Autor: Rafaela Maia

  • Estudo descobre molécula minúscula no cérebro que pode influenciar o Alzheimer

    Estudo descobre molécula minúscula no cérebro que pode influenciar o Alzheimer

    Uma nova pesquisa realizada por cientistas da Holanda e da Bélgica mostra que uma molécula muito pequena chamada microRNA-132 pode ter um impacto significativo em diferentes células do cérebro e pode estar envolvida na doença de Alzheimer.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

    O que é microRNA-132?

    O RNA é uma molécula que, assim como o DNA, consiste em uma série de blocos ligados. O RNA era considerado apenas um mensageiro e uma cópia do DNA, permitindo a tradução do DNA em proteínas. No entanto, existem também pedaços de RNA que não codificam para proteínas. Os microRNAs são um exemplo dessas moléculas de RNA não codificantes. Apesar de serem pequenos em tamanho, eles podem ter uma função importante: eles podem se ligar ao RNA e influenciar a expressão de genes e proteínas.

    Em muitas doenças diferentes, incluindo o Alzheimer, os microRNAs costumam estar desregulados. Os pacientes com Alzheimer apresentam perfis de microRNA alterados e reduzidos, especialmente uma diminuição significativa do microRNA-132. Mas essa molécula realmente desempenha um papel na doença, ou essa diminuição é apenas coincidência?

    Estudos anteriores em modelos de camundongos mostraram que o aumento dos níveis de microRNA-132 resultou na geração de novas células cerebrais e na melhora da memória nos camundongos. Embora muitos pesquisadores acreditem que a proteína amiloide seja a principal causa da doença de Alzheimer, outra proteína chamada tau e a inflamação também parecem ter papéis importantes. O microRNA-132 mostrou um efeito positivo nas patologias da amiloide e da tau nos camundongos. No entanto, os mecanismos exatos ainda são desconhecidos.

    Efeito do microRNA-132 em diferentes tipos de células

    Os pesquisadores Hannah Walgrave, Amber Penning, Sarah Snoeck, Giorgia Tosoni e sua equipe, liderada por Evgenia Salta (em colaboração com o grupo de Bart De Strooper da KU Leuven-VIB, Bélgica) investigaram os efeitos do microRNA-132 em diferentes tipos de células. Eles manipularam os níveis de microRNA-132 em um modelo de camundongo, aumentando-os e diminuindo-os. Em seguida, eles usaram uma técnica especial chamada sequenciamento de RNA de célula única para examinar os genes que mudaram em cada tipo de célula no cérebro.

    Amber Penning diz: “Um microRNA pode ter vários alvos, o que os torna interessantes para doenças com vários aspectos patológicos. No entanto, isso também os torna desafiadores de estudar porque como você encontra esses alvos? Sabemos que o microRNA-132 desempenha várias funções nos neurônios, mas surpreendentemente descobrimos que esse microRNA também desempenha um papel nos micróglios, as células imunes do cérebro. Isso é interessante no caso do Alzheimer porque acreditamos que a neuroinflamação tem um papel significativo.”

    Os resultados mostraram que o aumento do microRNA-132 causou uma transição dos micróglios de um estado ativado associado à doença para um estado mais equilibrado e homeostático. As implicações exatas disso precisarão ser determinadas por meio de mais pesquisas.

    O que isso significa para o Alzheimer?

    Os pesquisadores acreditam que o microRNA-132 pode ser uma nova esperança para o tratamento do Alzheimer, pois pode atuar em vários aspectos da doença. Eles pretendem continuar estudando essa molécula e seus alvos potenciais para entender melhor seus mecanismos e possíveis aplicações terapêuticas.

    Evgenia Salta diz: “Nosso estudo revela o microRNA-132 como um regulador-chave da função dos micróglios e sugere que essa molécula pode ser uma nova abordagem para o tratamento do Alzheimer. Estamos entusiasmados com essa descoberta e esperamos contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para combater essa doença devastadora.”

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications.

    O que é microRNA-132?

    O RNA é uma molécula que, assim como o DNA, consiste em uma série de blocos ligados. O RNA era considerado apenas um mensageiro e uma cópia do DNA, permitindo a tradução do DNA em proteínas. No entanto, existem também pedaços de RNA que não codificam para proteínas. Os microRNAs são um exemplo dessas moléculas de RNA não codificantes. Apesar de serem pequenos em tamanho, eles podem ter uma função importante: eles podem se ligar ao RNA e influenciar a expressão de genes e proteínas.

    Em muitas doenças diferentes, incluindo o Alzheimer, os microRNAs costumam estar desregulados. Os pacientes com Alzheimer apresentam perfis de microRNA alterados e reduzidos, especialmente uma diminuição significativa do microRNA-132. Mas essa molécula realmente desempenha um papel na doença, ou essa diminuição é apenas coincidência?

    Estudos anteriores em modelos de camundongos mostraram que o aumento dos níveis de microRNA-132 resultou na geração de novas células cerebrais e na melhora da memória nos camundongos. Embora muitos pesquisadores acreditem que a proteína amiloide seja a principal causa da doença de Alzheimer, outra proteína chamada tau e a inflamação também parecem ter papéis importantes. O microRNA-132 mostrou um efeito positivo nas patologias da amiloide e da tau nos camundongos. No entanto, os mecanismos exatos ainda são desconhecidos.

    Efeito do microRNA-132 em diferentes tipos de células

    Os pesquisadores Hannah Walgrave, Amber Penning, Sarah Snoeck, Giorgia Tosoni e sua equipe, liderada por Evgenia Salta (em colaboração com o grupo de Bart De Strooper da KU Leuven-VIB, Bélgica) investigaram os efeitos do microRNA-132 em diferentes tipos de células. Eles manipularam os níveis de microRNA-132 em um modelo de camundongo, aumentando-os e diminuindo-os. Em seguida, eles usaram uma técnica especial chamada sequenciamento de RNA de célula única para examinar os genes que mudaram em cada tipo de célula no cérebro.

    Amber Penning diz: “Um microRNA pode ter vários alvos, o que os torna interessantes para doenças com vários aspectos patológicos. No entanto, isso também os torna desafiadores de estudar porque como você encontra esses alvos? Sabemos que o microRNA-132 desempenha várias funções nos neurônios, mas surpreendentemente descobrimos que esse microRNA também desempenha um papel nos micróglios, as células imunes do cérebro. Isso é interessante no caso do Alzheimer porque acreditamos que a neuroinflamação tem um papel significativo.”

    Os resultados mostraram que o aumento do microRNA-132 causou uma transição dos micróglios de um estado ativado associado à doença para um estado mais equilibrado e homeostático. As implicações exatas disso precisarão ser determinadas por meio de mais pesquisas.

    O que isso significa para o Alzheimer?

    Os pesquisadores acreditam que o microRNA-132 pode ser uma nova esperança para o tratamento do Alzheimer, pois pode atuar em vários aspectos da doença. Eles pretendem continuar estudando essa molécula e seus alvos potenciais para entender melhor seus mecanismos e possíveis aplicações terapêuticas.

    Evgenia Salta diz: “Nosso estudo revela o microRNA-132 como um regulador-chave da função dos micróglios e sugere que essa molécula pode ser uma nova abordagem para o tratamento do Alzheimer. Estamos entusiasmados com essa descoberta e esperamos contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para combater essa doença devastadora.”

