Categoria: Economia

  • Reajuste do ICMS em 2024 afeta consumidores e indústrias

    Reajuste do ICMS em 2024 afeta consumidores e indústrias

    O ano começou com um aumento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que teve sua alíquota padrão reajustada em 11 governos, incluindo dez estados e o Distrito Federal.

    O ICMS é um tributo estadual que varia de acordo com o tipo de produto ou serviço. A alíquota padrão é a mais comum e se aplica a itens como combustíveis, energia elétrica, telefonia, alimentos e bebidas. Cada estado tem autonomia para definir sua própria alíquota, desde que respeite os limites estabelecidos pelo Senado Federal.

    Os estados que aumentaram o ICMS em 2024 foram: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Paraná e Rio de Janeiro. Os reajustes variaram de 0,5 a 2 pontos percentuais, conforme a tabela abaixo:

    EstadoAlíquota padrão em 2023Alíquota padrão em 2024Variação
    Acre17%18%+1
    Alagoas18%19%+1
    Amazonas18%19%+1
    Bahia18%19%+1
    Ceará18%19%+1
    Distrito Federal18%19%+1
    Maranhão18%19%+1
    Paraíba18%19%+1
    Pernambuco18%19%+1
    Paraná19%19,5%+0,5
    Rio de Janeiro18%20%+2

    Reforma Tributária influenciou decisão dos governos

    A decisão de reajustar o ICMS em 2024 foi influenciada pela Reforma Tributária, que foi aprovada no final de 2023 e entrou em vigor em janeiro de 2024. A reforma criou um novo imposto nacional, chamado de IBS (Imposto sobre o Valor Agregado), que substituiu vários tributos federais, estaduais e municipais, como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.

    O IBS é um imposto único, que tem uma alíquota uniforme para todo o país e que é cobrado no destino da mercadoria ou serviço, ou seja, no estado onde o consumidor final está. A distribuição do IBS entre os governos leva em conta a arrecadação média de 2024 a 2028, o que significa que os estados que ampliarem sua receita tributária nesse período terão uma fatia maior do bolo.

    Essa regra foi alterada na fase final da aprovação da reforma, pois antes previa que a distribuição do IBS seria baseada na arrecadação média de 2019 a 2023. Com isso, alguns estados que haviam anunciado aumentos no ICMS para 2024 recuaram da decisão, temendo perder receita no futuro.

    O reajuste do ICMS em 2024 afeta diretamente o bolso dos consumidores, que pagam mais caro pelos produtos e serviços. Além disso, pode ter impactos na inflação, no crescimento econômico e na geração de empregos. Por isso, é importante que os cidadãos acompanhem as mudanças tributárias e cobrem dos governantes transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

    O ICMS é um tributo estadual que varia de acordo com o tipo de produto ou serviço. A alíquota padrão é a mais comum e se aplica a itens como combustíveis, energia elétrica, telefonia, alimentos e bebidas. Cada estado tem autonomia para definir sua própria alíquota, desde que respeite os limites estabelecidos pelo Senado Federal.

    Os estados que aumentaram o ICMS em 2024 foram: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Paraná e Rio de Janeiro. Os reajustes variaram de 0,5 a 2 pontos percentuais, conforme a tabela abaixo:

    EstadoAlíquota padrão em 2023Alíquota padrão em 2024Variação
    Acre17%18%+1
    Alagoas18%19%+1
    Amazonas18%19%+1
    Bahia18%19%+1
    Ceará18%19%+1
    Distrito Federal18%19%+1
    Maranhão18%19%+1
    Paraíba18%19%+1
    Pernambuco18%19%+1
    Paraná19%19,5%+0,5
    Rio de Janeiro18%20%+2

    Reforma Tributária influenciou decisão dos governos

    A decisão de reajustar o ICMS em 2024 foi influenciada pela Reforma Tributária, que foi aprovada no final de 2023 e entrou em vigor em janeiro de 2024. A reforma criou um novo imposto nacional, chamado de IBS (Imposto sobre o Valor Agregado), que substituiu vários tributos federais, estaduais e municipais, como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS.

    O IBS é um imposto único, que tem uma alíquota uniforme para todo o país e que é cobrado no destino da mercadoria ou serviço, ou seja, no estado onde o consumidor final está. A distribuição do IBS entre os governos leva em conta a arrecadação média de 2024 a 2028, o que significa que os estados que ampliarem sua receita tributária nesse período terão uma fatia maior do bolo.

    Essa regra foi alterada na fase final da aprovação da reforma, pois antes previa que a distribuição do IBS seria baseada na arrecadação média de 2019 a 2023. Com isso, alguns estados que haviam anunciado aumentos no ICMS para 2024 recuaram da decisão, temendo perder receita no futuro.

    O reajuste do ICMS em 2024 afeta diretamente o bolso dos consumidores, que pagam mais caro pelos produtos e serviços. Além disso, pode ter impactos na inflação, no crescimento econômico e na geração de empregos. Por isso, é importante que os cidadãos acompanhem as mudanças tributárias e cobrem dos governantes transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

  • MEI excluído do Simples Nacional? Saiba como voltar ao regime tributário

    MEI excluído do Simples Nacional? Saiba como voltar ao regime tributário

    Se você é um microempreendedor individual (MEI) e perdeu o prazo para regularizar seus débitos com a Receita Federal em 2023, você pode ter sido excluído do Simples Nacional e do Simei, os regimes tributários simplificados e diferenciados para as micro e pequenas empresas.

    Mas não se preocupe, você ainda tem uma chance de se reenquadrar nesses regimes e aproveitar seus benefícios.

    O que é o Simples Nacional e o Simei?

    O Simples Nacional é um regime tributário que permite que as micro e pequenas empresas recolham vários impostos federais, estaduais e municipais em uma única guia, reduzindo a carga tributária e a burocracia. O limite de faturamento anual para aderir ao Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões.

    O Simei é o sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional, devidos pelo MEI, que tem faturamento anual de até R$ 81 mil. O valor mensal é de R$ 55,00 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (PIS) e/ou R$ 1,00 (COFINS) para prestadores de serviço, ou R$ 5,00 (ISS) para atividades de comércio e indústria.

    Por que os MEIs foram excluídos do Simples Nacional e do Simei?

    Os MEIs que não regularizaram seus débitos com a União em 2023 foram excluídos do Simples Nacional e do Simei, perdendo os benefícios desses regimes. Isso significa que eles passaram a recolher os impostos pelo regime normal, com alíquotas maiores e mais complexas.

    A exclusão ocorreu porque os MEIs devem entregar anualmente a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei), que informa o faturamento do ano anterior, e pagar mensalmente o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que é a guia de pagamento dos tributos. Se essas obrigações não forem cumpridas, o MEI fica inadimplente com a Receita Federal e pode ser excluído do Simples Nacional e do Simei.

