Categoria: Saúde

  • Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Cinco maneiras surpreendentes de como os cães ajudam os humanos

    Os cães são conhecidos como os melhores amigos do homem, mas eles podem fazer muito mais do que apenas nos dar companhia e amor.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

    Eles também podem nos ajudar de formas que talvez não imaginamos. Neste artigo, vamos explorar cinco maneiras incomuns de como os cães ajudam os humanos.

    1. Detectar câncer: Alguns cães têm um olfato tão apurado que podem detectar o câncer em estágios iniciais, apenas cheirando o hálito, a urina ou o sangue dos pacientes. Eles podem identificar diferentes tipos de câncer, como pulmão, mama, próstata e ovário. Essa habilidade pode salvar vidas e facilitar o tratamento.

    2. Prever terremotos: Outra habilidade incrível dos cães é a de prever terremotos antes que eles aconteçam. Eles podem sentir as vibrações do solo e as mudanças no campo magnético da Terra, e ficar agitados ou ansiosos. Alguns estudos sugerem que os cães podem prever terremotos com até uma hora de antecedência.

    3. Proteger elefantes: Os cães também podem ajudar a proteger os elefantes, que estão ameaçados de extinção por causa da caça ilegal. Em alguns países da África e da Ásia, os cães são treinados para rastrear e perseguir os caçadores, e alertar os guardas florestais. Eles também podem se comunicar com os elefantes, usando latidos e gestos, para acalmá-los e guiá-los.

    4. Salvar vidas: Os cães são heróis em muitas situações de emergência, como incêndios, desastres naturais, guerras e ataques terroristas. Eles podem localizar e resgatar pessoas presas ou feridas, fornecer primeiros socorros, transportar suprimentos e até mesmo doar sangue. Eles também podem detectar bombas, minas terrestres e armas.

    5. Melhorar a saúde mental: Por fim, os cães podem melhorar a nossa saúde mental, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão. Eles nos proporcionam apoio emocional, conforto e alegria. Eles também nos incentivam a fazer exercícios físicos, a socializar e a ter uma rotina mais saudável.

    Como podemos ver, os cães são muito mais do que simples animais de estimação. Eles são nossos parceiros, protetores e terapeutas. Eles merecem todo o nosso respeito, cuidado e gratidão.

  • Antidepressivos modernos podem evitar a volta da depressão em pacientes bipolares, revela estudo

    Antidepressivos modernos podem evitar a volta da depressão em pacientes bipolares, revela estudo

    Um novo estudo liderado por pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC) sugere que o uso contínuo de antidepressivos modernos pode ajudar a prevenir a recaída de pacientes com transtorno bipolar em um episódio depressivo.

    O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, desafia as diretrizes atuais de prática clínica e pode mudar a forma como a depressão bipolar é tratada globalmente.

    O transtorno bipolar é uma condição psiquiátrica caracterizada por oscilações extremas de humor, que vão da depressão à mania. A depressão bipolar é uma das principais causas de incapacidade e suicídio entre as pessoas com transtorno bipolar. O tratamento padrão para a depressão bipolar envolve o uso de estabilizadores de humor, como o lítio, que podem ajudar a prevenir os episódios maníacos, mas têm efeitos limitados na prevenção dos episódios depressivos.

    Os antidepressivos são frequentemente usados em combinação com os estabilizadores de humor para tratar a depressão bipolar, mas sua eficácia e segurança a longo prazo são controversas. Algumas diretrizes clínicas recomendam o uso de antidepressivos apenas por um curto período de tempo, pois eles podem aumentar o risco de mudança para a mania ou induzir ciclos rápidos de humor.

    No entanto, o novo estudo da UBC mostra que o uso contínuo de antidepressivos modernos, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) ou inibidores da recaptação da serotonina e da noradrenalina (IRSN), pode ser benéfico para os pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão de um episódio depressivo.

    O estudo envolveu 178 pacientes com transtorno bipolar I que estavam em remissão de um episódio depressivo após o tratamento com antidepressivos modernos (escitalopram ou bupropion XL). Os pacientes foram aleatoriamente designados para continuar o tratamento com antidepressivos por 52 semanas ou começar a reduzir os antidepressivos em seis semanas e mudar para um placebo em oito semanas.

    Os pesquisadores acompanharam os pacientes por um ano e avaliaram sua condição clínica, seu funcionamento psicossocial e sua qualidade de vida. Eles também monitoraram os eventos adversos e as mudanças no tratamento.

    Os resultados mostraram que, a partir da sexta semana, quando o tratamento entre os dois grupos diferiu, os pacientes que continuaram o tratamento com antidepressivos tiveram 40% menos chances de experimentar uma recaída de qualquer evento de humor e 59% menos chances de experimentar um episódio depressivo em relação ao grupo placebo. Não houve diferença significativa na taxa de episódios maníacos ou na taxa de eventos adversos entre os grupos.

    Os pesquisadores concluíram que o uso contínuo de antidepressivos modernos é eficaz e seguro para prevenir a recaída da depressão bipolar em pacientes que responderam bem ao tratamento inicial. Eles sugerem que as diretrizes clínicas atuais devem ser revisadas para refletir esses achados e que os médicos devem considerar a opção de manter os antidepressivos em pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão da depressão.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pelo Instituto Canadense de Pesquisa em Saúde. Os autores declararam não ter conflitos de interesse relevantes.

    O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, desafia as diretrizes atuais de prática clínica e pode mudar a forma como a depressão bipolar é tratada globalmente.

    O transtorno bipolar é uma condição psiquiátrica caracterizada por oscilações extremas de humor, que vão da depressão à mania. A depressão bipolar é uma das principais causas de incapacidade e suicídio entre as pessoas com transtorno bipolar. O tratamento padrão para a depressão bipolar envolve o uso de estabilizadores de humor, como o lítio, que podem ajudar a prevenir os episódios maníacos, mas têm efeitos limitados na prevenção dos episódios depressivos.

    Os antidepressivos são frequentemente usados em combinação com os estabilizadores de humor para tratar a depressão bipolar, mas sua eficácia e segurança a longo prazo são controversas. Algumas diretrizes clínicas recomendam o uso de antidepressivos apenas por um curto período de tempo, pois eles podem aumentar o risco de mudança para a mania ou induzir ciclos rápidos de humor.

    No entanto, o novo estudo da UBC mostra que o uso contínuo de antidepressivos modernos, chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) ou inibidores da recaptação da serotonina e da noradrenalina (IRSN), pode ser benéfico para os pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão de um episódio depressivo.

    O estudo envolveu 178 pacientes com transtorno bipolar I que estavam em remissão de um episódio depressivo após o tratamento com antidepressivos modernos (escitalopram ou bupropion XL). Os pacientes foram aleatoriamente designados para continuar o tratamento com antidepressivos por 52 semanas ou começar a reduzir os antidepressivos em seis semanas e mudar para um placebo em oito semanas.

    Os pesquisadores acompanharam os pacientes por um ano e avaliaram sua condição clínica, seu funcionamento psicossocial e sua qualidade de vida. Eles também monitoraram os eventos adversos e as mudanças no tratamento.