    Fonte: Link.

  • Paralisia facial lenta e descendente pode ser sinal de uma doença genética rara

    Paralisia facial lenta e descendente pode ser sinal de uma doença genética rara

    Você já ouviu falar da amiloidose hereditária por gelsolina? É uma doença genética rara que afeta principalmente os nervos cranianos e periféricos, a córnea e a pele.

    Ela se manifesta por uma paralisia facial descendente lentamente progressiva, que pode ser confundida com outras causas de paralisia facial, como a síndrome de Bell ou o AVC.

    Um artigo publicado na revista The Lancet descreve o caso de um homem de 58 anos que apresentou paralisia facial bilateral e progressiva ao longo de 10 anos, além de outros sintomas como perda auditiva, distrofia corneana em forma de grade, flacidez cutânea e neuropatia sensitiva. Ele tinha histórico familiar de paralisia facial e distrofia corneana em seu pai e irmãos.

    Os exames clínicos e laboratoriais descartaram outras causas de paralisia facial, como infecções, tumores, doenças autoimunes ou metabólicas. A biópsia da pele mostrou depósitos de amiloide, uma substância anormal que se acumula nos tecidos e órgãos. O teste genético revelou uma mutação no gene da gelsolina, uma proteína que modula o citoesqueleto celular.

    A mutação na gelsolina causa a produção de uma forma alterada da proteína, que se degrada e se deposita como amiloide nos tecidos afetados pela doença. A amiloidose hereditária por gelsolina é uma forma autossômica dominante de amiloidose sistêmica, ou seja, basta herdar um gene defeituoso de um dos pais para desenvolver a doença.

    A amiloidose hereditária por gelsolina foi originalmente descrita na Finlândia, mas já foi relatada em outros países da Europa, América do Norte e do Sul e Ásia. Ela pode ainda estar subdiagnosticada no mundo todo. Ela é a primeira e até agora única doença conhecida causada por um defeito no gene da gelsolina.

    A doença não tem cura específica, mas o diagnóstico correto permite um tratamento sintomático adequado, que melhora a qualidade de vida dos pacientes. O transplante de córnea pode melhorar a visão dos pacientes com distrofia corneana grave. O transplante de nervo facial pode ser uma opção para os casos de paralisia facial irreversível.

    A amiloidose hereditária por gelsolina é um exemplo de como uma alteração genética pode causar uma doença rara e complexa, que envolve vários órgãos e sistemas. As lições aprendidas com essa doença podem ser aplicáveis até mesmo no diagnóstico e tratamento de outras formas hereditárias e esporádicas de amiloidose.

    Fonte: Link.

    Ela se manifesta por uma paralisia facial descendente lentamente progressiva, que pode ser confundida com outras causas de paralisia facial, como a síndrome de Bell ou o AVC.

    Um artigo publicado na revista The Lancet descreve o caso de um homem de 58 anos que apresentou paralisia facial bilateral e progressiva ao longo de 10 anos, além de outros sintomas como perda auditiva, distrofia corneana em forma de grade, flacidez cutânea e neuropatia sensitiva. Ele tinha histórico familiar de paralisia facial e distrofia corneana em seu pai e irmãos.

    Os exames clínicos e laboratoriais descartaram outras causas de paralisia facial, como infecções, tumores, doenças autoimunes ou metabólicas. A biópsia da pele mostrou depósitos de amiloide, uma substância anormal que se acumula nos tecidos e órgãos. O teste genético revelou uma mutação no gene da gelsolina, uma proteína que modula o citoesqueleto celular.

    A mutação na gelsolina causa a produção de uma forma alterada da proteína, que se degrada e se deposita como amiloide nos tecidos afetados pela doença. A amiloidose hereditária por gelsolina é uma forma autossômica dominante de amiloidose sistêmica, ou seja, basta herdar um gene defeituoso de um dos pais para desenvolver a doença.

    A amiloidose hereditária por gelsolina foi originalmente descrita na Finlândia, mas já foi relatada em outros países da Europa, América do Norte e do Sul e Ásia. Ela pode ainda estar subdiagnosticada no mundo todo. Ela é a primeira e até agora única doença conhecida causada por um defeito no gene da gelsolina.

    A doença não tem cura específica, mas o diagnóstico correto permite um tratamento sintomático adequado, que melhora a qualidade de vida dos pacientes. O transplante de córnea pode melhorar a visão dos pacientes com distrofia corneana grave. O transplante de nervo facial pode ser uma opção para os casos de paralisia facial irreversível.

    A amiloidose hereditária por gelsolina é um exemplo de como uma alteração genética pode causar uma doença rara e complexa, que envolve vários órgãos e sistemas. As lições aprendidas com essa doença podem ser aplicáveis até mesmo no diagnóstico e tratamento de outras formas hereditárias e esporádicas de amiloidose.

    Fonte: Link.

  • O efeito Tyndall: entenda o fenômeno que deixa o céu azul

    O efeito Tyndall: entenda o fenômeno que deixa o céu azul

    Você já se perguntou por que o céu é azul? Essa é uma questão que desperta a curiosidade de muitas pessoas, desde crianças até adultos.

    A resposta envolve alguns conceitos de física óptica, que explicam como a luz do Sol interage com as partículas presentes na atmosfera terrestre.

    A luz do Sol e suas cores

    A luz do Sol é composta por diversas cores, que formam o espectro eletromagnético. Cada cor tem um comprimento de onda diferente, que vai desde o violeta, com o menor comprimento de onda, até o vermelho, com o maior comprimento de onda. Quando a luz do Sol chega à Terra, ela atravessa a atmosfera, que é formada por gases como oxigênio e nitrogênio, além de partículas de água e poeira.

    A refração e a dispersão da luz

    Ao passar pela atmosfera, a luz do Sol sofre dois fenômenos importantes: a refração e a dispersão. A refração ocorre quando a luz muda de meio e de velocidade. Por exemplo, quando a luz passa do vácuo para o ar, ela diminui sua velocidade e muda sua direção. A dispersão ocorre quando a luz se decompõe em suas cores componentes. Por exemplo, quando a luz passa por um prisma ou por uma gota de água, ela se separa nas cores do arco-íris.

    O efeito Tyndall e a cor do céu

    A dispersão da luz depende do tamanho das partículas que a espalham. Quanto menor for o tamanho das partículas, mais elas espalham as cores com menor comprimento de onda, como o violeta e o azul. Esse fenômeno é chamado de efeito Tyndall, em homenagem ao físico irlandês John Tyndall, que o estudou no século XIX.

    Na atmosfera terrestre, as moléculas de oxigênio e nitrogênio são muito pequenas e espalham mais intensamente a luz azul do que as outras cores. Por isso, o céu parece azul durante o dia. A luz azul é refletida pelas moléculas de ar em todas as direções e chega aos nossos olhos.

    O pôr do sol e suas cores

    Mas se o céu é azul durante o dia, por que ele fica vermelho ou laranja ao entardecer? Isso acontece porque, no pôr do sol, os raios solares precisam atravessar uma camada mais longa da atmosfera para chegar até nós. Nesse caminho, a maior parte da luz azul já foi espalhada e perdida. As cores com maior comprimento de onda, como o vermelho e o laranja, sofrem menos dispersão e conseguem chegar aos nossos olhos. Por isso, o céu fica com essas tonalidades no final do dia.