    Como os MEIs podem solicitar o reenquadramento ao Simples Nacional e ao Simei?

    Os MEIs que quitarem suas dívidas até o fim de janeiro podem solicitar o reenquadramento ao Simples Nacional e ao Simei, seguindo um passo a passo disponível no site da Receita Federal. Nesse caso, é preciso informar o CNPJ, o CPF do responsável pela empresa e o número do recibo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) dos dois últimos anos.

    O reenquadramento ao Simples Nacional e ao Simei é como se fosse um novo cadastro, que entra em vigor no mesmo ano da solicitação. Mas, para isso, é necessário que o MEI não tenha nenhum débito com o Fisco. Se houver alguma pendência, é preciso regularizá-la antes de solicitar a reentrada nos regimes tributários simplificados.

    Como os MEIs podem regularizar seus débitos com a Receita Federal?

    Os MEIs podem regularizar seus débitos com a Receita Federal por meio do parcelamento, que pode ser feito em até 60 meses, com parcela mínima de R$ 50,00. O parcelamento pode ser solicitado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal e-CAC, usando o código de acesso ou o certificado digital.

    O parcelamento é uma forma de evitar a exclusão do Simples Nacional e do Simei, além de evitar a cobrança de juros e multas, que podem chegar a 20% do valor do débito. Além disso, o parcelamento permite que o MEI mantenha seus direitos previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, desde que pague em dia as parcelas e a guia mensal do DAS.

    O Simples Nacional e o Simei são regimes tributários que facilitam a vida dos MEIs, que podem pagar menos impostos e ter mais facilidade na gestão de seus negócios. Por isso, é importante que os MEIs que foram excluídos desses regimes por dívidas com a Receita Federal regularizem sua situação e solicitem o reenquadramento até o fim de janeiro, para não perder os benefícios e os direitos que esses regimes oferecem.

    Mas não se preocupe, você ainda tem uma chance de se reenquadrar nesses regimes e aproveitar seus benefícios.

    O que é o Simples Nacional e o Simei?

    O Simples Nacional é um regime tributário que permite que as micro e pequenas empresas recolham vários impostos federais, estaduais e municipais em uma única guia, reduzindo a carga tributária e a burocracia. O limite de faturamento anual para aderir ao Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões.

    O Simei é o sistema de recolhimento em valores fixos mensais dos tributos abrangidos pelo Simples Nacional, devidos pelo MEI, que tem faturamento anual de até R$ 81 mil. O valor mensal é de R$ 55,00 (INSS), acrescido de R$ 5,00 (PIS) e/ou R$ 1,00 (COFINS) para prestadores de serviço, ou R$ 5,00 (ISS) para atividades de comércio e indústria.

    Por que os MEIs foram excluídos do Simples Nacional e do Simei?

    Os MEIs que não regularizaram seus débitos com a União em 2023 foram excluídos do Simples Nacional e do Simei, perdendo os benefícios desses regimes. Isso significa que eles passaram a recolher os impostos pelo regime normal, com alíquotas maiores e mais complexas.

    A exclusão ocorreu porque os MEIs devem entregar anualmente a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei), que informa o faturamento do ano anterior, e pagar mensalmente o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que é a guia de pagamento dos tributos. Se essas obrigações não forem cumpridas, o MEI fica inadimplente com a Receita Federal e pode ser excluído do Simples Nacional e do Simei.

    Como os MEIs podem solicitar o reenquadramento ao Simples Nacional e ao Simei?

    Os MEIs que quitarem suas dívidas até o fim de janeiro podem solicitar o reenquadramento ao Simples Nacional e ao Simei, seguindo um passo a passo disponível no site da Receita Federal. Nesse caso, é preciso informar o CNPJ, o CPF do responsável pela empresa e o número do recibo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) dos dois últimos anos.

    O reenquadramento ao Simples Nacional e ao Simei é como se fosse um novo cadastro, que entra em vigor no mesmo ano da solicitação. Mas, para isso, é necessário que o MEI não tenha nenhum débito com o Fisco. Se houver alguma pendência, é preciso regularizá-la antes de solicitar a reentrada nos regimes tributários simplificados.

    Como os MEIs podem regularizar seus débitos com a Receita Federal?

    Os MEIs podem regularizar seus débitos com a Receita Federal por meio do parcelamento, que pode ser feito em até 60 meses, com parcela mínima de R$ 50,00. O parcelamento pode ser solicitado pelo Portal do Simples Nacional ou pelo Portal e-CAC, usando o código de acesso ou o certificado digital.

    O parcelamento é uma forma de evitar a exclusão do Simples Nacional e do Simei, além de evitar a cobrança de juros e multas, que podem chegar a 20% do valor do débito. Além disso, o parcelamento permite que o MEI mantenha seus direitos previdenciários, como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, desde que pague em dia as parcelas e a guia mensal do DAS.

    O Simples Nacional e o Simei são regimes tributários que facilitam a vida dos MEIs, que podem pagar menos impostos e ter mais facilidade na gestão de seus negócios. Por isso, é importante que os MEIs que foram excluídos desses regimes por dívidas com a Receita Federal regularizem sua situação e solicitem o reenquadramento até o fim de janeiro, para não perder os benefícios e os direitos que esses regimes oferecem.

  • IPVA 2024: confira como verificar, calcular e quitar o seu imposto

    IPVA 2024: confira como verificar, calcular e quitar o seu imposto

    Ele é recolhido pelos estados e pelo Distrito Federal, e tem como finalidade arrecadar recursos para aplicar em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    O valor do IPVA depende do estado, do tipo e do ano do veículo, e é baseado no valor venal, que é o preço de mercado do bem. Esse valor é estabelecido pela Secretaria da Fazenda de cada estado, com base em pesquisas e tabelas de referência.

    Para saber o valor exato que deverá ser quitado de IPVA em 2024, é preciso acessar o site da Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está registrado ou baixar o aplicativo IPVA 2024. A consulta também é possível pelo site do Detran de cada estado. Em ambos os casos, é necessário informar o número do Renavam e a placa do veículo.

    Veja como é fácil verificar o valor do IPVA 2024:

    Acesse o site da Secretaria da Fazenda ou o site do Detran do seu estado;

    Informe o número do Renavam e a placa do veículo;

    Verifique o valor venal do seu veículo e o valor do IPVA a ser quitado.

    Veja um exemplo de como calcular o valor do IPVA, usando um veículo fictício e os dados do estado de São Paulo, que tem a maior frota do país:

    Imagine que você tenha um carro de passeio, fabricado em 2019, com valor venal de R$ 50.000,00;

    O valor do IPVA em São Paulo é de 4% para esse tipo de veículo;

    Portanto, o valor do IPVA será de R$ 50.000,00 x 0,04 = R$ 2.000,00.

