Categoria: Saúde

  • Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    Casos de SRAG causados por Covid-19 e influenza diminuem na maioria dos estados, diz Fiocruz

    O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta sexta-feira (4) mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e pelo vírus influenza A e B estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos estados brasileiros, exceto no Acre e no Espírito Santo, onde há sinal de…

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

    A análise se baseia nos dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até a semana epidemiológica 34, que compreende o período de 22 a 28 de agosto.

    Segundo o boletim, nas crianças e pré-adolescentes de 5 a 14 anos, há crescimento ou manutenção de patamar elevado de SRAG em alguns estados, principalmente em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul. Nessa faixa etária, o vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal agente etiológico identificado nas amostras testadas, mas já apresenta sinais de queda na maioria dos estados. Em Minas Gerais, o aumento pode estar associado ao rinovírus e metapneumovírus.

    Em 2023, foram notificados 114.994 casos de SRAG, sendo 31,1% para Covid-19 e 10,4% para influenza A e B. Foram registrados 6.831 óbitos por SRAG, sendo 43,1% para Covid-19 e 21,6% para influenza A e B. A taxa de letalidade por SRAG foi de 5,9%, sendo 8,4% para Covid-19 e 12,7% para influenza A e B.

    O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ressalta que a tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG não significa que a pandemia está controlada no país. Ele alerta que os números ainda estão em patamares elevados e que é preciso manter as medidas de prevenção, como uso de máscara, distanciamento físico e higiene das mãos. Ele também recomenda a vacinação contra a Covid-19 e a influenza para reduzir os riscos de complicações e óbitos.

  • Como lidar com o ar seco e proteger a saúde respiratória

    Como lidar com o ar seco e proteger a saúde respiratória

    O ar seco é um problema que afeta muitas pessoas, especialmente em épocas de baixa umidade ou em locais com climas áridos.

    O ar seco pode causar diversos desconfortos, como ressecamento da pele, dos olhos, da boca e do nariz, além de aumentar o risco de infecções respiratórias, alergias, asma e sinusite.

    Mas o que fazer quando o ar está muito seco? Existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os efeitos do ar seco e a proteger a saúde respiratória. Confira algumas dicas a seguir:

    Lave o nariz com soro fisiológico

    Uma das formas de aliviar o ressecamento das mucosas é lavar o nariz com soro fisiológico. O soro ajuda a hidratar e a limpar as vias aéreas, facilitando o processo de respiração e prevenindo o acúmulo de impurezas que podem causar irritações e infecções.

    Você pode usar um frasco de soro fisiológico pronto ou preparar uma solução caseira com água filtrada e sal. Aplique o soro no nariz com uma seringa ou um conta-gotas, inclinando a cabeça para frente e para o lado. Repita o procedimento duas ou três vezes ao dia.

    Faça exercícios físicos moderados

    Os exercícios físicos são benéficos para a saúde em geral, mas devem ser feitos com moderação quando o ar está muito seco. Isso porque a atividade física intensa pode sobrecarregar o sistema respiratório e causar desidratação.

    O ideal é fazer exercícios moderados, como caminhada, bicicleta ou natação, preferencialmente em horários menos quentes e mais úmidos do dia, como pela manhã ou à noite. Também é importante beber bastante água antes, durante e depois dos exercícios, para repor os líquidos perdidos pelo suor.

    Reduza os níveis de estresse

    O estresse é um fator que pode afetar negativamente o sistema imunológico e a resistência às doenças. Quando estamos estressados, nosso corpo libera hormônios que podem alterar o funcionamento dos órgãos e das células de defesa, tornando-nos mais vulneráveis às infecções respiratórias.

    Por isso, é importante procurar reduzir os níveis de estresse no dia a dia, adotando hábitos saudáveis como dormir bem, alimentar-se de forma equilibrada, praticar atividades relaxantes como meditação, yoga ou leitura, e evitar situações conflituosas ou desgastantes.

    Evite mudanças bruscas de temperatura

    As mudanças bruscas de temperatura podem irritar as vias aéreas e causar inflamações que dificultam a respiração. Por exemplo, sair de um ambiente quente e seco para um ambiente frio e úmido pode provocar uma reação do organismo chamada vasoconstrição, que consiste na contração dos vasos sanguíneos para preservar o calor corporal.

    Essa reação pode reduzir o fluxo de sangue para as mucosas, deixando-as mais secas e suscetíveis a infecções. Além disso, as mudanças de temperatura podem alterar a produção de muco nasal, que é uma barreira natural contra os agentes infecciosos.

    Para evitar esses problemas, é recomendável usar roupas adequadas ao clima e evitar se expor a variações térmicas excessivas. Também é importante manter uma boa higiene nasal e bucal, para eliminar as impurezas que podem se acumular nas vias aéreas.

    Purifique o ambiente

    Uma das formas mais eficazes de amenizar o ar seco é purificar o ambiente onde você vive ou trabalha. Existem várias maneiras de aumentar a umidade relativa do ar e torná-lo mais confortável para a respiração.

    Uma delas é usar plantas no ambiente, pois elas liberam vapor d’água através da transpiração e ajudam a refrescar o ar. Outra opção é colocar toalhas molhadas, bacias de água ou umidificadores de ar nos cômodos, para evaporar a água e umedecer o ar.

    No entanto, é preciso ter cuidado com a limpeza desses objetos, pois eles podem se tornar focos de proliferação de bactérias e fungos que podem contaminar o ar e causar doenças. Por isso, é recomendável trocar a água e lavar as toalhas diariamente, e limpar os umidificadores conforme as instruções do fabricante.

    Mantenha-se hidratado

    A hidratação é fundamental para evitar a desidratação e lubrificar as mucosas do corpo. Quando o ar está muito seco, perdemos mais água pela respiração e pelo suor, o que pode causar sintomas como sede, boca seca, dor de cabeça, tontura e cansaço.

    Para prevenir esses problemas, é essencial beber bastante água e outros líquidos saudáveis, como sucos naturais, chás ou água de coco. A recomendação geral é ingerir cerca de dois litros de água por dia, mas essa quantidade pode variar de acordo com o peso, a idade, a atividade física e as condições climáticas de cada pessoa.

    Além de beber líquidos, também é importante consumir alimentos ricos em água, como frutas, verduras e legumes, que ajudam a hidratar o organismo e a fornecer vitaminas e minerais que fortalecem o sistema imunológico.

    Faça a manutenção do ar condicionado

    O ar condicionado é um aparelho que pode ser útil para regular a temperatura do ambiente, mas também pode ser prejudicial para a saúde respiratória se não for usado adequadamente. Isso porque o ar condicionado pode ressecar ainda mais o ar e dispersar partículas de poeira, pólen, ácaros e outros alérgenos que podem irritar as vias aéreas.

    Para evitar esses problemas, é importante fazer a manutenção e a limpeza do filtro do ar condicionado periodicamente, seguindo as orientações do fabricante. Também é recomendável não deixar o aparelho ligado por muito tempo ou em temperaturas muito baixas, pois isso pode causar choques térmicos e resfriados.

    Abra as janelas

    Outra medida simples que pode ajudar a melhorar a qualidade do ar é abrir as janelas para permitir a entrada de ar fresco e renovado no ambiente. Isso ajuda a ventilar o local e a eliminar os poluentes que podem se acumular no ar interno.

    No entanto, é preciso ter cuidado com o horário em que se abre as janelas, pois em alguns momentos do dia o ar externo pode estar mais poluído ou mais seco do que o interno. O ideal é abrir as janelas pela manhã ou à noite, quando o ar está mais fresco e úmido.

    Evite fumar ou ficar perto de fumantes

    O cigarro é um dos maiores inimigos da saúde respiratória, pois contém substâncias tóxicas que podem causar danos irreversíveis aos pulmões e às vias aéreas. O cigarro agrava os efeitos do ar seco e aumenta o risco de doenças como bronquite, enfisema, asma e câncer.

    Por isso, é fundamental evitar fumar ou ficar perto de fumantes, pois a fumaça do cigarro também afeta as pessoas que estão ao redor. O tabagismo passivo pode causar sintomas como tosse, irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça e alergias.

    Se você fuma e quer parar, procure ajuda médica ou psicológica para superar o vício. Existem tratamentos farmacológicos e terapêuticos que podem ajudá-lo a largar o cigarro e melhorar sua qualidade de vida.

    O ar seco é um problema que pode afetar a saúde respiratória de muitas pessoas. No entanto, existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os desconfortos causados pelo ar seco e a proteger os pulmões e as vias aéreas. Seguindo essas dicas, você pode respirar melhor e viver com mais saúde.