    O céu é azul porque a luz do Sol sofre refração e dispersão ao atravessar a atmosfera terrestre. As moléculas de ar espalham mais a luz azul do que as outras cores, fazendo com que ela seja refletida em todas as direções e chegue aos nossos olhos. No pôr do sol, a luz azul já foi quase toda dispersada e perdida, sobrando as cores vermelha e laranja, que dão ao céu essas colorações.

    A resposta envolve alguns conceitos de física óptica, que explicam como a luz do Sol interage com as partículas presentes na atmosfera terrestre.

    A luz do Sol e suas cores

    A luz do Sol é composta por diversas cores, que formam o espectro eletromagnético. Cada cor tem um comprimento de onda diferente, que vai desde o violeta, com o menor comprimento de onda, até o vermelho, com o maior comprimento de onda. Quando a luz do Sol chega à Terra, ela atravessa a atmosfera, que é formada por gases como oxigênio e nitrogênio, além de partículas de água e poeira.

    A refração e a dispersão da luz

    Ao passar pela atmosfera, a luz do Sol sofre dois fenômenos importantes: a refração e a dispersão. A refração ocorre quando a luz muda de meio e de velocidade. Por exemplo, quando a luz passa do vácuo para o ar, ela diminui sua velocidade e muda sua direção. A dispersão ocorre quando a luz se decompõe em suas cores componentes. Por exemplo, quando a luz passa por um prisma ou por uma gota de água, ela se separa nas cores do arco-íris.

    O efeito Tyndall e a cor do céu

    A dispersão da luz depende do tamanho das partículas que a espalham. Quanto menor for o tamanho das partículas, mais elas espalham as cores com menor comprimento de onda, como o violeta e o azul. Esse fenômeno é chamado de efeito Tyndall, em homenagem ao físico irlandês John Tyndall, que o estudou no século XIX.

    Na atmosfera terrestre, as moléculas de oxigênio e nitrogênio são muito pequenas e espalham mais intensamente a luz azul do que as outras cores. Por isso, o céu parece azul durante o dia. A luz azul é refletida pelas moléculas de ar em todas as direções e chega aos nossos olhos.

    O pôr do sol e suas cores

    Mas se o céu é azul durante o dia, por que ele fica vermelho ou laranja ao entardecer? Isso acontece porque, no pôr do sol, os raios solares precisam atravessar uma camada mais longa da atmosfera para chegar até nós. Nesse caminho, a maior parte da luz azul já foi espalhada e perdida. As cores com maior comprimento de onda, como o vermelho e o laranja, sofrem menos dispersão e conseguem chegar aos nossos olhos. Por isso, o céu fica com essas tonalidades no final do dia.

    O céu é azul porque a luz do Sol sofre refração e dispersão ao atravessar a atmosfera terrestre. As moléculas de ar espalham mais a luz azul do que as outras cores, fazendo com que ela seja refletida em todas as direções e chegue aos nossos olhos. No pôr do sol, a luz azul já foi quase toda dispersada e perdida, sobrando as cores vermelha e laranja, que dão ao céu essas colorações.

  • Ciclone extratropical deixa rastro de destruição no RS com chuva e vento acima de 100 km/h

    Ciclone extratropical deixa rastro de destruição no RS com chuva e vento acima de 100 km/h

    Um ciclone extratropical que se formou no litoral norte de Santa Catarina na quinta-feira (15/6) avançou para o nordeste do Rio Grande do Sul na madrugada de sexta-feira (16/6), causando chuvas intensas e ventos fortes em várias cidades do estado.

    O fenômeno meteorológico aumentou o risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas, destelhamentos, danos nas redes elétricas e quedas de árvores e galhos.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram a 110 km/h em algumas regiões, especialmente na faixa leste do estado. O mar também ficou agitado, com ondas de até 4 metros de altura. O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e se caracteriza por ventos mais fracos e duração menor em comparação aos ciclones tropicais.

    Entre os municípios mais afetados pelo ciclone extratropical estão Capão da Canoa, no Litoral Norte, onde o Hospital Santa Luzia ficou inundado pela água que invadiu a unidade até mesmo pelas janelas; Porto Alegre, onde houve alagamentos em diversas vias e bairros; e São Francisco de Paula, na Serra, onde uma ponte foi arrastada pela correnteza do rio.

    O ciclone extratropical também provocou estragos no campo, principalmente em áreas de pequenos e médios agricultores. Houve relatos de erosões, deslizamentos, perda de plantações e morte de animais. As culturas mais atingidas foram as hortaliças, as frutas e as pastagens.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que está monitorando a situação e prestando auxílio às famílias afetadas pelo ciclone extratropical. O órgão também emitiu alertas para a população evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades locais. A previsão é que o tempo melhore no fim de semana, com diminuição da chuva e do vento.

    O fenômeno meteorológico aumentou o risco de alagamentos, deslizamentos, enxurradas, destelhamentos, danos nas redes elétricas e quedas de árvores e galhos.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram a 110 km/h em algumas regiões, especialmente na faixa leste do estado. O mar também ficou agitado, com ondas de até 4 metros de altura. O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma no extremo sul do país, entre o Rio Grande do Sul e Argentina e Uruguai, e se caracteriza por ventos mais fracos e duração menor em comparação aos ciclones tropicais.

    Entre os municípios mais afetados pelo ciclone extratropical estão Capão da Canoa, no Litoral Norte, onde o Hospital Santa Luzia ficou inundado pela água que invadiu a unidade até mesmo pelas janelas; Porto Alegre, onde houve alagamentos em diversas vias e bairros; e São Francisco de Paula, na Serra, onde uma ponte foi arrastada pela correnteza do rio.

    O ciclone extratropical também provocou estragos no campo, principalmente em áreas de pequenos e médios agricultores. Houve relatos de erosões, deslizamentos, perda de plantações e morte de animais. As culturas mais atingidas foram as hortaliças, as frutas e as pastagens.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que está monitorando a situação e prestando auxílio às famílias afetadas pelo ciclone extratropical. O órgão também emitiu alertas para a população evitar áreas de risco e seguir as orientações das autoridades locais. A previsão é que o tempo melhore no fim de semana, com diminuição da chuva e do vento.

  • 8 Ways to make money on the internet with your cell phone in 2023

    8 Ways to make money on the internet with your cell phone in 2023

    Did you know that your cell phone can be a tool for you to make extra money? There are several ways to take advantage of your free time and internet access to generate income using your device. In this post, we will show you 8 ways to make money on the internet with your cell…

    1. Watch videos that pay

    A simple and fun way to make money with your cell phone is to watch videos that pay. Some apps, such as TikTok and Kwai, offer rewards for users who watch videos on the platform and invite new users. The points accumulated can be exchanged for money, cell phone recharges or discounts on partner products. To withdraw the money, you can use Pix, bank transfer or PayPal.

    2. Use apps to make money

    Another way to make money with your cell phone is to use apps that offer rewards for performing simple tasks, such as answering surveys, playing games, watching ads or shopping online. Some examples of apps that pay are Google Opinion Rewards, Méliuz, PicPay and CashApp. The amounts may vary depending on the app and the task performed, but they are usually credited in Google Play Store credits, PayPal or bank account.

