Autor: Rafaela Maia

  • A inteligência artificial ameaça mais um tipo de trabalhador. Saiba qual

    A inteligência artificial ameaça mais um tipo de trabalhador. Saiba qual

    Você já leu algum resumo de um livro de negócios? Eles são úteis para quem quer aprender sobre as últimas tendências e ideias do mundo corporativo, mas não tem tempo ou paciência para ler o livro inteiro. Mas esse tipo de trabalho pode estar com os dias contados, graças à inteligência artificial (A.I.).

    Segundo Joseph Fuller, professor de gestão da Harvard Business School e especialista no futuro do trabalho, a A.I. é muito boa em fazer resumos e traduções, e pode substituir os profissionais que se dedicam a essas tarefas. Em uma entrevista à revista Fortune, ele disse que não gostaria de ser alguém que lê ou resume livros de negócios para enviar relatórios de 20 páginas, pois a A.I. já faz isso muito bem.

    Fuller é co-líder da iniciativa Managing the Future of Work, que pesquisa as mudanças nos mercados globais de produtos e trabalho, as regulações em evolução e a economia dos bicos. Ele afirma que a A.I. já se tornou uma potência em vários setores e disciplinas, e que está se movendo mais rápido do que a vida real.

    No ano passado, por exemplo, a OpenAI lançou o ChatGPT, um sistema de geração de texto que pode escrever desde artigos até poemas, e o Google lançou o DeepMind, que conseguiu prever a estrutura de quase todas as proteínas do corpo humano.

    No escritório, a próxima fase do trabalho está tomando forma material, especialmente com a A.I. gerativa se tornando uma peça fundamental dos negócios modernos. Fuller prevê que “uma parte significativa do que as pessoas fazem hoje vai desaparecer”, embora ele acrescente que “uma quantidade material de trabalho” vai permanecer.

    À medida que a A.I. se torna multimodal – capaz de usar dados pictóricos, auditivos e alfanuméricos para realizar processos – nossa atual iteração do ChatGPT pode parecer antiquada. É aí que entra o problema para os trabalhadores cujos empregos são fáceis de automatizar.

    Isso não pega os trabalhadores totalmente de surpresa; 40% deles que estão familiarizados com o ChatGPT estão preocupados que ele vai substituir seus empregos completamente, segundo uma pesquisa Harris de março de 2023.

    No entanto, muitos especialistas, incluindo o CEO da Microsoft Satya Nadella, cuja empresa investiu pesadamente na OpenAI, insistem que a A.I. não é uma ameaça à criatividade e à engenhosidade humana. Quando executada corretamente, a A.I. no ambiente de trabalho não ameaça os empregos reais, disse Nadella; ela apenas elimina o “trabalho penoso”.

    De fato, a A.I. é muito eficaz em tornar as pessoas reais mais produtivas, diz Fuller – para melhor ou para pior.

    Fora com o rotineiro, dentro com o criativo

    Os advogados contratados rotineiros – aqueles que escrevem submissões padrão – serão os primeiros a ver seus empregos irem embora, antecipa Fuller. Outros trabalhadores em empregos com funções igualmente rotineiras seguirão em breve.

    “Haverá dados de código aberto que vão eliminar 90% das suas horas faturáveis”, diz ele.

    Felizmente, isso provavelmente é apenas a ideia de emprego dos sonhos de algumas pessoas.

    “O futuro do trabalho de colarinho branco parece muito menos tedioso, muito menos rotineiro e [tem] muito menos preenchimento de relatórios de despesas ou atualizações trimestrais de previsão”, diz Fuller.

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  • O hospital dinamarquês que mudou a história da terapia intensiva

    O hospital dinamarquês que mudou a história da terapia intensiva

    A pandemia de COVID-19 mostrou a importância das unidades de terapia intensiva (UTIs) para salvar a vida dos pacientes em estado crítico nos hospitais. Mas você sabe como surgiu o conceito de UTI? Ele tem origem em uma epidemia de pólio na Dinamarca, na década de 1950.

    Em seu novo livro, The Autumn Ghost: How the Battle Against a Polio Epidemic Revolutionized Modern Medical Care, a médica Hannah Wunsch conta a história de como um hospital em Copenhague, o Blegdam, inovou na assistência aos pacientes com poliomielite paralítica, uma forma grave da doença que afeta os músculos respiratórios.

    O hospital introduziu técnicas como a ventilação mecânica, o monitoramento constante dos sinais vitais e o trabalho interdisciplinar de enfermeiros, médicos, farmacêuticos e outros profissionais. Essas práticas se tornaram a base da medicina intensiva moderna e são usadas até hoje para tratar diversas condições que ameaçam a vida.

    O livro se concentra no caso de uma paciente, Vivi Ebert, uma menina de 12 anos que foi internada no Blegdam em 1952 com pólio bulbar, uma forma que atinge o tronco cerebral. Graças às intervenções do hospital, incluindo a ventilação manual supervisionada pelo anestesiologista Bjørn Ibsen, ela sobreviveu por mais vinte anos.