    O ar seco pode causar diversos desconfortos, como ressecamento da pele, dos olhos, da boca e do nariz, além de aumentar o risco de infecções respiratórias, alergias, asma e sinusite.

    Mas o que fazer quando o ar está muito seco? Existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os efeitos do ar seco e a proteger a saúde respiratória. Confira algumas dicas a seguir:

    Lave o nariz com soro fisiológico

    Uma das formas de aliviar o ressecamento das mucosas é lavar o nariz com soro fisiológico. O soro ajuda a hidratar e a limpar as vias aéreas, facilitando o processo de respiração e prevenindo o acúmulo de impurezas que podem causar irritações e infecções.

    Você pode usar um frasco de soro fisiológico pronto ou preparar uma solução caseira com água filtrada e sal. Aplique o soro no nariz com uma seringa ou um conta-gotas, inclinando a cabeça para frente e para o lado. Repita o procedimento duas ou três vezes ao dia.

    Faça exercícios físicos moderados

    Os exercícios físicos são benéficos para a saúde em geral, mas devem ser feitos com moderação quando o ar está muito seco. Isso porque a atividade física intensa pode sobrecarregar o sistema respiratório e causar desidratação.

    O ideal é fazer exercícios moderados, como caminhada, bicicleta ou natação, preferencialmente em horários menos quentes e mais úmidos do dia, como pela manhã ou à noite. Também é importante beber bastante água antes, durante e depois dos exercícios, para repor os líquidos perdidos pelo suor.

    Reduza os níveis de estresse

    O estresse é um fator que pode afetar negativamente o sistema imunológico e a resistência às doenças. Quando estamos estressados, nosso corpo libera hormônios que podem alterar o funcionamento dos órgãos e das células de defesa, tornando-nos mais vulneráveis às infecções respiratórias.

    Por isso, é importante procurar reduzir os níveis de estresse no dia a dia, adotando hábitos saudáveis como dormir bem, alimentar-se de forma equilibrada, praticar atividades relaxantes como meditação, yoga ou leitura, e evitar situações conflituosas ou desgastantes.

    Evite mudanças bruscas de temperatura

    As mudanças bruscas de temperatura podem irritar as vias aéreas e causar inflamações que dificultam a respiração. Por exemplo, sair de um ambiente quente e seco para um ambiente frio e úmido pode provocar uma reação do organismo chamada vasoconstrição, que consiste na contração dos vasos sanguíneos para preservar o calor corporal.

    Essa reação pode reduzir o fluxo de sangue para as mucosas, deixando-as mais secas e suscetíveis a infecções. Além disso, as mudanças de temperatura podem alterar a produção de muco nasal, que é uma barreira natural contra os agentes infecciosos.

    Para evitar esses problemas, é recomendável usar roupas adequadas ao clima e evitar se expor a variações térmicas excessivas. Também é importante manter uma boa higiene nasal e bucal, para eliminar as impurezas que podem se acumular nas vias aéreas.

    Purifique o ambiente

    Uma das formas mais eficazes de amenizar o ar seco é purificar o ambiente onde você vive ou trabalha. Existem várias maneiras de aumentar a umidade relativa do ar e torná-lo mais confortável para a respiração.

    Uma delas é usar plantas no ambiente, pois elas liberam vapor d’água através da transpiração e ajudam a refrescar o ar. Outra opção é colocar toalhas molhadas, bacias de água ou umidificadores de ar nos cômodos, para evaporar a água e umedecer o ar.

    No entanto, é preciso ter cuidado com a limpeza desses objetos, pois eles podem se tornar focos de proliferação de bactérias e fungos que podem contaminar o ar e causar doenças. Por isso, é recomendável trocar a água e lavar as toalhas diariamente, e limpar os umidificadores conforme as instruções do fabricante.

    Mantenha-se hidratado

    A hidratação é fundamental para evitar a desidratação e lubrificar as mucosas do corpo. Quando o ar está muito seco, perdemos mais água pela respiração e pelo suor, o que pode causar sintomas como sede, boca seca, dor de cabeça, tontura e cansaço.

    Para prevenir esses problemas, é essencial beber bastante água e outros líquidos saudáveis, como sucos naturais, chás ou água de coco. A recomendação geral é ingerir cerca de dois litros de água por dia, mas essa quantidade pode variar de acordo com o peso, a idade, a atividade física e as condições climáticas de cada pessoa.

    Além de beber líquidos, também é importante consumir alimentos ricos em água, como frutas, verduras e legumes, que ajudam a hidratar o organismo e a fornecer vitaminas e minerais que fortalecem o sistema imunológico.

    Faça a manutenção do ar condicionado

    O ar condicionado é um aparelho que pode ser útil para regular a temperatura do ambiente, mas também pode ser prejudicial para a saúde respiratória se não for usado adequadamente. Isso porque o ar condicionado pode ressecar ainda mais o ar e dispersar partículas de poeira, pólen, ácaros e outros alérgenos que podem irritar as vias aéreas.

    Para evitar esses problemas, é importante fazer a manutenção e a limpeza do filtro do ar condicionado periodicamente, seguindo as orientações do fabricante. Também é recomendável não deixar o aparelho ligado por muito tempo ou em temperaturas muito baixas, pois isso pode causar choques térmicos e resfriados.

    Abra as janelas

    Outra medida simples que pode ajudar a melhorar a qualidade do ar é abrir as janelas para permitir a entrada de ar fresco e renovado no ambiente. Isso ajuda a ventilar o local e a eliminar os poluentes que podem se acumular no ar interno.

    No entanto, é preciso ter cuidado com o horário em que se abre as janelas, pois em alguns momentos do dia o ar externo pode estar mais poluído ou mais seco do que o interno. O ideal é abrir as janelas pela manhã ou à noite, quando o ar está mais fresco e úmido.

    Evite fumar ou ficar perto de fumantes

    O cigarro é um dos maiores inimigos da saúde respiratória, pois contém substâncias tóxicas que podem causar danos irreversíveis aos pulmões e às vias aéreas. O cigarro agrava os efeitos do ar seco e aumenta o risco de doenças como bronquite, enfisema, asma e câncer.

    Por isso, é fundamental evitar fumar ou ficar perto de fumantes, pois a fumaça do cigarro também afeta as pessoas que estão ao redor. O tabagismo passivo pode causar sintomas como tosse, irritação nos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça e alergias.

    Se você fuma e quer parar, procure ajuda médica ou psicológica para superar o vício. Existem tratamentos farmacológicos e terapêuticos que podem ajudá-lo a largar o cigarro e melhorar sua qualidade de vida.

    O ar seco é um problema que pode afetar a saúde respiratória de muitas pessoas. No entanto, existem algumas medidas simples que podem ajudar a amenizar os desconfortos causados pelo ar seco e a proteger os pulmões e as vias aéreas. Seguindo essas dicas, você pode respirar melhor e viver com mais saúde.

  • Ozonioterapia: entidades médicas pedem veto de Lula a lei que autoriza técnica sem comprovação científica

    Ozonioterapia: entidades médicas pedem veto de Lula a lei que autoriza técnica sem comprovação científica

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até esta sexta-feira (4) para decidir se sanciona ou veta uma lei que autoriza o uso da ozonioterapia como tratamento complementar no Sistema Único de Saúde (SUS) e nos planos de saúde privados.

    A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho, com pouca resistência dos parlamentares, mas enfrenta forte oposição de entidades médicas e do Ministério da Saúde, que consideram a técnica sem comprovação científica de sua eficácia e segurança.

    A ozonioterapia consiste em aplicar uma mistura de gás oxigênio e ozônio no corpo humano, por meio de injeções, insuflações, auto-hemoterapia ou outras vias. Segundo a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), que defende a técnica, o ozônio tem propriedades anti-inflamatórias, antissépticas, analgésicas e imunomoduladoras, e pode ser usado para tratar diversas doenças, como infecções, feridas, dores crônicas, câncer e diabetes.

    No entanto, o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia para essas finalidades. Eles alertam que a técnica pode causar efeitos adversos graves, como embolia gasosa, infecções, alergias e necrose tecidual.

    Além disso, eles argumentam que a lei que autoriza a ozonioterapia é inconstitucional, pois fere o princípio da separação dos poderes, ao invadir a competência do CFM e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para regular as práticas médicas no país. Eles também apontam que a lei viola o direito à saúde, ao permitir que tratamentos sem eficácia comprovada sejam oferecidos à população.