    Os resultados mostraram que, a partir da sexta semana, quando o tratamento entre os dois grupos diferiu, os pacientes que continuaram o tratamento com antidepressivos tiveram 40% menos chances de experimentar uma recaída de qualquer evento de humor e 59% menos chances de experimentar um episódio depressivo em relação ao grupo placebo. Não houve diferença significativa na taxa de episódios maníacos ou na taxa de eventos adversos entre os grupos.

    Os pesquisadores concluíram que o uso contínuo de antidepressivos modernos é eficaz e seguro para prevenir a recaída da depressão bipolar em pacientes que responderam bem ao tratamento inicial. Eles sugerem que as diretrizes clínicas atuais devem ser revisadas para refletir esses achados e que os médicos devem considerar a opção de manter os antidepressivos em pacientes com transtorno bipolar que estão em remissão da depressão.

    O estudo foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e pelo Instituto Canadense de Pesquisa em Saúde. Os autores declararam não ter conflitos de interesse relevantes.

  • Quais os efeitos da creatina no corpo feminino

    Quais os efeitos da creatina no corpo feminino

    A creatina é um dos suplementos mais populares entre os praticantes de atividade física, especialmente aqueles que buscam aumentar a massa muscular e a força.

    Mas será que a creatina também é boa para as mulheres? Quais são os seus benefícios e efeitos colaterais? Como usar corretamente esse suplemento? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre a creatina para mulheres.

    O que é a creatina e como ela funciona?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é encontrada principalmente nos músculos, mas também no cérebro e em outros órgãos. A creatina tem a função de fornecer energia para as células, especialmente as que realizam atividades de alta intensidade e curta duração, como os exercícios de força e explosão.

    Quando ingerimos creatina na forma de suplemento, aumentamos os estoques dessa substância nos músculos, o que permite que eles tenham mais energia disponível para realizar o trabalho muscular. Além disso, a creatina também estimula a síntese de proteínas, o que favorece o crescimento das fibras musculares e a recuperação após os treinos.

    Quais são os benefícios da creatina para as mulheres?

    Os benefícios da creatina para as mulheres são diversos e dependem do objetivo, da idade e da fase da vida de cada uma. De forma geral, podemos destacar os seguintes benefícios:

    • Aumento da massa muscular, da força, da resistência e do desempenho nos treinos: a creatina ajuda as mulheres a treinar mais e melhor, o que resulta em ganhos de massa magra e de força muscular. Isso pode ser especialmente importante para mulheres que querem melhorar sua composição corporal, sua saúde óssea, sua autoestima e sua qualidade de vida.

    • Melhora da recuperação muscular após os exercícios físicos: a creatina acelera o processo de reparação das fibras musculares danificadas pelo exercício, o que reduz a dor, a inflamação e o risco de lesões. Isso permite que as mulheres possam treinar com mais frequência e intensidade, sem comprometer sua saúde muscular.

    • Prevenção de doenças crônicas: a creatina pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose, doenças cardíacas e câncer. Isso se deve ao fato de que a creatina melhora o controle dos níveis de glicose e colesterol no sangue, promove o ganho de massa muscular e óssea, além de ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

    • Prevenção da sarcopenia: a sarcopenia é a perda de massa muscular que ocorre com o envelhecimento, causando diminuição da força e do desempenho físico. A creatina pode ajudar a prevenir ou retardar esse processo, mantendo os músculos mais fortes e saudáveis ao longo da vida.

    • Melhora do funcionamento do cérebro: a creatina também é importante para o funcionamento do cérebro, pois fornece energia para as células nervosas. A creatina pode melhorar as funções cognitivas como memória, atenção, raciocínio e aprendizado. Além disso, a creatina pode ter um efeito antidepressivo, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

    • Ajuda no tratamento de doenças neuromusculares: a creatina pode ser útil no tratamento de algumas doenças que afetam os músculos e o sistema nervoso, como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia. A creatina pode melhorar a força muscular, a função motora e a qualidade de vida desses pacientes.

    Quais são os efeitos colaterais da creatina para as mulheres?

    A creatina é considerada um suplemento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas. No entanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer em algumas mulheres, como:

    • Retenção de líquidos: a creatina pode causar uma retenção de líquidos dentro das células musculares, o que pode dar a sensação de aumento de peso e de volume corporal. No entanto, essa retenção é diferente do inchaço causado por outros fatores, como TPM ou obesidade. A retenção de líquidos da creatina é benéfica para os músculos, pois favorece o crescimento e a hidratação das fibras musculares. Além disso, esse efeito tende a diminuir com o tempo, conforme o organismo se adapta ao suplemento.

    • Risco de cálculos renais: a creatina pode aumentar a excreção de creatinina, um subproduto da creatina, pelos rins. Isso pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de formação de cálculos renais, especialmente em pessoas que já têm predisposição ou histórico familiar dessa condição. Por isso, é importante beber bastante água e consultar um médico antes de usar a creatina, principalmente se tiver algum problema renal ou hepático.

    Como usar a creatina corretamente?

    A forma mais comum de usar a creatina é na forma de pó, que pode ser misturado com água ou com alguma bebida de sua preferência. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 e 5 gramas por dia.

    Existem duas formas de usar a creatina: com ou sem fase de saturação. A fase de saturação consiste em tomar uma dose maior de creatina (cerca de 20 gramas por dia) durante uma semana, para aumentar rapidamente os estoques de creatina nos músculos. Depois dessa fase, a dose é reduzida para a dose de manutenção (cerca de 5 gramas por dia).

    A fase de saturação não é obrigatória, pois os mesmos resultados podem ser obtidos tomando apenas a dose de manutenção desde o início. No entanto, algumas pessoas preferem fazer a fase de saturação para acelerar os efeitos da creatina. Nesse caso, é importante dividir a dose diária em quatro tomadas ao longo do dia, para evitar desconfortos gastrointestinais.

    O melhor horário para tomar a creatina é logo após o treino, pois nesse momento os músculos estão mais receptivos à absorção da substância. Além disso, é recomendado consumir algum alimento fonte de carboidrato junto com a creatina, pois isso facilita a entrada da creatina nas células musculares.

    A creatina pode ser usada por tempo indeterminado, desde que se respeite a dose recomendada e se faça uma avaliação médica periódica. Não há necessidade de fazer ciclos ou pausas no uso da creatina, pois isso não traz benefícios adicionais.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para as mulheres que praticam atividade física e querem melhorar sua saúde muscular, óssea, cerebral e geral. A creatina é segura e eficaz, desde que usada corretamente e com orientação profissional. Antes de usar a creatina, consulte seu médico e seu nutricionista para saber se esse suplemento é adequado para você e qual a melhor forma de usá-lo.

    Mas será que a creatina também é boa para as mulheres? Quais são os seus benefícios e efeitos colaterais? Como usar corretamente esse suplemento? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre a creatina para mulheres.

    O que é a creatina e como ela funciona?