    3. Offer your services on websites and apps

    If you have any skill or knowledge that you can offer as a service, you can use websites and apps to advertise your work and find customers. For example, you can offer services such as writing, translation, design, programming, consulting, tutoring, among others. Some websites and apps that connect professionals and customers are Workana, Fiverr, GetNinjas and Superprof.

    4. Answer surveys

    A way to make money with your cell phone that does not require much skill is to answer online surveys. There are websites and apps that pay you to give your opinion on products, services or various topics. The surveys are quick and multiple choice, and the values depend on the duration and complexity of the survey. Some websites and apps that pay for surveys are Toluna, SurveyMonkey Rewards, Lifepoints and PiniOn.

    5. Work with digital marketing by cell phone

    If you are interested in working with digital marketing, you can use your cell phone to create content, manage social networks, make ads or sell products online. Digital marketing is a growing market that offers several opportunities for those who want to make money on the internet with their cell phone. You can learn about digital marketing through online courses, blogs, podcasts or videos.

    6. Teach online

    If you have mastery over a subject or language, you can teach online by cell phone and make money by sharing your knowledge. You can use platforms such as Zoom, Skype or Google Meet to make video calls with your students and teach the desired content. You can charge by hour or by package of classes, according to your availability and demand.

    7. Be a digital influencer

    If you like to communicate with the public and have charisma, you can become a digital influencer and make money with your cell phone. A digital influencer is someone who creates relevant and engaging content for social networks and has a loyal audience that follows their posts. You can make money with your cell phone by being a digital influencer through partnerships with brands, advertising or selling your own products.

    8. Sell used products

    A way to make money with your cell phone and still get rid of things that you no longer use is to sell used products. You can sell clothes, books, electronics, furniture, among other items that are in good condition and that may interest other people. You can use websites and apps such as OLX, Mercado Livre, Enjoei and Shopee to advertise your products and negotiate with buyers.

    Conclusion

    As you saw, there are several ways to make money on the internet with your cell phone in 2023. You just need to choose the one that best suits your profile, your time and your goals. Remember that making money with your cell phone requires dedication, discipline and planning, just like any other activity. So take advantage of the opportunities that the internet offers and start generating extra income with your device.

    1. Watch videos that pay

    A simple and fun way to make money with your cell phone is to watch videos that pay. Some apps, such as TikTok and Kwai, offer rewards for users who watch videos on the platform and invite new users. The points accumulated can be exchanged for money, cell phone recharges or discounts on partner products. To withdraw the money, you can use Pix, bank transfer or PayPal.

    2. Use apps to make money

    Another way to make money with your cell phone is to use apps that offer rewards for performing simple tasks, such as answering surveys, playing games, watching ads or shopping online. Some examples of apps that pay are Google Opinion Rewards, Méliuz, PicPay and CashApp. The amounts may vary depending on the app and the task performed, but they are usually credited in Google Play Store credits, PayPal or bank account.

    3. Offer your services on websites and apps

    If you have any skill or knowledge that you can offer as a service, you can use websites and apps to advertise your work and find customers. For example, you can offer services such as writing, translation, design, programming, consulting, tutoring, among others. Some websites and apps that connect professionals and customers are Workana, Fiverr, GetNinjas and Superprof.

    4. Answer surveys

    A way to make money with your cell phone that does not require much skill is to answer online surveys. There are websites and apps that pay you to give your opinion on products, services or various topics. The surveys are quick and multiple choice, and the values depend on the duration and complexity of the survey. Some websites and apps that pay for surveys are Toluna, SurveyMonkey Rewards, Lifepoints and PiniOn.

    5. Work with digital marketing by cell phone

    If you are interested in working with digital marketing, you can use your cell phone to create content, manage social networks, make ads or sell products online. Digital marketing is a growing market that offers several opportunities for those who want to make money on the internet with their cell phone. You can learn about digital marketing through online courses, blogs, podcasts or videos.

    6. Teach online

    If you have mastery over a subject or language, you can teach online by cell phone and make money by sharing your knowledge. You can use platforms such as Zoom, Skype or Google Meet to make video calls with your students and teach the desired content. You can charge by hour or by package of classes, according to your availability and demand.

    7. Be a digital influencer

    If you like to communicate with the public and have charisma, you can become a digital influencer and make money with your cell phone. A digital influencer is someone who creates relevant and engaging content for social networks and has a loyal audience that follows their posts. You can make money with your cell phone by being a digital influencer through partnerships with brands, advertising or selling your own products.

    8. Sell used products

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    Conclusion

    As you saw, there are several ways to make money on the internet with your cell phone in 2023. You just need to choose the one that best suits your profile, your time and your goals. Remember that making money with your cell phone requires dedication, discipline and planning, just like any other activity. So take advantage of the opportunities that the internet offers and start generating extra income with your device.

  • 8 Formas de ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023

    8 Formas de ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023

    Você sabia que o seu celular pode ser uma ferramenta para você ganhar dinheiro extra? Existem diversas formas de aproveitar o tempo livre e o acesso à internet para gerar renda usando o seu aparelho.

    Neste post, vamos te mostrar 8 formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Confira!

    1. Assista vídeos que pagam

    Uma forma simples e divertida de ganhar dinheiro pelo celular é assistir a vídeos que pagam. Alguns aplicativos, como o TikTok e o Kwai, oferecem recompensas para os usuários que assistem aos vídeos da plataforma e convidam novos usuários. Os pontos acumulados podem ser trocados por dinheiro, recargas de celular ou descontos em produtos parceiros. Para sacar o dinheiro, você pode usar Pix, transferência bancária ou PayPal.

    2. Utilize apps para ganhar dinheiro

    Outra forma de ganhar dinheiro pelo celular é utilizar apps que oferecem recompensas por realizar tarefas simples, como responder pesquisas, jogar jogos, assistir anúncios ou fazer compras online. Alguns exemplos de apps que pagam são o Google Opinion Rewards, o Méliuz, o PicPay e o CashApp. Os valores podem variar de acordo com o app e a tarefa realizada, mas geralmente são creditados em créditos da Google Play Store, PayPal ou conta bancária.

    3. Ofereça seus serviços em sites e apps

    Se você tem alguma habilidade ou conhecimento que possa oferecer como serviço, você pode usar sites e apps para divulgar o seu trabalho e encontrar clientes. Por exemplo, você pode oferecer serviços de redação, tradução, design, programação, consultoria, aulas particulares, entre outros. Alguns sites e apps que conectam profissionais e clientes são o Workana, o Fiverr, o GetNinjas e o Superprof.

    4. Responda pesquisas

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular que não exige muita habilidade é responder pesquisas online. Existem sites e apps que pagam para você dar a sua opinião sobre produtos, serviços ou temas variados. As pesquisas são rápidas e de múltipla escolha, e os valores dependem da duração e da complexidade da pesquisa. Alguns sites e apps que pagam por pesquisas são o Toluna, o SurveyMonkey Rewards, o Lifepoints e o PiniOn.