    O tratamento da pólio na época tem paralelos com a pandemia atual. A hipótese predominante sobre a transmissão do vírus era que ele era inalado pelas vias aéreas superiores. Por isso, as medidas de controle incluíam o uso de máscaras e o isolamento dos casos suspeitos. Além disso, havia uma corrida global para desenvolver vacinas eficazes e seguras contra a doença.

    O livro de Wunsch é uma obra brilhante que resgata um episódio pouco conhecido da história da medicina e mostra como a criatividade e a colaboração podem surgir em momentos de crise e transformar a saúde para sempre.

    Em seu novo livro, The Autumn Ghost: How the Battle Against a Polio Epidemic Revolutionized Modern Medical Care, a médica Hannah Wunsch conta a história de como um hospital em Copenhague, o Blegdam, inovou na assistência aos pacientes com poliomielite paralítica, uma forma grave da doença que afeta os músculos respiratórios.

    O hospital introduziu técnicas como a ventilação mecânica, o monitoramento constante dos sinais vitais e o trabalho interdisciplinar de enfermeiros, médicos, farmacêuticos e outros profissionais. Essas práticas se tornaram a base da medicina intensiva moderna e são usadas até hoje para tratar diversas condições que ameaçam a vida.

    O livro se concentra no caso de uma paciente, Vivi Ebert, uma menina de 12 anos que foi internada no Blegdam em 1952 com pólio bulbar, uma forma que atinge o tronco cerebral. Graças às intervenções do hospital, incluindo a ventilação manual supervisionada pelo anestesiologista Bjørn Ibsen, ela sobreviveu por mais vinte anos.

    O tratamento da pólio na época tem paralelos com a pandemia atual. A hipótese predominante sobre a transmissão do vírus era que ele era inalado pelas vias aéreas superiores. Por isso, as medidas de controle incluíam o uso de máscaras e o isolamento dos casos suspeitos. Além disso, havia uma corrida global para desenvolver vacinas eficazes e seguras contra a doença.

    O livro de Wunsch é uma obra brilhante que resgata um episódio pouco conhecido da história da medicina e mostra como a criatividade e a colaboração podem surgir em momentos de crise e transformar a saúde para sempre.

  • Vetpain: aplicativo brasileiro ajuda a identificar e tratar a dor em animais

    Vetpain: aplicativo brasileiro ajuda a identificar e tratar a dor em animais

    Você sabia que os animais também sentem dor e que isso pode afetar sua saúde e bem-estar? Muitas vezes, os tutores de cães e gatos não conseguem perceber os sinais de que seus pets estão sofrendo e precisam de ajuda. Pensando nisso, um grupo de pesquisadores da Unesp de Botucatu (SP) criou um aplicativo gratuito…

    O aplicativo se chama Vetpain e está disponível para celulares Android. Ele funciona como uma ferramenta educativa e prática, que orienta o usuário a observar o comportamento do animal e responder a um questionário. A partir das respostas, o app calcula automaticamente a intensidade da dor e dá instruções sobre o que fazer. Além disso, o aplicativo oferece vídeos que mostram os comportamentos típicos de dor de cada espécie.

    O Vetpain pode ser usado tanto por tutores de cães e gatos, quanto por produtores rurais, veterinários, pesquisadores e protetores de animais. O aplicativo abrange dez espécies: gatos, cães, bois, porcos, cavalos, ovelhas, coelhos, jumentos, ratos e camundongos. Segundo os criadores do app, o objetivo é reduzir o sofrimento dos animais e promover uma melhor qualidade de vida para eles.

    O aplicativo é baseado em escalas validadas cientificamente, que levam em conta as características específicas de cada espécie. Os pesquisadores explicam que os animais não se expressam verbalmente como os humanos, por isso é preciso observar seu comportamento para identificar a dor. Alguns sinais comuns são: mudança no apetite, na atividade, no sono, na postura, na expressão facial e na vocalização.

    Os benefícios de tratar a dor nos animais vão além do alívio do desconforto. De acordo com os pesquisadores, a analgesia também pode melhorar o desempenho produtivo dos animais de criação, aumentando o ganho de peso, a produção de leite e a fertilidade. Além disso, a analgesia pode prevenir complicações como infecções, inflamações e estresse.

    O Vetpain é um projeto pioneiro no Brasil e no mundo, que visa conscientizar as pessoas sobre a importância de reconhecer e tratar a dor nos animais. Os pesquisadores esperam que o aplicativo contribua para mudar a mentalidade de muitos tutores e produtores que ainda ignoram ou minimizam esse problema. Afinal, os animais também merecem respeito e cuidado.

    O aplicativo se chama Vetpain e está disponível para celulares Android. Ele funciona como uma ferramenta educativa e prática, que orienta o usuário a observar o comportamento do animal e responder a um questionário. A partir das respostas, o app calcula automaticamente a intensidade da dor e dá instruções sobre o que fazer. Além disso, o aplicativo oferece vídeos que mostram os comportamentos típicos de dor de cada espécie.