    A creatina é uma substância natural produzida pelo nosso organismo a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina. Ela é encontrada principalmente nos músculos, mas também no cérebro e em outros órgãos. A creatina tem a função de fornecer energia para as células, especialmente as que realizam atividades de alta intensidade e curta duração, como os exercícios de força e explosão.

    Quando ingerimos creatina na forma de suplemento, aumentamos os estoques dessa substância nos músculos, o que permite que eles tenham mais energia disponível para realizar o trabalho muscular. Além disso, a creatina também estimula a síntese de proteínas, o que favorece o crescimento das fibras musculares e a recuperação após os treinos.

    Quais são os benefícios da creatina para as mulheres?

    Os benefícios da creatina para as mulheres são diversos e dependem do objetivo, da idade e da fase da vida de cada uma. De forma geral, podemos destacar os seguintes benefícios:

    • Aumento da massa muscular, da força, da resistência e do desempenho nos treinos: a creatina ajuda as mulheres a treinar mais e melhor, o que resulta em ganhos de massa magra e de força muscular. Isso pode ser especialmente importante para mulheres que querem melhorar sua composição corporal, sua saúde óssea, sua autoestima e sua qualidade de vida.

    • Melhora da recuperação muscular após os exercícios físicos: a creatina acelera o processo de reparação das fibras musculares danificadas pelo exercício, o que reduz a dor, a inflamação e o risco de lesões. Isso permite que as mulheres possam treinar com mais frequência e intensidade, sem comprometer sua saúde muscular.

    • Prevenção de doenças crônicas: a creatina pode auxiliar na prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose, doenças cardíacas e câncer. Isso se deve ao fato de que a creatina melhora o controle dos níveis de glicose e colesterol no sangue, promove o ganho de massa muscular e óssea, além de ter propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

    • Prevenção da sarcopenia: a sarcopenia é a perda de massa muscular que ocorre com o envelhecimento, causando diminuição da força e do desempenho físico. A creatina pode ajudar a prevenir ou retardar esse processo, mantendo os músculos mais fortes e saudáveis ao longo da vida.

    • Melhora do funcionamento do cérebro: a creatina também é importante para o funcionamento do cérebro, pois fornece energia para as células nervosas. A creatina pode melhorar as funções cognitivas como memória, atenção, raciocínio e aprendizado. Além disso, a creatina pode ter um efeito antidepressivo, pois aumenta os níveis de serotonina no cérebro.

    • Ajuda no tratamento de doenças neuromusculares: a creatina pode ser útil no tratamento de algumas doenças que afetam os músculos e o sistema nervoso, como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia. A creatina pode melhorar a força muscular, a função motora e a qualidade de vida desses pacientes.

    Quais são os efeitos colaterais da creatina para as mulheres?

    A creatina é considerada um suplemento seguro e bem tolerado pela maioria das pessoas. No entanto, alguns efeitos colaterais podem ocorrer em algumas mulheres, como:

    • Retenção de líquidos: a creatina pode causar uma retenção de líquidos dentro das células musculares, o que pode dar a sensação de aumento de peso e de volume corporal. No entanto, essa retenção é diferente do inchaço causado por outros fatores, como TPM ou obesidade. A retenção de líquidos da creatina é benéfica para os músculos, pois favorece o crescimento e a hidratação das fibras musculares. Além disso, esse efeito tende a diminuir com o tempo, conforme o organismo se adapta ao suplemento.

    • Risco de cálculos renais: a creatina pode aumentar a excreção de creatinina, um subproduto da creatina, pelos rins. Isso pode sobrecarregar os rins e aumentar o risco de formação de cálculos renais, especialmente em pessoas que já têm predisposição ou histórico familiar dessa condição. Por isso, é importante beber bastante água e consultar um médico antes de usar a creatina, principalmente se tiver algum problema renal ou hepático.

    Como usar a creatina corretamente?

    A forma mais comum de usar a creatina é na forma de pó, que pode ser misturado com água ou com alguma bebida de sua preferência. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 e 5 gramas por dia.

    Existem duas formas de usar a creatina: com ou sem fase de saturação. A fase de saturação consiste em tomar uma dose maior de creatina (cerca de 20 gramas por dia) durante uma semana, para aumentar rapidamente os estoques de creatina nos músculos. Depois dessa fase, a dose é reduzida para a dose de manutenção (cerca de 5 gramas por dia).

    A fase de saturação não é obrigatória, pois os mesmos resultados podem ser obtidos tomando apenas a dose de manutenção desde o início. No entanto, algumas pessoas preferem fazer a fase de saturação para acelerar os efeitos da creatina. Nesse caso, é importante dividir a dose diária em quatro tomadas ao longo do dia, para evitar desconfortos gastrointestinais.

    O melhor horário para tomar a creatina é logo após o treino, pois nesse momento os músculos estão mais receptivos à absorção da substância. Além disso, é recomendado consumir algum alimento fonte de carboidrato junto com a creatina, pois isso facilita a entrada da creatina nas células musculares.

    A creatina pode ser usada por tempo indeterminado, desde que se respeite a dose recomendada e se faça uma avaliação médica periódica. Não há necessidade de fazer ciclos ou pausas no uso da creatina, pois isso não traz benefícios adicionais.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para as mulheres que praticam atividade física e querem melhorar sua saúde muscular, óssea, cerebral e geral. A creatina é segura e eficaz, desde que usada corretamente e com orientação profissional. Antes de usar a creatina, consulte seu médico e seu nutricionista para saber se esse suplemento é adequado para você e qual a melhor forma de usá-lo.

  • Creatina: o que é, como tomar e para que serve

    Creatina: o que é, como tomar e para que serve

    A creatina é um dos suplementos mais populares entre os praticantes de atividades físicas, especialmente aqueles que buscam aumentar a força, a potência e a massa muscular.

    Mas você sabe o que é a creatina, como ela funciona no organismo e como ela deve ser consumida? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse composto.

    O que é a creatina?

    A creatina é uma substância derivada de aminoácidos (glicina, arginina, metionina) que é produzida naturalmente pelo nosso corpo, nos rins, no fígado e no pâncreas. A creatina também pode ser encontrada em alguns alimentos de origem animal, como peixe, carne, frango, leite e derivados.

    A maior parte da creatina produzida ou ingerida é armazenada nos músculos esqueléticos, onde ela participa da produção de ATP (adenosina trifosfato), que é a principal fonte de energia usada pelos músculos em exercícios de alta intensidade e curta duração, como musculação, saltos, arremessos de peso e corridas muito curtas.

    Para que serve a creatina?

    A creatina serve para aumentar a disponibilidade de ATP nos músculos, o que permite que eles realizem mais trabalho com menos fadiga. Isso significa que a creatina pode melhorar o desempenho físico em exercícios que exigem força e explosão, permitindo que o praticante use cargas maiores, faça mais repetições ou tenha mais velocidade.

    Além disso, a creatina também pode aumentar o volume muscular, pois ela se liga à água dentro das células musculares, causando uma expansão do tecido. Esse efeito pode ser benéfico para estimular o crescimento das fibras musculares e prevenir a perda de massa muscular associada ao envelhecimento ou a algumas doenças.

