Categoria: Saúde

  • O que é uma pirâmide alimentar: tudo o que você precisa saber e seus benefícios para a saúde

    O que é uma pirâmide alimentar: tudo o que você precisa saber e seus benefícios para a saúde

    Você sabe o que é uma pirâmide alimentar? É uma forma de mostrar quais são os alimentos que devem fazer parte de uma alimentação saudável e equilibrada.

    Ela é dividida em níveis, que indicam a quantidade e a frequência que cada grupo de alimentos deve ser consumido. Quer saber mais? Então continue lendo este artigo!

    A pirâmide alimentar é um guia que ajuda as pessoas a escolherem os alimentos mais adequados para suas necessidades e preferências, respeitando a diversidade cultural e regional. Ela mostra que uma alimentação saudável deve ser variada, incluindo todos os grupos alimentares, como cereais, frutas, verduras, legumes, carnes, leite, ovos, óleos, gorduras, açúcares e doces.

    Os alimentos que ficam na base da pirâmide são os que devem ser ingeridos em maior quantidade, pois fornecem energia e nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Eles são os cereais, como arroz, milho, trigo, aveia e pão, e as raízes e tubérculos, como batata, mandioca e inhame.

    Os alimentos que ficam no segundo nível da pirâmide são as frutas e as verduras e legumes. Eles devem ser consumidos diariamente, pois são ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, que protegem a saúde e previnem doenças. Eles também ajudam a dar cor, sabor e textura às refeições.

    Os alimentos que ficam no terceiro nível da pirâmide são as carnes e os ovos, que são fontes de proteínas de origem animal, e o leite e seus derivados, como queijo e iogurte, que são fontes de cálcio e outros minerais. Eles devem ser consumidos com moderação, pois também contêm gorduras saturadas e colesterol, que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

    Os alimentos que ficam no topo da pirâmide são os óleos vegetais, como o azeite e o óleo de soja, as gorduras de origem animal, como a manteiga e a banha, e os açúcares e doces. Eles devem ser consumidos em pequenas quantidades, pois fornecem muitas calorias e poucos nutrientes. Eles também podem contribuir para o ganho de peso, a cárie dentária e o diabetes.

    Existem diferentes tipos de pirâmides alimentares, que podem variar de acordo com o país, a população ou o objetivo. Por exemplo, a pirâmide alimentar brasileira foi adaptada aos hábitos e alimentos típicos do Brasil. Outros exemplos são a roda dos alimentos de Portugal, o prato do bem comer do México e o my plate dos Estados Unidos.

    Seguir uma pirâmide alimentar pode trazer muitos benefícios para a saúde e o bem-estar das pessoas. Além de promover uma alimentação variada e equilibrada, ela pode evitar deficiências ou excessos de nutrientes, prevenir doenças crônicas, como obesidade, diabetes e hipertensão, e melhorar a qualidade de vida.

    Agora que você já sabe o que é uma pirâmide alimentar, que tal experimentar seguir uma? Você vai ver como sua alimentação vai ficar mais saudável e saborosa!

    Ela é dividida em níveis, que indicam a quantidade e a frequência que cada grupo de alimentos deve ser consumido. Quer saber mais? Então continue lendo este artigo!

    A pirâmide alimentar é um guia que ajuda as pessoas a escolherem os alimentos mais adequados para suas necessidades e preferências, respeitando a diversidade cultural e regional. Ela mostra que uma alimentação saudável deve ser variada, incluindo todos os grupos alimentares, como cereais, frutas, verduras, legumes, carnes, leite, ovos, óleos, gorduras, açúcares e doces.

    Os alimentos que ficam na base da pirâmide são os que devem ser ingeridos em maior quantidade, pois fornecem energia e nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Eles são os cereais, como arroz, milho, trigo, aveia e pão, e as raízes e tubérculos, como batata, mandioca e inhame.

    Os alimentos que ficam no segundo nível da pirâmide são as frutas e as verduras e legumes. Eles devem ser consumidos diariamente, pois são ricos em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, que protegem a saúde e previnem doenças. Eles também ajudam a dar cor, sabor e textura às refeições.

    Os alimentos que ficam no terceiro nível da pirâmide são as carnes e os ovos, que são fontes de proteínas de origem animal, e o leite e seus derivados, como queijo e iogurte, que são fontes de cálcio e outros minerais. Eles devem ser consumidos com moderação, pois também contêm gorduras saturadas e colesterol, que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

    Os alimentos que ficam no topo da pirâmide são os óleos vegetais, como o azeite e o óleo de soja, as gorduras de origem animal, como a manteiga e a banha, e os açúcares e doces. Eles devem ser consumidos em pequenas quantidades, pois fornecem muitas calorias e poucos nutrientes. Eles também podem contribuir para o ganho de peso, a cárie dentária e o diabetes.

    Existem diferentes tipos de pirâmides alimentares, que podem variar de acordo com o país, a população ou o objetivo. Por exemplo, a pirâmide alimentar brasileira foi adaptada aos hábitos e alimentos típicos do Brasil. Outros exemplos são a roda dos alimentos de Portugal, o prato do bem comer do México e o my plate dos Estados Unidos.

    Seguir uma pirâmide alimentar pode trazer muitos benefícios para a saúde e o bem-estar das pessoas. Além de promover uma alimentação variada e equilibrada, ela pode evitar deficiências ou excessos de nutrientes, prevenir doenças crônicas, como obesidade, diabetes e hipertensão, e melhorar a qualidade de vida.