    A Anvisa só autoriza o uso de equipamentos de ozonioterapia para alguns tratamentos odontológicos e estéticos, como clareamento dental e remoção de manchas na pele. Para outras finalidades, a agência exige que sejam realizados estudos clínicos controlados e registrados na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    A Aboz afirma que existem mais de 26 mil publicações científicas sobre a ozonioterapia no mundo, e que a técnica é reconhecida em mais de 50 países. A associação diz que a ozonioterapia é uma prática integrativa e complementar à medicina convencional, e que não pretende substituir os tratamentos já existentes. Ela também defende que a lei respeita a autonomia dos profissionais de saúde e dos pacientes, e que não gera custos adicionais ao SUS ou aos planos de saúde.

    A decisão do presidente Lula sobre a sanção ou veto da lei pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), caso alguma entidade médica ou outro órgão entre com uma ação direta de inconstitucionalidade. O STF já julgou casos semelhantes envolvendo outras práticas médicas controversas, como a fosfoetanolamina sintética (conhecida como “pílula do câncer”) e as terapias celulares (como o uso de células-tronco). Em ambos os casos, o STF decidiu pela inconstitucionalidade das leis que autorizavam esses tratamentos sem comprovação científica.

    A lei foi aprovada pelo Congresso Nacional em junho, com pouca resistência dos parlamentares, mas enfrenta forte oposição de entidades médicas e do Ministério da Saúde, que consideram a técnica sem comprovação científica de sua eficácia e segurança.

    A ozonioterapia consiste em aplicar uma mistura de gás oxigênio e ozônio no corpo humano, por meio de injeções, insuflações, auto-hemoterapia ou outras vias. Segundo a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), que defende a técnica, o ozônio tem propriedades anti-inflamatórias, antissépticas, analgésicas e imunomoduladoras, e pode ser usado para tratar diversas doenças, como infecções, feridas, dores crônicas, câncer e diabetes.

    No entanto, o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), o Ministério da Saúde e outras entidades médicas afirmam que não há evidências científicas suficientes que sustentem a eficácia e a segurança da ozonioterapia para essas finalidades. Eles alertam que a técnica pode causar efeitos adversos graves, como embolia gasosa, infecções, alergias e necrose tecidual.

    Além disso, eles argumentam que a lei que autoriza a ozonioterapia é inconstitucional, pois fere o princípio da separação dos poderes, ao invadir a competência do CFM e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para regular as práticas médicas no país. Eles também apontam que a lei viola o direito à saúde, ao permitir que tratamentos sem eficácia comprovada sejam oferecidos à população.

    A Anvisa só autoriza o uso de equipamentos de ozonioterapia para alguns tratamentos odontológicos e estéticos, como clareamento dental e remoção de manchas na pele. Para outras finalidades, a agência exige que sejam realizados estudos clínicos controlados e registrados na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    A Aboz afirma que existem mais de 26 mil publicações científicas sobre a ozonioterapia no mundo, e que a técnica é reconhecida em mais de 50 países. A associação diz que a ozonioterapia é uma prática integrativa e complementar à medicina convencional, e que não pretende substituir os tratamentos já existentes. Ela também defende que a lei respeita a autonomia dos profissionais de saúde e dos pacientes, e que não gera custos adicionais ao SUS ou aos planos de saúde.

    A decisão do presidente Lula sobre a sanção ou veto da lei pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), caso alguma entidade médica ou outro órgão entre com uma ação direta de inconstitucionalidade. O STF já julgou casos semelhantes envolvendo outras práticas médicas controversas, como a fosfoetanolamina sintética (conhecida como “pílula do câncer”) e as terapias celulares (como o uso de células-tronco). Em ambos os casos, o STF decidiu pela inconstitucionalidade das leis que autorizavam esses tratamentos sem comprovação científica.

  • Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Os cães são conhecidos como os melhores amigos do homem, mas eles podem fazer muito mais do que apenas nos dar companhia e amor.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

  • Antidepressivos modernos podem evitar a volta da depressão em pacientes bipolares, revela estudo

    Antidepressivos modernos podem evitar a volta da depressão em pacientes bipolares, revela estudo

    Um novo estudo liderado por pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC) sugere que o uso contínuo de antidepressivos modernos pode ajudar a prevenir a recaída de pacientes com transtorno bipolar em um episódio depressivo.

    O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, desafia as diretrizes atuais de prática clínica e pode mudar a forma como a depressão bipolar é tratada globalmente.

    O transtorno bipolar é uma condição psiquiátrica caracterizada por oscilações extremas de humor, que vão da depressão à mania. A depressão bipolar é uma das principais causas de incapacidade e suicídio entre as pessoas com transtorno bipolar. O tratamento padrão para a depressão bipolar envolve o uso de estabilizadores de humor, como o lítio, que podem ajudar a prevenir os episódios maníacos, mas têm efeitos limitados na prevenção dos episódios depressivos.

    Os antidepressivos são frequentemente usados em combinação com os estabilizadores de humor para tratar a depressão bipolar, mas sua eficácia e segurança a longo prazo são controversas. Algumas diretrizes clínicas recomendam o uso de antidepressivos apenas por um curto período de tempo, pois eles podem aumentar o risco de mudança para a mania ou induzir ciclos rápidos de humor.

    No entanto, o novo estudo da UBC mostra que o uso contínuo de antidepressivos modernos, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) ou inibidores da recaptação da serotonina e da noradrenalina (IRSN), pode ser benéfico para os pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão de um episódio depressivo.

    O estudo envolveu 178 pacientes com transtorno bipolar I que estavam em remissão de um episódio depressivo após o tratamento com antidepressivos modernos (escitalopram ou bupropion XL). Os pacientes foram aleatoriamente designados para continuar o tratamento com antidepressivos por 52 semanas ou começar a reduzir os antidepressivos em seis semanas e mudar para um placebo em oito semanas.

    Os pesquisadores acompanharam os pacientes por um ano e avaliaram sua condição clínica, seu funcionamento psicossocial e sua qualidade de vida. Eles também monitoraram os eventos adversos e as mudanças no tratamento.

    Os resultados mostraram que, a partir da sexta semana, quando o tratamento entre os dois grupos diferiu, os pacientes que continuaram o tratamento com antidepressivos tiveram 40% menos chances de experimentar uma recaída de qualquer evento de humor e 59% menos chances de experimentar um episódio depressivo em relação ao grupo placebo. Não houve diferença significativa na taxa de episódios maníacos ou na taxa de eventos adversos entre os grupos.

    Os pesquisadores concluíram que o uso contínuo de antidepressivos modernos é eficaz e seguro para prevenir a recaída da depressão bipolar em pacientes que responderam bem ao tratamento inicial. Eles sugerem que as diretrizes clínicas atuais devem ser revisadas para refletir esses achados e que os médicos devem considerar a opção de manter os antidepressivos em pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão da depressão.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pelo Instituto Canadense de Pesquisa em Saúde. Os autores declararam não ter conflitos de interesse relevantes.

    O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, desafia as diretrizes atuais de prática clínica e pode mudar a forma como a depressão bipolar é tratada globalmente.

    O transtorno bipolar é uma condição psiquiátrica caracterizada por oscilações extremas de humor, que vão da depressão à mania. A depressão bipolar é uma das principais causas de incapacidade e suicídio entre as pessoas com transtorno bipolar. O tratamento padrão para a depressão bipolar envolve o uso de estabilizadores de humor, como o lítio, que podem ajudar a prevenir os episódios maníacos, mas têm efeitos limitados na prevenção dos episódios depressivos.

    Os antidepressivos são frequentemente usados em combinação com os estabilizadores de humor para tratar a depressão bipolar, mas sua eficácia e segurança a longo prazo são controversas. Algumas diretrizes clínicas recomendam o uso de antidepressivos apenas por um curto período de tempo, pois eles podem aumentar o risco de mudança para a mania ou induzir ciclos rápidos de humor.

    No entanto, o novo estudo da UBC mostra que o uso contínuo de antidepressivos modernos, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) ou inibidores da recaptação da serotonina e da noradrenalina (IRSN), pode ser benéfico para os pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão de um episódio depressivo.

    O estudo envolveu 178 pacientes com transtorno bipolar I que estavam em remissão de um episódio depressivo após o tratamento com antidepressivos modernos (escitalopram ou bupropion XL). Os pacientes foram aleatoriamente designados para continuar o tratamento com antidepressivos por 52 semanas ou começar a reduzir os antidepressivos em seis semanas e mudar para um placebo em oito semanas.

    Os pesquisadores acompanharam os pacientes por um ano e avaliaram sua condição clínica, seu funcionamento psicossocial e sua qualidade de vida. Eles também monitoraram os eventos adversos e as mudanças no tratamento.

