Categoria: Economia

  • Programa Voa Brasil promete revolucionar viagens aéreas para aposentados e estudantes; entenda

    Programa Voa Brasil promete revolucionar viagens aéreas para aposentados e estudantes; entenda

    O governo brasileiro está prestes a lançar uma nova versão do programa Voa Brasil, que promete transformar o acesso a viagens aéreas para milhões de brasileiros.

    O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou que o programa será renovado para oferecer passagens aéreas a preços acessíveis, especialmente para aposentados e estudantes.

    O público alvo da iniciativa são os 21 milhões de aposentados com renda de até dois salários-mínimos e os 700.000 alunos beneficiários do Prouni. Eles poderão adquirir passagens por apenas R$ 200, uma oportunidade única para muitos que antes não podiam viajar de avião.

    As passagens estarão disponíveis durante todo o ano, com uma oferta reduzida nos meses de alta temporada. Isso visa estimular o turismo regional e garantir que o programa seja sustentável a longo prazo.

    Um dos aspectos mais notáveis do Voa Brasil é que ele será implementado sem o uso de dinheiro público. Serão emitidas cinco milhões de passagens, com o lançamento do programa aguardando apenas a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser oficializado.

    Espera-se que tenha um impacto positivo substancial no turismo interno do Brasil.

    O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou que o programa será renovado para oferecer passagens aéreas a preços acessíveis, especialmente para aposentados e estudantes.

    O público alvo da iniciativa são os 21 milhões de aposentados com renda de até dois salários-mínimos e os 700.000 alunos beneficiários do Prouni. Eles poderão adquirir passagens por apenas R$ 200, uma oportunidade única para muitos que antes não podiam viajar de avião.

    As passagens estarão disponíveis durante todo o ano, com uma oferta reduzida nos meses de alta temporada. Isso visa estimular o turismo regional e garantir que o programa seja sustentável a longo prazo.

    Um dos aspectos mais notáveis do Voa Brasil é que ele será implementado sem o uso de dinheiro público. Serão emitidas cinco milhões de passagens, com o lançamento do programa aguardando apenas a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ser oficializado.

    Espera-se que tenha um impacto positivo substancial no turismo interno do Brasil.

  • Corporação Financeira dos EUA investirá mais de R$ 2 bilhões no Brasil para apoiar empresas de pequeno porte

    Corporação Financeira dos EUA investirá mais de R$ 2 bilhões no Brasil para apoiar empresas de pequeno porte

    Na tarde desta quarta-feira (13), a Corporação Financeira dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (DFC) anunciou um investimento significativo no Brasil.

    O montante será de mais de R$ 2 bilhões (aproximadamente US$ 470 milhões) e tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de empresas de pequeno porte no país.

    A instituição escolhida para receber esses recursos e distribuí-los às empresas é a Stone, uma empresa que desempenhará um papel fundamental ao ajudar essas companhias a superar dificuldades financeiras relacionadas a pagamentos de recebíveis de cartão de crédito. Com esse investimento, a DFC pretende liberar capital de giro de curto prazo, permitindo que as empresas cresçam de forma saudável.

    O diretor-presidente da DFC, Scott Nathan, expressou sua satisfação com a parceria, destacando a importância das pequenas empresas para a economia. Ele enfatizou que essas empresas contribuem para a inclusão financeira, pagam impostos e geram empregos. Além disso, a DFC busca empresas que não teriam acesso a esse tipo de financiamento de outra forma e que atendam aos critérios de ESG (ambiental, social e governança) necessários para o desenvolvimento do país. A agência também pretende trabalhar em conjunto com as instituições financeiras brasileiras.

    Atualmente, os Estados Unidos já investem cerca de US$ 1,7 bilhão no Brasil em diversas iniciativas, incluindo mobilidade e saúde. Essa transação com a Stone representa a primeira transação internacional da companhia e está alinhada com seu propósito de auxiliar o desenvolvimento das pequenas e médias empresas (PMEs).

    Em comemoração ao aniversário de 200 anos das relações entre Brasil e Estados Unidos, a DFC também anunciou que abrirá seu primeiro escritório no Brasil. Essa iniciativa fortalecerá ainda mais os laços econômicos entre os dois países.

    Fonte: Forbes

    O montante será de mais de R$ 2 bilhões (aproximadamente US$ 470 milhões) e tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de empresas de pequeno porte no país.

    A instituição escolhida para receber esses recursos e distribuí-los às empresas é a Stone, uma empresa que desempenhará um papel fundamental ao ajudar essas companhias a superar dificuldades financeiras relacionadas a pagamentos de recebíveis de cartão de crédito. Com esse investimento, a DFC pretende liberar capital de giro de curto prazo, permitindo que as empresas cresçam de forma saudável.

    O diretor-presidente da DFC, Scott Nathan, expressou sua satisfação com a parceria, destacando a importância das pequenas empresas para a economia. Ele enfatizou que essas empresas contribuem para a inclusão financeira, pagam impostos e geram empregos. Além disso, a DFC busca empresas que não teriam acesso a esse tipo de financiamento de outra forma e que atendam aos critérios de ESG (ambiental, social e governança) necessários para o desenvolvimento do país. A agência também pretende trabalhar em conjunto com as instituições financeiras brasileiras.

    Atualmente, os Estados Unidos já investem cerca de US$ 1,7 bilhão no Brasil em diversas iniciativas, incluindo mobilidade e saúde. Essa transação com a Stone representa a primeira transação internacional da companhia e está alinhada com seu propósito de auxiliar o desenvolvimento das pequenas e médias empresas (PMEs).

    Em comemoração ao aniversário de 200 anos das relações entre Brasil e Estados Unidos, a DFC também anunciou que abrirá seu primeiro escritório no Brasil. Essa iniciativa fortalecerá ainda mais os laços econômicos entre os dois países.

    Fonte: Forbes

  • Declaração de Imposto de Renda 2024: Quem é obrigado a declarar?

    Declaração de Imposto de Renda 2024: Quem é obrigado a declarar?

    O período de declaração do Imposto de Renda está se aproximando e muitos contribuintes têm dúvidas sobre a obrigatoriedade da declaração.

    Para o ano de 2024, as regras seguem parâmetros similares aos anos anteriores.

    Quem é obrigado a declarar?