    O Vetpain pode ser usado tanto por tutores de cães e gatos, quanto por produtores rurais, veterinários, pesquisadores e protetores de animais. O aplicativo abrange dez espécies: gatos, cães, bois, porcos, cavalos, ovelhas, coelhos, jumentos, ratos e camundongos. Segundo os criadores do app, o objetivo é reduzir o sofrimento dos animais e promover uma melhor qualidade de vida para eles.

    O aplicativo é baseado em escalas validadas cientificamente, que levam em conta as características específicas de cada espécie. Os pesquisadores explicam que os animais não se expressam verbalmente como os humanos, por isso é preciso observar seu comportamento para identificar a dor. Alguns sinais comuns são: mudança no apetite, na atividade, no sono, na postura, na expressão facial e na vocalização.

    Os benefícios de tratar a dor nos animais vão além do alívio do desconforto. De acordo com os pesquisadores, a analgesia também pode melhorar o desempenho produtivo dos animais de criação, aumentando o ganho de peso, a produção de leite e a fertilidade. Além disso, a analgesia pode prevenir complicações como infecções, inflamações e estresse.

    O Vetpain é um projeto pioneiro no Brasil e no mundo, que visa conscientizar as pessoas sobre a importância de reconhecer e tratar a dor nos animais. Os pesquisadores esperam que o aplicativo contribua para mudar a mentalidade de muitos tutores e produtores que ainda ignoram ou minimizam esse problema. Afinal, os animais também merecem respeito e cuidado.

  • Fiocruz investe na retomada da produção nacional da vacina BCG

    Fiocruz investe na retomada da produção nacional da vacina BCG

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que vai apoiar a recuperação da capacidade produtiva da vacina BCG no Brasil, que está paralisada há mais de um ano. A vacina protege contra a tuberculose e é uma das primeiras que os bebês devem tomar ao nascer. A Fiocruz vai atuar em duas frentes: finalizar a construção…

    A vacina BCG era produzida pela Fundação Ataulfo de Paiva (FAP), única no país a fabricar o imunizante, mas a fábrica em São Cristóvão (RJ) foi interditada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2022. Desde então, o Ministério da Saúde vem importando a vacina por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

    Segundo o presidente da Fiocruz, Mario Moreira, é fundamental para o país e o Sistema Único de Saúde (SUS) a retomada da produção nacional da vacina BCG. “E a Fiocruz, como instituição estratégica de Estado no campo da saúde, tem o papel de apoiar e operacionalizar de forma concreta as demandas do Ministério da Saúde. Vamos colocar a nossa capacidade técnico-científica e experiência de gestão a serviço da FAP para que ela possa retomar suas condições de produção e voltar a fornecer essa vacina tão importante para o SUS”, afirmou.

    Para isso, a Fiocruz, por meio do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e com apoio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), assinou um termo de manutenção e apoio à FAP e assumiu o seu controle institucional. O IBMP também investirá na finalização da planta fabril em Xerém, que deverá levar de dois a três anos para ser concluída e certificada pela Anvisa. Com a nova fábrica pronta, a produção nacional da BCG será retomada no país.

    Enquanto isso, na estratégia de curto prazo, a Fiocruz já iniciou a negociação com uma fábrica na cidade de Vigo, na Espanha, que teria condições imediatas para operar a produção da vacina BCG da FAP. “Não se trata de importar vacina de outro fabricante. É mesma vacina BCG da FAP que, em vez de ser produzida na planta de São Cristóvão, seria produzida em uma fábrica contratada na Espanha. Estaríamos apenas transferindo temporariamente a produção para um novo local, até a planta de Xerém estar finalizada”, explicou o diretor-presidente do IBMP, Pedro Barbosa.

    Para que a solução temporária aconteça, ainda será necessário que a Anvisa realize a inspeção do novo local de fabricação com vistas à obtenção da certificação de boas práticas. A expectativa é que as vacinas possam ser entregues a partir do segundo semestre de 2024.

    A vacina BCG era produzida pela Fundação Ataulfo de Paiva (FAP), única no país a fabricar o imunizante, mas a fábrica em São Cristóvão (RJ) foi interditada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2022. Desde então, o Ministério da Saúde vem importando a vacina por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

    Segundo o presidente da Fiocruz, Mario Moreira, é fundamental para o país e o Sistema Único de Saúde (SUS) a retomada da produção nacional da vacina BCG. “E a Fiocruz, como instituição estratégica de Estado no campo da saúde, tem o papel de apoiar e operacionalizar de forma concreta as demandas do Ministério da Saúde. Vamos colocar a nossa capacidade técnico-científica e experiência de gestão a serviço da FAP para que ela possa retomar suas condições de produção e voltar a fornecer essa vacina tão importante para o SUS”, afirmou.

    Para isso, a Fiocruz, por meio do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e com apoio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), assinou um termo de manutenção e apoio à FAP e assumiu o seu controle institucional. O IBMP também investirá na finalização da planta fabril em Xerém, que deverá levar de dois a três anos para ser concluída e certificada pela Anvisa. Com a nova fábrica pronta, a produção nacional da BCG será retomada no país.