    Outros benefícios da creatina que têm sido estudados são: a melhora das funções cognitivas, a prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose e doenças cardíacas, e o auxílio no tratamento de doenças neuromusculares como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia.

    Como tomar creatina?

    A creatina pode ser consumida na forma de suplementos alimentares em cápsula ou em pó. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 a 5 gramas por dia. A creatina pode ser tomada antes ou depois dos treinos, conforme orientação de um profissional de saúde.

    Uma dica é misturar o suplemento a uma bebida com carboidrato (suco ou bebidas esportivas), pois isso pode aumentar a absorção e o uso da creatina pelos músculos. Outra dica é beber bastante água ao longo do dia para evitar a desidratação e facilitar a eliminação do excesso de creatina pelos rins.

    A creatina tem efeitos colaterais?

    A creatina é considerada segura e eficaz quando usada corretamente e sob orientação de um profissional de saúde. No entanto, alguns possíveis efeitos colaterais são: retenção de líquidos, ganho de peso, desconforto gastrointestinal e cãibras musculares. Esses efeitos podem ser minimizados com uma boa hidratação e uma dose adequada.

    A creatina tem contraindicações?

    A creatina tem algumas contraindicações, como para pessoas com problemas renais, hepáticos ou diabetes. Isso porque a creatina pode sobrecarregar os rins e o fígado ou alterar os níveis de glicose no sangue. Portanto, essas pessoas devem evitar o uso da creatina ou consultar um médico antes de iniciar o consumo.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para quem pratica atividades físicas que exigem força e explosão. A substância fornece energia para os músculos, melhorando o desempenho, aumentando a massa muscular e prevenindo doenças crônicas. A creatina deve ser consumida com cuidado e orientação, respeitando a dose, a hidratação e as contraindicações. Se você quer saber mais sobre a creatina, consulte um nutricionista ou um educador físico. Eles poderão te ajudar a tirar suas dúvidas e a aproveitar melhor os benefícios desse suplemento.

    Mas você sabe o que é a creatina, como ela funciona no organismo e como ela deve ser consumida? Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse composto.

    O que é a creatina?

    A creatina é uma substância derivada de aminoácidos (glicina, arginina, metionina) que é produzida naturalmente pelo nosso corpo, nos rins, no fígado e no pâncreas. A creatina também pode ser encontrada em alguns alimentos de origem animal, como peixe, carne, frango, leite e derivados.

    A maior parte da creatina produzida ou ingerida é armazenada nos músculos esqueléticos, onde ela participa da produção de ATP (adenosina trifosfato), que é a principal fonte de energia usada pelos músculos em exercícios de alta intensidade e curta duração, como musculação, saltos, arremessos de peso e corridas muito curtas.

    Para que serve a creatina?

    A creatina serve para aumentar a disponibilidade de ATP nos músculos, o que permite que eles realizem mais trabalho com menos fadiga. Isso significa que a creatina pode melhorar o desempenho físico em exercícios que exigem força e explosão, permitindo que o praticante use cargas maiores, faça mais repetições ou tenha mais velocidade.

    Além disso, a creatina também pode aumentar o volume muscular, pois ela se liga à água dentro das células musculares, causando uma expansão do tecido. Esse efeito pode ser benéfico para estimular o crescimento das fibras musculares e prevenir a perda de massa muscular associada ao envelhecimento ou a algumas doenças.

    Outros benefícios da creatina que têm sido estudados são: a melhora das funções cognitivas, a prevenção de doenças crônicas como diabetes, osteoporose e doenças cardíacas, e o auxílio no tratamento de doenças neuromusculares como distrofia muscular, doença de Huntington, esclerose lateral amiotrófica, doença de Parkinson e fibromialgia.

    Como tomar creatina?

    A creatina pode ser consumida na forma de suplementos alimentares em cápsula ou em pó. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo e o peso corporal de cada pessoa, mas geralmente fica entre 3 a 5 gramas por dia. A creatina pode ser tomada antes ou depois dos treinos, conforme orientação de um profissional de saúde.

    Uma dica é misturar o suplemento a uma bebida com carboidrato (suco ou bebidas esportivas), pois isso pode aumentar a absorção e o uso da creatina pelos músculos. Outra dica é beber bastante água ao longo do dia para evitar a desidratação e facilitar a eliminação do excesso de creatina pelos rins.

    A creatina tem efeitos colaterais?

    A creatina é considerada segura e eficaz quando usada corretamente e sob orientação de um profissional de saúde. No entanto, alguns possíveis efeitos colaterais são: retenção de líquidos, ganho de peso, desconforto gastrointestinal e cãibras musculares. Esses efeitos podem ser minimizados com uma boa hidratação e uma dose adequada.

    A creatina tem contraindicações?

    A creatina tem algumas contraindicações, como para pessoas com problemas renais, hepáticos ou diabetes. Isso porque a creatina pode sobrecarregar os rins e o fígado ou alterar os níveis de glicose no sangue. Portanto, essas pessoas devem evitar o uso da creatina ou consultar um médico antes de iniciar o consumo.

    A creatina é um suplemento que pode trazer vários benefícios para quem pratica atividades físicas que exigem força e explosão. A substância fornece energia para os músculos, melhorando o desempenho, aumentando a massa muscular e prevenindo doenças crônicas. A creatina deve ser consumida com cuidado e orientação, respeitando a dose, a hidratação e as contraindicações. Se você quer saber mais sobre a creatina, consulte um nutricionista ou um educador físico. Eles poderão te ajudar a tirar suas dúvidas e a aproveitar melhor os benefícios desse suplemento.

  • Energético faz mal para o coração? Saiba os riscos e como evitar

    Energético faz mal para o coração? Saiba os riscos e como evitar

    As bebidas energéticas são muito populares entre as pessoas que buscam mais disposição, concentração e resistência física.

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    Elas prometem aumentar o desempenho e a energia, mas será que elas fazem bem para a saúde? Neste artigo, vamos explicar como as bebidas energéticas afetam o coração e quais são os perigos de consumi-las em excesso.

    O que são as bebidas energéticas?

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, como taurina, guaraná, ginseng e vitaminas do complexo B. Elas são comercializadas como suplementos alimentares que melhoram o desempenho físico e mental, reduzem a fadiga e aumentam a alerta.

    Como as bebidas energéticas afetam o coração?

    A cafeína é o principal ingrediente das bebidas energéticas. Ela é um estimulante do sistema nervoso central, que provoca a liberação de hormônios de excitação, como a adrenalina e a noradrenalina. Esses hormônios aumentam a pressão arterial, a frequência cardíaca e a força das contrações do coração. Eles também causam a vasoconstrição, ou seja, o estreitamento dos vasos sanguíneos, que dificulta a circulação do sangue.

    O consumo excessivo de cafeína pode levar a problemas cardíacos, como arritmias, taquicardia, palpitações, angina e infarto. Além disso, a cafeína pode interagir com alguns medicamentos, como os anti-hipertensivos, os anticoagulantes e os antidepressivos, potencializando ou diminuindo seus efeitos.