    1. Contribuintes que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70.
    2. Aqueles que possuíam propriedades de valor total superior a R$ 300.000,00.
    3. Cidadãos que obtiveram renda de atividade rural acima de R$ 142.798,50.
    4. Pessoas que passaram à condição de residentes no Brasil e aqui se encontravam em 31 de dezembro.

    A Trajetória do Imposto de Renda no Brasil

    O imposto de renda é uma das principais fontes de arrecadação do governo brasileiro e tem desempenhado um papel crucial na economia do país desde a sua instituição. A história do imposto de renda no Brasil começa em 31 de dezembro de 1922, quando foi instituído oficialmente. Este marco inicial foi seguido pela criação da Delegacia Geral do Imposto de Renda em 1924.

    Ao longo dos anos, o imposto de renda passou por várias reformas significativas. Em 1926, foram permitidas deduções para encargos de família, uma medida que refletia as políticas sociais da época. A década de 1930 viu o cancelamento de todas as dívidas do Imposto de Renda referentes a exercícios anteriores a 1931, o que representou uma grande mudança na administração tributária.

    Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, o Brasil criou as Obrigações de Guerra para os contribuintes do Imposto de Renda, uma medida temporária para custear a entrada do país no conflito mundial. No mesmo ano, a Divisão do Imposto de Renda substituiu a Diretoria do Imposto de Renda, marcando uma reestruturação administrativa importante.

    A tabela progressiva do imposto de renda também sofreu alterações significativas ao longo do tempo. Em 1963, a tabela progressiva atingiu sua maior alíquota na história: 65%. Essa taxa elevada reflete as tentativas do governo de ajustar a tributação à realidade econômica e social do país.

    Outro desenvolvimento notável foi a introdução do processamento eletrônico das declarações em 1968, o que representou um avanço tecnológico significativo para a época. Em 1969, a restituição do Imposto de Renda passou a ser feita por meio eletrônico, simplificando o processo para os contribuintes.

    A história do imposto de renda no Brasil é um exemplo de como as políticas fiscais podem evoluir para atender às necessidades de um país em constante mudança. Desde a sua criação, o imposto de renda tem sido uma ferramenta vital para o governo brasileiro, ajudando a financiar serviços públicos e programas sociais.

    Para o ano de 2024, as regras seguem parâmetros similares aos anos anteriores.

    Quem é obrigado a declarar?

    1. Contribuintes que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70.
    2. Aqueles que possuíam propriedades de valor total superior a R$ 300.000,00.
    3. Cidadãos que obtiveram renda de atividade rural acima de R$ 142.798,50.
    4. Pessoas que passaram à condição de residentes no Brasil e aqui se encontravam em 31 de dezembro.

    A Trajetória do Imposto de Renda no Brasil

    O imposto de renda é uma das principais fontes de arrecadação do governo brasileiro e tem desempenhado um papel crucial na economia do país desde a sua instituição. A história do imposto de renda no Brasil começa em 31 de dezembro de 1922, quando foi instituído oficialmente. Este marco inicial foi seguido pela criação da Delegacia Geral do Imposto de Renda em 1924.

    Ao longo dos anos, o imposto de renda passou por várias reformas significativas. Em 1926, foram permitidas deduções para encargos de família, uma medida que refletia as políticas sociais da época. A década de 1930 viu o cancelamento de todas as dívidas do Imposto de Renda referentes a exercícios anteriores a 1931, o que representou uma grande mudança na administração tributária.

    Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, o Brasil criou as Obrigações de Guerra para os contribuintes do Imposto de Renda, uma medida temporária para custear a entrada do país no conflito mundial. No mesmo ano, a Divisão do Imposto de Renda substituiu a Diretoria do Imposto de Renda, marcando uma reestruturação administrativa importante.

    A tabela progressiva do imposto de renda também sofreu alterações significativas ao longo do tempo. Em 1963, a tabela progressiva atingiu sua maior alíquota na história: 65%. Essa taxa elevada reflete as tentativas do governo de ajustar a tributação à realidade econômica e social do país.

    Outro desenvolvimento notável foi a introdução do processamento eletrônico das declarações em 1968, o que representou um avanço tecnológico significativo para a época. Em 1969, a restituição do Imposto de Renda passou a ser feita por meio eletrônico, simplificando o processo para os contribuintes.

    A história do imposto de renda no Brasil é um exemplo de como as políticas fiscais podem evoluir para atender às necessidades de um país em constante mudança. Desde a sua criação, o imposto de renda tem sido uma ferramenta vital para o governo brasileiro, ajudando a financiar serviços públicos e programas sociais.

  • Trabalho remoto redefine a vida urbana: como cidades caras se tornaram redutos de gestores

    Trabalho remoto redefine a vida urbana: como cidades caras se tornaram redutos de gestores

    A pandemia de COVID-19 e a subsequente ascensão do trabalho remoto transformaram o cenário urbano e residencial dos EUA e de muitos países, inclusive o Brasil.

    Uma análise recente da ADP (ADP Research Institute) revelou que as cidades mais caras estão se tornando cada vez mais povoadas por gestores, enquanto os trabalhadores de linha de frente estão se deslocando para áreas mais acessíveis.

    O estudo introduziu o “índice de liderança”, uma métrica que compara a proporção de gestores versus trabalhadores de linha de frente em áreas metropolitanas. Desde o início da pandemia, cidades com custos de moradia elevados, como São Francisco, Seattle, Los Angeles, Boston, Washington, D.C., e Nova York, registraram aumentos significativos nesse índice.

    A mudança é atribuída ao fato de que muitos gestores preferem manter-se próximos aos centros de decisão, enquanto os trabalhadores não gerenciais podem exercer suas funções remotamente de locais com custo de vida mais baixo. Isso levou ao surgimento de “cidades secundárias”, consideradas opções metropolitanas mais acessíveis.

    Além disso, a tendência de trabalhar remotamente fez com que os trabalhadores vivessem, em média, a 27 milhas de distância de seus empregos, com cerca de 5% vivendo a mais de 50 milhas de distância. Essa dispersão geográfica apresenta desafios para as políticas de retorno ao escritório e tem implicações significativas para o mercado imobiliário e a economia local.

    Especialistas alertam que, se essa tendência continuar, eventualmente apenas gestores altamente remunerados poderão se dar ao luxo de viver em cidades caras, alterando a dinâmica de negócios e a diversidade de mão de obra nessas áreas.