    Enquanto isso, na estratégia de curto prazo, a Fiocruz já iniciou a negociação com uma fábrica na cidade de Vigo, na Espanha, que teria condições imediatas para operar a produção da vacina BCG da FAP. “Não se trata de importar vacina de outro fabricante. É mesma vacina BCG da FAP que, em vez de ser produzida na planta de São Cristóvão, seria produzida em uma fábrica contratada na Espanha. Estaríamos apenas transferindo temporariamente a produção para um novo local, até a planta de Xerém estar finalizada”, explicou o diretor-presidente do IBMP, Pedro Barbosa.

    Para que a solução temporária aconteça, ainda será necessário que a Anvisa realize a inspeção do novo local de fabricação com vistas à obtenção da certificação de boas práticas. A expectativa é que as vacinas possam ser entregues a partir do segundo semestre de 2024.

  • Governo anuncia descontos para compra de carros populares, ônibus e caminhões

    Governo anuncia descontos para compra de carros populares, ônibus e caminhões

    O governo federal lançou um programa que oferece descontos de R$ 2 mil a R$ 8 mil para os compradores de carros populares que atendam a critérios sociais, ambientais e de densidade industrial. O programa também prevê reduções de R$ 36,6 mil a R$ 99,4 mil para ônibus e caminhões que substituam veículos com mais…

    O anúncio foi feito pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta terça-feira (5). Segundo eles, o programa tem o objetivo de estimular a indústria automotiva nacional e reduzir a poluição veicular.

    O programa terá duração de quatro meses e será custeado por meio de créditos tributários concedidos aos fabricantes no pagamento de tributos futuros. Para compensar a perda de arrecadação, o governo pretende reverter parcialmente a desoneração sobre o diesel que vigoraria até o fim do ano.

    Os descontos serão aplicados sobre o preço de tabela dos veículos e variam conforme o modelo, a marca e o grau de emissão de poluentes. Ao todo, 20 marcas foram incluídas no programa. Nos primeiros 15 dias após a publicação da medida provisória que regulamenta o programa, as vendas com desconto serão exclusivas a pessoas físicas. Após esse prazo, as pessoas jurídicas que comprarem carros também poderão se beneficiar do programa.

    No caso dos ônibus e caminhões, o desconto está condicionado à entrega do veículo antigo para reciclagem. O comprador precisará apresentar um documento para comprovar a destinação do veículo antigo para o desmonte. O valor pago no caminhão ou ônibus velho estará incluído no desconto.

    A inclusão dos ônibus e caminhões no programa foi um pedido da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Isso porque uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para a modernização de motores de caminhões e ônibus encareceu esses veículos em 15% em 2023.

    O anúncio foi feito pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta terça-feira (5). Segundo eles, o programa tem o objetivo de estimular a indústria automotiva nacional e reduzir a poluição veicular.

    O programa terá duração de quatro meses e será custeado por meio de créditos tributários concedidos aos fabricantes no pagamento de tributos futuros. Para compensar a perda de arrecadação, o governo pretende reverter parcialmente a desoneração sobre o diesel que vigoraria até o fim do ano.

    Os descontos serão aplicados sobre o preço de tabela dos veículos e variam conforme o modelo, a marca e o grau de emissão de poluentes. Ao todo, 20 marcas foram incluídas no programa. Nos primeiros 15 dias após a publicação da medida provisória que regulamenta o programa, as vendas com desconto serão exclusivas a pessoas físicas. Após esse prazo, as pessoas jurídicas que comprarem carros também poderão se beneficiar do programa.

    No caso dos ônibus e caminhões, o desconto está condicionado à entrega do veículo antigo para reciclagem. O comprador precisará apresentar um documento para comprovar a destinação do veículo antigo para o desmonte. O valor pago no caminhão ou ônibus velho estará incluído no desconto.

    A inclusão dos ônibus e caminhões no programa foi um pedido da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Isso porque uma exigência do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para a modernização de motores de caminhões e ônibus encareceu esses veículos em 15% em 2023.

  • As principais tendências e inovações da transformação digital na saúde

    As principais tendências e inovações da transformação digital na saúde

    A transformação digital na saúde é um fenômeno que envolve o uso de tecnologias inovadoras para melhorar a qualidade e a eficiência da assistência aos pacientes. Entre as principais tecnologias que estão determinando o futuro da saúde, destacam-se a inteligência artificial (IA), a datificação, a interoperabilidade, a computação em nuvem e os dispositivos médicos inteligentes.

    Essas tecnologias foram abordadas na Hospitalar, feira que reuniu boa parte do ecossistema de saúde do país na última semana. O evento mostrou como as empresas e os profissionais do setor estão se adaptando às novas demandas e desafios impostos pela digitalização.

    A inteligência artificial é uma das tecnologias mais promissoras para a saúde, pois pode auxiliar na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de diversas doenças, além de reduzir custos operacionais. No entanto, para que a IA possa ser aplicada de forma efetiva, é preciso investir na datificação, ou seja, na extração e análise massiva de dados de saúde.

    Os dados de saúde podem ser capturados em diversos canais, como redes sociais, prontuários e prescrições digitais, agendamentos de consultas e exames, entre outros. Esses dados precisam ser armazenados, catalogados, refinados e analisados para gerar insights e soluções personalizadas para cada paciente.