    Agora que você já sabe o que é uma pirâmide alimentar, que tal experimentar seguir uma? Você vai ver como sua alimentação vai ficar mais saudável e saborosa!

  • Dopamina, acetilcolina e glutamato: os três pilares da tomada de decisão baseada em recompensa

    Dopamina, acetilcolina e glutamato: os três pilares da tomada de decisão baseada em recompensa

    A tomada de decisão é um processo complexo que envolve vários fatores cognitivos, emocionais e ambientais.

    O cérebro humano usa diferentes substâncias químicas chamadas neurotransmissores para transmitir sinais entre as células nervosas e coordenar as funções cerebrais. Alguns dos neurotransmissores mais importantes para a tomada de decisão são a dopamina, a acetilcolina e o glutamato.

    A dopamina é um neurotransmissor que está envolvido na motivação, no aprendizado e na recompensa. Ela ajuda o cérebro a avaliar as opções disponíveis e a escolher a melhor ação para obter um resultado desejado. A acetilcolina é um neurotransmissor que está envolvido na atenção, na memória e na flexibilidade cognitiva. Ela ajuda o cérebro a se adaptar às mudanças nas condições ambientais e a corrigir os erros cometidos. O glutamato é um neurotransmissor que está envolvido na excitação, na plasticidade e na comunicação entre as diferentes regiões cerebrais. Ele ajuda o cérebro a processar as informações sensoriais e a integrar os diferentes aspectos da tomada de decisão.

    Um estudo recente publicado na revista Nature Neuroscience investigou como esses três neurotransmissores interagem no estriado ventrolateral, uma parte do cérebro que está envolvida na tomada de decisão baseada em recompensa. Os pesquisadores usaram camundongos que realizavam uma tarefa simples de escolher entre dois buracos que continham diferentes quantidades de água açucarada. Eles mediram os níveis de dopamina e acetilcolina no estriado ventrolateral dos camundongos usando sensores ópticos e elétricos. Eles também manipularam os níveis de dopamina, acetilcolina e glutamato usando técnicas genéticas e farmacológicas.

    Os resultados mostraram que a dopamina e a acetilcolina exibem padrões temporais complexos e anticorrelacionados durante a tomada de decisão. Isso significa que quando um neurotransmissor aumenta, o outro diminui, e vice-versa. Esses padrões são modulados pela história da decisão e pelo resultado da recompensa. Por exemplo, quando os camundongos recebem uma recompensa maior do que o esperado, a dopamina aumenta e a acetilcolina diminui. Quando os camundongos recebem uma recompensa menor do que o esperado, a dopamina diminui e a acetilcolina aumenta.

    Os pesquisadores também descobriram que a dopamina inibe a acetilcolina por meio de receptores de dopamina D2 (D2R), que são proteínas que se ligam à dopamina nas células nervosas. Quando os pesquisadores bloquearam os D2R, eles observaram um aumento nos níveis de acetilcolina e uma piora no desempenho dos camundongos na tarefa de decisão. Isso sugere que a inibição da dopamina sobre a acetilcolina é necessária para uma tomada de decisão eficiente.

    Além disso, os pesquisadores avaliaram a contribuição do glutamato para a liberação de acetilcolina no estriado ventrolateral. Eles identificaram duas fontes principais de glutamato: o córtex pré-frontal medial (mPFC) e o núcleo intralamelar da linha média (ILM), que são partes do cérebro que estão envolvidas na cognição e na emoção, respectivamente. Eles descobriram que o glutamato liberado por essas duas fontes é necessário para a liberação de acetilcolina no estriado ventrolateral. Quando os pesquisadores inibiram o glutamato proveniente do mPFC ou do ILM, eles observaram uma redução nos níveis de acetilcolina e uma piora no desempenho dos camundongos na tarefa de decisão.

    Esse estudo revela como a dopamina, a acetilcolina e o glutamato regulam dinamicamente a tomada de decisão no estriado ventrolateral. Ele mostra que esses três neurotransmissores formam um circuito complexo que ajusta constantemente os sinais cerebrais em resposta às mudanças nas condições ambientais e nos resultados das ações. Ele também sugere que o desequilíbrio entre esses neurotransmissores pode levar a distúrbios na tomada de decisão, como vício, compulsão e esquizofrenia.

    O cérebro humano usa diferentes substâncias químicas chamadas neurotransmissores para transmitir sinais entre as células nervosas e coordenar as funções cerebrais. Alguns dos neurotransmissores mais importantes para a tomada de decisão são a dopamina, a acetilcolina e o glutamato.

    A dopamina é um neurotransmissor que está envolvido na motivação, no aprendizado e na recompensa. Ela ajuda o cérebro a avaliar as opções disponíveis e a escolher a melhor ação para obter um resultado desejado. A acetilcolina é um neurotransmissor que está envolvido na atenção, na memória e na flexibilidade cognitiva. Ela ajuda o cérebro a se adaptar às mudanças nas condições ambientais e a corrigir os erros cometidos. O glutamato é um neurotransmissor que está envolvido na excitação, na plasticidade e na comunicação entre as diferentes regiões cerebrais. Ele ajuda o cérebro a processar as informações sensoriais e a integrar os diferentes aspectos da tomada de decisão.

    Um estudo recente publicado na revista Nature Neuroscience investigou como esses três neurotransmissores interagem no estriado ventrolateral, uma parte do cérebro que está envolvida na tomada de decisão baseada em recompensa. Os pesquisadores usaram camundongos que realizavam uma tarefa simples de escolher entre dois buracos que continham diferentes quantidades de água açucarada. Eles mediram os níveis de dopamina e acetilcolina no estriado ventrolateral dos camundongos usando sensores ópticos e elétricos. Eles também manipularam os níveis de dopamina, acetilcolina e glutamato usando técnicas genéticas e farmacológicas.