    O pagamento do IPVA pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado, sem desconto, em até cinco vezes. O vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto é em janeiro, de acordo com o final da placa. A novidade para 2024 é o pagamento via Pix, que permite transferir o valor do imposto diretamente pelo celular, sem precisar ir ao banco ou imprimir boletos.

    O valor do IPVA depende do estado, do tipo e do ano do veículo, e é baseado no valor venal, que é o preço de mercado do bem. Esse valor é estabelecido pela Secretaria da Fazenda de cada estado, com base em pesquisas e tabelas de referência.

    Para saber o valor exato que deverá ser quitado de IPVA em 2024, é preciso acessar o site da Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está registrado ou baixar o aplicativo IPVA 2024. A consulta também é possível pelo site do Detran de cada estado. Em ambos os casos, é necessário informar o número do Renavam e a placa do veículo.

    Veja como é fácil verificar o valor do IPVA 2024:

    Acesse o site da Secretaria da Fazenda ou o site do Detran do seu estado;

    Informe o número do Renavam e a placa do veículo;

    Verifique o valor venal do seu veículo e o valor do IPVA a ser quitado.

    Veja um exemplo de como calcular o valor do IPVA, usando um veículo fictício e os dados do estado de São Paulo, que tem a maior frota do país:

    Imagine que você tenha um carro de passeio, fabricado em 2019, com valor venal de R$ 50.000,00;

    O valor do IPVA em São Paulo é de 4% para esse tipo de veículo;

    Portanto, o valor do IPVA será de R$ 50.000,00 x 0,04 = R$ 2.000,00.

    O pagamento do IPVA pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado, sem desconto, em até cinco vezes. O vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto é em janeiro, de acordo com o final da placa. A novidade para 2024 é o pagamento via Pix, que permite transferir o valor do imposto diretamente pelo celular, sem precisar ir ao banco ou imprimir boletos.

  • Governo paga R$ 95 bilhões em precatórios da União em janeiro; saiba como consultar e sacar

    Governo paga R$ 95 bilhões em precatórios da União em janeiro; saiba como consultar e sacar

    O governo federal começou a pagar, em janeiro, R$ 95 bilhões em precatórios da União, que são dívidas decorrentes de decisões judiciais sobre as quais o governo não pode mais recorrer.

    Esse valor corresponde ao estoque de precatórios represado nos últimos anos, que foi liberado após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) e abertura de crédito extraordinário.

    Os precatórios da União são pagos a pessoas físicas ou jurídicas que ganharam processos contra o governo federal, em áreas como tributária, previdenciária, trabalhista, administrativa, entre outras. Para ter direito ao pagamento, o valor do precatório deve ser superior a 60 salários mínimos (R$ 79.200).

    Os beneficiários dos precatórios devem consultar os sites dos Tribunais Regionais Federais (TRFs) para verificar os detalhes do processo, a data de liberação, o valor atualizado e o banco depositário. Depois, devem ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil com documentos pessoais e comprovante de residência para sacar o dinheiro.

    Os TRFs alertaram que não é necessário efetuar qualquer pagamento prévio para receber os valores, e os beneficiários devem desconsiderar qualquer contato sobre o assunto, tanto por telefone quanto pelo WhatsApp. Trata-se de uma tentativa de golpe, que visa extorquir dinheiro das vítimas.

    O pagamento dos precatórios da União em janeiro faz parte de uma estratégia do governo para reduzir o impacto fiscal dessas dívidas, que somavam R$ 227 bilhões no final de 2022. O governo espera economizar R$ 37 bilhões com juros e correções monetárias ao antecipar o pagamento.

    Esse valor corresponde ao estoque de precatórios represado nos últimos anos, que foi liberado após autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) e abertura de crédito extraordinário.

    Os precatórios da União são pagos a pessoas físicas ou jurídicas que ganharam processos contra o governo federal, em áreas como tributária, previdenciária, trabalhista, administrativa, entre outras. Para ter direito ao pagamento, o valor do precatório deve ser superior a 60 salários mínimos (R$ 79.200).

    Os beneficiários dos precatórios devem consultar os sites dos Tribunais Regionais Federais (TRFs) para verificar os detalhes do processo, a data de liberação, o valor atualizado e o banco depositário. Depois, devem ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil com documentos pessoais e comprovante de residência para sacar o dinheiro.

    Os TRFs alertaram que não é necessário efetuar qualquer pagamento prévio para receber os valores, e os beneficiários devem desconsiderar qualquer contato sobre o assunto, tanto por telefone quanto pelo WhatsApp. Trata-se de uma tentativa de golpe, que visa extorquir dinheiro das vítimas.

    O pagamento dos precatórios da União em janeiro faz parte de uma estratégia do governo para reduzir o impacto fiscal dessas dívidas, que somavam R$ 227 bilhões no final de 2022. O governo espera economizar R$ 37 bilhões com juros e correções monetárias ao antecipar o pagamento.

  • IPVA 2024: saiba como consultar, calcular e pagar o seu imposto

    IPVA 2024: saiba como consultar, calcular e pagar o seu imposto

    O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um tributo que deve ser pago anualmente pelos proprietários de veículos registrados no Brasil.

    Ele é cobrado pelos estados e pelo Distrito Federal, e tem como objetivo arrecadar recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    O valor do IPVA varia de acordo com o estado, o tipo e o ano do veículo, e é calculado sobre o valor venal, que é o preço de mercado do bem. Esse valor é definido pela Secretaria da Fazenda de cada estado, com base em pesquisas e tabelas de referência.

    Para saber o valor exato que deverá ser pago de IPVA em 2024, é necessário acessar o site da Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está matriculado ou baixar o aplicativo IPVA 2024. A consulta também é possível pelo site do Detran de cada estado. Em ambos os casos, é preciso informar o número do Renavam e a placa do veículo.

    Veja como é simples consultar o valor do IPVA 2024:

    • Acesse o site da Secretaria da Fazenda ou o site do Detran do seu estado;
    • Digite o número do Renavam e a placa do veículo;
    • Confira o valor venal do seu veículo e o valor do IPVA a ser pago.

    Veja um exemplo de como calcular o valor do IPVA, usando um veículo hipotético e os dados do estado de São Paulo, que tem a maior frota do país:

    • Suponha que você tenha um carro de passeio, fabricado em 2019, com valor venal de R$ 50.000,00;
    • O valor do IPVA em São Paulo é de 4% para esse tipo de veículo;
    • Logo, o valor do IPVA será de R$ 50.000,00 x 0,04 = R$ 2.000,00.