    Para isso, é fundamental a interoperabilidade, que é a capacidade de integração e navegação dos dados em diferentes sistemas. A interoperabilidade permite a criação de sistemas especializados e a troca de informações entre diferentes empresas do setor.

    Outra tecnologia essencial para a gestão dos dados de saúde é a computação em nuvem, que oferece mais segurança, escalabilidade e flexibilidade para o armazenamento e o processamento das informações. A computação em nuvem também facilita a integração de diferentes APIs (Interface de Programação de Aplicação), que são ferramentas que permitem a comunicação entre diferentes plataformas.

    Além das tecnologias voltadas para os dados, a Hospitalar também apresentou dispositivos médicos inteligentes, que são equipamentos, ferramentas e aparelhos tecnológicos que melhoram o diagnóstico e o tratamento de diversas condições. Alguns exemplos são o Cirq Robotic, um braço robótico voltado às cirurgias de coluna; o Kardia 6L, um eletrocardiograma de bolso; e o Artery Check, um oxímetro com capacidade preditiva.

    Essas tecnologias mostram que o futuro da saúde está cada vez mais conectado, personalizado e eficiente. No entanto, é preciso explorar essas tecnologias com responsabilidade e ética, respeitando a privacidade e a segurança dos dados dos pacientes.

    Essas tecnologias foram abordadas na Hospitalar, feira que reuniu boa parte do ecossistema de saúde do país na última semana. O evento mostrou como as empresas e os profissionais do setor estão se adaptando às novas demandas e desafios impostos pela digitalização.

    A inteligência artificial é uma das tecnologias mais promissoras para a saúde, pois pode auxiliar na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de diversas doenças, além de reduzir custos operacionais. No entanto, para que a IA possa ser aplicada de forma efetiva, é preciso investir na datificação, ou seja, na extração e análise massiva de dados de saúde.

    Os dados de saúde podem ser capturados em diversos canais, como redes sociais, prontuários e prescrições digitais, agendamentos de consultas e exames, entre outros. Esses dados precisam ser armazenados, catalogados, refinados e analisados para gerar insights e soluções personalizadas para cada paciente.

    Para isso, é fundamental a interoperabilidade, que é a capacidade de integração e navegação dos dados em diferentes sistemas. A interoperabilidade permite a criação de sistemas especializados e a troca de informações entre diferentes empresas do setor.

    Outra tecnologia essencial para a gestão dos dados de saúde é a computação em nuvem, que oferece mais segurança, escalabilidade e flexibilidade para o armazenamento e o processamento das informações. A computação em nuvem também facilita a integração de diferentes APIs (Interface de Programação de Aplicação), que são ferramentas que permitem a comunicação entre diferentes plataformas.

    Além das tecnologias voltadas para os dados, a Hospitalar também apresentou dispositivos médicos inteligentes, que são equipamentos, ferramentas e aparelhos tecnológicos que melhoram o diagnóstico e o tratamento de diversas condições. Alguns exemplos são o Cirq Robotic, um braço robótico voltado às cirurgias de coluna; o Kardia 6L, um eletrocardiograma de bolso; e o Artery Check, um oxímetro com capacidade preditiva.

    Essas tecnologias mostram que o futuro da saúde está cada vez mais conectado, personalizado e eficiente. No entanto, é preciso explorar essas tecnologias com responsabilidade e ética, respeitando a privacidade e a segurança dos dados dos pacientes.

  • Novo medicamento retarda progressão de glioma, um câncer cerebral mortal

    Novo medicamento retarda progressão de glioma, um câncer cerebral mortal

    Um novo medicamento chamado vorasidenib mostrou resultados positivos em retardar a progressão de um tipo específico de glioma, um câncer cerebral de crescimento lento, mas fatal. O estudo envolveu 331 pessoas com a doença e foi co-liderado por pesquisadores da UCLA.

    O glioma é um tumor que afeta principalmente pessoas jovens, muitas vezes na faixa dos 30 anos. O tratamento padrão atual, uma combinação de radiação e quimioterapia, pode causar déficits neurológicos que dificultam o aprendizado, a memória, a concentração ou a tomada de decisões cotidianas dos pacientes.

    O vorasidenib é um medicamento de terapia alvo, que atua em uma mutação genética específica (IDH1 e IDH2) que está presente em cerca de 80% dos casos de glioma de grau 2. Essa mutação produz uma substância chamada 2-HG, que é responsável pela formação e manutenção do tumor.

    O medicamento inibe a produção e o acúmulo de 2-HG e consegue atravessar a barreira hematoencefálica, que protege o cérebro de substâncias estranhas. Ele é o primeiro medicamento de terapia alvo desenvolvido especificamente para tratar o câncer cerebral.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista New England Journal of Medicine e apresentados no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago.

    Os pesquisadores compararam o vorasidenib com um placebo em pessoas com glioma de grau 2 recorrente com a mutação IDH1 ou IDH2. Eles descobriram que o vorasidenib mais do que dobrou o tempo de sobrevida livre de progressão dos pacientes, ou seja, o tempo em que eles ficaram sem piora do câncer.