    Os resultados mostraram que, a partir da sexta semana, quando o tratamento entre os dois grupos diferiu, os pacientes que continuaram o tratamento com antidepressivos tiveram 40% menos chances de experimentar uma recaída de qualquer evento de humor e 59% menos chances de experimentar um episódio depressivo em relação ao grupo placebo. Não houve diferença significativa na taxa de episódios maníacos ou na taxa de eventos adversos entre os grupos.

    Os pesquisadores concluíram que o uso contínuo de antidepressivos modernos é eficaz e seguro para prevenir a recaída da depressão bipolar em pacientes que responderam bem ao tratamento inicial. Eles sugerem que as diretrizes clínicas atuais devem ser revisadas para refletir esses achados e que os médicos devem considerar a opção de manter os antidepressivos em pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão da depressão.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pelo Instituto Canadense de Pesquisa em Saúde. Os autores declararam não ter conflitos de interesse relevantes.

  • Quais os efeitos da creatina no corpo feminino

    Quais os efeitos da creatina no corpo feminino

    A creatina é um dos suplementos mais populares entre os praticantes de atividade física, especialmente aqueles que buscam aumentar a massa muscular e a força.

    Mas será que a creatina também é boa para as mulheres? Quais são os seus benefícios e efeitos colaterais? Como usar corretamente esse suplemento? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre a creatina para mulheres.

    O que é a creatina e como ela funciona?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é encontrada principalmente nos músculos, mas também no cérebro e em outros órgãos. A creatina tem a função de fornecer energia para as células, especialmente as que realizam atividades de alta intensidade e curta duração, como os exercícios de força e explosão.

    Quando ingerimos creatina na forma de suplemento, aumentamos os estoques dessa substância nos músculos, o que permite que eles tenham mais energia disponível para realizar o trabalho muscular. Além disso, a creatina também estimula a síntese de proteínas, o que favorece o crescimento das fibras musculares e a recuperação após os treinos.

    Quais são os benefícios da creatina para as mulheres?

    Os benefícios da creatina para as mulheres são diversos e dependem do objetivo, da idade e da fase da vida de cada uma. De forma geral, podemos destacar os seguintes benefícios:

    • Aumento da massa muscular, da força, da resistência e do desempenho nos treinos: a creatina ajuda as mulheres a treinar mais e melhor, o que resulta em ganhos de massa magra e de força muscular. Isso pode ser especialmente importante para mulheres que querem melhorar sua composição corporal, sua saúde óssea, sua autoestima e sua qualidade de vida.

    • Melhora da recuperação muscular após os exercícios físicos: a creatina acelera o processo de reparação das fibras musculares danificadas pelo exercício, o que reduz a dor, a inflamação e o risco de lesões. Isso permite que as mulheres possam treinar com mais frequência e intensidade, sem comprometer sua saúde muscular.

    • Prevenção de doenças crônicas: a creatina pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose, doenças cardíacas e câncer. Isso se deve ao fato de que a creatina melhora o controle dos níveis de glicose e colesterol no sangue, promove o ganho de massa muscular e óssea, além de ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

    • Prevenção da sarcopenia: a sarcopenia é a perda de massa muscular que ocorre com o envelhecimento, causando diminuição da força e do desempenho físico. A creatina pode ajudar a prevenir ou retardar esse processo, mantendo os músculos mais fortes e saudáveis ao longo da vida.

    • Melhora do funcionamento do cérebro: a creatina também é importante para o funcionamento do cérebro, pois fornece energia para as células nervosas. A creatina pode melhorar as funções cognitivas como memória, atenção, raciocínio e aprendizado. Além disso, a creatina pode ter um efeito antidepressivo, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

    • Ajuda no tratamento de doenças neuromusculares: a creatina pode ser útil no tratamento de algumas doenças que afetam os músculos e o sistema nervoso, como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia. A creatina pode melhorar a força muscular, a função motora e a qualidade de vida desses pacientes.

    Quais são os efeitos colaterais da creatina para as mulheres?

    A creatina é considerada um suplemento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas. No entanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer em algumas mulheres, como:

    • Retenção de líquidos: a creatina pode causar uma retenção de líquidos dentro das células musculares, o que pode dar a sensação de aumento de peso e de volume corporal. No entanto, essa retenção é diferente do inchaço causado por outros fatores, como TPM ou obesidade. A retenção de líquidos da creatina é benéfica para os músculos, pois favorece o crescimento e a hidratação das fibras musculares. Além disso, esse efeito tende a diminuir com o tempo, conforme o organismo se adapta ao suplemento.

    • Risco de cálculos renais: a creatina pode aumentar a excreção de creatinina, um subproduto da creatina, pelos rins. Isso pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de formação de cálculos renais, especialmente em pessoas que já têm predisposição ou histórico familiar dessa condição. Por isso, é importante beber bastante água e consultar um médico antes de usar a creatina, principalmente se tiver algum problema renal ou hepático.

    Como usar a creatina corretamente?

    A forma mais comum de usar a creatina é na forma de pó, que pode ser misturado com água ou com alguma bebida de sua preferência. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 e 5 gramas por dia.

    Existem duas formas de usar a creatina: com ou sem fase de saturação. A fase de saturação consiste em tomar uma dose maior de creatina (cerca de 20 gramas por dia) durante uma semana, para aumentar rapidamente os estoques de creatina nos músculos. Depois dessa fase, a dose é reduzida para a dose de manutenção (cerca de 5 gramas por dia).

    A fase de saturação não é obrigatória, pois os mesmos resultados podem ser obtidos tomando apenas a dose de manutenção desde o início. No entanto, algumas pessoas preferem fazer a fase de saturação para acelerar os efeitos da creatina. Nesse caso, é importante dividir a dose diária em quatro tomadas ao longo do dia, para evitar desconfortos gastrointestinais.

    O melhor horário para tomar a creatina é logo após o treino, pois nesse momento os músculos estão mais receptivos à absorção da substância. Além disso, é recomendado consumir algum alimento fonte de carboidrato junto com a creatina, pois isso facilita a entrada da creatina nas células musculares.

    A creatina pode ser usada por tempo indeterminado, desde que se respeite a dose recomendada e se faça uma avaliação médica periódica. Não há necessidade de fazer ciclos ou pausas no uso da creatina, pois isso não traz benefícios adicionais.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para as mulheres que praticam atividade física e querem melhorar sua saúde muscular, óssea, cerebral e geral. A creatina é segura e eficaz, desde que usada corretamente e com orientação profissional. Antes de usar a creatina, consulte seu médico e seu nutricionista para saber se esse suplemento é adequado para você e qual a melhor forma de usá-lo.

    Mas será que a creatina também é boa para as mulheres? Quais são os seus benefícios e efeitos colaterais? Como usar corretamente esse suplemento? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre a creatina para mulheres.

    O que é a creatina e como ela funciona?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é encontrada principalmente nos músculos, mas também no cérebro e em outros órgãos. A creatina tem a função de fornecer energia para as células, especialmente as que realizam atividades de alta intensidade e curta duração, como os exercícios de força e explosão.

    Quando ingerimos creatina na forma de suplemento, aumentamos os estoques dessa substância nos músculos, o que permite que eles tenham mais energia disponível para realizar o trabalho muscular. Além disso, a creatina também estimula a síntese de proteínas, o que favorece o crescimento das fibras musculares e a recuperação após os treinos.

    Quais são os benefícios da creatina para as mulheres?

    Os benefícios da creatina para as mulheres são diversos e dependem do objetivo, da idade e da fase da vida de cada uma. De forma geral, podemos destacar os seguintes benefícios:

    • Aumento da massa muscular, da força, da resistência e do desempenho nos treinos: a creatina ajuda as mulheres a treinar mais e melhor, o que resulta em ganhos de massa magra e de força muscular. Isso pode ser especialmente importante para mulheres que querem melhorar sua composição corporal, sua saúde óssea, sua autoestima e sua qualidade de vida.

    • Melhora da recuperação muscular após os exercícios físicos: a creatina acelera o processo de reparação das fibras musculares danificadas pelo exercício, o que reduz a dor, a inflamação e o risco de lesões. Isso permite que as mulheres possam treinar com mais frequência e intensidade, sem comprometer sua saúde muscular.