    Os resultados mostraram que a dopamina e a acetilcolina exibem padrões temporais complexos e anticorrelacionados durante a tomada de decisão. Isso significa que quando um neurotransmissor aumenta, o outro diminui, e vice-versa. Esses padrões são modulados pela história da decisão e pelo resultado da recompensa. Por exemplo, quando os camundongos recebem uma recompensa maior do que o esperado, a dopamina aumenta e a acetilcolina diminui. Quando os camundongos recebem uma recompensa menor do que o esperado, a dopamina diminui e a acetilcolina aumenta.

    Os pesquisadores também descobriram que a dopamina inibe a acetilcolina por meio de receptores de dopamina D2 (D2R), que são proteínas que se ligam à dopamina nas células nervosas. Quando os pesquisadores bloquearam os D2R, eles observaram um aumento nos níveis de acetilcolina e uma piora no desempenho dos camundongos na tarefa de decisão. Isso sugere que a inibição da dopamina sobre a acetilcolina é necessária para uma tomada de decisão eficiente.

    Além disso, os pesquisadores avaliaram a contribuição do glutamato para a liberação de acetilcolina no estriado ventrolateral. Eles identificaram duas fontes principais de glutamato: o córtex pré-frontal medial (mPFC) e o núcleo intralamelar da linha média (ILM), que são partes do cérebro que estão envolvidas na cognição e na emoção, respectivamente. Eles descobriram que o glutamato liberado por essas duas fontes é necessário para a liberação de acetilcolina no estriado ventrolateral. Quando os pesquisadores inibiram o glutamato proveniente do mPFC ou do ILM, eles observaram uma redução nos níveis de acetilcolina e uma piora no desempenho dos camundongos na tarefa de decisão.

    Esse estudo revela como a dopamina, a acetilcolina e o glutamato regulam dinamicamente a tomada de decisão no estriado ventrolateral. Ele mostra que esses três neurotransmissores formam um circuito complexo que ajusta constantemente os sinais cerebrais em resposta às mudanças nas condições ambientais e nos resultados das ações. Ele também sugere que o desequilíbrio entre esses neurotransmissores pode levar a distúrbios na tomada de decisão, como vício, compulsão e esquizofrenia.

  • Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    Poluição do ar em São Paulo: um inimigo invisível que ameaça a saúde respiratória

    A poluição atmosférica é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 7 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência da exposição aos poluentes do ar. Além disso, um estudo recente realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos mostrou que a poluição aumenta em até 65% o risco de pneumonias, uma das principais causas de morte no país.

    A poluição do ar pode causar ou agravar diversos problemas respiratórios, como asma, bronquite, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca e infecções respiratórias. Esses problemas podem comprometer a qualidade de vida e a capacidade de trabalho das pessoas, além de sobrecarregar o sistema de saúde.

    Algumas condições podem aumentar a vulnerabilidade aos efeitos nocivos da poluição atmosférica. Uma delas é o inverno, que costuma ter variações de temperatura e baixa umidade do ar. Esses fatores favorecem o aumento da concentração dos poluentes e a irritação das vias respiratórias. Outra condição é o tabagismo, que é um fator de risco para várias doenças respiratórias. Quem fuma tem um risco maior de adquirir pneumonia se estiver exposto à poluição do ar.

    Para prevenir e tratar os problemas respiratórios causados pela poluição atmosférica, algumas medidas são recomendadas. A primeira é evitar ou tratar o tabagismo, que é um hábito prejudicial à saúde em todos os aspectos. A segunda é buscar se vacinar contra as infecções respiratórias, como gripe, Covid-19 e bactérias pneumocócicas. As vacinas podem reduzir as chances de complicações e óbitos por essas doenças. A terceira é cobrar das autoridades mais medidas para reduzir a emissão dos poluentes do ar, como o controle da queima de combustíveis fósseis, o incentivo ao transporte público e à mobilidade ativa, e o monitoramento da qualidade do ar.

    A poluição atmosférica é um desafio que exige a conscientização e a participação de todos. Cuidar da saúde respiratória é uma forma de proteger a si mesmo e ao meio ambiente.

  • Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Estudo de Cambridge mostra diferenças cerebrais em pessoas com excesso de peso ou obesidade

    Um estudo da Universidade de Cambridge, publicado na revista Neuroimage: Clinical, encontrou diferenças no volume do hipotálamo, uma região do cérebro que regula o apetite, entre pessoas com peso saudável, excesso de peso e obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

    Os pesquisadores usaram um algoritmo de aprendizado de máquina para analisar varreduras cerebrais por MRI de 1.351 jovens adultos e descobriram que o hipotálamo era maior nos grupos com excesso de peso e obesos, especialmente nas sub-regiões que controlam a fome e a saciedade por meio da liberação de hormônios.

    Os autores do estudo sugerem que essa diferença pode estar relacionada à inflamação, que pode ser causada por uma dieta rica em gordura e que pode afetar a capacidade de sentir quando se está cheio ou com fome. Eles também dizem que mais pesquisas são necessárias para entender se as mudanças no hipotálamo são uma causa ou uma consequência do aumento do peso corporal.