    Em média, os pacientes que receberam o vorasidenib ficaram 27,7 meses sem progressão da doença, enquanto os que receberam o placebo ficaram 11,1 meses. Além disso, os pacientes que receberam o vorasidenib conseguiram adiar por quase 17 meses o início da quimioterapia e da radiação.

    O medicamento também foi bem tolerado pelos pacientes, com poucos efeitos colaterais observados. Os pesquisadores consideram que o vorasidenib é um avanço importante para essa população de pacientes e esperam que ele seja aprovado pelas autoridades regulatórias em breve.

    Fonte: Link 1, Link 2.

    O glioma é um tumor que afeta principalmente pessoas jovens, muitas vezes na faixa dos 30 anos. O tratamento padrão atual, uma combinação de radiação e quimioterapia, pode causar déficits neurológicos que dificultam o aprendizado, a memória, a concentração ou a tomada de decisões cotidianas dos pacientes.

    O vorasidenib é um medicamento de terapia alvo, que atua em uma mutação genética específica (IDH1 e IDH2) que está presente em cerca de 80% dos casos de glioma de grau 2. Essa mutação produz uma substância chamada 2-HG, que é responsável pela formação e manutenção do tumor.

    O medicamento inibe a produção e o acúmulo de 2-HG e consegue atravessar a barreira hematoencefálica, que protege o cérebro de substâncias estranhas. Ele é o primeiro medicamento de terapia alvo desenvolvido especificamente para tratar o câncer cerebral.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista New England Journal of Medicine e apresentados no encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica em Chicago.

    Os pesquisadores compararam o vorasidenib com um placebo em pessoas com glioma de grau 2 recorrente com a mutação IDH1 ou IDH2. Eles descobriram que o vorasidenib mais do que dobrou o tempo de sobrevida livre de progressão dos pacientes, ou seja, o tempo em que eles ficaram sem piora do câncer.

    Em média, os pacientes que receberam o vorasidenib ficaram 27,7 meses sem progressão da doença, enquanto os que receberam o placebo ficaram 11,1 meses. Além disso, os pacientes que receberam o vorasidenib conseguiram adiar por quase 17 meses o início da quimioterapia e da radiação.

    O medicamento também foi bem tolerado pelos pacientes, com poucos efeitos colaterais observados. Os pesquisadores consideram que o vorasidenib é um avanço importante para essa população de pacientes e esperam que ele seja aprovado pelas autoridades regulatórias em breve.

    Fonte: Link 1, Link 2.

  • Inteligência artificial na saúde: benefícios, riscos e desafios éticos

    Inteligência artificial na saúde: benefícios, riscos e desafios éticos

    A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que promete revolucionar a área da saúde, oferecendo soluções para diagnóstico, tratamento, prevenção e pesquisa de doenças. No entanto, seu uso também envolve questões éticas, sociais e regulatórias que precisam ser consideradas e debatidas.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a IA pode melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças; auxiliar no atendimento clínico; fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos; e apoiar diversas intervenções de saúde pública, como vigilância de doenças, resposta a surtos e gestão de sistemas de saúde. A IA também pode capacitar os pacientes a ter maior controle de seus próprios cuidados de saúde e compreender melhor suas necessidades em evolução.

    Por outro lado, a OMS alerta que a IA também pode apresentar riscos e desafios, como a coleta e o uso antiético de dados de saúde; os preconceitos codificados em algoritmos e os riscos da IA para a segurança do paciente, cibersegurança e meio ambiente. Além disso, a OMS destaca que a IA não deve substituir os investimentos e as estratégias essenciais para alcançar a cobertura universal de saúde.

    Um dos problemas apontados por pesquisadores é o chamado paternalismo da IA, que ocorre quando os médicos confiam mais nos resultados da IA do que nas experiências vivenciadas pelo próprio paciente ou no seu próprio julgamento clínico. Isso pode colocar em risco a autonomia do paciente e sua participação nas decisões sobre sua saúde.

    Para evitar esses problemas, a OMS publicou em junho de 2021 o primeiro relatório global sobre ética e governança da IA para a saúde, com seis princípios orientadores para sua concepção e uso. Os princípios são: proteger a autonomia humana; promover o bem humano; garantir a justiça humana; fomentar a responsabilidade humana; garantir a transparência humana; e garantir o alinhamento humano.

    O relatório é resultado de dois anos de consultas realizadas por um painel de especialistas internacionais indicados pela OMS. O objetivo é fornecer um guia para os países sobre como maximizar os benefícios da IA, minimizar seus riscos e evitar suas armadilhas.

    A IA na saúde é uma realidade cada vez mais presente e que pode trazer muitas oportunidades para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Mas também é preciso estar atento aos seus limites e desafios, e buscar uma abordagem ética e humana para seu desenvolvimento e aplicação.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a IA pode melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagem de doenças; auxiliar no atendimento clínico; fortalecer a pesquisa em saúde e o desenvolvimento de medicamentos; e apoiar diversas intervenções de saúde pública, como vigilância de doenças, resposta a surtos e gestão de sistemas de saúde. A IA também pode capacitar os pacientes a ter maior controle de seus próprios cuidados de saúde e compreender melhor suas necessidades em evolução.

