invertem, fazendo com que as águas quentes se desloquem para a região central e oriental do Pacífico. Isso provoca um aumento significativo das temperaturas oceânicas nessa área, que podem chegar a 2,5°C acima da média.

    Quais as consequências do El Niño?

    O El Niño afeta a distribuição de calor e umidade na atmosfera, provocando mudanças no padrão de chuvas e de temperaturas em várias partes do mundo. Em geral, ele causa secas em áreas que costumam ser chuvosas e chuvas em áreas que costumam ser secas.

    Algumas das consequências do El Niño são:

    • Secas no sudeste da Ásia e na Oceania, que podem causar incêndios florestais, perda de biodiversidade e problemas agrícolas;
    • Chuvas intensas na região central do Pacífico, na costa oeste da América do Norte e na América Central, que podem provocar inundações, deslizamentos de terra e doenças;
    • Tempo quente e chuvoso na costa ocidental da América do Sul, especialmente no Peru e no Equador, que podem afetar a pesca, a agricultura e a saúde pública;
    • Secas nas regiões mais elevadas dos Andes, na Colômbia e na Bolívia, que podem reduzir a disponibilidade de água potável e de energia hidrelétrica;
    • Chuvas intensas e volumosas na região Sul do Brasil e secas prolongadas e calor nas regiões Norte e Nordeste;
    • Aumento das temperaturas globais, que podem contribuir para o derretimento das calotas polares, o branqueamento dos corais e a perda de habitats.

    Como se prevenir dos impactos do El Niño?

    O El Niño é um fenômeno natural que não pode ser evitado, mas pode ser monitorado e previsto com antecedência. Por isso, é importante acompanhar as informações meteorológicas e climáticas fornecidas por instituições especializadas, como o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

    Além disso, é fundamental adotar medidas de prevenção e adaptação aos efeitos do El Niño, como:

    • Economizar água e energia, evitando o desperdício e o racionamento;
    • Preservar as florestas e os recursos hídricos, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global;
    • Planejar as atividades agrícolas, pesqueiras e turísticas, levando em conta as variações climáticas;
    • Seguir as orientações das autoridades de defesa civil, saúde e meio ambiente, em caso de emergências ou desastres naturais.

    Conclusão

    O El Niño é um fenômeno climático natural que altera o clima em diferentes regiões do mundo. Ele pode trazer benefícios ou prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade, dependendo da sua intensidade e da sua duração. Por isso, é importante conhecer as suas características, as suas causas e as suas consequências, bem como se prevenir dos seus impactos.

    O que é El Niño?

    El Niño é um fenômeno climático natural que se caracteriza pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico na sua porção equatorial. Ele ocorre em intervalos irregulares de cinco a sete anos e tem duração média que varia entre um ano a um ano e meio, com início nos últimos meses do ano.

    O nome El Niño foi dado por pescadores da costa oeste da América do Sul, que observaram uma diminuição da produtividade pesqueira associada a correntes de água mais quentes do que o habitual para a época do ano. Como o período de observação coincidia com o Natal, eles atribuíram o fenômeno ao menino Jesus (el niño = o menino).

    Como ocorre o El Niño?

    O El Niño está relacionado com a alteração dos ventos alísios, que são ventos constantes que sopram do leste para o oeste na região equatorial. Em condições normais, esses ventos empurram as águas superficiais quentes do Pacífico para a região ocidental do oceano, onde se acumulam próximo à Austrália e à Indonésia. Ao mesmo tempo, eles favorecem a ressurgência de águas frias e profundas na região oriental do Pacífico, próximo à costa da América do Sul.

    Durante o El Niño, os ventos alísios enfraquecem ou até mesmo se invertem, fazendo com que as águas quentes se desloquem para a região central e oriental do Pacífico. Isso provoca um aumento significativo das temperaturas oceânicas nessa área, que podem chegar a 2,5°C acima da média.

    Quais as consequências do El Niño?

    O El Niño afeta a distribuição de calor e umidade na atmosfera, provocando mudanças no padrão de chuvas e de temperaturas em várias partes do mundo. Em geral, ele causa secas em áreas que costumam ser chuvosas e chuvas em áreas que costumam ser secas.