    O pagamento do IPVA pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado, sem desconto, em até cinco vezes. O vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto é em janeiro, de acordo com o final da placa. A novidade para 2024 é o pagamento via Pix, que permite transferir o valor do imposto diretamente pelo celular, sem precisar ir ao banco ou imprimir boletos.

    Veja o calendário de vencimento do IPVA 2024 em São Paulo, por final de placa:

    Final de placaCota única com desconto ou 1ª parcelaCota única sem desconto ou 2ª parcela3ª parcela4ª parcela5ª parcela
    111/01/202411/02/202411/03/202411/04/202411/05/2024
    212/01/202412/02/202412/03/202412/04/202412/05/2024
    315/01/202415/02/202415/03/202415/04/202415/05/2024
    416/01/202416/02/202416/03/202416/04/202416/05/2024
    517/01/202417/02/202417/03/202417/04/202417/05/2024
    618/01/202418/02/202418/03/202418/04/202418/05/2024
    719/01/202419/02/202419/03/202419/04/202419/05/2024
    822/01/202422/02/202422/03/202422/04/202422/05/2024
    923/01/202423/02/202423/03/202423/04/202423/05/2024
    024/01/202424/02/202424/03/202424/04/202424/05/2024

    O pagamento do IPVA é importante para evitar multas, juros e a apreensão do veículo. Além disso, o IPVA é uma fonte de arrecadação para o governo, que utiliza os recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    Não perca tempo e consulte já o valor do seu IPVA 2024. Aproveite o desconto para pagar à vista ou escolha a melhor forma de parcelamento. Lembre-se que você pode usar o Pix para pagar com mais praticidade e segurança. Fique em dia com o seu imposto e contribua para o desenvolvimento do seu estado.

    Ele é cobrado pelos estados e pelo Distrito Federal, e tem como objetivo arrecadar recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    O valor do IPVA varia de acordo com o estado, o tipo e o ano do veículo, e é calculado sobre o valor venal, que é o preço de mercado do bem. Esse valor é definido pela Secretaria da Fazenda de cada estado, com base em pesquisas e tabelas de referência.

    Para saber o valor exato que deverá ser pago de IPVA em 2024, é necessário acessar o site da Secretaria da Fazenda do estado onde o veículo está matriculado ou baixar o aplicativo IPVA 2024. A consulta também é possível pelo site do Detran de cada estado. Em ambos os casos, é preciso informar o número do Renavam e a placa do veículo.

    Veja como é simples consultar o valor do IPVA 2024:

    • Acesse o site da Secretaria da Fazenda ou o site do Detran do seu estado;
    • Digite o número do Renavam e a placa do veículo;
    • Confira o valor venal do seu veículo e o valor do IPVA a ser pago.

    Veja um exemplo de como calcular o valor do IPVA, usando um veículo hipotético e os dados do estado de São Paulo, que tem a maior frota do país:

    • Suponha que você tenha um carro de passeio, fabricado em 2019, com valor venal de R$ 50.000,00;
    • O valor do IPVA em São Paulo é de 4% para esse tipo de veículo;
    • Logo, o valor do IPVA será de R$ 50.000,00 x 0,04 = R$ 2.000,00.

    O pagamento do IPVA pode ser feito à vista, com desconto de 3%, ou parcelado, sem desconto, em até cinco vezes. O vencimento da primeira parcela ou da cota única com desconto é em janeiro, de acordo com o final da placa. A novidade para 2024 é o pagamento via Pix, que permite transferir o valor do imposto diretamente pelo celular, sem precisar ir ao banco ou imprimir boletos.

    Veja o calendário de vencimento do IPVA 2024 em São Paulo, por final de placa:

    Final de placaCota única com desconto ou 1ª parcelaCota única sem desconto ou 2ª parcela3ª parcela4ª parcela5ª parcela
    111/01/202411/02/202411/03/202411/04/202411/05/2024
    212/01/202412/02/202412/03/202412/04/202412/05/2024
    315/01/202415/02/202415/03/202415/04/202415/05/2024
    416/01/202416/02/202416/03/202416/04/202416/05/2024
    517/01/202417/02/202417/03/202417/04/202417/05/2024
    618/01/202418/02/202418/03/202418/04/202418/05/2024
    719/01/202419/02/202419/03/202419/04/202419/05/2024
    822/01/202422/02/202422/03/202422/04/202422/05/2024
    923/01/202423/02/202423/03/202423/04/202423/05/2024
    024/01/202424/02/202424/03/202424/04/202424/05/2024

    O pagamento do IPVA é importante para evitar multas, juros e a apreensão do veículo. Além disso, o IPVA é uma fonte de arrecadação para o governo, que utiliza os recursos para investir em áreas como saúde, educação, segurança e transporte.

    Não perca tempo e consulte já o valor do seu IPVA 2024. Aproveite o desconto para pagar à vista ou escolha a melhor forma de parcelamento. Lembre-se que você pode usar o Pix para pagar com mais praticidade e segurança. Fique em dia com o seu imposto e contribua para o desenvolvimento do seu estado.

  • Bitcoin despenca após rumores de que EUA não vão aprovar fundos de investimento em criptomoeda

    Bitcoin despenca após rumores de que EUA não vão aprovar fundos de investimento em criptomoeda

    O mercado de criptomoedas vinha esperando com ansiedade pela aprovação dos ETFs de Bitcoin nos EUA.

    O Bitcoin, a mais famosa e valiosa das criptomoedas, sofreu uma forte queda nesta quarta-feira (3), após rumores de que os Estados Unidos não vão autorizar os chamados ETFs de Bitcoin à vista, um tipo de fundo de investimento que facilitaria a entrada de grandes investidores no mercado de criptoativos.

    Segundo o analista Markus Thielen, da empresa Matrixport, especializada em serviços financeiros para criptomoedas, o presidente da SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, Garry Gensler, não está disposto a aprovar os ETFs de Bitcoin à vista, que são fundos que compram diretamente a criptomoeda, sem intermediários ou derivativos.

    Thielen disse que, apesar das reuniões entre gestores de fundos e membros da SEC para discutir o assunto, os pedidos ainda não estão de acordo com as exigências do órgão regulador, que visa proteger os investidores e fiscalizar as plataformas de negociação. Ele prevê que a SEC rejeite todas as propostas em janeiro, e que uma possível aprovação só ocorra no segundo trimestre de 2024.

    A notícia causou pânico entre os investidores de Bitcoin, que venderam suas posições em massa, provocando uma liquidação de cerca de US$ 400 milhões em exchanges de derivativos, plataformas que permitem apostar na alta ou na baixa da criptomoeda. O Bitcoin, que chegou a valer US$ 45.500 pela manhã, despencou 10%, para US$ 40.813, em poucas horas, antes de se recuperar um pouco e voltar para US$ 42.700.