    5. Trabalhe com marketing digital pelo celular

    Se você tem interesse em trabalhar com marketing digital, você pode usar o seu celular para criar conteúdo, gerenciar redes sociais, fazer anúncios ou vender produtos online. O marketing digital é um mercado em crescimento que oferece diversas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet pelo celular. Você pode aprender sobre marketing digital através de cursos online, blogs, podcasts ou vídeos.

    6. Dê aulas online

    Se você tem domínio sobre algum assunto ou idioma, você pode dar aulas online pelo celular e ganhar dinheiro compartilhando o seu conhecimento. Você pode usar plataformas como o Zoom, o Skype ou o Google Meet para fazer videochamadas com os seus alunos e ensinar o conteúdo desejado. Você pode cobrar por hora ou por pacote de aulas, de acordo com a sua disponibilidade e demanda.

    7. Seja um influenciador digital

    Se você gosta de se comunicar com o público e tem carisma, você pode se tornar um influenciador digital e ganhar dinheiro pelo celular. Um influenciador digital é alguém que cria conteúdo relevante e engajante para as redes sociais e tem uma audiência fiel que acompanha as suas postagens. Você pode ganhar dinheiro pelo celular sendo um influenciador digital através de parcerias com marcas, publicidade ou venda de produtos próprios.

    8. Venda produtos usados

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular e ainda se livrar de coisas que você não usa mais é vender produtos usados. Você pode vender roupas, livros, eletrônicos, móveis, entre outros itens que estejam em bom estado e que possam interessar a outras pessoas. Você pode usar sites e apps como o OLX, o Mercado Livre, o Enjoei e o Shopee para anunciar os seus produtos e negociar com os compradores.

    Conclusão

    Como você viu, existem diversas formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Você só precisa escolher a que mais se adapta ao seu perfil, ao seu tempo e aos seus objetivos. Lembre-se de que ganhar dinheiro pelo celular requer dedicação, disciplina e planejamento, assim como qualquer outra atividade. Por isso, aproveite as oportunidades que a internet oferece e comece a gerar renda extra pelo seu aparelho.

    Neste post, vamos te mostrar 8 formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Confira!

    1. Assista vídeos que pagam

    Uma forma simples e divertida de ganhar dinheiro pelo celular é assistir a vídeos que pagam. Alguns aplicativos, como o TikTok e o Kwai, oferecem recompensas para os usuários que assistem aos vídeos da plataforma e convidam novos usuários. Os pontos acumulados podem ser trocados por dinheiro, recargas de celular ou descontos em produtos parceiros. Para sacar o dinheiro, você pode usar Pix, transferência bancária ou PayPal.

    2. Utilize apps para ganhar dinheiro

    Outra forma de ganhar dinheiro pelo celular é utilizar apps que oferecem recompensas por realizar tarefas simples, como responder pesquisas, jogar jogos, assistir anúncios ou fazer compras online. Alguns exemplos de apps que pagam são o Google Opinion Rewards, o Méliuz, o PicPay e o CashApp. Os valores podem variar de acordo com o app e a tarefa realizada, mas geralmente são creditados em créditos da Google Play Store, PayPal ou conta bancária.

    3. Ofereça seus serviços em sites e apps

    Se você tem alguma habilidade ou conhecimento que possa oferecer como serviço, você pode usar sites e apps para divulgar o seu trabalho e encontrar clientes. Por exemplo, você pode oferecer serviços de redação, tradução, design, programação, consultoria, aulas particulares, entre outros. Alguns sites e apps que conectam profissionais e clientes são o Workana, o Fiverr, o GetNinjas e o Superprof.

    4. Responda pesquisas

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular que não exige muita habilidade é responder pesquisas online. Existem sites e apps que pagam para você dar a sua opinião sobre produtos, serviços ou temas variados. As pesquisas são rápidas e de múltipla escolha, e os valores dependem da duração e da complexidade da pesquisa. Alguns sites e apps que pagam por pesquisas são o Toluna, o SurveyMonkey Rewards, o Lifepoints e o PiniOn.

    5. Trabalhe com marketing digital pelo celular

    Se você tem interesse em trabalhar com marketing digital, você pode usar o seu celular para criar conteúdo, gerenciar redes sociais, fazer anúncios ou vender produtos online. O marketing digital é um mercado em crescimento que oferece diversas oportunidades para quem quer ganhar dinheiro na internet pelo celular. Você pode aprender sobre marketing digital através de cursos online, blogs, podcasts ou vídeos.

    6. Dê aulas online

    Se você tem domínio sobre algum assunto ou idioma, você pode dar aulas online pelo celular e ganhar dinheiro compartilhando o seu conhecimento. Você pode usar plataformas como o Zoom, o Skype ou o Google Meet para fazer videochamadas com os seus alunos e ensinar o conteúdo desejado. Você pode cobrar por hora ou por pacote de aulas, de acordo com a sua disponibilidade e demanda.

    7. Seja um influenciador digital

    Se você gosta de se comunicar com o público e tem carisma, você pode se tornar um influenciador digital e ganhar dinheiro pelo celular. Um influenciador digital é alguém que cria conteúdo relevante e engajante para as redes sociais e tem uma audiência fiel que acompanha as suas postagens. Você pode ganhar dinheiro pelo celular sendo um influenciador digital através de parcerias com marcas, publicidade ou venda de produtos próprios.

    8. Venda produtos usados

    Uma forma de ganhar dinheiro pelo celular e ainda se livrar de coisas que você não usa mais é vender produtos usados. Você pode vender roupas, livros, eletrônicos, móveis, entre outros itens que estejam em bom estado e que possam interessar a outras pessoas. Você pode usar sites e apps como o OLX, o Mercado Livre, o Enjoei e o Shopee para anunciar os seus produtos e negociar com os compradores.

    Conclusão

    Como você viu, existem diversas formas de como ganhar dinheiro na internet pelo celular em 2023. Você só precisa escolher a que mais se adapta ao seu perfil, ao seu tempo e aos seus objetivos. Lembre-se de que ganhar dinheiro pelo celular requer dedicação, disciplina e planejamento, assim como qualquer outra atividade. Por isso, aproveite as oportunidades que a internet oferece e comece a gerar renda extra pelo seu aparelho.

  • Febre maculosa: conheça os sintomas, o tratamento e a prevenção dessa doença transmitida por carrapatos

    Febre maculosa: conheça os sintomas, o tratamento e a prevenção dessa doença transmitida por carrapatos

    A febre maculosa é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Rickettsia rickettsii, que pode ser transmitida para as pessoas pela picada de carrapatos, principalmente os da família Ixodida, como o carrapato-estrela.

    A febre maculosa pode causar sintomas graves e até levar à morte se não for tratada adequadamente.

    Quais são os sintomas da febre maculosa?

    Os sintomas da febre maculosa podem variar desde formas leves e atípicas até formas graves e fatais. Os principais sintomas são:

    • Febre acima de 39ºC e calafrios;
    • Dor de cabeça intensa;
    • Conjuntivite;
    • Náuseas e vômitos;
    • Diarreia e dor abdominal;
    • Dor muscular constante;
    • Insônia e dificuldade para descansar;
    • Inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés;
    • Gangrena nos dedos e orelhas;
    • Paralisia dos membros que inicia nas pernas e vai subindo até os pulmões causando parada respiratória.