    O açúcar é outro componente das bebidas energéticas que pode prejudicar o coração. O açúcar fornece energia rápida ao organismo, mas também eleva os níveis de glicose e insulina no sangue. O consumo excessivo de açúcar pode causar resistência à insulina, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

    As outras substâncias presentes nas bebidas energéticas também podem ter efeitos adversos sobre o coração. A taurina é um aminoácido que atua como neurotransmissor e modula a atividade elétrica do coração. Ela pode aumentar ou diminuir a frequência cardíaca, dependendo da dose e da sensibilidade de cada pessoa. O guaraná é uma planta que contém cafeína e outros alcaloides que estimulam o sistema nervoso. O ginseng é uma erva que tem propriedades adaptogênicas, ou seja, que ajudam o organismo a se adaptar ao estresse. As vitaminas do complexo B são essenciais para o metabolismo energético e para o funcionamento do sistema nervoso.

    O problema é que essas substâncias podem interagir entre si e com a cafeína, potencializando seus efeitos estimulantes ou causando reações adversas. Além disso, elas podem interferir com outros suplementos ou medicamentos que a pessoa esteja usando.

    Quais são os riscos de consumir bebidas energéticas em excesso?

    O consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar diversos problemas de saúde, especialmente para o coração. Alguns dos riscos são:

    • Hipertensão arterial: o aumento da pressão arterial pode sobrecarregar o coração e os vasos sanguíneos, aumentando o risco de derrame cerebral, aneurisma e insuficiência renal.

    • Arritmias cardíacas: as alterações no ritmo cardíaco podem comprometer o bombeamento do sangue para o corpo, causando falta de oxigênio nos órgãos vitais.

    • Infarto do miocárdio: a obstrução das artérias coronárias pode impedir o fluxo de sangue para o músculo cardíaco, provocando necrose (morte) das células cardíacas.

    • Morte súbita: em casos extremos, o consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar uma parada cardíaca, levando à morte em questão de minutos.

    Como evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas?

    A melhor forma de evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas é limitar ou evitar o seu consumo. Algumas dicas são:

    • Não consumir mais de uma lata de bebida energética por dia.

    • Não misturar bebidas energéticas com álcool, pois isso pode aumentar os efeitos tóxicos e desidratar o organismo.

    • Não consumir bebidas energéticas antes, durante ou depois de praticar atividades físicas intensas, pois isso pode causar desequilíbrio eletrolítico, desidratação e sobrecarga cardíaca.

    • Não consumir bebidas energéticas se tiver algum problema cardíaco, hipertensão, diabetes, ansiedade, insônia ou se estiver grávida ou amamentando.

    • Consultar um médico antes de consumir bebidas energéticas se estiver usando algum medicamento ou suplemento que possa interagir com elas.

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, que podem afetar o coração e causar problemas de saúde. O consumo excessivo dessas bebidas pode levar a hipertensão, arritmias, infarto e até morte súbita. Por isso, é importante limitar ou evitar o seu consumo e buscar outras formas de obter energia e disposição, como uma alimentação equilibrada, uma hidratação adequada e um sono de qualidade.

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    Elas prometem aumentar o desempenho e a energia, mas será que elas fazem bem para a saúde? Neste artigo, vamos explicar como as bebidas energéticas afetam o coração e quais são os perigos de consumi-las em excesso.

    O que são as bebidas energéticas?

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, como taurina, guaraná, ginseng e vitaminas do complexo B. Elas são comercializadas como suplementos alimentares que melhoram o desempenho físico e mental, reduzem a fadiga e aumentam a alerta.

    Como as bebidas energéticas afetam o coração?

    A cafeína é o principal ingrediente das bebidas energéticas. Ela é um estimulante do sistema nervoso central, que provoca a liberação de hormônios de excitação, como a adrenalina e a noradrenalina. Esses hormônios aumentam a pressão arterial, a frequência cardíaca e a força das contrações do coração. Eles também causam a vasoconstrição, ou seja, o estreitamento dos vasos sanguíneos, que dificulta a circulação do sangue.

    O consumo excessivo de cafeína pode levar a problemas cardíacos, como arritmias, taquicardia, palpitações, angina e infarto. Além disso, a cafeína pode interagir com alguns medicamentos, como os anti-hipertensivos, os anticoagulantes e os antidepressivos, potencializando ou diminuindo seus efeitos.

    O açúcar é outro componente das bebidas energéticas que pode prejudicar o coração. O açúcar fornece energia rápida ao organismo, mas também eleva os níveis de glicose e insulina no sangue. O consumo excessivo de açúcar pode causar resistência à insulina, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares.

    As outras substâncias presentes nas bebidas energéticas também podem ter efeitos adversos sobre o coração. A taurina é um aminoácido que atua como neurotransmissor e modula a atividade elétrica do coração. Ela pode aumentar ou diminuir a frequência cardíaca, dependendo da dose e da sensibilidade de cada pessoa. O guaraná é uma planta que contém cafeína e outros alcaloides que estimulam o sistema nervoso. O ginseng é uma erva que tem propriedades adaptogênicas, ou seja, que ajudam o organismo a se adaptar ao estresse. As vitaminas do complexo B são essenciais para o metabolismo energético e para o funcionamento do sistema nervoso.

    O problema é que essas substâncias podem interagir entre si e com a cafeína, potencializando seus efeitos estimulantes ou causando reações adversas. Além disso, elas podem interferir com outros suplementos ou medicamentos que a pessoa esteja usando.

    Quais são os riscos de consumir bebidas energéticas em excesso?

    O consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar diversos problemas de saúde, especialmente para o coração. Alguns dos riscos são:

    • Hipertensão arterial: o aumento da pressão arterial pode sobrecarregar o coração e os vasos sanguíneos, aumentando o risco de derrame cerebral, aneurisma e insuficiência renal.

    • Arritmias cardíacas: as alterações no ritmo cardíaco podem comprometer o bombeamento do sangue para o corpo, causando falta de oxigênio nos órgãos vitais.

    • Infarto do miocárdio: a obstrução das artérias coronárias pode impedir o fluxo de sangue para o músculo cardíaco, provocando necrose (morte) das células cardíacas.

    • Morte súbita: em casos extremos, o consumo excessivo de bebidas energéticas pode causar uma parada cardíaca, levando à morte em questão de minutos.

    Como evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas?

    A melhor forma de evitar os problemas causados pelas bebidas energéticas é limitar ou evitar o seu consumo. Algumas dicas são:

    • Não consumir mais de uma lata de bebida energética por dia.

    • Não misturar bebidas energéticas com álcool, pois isso pode aumentar os efeitos tóxicos e desidratar o organismo.

    • Não consumir bebidas energéticas antes, durante ou depois de praticar atividades físicas intensas, pois isso pode causar desequilíbrio eletrolítico, desidratação e sobrecarga cardíaca.

    • Não consumir bebidas energéticas se tiver algum problema cardíaco, hipertensão, diabetes, ansiedade, insônia ou se estiver grávida ou amamentando.

    • Consultar um médico antes de consumir bebidas energéticas se estiver usando algum medicamento ou suplemento que possa interagir com elas.