    O mercado de criptomoedas vinha esperando com ansiedade pela aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA, que poderiam atrair bilhões de dólares em investimentos e aumentar a demanda e o preço da moeda digital. Alguns analistas, como a Bloomberg Intelligence e players brasileiros, chegaram a prever que um primeiro lote do produto seria aprovado até a próxima quarta-feira (10).

    O Bitcoin, que é uma moeda virtual que funciona por meio de uma rede descentralizada de computadores, já valorizou cerca de 170% nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção de grandes empresas, como o PayPal e a Tesla, e pela expectativa com os ETFs. No entanto, o setor também enfrenta desafios, como a regulação, a concorrência, a volatilidade e os riscos ambientais.

    Ryan Lee, analista-chefe da Bitget, uma plataforma global de negociação de criptomoedas, disse que o sentimento atual no mercado é de alta, mas alertou para a alta volatilidade do setor. Ele disse que os investidores devem estar atentos às notícias e aos movimentos do mercado, e que os ETFs de Bitcoin à vista ainda podem ser uma realidade no futuro.

    O Bitcoin, a mais famosa e valiosa das criptomoedas, sofreu uma forte queda nesta quarta-feira (3), após rumores de que os Estados Unidos não vão autorizar os chamados ETFs de Bitcoin à vista, um tipo de fundo de investimento que facilitaria a entrada de grandes investidores no mercado de criptoativos.

    Segundo o analista Markus Thielen, da empresa Matrixport, especializada em serviços financeiros para criptomoedas, o presidente da SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA, Garry Gensler, não está disposto a aprovar os ETFs de Bitcoin à vista, que são fundos que compram diretamente a criptomoeda, sem intermediários ou derivativos.

    Thielen disse que, apesar das reuniões entre gestores de fundos e membros da SEC para discutir o assunto, os pedidos ainda não estão de acordo com as exigências do órgão regulador, que visa proteger os investidores e fiscalizar as plataformas de negociação. Ele prevê que a SEC rejeite todas as propostas em janeiro, e que uma possível aprovação só ocorra no segundo trimestre de 2024.

    A notícia causou pânico entre os investidores de Bitcoin, que venderam suas posições em massa, provocando uma liquidação de cerca de US$ 400 milhões em exchanges de derivativos, plataformas que permitem apostar na alta ou na baixa da criptomoeda. O Bitcoin, que chegou a valer US$ 45.500 pela manhã, despencou 10%, para US$ 40.813, em poucas horas, antes de se recuperar um pouco e voltar para US$ 42.700.

    O mercado de criptomoedas vinha esperando com ansiedade pela aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA, que poderiam atrair bilhões de dólares em investimentos e aumentar a demanda e o preço da moeda digital. Alguns analistas, como a Bloomberg Intelligence e players brasileiros, chegaram a prever que um primeiro lote do produto seria aprovado até a próxima quarta-feira (10).

    O Bitcoin, que é uma moeda virtual que funciona por meio de uma rede descentralizada de computadores, já valorizou cerca de 170% nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção de grandes empresas, como o PayPal e a Tesla, e pela expectativa com os ETFs. No entanto, o setor também enfrenta desafios, como a regulação, a concorrência, a volatilidade e os riscos ambientais.

    Ryan Lee, analista-chefe da Bitget, uma plataforma global de negociação de criptomoedas, disse que o sentimento atual no mercado é de alta, mas alertou para a alta volatilidade do setor. Ele disse que os investidores devem estar atentos às notícias e aos movimentos do mercado, e que os ETFs de Bitcoin à vista ainda podem ser uma realidade no futuro.

  • Dinheiro esquecido: como consultar e resgatar os valores no Banco Central

    Dinheiro esquecido: como consultar e resgatar os valores no Banco Central

    Você sabia que pode ter dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição financeira?

    Isso acontece quando você tem uma conta inativa, um depósito judicial, um crédito rural ou outro tipo de valor que não foi sacado. Esses recursos ficam sob a guarda do Banco Central (BC), que é o órgão responsável por regular e fiscalizar o sistema financeiro nacional.

    O BC disponibiliza um serviço gratuito para que você possa consultar se tem algum valor a receber e, caso tenha, solicitar o resgate. Esse serviço é chamado de Sistema de Valores a Receber (SVR) e pode ser acessado pelo site valores a receber.

    Para fazer a consulta, você precisa informar o seu CPF, no caso de pessoa física, ou o seu CNPJ, no caso de pessoa jurídica. A página vai informar se você tem ou não valores a receber e uma data para consultar os valores e solicitar o saque. Anote essa data e não perca o prazo.

    Para solicitar o saque, você precisa ter uma conta gov.br, que é um cadastro único do governo federal para acessar diversos serviços públicos. Se você ainda não tem, pode criar uma conta pelo site [gov.br]. Você vai precisar de um e-mail, um número de celular e um documento de identidade.

    Depois de fazer o login com a sua conta gov.br, você pode acessar o SVR novamente e verificar o valor que tem a receber. Você também pode escolher a instituição financeira de sua preferência para receber o dinheiro. O pagamento será feito preferencialmente por PIX, que é um sistema de transferência instantânea e gratuita.

    Segundo o BC, os brasileiros ainda têm pouco mais de R$ 7,5 bilhões para resgatar no sistema de “dinheiro esquecido”. Até o momento, foi resgatado um montante de pouco mais de R$ 5,3 bilhões dos mais de R$ 12 bilhões disponíveis para saque.

    Não deixe de aproveitar essa oportunidade e consultar se você tem algum dinheiro esquecido no BC. Você pode usar esse recurso para quitar dívidas, investir ou realizar algum sonho. Mas lembre-se: o dinheiro é seu e só você pode solicitar o resgate. Não caia em golpes de pessoas que oferecem ajuda para consultar ou sacar os valores. O BC não cobra nenhuma taxa ou comissão pelo serviço e não entra em contato com os clientes por telefone, e-mail ou redes sociais.

    Isso acontece quando você tem uma conta inativa, um depósito judicial, um crédito rural ou outro tipo de valor que não foi sacado. Esses recursos ficam sob a guarda do Banco Central (BC), que é o órgão responsável por regular e fiscalizar o sistema financeiro nacional.

    O BC disponibiliza um serviço gratuito para que você possa consultar se tem algum valor a receber e, caso tenha, solicitar o resgate. Esse serviço é chamado de Sistema de Valores a Receber (SVR) e pode ser acessado pelo site valores a receber.

    Para fazer a consulta, você precisa informar o seu CPF, no caso de pessoa física, ou o seu CNPJ, no caso de pessoa jurídica. A página vai informar se você tem ou não valores a receber e uma data para consultar os valores e solicitar o saque. Anote essa data e não perca o prazo.