    Além disso, com a evolução da doença, é comum o aparecimento de manchas vermelhas nos pulsos e tornozelos, que não coçam, mas que podem aumentar em direção às palmas das mãos, braços ou solas dos pés.

    Como é feito o diagnóstico da febre maculosa?

    O diagnóstico da febre maculosa deve ser feito por um médico clínico geral ou infectologista, a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e do resultado de exames de sangue. Normalmente, o médico indica a realização de hemograma, em que é observada anemia e diminuição do número de plaquetas, além da dosagem de CK, LDH, ALT e AST no sangue, que também estão alterados em caso de febre maculosa. Em alguns casos, pode ser indicada a realização de exames de imagem para avaliar se há comprometimento de algum órgão e verificar a gravidade da doença.

    O diagnóstico precoce da febre maculosa é muito importante, pois a doença pode evoluir rapidamente para complicações graves, como inflamação do cérebro, paralisia, insuficiência respiratória ou insuficiência renal, que podem colocar em risco a vida da pessoa.

    Como é feito o tratamento da febre maculosa?

    O tratamento da febre maculosa deve ser iniciado o mais rápido possível após o surgimento dos primeiros sintomas, com antibióticos específicos para combater a bactéria Rickettsia rickettsii. O antibiótico mais usado é a doxiciclina, que deve ser administrado por via oral ou intravenosa por 7 a 10 dias. Outros antibióticos que podem ser usados são a cloranfenicol e a ciprofloxacina.

    O tratamento também deve incluir medidas de suporte para aliviar os sintomas e prevenir complicações, como hidratação adequada, controle da dor e da febre, uso de oxigênio ou ventilação mecânica se necessário.

    Como prevenir a febre maculosa?

    A melhor forma de prevenir a febre maculosa é evitar o contato com carrapatos, especialmente em áreas de mata, floresta, fazenda ou trilha ecológica, onde esses animais podem estar presentes. Algumas medidas de prevenção são:

    • Usar roupas claras, compridas e fechadas, que cubram todo o corpo;
    • Usar sapatos fechados e meias;
    • Usar repelentes à base de DEET ou icaridina na pele e nas roupas;
    • Examinar o corpo cuidadosamente após sair de áreas de risco, procurando por carrapatos;
    • Remover os carrapatos com uma pinça, puxando-os pela cabeça, sem esmagá-los ou torcê-los;
    • Lavar as mãos e o local da picada com água e sabão após remover os carrapatos;
    • Procurar atendimento médico se apresentar sintomas sugestivos de febre maculosa.

    Além disso, é importante controlar a população de carrapatos no ambiente, usando inseticidas específicos e eliminando os animais que podem servir de hospedeiros para eles, como capivaras, cavalos, cães e roedores.

    A febre maculosa é uma doença grave que pode ser transmitida pela picada de carrapatos infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii. A doença pode causar sintomas como febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele e paralisia. O diagnóstico deve ser feito por um médico a partir da avaliação clínica e de exames de sangue. O tratamento deve ser iniciado o quanto antes com antibióticos e medidas de suporte. A prevenção consiste em evitar o contato com carrapatos e remover os que estiverem no corpo.

    A febre maculosa pode causar sintomas graves e até levar à morte se não for tratada adequadamente.

    Quais são os sintomas da febre maculosa?

    Os sintomas da febre maculosa podem variar desde formas leves e atípicas até formas graves e fatais. Os principais sintomas são:

    • Febre acima de 39ºC e calafrios;
    • Dor de cabeça intensa;
    • Conjuntivite;
    • Náuseas e vômitos;
    • Diarreia e dor abdominal;
    • Dor muscular constante;
    • Insônia e dificuldade para descansar;
    • Inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés;
    • Gangrena nos dedos e orelhas;
    • Paralisia dos membros que inicia nas pernas e vai subindo até os pulmões causando parada respiratória.

    Além disso, com a evolução da doença, é comum o aparecimento de manchas vermelhas nos pulsos e tornozelos, que não coçam, mas que podem aumentar em direção às palmas das mãos, braços ou solas dos pés.

    Como é feito o diagnóstico da febre maculosa?

    O diagnóstico da febre maculosa deve ser feito por um médico clínico geral ou infectologista, a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e do resultado de exames de sangue. Normalmente, o médico indica a realização de hemograma, em que é observada anemia e diminuição do número de plaquetas, além da dosagem de CK, LDH, ALT e AST no sangue, que também estão alterados em caso de febre maculosa. Em alguns casos, pode ser indicada a realização de exames de imagem para avaliar se há comprometimento de algum órgão e verificar a gravidade da doença.

    O diagnóstico precoce da febre maculosa é muito importante, pois a doença pode evoluir rapidamente para complicações graves, como inflamação do cérebro, paralisia, insuficiência respiratória ou insuficiência renal, que podem colocar em risco a vida da pessoa.

    Como é feito o tratamento da febre maculosa?

    O tratamento da febre maculosa deve ser iniciado o mais rápido possível após o surgimento dos primeiros sintomas, com antibióticos específicos para combater a bactéria Rickettsia rickettsii. O antibiótico mais usado é a doxiciclina, que deve ser administrado por via oral ou intravenosa por 7 a 10 dias. Outros antibióticos que podem ser usados são a cloranfenicol e a ciprofloxacina.

    O tratamento também deve incluir medidas de suporte para aliviar os sintomas e prevenir complicações, como hidratação adequada, controle da dor e da febre, uso de oxigênio ou ventilação mecânica se necessário.

    Como prevenir a febre maculosa?

    A melhor forma de prevenir a febre maculosa é evitar o contato com carrapatos, especialmente em áreas de mata, floresta, fazenda ou trilha ecológica, onde esses animais podem estar presentes. Algumas medidas de prevenção são:

    • Usar roupas claras, compridas e fechadas, que cubram todo o corpo;
    • Usar sapatos fechados e meias;
    • Usar repelentes à base de DEET ou icaridina na pele e nas roupas;
    • Examinar o corpo cuidadosamente após sair de áreas de risco, procurando por carrapatos;
    • Remover os carrapatos com uma pinça, puxando-os pela cabeça, sem esmagá-los ou torcê-los;
    • Lavar as mãos e o local da picada com água e sabão após remover os carrapatos;
    • Procurar atendimento médico se apresentar sintomas sugestivos de febre maculosa.

    Além disso, é importante controlar a população de carrapatos no ambiente, usando inseticidas específicos e eliminando os animais que podem servir de hospedeiros para eles, como capivaras, cavalos, cães e roedores.

    A febre maculosa é uma doença grave que pode ser transmitida pela picada de carrapatos infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii. A doença pode causar sintomas como febre alta, dor de cabeça, manchas vermelhas na pele e paralisia. O diagnóstico deve ser feito por um médico a partir da avaliação clínica e de exames de sangue. O tratamento deve ser iniciado o quanto antes com antibióticos e medidas de suporte. A prevenção consiste em evitar o contato com carrapatos e remover os que estiverem no corpo.