    A obesidade é um problema de saúde pública que afeta bilhões de pessoas em todo o mundo e aumenta o risco de várias doenças, como diabetes, doenças cardíacas, câncer e problemas mentais. O estudo de Cambridge contribui para a compreensão dos mecanismos cerebrais envolvidos no controle do apetite e na obesidade.

  • Como uma nova técnica de estimulação cerebral pode ajudar os pacientes com Parkinson a caminhar melhor

    Como uma nova técnica de estimulação cerebral pode ajudar os pacientes com Parkinson a caminhar melhor

    A doença de Parkinson (PD) é um distúrbio neurodegenerativo que afeta cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo.

    Um dos sintomas mais comuns e debilitantes da PD é a dificuldade para caminhar, que pode levar a quedas, fraturas e perda de qualidade de vida. Embora existam medicamentos e cirurgias que podem aliviar alguns dos sintomas motores da PD, eles nem sempre são eficazes ou livres de efeitos colaterais. Por isso, há uma necessidade de desenvolver novas terapias que possam melhorar a função da marcha na PD de forma segura e não invasiva.

    Uma equipe de pesquisadores do Japão, liderada pelo Dr. Masahito Kobayashi, da Universidade de Tóquio, encontrou uma possível solução: a estimulação elétrica transcraniana (tES) em circuito fechado. A tES é uma técnica que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade no couro cabeludo, visando estimular ou inibir certas regiões do cérebro. A tES em circuito fechado é uma abordagem que adapta a estimulação ao estado fisiológico do indivíduo, usando sensores ou feedbacks para ajustar os parâmetros da estimulação.

    No caso do estudo do Dr. Kobayashi, a tES em circuito fechado foi usada para estimular o cerebelo, uma estrutura cerebral que desempenha um papel-chave no controle da marcha. O cerebelo recebe informações sensoriais e motoras do corpo e do ambiente e as integra para gerar movimentos coordenados e precisos. Na PD, o cerebelo pode ser afetado pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, que são responsáveis pela transmissão de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina é essencial para regular a atividade cerebral e o movimento voluntário.

    O objetivo do estudo foi testar se a estimulação do cerebelo poderia melhorar a marcha em pacientes com PD ou síndrome de Parkinson (PS), que é um conjunto de distúrbios que apresentam sintomas semelhantes aos da PD, mas com causas diferentes. O estudo recrutou 23 pacientes que foram randomizados para receber o tratamento ativo ou um tratamento simulado sem benefício terapêutico. O tratamento consistiu em aplicar uma corrente elétrica na região occipital da cabeça, usando dois eletrodos conectados a um dispositivo portátil. A corrente elétrica foi ajustada de acordo com o ritmo da marcha dos pacientes, medido por um sensor acoplado ao tornozelo. Os pacientes receberam dez sessões de tratamento, cada uma com duração de 20 minutos, ao longo de duas semanas.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Brain Stimulation e mostraram que o tratamento foi seguro e bem tolerado pelos pacientes. Além disso, o tratamento mostrou resultados encorajadores após apenas dez repetições. O grupo de tratamento apresentou uma melhora significativa nos parâmetros da marcha, incluindo velocidade, simetria e comprimento da passada. Essas melhorias foram mantidas por pelo menos duas semanas após o término do tratamento. Em contraste, o grupo simulado não apresentou nenhuma mudança significativa na marcha.

    O estudo sugere que a estimulação cerebral personalizada, sincronizada com o ritmo da marcha individual, pode melhorar efetivamente a função da marcha na PD e na PS e tem potencial para ser usada como uma terapia complementar para a reabilitação da marcha. No entanto, o estudo tem algumas limitações, como o tamanho pequeno da amostra, a duração curta do tratamento e a falta de acompanhamento a longo prazo. Os pesquisadores planejam realizar estudos maiores e mais longos para confirmar os benefícios da tES em circuito fechado na marcha e avaliar seus efeitos em outros aspectos cognitivos e emocionais dos pacientes com PD e PS.

    Fonte: Link.

    Um dos sintomas mais comuns e debilitantes da PD é a dificuldade para caminhar, que pode levar a quedas, fraturas e perda de qualidade de vida. Embora existam medicamentos e cirurgias que podem aliviar alguns dos sintomas motores da PD, eles nem sempre são eficazes ou livres de efeitos colaterais. Por isso, há uma necessidade de desenvolver novas terapias que possam melhorar a função da marcha na PD de forma segura e não invasiva.

    Uma equipe de pesquisadores do Japão, liderada pelo Dr. Masahito Kobayashi, da Universidade de Tóquio, encontrou uma possível solução: a estimulação elétrica transcraniana (tES) em circuito fechado. A tES é uma técnica que consiste em aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade no couro cabeludo, visando estimular ou inibir certas regiões do cérebro. A tES em circuito fechado é uma abordagem que adapta a estimulação ao estado fisiológico do indivíduo, usando sensores ou feedbacks para ajustar os parâmetros da estimulação.

    No caso do estudo do Dr. Kobayashi, a tES em circuito fechado foi usada para estimular o cerebelo, uma estrutura cerebral que desempenha um papel-chave no controle da marcha. O cerebelo recebe informações sensoriais e motoras do corpo e do ambiente e as integra para gerar movimentos coordenados e precisos. Na PD, o cerebelo pode ser afetado pela degeneração dos neurônios dopaminérgicos, que são responsáveis pela transmissão de um neurotransmissor chamado dopamina. A dopamina é essencial para regular a atividade cerebral e o movimento voluntário.