    Fonte: Link.

    Uma análise recente da ADP (ADP Research Institute) revelou que as cidades mais caras estão se tornando cada vez mais povoadas por gestores, enquanto os trabalhadores de linha de frente estão se deslocando para áreas mais acessíveis.

    O estudo introduziu o “índice de liderança”, uma métrica que compara a proporção de gestores versus trabalhadores de linha de frente em áreas metropolitanas. Desde o início da pandemia, cidades com custos de moradia elevados, como São Francisco, Seattle, Los Angeles, Boston, Washington, D.C., e Nova York, registraram aumentos significativos nesse índice.

    A mudança é atribuída ao fato de que muitos gestores preferem manter-se próximos aos centros de decisão, enquanto os trabalhadores não gerenciais podem exercer suas funções remotamente de locais com custo de vida mais baixo. Isso levou ao surgimento de “cidades secundárias”, consideradas opções metropolitanas mais acessíveis.

    Além disso, a tendência de trabalhar remotamente fez com que os trabalhadores vivessem, em média, a 27 milhas de distância de seus empregos, com cerca de 5% vivendo a mais de 50 milhas de distância. Essa dispersão geográfica apresenta desafios para as políticas de retorno ao escritório e tem implicações significativas para o mercado imobiliário e a economia local.

    Especialistas alertam que, se essa tendência continuar, eventualmente apenas gestores altamente remunerados poderão se dar ao luxo de viver em cidades caras, alterando a dinâmica de negócios e a diversidade de mão de obra nessas áreas.

    Fonte: Link.

  • Ações da Tesla caem após redução nas vendas na China e concorrência crescente de rivais, como a BYD

    Ações da Tesla caem após redução nas vendas na China e concorrência crescente de rivais, como a BYD

    As ações da Tesla sofreram uma queda significativa de 7% após a divulgação de uma redução nas vendas na China durante o mês de fevereiro.

    A montadora, liderada por Elon Musk, vendeu 60.365 veículos no país asiático, marcando uma queda de 19% em relação ao ano anterior e o menor nível desde dezembro de 2022.

    A Tesla, que já havia reduzido os preços de alguns modelos na China em janeiro, introduziu novos incentivos na semana passada, incluindo subsídios de seguros, na tentativa de atrair consumidores no maior mercado automotivo do mundo. Essa estratégia surge em um momento em que a empresa enfrenta uma concorrência crescente de rivais chineses, como a BYD.

    Os investidores estão atentos a esses movimentos, pois refletem não apenas o estado atual da Tesla no mercado de veículos elétricos, mas também as tendências mais amplas da economia global e a dinâmica do setor automotivo. A queda nas ações da Tesla é um indicativo da sensibilidade do mercado a fatores como a saturação do mercado e a intensificação da competição.

    A situação da Tesla na China será um caso a observar, pois pode fornecer insights valiosos sobre o futuro do mercado de veículos elétricos e a posição da empresa nesse cenário em constante mudança.

    A montadora, liderada por Elon Musk, vendeu 60.365 veículos no país asiático, marcando uma queda de 19% em relação ao ano anterior e o menor nível desde dezembro de 2022.

    A Tesla, que já havia reduzido os preços de alguns modelos na China em janeiro, introduziu novos incentivos na semana passada, incluindo subsídios de seguros, na tentativa de atrair consumidores no maior mercado automotivo do mundo. Essa estratégia surge em um momento em que a empresa enfrenta uma concorrência crescente de rivais chineses, como a BYD.

    Os investidores estão atentos a esses movimentos, pois refletem não apenas o estado atual da Tesla no mercado de veículos elétricos, mas também as tendências mais amplas da economia global e a dinâmica do setor automotivo. A queda nas ações da Tesla é um indicativo da sensibilidade do mercado a fatores como a saturação do mercado e a intensificação da competição.

    A situação da Tesla na China será um caso a observar, pois pode fornecer insights valiosos sobre o futuro do mercado de veículos elétricos e a posição da empresa nesse cenário em constante mudança.

  • Declaração do IR 2024: Prazos, Limites e Dicas para o Contribuinte

    Declaração do IR 2024: Prazos, Limites e Dicas para o Contribuinte

    Este ano, o período de entrega começa em 15 de março e se estende até o final de maio, especificamente até o dia 31.

    Para muitos, a declaração do IR é um momento de dúvidas e incertezas, mas as novidades anunciadas pela Receita Federal prometem simplificar o processo. Uma das principais mudanças é o aumento do limite de renda para a obrigatoriedade da declaração, que agora é de R$ 30.639,90. Isso inclui rendimentos como salários, aposentadorias e pensões.

    O governo espera receber cerca de 43 milhões de declarações este ano, um aumento em relação aos 41,1 milhões do ano anterior. Essa expectativa reflete não apenas o crescimento populacional, mas também a melhoria na capacidade de monitoramento e fiscalização da Receita.

    Outra inovação é a declaração pré-preenchida, uma ferramenta que visa facilitar a vida do contribuinte. Com ela, espera-se alcançar 40% das declarações já preenchidas automaticamente, reduzindo erros e o tempo gasto no processo.

    Para os leigos, o importante é estar atento aos prazos e às documentações necessárias. A Receita Federal disponibiliza um portal com todas as informações e o programa para a declaração. Além disso, é sempre recomendável buscar a ajuda de um contador ou profissional da área para evitar complicações futuras.

    Com essas informações em mãos, os brasileiros podem enfrentar o leão com mais confiança e eficiência. Afinal, estar em dia com o Imposto de Renda é não apenas uma obrigação, mas um exercício de cidadania.

    Para muitos, a declaração do IR é um momento de dúvidas e incertezas, mas as novidades anunciadas pela Receita Federal prometem simplificar o processo. Uma das principais mudanças é o aumento do limite de renda para a obrigatoriedade da declaração, que agora é de R$ 30.639,90. Isso inclui rendimentos como salários, aposentadorias e pensões.

    O governo espera receber cerca de 43 milhões de declarações este ano, um aumento em relação aos 41,1 milhões do ano anterior. Essa expectativa reflete não apenas o crescimento populacional, mas também a melhoria na capacidade de monitoramento e fiscalização da Receita.

