Categoria: Política

  • O que é uma Medida Provisória?

    O que é uma Medida Provisória?

    Uma medida provisória (MP) é um ato com força de lei, adotado pelo presidente da República em situações de urgência ou de grande importância, em que não é possível esperar pelo processo legislativo comum.

    Por exemplo, uma MP pode ser usada para liberar recursos para o combate a uma calamidade pública ou para regulamentar um direito previsto na Constituição.

    As MPs são normas que integram o ordenamento jurídico brasileiro e são reservadas ao presidente da República. Elas se destinam a matérias que sejam consideradas de relevância ou urgência pelo Poder Executivo. No entanto, existem algumas matérias que não podem ser objeto de MP, como as que alteram a Constituição, o Código Penal, o Código Eleitoral e os direitos políticos.

    As MPs têm efeito imediato, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional (Câmara e Senado) em até 120 dias para se converterem definitivamente em lei ordinária. Caso contrário, elas perdem a validade e devem ser reeditadas ou revogadas pelo presidente da República. Durante esse prazo, as MPs podem sofrer alterações pelos parlamentares por meio de emendas.

    As MPs são um instrumento importante para o governo federal agir com rapidez e eficiência diante de situações excepcionais. No entanto, elas também devem respeitar os princípios constitucionais da legalidade, da moralidade e da separação dos poderes. Por isso, as MPs estão sujeitas ao controle do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem rejeitá-las ou declará-las inconstitucionais se houver abuso ou desvio de finalidade na sua edição.

    Por exemplo, uma MP pode ser usada para liberar recursos para o combate a uma calamidade pública ou para regulamentar um direito previsto na Constituição.

    As MPs são normas que integram o ordenamento jurídico brasileiro e são reservadas ao presidente da República. Elas se destinam a matérias que sejam consideradas de relevância ou urgência pelo Poder Executivo. No entanto, existem algumas matérias que não podem ser objeto de MP, como as que alteram a Constituição, o Código Penal, o Código Eleitoral e os direitos políticos.

    As MPs têm efeito imediato, mas precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional (Câmara e Senado) em até 120 dias para se converterem definitivamente em lei ordinária. Caso contrário, elas perdem a validade e devem ser reeditadas ou revogadas pelo presidente da República. Durante esse prazo, as MPs podem sofrer alterações pelos parlamentares por meio de emendas.

    As MPs são um instrumento importante para o governo federal agir com rapidez e eficiência diante de situações excepcionais. No entanto, elas também devem respeitar os princípios constitucionais da legalidade, da moralidade e da separação dos poderes. Por isso, as MPs estão sujeitas ao controle do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), que podem rejeitá-las ou declará-las inconstitucionais se houver abuso ou desvio de finalidade na sua edição.

  • Quem é Nikolas Ferreira?

    Quem é Nikolas Ferreira?

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo.

    Nikolas Ferreira é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com quase 1,5 milhão de votos. Ele é apoiador do ex-presidente Bolsonaro e próximo dos seus filhos.

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo. Ele também ganhou muitos seguidores nas redes sociais após essa fala.

    Nikolas Ferreira é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2022 com quase 1,5 milhão de votos. Ele é apoiador do ex-presidente Bolsonaro e próximo dos seus filhos.

    Recentemente, ele causou polêmica ao fazer um discurso transfóbico na Câmara dos Deputados, usando uma peruca e criticando o feminismo. Ele também ganhou muitos seguidores nas redes sociais após essa fala.

  • Entenda a polêmica entre a primeira-dama Janja e a TV Brasil

    Entenda a polêmica entre a primeira-dama Janja e a TV Brasil

    A primeira-dama do Brasil fez uma live na terça-feira (7 de março) sobre ações do governo no combate à violência contra a mulher.

    A live foi retransmitida nas redes sociais da TV Brasil. Alguns críticos disseram que isso foi uma forma de usar a estrutura pública para fazer propaganda política.

    Alguns opositores disseram que isso foi uma violação da lei que proíbe o uso de bens públicos para fins eleitorais. Outros questionaram a legitimidade do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, que será chefiado por Janja e terá um orçamento de R$ 100 milhões.

    A TV Brasil é uma emissora pública nacional que faz parte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela foi criada em 2007 com o objetivo de oferecer uma programação informativa, cultural, artística, científica e cidadã.

    A TV pública é um serviço público que deve obedecer aos princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. A lei 11.652/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela gestão da TV Brasil, determina que a EBC deve garantir a autonomia em relação ao Governo Federal e aos demais poderes.

    A live foi retransmitida nas redes sociais da TV Brasil. Alguns críticos disseram que isso foi uma forma de usar a estrutura pública para fazer propaganda política.

    Alguns opositores disseram que isso foi uma violação da lei que proíbe o uso de bens públicos para fins eleitorais. Outros questionaram a legitimidade do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas, que será chefiado por Janja e terá um orçamento de R$ 100 milhões.

    A TV Brasil é uma emissora pública nacional que faz parte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ela foi criada em 2007 com o objetivo de oferecer uma programação informativa, cultural, artística, científica e cidadã.

    A TV pública é um serviço público que deve obedecer aos princípios da administração pública, como moralidade e impessoalidade. A lei 11.652/2008, que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), responsável pela gestão da TV Brasil, determina que a EBC deve garantir a autonomia em relação ao Governo Federal e aos demais poderes.

  • Rosa Weber suspende queixa-crime de Dilma Rousseff contra Jair Bolsonaro


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    Fonte: Rádio Justiça


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:

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    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Avaliação negativa do Congresso Nacional cresce entre os brasileiros

    Pesquisa do Datafolha revela que a avaliação negativa do legislativo aumentou 5 pontos percentuais

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  • Bolsonaro sabe o que fez e que impeachment é inevitável

    Sob graves acusações do seu ex-ministro da justiça, Sergio Moro, de que teria tentado interferir politicamente na Polícia Federal, presidente tenta, desesperadamente, desviar o foco das atenções ao provocar aglomerações no último fim de semana.

    Além disso, suas declarações antidemocráticas são sinal claro de que ele tem plena consciência da gravidade da situação e como isso tudo deve terminar.

    Como diz o ditado; “quem não deve não teme”.

    Se tudo estivesse nos conformes, ele não repetiria atos da ex-presidente Dilma quando estava prestes a ter o mandato caçado e gritava para todo o mundo que estava sofrendo um ‘golpe’.


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  • Como grupos bolsonaristas alinharam discurso após saída de Moro

    Apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais primeiro negaram a demissão de Moro, depois se dividiram e, por fim, partiram para ataques alinhados com o discurso do presidente. E esse é um padrão que se repete.

    O anúncio da demissão do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, na última sexta-feira, foi marcado por momentos de negação, hesitação e, por fim, ataques em grupos formados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro no WhatsApp, no Telegram e no Facebook.

    Veja como tudo começou na reportagem especial da BBC:

    Da negação da demissão à facada de Adélio: como grupos bolsonaristas recalibraram discurso após saída de Moro

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