    Por outro lado, a OMS alerta que a IA também pode apresentar riscos e desafios, como a coleta e o uso antiético de dados de saúde; os preconceitos codificados em algoritmos e os riscos da IA para a segurança do paciente, cibersegurança e meio ambiente. Além disso, a OMS destaca que a IA não deve substituir os investimentos e as estratégias essenciais para alcançar a cobertura universal de saúde.

    Um dos problemas apontados por pesquisadores é o chamado paternalismo da IA, que ocorre quando os médicos confiam mais nos resultados da IA do que nas experiências vivenciadas pelo próprio paciente ou no seu próprio julgamento clínico. Isso pode colocar em risco a autonomia do paciente e sua participação nas decisões sobre sua saúde.

    Para evitar esses problemas, a OMS publicou em junho de 2021 o primeiro relatório global sobre ética e governança da IA para a saúde, com seis princípios orientadores para sua concepção e uso. Os princípios são: proteger a autonomia humana; promover o bem humano; garantir a justiça humana; fomentar a responsabilidade humana; garantir a transparência humana; e garantir o alinhamento humano.

    O relatório é resultado de dois anos de consultas realizadas por um painel de especialistas internacionais indicados pela OMS. O objetivo é fornecer um guia para os países sobre como maximizar os benefícios da IA, minimizar seus riscos e evitar suas armadilhas.

    A IA na saúde é uma realidade cada vez mais presente e que pode trazer muitas oportunidades para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Mas também é preciso estar atento aos seus limites e desafios, e buscar uma abordagem ética e humana para seu desenvolvimento e aplicação.

  • Corpus Christi: saiba se você pode emendar o feriado e quais são os seus direitos

    Corpus Christi: saiba se você pode emendar o feriado e quais são os seus direitos

    Corpus Christi é uma data celebrada anualmente em diversos países, incluindo o Brasil. É um feriado religioso que ocorre 60 dias após a Páscoa, na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. Neste ano, a data cai no dia 16 de junho e muitas pessoas podem aproveitar para emendar o feriado e ter um descanso…

    Quem pode emendar o feriado?

    A possibilidade de emendar o feriado de Corpus Christi varia de acordo com a legislação de cada estado e município. No Brasil, por ser considerado um feriado facultativo, fica a critério das empresas e dos órgãos públicos emendar ou não a data. Portanto, é preciso consultar o calendário oficial da sua região e verificar se há alguma norma específica sobre o assunto.

    Além disso, a emenda do feriado também depende do acordo entre empregador e empregado. Algumas empresas podem optar por conceder a folga na sexta-feira (17) ou compensar as horas não trabalhadas em outro dia. Outras podem exigir o trabalho normal nesse dia ou descontar as horas do salário ou do banco de horas do funcionário.

    Quais são os direitos de quem trabalhar no feriado?

    Se a empresa decidir pelo trabalho no feriado de Corpus Christi, ela deve respeitar os direitos dos trabalhadores previstos na legislação e na convenção coletiva da categoria. Em geral, há duas formas de remunerar quem trabalha nesse dia: pagar em dobro as horas trabalhadas ou conceder uma folga compensatória em outro dia.

    Além disso, se o empregado tiver direito ao vale-transporte e ao vale-alimentação, ele deve receber esses benefícios normalmente no dia do feriado. Caso contrário, ele pode reclamar seus direitos na Justiça do Trabalho.

    Como planejar a viagem no feriado?

    Para quem conseguir emendar o feriado de Corpus Christi e quiser viajar, é importante planejar com antecedência e tomar alguns cuidados para evitar imprevistos e transtornos. Algumas dicas são:

    • Pesquisar os preços das passagens aéreas, rodoviárias ou de combustível, bem como das hospedagens e dos passeios;
    • Verificar as condições climáticas do destino escolhido e levar roupas adequadas;
    • Respeitar as medidas sanitárias de prevenção à Covid-19, como usar máscara, álcool em gel e manter o distanciamento social;
    • Contratar um seguro viagem para garantir assistência médica e jurídica em caso de emergências;
    • Levar documentos pessoais, cartões de crédito e dinheiro em espécie para eventuais necessidades.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar melhor o seu feriado de Corpus Christi e ter momentos de lazer e descanso.

    Quem pode emendar o feriado?

    A possibilidade de emendar o feriado de Corpus Christi varia de acordo com a legislação de cada estado e município. No Brasil, por ser considerado um feriado facultativo, fica a critério das empresas e dos órgãos públicos emendar ou não a data. Portanto, é preciso consultar o calendário oficial da sua região e verificar se há alguma norma específica sobre o assunto.

    Além disso, a emenda do feriado também depende do acordo entre empregador e empregado. Algumas empresas podem optar por conceder a folga na sexta-feira (17) ou compensar as horas não trabalhadas em outro dia. Outras podem exigir o trabalho normal nesse dia ou descontar as horas do salário ou do banco de horas do funcionário.

    Quais são os direitos de quem trabalhar no feriado?