    Outra inovação é a declaração pré-preenchida, uma ferramenta que visa facilitar a vida do contribuinte. Com ela, espera-se alcançar 40% das declarações já preenchidas automaticamente, reduzindo erros e o tempo gasto no processo.

    Para os leigos, o importante é estar atento aos prazos e às documentações necessárias. A Receita Federal disponibiliza um portal com todas as informações e o programa para a declaração. Além disso, é sempre recomendável buscar a ajuda de um contador ou profissional da área para evitar complicações futuras.

    Com essas informações em mãos, os brasileiros podem enfrentar o leão com mais confiança e eficiência. Afinal, estar em dia com o Imposto de Renda é não apenas uma obrigação, mas um exercício de cidadania.

  • Energia Mais Barata: Aneel Anuncia Redução nas Tarifas de Energia

    Energia Mais Barata: Aneel Anuncia Redução nas Tarifas de Energia

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou uma redução significativa nas tarifas de energia elétrica, trazendo alívio para os bolsos dos consumidores.

    A partir de 1º de abril, as bandeiras tarifárias, que ajustam o preço da energia conforme a necessidade de acionar fontes mais caras, terão seus valores diminuídos.

    Entendendo as Bandeiras Tarifárias

    As bandeiras tarifárias são uma forma de cobrança que reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Elas são divididas em cores, cada uma indicando um patamar de custo:

    • Bandeira Verde: condições favoráveis de geração de energia; sem custo adicional.
    • Bandeira Amarela: condições menos favoráveis; custo adicional moderado.
    • Bandeira Vermelha: condições mais custosas de geração; custo adicional mais alto, dividido em dois patamares.

    As Novas Tarifas

    Com a nova medida, a bandeira amarela terá uma redução de 37%, caindo de R$ 29,89 para R$ 18,85 por MWh. Já a bandeira vermelha, patamar 1, terá uma queda de 31,3%, indo de R$ 65 para R$ 44,63 por MWh, e o patamar 2 terá uma redução de quase 20%, de R$ 97,95 para R$ 78,77 por MWh.

    Por Que a Redução?

    A Aneel justifica essa redução devido ao cenário favorável para a geração de energia elétrica no país. Os reservatórios das hidrelétricas estão com níveis elevados, e há uma grande oferta de energia renovável. Além disso, o preço dos combustíveis fósseis no mercado internacional está em queda.

    O Impacto para o Consumidor

    Essa redução nas bandeiras tarifárias significa que, quando houver necessidade de acionar fontes de energia mais caras, o impacto na conta de luz será menor. Desde abril de 2022, a bandeira verde tem sido mantida, indicando que não houve necessidade de acionar essas fontes mais caras.

    Participação Popular

    A decisão da Aneel veio após uma consulta pública que contou com a participação de consumidores e especialistas, mostrando o poder da voz do povo no processo regulatório.

    O Futuro da Energia no Brasil

    Com essa medida, o Brasil dá mais um passo em direção a um futuro energético mais sustentável e econômico, incentivando o uso consciente de eletricidade e a valorização das fontes renováveis.

    A partir de 1º de abril, as bandeiras tarifárias, que ajustam o preço da energia conforme a necessidade de acionar fontes mais caras, terão seus valores diminuídos.

    Entendendo as Bandeiras Tarifárias

    As bandeiras tarifárias são uma forma de cobrança que reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Elas são divididas em cores, cada uma indicando um patamar de custo:

    • Bandeira Verde: condições favoráveis de geração de energia; sem custo adicional.
    • Bandeira Amarela: condições menos favoráveis; custo adicional moderado.
    • Bandeira Vermelha: condições mais custosas de geração; custo adicional mais alto, dividido em dois patamares.

    As Novas Tarifas

    Com a nova medida, a bandeira amarela terá uma redução de 37%, caindo de R$ 29,89 para R$ 18,85 por MWh. Já a bandeira vermelha, patamar 1, terá uma queda de 31,3%, indo de R$ 65 para R$ 44,63 por MWh, e o patamar 2 terá uma redução de quase 20%, de R$ 97,95 para R$ 78,77 por MWh.

    Por Que a Redução?

    A Aneel justifica essa redução devido ao cenário favorável para a geração de energia elétrica no país. Os reservatórios das hidrelétricas estão com níveis elevados, e há uma grande oferta de energia renovável. Além disso, o preço dos combustíveis fósseis no mercado internacional está em queda.

    O Impacto para o Consumidor

    Essa redução nas bandeiras tarifárias significa que, quando houver necessidade de acionar fontes de energia mais caras, o impacto na conta de luz será menor. Desde abril de 2022, a bandeira verde tem sido mantida, indicando que não houve necessidade de acionar essas fontes mais caras.

    Participação Popular

    A decisão da Aneel veio após uma consulta pública que contou com a participação de consumidores e especialistas, mostrando o poder da voz do povo no processo regulatório.

    O Futuro da Energia no Brasil

    Com essa medida, o Brasil dá mais um passo em direção a um futuro energético mais sustentável e econômico, incentivando o uso consciente de eletricidade e a valorização das fontes renováveis.

  • E-fuel: o que é e como o Brasil pode se beneficiar desse novo combustível

    E-fuel: o que é e como o Brasil pode se beneficiar desse novo combustível

    O e-fuel é o nome dado a um tipo de combustível sintético que pode substituir os derivados de petróleo em motores de combustão interna ou turbinas a gás.

    Ele é feito a partir de hidrogênio e dióxido de carbono, usando eletricidade renovável ou descarbonizada. O e-fuel pode ser uma alternativa para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e a dependência de combustíveis fósseis, especialmente nos setores de transporte que são difíceis de eletrificar, como a aviação, a navegação e o transporte pesado.

    O e-fuel é produzido em um processo que envolve duas etapas principais: a eletrólise da água e a síntese do combustível. A eletrólise da água consiste em usar eletricidade para separar a água em hidrogênio e oxigênio. A eletricidade usada nessa etapa deve ser de fontes limpas, como a solar, a eólica ou a hidrelétrica. A síntese do combustível consiste em combinar o hidrogênio com o dióxido de carbono, que pode ser capturado do ar ou de fontes industriais. O resultado é um líquido ou gás que pode ser usado como combustível. Existem vários tipos de e-fuels, como e-metano, e-metanol, e-diesel e e-querosene.