    O objetivo do estudo foi testar se a estimulação do cerebelo poderia melhorar a marcha em pacientes com PD ou síndrome de Parkinson (PS), que é um conjunto de distúrbios que apresentam sintomas semelhantes aos da PD, mas com causas diferentes. O estudo recrutou 23 pacientes que foram randomizados para receber o tratamento ativo ou um tratamento simulado sem benefício terapêutico. O tratamento consistiu em aplicar uma corrente elétrica na região occipital da cabeça, usando dois eletrodos conectados a um dispositivo portátil. A corrente elétrica foi ajustada de acordo com o ritmo da marcha dos pacientes, medido por um sensor acoplado ao tornozelo. Os pacientes receberam dez sessões de tratamento, cada uma com duração de 20 minutos, ao longo de duas semanas.

    Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Brain Stimulation e mostraram que o tratamento foi seguro e bem tolerado pelos pacientes. Além disso, o tratamento mostrou resultados encorajadores após apenas dez repetições. O grupo de tratamento apresentou uma melhora significativa nos parâmetros da marcha, incluindo velocidade, simetria e comprimento da passada. Essas melhorias foram mantidas por pelo menos duas semanas após o término do tratamento. Em contraste, o grupo simulado não apresentou nenhuma mudança significativa na marcha.

    O estudo sugere que a estimulação cerebral personalizada, sincronizada com o ritmo da marcha individual, pode melhorar efetivamente a função da marcha na PD e na PS e tem potencial para ser usada como uma terapia complementar para a reabilitação da marcha. No entanto, o estudo tem algumas limitações, como o tamanho pequeno da amostra, a duração curta do tratamento e a falta de acompanhamento a longo prazo. Os pesquisadores planejam realizar estudos maiores e mais longos para confirmar os benefícios da tES em circuito fechado na marcha e avaliar seus efeitos em outros aspectos cognitivos e emocionais dos pacientes com PD e PS.

    Fonte: Link.

  • 5 dietas da moda que não emagrecem e fazem mal para a saúde

    5 dietas da moda que não emagrecem e fazem mal para a saúde

    Você já tentou fazer alguma dieta que prometia resultados milagrosos, mas acabou se frustrando e até engordando mais?

    Infelizmente, muitas pessoas caem em armadilhas que podem prejudicar a saúde e o bem-estar. Veja a seguir 5 dietas enganosas que não emagrecem e fazem mal para a saúde.

    Dieta Detox

    A dieta detox é baseada na ideia de que é preciso eliminar as toxinas do corpo para perder peso e melhorar a saúde. Por isso, ela restringe vários alimentos e prioriza sucos, sopas e chás. No entanto, essa dieta não tem comprovação científica e pode causar deficiências nutricionais, perda de massa muscular, desidratação e efeito rebote.

    Dieta Low-Carb

    A dieta low-carb consiste em reduzir drasticamente o consumo de carboidratos, como pães, massas, arroz e frutas. Em contrapartida, ela aumenta o consumo de proteínas e gorduras, como carnes, ovos, queijos e óleos. Essa dieta pode até levar a uma perda de peso inicial, mas também pode provocar problemas como constipação, mau hálito, colesterol alto, pedras nos rins e cetoacidose.

    Dieta dos chás milagrosos

    A dieta dos chás milagrosos promete acelerar o metabolismo, queimar gordura e desinchar o corpo. Ela consiste em tomar vários tipos de chás ao longo do dia, como chá verde, chá de hibisco, chá de gengibre e chá de canela. Porém, essa dieta não tem evidências científicas de que funciona e pode causar efeitos colaterais como insônia, irritação, gastrite, diarreia e arritmia cardíaca.

    Dieta da sopa

    A dieta da sopa é uma das mais populares entre as pessoas que querem emagrecer rápido. Ela consiste em substituir as refeições principais por sopas caseiras ou industrializadas. Essa dieta pode até gerar uma perda de peso temporária, mas também pode levar à desnutrição, fraqueza, anemia, queda de cabelo e flacidez da pele.

    Dieta do tipo sanguíneo

    A dieta do tipo sanguíneo é baseada na teoria de que cada tipo de sangue (A, B, AB ou O) tem uma alimentação mais adequada. Por exemplo, as pessoas do tipo A devem comer mais vegetais e evitar carne vermelha, enquanto as do tipo O devem fazer o contrário. Essa dieta não tem nenhuma comprovação científica e pode excluir alimentos importantes para a saúde.

    Infelizmente, muitas pessoas caem em armadilhas que podem prejudicar a saúde e o bem-estar. Veja a seguir 5 dietas enganosas que não emagrecem e fazem mal para a saúde.

    Dieta Detox

    A dieta detox é baseada na ideia de que é preciso eliminar as toxinas do corpo para perder peso e melhorar a saúde. Por isso, ela restringe vários alimentos e prioriza sucos, sopas e chás. No entanto, essa dieta não tem comprovação científica e pode causar deficiências nutricionais, perda de massa muscular, desidratação e efeito rebote.

    Dieta Low-Carb

    A dieta low-carb consiste em reduzir drasticamente o consumo de carboidratos, como pães, massas, arroz e frutas. Em contrapartida, ela aumenta o consumo de proteínas e gorduras, como carnes, ovos, queijos e óleos. Essa dieta pode até levar a uma perda de peso inicial, mas também pode provocar problemas como constipação, mau hálito, colesterol alto, pedras nos rins e cetoacidose.