  • Sinais de rádio da Terra já alcançaram 75 sistemas estelares que também podem nos ver

    Sinais de rádio da Terra já alcançaram 75 sistemas estelares que também podem nos ver

    Você sabia que as ondas de rádio que emitimos há mais de 100 anos já chegaram a 75 sistemas estelares que também podem observar a Terra passando na frente do Sol? Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista Nature, que usou dados da missão Gaia da Agência Espacial Europeia para mapear as…

    Os pesquisadores Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell, e Jackie Faherty, do Museu Americano de História Natural, calcularam o tamanho da esfera que os nossos sinais de rádio cobriram desde que saíram da Terra e contaram as estrelas que ficam dentro dela. Eles também determinaram quais dessas estrelas poderiam ver a Terra transitando o Sol, ou seja, passando na frente dele como um pequeno ponto escuro.

    Esse fenômeno é usado pelos astrônomos para detectar exoplanetas, ou planetas fora do Sistema Solar, e também para estudar suas atmosferas em busca de sinais de vida. Por isso, saber quais estrelas podem ver a Terra transitando o Sol é importante para avaliar as chances de sermos observados por civilizações alienígenas.

    O estudo revelou que 1.715 estrelas dentro de 100 parsecs (cerca de 326 anos-luz) do Sol estão na posição certa para terem visto a vida em uma Terra transitante desde o início da civilização humana (cerca de 5 mil anos atrás), com mais 319 estrelas entrando nessa posição especial nos próximos 5 mil anos. Entre essas estrelas, há sete que já têm exoplanetas conhecidos, incluindo Ross-128, que viu a Terra transitar o Sol no passado, e Teegarden’s Star e Trappist-1, que começarão a ver isso em 29 e 1.642 anos, respectivamente.

    Os pesquisadores também identificaram um subconjunto de 75 estrelas localizadas em uma esfera de 30 parsecs (cerca de 98 anos-luz), que os sinais de rádio da Terra já alcançaram. Essas estrelas são as mais próximas candidatas a receberem uma mensagem nossa ou a enviarem uma resposta.

    O estudo mostra que há uma grande diversidade entre as 2.034 estrelas que entram ou saem da zona de trânsito da Terra ao longo de 10 mil anos. Há desde anãs vermelhas frias até gigantes azuis quentes, passando por anãs brancas e marrons. A maioria delas são estrelas do tipo M, como Trappist-1, que têm uma longa vida útil e podem abrigar planetas rochosos na zona habitável.

    Os autores do estudo esperam que seu trabalho estimule novas pesquisas sobre essas estrelas e seus possíveis planetas, tanto para buscar sinais de vida quanto para entender melhor o nosso ambiente galáctico. Eles também sugerem que essas estrelas sejam alvo de programas de busca por inteligência extraterrestre (SETI), que tentam captar sinais artificiais vindos do espaço.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell, e Jackie Faherty, do Museu Americano de História Natural, calcularam o tamanho da esfera que os nossos sinais de rádio cobriram desde que saíram da Terra e contaram as estrelas que ficam dentro dela. Eles também determinaram quais dessas estrelas poderiam ver a Terra transitando o Sol, ou seja, passando na frente dele como um pequeno ponto escuro.

    Esse fenômeno é usado pelos astrônomos para detectar exoplanetas, ou planetas fora do Sistema Solar, e também para estudar suas atmosferas em busca de sinais de vida. Por isso, saber quais estrelas podem ver a Terra transitando o Sol é importante para avaliar as chances de sermos observados por civilizações alienígenas.

    O estudo revelou que 1.715 estrelas dentro de 100 parsecs (cerca de 326 anos-luz) do Sol estão na posição certa para terem visto a vida em uma Terra transitante desde o início da civilização humana (cerca de 5 mil anos atrás), com mais 319 estrelas entrando nessa posição especial nos próximos 5 mil anos. Entre essas estrelas, há sete que já têm exoplanetas conhecidos, incluindo Ross-128, que viu a Terra transitar o Sol no passado, e Teegarden’s Star e Trappist-1, que começarão a ver isso em 29 e 1.642 anos, respectivamente.

    Os pesquisadores também identificaram um subconjunto de 75 estrelas localizadas em uma esfera de 30 parsecs (cerca de 98 anos-luz), que os sinais de rádio da Terra já alcançaram. Essas estrelas são as mais próximas candidatas a receberem uma mensagem nossa ou a enviarem uma resposta.

    O estudo mostra que há uma grande diversidade entre as 2.034 estrelas que entram ou saem da zona de trânsito da Terra ao longo de 10 mil anos. Há desde anãs vermelhas frias até gigantes azuis quentes, passando por anãs brancas e marrons. A maioria delas são estrelas do tipo M, como Trappist-1, que têm uma longa vida útil e podem abrigar planetas rochosos na zona habitável.

    Os autores do estudo esperam que seu trabalho estimule novas pesquisas sobre essas estrelas e seus possíveis planetas, tanto para buscar sinais de vida quanto para entender melhor o nosso ambiente galáctico. Eles também sugerem que essas estrelas sejam alvo de programas de busca por inteligência extraterrestre (SETI), que tentam captar sinais artificiais vindos do espaço.

    Fonte: Link.

  • Bebida alcoólica na adolescência pode causar mudanças duradouras no cérebro, diz estudo

    Bebida alcoólica na adolescência pode causar mudanças duradouras no cérebro, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Neurobiology of Disease revelou que o consumo excessivo de álcool na adolescência pode alterar o desenvolvimento do cérebro e causar problemas de memória, aprendizado e comportamento na vida adulta.

    Os pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago (EUA) usaram modelos de camundongos para simular episódios de bebedeira na adolescência. Eles expuseram os animais a doses elevadas de álcool durante dois dias seguidos, seguidos de dois dias sem álcool, por um período de 16 dias. Esse padrão foi repetido por três semanas, o que corresponde ao final da adolescência nos camundongos.

    Os resultados mostraram que os camundongos que receberam álcool apresentaram alterações na expressão de genes relacionados à comunicação entre os neurônios, à formação de novas sinapses e à plasticidade cerebral. Essas mudanças foram observadas tanto no hipocampo, uma região importante para a memória e o aprendizado, quanto no córtex pré-frontal, uma região envolvida no controle dos impulsos e na tomada de decisões.

    Além disso, os camundongos que receberam álcool tiveram um desempenho pior em testes de memória espacial e reconhecimento de objetos do que os camundongos que não receberam álcool. Essas diferenças persistiram mesmo após quatro semanas sem exposição ao álcool, o que indica que os efeitos são duradouros.

    Os autores do estudo sugerem que o consumo excessivo de álcool na adolescência pode interferir no processo normal de maturação cerebral e aumentar o risco de desenvolver transtornos neuropsiquiátricos na vida adulta. Eles também alertam que os resultados podem ser aplicáveis aos humanos, já que o cérebro dos camundongos é semelhante ao dos humanos em termos de estrutura e função.

    O consumo excessivo de álcool é definido como a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres e cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), esse tipo de consumo é perigoso e está associado a problemas escolares, sociais, legais e físicos, além de atividade sexual indesejada, não planejada e desprotegida.

    O CDC também afirma que o consumo excessivo de álcool é mais comum entre os adolescentes do que entre os adultos, apesar da idade legal para beber nos EUA ser 21 anos. De acordo com uma pesquisa nacional realizada em 2019, cerca de 7 milhões de jovens entre 12 e 20 anos relataram ter consumido álcool no mês anterior à pesquisa, sendo que 4,2 milhões relataram ter consumido excessivamente.