    Uma das vantagens do e-fuel é que ele pode ser compatível com a infraestrutura e os veículos existentes, sem necessidade de grandes adaptações. Além disso, ele pode ser misturado com os combustíveis convencionais, reduzindo gradualmente o seu uso. Outra vantagem é que ele pode ser considerado neutro em carbono, se o dióxido de carbono usado na sua produção for retirado da atmosfera e se a eletricidade usada for de fontes limpas. Isso significa que o e-fuel não contribui para o aumento da concentração de gases do efeito estufa na atmosfera, que é a principal causa do aquecimento global.

    No entanto, o e-fuel também enfrenta alguns desafios, como o alto custo de produção, a baixa eficiência energética e a concorrência com outras formas de energia renovável, como a eletricidade e o hidrogênio verde. O e-fuel ainda é uma tecnologia em desenvolvimento, e precisa de mais investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para se tornar viável comercialmente. Além disso, ele precisa de uma regulação adequada e de incentivos para estimular a sua produção e consumo.

    O Brasil tem um grande potencial para produzir e usar o e-fuel, tanto para atender à demanda interna quanto para exportar para outros países. Segundo um projeto de lei que está no Congresso Nacional, o governo pretende investir R$ 250 bilhões no e-fuel, com o objetivo de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e as emissões de gases de efeito estufa. Além disso, o Brasil também tem interesse em desenvolver o hidrogênio verde, outro tipo de combustível limpo que pode ser usado na indústria e no transporte. A estimativa é que o mercado de hidrogênio verde possa gerar até US$ 20 bilhões para o Brasil até 2040, mas para isso é preciso investir cerca de US$ 200 bilhões em infraestrutura e regulação.

    O e-fuel e o hidrogênio verde são duas alternativas promissoras para o futuro energético do Brasil e do mundo. Eles podem contribuir para a transição para uma economia de baixo carbono, que respeita o meio ambiente e gera desenvolvimento sustentável. Para isso, é preciso que haja uma articulação entre os setores público e privado, a academia e a sociedade civil, para criar as condições necessárias para a sua produção e uso em larga escala.

    Ele é feito a partir de hidrogênio e dióxido de carbono, usando eletricidade renovável ou descarbonizada. O e-fuel pode ser uma alternativa para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e a dependência de combustíveis fósseis, especialmente nos setores de transporte que são difíceis de eletrificar, como a aviação, a navegação e o transporte pesado.

    O e-fuel é produzido em um processo que envolve duas etapas principais: a eletrólise da água e a síntese do combustível. A eletrólise da água consiste em usar eletricidade para separar a água em hidrogênio e oxigênio. A eletricidade usada nessa etapa deve ser de fontes limpas, como a solar, a eólica ou a hidrelétrica. A síntese do combustível consiste em combinar o hidrogênio com o dióxido de carbono, que pode ser capturado do ar ou de fontes industriais. O resultado é um líquido ou gás que pode ser usado como combustível. Existem vários tipos de e-fuels, como e-metano, e-metanol, e-diesel e e-querosene.

    Uma das vantagens do e-fuel é que ele pode ser compatível com a infraestrutura e os veículos existentes, sem necessidade de grandes adaptações. Além disso, ele pode ser misturado com os combustíveis convencionais, reduzindo gradualmente o seu uso. Outra vantagem é que ele pode ser considerado neutro em carbono, se o dióxido de carbono usado na sua produção for retirado da atmosfera e se a eletricidade usada for de fontes limpas. Isso significa que o e-fuel não contribui para o aumento da concentração de gases do efeito estufa na atmosfera, que é a principal causa do aquecimento global.

    No entanto, o e-fuel também enfrenta alguns desafios, como o alto custo de produção, a baixa eficiência energética e a concorrência com outras formas de energia renovável, como a eletricidade e o hidrogênio verde. O e-fuel ainda é uma tecnologia em desenvolvimento, e precisa de mais investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação para se tornar viável comercialmente. Além disso, ele precisa de uma regulação adequada e de incentivos para estimular a sua produção e consumo.

    O Brasil tem um grande potencial para produzir e usar o e-fuel, tanto para atender à demanda interna quanto para exportar para outros países. Segundo um projeto de lei que está no Congresso Nacional, o governo pretende investir R$ 250 bilhões no e-fuel, com o objetivo de reduzir a dependência de combustíveis fósseis e as emissões de gases de efeito estufa. Além disso, o Brasil também tem interesse em desenvolver o hidrogênio verde, outro tipo de combustível limpo que pode ser usado na indústria e no transporte. A estimativa é que o mercado de hidrogênio verde possa gerar até US$ 20 bilhões para o Brasil até 2040, mas para isso é preciso investir cerca de US$ 200 bilhões em infraestrutura e regulação.

    O e-fuel e o hidrogênio verde são duas alternativas promissoras para o futuro energético do Brasil e do mundo. Eles podem contribuir para a transição para uma economia de baixo carbono, que respeita o meio ambiente e gera desenvolvimento sustentável. Para isso, é preciso que haja uma articulação entre os setores público e privado, a academia e a sociedade civil, para criar as condições necessárias para a sua produção e uso em larga escala.

  • Como usar o Whatsapp para vender mais e melhor

    Como usar o Whatsapp para vender mais e melhor

    O Whatsapp é um dos aplicativos de mensagens mais populares do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos.

    Além de facilitar a comunicação entre amigos e familiares, ele também se tornou uma ferramenta poderosa para os empreendedores que querem divulgar seus produtos ou serviços, se relacionar com seus clientes e, claro, vender mais.

    Mas como vender pelo Whatsapp de forma eficiente e profissional? Quais são as vantagens e desvantagens desse canal? Como criar uma conta empresarial atraente e conquistar novos clientes? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas, e dar algumas dicas práticas para você aproveitar ao máximo esse aplicativo em seu negócio. Confira!

    Por que vender pelo Whatsapp?

    Vender pelo Whatsapp pode trazer diversos benefícios para o seu negócio, tais como:

    • Aproximar-se do seu público-alvo: o Whatsapp permite que você tenha uma comunicação mais direta, rápida e personalizada com seus clientes em potencial, o que pode gerar mais confiança e credibilidade para a sua marca.