    Dieta dos chás milagrosos

    A dieta dos chás milagrosos promete acelerar o metabolismo, queimar gordura e desinchar o corpo. Ela consiste em tomar vários tipos de chás ao longo do dia, como chá verde, chá de hibisco, chá de gengibre e chá de canela. Porém, essa dieta não tem evidências científicas de que funciona e pode causar efeitos colaterais como insônia, irritação, gastrite, diarreia e arritmia cardíaca.

    Dieta da sopa

    A dieta da sopa é uma das mais populares entre as pessoas que querem emagrecer rápido. Ela consiste em substituir as refeições principais por sopas caseiras ou industrializadas. Essa dieta pode até gerar uma perda de peso temporária, mas também pode levar à desnutrição, fraqueza, anemia, queda de cabelo e flacidez da pele.

    Dieta do tipo sanguíneo

    A dieta do tipo sanguíneo é baseada na teoria de que cada tipo de sangue (A, B, AB ou O) tem uma alimentação mais adequada. Por exemplo, as pessoas do tipo A devem comer mais vegetais e evitar carne vermelha, enquanto as do tipo O devem fazer o contrário. Essa dieta não tem nenhuma comprovação científica e pode excluir alimentos importantes para a saúde.

  • Chá de banana é bom para emagrecer?

    Chá de banana é bom para emagrecer?

    O chá de banana é uma bebida popular que promete ajudar a perder peso e barriga. Mas será que ele realmente funciona?

    Neste artigo, vamos explicar o que é o chá de banana, quais são os seus benefícios e como prepará-lo.

    O que é o chá de banana?

    O chá de banana é uma bebida feita com a fruta ou a casca da banana, que pode ser consumida quente ou fria. A banana é uma fruta rica em energia, vitaminas, minerais e fibras, que podem trazer vários benefícios para a saúde. Alguns dos nutrientes presentes na banana são:

    • Potássio: ajuda a regular a pressão arterial, a prevenir cãibras e a melhorar o funcionamento dos músculos e do coração.

    • Magnésio: participa de mais de 300 reações enzimáticas no organismo, auxiliando na produção de energia, na saúde óssea e na função nervosa.

    • Triptofano: é um aminoácido essencial que ajuda na produção de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor, o sono e o apetite.

    • Vitamina B6: é importante para o metabolismo das proteínas, dos carboidratos e das gorduras, além de contribuir para a saúde do sistema nervoso e imunológico.

    Quais são os benefícios do chá de banana?

    O chá de banana pode ter alguns benefícios para a saúde, como:

    • Fornecer energia: a banana é uma fonte de carboidratos complexos, que são digeridos lentamente e fornecem energia ao longo do dia.

    • Regular o intestino: a banana contém fibras solúveis e insolúveis, que ajudam a formar o bolo fecal e a facilitar o trânsito intestinal.

    • Diminuir o apetite: a banana tem um alto poder de saciedade, pois aumenta a liberação de hormônios que sinalizam ao cérebro que estamos satisfeitos.

    • Promover a relaxamento: a banana contém triptofano, que pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono.

    O chá de banana emagrece?

    Não há evidências científicas que comprovem que o chá de banana tenha um efeito emagrecedor específico. O chá de banana pode ajudar a regular o intestino, diminuir o apetite e promover a saciedade, mas isso não significa que ele seja um produto milagroso para a perda de peso. O chá de banana deve ser consumido com moderação, pois a banana é uma fruta rica em açúcar natural. Além disso, o chá de banana não substitui uma alimentação saudável e equilibrada, nem a prática de exercícios físicos regulares.

    Como fazer o chá de banana?

    Existem várias formas de fazer o chá de banana, mas uma das mais simples é usar a casca da fruta. Veja como:

    • Lave bem uma banana orgânica e corte as pontas.

    • Corte a casca em pedaços pequenos e coloque em uma panela com água.

    • Leve ao fogo e deixe ferver por cerca de 15 minutos.

    • Desligue o fogo e coe o líquido.

    • Adoce com mel ou açúcar mascavo se desejar.

    Você pode beber o chá quente ou frio, uma ou duas vezes ao dia. Você também pode aproveitar a polpa da banana para fazer uma vitamina ou uma sobremesa.

    O chá de banana é uma bebida feita com a fruta ou a casca da banana, que pode ter alguns benefícios para a saúde. No entanto, não há evidências científicas que comprovem que ele tenha um efeito emagrecedor específico. O chá de banana deve ser consumido com moderação e acompanhado de uma alimentação saudável e equilibrada, além da prática de exercícios físicos regulares.

    Neste artigo, vamos explicar o que é o chá de banana, quais são os seus benefícios e como prepará-lo.

    O que é o chá de banana?

    O chá de banana é uma bebida feita com a fruta ou a casca da banana, que pode ser consumida quente ou fria. A banana é uma fruta rica em energia, vitaminas, minerais e fibras, que podem trazer vários benefícios para a saúde. Alguns dos nutrientes presentes na banana são:

    • Potássio: ajuda a regular a pressão arterial, a prevenir cãibras e a melhorar o funcionamento dos músculos e do coração.

    • Magnésio: participa de mais de 300 reações enzimáticas no organismo, auxiliando na produção de energia, na saúde óssea e na função nervosa.

    • Triptofano: é um aminoácido essencial que ajuda na produção de serotonina, um neurotransmissor que regula o humor, o sono e o apetite.

    • Vitamina B6: é importante para o metabolismo das proteínas, dos carboidratos e das gorduras, além de contribuir para a saúde do sistema nervoso e imunológico.

    Quais são os benefícios do chá de banana?