    Para solicitar o saque, você precisa ter uma conta gov.br, que é um cadastro único do governo federal para acessar diversos serviços públicos. Se você ainda não tem, pode criar uma conta pelo site [gov.br]. Você vai precisar de um e-mail, um número de celular e um documento de identidade.

    Depois de fazer o login com a sua conta gov.br, você pode acessar o SVR novamente e verificar o valor que tem a receber. Você também pode escolher a instituição financeira de sua preferência para receber o dinheiro. O pagamento será feito preferencialmente por PIX, que é um sistema de transferência instantânea e gratuita.

    Segundo o BC, os brasileiros ainda têm pouco mais de R$ 7,5 bilhões para resgatar no sistema de “dinheiro esquecido”. Até o momento, foi resgatado um montante de pouco mais de R$ 5,3 bilhões dos mais de R$ 12 bilhões disponíveis para saque.

    Não deixe de aproveitar essa oportunidade e consultar se você tem algum dinheiro esquecido no BC. Você pode usar esse recurso para quitar dívidas, investir ou realizar algum sonho. Mas lembre-se: o dinheiro é seu e só você pode solicitar o resgate. Não caia em golpes de pessoas que oferecem ajuda para consultar ou sacar os valores. O BC não cobra nenhuma taxa ou comissão pelo serviço e não entra em contato com os clientes por telefone, e-mail ou redes sociais.

  • Os principais impostos que os brasileiros deverão pagar no início do ano de 2024

    Os principais impostos que os brasileiros deverão pagar no início do ano de 2024

    O ano de 2024 será marcado por mudanças significativas no sistema tributário brasileiro, que afetarão diretamente o bolso dos contribuintes.

    A reforma tributária, que está em tramitação no Congresso Nacional, pretende simplificar e unificar os impostos sobre bens e serviços, que hoje são cobrados de forma complexa e diversificada por diferentes entes federativos (União, estados e municípios).

    Atualmente, os principais impostos sobre bens e serviços que os brasileiros pagam são: ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ISS (Imposto sobre Serviços) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Esses impostos incidem sobre praticamente tudo o que consumimos, desde alimentos e combustíveis até serviços de telefonia e internet.

    Com a reforma tributária, a ideia é que esses impostos sejam substituídos por um único imposto, chamado de IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), ou por dois impostos, chamados de CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS, dependendo do projeto de lei que for aprovado. O CBS seria um imposto federal, que substituiria o PIS e a Cofins, e o IBS seria um imposto estadual e municipal, que substituiria o ICMS e o ISS. O IPI seria transformado em um imposto seletivo, que incidiria apenas sobre alguns produtos, como cigarros e bebidas alcoólicas.

    A vantagem dessa mudança seria a simplificação do sistema tributário, que reduziria a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados. Além disso, a reforma tributária poderia tornar os impostos mais transparentes e justos, já que haveria uma alíquota única para todos os bens e serviços, sem distinção entre essenciais e supérfluos, e sem benefícios fiscais para alguns setores ou regiões.

    No entanto, a reforma tributária também traz alguns desafios e incertezas para os contribuintes. Um deles é o impacto sobre os preços dos produtos e serviços, que podem aumentar ou diminuir, dependendo da alíquota do novo imposto e da carga tributária atual de cada segmento. Outro é o impacto sobre a arrecadação e a distribuição dos recursos entre os entes federativos, que podem ganhar ou perder receitas, dependendo da forma como o novo imposto será partilhado.

    Além da reforma tributária, os brasileiros também deverão ficar atentos às mudanças nas alíquotas do ICMS para 2024, que já foram confirmadas por alguns estados. O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços, e que tem alíquotas diferentes para cada estado e para cada tipo de produto ou serviço. Em 2024, oito estados já anunciaram que irão aumentar a alíquota geral do ICMS, que é aplicada à maioria dos produtos e serviços. São eles: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rondônia e Tocantins. O Rio Grande do Norte é o único estado que irá reduzir a alíquota geral do ICMS.

    O aumento da alíquota geral do ICMS pode ter efeitos sobre os preços dos produtos e serviços, sobre o diferencial de alíquotas entre os estados, que pode afetar as operações interestaduais, e sobre o cálculo da substituição tributária do ICMS, que é um mecanismo que antecipa o recolhimento do imposto na origem da cadeia produtiva. As empresas que realizam operações sujeitas ao ICMS deverão atualizar seus cadastros de produtos e suas políticas de preços para incorporar as novas alíquotas.

    Portanto, os brasileiros deverão se preparar para enfrentar um cenário tributário diferente no início do ano de 2024, que pode trazer oportunidades e desafios para os consumidores e para os empresários. A reforma tributária e as mudanças nas alíquotas do ICMS exigirão atenção e adaptação dos contribuintes, que deverão buscar informações atualizadas e confiáveis sobre os impostos que deverão pagar.

    A reforma tributária, que está em tramitação no Congresso Nacional, pretende simplificar e unificar os impostos sobre bens e serviços, que hoje são cobrados de forma complexa e diversificada por diferentes entes federativos (União, estados e municípios).

    Atualmente, os principais impostos sobre bens e serviços que os brasileiros pagam são: ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS (Programa de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ISS (Imposto sobre Serviços) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Esses impostos incidem sobre praticamente tudo o que consumimos, desde alimentos e combustíveis até serviços de telefonia e internet.

    Com a reforma tributária, a ideia é que esses impostos sejam substituídos por um único imposto, chamado de IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), ou por dois impostos, chamados de CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS, dependendo do projeto de lei que for aprovado. O CBS seria um imposto federal, que substituiria o PIS e a Cofins, e o IBS seria um imposto estadual e municipal, que substituiria o ICMS e o ISS. O IPI seria transformado em um imposto seletivo, que incidiria apenas sobre alguns produtos, como cigarros e bebidas alcoólicas.

    A vantagem dessa mudança seria a simplificação do sistema tributário, que reduziria a burocracia, a sonegação e a guerra fiscal entre os estados. Além disso, a reforma tributária poderia tornar os impostos mais transparentes e justos, já que haveria uma alíquota única para todos os bens e serviços, sem distinção entre essenciais e supérfluos, e sem benefícios fiscais para alguns setores ou regiões.

    No entanto, a reforma tributária também traz alguns desafios e incertezas para os contribuintes. Um deles é o impacto sobre os preços dos produtos e serviços, que podem aumentar ou diminuir, dependendo da alíquota do novo imposto e da carga tributária atual de cada segmento. Outro é o impacto sobre a arrecadação e a distribuição dos recursos entre os entes federativos, que podem ganhar ou perder receitas, dependendo da forma como o novo imposto será partilhado.