    As bebidas energéticas são produtos que contêm altas doses de cafeína, açúcar e outras substâncias estimulantes, que podem afetar o coração e causar problemas de saúde. O consumo excessivo dessas bebidas pode levar a hipertensão, arritmias, infarto e até morte súbita. Por isso, é importante limitar ou evitar o seu consumo e buscar outras formas de obter energia e disposição, como uma alimentação equilibrada, uma hidratação adequada e um sono de qualidade.

  • Como a incontinência intestinal pode afetar a vida sexual e como lidar com esse problema

    Como a incontinência intestinal pode afetar a vida sexual e como lidar com esse problema

    A incontinência intestinal é a perda involuntária de fezes ou gases pelo ânus, que pode afetar a qualidade de vida e a autoestima das pessoas que sofrem com esse problema.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia, cerca de 5% da população brasileira tem algum grau de incontinência intestinal. Mas o que causa esse problema e como ele pode interferir na atividade sexual?

    Causas da incontinência intestinal

    A incontinência intestinal pode ter várias causas, como lesões nos músculos ou nervos do ânus, doenças inflamatórias intestinais, infecções, tumores, cirurgias, envelhecimento, entre outras . Algumas dessas causas podem estar relacionadas à prática sexual, como o sexo anal, que pode causar lesões no esfíncter anal (o músculo que controla a saída das fezes) ou nos nervos que o inervam. Além disso, algumas infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) podem provocar sintomas semelhantes à incontinência intestinal, como dor, ardor e urgência para evacuar.

    Efeitos na vida sexual

    A incontinência intestinal pode interferir na vida sexual de algumas formas. Por um lado, pode causar constrangimento, ansiedade, baixa autoestima e medo de perder fezes durante o ato sexual, o que pode diminuir o desejo e a satisfação sexual. Por outro lado, algumas pessoas podem sentir dor ou desconforto ao ter relações sexuais, especialmente se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    Tratamento e prevenção

    O tratamento da incontinência intestinal depende da causa e da gravidade do problema. O médico coloproctologista é o especialista indicado para avaliar cada caso e indicar o melhor tratamento, que pode incluir mudanças na alimentação, uso de medicamentos, fisioterapia ou cirurgia. O objetivo do tratamento é melhorar a função do esfíncter anal e reduzir os episódios de perda fecal.

    Para prevenir a incontinência intestinal, algumas medidas podem ser tomadas, como:

    • Evitar o consumo excessivo de alimentos que podem irritar o intestino, como cafeína, álcool, pimenta, frituras e gorduras.

    • Beber bastante água e consumir alimentos ricos em fibras para regular o trânsito intestinal.

    • Praticar exercícios físicos para fortalecer os músculos abdominais e pélvicos.

    • Usar preservativo nas relações sexuais para evitar as ISTs.

    • Evitar o sexo anal se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    • Usar lubrificantes à base de água para facilitar a penetração e evitar lesões no ânus.

    Dicas para uma vida sexual saudável

    A incontinência intestinal não precisa ser um obstáculo para uma vida sexual saudável e prazerosa. Algumas dicas para lidar com esse problema são:

    • Conversar com seu parceiro ou parceira sobre suas dificuldades e expectativas sexuais. A comunicação é essencial para criar um clima de confiança e intimidade.

    • Procurar ajuda psicológica se você sentir vergonha, culpa ou baixa autoestima por causa da incontinência intestinal. A terapia pode ajudar a melhorar sua autoimagem e sua autoconfiança.

    • Explorar outras formas de prazer sexual além da penetração. O sexo oral, a masturbação e os brinquedos eróticos podem ser ótimas alternativas para estimular as zonas erógenas e proporcionar orgasmos.

    • Escolher um momento adequado para ter relações sexuais. Evite ter sexo logo após as refeições ou quando sentir vontade de evacuar. Prefira um horário em que você esteja mais relaxado e confortável.

    • Usar produtos específicos para evitar vazamentos. Existem fraldas geriátricas, absorventes íntimos e tampões anais que podem ajudar a conter as perdas fecais durante o sexo. Esses produtos devem ser trocados logo após o ato sexual para evitar infecções.

    • Higienizar bem a região anal antes e depois do sexo. Use água e sabonete neutro para limpar o ânus e o reto. Evite usar lenços umedecidos, papel higiênico ou outros produtos que possam irritar a pele.

    A incontinência intestinal é um problema que pode ser tratado e controlado com a ajuda de um médico e de um psicólogo. Não deixe que esse problema afete sua vida sexual e sua felicidade. Busque ajuda profissional e siga as orientações para ter uma vida sexual saudável e satisfatória.

    Segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia, cerca de 5% da população brasileira tem algum grau de incontinência intestinal. Mas o que causa esse problema e como ele pode interferir na atividade sexual?

    Causas da incontinência intestinal

    A incontinência intestinal pode ter várias causas, como lesões nos músculos ou nervos do ânus, doenças inflamatórias intestinais, infecções, tumores, cirurgias, envelhecimento, entre outras . Algumas dessas causas podem estar relacionadas à prática sexual, como o sexo anal, que pode causar lesões no esfíncter anal (o músculo que controla a saída das fezes) ou nos nervos que o inervam. Além disso, algumas infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) podem provocar sintomas semelhantes à incontinência intestinal, como dor, ardor e urgência para evacuar.

    Efeitos na vida sexual

    A incontinência intestinal pode interferir na vida sexual de algumas formas. Por um lado, pode causar constrangimento, ansiedade, baixa autoestima e medo de perder fezes durante o ato sexual, o que pode diminuir o desejo e a satisfação sexual. Por outro lado, algumas pessoas podem sentir dor ou desconforto ao ter relações sexuais, especialmente se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    Tratamento e prevenção

    O tratamento da incontinência intestinal depende da causa e da gravidade do problema. O médico coloproctologista é o especialista indicado para avaliar cada caso e indicar o melhor tratamento, que pode incluir mudanças na alimentação, uso de medicamentos, fisioterapia ou cirurgia. O objetivo do tratamento é melhorar a função do esfíncter anal e reduzir os episódios de perda fecal.

    Para prevenir a incontinência intestinal, algumas medidas podem ser tomadas, como:

    • Evitar o consumo excessivo de alimentos que podem irritar o intestino, como cafeína, álcool, pimenta, frituras e gorduras.

    • Beber bastante água e consumir alimentos ricos em fibras para regular o trânsito intestinal.

    • Praticar exercícios físicos para fortalecer os músculos abdominais e pélvicos.

    • Usar preservativo nas relações sexuais para evitar as ISTs.

    • Evitar o sexo anal se houver lesões ou inflamações no ânus ou no reto.

    • Usar lubrificantes à base de água para facilitar a penetração e evitar lesões no ânus.

    Dicas para uma vida sexual saudável

    A incontinência intestinal não precisa ser um obstáculo para uma vida sexual saudável e prazerosa. Algumas dicas para lidar com esse problema são:

    • Conversar com seu parceiro ou parceira sobre suas dificuldades e expectativas sexuais. A comunicação é essencial para criar um clima de confiança e intimidade.