    O chá de banana pode ter alguns benefícios para a saúde, como:

    • Fornecer energia: a banana é uma fonte de carboidratos complexos, que são digeridos lentamente e fornecem energia ao longo do dia.

    • Regular o intestino: a banana contém fibras solúveis e insolúveis, que ajudam a formar o bolo fecal e a facilitar o trânsito intestinal.

    • Diminuir o apetite: a banana tem um alto poder de saciedade, pois aumenta a liberação de hormônios que sinalizam ao cérebro que estamos satisfeitos.

    • Promover a relaxamento: a banana contém triptofano, que pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, além de melhorar a qualidade do sono.

    O chá de banana emagrece?

    Não há evidências científicas que comprovem que o chá de banana tenha um efeito emagrecedor específico. O chá de banana pode ajudar a regular o intestino, diminuir o apetite e promover a saciedade, mas isso não significa que ele seja um produto milagroso para a perda de peso. O chá de banana deve ser consumido com moderação, pois a banana é uma fruta rica em açúcar natural. Além disso, o chá de banana não substitui uma alimentação saudável e equilibrada, nem a prática de exercícios físicos regulares.

    Como fazer o chá de banana?

    Existem várias formas de fazer o chá de banana, mas uma das mais simples é usar a casca da fruta. Veja como:

    • Lave bem uma banana orgânica e corte as pontas.

    • Corte a casca em pedaços pequenos e coloque em uma panela com água.

    • Leve ao fogo e deixe ferver por cerca de 15 minutos.

    • Desligue o fogo e coe o líquido.

    • Adoce com mel ou açúcar mascavo se desejar.

    Você pode beber o chá quente ou frio, uma ou duas vezes ao dia. Você também pode aproveitar a polpa da banana para fazer uma vitamina ou uma sobremesa.

    O chá de banana é uma bebida feita com a fruta ou a casca da banana, que pode ter alguns benefícios para a saúde. No entanto, não há evidências científicas que comprovem que ele tenha um efeito emagrecedor específico. O chá de banana deve ser consumido com moderação e acompanhado de uma alimentação saudável e equilibrada, além da prática de exercícios físicos regulares.

  • O que é a esclerose lateral amiotrófica e como ela afeta o corpo humano?

    O que é a esclerose lateral amiotrófica e como ela afeta o corpo humano?

    A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica degenerativa que afeta os neurônios motores, que são as células nervosas responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários dos músculos.

    A ELA causa a perda progressiva e irreversível da força e da coordenação muscular, levando à paralisia e à dificuldade para falar, engolir e respirar. A ELA não tem cura e a sua causa é desconhecida na maioria dos casos.

    A ELA é uma doença rara, que afeta cerca de cinco em cada 100 mil pessoas no mundo. Ela é mais comum em homens entre 40 e 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade e sexo. A ELA pode ser classificada em dois tipos: esporádica e familiar. A forma esporádica é a mais frequente, representando cerca de 90% dos casos, e não tem uma causa definida. A forma familiar é hereditária, representando cerca de 10% dos casos, e está relacionada a mutações genéticas em alguns genes.

    Os sintomas da ELA variam de acordo com a área do cérebro afetada, mas podem incluir:

    • Fraqueza muscular, que pode começar em um braço ou uma perna e se espalhar para outras partes do corpo.

    • Cãibras, fasciculações (contrações involuntárias dos músculos) e atrofia muscular.

    • Alterações na voz, na fala e na articulação das palavras.

    • Dificuldade para engolir, mastigar e salivar.

    • Dificuldade para respirar, que pode exigir o uso de ventilação mecânica.

    • Alterações no humor, na personalidade e na cognição.

    O diagnóstico da ELA é feito por meio de exames clínicos, de imagem, de sangue e de punção lombar. Não há um exame específico para confirmar a doença, mas sim para descartar outras condições que possam causar sintomas semelhantes. O tratamento da ELA visa atrasar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente, com o uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e suporte respiratório. A expectativa de vida média após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas alguns casos podem ter maior longevidade.

    A ELA é uma doença grave e incurável, que afeta profundamente a vida do paciente e de seus familiares. Por isso, é importante buscar apoio médico, psicológico e social para enfrentar os desafios impostos pela doença. Além disso, é fundamental apoiar as pesquisas científicas que buscam compreender melhor as causas, os mecanismos e os possíveis tratamentos para a ELA.

    A ELA causa a perda progressiva e irreversível da força e da coordenação muscular, levando à paralisia e à dificuldade para falar, engolir e respirar. A ELA não tem cura e a sua causa é desconhecida na maioria dos casos.

    A ELA é uma doença rara, que afeta cerca de cinco em cada 100 mil pessoas no mundo. Ela é mais comum em homens entre 40 e 50 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade e sexo. A ELA pode ser classificada em dois tipos: esporádica e familiar. A forma esporádica é a mais frequente, representando cerca de 90% dos casos, e não tem uma causa definida. A forma familiar é hereditária, representando cerca de 10% dos casos, e está relacionada a mutações genéticas em alguns genes.

    Os sintomas da ELA variam de acordo com a área do cérebro afetada, mas podem incluir:

    • Fraqueza muscular, que pode começar em um braço ou uma perna e se espalhar para outras partes do corpo.

    • Cãibras, fasciculações (contrações involuntárias dos músculos) e atrofia muscular.

    • Alterações na voz, na fala e na articulação das palavras.

    • Dificuldade para engolir, mastigar e salivar.

    • Dificuldade para respirar, que pode exigir o uso de ventilação mecânica.