    • Prevenção de doenças crônicas: a creatina pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose, doenças cardíacas e câncer. Isso se deve ao fato de que a creatina melhora o controle dos níveis de glicose e colesterol no sangue, promove o ganho de massa muscular e óssea, além de ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

    • Prevenção da sarcopenia: a sarcopenia é a perda de massa muscular que ocorre com o envelhecimento, causando diminuição da força e do desempenho físico. A creatina pode ajudar a prevenir ou retardar esse processo, mantendo os músculos mais fortes e saudáveis ao longo da vida.

    • Melhora do funcionamento do cérebro: a creatina também é importante para o funcionamento do cérebro, pois fornece energia para as células nervosas. A creatina pode melhorar as funções cognitivas como memória, atenção, raciocínio e aprendizado. Além disso, a creatina pode ter um efeito antidepressivo, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

    • Ajuda no tratamento de doenças neuromusculares: a creatina pode ser útil no tratamento de algumas doenças que afetam os músculos e o sistema nervoso, como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia. A creatina pode melhorar a força muscular, a função motora e a qualidade de vida desses pacientes.

    Quais são os efeitos colaterais da creatina para as mulheres?

    A creatina é considerada um suplemento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas. No entanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer em algumas mulheres, como:

    • Retenção de líquidos: a creatina pode causar uma retenção de líquidos dentro das células musculares, o que pode dar a sensação de aumento de peso e de volume corporal. No entanto, essa retenção é diferente do inchaço causado por outros fatores, como TPM ou obesidade. A retenção de líquidos da creatina é benéfica para os músculos, pois favorece o crescimento e a hidratação das fibras musculares. Além disso, esse efeito tende a diminuir com o tempo, conforme o organismo se adapta ao suplemento.

    • Risco de cálculos renais: a creatina pode aumentar a excreção de creatinina, um subproduto da creatina, pelos rins. Isso pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de formação de cálculos renais, especialmente em pessoas que já têm predisposição ou histórico familiar dessa condição. Por isso, é importante beber bastante água e consultar um médico antes de usar a creatina, principalmente se tiver algum problema renal ou hepático.

    Como usar a creatina corretamente?

    A forma mais comum de usar a creatina é na forma de pó, que pode ser misturado com água ou com alguma bebida de sua preferência. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 e 5 gramas por dia.

    Existem duas formas de usar a creatina: com ou sem fase de saturação. A fase de saturação consiste em tomar uma dose maior de creatina (cerca de 20 gramas por dia) durante uma semana, para aumentar rapidamente os estoques de creatina nos músculos. Depois dessa fase, a dose é reduzida para a dose de manutenção (cerca de 5 gramas por dia).

    A fase de saturação não é obrigatória, pois os mesmos resultados podem ser obtidos tomando apenas a dose de manutenção desde o início. No entanto, algumas pessoas preferem fazer a fase de saturação para acelerar os efeitos da creatina. Nesse caso, é importante dividir a dose diária em quatro tomadas ao longo do dia, para evitar desconfortos gastrointestinais.

    O melhor horário para tomar a creatina é logo após o treino, pois nesse momento os músculos estão mais receptivos à absorção da substância. Além disso, é recomendado consumir algum alimento fonte de carboidrato junto com a creatina, pois isso facilita a entrada da creatina nas células musculares.

    A creatina pode ser usada por tempo indeterminado, desde que se respeite a dose recomendada e se faça uma avaliação médica periódica. Não há necessidade de fazer ciclos ou pausas no uso da creatina, pois isso não traz benefícios adicionais.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para as mulheres que praticam atividade física e querem melhorar sua saúde muscular, óssea, cerebral e geral. A creatina é segura e eficaz, desde que usada corretamente e com orientação profissional. Antes de usar a creatina, consulte seu médico e seu nutricionista para saber se esse suplemento é adequado para você e qual a melhor forma de usá-lo.

  • Creatina: o que é, como tomar e para que serve

    Creatina: o que é, como tomar e para que serve

    A creatina é um dos suplementos mais populares entre os praticantes de atividades físicas, especialmente aqueles que buscam aumentar a força, a potência e a massa muscular.

    Mas você sabe o que é a creatina, como ela funciona no organismo e como ela deve ser consumida? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse composto.

    O que é a creatina?

    A creatina é uma substância derivada de aminoácidos (glicina, arginina, metionina) que é produzida naturalmente pelo nosso corpo, nos rins, no fígado e no pâncreas. A creatina também pode ser encontrada em alguns alimentos de origem animal, como peixe, carne, frango, leite e derivados.

    A maior parte da creatina produzida ou ingerida é armazenada nos músculos esqueléticos, onde ela participa da produção de ATP (adenosina trifosfato), que é a principal fonte de energia usada pelos músculos em exercícios de alta intensidade e curta duração, como musculação, saltos, arremessos de peso e corridas muito curtas.

    Para que serve a creatina?

    A creatina serve para aumentar a disponibilidade de ATP nos músculos, o que permite que eles realizem mais trabalho com menos fadiga. Isso significa que a creatina pode melhorar o desempenho físico em exercícios que exigem força e explosão, permitindo que o praticante use cargas maiores, faça mais repetições ou tenha mais velocidade.

    Além disso, a creatina também pode aumentar o volume muscular, pois ela se liga à água dentro das células musculares, causando uma expansão do tecido. Esse efeito pode ser benéfico para estimular o crescimento das fibras musculares e prevenir a perda de massa muscular associada ao envelhecimento ou a algumas doenças.

    Outros benefícios da creatina que têm sido estudados são: a melhora das funções cognitivas, a prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose e doenças cardíacas, e o auxílio no tratamento de doenças neuromusculares como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia.

    Como tomar creatina?

    A creatina pode ser consumida na forma de suplementos alimentares em cápsula ou em pó. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 a 5 gramas por dia. A creatina pode ser tomada antes ou depois dos treinos, conforme orientação de um profissional de saúde.

    Uma dica é misturar o suplemento a uma bebida com carboidrato (suco ou bebidas esportivas), pois isso pode aumentar a absorção e o uso da creatina pelos músculos. Outra dica é beber bastante água ao longo do dia para evitar a desidratação e facilitar a eliminação do excesso de creatina pelos rins.

    A creatina tem efeitos colaterais?

    A creatina é considerada segura e eficaz quando usada corretamente e sob orientação de um profissional de saúde. No entanto, alguns possíveis efeitos colaterais são: retenção de líquidos, ganho de peso, desconforto gastrointestinal e cãibras musculares. Esses efeitos podem ser minimizados com uma boa hidratação e uma dose adequada.

    A creatina tem contraindicações?

    A creatina tem algumas contraindicações, como para pessoas com problemas renais, hepáticos ou diabetes. Isso porque a creatina pode sobrecarregar os rins e o fígado ou alterar os níveis de glicose no sangue. Portanto, essas pessoas devem evitar o uso da creatina ou consultar um médico antes de iniciar o consumo.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para quem pratica atividades físicas que exigem força e explosão. A substância fornece energia para os músculos, melhorando o desempenho, aumentando a massa muscular e prevenindo doenças crônicas. A creatina deve ser consumida com cuidado e orientação, respeitando a dose, a hidratação e as contraindicações. Se você quer saber mais sobre a creatina, consulte um nutricionista ou um educador físico. Eles poderão te ajudar a tirar suas dúvidas e a aproveitar melhor os benefícios desse suplemento.

    Mas você sabe o que é a creatina, como ela funciona no organismo e como ela deve ser consumida? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse composto.

    O que é a creatina?

    A creatina é uma substância derivada de aminoácidos (glicina, arginina, metionina) que é produzida naturalmente pelo nosso corpo, nos rins, no fígado e no pâncreas. A creatina também pode ser encontrada em alguns alimentos de origem animal, como peixe, carne, frango, leite e derivados.

    A maior parte da creatina produzida ou ingerida é armazenada nos músculos esqueléticos, onde ela participa da produção de ATP (adenosina trifosfato), que é a principal fonte de energia usada pelos músculos em exercícios de alta intensidade e curta duração, como musculação, saltos, arremessos de peso e corridas muito curtas.

    Para que serve a creatina?

    A creatina serve para aumentar a disponibilidade de ATP nos músculos, o que permite que eles realizem mais trabalho com menos fadiga. Isso significa que a creatina pode melhorar o desempenho físico em exercícios que exigem força e explosão, permitindo que o praticante use cargas maiores, faça mais repetições ou tenha mais velocidade.

    Além disso, a creatina também pode aumentar o volume muscular, pois ela se liga à água dentro das células musculares, causando uma expansão do tecido. Esse efeito pode ser benéfico para estimular o crescimento das fibras musculares e prevenir a perda de massa muscular associada ao envelhecimento ou a algumas doenças.