    • Aumentar o alcance da sua divulgaação: o Whatsapp tem uma alta taxa de abertura e de engajamento, o que significa que as suas mensagens têm mais chances de serem vistas e respondidas pelos seus contatos. Além disso, você pode aproveitar o recurso de status do Whatsapp para compartilhar conteúdos relevantes e atrair a atenção dos seus seguidores.

    • Reduzir os custos de marketing: o Whatsapp é um aplicativo gratuito, que não exige grandes investimentos para ser utilizado. Você só precisa de um aparelho celular, uma conexão com a internet e uma boa estratégia de vendas para começar a usar esse canal em seu negócio.

    • Aumentar as conversões em vendas: o Whatsapp pode ser usado para enviar ofertas, promoções, descontos, lançamentos, entre outras ações que podem estimular o interesse e o desejo de compra dos seus clientes. Você também pode usar o Whatsapp para tirar dúvidas, enviar lembretes, fazer pesquisas de satisfação, entre outras formas de acompanhar o pós-venda e fidelizar os seus clientes.

    Quais são as desvantagens de vender pelo Whatsapp?

    Apesar de ser um canal muito vantajoso, vender pelo Whatsapp também pode apresentar alguns desafios, tais como:

    • Dificuldade de gerenciar os contatos: se você tiver muitos clientes, pode ser difícil organizar e segmentar os seus contatos de acordo com o perfil, o interesse e o estágio no funil de vendas de cada um. Isso pode prejudicar a eficiência e a qualidade do seu atendimento.

    • Invasão de privacidade: se você não tiver cuidado, pode acabar enviando mensagens indesejadas, em horários inadequados ou para pessoas que não autorizaram o seu contato. Isso pode gerar uma imagem negativa para o seu negócio e fazer com que você perca clientes.

    • Dependência de um único canal: se você concentrar todas as suas vendas no Whatsapp, pode ficar vulnerável a eventuais problemas técnicos, como falhas na conexão, bloqueios do aplicativo ou perda do aparelho celular. Por isso, é importante diversificar os seus canais de venda e não depender exclusivamente do Whatsapp.

    Como criar uma conta empresarial atraente no Whatsapp?

    Para vender pelo Whatsapp, é recomendável que você crie uma conta empresarial, que é uma versão do aplicativo voltada para os negócios. Com ela, você pode ter acesso a recursos exclusivos, como:

    • Perfil comercial: você pode adicionar informações importantes sobre o seu negócio, como nome, logo, endereço, horário de funcionamento, site, e-mail, entre outras.

    • Catálogo de produtos ou serviços: você pode criar um catálogo com fotos, descrições e preços dos seus produtos ou serviços, e compartilhá-lo com os seus clientes de forma prática e organizada.

    • Mensagens automáticas: você pode configurar mensagens de saudação, de ausência e de respostas rápidas, para agilizar e padronizar o seu atendimento.

    • Estatísticas: você pode acompanhar dados como o número de mensagens enviadas, entregues, lidas e recebidas, e avaliar o desempenho das suas ações de vendas.

    Para criar uma conta empresarial no Whatsapp, você precisa seguir os seguintes passos:

    • Baixe o aplicativo Whatsapp Business: ele está disponível gratuitamente para Android e iOS. Você pode usar o mesmo número de telefone que você já usa no Whatsapp, ou um número diferente, se preferir.

    • Verifique o seu número de telefone: você receberá um código de confirmação por SMS ou ligação, que você deve digitar no aplicativo para validar o seu número.

    • Crie o seu perfil comercial: adicione o nome e o logo do seu negócio, e escolha a categoria que melhor se encaixa no seu segmento de atuação.

    • Complete as informações do seu negócio: adicione o endereço, o horário de funcionamento, o site, o e-mail e uma breve descrição do seu negócio. Essas informações serão visíveis para os seus clientes no seu perfil comercial.

    • Crie o seu catálogo de produtos ou serviços: acesse a opção “Catálogo” no menu do aplicativo, e clique em “Adicionar produto ou serviço”. Você pode adicionar até 500 itens, com fotos, nomes, preços e descrições. Você também pode organizar os seus itens em categorias, para facilitar a navegação dos seus clientes.

    • Configure as mensagens automáticas: acesse a opção “Ferramentas comerciais” no menu do aplicativo, e escolha as mensagens que você quer enviar aos seus clientes. Você pode personalizar o conteúdo, o horário e a frequência das mensagens, de acordo com as suas necessidades.

    Como conquistar novos clientes pelo Whatsapp?

    Agora que você já tem uma conta empresarial no Whatsapp, você precisa atrair e conquistar novos clientes para o seu negócio. Para isso, você pode seguir estas dicas:

    • Divulgue o seu número de Whatsapp: use os seus outros canais de comunicação, como site, redes sociais, e-mail, cartão de visita, entre outros, para divulgar o seu número de Whatsapp e convidar os seus clientes em potencial a entrarem em contato com você por esse canal.

    • Peça autorização para enviar mensagens: antes de iniciar uma conversa com um cliente, certifique-se de que ele concorda em receber as suas mensagens. Você pode fazer isso por meio de um formulário de cadastro, uma landing page, uma caixa de seleção, entre outras formas de obter o consentimento do cliente.

    • Ofereça conteúdo de valor: não use o Whatsapp apenas para enviar ofertas e promoções. Você também pode enviar conteúdos educativos, informativos ou divertidos, que sejam relevantes para o seu público-alvo e que gerem valor para ele. Por exemplo, você pode enviar dicas, curiosidades, novidades, depoimentos, cases de sucesso, entre outros tipos de conteúdo.

    • Use o status do Whatsapp: o status do Whatsapp é uma forma de compartilhar conteúdos que ficam visíveis por 24 horas para os seus contatos. Você pode usar esse recurso para divulgar as novidades do seu negócio, mostrar os bastidores, fazer enquetes, entre outras ações que gerem engajamento e interesse dos seus clientes.

    • Seja ágil e cordial no atendimento: responda as mensagens dos seus clientes o mais rápido possível, e sempre com educação e simpatia. Use uma linguagem adequada ao seu público-alvo, e evite erros de ortografia ou gramática. Também evite enviar mensagens em excesso, ou em horários inconvenientes, para não incomodar ou irritar os seus clientes.

    Vender pelo Whatsapp é uma ótima oportunidade para os empreendedores que querem aumentar o seu faturamento e se destacar no mercado. Com uma conta empresarial, um catálogo de produtos ou serviços, e uma boa estratégia de comunicação, você pode aproveitar esse canal para se aproximar dos seus clientes, divulgar o seu negócio, e fechar mais vendas.