    Se a empresa decidir pelo trabalho no feriado de Corpus Christi, ela deve respeitar os direitos dos trabalhadores previstos na legislação e na convenção coletiva da categoria. Em geral, há duas formas de remunerar quem trabalha nesse dia: pagar em dobro as horas trabalhadas ou conceder uma folga compensatória em outro dia.

    Além disso, se o empregado tiver direito ao vale-transporte e ao vale-alimentação, ele deve receber esses benefícios normalmente no dia do feriado. Caso contrário, ele pode reclamar seus direitos na Justiça do Trabalho.

    Como planejar a viagem no feriado?

    Para quem conseguir emendar o feriado de Corpus Christi e quiser viajar, é importante planejar com antecedência e tomar alguns cuidados para evitar imprevistos e transtornos. Algumas dicas são:

    • Pesquisar os preços das passagens aéreas, rodoviárias ou de combustível, bem como das hospedagens e dos passeios;
    • Verificar as condições climáticas do destino escolhido e levar roupas adequadas;
    • Respeitar as medidas sanitárias de prevenção à Covid-19, como usar máscara, álcool em gel e manter o distanciamento social;
    • Contratar um seguro viagem para garantir assistência médica e jurídica em caso de emergências;
    • Levar documentos pessoais, cartões de crédito e dinheiro em espécie para eventuais necessidades.

    Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar melhor o seu feriado de Corpus Christi e ter momentos de lazer e descanso.

  • Corpus Christi: o que é e como surgiu essa celebração católica

    Corpus Christi: o que é e como surgiu essa celebração católica

    Corpus Christi é uma festa religiosa que homenageia o sacramento da eucaristia, ou seja, a presença real de Cristo no pão e no vinho consagrados na missa. A expressão vem do latim e significa “corpo de Cristo”. A data é comemorada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que por sua vez ocorre depois…

    A origem de Corpus Christi remonta ao século XIII, quando uma freira agostiniana chamada Juliana de Mont Cornillon teve visões de Cristo pedindo que se celebrasse a eucaristia com mais destaque. Ela comunicou o seu segredo ao cônego Tiago Pantaleão de Troyes, que mais tarde se tornou o papa Urbano IV.

    Em 1264, um fato marcou a história dessa festa: o milagre de Bolsena. Um sacerdote que duvidava da transubstanciação viu sangue sair da hóstia que partia durante a missa. O papa Urbano IV, que estava em Orvieto, mandou trazer o corporal (pano) manchado de sangue e o recebeu em procissão. Foi a primeira vez que se fez uma procissão eucarística.

    Nesse mesmo ano, o papa publicou a bula Transiturus, que instituiu oficialmente a solenidade de Corpus Christi em toda a Igreja. Ele também encomendou ao teólogo Tomás de Aquino que compusesse os textos litúrgicos para a ocasião. Assim nasceram hinos famosos como Pange Lingua e Adoro Te Devote.

    A festa de Corpus Christi se espalhou pelo mundo católico e ganhou diversas tradições locais. No Brasil, por influência dos portugueses, é comum enfeitar as ruas com tapetes coloridos, que representam símbolos e cenas da fé cristã. Esses tapetes são feitos com materiais como serragem, flores, areia e pó de café. Por eles passa a procissão com o Santíssimo Sacramento, conduzido pelo bispo ou pelo pároco.

    Corpus Christi é uma oportunidade para os católicos expressarem publicamente a sua devoção à eucaristia e reafirmarem a sua fé na presença real de Cristo na hóstia santa.

    A origem de Corpus Christi remonta ao século XIII, quando uma freira agostiniana chamada Juliana de Mont Cornillon teve visões de Cristo pedindo que se celebrasse a eucaristia com mais destaque. Ela comunicou o seu segredo ao cônego Tiago Pantaleão de Troyes, que mais tarde se tornou o papa Urbano IV.

    Em 1264, um fato marcou a história dessa festa: o milagre de Bolsena. Um sacerdote que duvidava da transubstanciação viu sangue sair da hóstia que partia durante a missa. O papa Urbano IV, que estava em Orvieto, mandou trazer o corporal (pano) manchado de sangue e o recebeu em procissão. Foi a primeira vez que se fez uma procissão eucarística.

    Nesse mesmo ano, o papa publicou a bula Transiturus, que instituiu oficialmente a solenidade de Corpus Christi em toda a Igreja. Ele também encomendou ao teólogo Tomás de Aquino que compusesse os textos litúrgicos para a ocasião. Assim nasceram hinos famosos como Pange Lingua e Adoro Te Devote.

    A festa de Corpus Christi se espalhou pelo mundo católico e ganhou diversas tradições locais. No Brasil, por influência dos portugueses, é comum enfeitar as ruas com tapetes coloridos, que representam símbolos e cenas da fé cristã. Esses tapetes são feitos com materiais como serragem, flores, areia e pó de café. Por eles passa a procissão com o Santíssimo Sacramento, conduzido pelo bispo ou pelo pároco.

    Corpus Christi é uma oportunidade para os católicos expressarem publicamente a sua devoção à eucaristia e reafirmarem a sua fé na presença real de Cristo na hóstia santa.