    Outros benefícios da creatina que têm sido estudados são: a melhora das funções cognitivas, a prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose e doenças cardíacas, e o auxílio no tratamento de doenças neuromusculares como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia.

    Como tomar creatina?

    A creatina pode ser consumida na forma de suplementos alimentares em cápsula ou em pó. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 a 5 gramas por dia. A creatina pode ser tomada antes ou depois dos treinos, conforme orientação de um profissional de saúde.

    Uma dica é misturar o suplemento a uma bebida com carboidrato (suco ou bebidas esportivas), pois isso pode aumentar a absorção e o uso da creatina pelos músculos. Outra dica é beber bastante água ao longo do dia para evitar a desidratação e facilitar a eliminação do excesso de creatina pelos rins.

    A creatina tem efeitos colaterais?

    A creatina é considerada segura e eficaz quando usada corretamente e sob orientação de um profissional de saúde. No entanto, alguns possíveis efeitos colaterais são: retenção de líquidos, ganho de peso, desconforto gastrointestinal e cãibras musculares. Esses efeitos podem ser minimizados com uma boa hidratação e uma dose adequada.

    A creatina tem contraindicações?

    A creatina tem algumas contraindicações, como para pessoas com problemas renais, hepáticos ou diabetes. Isso porque a creatina pode sobrecarregar os rins e o fígado ou alterar os níveis de glicose no sangue. Portanto, essas pessoas devem evitar o uso da creatina ou consultar um médico antes de iniciar o consumo.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para quem pratica atividades físicas que exigem força e explosão. A substância fornece energia para os músculos, melhorando o desempenho, aumentando a massa muscular e prevenindo doenças crônicas. A creatina deve ser consumida com cuidado e orientação, respeitando a dose, a hidratação e as contraindicações. Se você quer saber mais sobre a creatina, consulte um nutricionista ou um educador físico. Eles poderão te ajudar a tirar suas dúvidas e a aproveitar melhor os benefícios desse suplemento.

  • Energético faz mal para o coração? Saiba os riscos e como evitar

    Energético faz mal para o coração? Saiba os riscos e como evitar

    As bebidas energéticas são muito populares entre as pessoas que buscam mais disposição, concentração e resistência física.

    via GIPHY

    Elas prometem aumentar o desempenho e a energia, mas será que elas fazem bem para a saúde? Neste artigo, vamos explicar como as bebidas energéticas afetam o coração e quais são os perigos de consumi-las em excesso.

    O que são as bebidas energéticas?

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, como taurina, guaraná, ginseng e vitaminas do complexo B. Elas são comercializadas como suplementos alimentares que melhoram o desempenho físico e mental, reduzem a fadiga e aumentam a alerta.

    Como as bebidas energéticas afetam o coração?

    A cafeína é o principal ingrediente das bebidas energéticas. Ela é um estimulante do sistema nervoso central, que provoca a liberação de hormônios de excitação, como a adrenalina e a noradrenalina. Esses hormônios aumentam a pressão arterial, a frequência cardíaca e a força das contrações do coração. Eles também causam a vasoconstrição, ou seja, o estreitamento dos vasos sanguíneos, que dificulta a circulação do sangue.

    O consumo excessivo de cafeína pode levar a problemas cardíacos, como arritmias, taquicardia, palpitações, angina e infarto. Além disso, a cafeína pode interagir com alguns medicamentos, como os anti-hipertensivos, os anticoagulantes e os antidepressivos, potencializando ou diminuindo seus efeitos.

    O açúcar é outro componente das bebidas energéticas que pode prejudicar o coração. O açúcar fornece energia rápida ao organismo, mas também eleva os níveis de glicose e insulina no sangue. O consumo excessivo de açúcar pode causar resistência à insulina, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

    As outras substâncias presentes nas bebidas energéticas também podem ter efeitos adversos sobre o coração. A taurina é um aminoácido que atua como neurotransmissor e modula a atividade elétrica do coração. Ela pode aumentar ou diminuir a frequência cardíaca, dependendo da dose e da sensibilidade de cada pessoa. O guaraná é uma planta que contém cafeína e outros alcaloides que estimulam o sistema nervoso. O ginseng é uma erva que tem propriedades adaptogênicas, ou seja, que ajudam o organismo a se adaptar ao estresse. As vitaminas do complexo B são essenciais para o metabolismo energético e para o funcionamento do sistema nervoso.

    O problema é que essas substâncias podem interagir entre si e com a cafeína, potencializando seus efeitos estimulantes ou causando reações adversas. Além disso, elas podem interferir com outros suplementos ou medicamentos que a pessoa esteja usando.

    Quais são os riscos de consumir bebidas energéticas em excesso?

    O consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar diversos problemas de saúde, especialmente para o coração. Alguns dos riscos são:

    • Hipertensão arterial: o aumento da pressão arterial pode sobrecarregar o coração e os vasos sanguíneos, aumentando o risco de derrame cerebral, aneurisma e insuficiência renal.

    • Arritmias cardíacas: as alterações no ritmo cardíaco podem comprometer o bombeamento do sangue para o corpo, causando falta de oxigênio nos órgãos vitais.

    • Infarto do miocárdio: a obstrução das artérias coronárias pode impedir o fluxo de sangue para o músculo cardíaco, provocando necrose (morte) das células cardíacas.

    • Morte súbita: em casos extremos, o consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar uma parada cardíaca, levando à morte em questão de minutos.

    Como evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas?

    A melhor forma de evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas é limitar ou evitar o seu consumo. Algumas dicas são:

    • Não consumir mais de uma lata de bebida energética por dia.

    • Não misturar bebidas energéticas com álcool, pois isso pode aumentar os efeitos tóxicos e desidratar o organismo.

    • Não consumir bebidas energéticas antes, durante ou depois de praticar atividades físicas intensas, pois isso pode causar desequilíbrio eletrolítico, desidratação e sobrecarga cardíaca.

    • Não consumir bebidas energéticas se tiver algum problema cardíaco, hipertensão, diabetes, ansiedade, insônia ou se estiver grávida ou amamentando.

    • Consultar um médico antes de consumir bebidas energéticas se estiver usando algum medicamento ou suplemento que possa interagir com elas.

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, que podem afetar o coração e causar problemas de saúde. O consumo excessivo dessas bebidas pode levar a hipertensão, arritmias, infarto e até morte súbita. Por isso, é importante limitar ou evitar o seu consumo e buscar outras formas de obter energia e disposição, como uma alimentação equilibrada, uma hidratação adequada e um sono de qualidade.

    via GIPHY

    Elas prometem aumentar o desempenho e a energia, mas será que elas fazem bem para a saúde? Neste artigo, vamos explicar como as bebidas energéticas afetam o coração e quais são os perigos de consumi-las em excesso.

    O que são as bebidas energéticas?

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, como taurina, guaraná, ginseng e vitaminas do complexo B. Elas são comercializadas como suplementos alimentares que melhoram o desempenho físico e mental, reduzem a fadiga e aumentam a alerta.

    Como as bebidas energéticas afetam o coração?

    A cafeína é o principal ingrediente das bebidas energéticas. Ela é um estimulante do sistema nervoso central, que provoca a liberação de hormônios de excitação, como a adrenalina e a noradrenalina. Esses hormônios aumentam a pressão arterial, a frequência cardíaca e a força das contrações do coração. Eles também causam a vasoconstrição, ou seja, o estreitamento dos vasos sanguíneos, que dificulta a circulação do sangue.

    O consumo excessivo de cafeína pode levar a problemas cardíacos, como arritmias, taquicardia, palpitações, angina e infarto. Além disso, a cafeína pode interagir com alguns medicamentos, como os anti-hipertensivos, os anticoagulantes e os antidepressivos, potencializando ou diminuindo seus efeitos.

    O açúcar é outro componente das bebidas energéticas que pode prejudicar o coração. O açúcar fornece energia rápida ao organismo, mas também eleva os níveis de glicose e insulina no sangue. O consumo excessivo de açúcar pode causar resistência à insulina, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

    As outras substâncias presentes nas bebidas energéticas também podem ter efeitos adversos sobre o coração. A taurina é um aminoácido que atua como neurotransmissor e modula a atividade elétrica do coração. Ela pode aumentar ou diminuir a frequência cardíaca, dependendo da dose e da sensibilidade de cada pessoa. O guaraná é uma planta que contém cafeína e outros alcaloides que estimulam o sistema nervoso. O ginseng é uma erva que tem propriedades adaptogênicas, ou seja, que ajudam o organismo a se adaptar ao estresse. As vitaminas do complexo B são essenciais para o metabolismo energético e para o funcionamento do sistema nervoso.