    Além de facilitar a comunicação entre amigos e familiares, ele também se tornou uma ferramenta poderosa para os empreendedores que querem divulgar seus produtos ou serviços, se relacionar com seus clientes e, claro, vender mais.

    Mas como vender pelo Whatsapp de forma eficiente e profissional? Quais são as vantagens e desvantagens desse canal? Como criar uma conta empresarial atraente e conquistar novos clientes? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas, e dar algumas dicas práticas para você aproveitar ao máximo esse aplicativo em seu negócio. Confira!

    Por que vender pelo Whatsapp?

    Vender pelo Whatsapp pode trazer diversos benefícios para o seu negócio, tais como:

    • Aproximar-se do seu público-alvo: o Whatsapp permite que você tenha uma comunicação mais direta, rápida e personalizada com seus clientes em potencial, o que pode gerar mais confiança e credibilidade para a sua marca.

    • Aumentar o alcance da sua divulgaação: o Whatsapp tem uma alta taxa de abertura e de engajamento, o que significa que as suas mensagens têm mais chances de serem vistas e respondidas pelos seus contatos. Além disso, você pode aproveitar o recurso de status do Whatsapp para compartilhar conteúdos relevantes e atrair a atenção dos seus seguidores.

    • Reduzir os custos de marketing: o Whatsapp é um aplicativo gratuito, que não exige grandes investimentos para ser utilizado. Você só precisa de um aparelho celular, uma conexão com a internet e uma boa estratégia de vendas para começar a usar esse canal em seu negócio.

    • Aumentar as conversões em vendas: o Whatsapp pode ser usado para enviar ofertas, promoções, descontos, lançamentos, entre outras ações que podem estimular o interesse e o desejo de compra dos seus clientes. Você também pode usar o Whatsapp para tirar dúvidas, enviar lembretes, fazer pesquisas de satisfação, entre outras formas de acompanhar o pós-venda e fidelizar os seus clientes.

    Quais são as desvantagens de vender pelo Whatsapp?

    Apesar de ser um canal muito vantajoso, vender pelo Whatsapp também pode apresentar alguns desafios, tais como:

    • Dificuldade de gerenciar os contatos: se você tiver muitos clientes, pode ser difícil organizar e segmentar os seus contatos de acordo com o perfil, o interesse e o estágio no funil de vendas de cada um. Isso pode prejudicar a eficiência e a qualidade do seu atendimento.

    • Invasão de privacidade: se você não tiver cuidado, pode acabar enviando mensagens indesejadas, em horários inadequados ou para pessoas que não autorizaram o seu contato. Isso pode gerar uma imagem negativa para o seu negócio e fazer com que você perca clientes.

    • Dependência de um único canal: se você concentrar todas as suas vendas no Whatsapp, pode ficar vulnerável a eventuais problemas técnicos, como falhas na conexão, bloqueios do aplicativo ou perda do aparelho celular. Por isso, é importante diversificar os seus canais de venda e não depender exclusivamente do Whatsapp.

    Como criar uma conta empresarial atraente no Whatsapp?

    Para vender pelo Whatsapp, é recomendável que você crie uma conta empresarial, que é uma versão do aplicativo voltada para os negócios. Com ela, você pode ter acesso a recursos exclusivos, como:

    • Perfil comercial: você pode adicionar informações importantes sobre o seu negócio, como nome, logo, endereço, horário de funcionamento, site, e-mail, entre outras.

    • Catálogo de produtos ou serviços: você pode criar um catálogo com fotos, descrições e preços dos seus produtos ou serviços, e compartilhá-lo com os seus clientes de forma prática e organizada.

    • Mensagens automáticas: você pode configurar mensagens de saudação, de ausência e de respostas rápidas, para agilizar e padronizar o seu atendimento.

    • Estatísticas: você pode acompanhar dados como o número de mensagens enviadas, entregues, lidas e recebidas, e avaliar o desempenho das suas ações de vendas.

    Para criar uma conta empresarial no Whatsapp, você precisa seguir os seguintes passos:

    • Baixe o aplicativo Whatsapp Business: ele está disponível gratuitamente para Android e iOS. Você pode usar o mesmo número de telefone que você já usa no Whatsapp, ou um número diferente, se preferir.

    • Verifique o seu número de telefone: você receberá um código de confirmação por SMS ou ligação, que você deve digitar no aplicativo para validar o seu número.

    • Crie o seu perfil comercial: adicione o nome e o logo do seu negócio, e escolha a categoria que melhor se encaixa no seu segmento de atuação.

    • Complete as informações do seu negócio: adicione o endereço, o horário de funcionamento, o site, o e-mail e uma breve descrição do seu negócio. Essas informações serão visíveis para os seus clientes no seu perfil comercial.

    • Crie o seu catálogo de produtos ou serviços: acesse a opção “Catálogo” no menu do aplicativo, e clique em “Adicionar produto ou serviço”. Você pode adicionar até 500 itens, com fotos, nomes, preços e descrições. Você também pode organizar os seus itens em categorias, para facilitar a navegação dos seus clientes.

    • Configure as mensagens automáticas: acesse a opção “Ferramentas comerciais” no menu do aplicativo, e escolha as mensagens que você quer enviar aos seus clientes. Você pode personalizar o conteúdo, o horário e a frequência das mensagens, de acordo com as suas necessidades.

    Como conquistar novos clientes pelo Whatsapp?

    Agora que você já tem uma conta empresarial no Whatsapp, você precisa atrair e conquistar novos clientes para o seu negócio. Para isso, você pode seguir estas dicas:

    • Divulgue o seu número de Whatsapp: use os seus outros canais de comunicação, como site, redes sociais, e-mail, cartão de visita, entre outros, para divulgar o seu número de Whatsapp e convidar os seus clientes em potencial a entrarem em contato com você por esse canal.

    • Peça autorização para enviar mensagens: antes de iniciar uma conversa com um cliente, certifique-se de que ele concorda em receber as suas mensagens. Você pode fazer isso por meio de um formulário de cadastro, uma landing page, uma caixa de seleção, entre outras formas de obter o consentimento do cliente.