    Algumas das consequências do El Niño são:

    • Secas no sudeste da Ásia e na Oceania, que podem causar incêndios florestais, perda de biodiversidade e problemas agrícolas;
    • Chuvas intensas na região central do Pacífico, na costa oeste da América do Norte e na América Central, que podem provocar inundações, deslizamentos de terra e doenças;
    • Tempo quente e chuvoso na costa ocidental da América do Sul, especialmente no Peru e no Equador, que podem afetar a pesca, a agricultura e a saúde pública;
    • Secas nas regiões mais elevadas dos Andes, na Colômbia e na Bolívia, que podem reduzir a disponibilidade de água potável e de energia hidrelétrica;
    • Chuvas intensas e volumosas na região Sul do Brasil e secas prolongadas e calor nas regiões Norte e Nordeste;
    • Aumento das temperaturas globais, que podem contribuir para o derretimento das calotas polares, o branqueamento dos corais e a perda de habitats.

    Como se prevenir dos impactos do El Niño?

    O El Niño é um fenômeno natural que não pode ser evitado, mas pode ser monitorado e previsto com antecedência. Por isso, é importante acompanhar as informações meteorológicas e climáticas fornecidas por instituições especializadas, como o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

    Além disso, é fundamental adotar medidas de prevenção e adaptação aos efeitos do El Niño, como:

    • Economizar água e energia, evitando o desperdício e o racionamento;
    • Preservar as florestas e os recursos hídricos, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global;
    • Planejar as atividades agrícolas, pesqueiras e turísticas, levando em conta as variações climáticas;
    • Seguir as orientações das autoridades de defesa civil, saúde e meio ambiente, em caso de emergências ou desastres naturais.

    Conclusão

    O El Niño é um fenômeno climático natural que altera o clima em diferentes regiões do mundo. Ele pode trazer benefícios ou prejuízos para o meio ambiente e para a sociedade, dependendo da sua intensidade e da sua duração. Por isso, é importante conhecer as suas características, as suas causas e as suas consequências, bem como se prevenir dos seus impactos.

  • Exercício físico pode reduzir risco de diabetes tipo 2, mesmo em pessoas com predisposição genética

    Exercício físico pode reduzir risco de diabetes tipo 2, mesmo em pessoas com predisposição genética

    Um estudo da Universidade de Sydney revelou que ser fisicamente ativo pode diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo 2, mesmo em pessoas com alto risco genético de contrair a doença. Os pesquisadores afirmam que o estudo demonstra que o exercício físico deve ser promovido como uma estratégia importante para a prevenção do diabetes tipo…

    O estudo envolveu 59.325 adultos do UK Biobank, que usaram acelerômetros (dispositivos que medem a atividade física) no início do estudo e foram acompanhados por até sete anos para monitorar os desfechos de saúde. O UK Biobank é um banco de dados biomédico e um recurso de pesquisa que contém informações genéticas, de estilo de vida e de saúde de meio milhão de participantes do Reino Unido.

    Os pesquisadores analisaram os marcadores genéticos associados a um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Pessoas com uma pontuação de risco genético alta tinham 2,4 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparadas com aquelas com uma pontuação de risco genético baixa.

    No entanto, o estudo mostrou que níveis mais altos de atividade física total, especialmente de intensidade moderada a vigorosa, tinham uma forte associação com um menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. Além disso, os participantes com alto risco genético, mas que estavam na categoria mais ativa fisicamente, na verdade tinham um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparados com aqueles com baixo risco genético, mas na categoria menos ativa.

    A autora sênior do estudo, a professora associada Melody Ding, do Centro Charles Perkins e da Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de Sydney, diz que embora o papel da genética e da atividade física no surgimento do diabetes tipo 2 seja bem estabelecido, até agora a maioria dos dados era baseada em relatos pessoais e havia pouca evidência se o risco genético poderia ser contrabalançado pela atividade física.

    “Nós não podemos controlar nosso risco genético e nossa história familiar, mas esse estudo traz notícias promissoras e positivas de que por meio de um estilo de vida ativo, podemos ‘combater’ grande parte do risco excessivo para o diabetes tipo 2”, diz a professora associada Ding.