    O problema é que essas substâncias podem interagir entre si e com a cafeína, potencializando seus efeitos estimulantes ou causando reações adversas. Além disso, elas podem interferir com outros suplementos ou medicamentos que a pessoa esteja usando.

    Quais são os riscos de consumir bebidas energéticas em excesso?

    O consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar diversos problemas de saúde, especialmente para o coração. Alguns dos riscos são:

    • Hipertensão arterial: o aumento da pressão arterial pode sobrecarregar o coração e os vasos sanguíneos, aumentando o risco de derrame cerebral, aneurisma e insuficiência renal.

    • Arritmias cardíacas: as alterações no ritmo cardíaco podem comprometer o bombeamento do sangue para o corpo, causando falta de oxigênio nos órgãos vitais.

    • Infarto do miocárdio: a obstrução das artérias coronárias pode impedir o fluxo de sangue para o músculo cardíaco, provocando necrose (morte) das células cardíacas.

    • Morte súbita: em casos extremos, o consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar uma parada cardíaca, levando à morte em questão de minutos.

    Como evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas?

    A melhor forma de evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas é limitar ou evitar o seu consumo. Algumas dicas são:

    • Não consumir mais de uma lata de bebida energética por dia.

    • Não misturar bebidas energéticas com álcool, pois isso pode aumentar os efeitos tóxicos e desidratar o organismo.

    • Não consumir bebidas energéticas antes, durante ou depois de praticar atividades físicas intensas, pois isso pode causar desequilíbrio eletrolítico, desidratação e sobrecarga cardíaca.

    • Não consumir bebidas energéticas se tiver algum problema cardíaco, hipertensão, diabetes, ansiedade, insônia ou se estiver grávida ou amamentando.

    • Consultar um médico antes de consumir bebidas energéticas se estiver usando algum medicamento ou suplemento que possa interagir com elas.

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, que podem afetar o coração e causar problemas de saúde. O consumo excessivo dessas bebidas pode levar a hipertensão, arritmias, infarto e até morte súbita. Por isso, é importante limitar ou evitar o seu consumo e buscar outras formas de obter energia e disposição, como uma alimentação equilibrada, uma hidratação adequada e um sono de qualidade.

  • Como a incontinência intestinal pode afetar a vida sexual e como lidar com esse problema

    Como a incontinência intestinal pode afetar a vida sexual e como lidar com esse problema

    A incontinência intestinal é a perda involuntária de fezes ou gases pelo ânus, que pode afetar a qualidade de vida e a autoestima das pessoas que sofrem com esse problema.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia, cerca de 5% da população brasileira tem algum grau de incontinência intestinal. Mas o que causa esse problema e como ele pode interferir na atividade sexual?

    Causas da incontinência intestinal

    A incontinência intestinal pode ter várias causas, como lesões nos músculos ou nervos do ânus, doenças inflamatórias intestinais, infecções, tumores, cirurgias, envelhecimento, entre outras . Algumas dessas causas podem estar relacionadas à prática sexual, como o sexo anal, que pode causar lesões no esfíncter anal (o músculo que controla a saída das fezes) ou nos nervos que o inervam. Além disso, algumas infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) podem provocar sintomas semelhantes à incontinência intestinal, como dor, ardor e urgência para evacuar.

    Efeitos na vida sexual

    A incontinência intestinal pode interferir na vida sexual de algumas formas. Por um lado, pode causar constrangimento, ansiedade, baixa autoestima e medo de perder fezes durante o ato sexual, o que pode diminuir o desejo e a satisfação sexual. Por outro lado, algumas pessoas podem sentir dor ou desconforto ao ter relações sexuais, especialmente se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    Tratamento e prevenção

    O tratamento da incontinência intestinal depende da causa e da gravidade do problema. O médico coloproctologista é o especialista indicado para avaliar cada caso e indicar o melhor tratamento, que pode incluir mudanças na alimentação, uso de medicamentos, fisioterapia ou cirurgia. O objetivo do tratamento é melhorar a função do esfíncter anal e reduzir os episódios de perda fecal.

    Para prevenir a incontinência intestinal, algumas medidas podem ser tomadas, como:

    • Evitar o consumo excessivo de alimentos que podem irritar o intestino, como cafeína, álcool, pimenta, frituras e gorduras.

    • Beber bastante água e consumir alimentos ricos em fibras para regular o trânsito intestinal.

    • Praticar exercícios físicos para fortalecer os músculos abdominais e pélvicos.

    • Usar preservativo nas relações sexuais para evitar as ISTs.

    • Evitar o sexo anal se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    • Usar lubrificantes à base de água para facilitar a penetração e evitar lesões no ânus.

    Dicas para uma vida sexual saudável

    A incontinência intestinal não precisa ser um obstáculo para uma vida sexual saudável e prazerosa. Algumas dicas para lidar com esse problema são:

    • Conversar com seu parceiro ou parceira sobre suas dificuldades e expectativas sexuais. A comunicação é essencial para criar um clima de confiança e intimidade.

    • Procurar ajuda psicológica se você sentir vergonha, culpa ou baixa autoestima por causa da incontinência intestinal. A terapia pode ajudar a melhorar sua autoimagem e sua autoconfiança.

    • Explorar outras formas de prazer sexual além da penetração. O sexo oral, a masturbação e os brinquedos eróticos podem ser ótimas alternativas para estimular as zonas erógenas e proporcionar orgasmos.

    • Escolher um momento adequado para ter relações sexuais. Evite ter sexo logo após as refeições ou quando sentir vontade de evacuar. Prefira um horário em que você esteja mais relaxado e confortável.

    • Usar produtos específicos para evitar vazamentos. Existem fraldas geriátricas, absorventes íntimos e tampões anais que podem ajudar a conter as perdas fecais durante o sexo. Esses produtos devem ser trocados logo após o ato sexual para evitar infecções.

    • Higienizar bem a região anal antes e depois do sexo. Use água e sabonete neutro para limpar o ânus e o reto. Evite usar lenços umedecidos, papel higiênico ou outros produtos que possam irritar a pele.

    A incontinência intestinal é um problema que pode ser tratado e controlado com a ajuda de um médico e de um psicólogo. Não deixe que esse problema afete sua vida sexual e sua felicidade. Busque ajuda profissional e siga as orientações para ter uma vida sexual saudável e satisfatória.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia, cerca de 5% da população brasileira tem algum grau de incontinência intestinal. Mas o que causa esse problema e como ele pode interferir na atividade sexual?

    Causas da incontinência intestinal

    A incontinência intestinal pode ter várias causas, como lesões nos músculos ou nervos do ânus, doenças inflamatórias intestinais, infecções, tumores, cirurgias, envelhecimento, entre outras . Algumas dessas causas podem estar relacionadas à prática sexual, como o sexo anal, que pode causar lesões no esfíncter anal (o músculo que controla a saída das fezes) ou nos nervos que o inervam. Além disso, algumas infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) podem provocar sintomas semelhantes à incontinência intestinal, como dor, ardor e urgência para evacuar.

    Efeitos na vida sexual

    A incontinência intestinal pode interferir na vida sexual de algumas formas. Por um lado, pode causar constrangimento, ansiedade, baixa autoestima e medo de perder fezes durante o ato sexual, o que pode diminuir o desejo e a satisfação sexual. Por outro lado, algumas pessoas podem sentir dor ou desconforto ao ter relações sexuais, especialmente se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    Tratamento e prevenção

    O tratamento da incontinência intestinal depende da causa e da gravidade do problema. O médico coloproctologista é o especialista indicado para avaliar cada caso e indicar o melhor tratamento, que pode incluir mudanças na alimentação, uso de medicamentos, fisioterapia ou cirurgia. O objetivo do tratamento é melhorar a função do esfíncter anal e reduzir os episódios de perda fecal.

    Para prevenir a incontinência intestinal, algumas medidas podem ser tomadas, como:

    • Evitar o consumo excessivo de alimentos que podem irritar o intestino, como cafeína, álcool, pimenta, frituras e gorduras.

    • Beber bastante água e consumir alimentos ricos em fibras para regular o trânsito intestinal.

    • Praticar exercícios físicos para fortalecer os músculos abdominais e pélvicos.

    • Usar preservativo nas relações sexuais para evitar as ISTs.

    • Evitar o sexo anal se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    • Usar lubrificantes à base de água para facilitar a penetração e evitar lesões no ânus.