    • Alterações no humor, na personalidade e na cognição.

    O diagnóstico da ELA é feito por meio de exames clínicos, de imagem, de sangue e de punção lombar. Não há um exame específico para confirmar a doença, mas sim para descartar outras condições que possam causar sintomas semelhantes. O tratamento da ELA visa atrasar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente, com o uso de medicamentos, fisioterapia, fonoaudiologia e suporte respiratório. A expectativa de vida média após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas alguns casos podem ter maior longevidade.

    A ELA é uma doença grave e incurável, que afeta profundamente a vida do paciente e de seus familiares. Por isso, é importante buscar apoio médico, psicológico e social para enfrentar os desafios impostos pela doença. Além disso, é fundamental apoiar as pesquisas científicas que buscam compreender melhor as causas, os mecanismos e os possíveis tratamentos para a ELA.

  • Os piores sintomas da baixa umidade do ar e o que fazer para amenizar os seus efeitos

    Os piores sintomas da baixa umidade do ar e o que fazer para amenizar os seus efeitos

    Você já sentiu a sua pele mais seca, os seus olhos mais irritados e a sua garganta mais arranhada em dias de tempo seco?

    Esses são alguns dos sintomas que a baixa umidade do ar pode causar no seu organismo. A umidade do ar é a quantidade de vapor de água presente na atmosfera, e ela varia de acordo com o clima, a temperatura e a altitude. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a umidade do ar ideal para o bem-estar humano seja entre 40% e 70%. Quando ela cai abaixo de 30%, é considerada uma situação de alerta, pois pode trazer diversos problemas de saúde.

    A baixa umidade do ar resseca as mucosas que revestem o nariz, a boca e os olhos, diminuindo a sua capacidade de defesa contra agentes externos, como vírus, bactérias e poluentes. Isso pode favorecer o surgimento de infecções respiratórias, como sinusite, rinite, faringite, laringite, bronquite e pneumonia. Além disso, a baixa umidade do ar pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça, sangramento nasal, alergias, asma e desidratação. As pessoas mais vulneráveis aos efeitos da baixa umidade do ar são as crianças, os idosos, os fumantes e os portadores de doenças crônicas.

    Para se proteger dos danos da baixa umidade do ar, é importante seguir algumas medidas simples, mas eficazes. A principal delas é manter a hidratação interna do corpo, bebendo pelo menos dois litros de água por dia e evitando bebidas alcoólicas e cafeinadas, que podem aumentar a perda de líquidos. Outra dica é usar umidificadores de ar ou toalhas molhadas nos ambientes fechados, para aumentar a umidade do ar e evitar o ressecamento das mucosas. Também é recomendável evitar exposição ao sol e exercícios físicos intensos nos horários mais secos do dia, geralmente entre 10h e 16h.

    Além disso, é aconselhável usar soro fisiológico para lubrificar os olhos e o nariz, usar hidratantes para a pele e evitar o uso de ar-condicionado. Por fim, é importante procurar um médico se os sintomas persistirem ou se agravarem.

    A baixa umidade do ar é uma condição climática que pode afetar negativamente a sua saúde. Por isso, é essencial estar atento aos sinais do seu corpo e adotar hábitos saudáveis para prevenir e aliviar os seus efeitos.

    Esses são alguns dos sintomas que a baixa umidade do ar pode causar no seu organismo. A umidade do ar é a quantidade de vapor de água presente na atmosfera, e ela varia de acordo com o clima, a temperatura e a altitude. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a umidade do ar ideal para o bem-estar humano seja entre 40% e 70%. Quando ela cai abaixo de 30%, é considerada uma situação de alerta, pois pode trazer diversos problemas de saúde.

    A baixa umidade do ar resseca as mucosas que revestem o nariz, a boca e os olhos, diminuindo a sua capacidade de defesa contra agentes externos, como vírus, bactérias e poluentes. Isso pode favorecer o surgimento de infecções respiratórias, como sinusite, rinite, faringite, laringite, bronquite e pneumonia. Além disso, a baixa umidade do ar pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça, sangramento nasal, alergias, asma e desidratação. As pessoas mais vulneráveis aos efeitos da baixa umidade do ar são as crianças, os idosos, os fumantes e os portadores de doenças crônicas.

    Para se proteger dos danos da baixa umidade do ar, é importante seguir algumas medidas simples, mas eficazes. A principal delas é manter a hidratação interna do corpo, bebendo pelo menos dois litros de água por dia e evitando bebidas alcoólicas e cafeinadas, que podem aumentar a perda de líquidos. Outra dica é usar umidificadores de ar ou toalhas molhadas nos ambientes fechados, para aumentar a umidade do ar e evitar o ressecamento das mucosas. Também é recomendável evitar exposição ao sol e exercícios físicos intensos nos horários mais secos do dia, geralmente entre 10h e 16h.

    Além disso, é aconselhável usar soro fisiológico para lubrificar os olhos e o nariz, usar hidratantes para a pele e evitar o uso de ar-condicionado. Por fim, é importante procurar um médico se os sintomas persistirem ou se agravarem.

    A baixa umidade do ar é uma condição climática que pode afetar negativamente a sua saúde. Por isso, é essencial estar atento aos sinais do seu corpo e adotar hábitos saudáveis para prevenir e aliviar os seus efeitos.

  • Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    Hidroximetilbutirato: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Um suplemento chamado hidroximetilbutirato (HMB), uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina e usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, também pode ter benefícios para o cérebro.

    Em um novo estudo, pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.