    • Procurar ajuda psicológica se você sentir vergonha, culpa ou baixa autoestima por causa da incontinência intestinal. A terapia pode ajudar a melhorar sua autoimagem e sua autoconfiança.

    • Explorar outras formas de prazer sexual além da penetração. O sexo oral, a masturbação e os brinquedos eróticos podem ser ótimas alternativas para estimular as zonas erógenas e proporcionar orgasmos.

    • Escolher um momento adequado para ter relações sexuais. Evite ter sexo logo após as refeições ou quando sentir vontade de evacuar. Prefira um horário em que você esteja mais relaxado e confortável.

    • Usar produtos específicos para evitar vazamentos. Existem fraldas geriátricas, absorventes íntimos e tampões anais que podem ajudar a conter as perdas fecais durante o sexo. Esses produtos devem ser trocados logo após o ato sexual para evitar infecções.

    • Higienizar bem a região anal antes e depois do sexo. Use água e sabonete neutro para limpar o ânus e o reto. Evite usar lenços umedecidos, papel higiênico ou outros produtos que possam irritar a pele.

    A incontinência intestinal é um problema que pode ser tratado e controlado com a ajuda de um médico e de um psicólogo. Não deixe que esse problema afete sua vida sexual e sua felicidade. Busque ajuda profissional e siga as orientações para ter uma vida sexual saudável e satisfatória.

  • Anvisa libera exames em farmácias: veja os exames que podem ser realizados

    Anvisa libera exames em farmácias: veja os exames que podem ser realizados

    As farmácias brasileiras ganharam uma nova opção de serviço para oferecer aos seus clientes: a realização de exames de triagem a partir de material biológico primário, como sangue, saliva ou urina.

    Esses exames não precisam ser enviados para um laboratório externo, pois podem ser feitos no próprio estabelecimento, desde que sigam algumas exigências da Anvisa.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou uma norma que já permitia às farmácias realizar testes rápidos, mas que agora inclui também os exames de análises clínicas. Esses exames são aqueles que avaliam a presença ou a quantidade de uma substância ou micro-organismo no material biológico coletado.

    No entanto, esses exames não servem para diagnóstico, somente para triagem. Isso significa que eles podem indicar se há algum problema de saúde ou risco potencial, mas não podem confirmar ou descartar uma doença. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados de uma orientação profissional.

    Para realizar esses exames, as farmácias devem cumprir uma série de requisitos estabelecidos pela Anvisa, que vão desde regras de infraestrutura até a capacitação de pessoal. Além disso, os exames devem ser feitos após a coleta do material biológico no próprio estabelecimento e não devem necessitar de instrumento para leitura, interpretação ou visualização do resultado. Ou seja, o resultado deve ser visível a olho nu ou com o auxílio de uma lupa.

    Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), as farmácias do país têm estrutura e espaço para realizar ao menos 46 exames, conforme lista abaixo. Entre eles, estão exames para detectar gravidez, glicose, colesterol, HIV, hepatite, dengue, zika e covid-19. Esses exames podem trazer benefícios para a população, como maior acesso, rapidez e conveniência.

    Lista de exames que podem ser realizados pelas farmácias:

    • Acidez urinária (pH)
    • Albumina
    • Álcool
    • Amilase
    • Anticorpos anti-HIV 1 e 2
    • Anticorpos anti-HCV
    • Anticorpos anti-HTLV I/II
    • Anticorpos anti-Treponema pallidum
    • Antígeno prostático específico (PSA)
    • Bilirrubinas
    • Cálcio
    • Cetonas
    • Chikungunya
    • Cloro
    • Colesterol total e frações
    • Creatinina
    • Dengue
    • Drogas de abuso
    • Eritrograma
    • Fator reumatoide
    • Ferro sérico
    • Fosfatase alcalina
    • Gases sanguíneos e equilíbrio ácido-básico
    • Glicose
    • Gravidez (hCG)
    • Hematina férrica (hemoglobina)
    • Hemoglobina glicada (HbA1c)
    • Hepatite A (IgM)
    • Hepatite B (HBsAg)
    • Hepatite C (HCV)
    • Leucograma
    • Magnésio
    • Malária
    • Mononucleose infecciosa (heterófilos)
    • Nitrito
    • Oxalato
    • Potássio
    • Proteínas totais e frações
    • Rotavírus
    • Sódio
    • Streptococcus do grupo A (antígeno)
    • Testosterona total e livre
    • Triglicerídeos
    • Troponina I cardíaca (cTnI)
    • Ureia

    Portanto, as farmácias podem realizar exames de triagem sem necessidade de laboratório, desde que sigam as normas da Anvisa e usem métodos simples e confiáveis. Esses exames podem ser úteis para as pessoas que querem verificar sua saúde ou se prevenir de doenças, mas não substituem a consulta médica ou o diagnóstico laboratorial.

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames, procure uma farmácia habilitada e converse com um farmacêutico. Ele poderá orientá-lo sobre os procedimentos, os resultados e os cuidados necessários. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso e que você pode contar com as farmácias para cuidar dela.

    Esses exames não precisam ser enviados para um laboratório externo, pois podem ser feitos no próprio estabelecimento, desde que sigam algumas exigências da Anvisa.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou uma norma que já permitia às farmácias realizar testes rápidos, mas que agora inclui também os exames de análises clínicas. Esses exames são aqueles que avaliam a presença ou a quantidade de uma substância ou micro-organismo no material biológico coletado.

    No entanto, esses exames não servem para diagnóstico, somente para triagem. Isso significa que eles podem indicar se há algum problema de saúde ou risco potencial, mas não podem confirmar ou descartar uma doença. Por isso, os resultados devem ser interpretados com cautela e sempre acompanhados de uma orientação profissional.

    Para realizar esses exames, as farmácias devem cumprir uma série de requisitos estabelecidos pela Anvisa, que vão desde regras de infraestrutura até a capacitação de pessoal. Além disso, os exames devem ser feitos após a coleta do material biológico no próprio estabelecimento e não devem necessitar de instrumento para leitura, interpretação ou visualização do resultado. Ou seja, o resultado deve ser visível a olho nu ou com o auxílio de uma lupa.

    Segundo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), as farmácias do país têm estrutura e espaço para realizar ao menos 46 exames, conforme lista abaixo. Entre eles, estão exames para detectar gravidez, glicose, colesterol, HIV, hepatite, dengue, zika e covid-19. Esses exames podem trazer benefícios para a população, como maior acesso, rapidez e conveniência.