    Dicas para uma vida sexual saudável

    A incontinência intestinal não precisa ser um obstáculo para uma vida sexual saudável e prazerosa. Algumas dicas para lidar com esse problema são:

    • Conversar com seu parceiro ou parceira sobre suas dificuldades e expectativas sexuais. A comunicação é essencial para criar um clima de confiança e intimidade.

    • Procurar ajuda psicológica se você sentir vergonha, culpa ou baixa autoestima por causa da incontinência intestinal. A terapia pode ajudar a melhorar sua autoimagem e sua autoconfiança.

    • Explorar outras formas de prazer sexual além da penetração. O sexo oral, a masturbação e os brinquedos eróticos podem ser ótimas alternativas para estimular as zonas erógenas e proporcionar orgasmos.

    • Escolher um momento adequado para ter relações sexuais. Evite ter sexo logo após as refeições ou quando sentir vontade de evacuar. Prefira um horário em que você esteja mais relaxado e confortável.

    • Usar produtos específicos para evitar vazamentos. Existem fraldas geriátricas, absorventes íntimos e tampões anais que podem ajudar a conter as perdas fecais durante o sexo. Esses produtos devem ser trocados logo após o ato sexual para evitar infecções.

    • Higienizar bem a região anal antes e depois do sexo. Use água e sabonete neutro para limpar o ânus e o reto. Evite usar lenços umedecidos, papel higiênico ou outros produtos que possam irritar a pele.

    A incontinência intestinal é um problema que pode ser tratado e controlado com a ajuda de um médico e de um psicólogo. Não deixe que esse problema afete sua vida sexual e sua felicidade. Busque ajuda profissional e siga as orientações para ter uma vida sexual saudável e satisfatória.

  • Anvisa libera exames em farmácias: veja os exames que podem ser realizados

    Anvisa libera exames em farmácias: veja os exames que podem ser realizados

    As farmácias brasileiras ganharam uma nova opção de serviço para oferecer aos seus clientes: a realização de exames de triagem a partir de material biológico primário, como sangue, saliva ou urina.

    Esses exames não precisam ser enviados para um laboratório externo, pois podem ser feitos no próprio estabelecimento, desde que sigam algumas exigências da Anvisa.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou uma norma que já permitia às farmácias realizar testes rápidos, mas que agora inclui também os exames de análises clínicas. Esses exames são aqueles que avaliam a presença ou a quantidade de uma substância ou micro-organismo no material biológico coletado.

    No entanto, esses exames não servem para diagnóstico, somente para triagem. Isso significa que eles podem indicar se há algum problema de saúde ou risco potencial, mas não podem confirmar ou descartar uma doença. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados de uma orientação profissional.

    Para realizar esses exames, as farmácias devem cumprir uma série de requisitos estabelecidos pela Anvisa, que vão desde regras de infraestrutura até a capacitação de pessoal. Além disso, os exames devem ser feitos após a coleta do material biológico no próprio estabelecimento e não devem necessitar de instrumento para leitura, interpretação ou visualização do resultado. Ou seja, o resultado deve ser visível a olho nu ou com o auxílio de uma lupa.

    Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), as farmácias do país têm estrutura e espaço para realizar ao menos 46 exames, conforme lista abaixo. Entre eles, estão exames para detectar gravidez, glicose, colesterol, HIV, hepatite, dengue, zika e covid-19. Esses exames podem trazer benefícios para a população, como maior acesso, rapidez e conveniência.

    Lista de exames que podem ser realizados pelas farmácias:

    • Acidez urinária (pH)
    • Albumina
    • Álcool
    • Amilase
    • Anticorpos anti-HIV 1 e 2
    • Anticorpos anti-HCV
    • Anticorpos anti-HTLV I/II
    • Anticorpos anti-Treponema pallidum
    • Antígeno prostático específico (PSA)
    • Bilirrubinas
    • Cálcio
    • Cetonas
    • Chikungunya
    • Cloro
    • Colesterol total e frações
    • Creatinina
    • Dengue
    • Drogas de abuso
    • Eritrograma
    • Fator reumatoide
    • Ferro sérico
    • Fosfatase alcalina
    • Gases sanguíneos e equilíbrio ácido-básico
    • Glicose
    • Gravidez (hCG)
    • Hematina férrica (hemoglobina)
    • Hemoglobina glicada (HbA1c)
    • Hepatite A (IgM)
    • Hepatite B (HBsAg)
    • Hepatite C (HCV)
    • Leucograma
    • Magnésio
    • Malária
    • Mononucleose infecciosa (heterófilos)
    • Nitrito
    • Oxalato
    • Potássio
    • Proteínas totais e frações
    • Rotavírus
    • Sódio
    • Streptococcus do grupo A (antígeno)
    • Testosterona total e livre
    • Triglicerídeos
    • Troponina I cardíaca (cTnI)
    • Ureia

    Portanto, as farmácias podem realizar exames de triagem sem necessidade de laboratório, desde que sigam as normas da Anvisa e usem métodos simples e confiáveis. Esses exames podem ser úteis para as pessoas que querem verificar sua saúde ou se prevenir de doenças, mas não substituem a consulta médica ou o diagnóstico laboratorial.

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames, procure uma farmácia habilitada e converse com um farmacêutico. Ele poderá orientá-lo sobre os procedimentos, os resultados e os cuidados necessários. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso e que você pode contar com as farmácias para cuidar dela.

    Esses exames não precisam ser enviados para um laboratório externo, pois podem ser feitos no próprio estabelecimento, desde que sigam algumas exigências da Anvisa.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou uma norma que já permitia às farmácias realizar testes rápidos, mas que agora inclui também os exames de análises clínicas. Esses exames são aqueles que avaliam a presença ou a quantidade de uma substância ou micro-organismo no material biológico coletado.

    No entanto, esses exames não servem para diagnóstico, somente para triagem. Isso significa que eles podem indicar se há algum problema de saúde ou risco potencial, mas não podem confirmar ou descartar uma doença. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados de uma orientação profissional.

    Para realizar esses exames, as farmácias devem cumprir uma série de requisitos estabelecidos pela Anvisa, que vão desde regras de infraestrutura até a capacitação de pessoal. Além disso, os exames devem ser feitos após a coleta do material biológico no próprio estabelecimento e não devem necessitar de instrumento para leitura, interpretação ou visualização do resultado. Ou seja, o resultado deve ser visível a olho nu ou com o auxílio de uma lupa.

    Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), as farmácias do país têm estrutura e espaço para realizar ao menos 46 exames, conforme lista abaixo. Entre eles, estão exames para detectar gravidez, glicose, colesterol, HIV, hepatite, dengue, zika e covid-19. Esses exames podem trazer benefícios para a população, como maior acesso, rapidez e conveniência.

    Lista de exames que podem ser realizados pelas farmácias:

    • Acidez urinária (pH)
    • Albumina
    • Álcool
    • Amilase
    • Anticorpos anti-HIV 1 e 2
    • Anticorpos anti-HCV
    • Anticorpos anti-HTLV I/II
    • Anticorpos anti-Treponema pallidum
    • Antígeno prostático específico (PSA)
    • Bilirrubinas
    • Cálcio
    • Cetonas
    • Chikungunya
    • Cloro
    • Colesterol total e frações
    • Creatinina
    • Dengue
    • Drogas de abuso
    • Eritrograma
    • Fator reumatoide
    • Ferro sérico
    • Fosfatase alcalina
    • Gases sanguíneos e equilíbrio ácido-básico
    • Glicose
    • Gravidez (hCG)
    • Hematina férrica (hemoglobina)
    • Hemoglobina glicada (HbA1c)
    • Hepatite A (IgM)
    • Hepatite B (HBsAg)
    • Hepatite C (HCV)
    • Leucograma
    • Magnésio
    • Malária
    • Mononucleose infecciosa (heterófilos)
    • Nitrito
    • Oxalato
    • Potássio
    • Proteínas totais e frações
    • Rotavírus
    • Sódio
    • Streptococcus do grupo A (antígeno)
    • Testosterona total e livre
    • Triglicerídeos
    • Troponina I cardíaca (cTnI)
    • Ureia

    Portanto, as farmácias podem realizar exames de triagem sem necessidade de laboratório, desde que sigam as normas da Anvisa e usem métodos simples e confiáveis. Esses exames podem ser úteis para as pessoas que querem verificar sua saúde ou se prevenir de doenças, mas não substituem a consulta médica ou o diagnóstico laboratorial.

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames, procure uma farmácia habilitada e converse com um farmacêutico. Ele poderá orientá-lo sobre os procedimentos, os resultados e os cuidados necessários. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso e que você pode contar com as farmácias para cuidar dela.