    Ela explica que atividade física de intensidade moderada descreve movimentos que fazem você suar e ficar um pouco sem fôlego, como caminhar rápido e fazer jardinagem geral. Exemplos de atividade física de intensidade vigorosa incluem correr, dançar aeróbica, pedalar morro acima ou em um ritmo rápido e fazer jardinagem pesada como cavar – todas atividades que fazem você ficar sem fôlego ou respirar pesadamente.

    O diabetes é uma preocupação global de saúde pública. Em 2021, havia 537 milhões de adultos vivendo com diabetes no mundo. Quase 1,2 milhão de australianos foram registrados como vivendo com diabetes tipo 2 em 2020.

    Os resultados também têm um forte significado pessoal para a professora associada Ding, cujo pai foi recentemente diagnosticado com diabetes tipo 2 aos 60 anos.

    “O lado do meu pai da família tem um histórico de diabetes tipo 2, então o resultado do estudo é extremamente encorajador para minha família e para mim. Como uma pessoa já ativa, agora tenho uma motivação extra para manter esse estilo de vida ativo”, diz a professora associada Ding.

    “Nossa esperança é que este estudo informe as diretrizes de saúde pública e clínica, para que possa ajudar na prevenção de doenças crônicas para profissionais de saúde, organizações e o público.”

    “Estou muito feliz em compartilhar nossos resultados de pesquisa com um público amplo para que as pessoas saibam que a atividade física é benéfica para a saúde, especialmente para pessoas com alto risco genético. Se você tem um histórico familiar de diabetes tipo 2, ou mesmo que não tenha, hoje é o dia para começar a ser fisicamente ativo”, diz a candidata a doutorado Mengyun (Susan) Luo, que liderou o estudo.

    Fonte: Link.

    O estudo envolveu 59.325 adultos do UK Biobank, que usaram acelerômetros (dispositivos que medem a atividade física) no início do estudo e foram acompanhados por até sete anos para monitorar os desfechos de saúde. O UK Biobank é um banco de dados biomédico e um recurso de pesquisa que contém informações genéticas, de estilo de vida e de saúde de meio milhão de participantes do Reino Unido.

    Os pesquisadores analisaram os marcadores genéticos associados a um maior risco de desenvolver diabetes tipo 2. Pessoas com uma pontuação de risco genético alta tinham 2,4 vezes mais risco de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparadas com aquelas com uma pontuação de risco genético baixa.

    No entanto, o estudo mostrou que níveis mais altos de atividade física total, especialmente de intensidade moderada a vigorosa, tinham uma forte associação com um menor risco de desenvolver diabetes tipo 2. Além disso, os participantes com alto risco genético, mas que estavam na categoria mais ativa fisicamente, na verdade tinham um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2 quando comparados com aqueles com baixo risco genético, mas na categoria menos ativa.

    A autora sênior do estudo, a professora associada Melody Ding, do Centro Charles Perkins e da Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de Sydney, diz que embora o papel da genética e da atividade física no surgimento do diabetes tipo 2 seja bem estabelecido, até agora a maioria dos dados era baseada em relatos pessoais e havia pouca evidência se o risco genético poderia ser contrabalançado pela atividade física.

    “Nós não podemos controlar nosso risco genético e nossa história familiar, mas esse estudo traz notícias promissoras e positivas de que por meio de um estilo de vida ativo, podemos ‘combater’ grande parte do risco excessivo para o diabetes tipo 2”, diz a professora associada Ding.

    Ela explica que atividade física de intensidade moderada descreve movimentos que fazem você suar e ficar um pouco sem fôlego, como caminhar rápido e fazer jardinagem geral. Exemplos de atividade física de intensidade vigorosa incluem correr, dançar aeróbica, pedalar morro acima ou em um ritmo rápido e fazer jardinagem pesada como cavar – todas atividades que fazem você ficar sem fôlego ou respirar pesadamente.

    O diabetes é uma preocupação global de saúde pública. Em 2021, havia 537 milhões de adultos vivendo com diabetes no mundo. Quase 1,2 milhão de australianos foram registrados como vivendo com diabetes tipo 2 em 2020.

    Os resultados também têm um forte significado pessoal para a professora associada Ding, cujo pai foi recentemente diagnosticado com diabetes tipo 2 aos 60 anos.