    Além da reforma tributária, os brasileiros também deverão ficar atentos às mudanças nas alíquotas do ICMS para 2024, que já foram confirmadas por alguns estados. O ICMS é um imposto estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços, e que tem alíquotas diferentes para cada estado e para cada tipo de produto ou serviço. Em 2024, oito estados já anunciaram que irão aumentar a alíquota geral do ICMS, que é aplicada à maioria dos produtos e serviços. São eles: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rondônia e Tocantins. O Rio Grande do Norte é o único estado que irá reduzir a alíquota geral do ICMS.

    O aumento da alíquota geral do ICMS pode ter efeitos sobre os preços dos produtos e serviços, sobre o diferencial de alíquotas entre os estados, que pode afetar as operações interestaduais, e sobre o cálculo da substituição tributária do ICMS, que é um mecanismo que antecipa o recolhimento do imposto na origem da cadeia produtiva. As empresas que realizam operações sujeitas ao ICMS deverão atualizar seus cadastros de produtos e suas políticas de preços para incorporar as novas alíquotas.

    Portanto, os brasileiros deverão se preparar para enfrentar um cenário tributário diferente no início do ano de 2024, que pode trazer oportunidades e desafios para os consumidores e para os empresários. A reforma tributária e as mudanças nas alíquotas do ICMS exigirão atenção e adaptação dos contribuintes, que deverão buscar informações atualizadas e confiáveis sobre os impostos que deverão pagar.

  • Restaurantes em São Paulo adotam medidas para combater o desperdício de comida

    Restaurantes em São Paulo adotam medidas para combater o desperdício de comida

    O Brasil é um dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. 

    Segundo a ONU, cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora por ano no país, sendo que 80% desse desperdício acontecem no processo de produção, manuseio, transporte e nas centrais de abastecimento. Além do impacto ambiental, social e econômico, o desperdício de comida é um contraste com a realidade de milhões de brasileiros que sofrem com a fome e a insegurança alimentar.

    Diante desse cenário, alguns restaurantes em São Paulo estão buscando formas de reduzir o desperdício de comida e contribuir para uma alimentação mais sustentável e solidária. Conheça algumas dessas iniciativas:

    Praça São Lourenço

    O restaurante Praça São Lourenço, localizado na Vila Olímpia, tem como proposta oferecer uma gastronomia variada e de qualidade, com ingredientes frescos e orgânicos. Para evitar o desperdício, o restaurante adota algumas medidas, como:

    • Planejar o cardápio e as compras de acordo com a demanda dos clientes;

    • Aproveitar integralmente os alimentos, usando cascas, talos e sementes em receitas criativas;

    • Doar os alimentos excedentes para instituições sociais cadastradas no projeto Mesa Brasil, do Sesc;

    • Compostar os resíduos orgânicos e usá-los como adubo na própria horta do restaurante;

    • Sensibilizar os funcionários e os clientes sobre a importância de evitar o desperdício.

    Mexicaníssimo

    O Mexicaníssimo é um restaurante especializado em culinária mexicana, com unidades no Brooklin e na Vila Olímpia. O restaurante se diferencia por oferecer um menu tradicionalmente mexicano, com opções para vegetarianos e veganos. Para combater o desperdício, o restaurante adota as seguintes práticas:

    • Usar embalagens biodegradáveis e recicláveis para o delivery;

    • Oferecer aos clientes a opção de levar para casa as sobras das refeições;

    • Participar do aplicativo Cheap Food, que conecta restaurantes que têm alimentos que seriam descartados com consumidores que querem aproveitá-los, por um preço mais acessível;

    • Apoiar o projeto Gramachinho, que alimenta centenas de famílias em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que dependiam do maior lixão da América Latina para sobreviver.

    Othelo

    O Othelo é um restaurante que oferece uma cozinha contemporânea, com influências da gastronomia italiana, francesa e brasileira. O restaurante está localizado no Campo Belo e tem como propósito servir pratos saborosos, saudáveis e sustentáveis. Para isso, o restaurante segue algumas ações, como:

    • Utilizar ingredientes orgânicos, locais e da estação, valorizando os pequenos produtores;

    • Controlar o estoque e o preparo dos alimentos, evitando o excesso e o desperdício;

    • Separar e reciclar os resíduos sólidos, como papel, plástico, metal e vidro;

    • Destinar os resíduos orgânicos para uma empresa especializada em compostagem, que transforma o material em adubo para hortas urbanas;

    • Educar os colaboradores e os clientes sobre a importância de reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

    Almanara

    O Almanara é um restaurante especializado em culinária árabe, com mais de 60 anos de tradição em São Paulo. O restaurante possui diversas unidades na cidade e oferece um cardápio variado, com pratos típicos e saudáveis. Para minimizar o desperdício, o restaurante adota as seguintes medidas:

    • Utilizar técnicas de conservação e armazenamento dos alimentos, seguindo as normas de higiene e segurança alimentar;

    • Servir porções adequadas aos clientes, evitando o desperdício no prato;

    • Oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos de porções, de acordo com a sua fome;

    • Doar os alimentos que não foram consumidos para entidades assistenciais, por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc;

    • Incentivar os clientes a levar para casa as sobras das refeições, fornecendo embalagens apropriadas.

    Esses são alguns exemplos de restaurantes em São Paulo que estão fazendo a sua parte para combater o desperdício de comida e promover uma alimentação mais consciente e responsável. Essas iniciativas podem servir de inspiração para outros estabelecimentos e consumidores que queiram se engajar nessa causa e contribuir para um mundo melhor.

    Segundo a ONU, cerca de 27 milhões de toneladas de alimentos são jogados fora por ano no país, sendo que 80% desse desperdício acontecem no processo de produção, manuseio, transporte e nas centrais de abastecimento. Além do impacto ambiental, social e econômico, o desperdício de comida é um contraste com a realidade de milhões de brasileiros que sofrem com a fome e a insegurança alimentar.

    Diante desse cenário, alguns restaurantes em São Paulo estão buscando formas de reduzir o desperdício de comida e contribuir para uma alimentação mais sustentável e solidária. Conheça algumas dessas iniciativas:

    Praça São Lourenço

    O restaurante Praça São Lourenço, localizado na Vila Olímpia, tem como proposta oferecer uma gastronomia variada e de qualidade, com ingredientes frescos e orgânicos. Para evitar o desperdício, o restaurante adota algumas medidas, como:

    • Planejar o cardápio e as compras de acordo com a demanda dos clientes;

    • Aproveitar integralmente os alimentos, usando cascas, talos e sementes em receitas criativas;

    • Doar os alimentos excedentes para instituições sociais cadastradas no projeto Mesa Brasil, do Sesc;

    • Compostar os resíduos orgânicos e usá-los como adubo na própria horta do restaurante;

    • Sensibilizar os funcionários e os clientes sobre a importância de evitar o desperdício.