    O estudo dos pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago reforça a necessidade de prevenir e reduzir o consumo excessivo de álcool entre os adolescentes, por meio de políticas públicas, programas educacionais e intervenções familiares. Os pesquisadores também defendem a realização de mais estudos para entender os mecanismos moleculares e celulares envolvidos nas alterações cerebrais causadas pelo álcool na adolescência.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago (EUA) usaram modelos de camundongos para simular episódios de bebedeira na adolescência. Eles expuseram os animais a doses elevadas de álcool durante dois dias seguidos, seguidos de dois dias sem álcool, por um período de 16 dias. Esse padrão foi repetido por três semanas, o que corresponde ao final da adolescência nos camundongos.

    Os resultados mostraram que os camundongos que receberam álcool apresentaram alterações na expressão de genes relacionados à comunicação entre os neurônios, à formação de novas sinapses e à plasticidade cerebral. Essas mudanças foram observadas tanto no hipocampo, uma região importante para a memória e o aprendizado, quanto no córtex pré-frontal, uma região envolvida no controle dos impulsos e na tomada de decisões.

    Além disso, os camundongos que receberam álcool tiveram um desempenho pior em testes de memória espacial e reconhecimento de objetos do que os camundongos que não receberam álcool. Essas diferenças persistiram mesmo após quatro semanas sem exposição ao álcool, o que indica que os efeitos são duradouros.

    Os autores do estudo sugerem que o consumo excessivo de álcool na adolescência pode interferir no processo normal de maturação cerebral e aumentar o risco de desenvolver transtornos neuropsiquiátricos na vida adulta. Eles também alertam que os resultados podem ser aplicáveis aos humanos, já que o cérebro dos camundongos é semelhante ao dos humanos em termos de estrutura e função.

    O consumo excessivo de álcool é definido como a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres e cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), esse tipo de consumo é perigoso e está associado a problemas escolares, sociais, legais e físicos, além de atividade sexual indesejada, não planejada e desprotegida.

    O CDC também afirma que o consumo excessivo de álcool é mais comum entre os adolescentes do que entre os adultos, apesar da idade legal para beber nos EUA ser 21 anos. De acordo com uma pesquisa nacional realizada em 2019, cerca de 7 milhões de jovens entre 12 e 20 anos relataram ter consumido álcool no mês anterior à pesquisa, sendo que 4,2 milhões relataram ter consumido excessivamente.

    O estudo dos pesquisadores da Universidade de Illinois em Chicago reforça a necessidade de prevenir e reduzir o consumo excessivo de álcool entre os adolescentes, por meio de políticas públicas, programas educacionais e intervenções familiares. Os pesquisadores também defendem a realização de mais estudos para entender os mecanismos moleculares e celulares envolvidos nas alterações cerebrais causadas pelo álcool na adolescência.

    Fonte: Link.

  • Taurina pode ser a chave para uma vida mais longa e saudável, diz estudo

    Taurina pode ser a chave para uma vida mais longa e saudável, diz estudo

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications sugere que a taurina, um aminoácido encontrado em muitos alimentos e bebidas, pode ter um papel importante na promoção da longevidade e da saúde.

    Os pesquisadores descobriram que a taurina aumenta a produção de uma proteína chamada SIRT1, que está envolvida na regulação do metabolismo, da inflamação e do estresse celular.

    A taurina é um aminoácido não essencial, ou seja, que pode ser produzido pelo organismo humano. Ela é encontrada em altas concentrações em alguns tecidos, como o cérebro, o coração e os músculos. Ela também está presente em alimentos de origem animal, como carne, peixe, ovos e leite, e em bebidas energéticas.

    Os benefícios da taurina para a saúde já são conhecidos há algum tempo. Estudos anteriores mostraram que ela pode melhorar a função cardíaca, prevenir a obesidade e o diabetes, proteger contra o dano oxidativo e reduzir a pressão arterial. No entanto, os mecanismos moleculares por trás desses efeitos ainda não eram claros.

    O novo estudo, realizado por uma equipe internacional de cientistas liderada pelo professor Junichi Sadoshima, da Universidade de Medicina de Nova Jersey (EUA), revelou que a taurina ativa a SIRT1 por meio de um processo chamado desacetilação. A SIRT1 é uma das sete sirtuínas, uma família de proteínas que regulam diversos processos celulares relacionados ao envelhecimento e à doença.

    Os pesquisadores usaram modelos animais e celulares para testar os efeitos da taurina na SIRT1. Eles observaram que a taurina aumentou significativamente os níveis de SIRT1 tanto em células normais quanto em células envelhecidas ou danificadas. Além disso, eles verificaram que a taurina melhorou a resistência ao estresse oxidativo, a inflamação e a apoptose (morte celular programada) nessas células.

    Os autores também analisaram os dados de um estudo epidemiológico realizado no Japão, que acompanhou mais de 12 mil pessoas por 18 anos. Eles constataram que as pessoas que consumiam mais taurina tinham menor risco de mortalidade por todas as causas e por doenças cardiovasculares.

    Os resultados sugerem que a taurina pode ser um nutriente essencial para a manutenção da saúde e da longevidade. Os pesquisadores esperam que o estudo possa contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas baseadas na modulação da SIRT1.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores descobriram que a taurina aumenta a produção de uma proteína chamada SIRT1, que está envolvida na regulação do metabolismo, da inflamação e do estresse celular.

    A taurina é um aminoácido não essencial, ou seja, que pode ser produzido pelo organismo humano. Ela é encontrada em altas concentrações em alguns tecidos, como o cérebro, o coração e os músculos. Ela também está presente em alimentos de origem animal, como carne, peixe, ovos e leite, e em bebidas energéticas.

    Os benefícios da taurina para a saúde já são conhecidos há algum tempo. Estudos anteriores mostraram que ela pode melhorar a função cardíaca, prevenir a obesidade e o diabetes, proteger contra o dano oxidativo e reduzir a pressão arterial. No entanto, os mecanismos moleculares por trás desses efeitos ainda não eram claros.

    O novo estudo, realizado por uma equipe internacional de cientistas liderada pelo professor Junichi Sadoshima, da Universidade de Medicina de Nova Jersey (EUA), revelou que a taurina ativa a SIRT1 por meio de um processo chamado desacetilação. A SIRT1 é uma das sete sirtuínas, uma família de proteínas que regulam diversos processos celulares relacionados ao envelhecimento e à doença.

    Os pesquisadores usaram modelos animais e celulares para testar os efeitos da taurina na SIRT1. Eles observaram que a taurina aumentou significativamente os níveis de SIRT1 tanto em células normais quanto em células envelhecidas ou danificadas. Além disso, eles verificaram que a taurina melhorou a resistência ao estresse oxidativo, a inflamação e a apoptose (morte celular programada) nessas células.

    Os autores também analisaram os dados de um estudo epidemiológico realizado no Japão, que acompanhou mais de 12 mil pessoas por 18 anos. Eles constataram que as pessoas que consumiam mais taurina tinham menor risco de mortalidade por todas as causas e por doenças cardiovasculares.

    Os resultados sugerem que a taurina pode ser um nutriente essencial para a manutenção da saúde e da longevidade. Os pesquisadores esperam que o estudo possa contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas baseadas na modulação da SIRT1.

    Fonte: Link.