    • Ofereça conteúdo de valor: não use o Whatsapp apenas para enviar ofertas e promoções. Você também pode enviar conteúdos educativos, informativos ou divertidos, que sejam relevantes para o seu público-alvo e que gerem valor para ele. Por exemplo, você pode enviar dicas, curiosidades, novidades, depoimentos, cases de sucesso, entre outros tipos de conteúdo.

    • Use o status do Whatsapp: o status do Whatsapp é uma forma de compartilhar conteúdos que ficam visíveis por 24 horas para os seus contatos. Você pode usar esse recurso para divulgar as novidades do seu negócio, mostrar os bastidores, fazer enquetes, entre outras ações que gerem engajamento e interesse dos seus clientes.

    • Seja ágil e cordial no atendimento: responda as mensagens dos seus clientes o mais rápido possível, e sempre com educação e simpatia. Use uma linguagem adequada ao seu público-alvo, e evite erros de ortografia ou gramática. Também evite enviar mensagens em excesso, ou em horários inconvenientes, para não incomodar ou irritar os seus clientes.

    Vender pelo Whatsapp é uma ótima oportunidade para os empreendedores que querem aumentar o seu faturamento e se destacar no mercado. Com uma conta empresarial, um catálogo de produtos ou serviços, e uma boa estratégia de comunicação, você pode aproveitar esse canal para se aproximar dos seus clientes, divulgar o seu negócio, e fechar mais vendas.

  • Governo do RJ proíbe cobrança extra por ar-condicionado em carros de aplicativo

    Governo do RJ proíbe cobrança extra por ar-condicionado em carros de aplicativo

    Você já se deparou com a situação de entrar em um carro de aplicativo e o motorista te cobrar um valor adicional para ligar o ar-condicionado?

    Essa prática, que era comum no Rio de Janeiro, foi proibida pela Secretaria de Defesa do Consumidor, que publicou uma resolução no Diário Oficial na segunda-feira (8).

    Segundo a norma, os motoristas de aplicativo não podem cobrar qualquer valor extra pelo uso do ar-condicionado, pois isso viola os direitos dos consumidores. Além disso, as plataformas de aplicativo devem informar claramente se o ar-condicionado está ou não disponível em cada categoria de serviço. Os carros que estiverem com o ar-condicionado quebrado devem sair da plataforma temporariamente.

    A resolução também determina que, até que as plataformas se adequem à norma, todos os veículos devem circular com ar-condicionado ligado, sem cobrar valores extras, independentemente da categoria do serviço contratado. A cobrança extra, que variava de R$ 1 a R$ 5, era feita por meio de pix ou caixinha.

    A medida foi tomada após diversas denúncias e reclamações de passageiros, que se sentiam lesados e constrangidos com a cobrança. Muitos relataram que os motoristas se recusavam a ligar o ar-condicionado ou exigiam que os passageiros pagassem pela categoria mais elevada do serviço.

    Os motoristas, por sua vez, alegaram que o uso do ar-condicionado aumentava o gasto com combustível e reduzia o lucro. Eles também reclamaram que as empresas de aplicativo não reajustavam as tarifas para compensar esse custo.

    A cobrança extra pelo uso do ar-condicionado em carros de aplicativo também foi alvo de denúncias e notificações em outros estados, como Pernambuco1 e São Paulo. A Uber e a 99, as principais empresas de aplicativo no Brasil, deram respostas opostas sobre a questão. A Uber disse que o uso do ar-condicionado deve ser combinado entre motorista e passageiro, mas que cobranças fora da plataforma são proibidas. A 99 disse que o ar-condicionado é um direito do passageiro e que não tolera a cobrança extra.

    A proibição da cobrança extra pelo ar-condicionado é uma vitória dos consumidores, que têm o direito de viajar com conforto e segurança, sem pagar a mais por isso. É também uma forma de coibir abusos e irregularidades no serviço de transporte por aplicativo, que precisa ser fiscalizado e regulamentado. Espera-se que as empresas de aplicativo respeitem a norma e ofereçam um serviço de qualidade e transparência aos seus usuários.

    Essa prática, que era comum no Rio de Janeiro, foi proibida pela Secretaria de Defesa do Consumidor, que publicou uma resolução no Diário Oficial na segunda-feira (8).

    Segundo a norma, os motoristas de aplicativo não podem cobrar qualquer valor extra pelo uso do ar-condicionado, pois isso viola os direitos dos consumidores. Além disso, as plataformas de aplicativo devem informar claramente se o ar-condicionado está ou não disponível em cada categoria de serviço. Os carros que estiverem com o ar-condicionado quebrado devem sair da plataforma temporariamente.

    A resolução também determina que, até que as plataformas se adequem à norma, todos os veículos devem circular com ar-condicionado ligado, sem cobrar valores extras, independentemente da categoria do serviço contratado. A cobrança extra, que variava de R$ 1 a R$ 5, era feita por meio de pix ou caixinha.

    A medida foi tomada após diversas denúncias e reclamações de passageiros, que se sentiam lesados e constrangidos com a cobrança. Muitos relataram que os motoristas se recusavam a ligar o ar-condicionado ou exigiam que os passageiros pagassem pela categoria mais elevada do serviço.

    Os motoristas, por sua vez, alegaram que o uso do ar-condicionado aumentava o gasto com combustível e reduzia o lucro. Eles também reclamaram que as empresas de aplicativo não reajustavam as tarifas para compensar esse custo.

    A cobrança extra pelo uso do ar-condicionado em carros de aplicativo também foi alvo de denúncias e notificações em outros estados, como Pernambuco1 e São Paulo. A Uber e a 99, as principais empresas de aplicativo no Brasil, deram respostas opostas sobre a questão. A Uber disse que o uso do ar-condicionado deve ser combinado entre motorista e passageiro, mas que cobranças fora da plataforma são proibidas. A 99 disse que o ar-condicionado é um direito do passageiro e que não tolera a cobrança extra.

    A proibição da cobrança extra pelo ar-condicionado é uma vitória dos consumidores, que têm o direito de viajar com conforto e segurança, sem pagar a mais por isso. É também uma forma de coibir abusos e irregularidades no serviço de transporte por aplicativo, que precisa ser fiscalizado e regulamentado. Espera-se que as empresas de aplicativo respeitem a norma e ofereçam um serviço de qualidade e transparência aos seus usuários.