    “O lado do meu pai da família tem um histórico de diabetes tipo 2, então o resultado do estudo é extremamente encorajador para minha família e para mim. Como uma pessoa já ativa, agora tenho uma motivação extra para manter esse estilo de vida ativo”, diz a professora associada Ding.

    “Nossa esperança é que este estudo informe as diretrizes de saúde pública e clínica, para que possa ajudar na prevenção de doenças crônicas para profissionais de saúde, organizações e o público.”

    “Estou muito feliz em compartilhar nossos resultados de pesquisa com um público amplo para que as pessoas saibam que a atividade física é benéfica para a saúde, especialmente para pessoas com alto risco genético. Se você tem um histórico familiar de diabetes tipo 2, ou mesmo que não tenha, hoje é o dia para começar a ser fisicamente ativo”, diz a candidata a doutorado Mengyun (Susan) Luo, que liderou o estudo.

    Fonte: Link.

  • Bancos alteram data de fechamento da fatura do cartão e podem prejudicar consumidores

    Bancos alteram data de fechamento da fatura do cartão e podem prejudicar consumidores

    Alguns bancos estão mudando a data de fechamento da fatura do cartão de crédito sem comunicar aos clientes, segundo o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor). A prática pode levar ao endividamento e viola o Código de Defesa do Consumidor. A mudança diminui o prazo entre o fechamento e o pagamento da fatura e altera…

    O Idec afirma que a medida não é ilegal, já que não há uma regra específica sobre a data de fechamento da fatura do cartão, mas que é abusiva e arbitrária se feita sem comunicação prévia ao cliente. O órgão pretende reunir os casos para debater a situação com o Banco Central e outros órgãos competentes.

    O Banco Central informou que não há regras determinadas pela autoridade monetária ou pelo Conselho Monetário Nacional no que diz respeito aos prazos mínimos entre o vencimento da fatura do cartão de crédito e a cobrança efetiva. A contratação de serviços financeiros é ato negocial firmado livremente entre instituição financeira e o cliente respeitadas as disposições legais e regulamentares vigentes”, diz o BC.

    O Idec orienta os consumidores a ficarem atentos à mudança e fazerem reclamações no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) dos bancos e ao Banco Central, indicando que não houve informação sobre mudanças nas datas de fatura do cartão de crédito. O órgão também explica como saber a melhor data de compra do cartão de crédito, que é um dia depois do fechamento da fatura.

    A mudança na data de fechamento da fatura do cartão de crédito pode afetar o planejamento financeiro dos consumidores e aumentar os riscos de endividamento. Por isso, é importante ficar atento às informações enviadas pelos bancos e conhecer os seus direitos como cliente. Se você se sentir lesado ou prejudicado por essa prática, procure o Idec ou o Procon da sua cidade e denuncie.

    O Idec afirma que a medida não é ilegal, já que não há uma regra específica sobre a data de fechamento da fatura do cartão, mas que é abusiva e arbitrária se feita sem comunicação prévia ao cliente. O órgão pretende reunir os casos para debater a situação com o Banco Central e outros órgãos competentes.

    O Banco Central informou que não há regras determinadas pela autoridade monetária ou pelo Conselho Monetário Nacional no que diz respeito aos prazos mínimos entre o vencimento da fatura do cartão de crédito e a cobrança efetiva. A contratação de serviços financeiros é ato negocial firmado livremente entre instituição financeira e o cliente respeitadas as disposições legais e regulamentares vigentes”, diz o BC.

    O Idec orienta os consumidores a ficarem atentos à mudança e fazerem reclamações no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) dos bancos e ao Banco Central, indicando que não houve informação sobre mudanças nas datas de fatura do cartão de crédito. O órgão também explica como saber a melhor data de compra do cartão de crédito, que é um dia depois do fechamento da fatura.

    A mudança na data de fechamento da fatura do cartão de crédito pode afetar o planejamento financeiro dos consumidores e aumentar os riscos de endividamento. Por isso, é importante ficar atento às informações enviadas pelos bancos e conhecer os seus direitos como cliente. Se você se sentir lesado ou prejudicado por essa prática, procure o Idec ou o Procon da sua cidade e denuncie.