    Mexicaníssimo

    O Mexicaníssimo é um restaurante especializado em culinária mexicana, com unidades no Brooklin e na Vila Olímpia. O restaurante se diferencia por oferecer um menu tradicionalmente mexicano, com opções para vegetarianos e veganos. Para combater o desperdício, o restaurante adota as seguintes práticas:

    • Usar embalagens biodegradáveis e recicláveis para o delivery;

    • Oferecer aos clientes a opção de levar para casa as sobras das refeições;

    • Participar do aplicativo Cheap Food, que conecta restaurantes que têm alimentos que seriam descartados com consumidores que querem aproveitá-los, por um preço mais acessível;

    • Apoiar o projeto Gramachinho, que alimenta centenas de famílias em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que dependiam do maior lixão da América Latina para sobreviver.

    Othelo

    O Othelo é um restaurante que oferece uma cozinha contemporânea, com influências da gastronomia italiana, francesa e brasileira. O restaurante está localizado no Campo Belo e tem como propósito servir pratos saborosos, saudáveis e sustentáveis. Para isso, o restaurante segue algumas ações, como:

    • Utilizar ingredientes orgânicos, locais e da estação, valorizando os pequenos produtores;

    • Controlar o estoque e o preparo dos alimentos, evitando o excesso e o desperdício;

    • Separar e reciclar os resíduos sólidos, como papel, plástico, metal e vidro;

    • Destinar os resíduos orgânicos para uma empresa especializada em compostagem, que transforma o material em adubo para hortas urbanas;

    • Educar os colaboradores e os clientes sobre a importância de reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

    Almanara

    O Almanara é um restaurante especializado em culinária árabe, com mais de 60 anos de tradição em São Paulo. O restaurante possui diversas unidades na cidade e oferece um cardápio variado, com pratos típicos e saudáveis. Para minimizar o desperdício, o restaurante adota as seguintes medidas:

    • Utilizar técnicas de conservação e armazenamento dos alimentos, seguindo as normas de higiene e segurança alimentar;

    • Servir porções adequadas aos clientes, evitando o desperdício no prato;

    • Oferecer aos clientes a possibilidade de escolher entre diferentes tamanhos de porções, de acordo com a sua fome;

    • Doar os alimentos que não foram consumidos para entidades assistenciais, por meio do programa Mesa Brasil, do Sesc;

    • Incentivar os clientes a levar para casa as sobras das refeições, fornecendo embalagens apropriadas.

    Esses são alguns exemplos de restaurantes em São Paulo que estão fazendo a sua parte para combater o desperdício de comida e promover uma alimentação mais consciente e responsável. Essas iniciativas podem servir de inspiração para outros estabelecimentos e consumidores que queiram se engajar nessa causa e contribuir para um mundo melhor.

  • O 13° salário no Brasil: origem, direitos e impactos econômicos

    O 13° salário no Brasil: origem, direitos e impactos econômicos

    O 13° salário é uma gratificação natalina que os trabalhadores brasileiros recebem no final do ano, equivalente a um salário mensal extra.

    Esse benefício foi instituído pela Lei 4.090, de 13 de julho de 1962, durante o governo de João Goulart, como uma forma de estimular o consumo e a distribuição de renda.

    Quem tem direito ao 13° salário?

    Segundo a legislação, têm direito ao 13° salário todos os trabalhadores com carteira assinada, sejam eles urbanos, rurais, domésticos ou avulsos. Também têm direito os aposentados e pensionistas do INSS, os servidores públicos civis e militares, e os trabalhadores temporários.

    O valor do 13° salário corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço, do ano correspondente. Ou seja, se o trabalhador recebe R$ 1.200,00 por mês, ele terá direito a R$ 100,00 de 13° salário por cada mês trabalhado. Se ele trabalhou o ano inteiro, receberá R$ 1.200,00 de 13° salário. Se ele trabalhou apenas seis meses, receberá R$ 600,00.

    O pagamento do 13° salário deve ser feito em duas parcelas: a primeira, entre fevereiro e novembro, e a segunda, até o dia 20 de dezembro. A primeira parcela corresponde a 50% do valor total, sem descontos. A segunda parcela corresponde aos outros 50%, com os descontos devidos, como INSS, Imposto de Renda e pensão alimentícia.

    Por que o 13° salário é importante para a economia do país?

    O 13° salário é uma importante fonte de renda extra para os trabalhadores, que podem usar esse dinheiro para quitar dívidas, poupar, investir ou consumir bens e serviços. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13° salário injetou cerca de R$ 215 bilhões na economia brasileira em 2022, o que representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

    Esse montante movimenta diversos setores da economia, como o comércio, a indústria, o turismo, a construção civil, entre outros. Além disso, o 13° salário também gera arrecadação de impostos para o governo, que pode usar esses recursos para financiar políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, etc.

    Portanto, o 13° salário é um benefício que beneficia tanto os trabalhadores quanto a sociedade em geral, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

    Esse benefício foi instituído pela Lei 4.090, de 13 de julho de 1962, durante o governo de João Goulart, como uma forma de estimular o consumo e a distribuição de renda.

    Quem tem direito ao 13° salário?

    Segundo a legislação, têm direito ao 13° salário todos os trabalhadores com carteira assinada, sejam eles urbanos, rurais, domésticos ou avulsos. Também têm direito os aposentados e pensionistas do INSS, os servidores públicos civis e militares, e os trabalhadores temporários.

    O valor do 13° salário corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço, do ano correspondente. Ou seja, se o trabalhador recebe R$ 1.200,00 por mês, ele terá direito a R$ 100,00 de 13° salário por cada mês trabalhado. Se ele trabalhou o ano inteiro, receberá R$ 1.200,00 de 13° salário. Se ele trabalhou apenas seis meses, receberá R$ 600,00.

    O pagamento do 13° salário deve ser feito em duas parcelas: a primeira, entre fevereiro e novembro, e a segunda, até o dia 20 de dezembro. A primeira parcela corresponde a 50% do valor total, sem descontos. A segunda parcela corresponde aos outros 50%, com os descontos devidos, como INSS, Imposto de Renda e pensão alimentícia.

    Por que o 13° salário é importante para a economia do país?

    O 13° salário é uma importante fonte de renda extra para os trabalhadores, que podem usar esse dinheiro para quitar dívidas, poupar, investir ou consumir bens e serviços. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o 13° salário injetou cerca de R$ 215 bilhões na economia brasileira em 2022, o que representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

    Esse montante movimenta diversos setores da economia, como o comércio, a indústria, o turismo, a construção civil, entre outros. Além disso, o 13° salário também gera arrecadação de impostos para o governo, que pode usar esses recursos para financiar políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, etc.

    Portanto, o 13° salário é um benefício que beneficia tanto os trabalhadores quanto a sociedade em geral, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.