    Lista de exames que podem ser realizados pelas farmácias:

    • Acidez urinária (pH)
    • Albumina
    • Álcool
    • Amilase
    • Anticorpos anti-HIV 1 e 2
    • Anticorpos anti-HCV
    • Anticorpos anti-HTLV I/II
    • Anticorpos anti-Treponema pallidum
    • Antígeno prostático específico (PSA)
    • Bilirrubinas
    • Cálcio
    • Cetonas
    • Chikungunya
    • Cloro
    • Colesterol total e frações
    • Creatinina
    • Dengue
    • Drogas de abuso
    • Eritrograma
    • Fator reumatoide
    • Ferro sérico
    • Fosfatase alcalina
    • Gases sanguíneos e equilíbrio ácido-básico
    • Glicose
    • Gravidez (hCG)
    • Hematina férrica (hemoglobina)
    • Hemoglobina glicada (HbA1c)
    • Hepatite A (IgM)
    • Hepatite B (HBsAg)
    • Hepatite C (HCV)
    • Leucograma
    • Magnésio
    • Malária
    • Mononucleose infecciosa (heterófilos)
    • Nitrito
    • Oxalato
    • Potássio
    • Proteínas totais e frações
    • Rotavírus
    • Sódio
    • Streptococcus do grupo A (antígeno)
    • Testosterona total e livre
    • Triglicerídeos
    • Troponina I cardíaca (cTnI)
    • Ureia

    Portanto, as farmácias podem realizar exames de triagem sem necessidade de laboratório, desde que sigam as normas da Anvisa e usem métodos simples e confiáveis. Esses exames podem ser úteis para as pessoas que querem verificar sua saúde ou se prevenir de doenças, mas não substituem a consulta médica ou o diagnóstico laboratorial.

    Se você tem interesse em fazer algum desses exames, procure uma farmácia habilitada e converse com um farmacêutico. Ele poderá orientá-lo sobre os procedimentos, os resultados e os cuidados necessários. Lembre-se de que sua saúde é o seu bem mais precioso e que você pode contar com as farmácias para cuidar dela.

  • Remédio caseiro para trombose na perna: mito ou verdade?

    Remédio caseiro para trombose na perna: mito ou verdade?

    A busca por alternativas naturais para auxiliar na saúde e bem-estar tem sido cada vez mais frequente. No campo da medicina, a utilização de plantas medicinais tem ganhado destaque, especialmente aquelas que demonstram ter propriedades estimulantes da circulação sanguínea e anti-trombóticas.

    Neste artigo, exploraremos algumas dessas plantas, incluindo alho, gengibre e ginkgo biloba, e como elas podem ser incorporadas ao cuidado da saúde vascular.

    1. Alho (Allium sativum):

    O alho é amplamente utilizado na culinária e também é conhecido por suas propriedades medicinais. Ele contém compostos como alicina e ajoeno, que podem ajudar a dilatar os vasos sanguíneos e melhorar o fluxo sanguíneo. Além disso, o alho tem ação anti-inflamatória e antioxidante, que pode contribuir para a redução da formação de coágulos sanguíneos.

    O consumo de alho pode ser feito de diversas maneiras, como adicioná-lo cru às saladas, prepará-lo como tempero em pratos quentes ou até mesmo em forma de suplementos. No entanto, é fundamental destacar que o alho não deve ser utilizado como substituto do tratamento medicamentoso prescrito pelo médico, mas sim como um complemento ao cuidado vascular.

    2. Gengibre (Zingiber officinale):

    O gengibre é uma raiz amplamente conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Esses compostos podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea, diminuindo o risco de formação de coágulos e promovendo a saúde cardiovascular.

    O gengibre pode ser consumido de diversas formas, como chá, suco, em pratos quentes ou como um tempero. O chá de gengibre, em especial, é uma excelente opção para desfrutar dos benefícios dessa planta. No entanto, assim como o alho, o gengibre não deve ser utilizado como substituto dos tratamentos medicamentosos, mas sim como uma maneira natural de apoiar a saúde circulatória.

    3. Ginkgo Biloba (Ginkgo biloba):

    O Ginkgo Biloba é uma das plantas medicinais mais antigas conhecidas pelo homem, e sua utilização remonta a séculos na medicina tradicional chinesa. Essa planta contém flavonoides e terpenoides, que podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea, aumentando o fluxo de sangue para os tecidos periféricos e protegendo contra a formação de coágulos.

    Geralmente, o Ginkgo Biloba é consumido em forma de suplemento, mas também pode ser encontrado em chás e extratos líquidos. Novamente, é essencial enfatizar que o Ginkgo Biloba não deve substituir os tratamentos medicamentosos, mas sim ser considerado como uma opção complementar para promover a saúde vascular.

    Cuidados Adicionais para a Saúde Vascular:

    Além do consumo dessas plantas medicinais, é importante adotar outras medidas para manter a saúde vascular em dia. Algumas delas incluem:

    – Meias de compressão: Podem ser recomendadas pelo médico para melhorar o retorno venoso e reduzir o inchaço nas pernas.

    – Evitar ficar sentado por muito tempo: A imobilidade prolongada pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos, portanto, é recomendável fazer pausas regulares para movimentar as pernas, principalmente em viagens longas ou trabalhos sedentários.

    – Consultar um angiologista regularmente: Realizar consultas periódicas com um especialista em angiologia é importante para monitorar a saúde vascular, identificar problemas precocemente e obter orientações específicas sobre tratamentos e cuidados personalizados.

    As plantas medicinais como o alho, o gengibre e o ginkgo biloba podem oferecer benefícios à circulação sanguínea e ajudar a proteger contra a formação de coágulos. No entanto, é crucial lembrar que essas opções naturais não substituem o tratamento médico convencional. O acompanhamento médico regular e o cumprimento das prescrições são fundamentais para garantir a saúde vascular adequada. Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplemento ou alteração significativa na dieta.

    Neste artigo, exploraremos algumas dessas plantas, incluindo alho, gengibre e ginkgo biloba, e como elas podem ser incorporadas ao cuidado da saúde vascular.

    1. Alho (Allium sativum):

    O alho é amplamente utilizado na culinária e também é conhecido por suas propriedades medicinais. Ele contém compostos como alicina e ajoeno, que podem ajudar a dilatar os vasos sanguíneos e melhorar o fluxo sanguíneo. Além disso, o alho tem ação anti-inflamatória e antioxidante, que pode contribuir para a redução da formação de coágulos sanguíneos.

    O consumo de alho pode ser feito de diversas maneiras, como adicioná-lo cru às saladas, prepará-lo como tempero em pratos quentes ou até mesmo em forma de suplementos. No entanto, é fundamental destacar que o alho não deve ser utilizado como substituto do tratamento medicamentoso prescrito pelo médico, mas sim como um complemento ao cuidado vascular.

    2. Gengibre (Zingiber officinale):

    O gengibre é uma raiz amplamente conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Esses compostos podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea, diminuindo o risco de formação de coágulos e promovendo a saúde cardiovascular.

    O gengibre pode ser consumido de diversas formas, como chá, suco, em pratos quentes ou como um tempero. O chá de gengibre, em especial, é uma excelente opção para desfrutar dos benefícios dessa planta. No entanto, assim como o alho, o gengibre não deve ser utilizado como substituto dos tratamentos medicamentosos, mas sim como uma maneira natural de apoiar a saúde circulatória.

    3. Ginkgo Biloba (Ginkgo biloba):

    O Ginkgo Biloba é uma das plantas medicinais mais antigas conhecidas pelo homem, e sua utilização remonta a séculos na medicina tradicional chinesa. Essa planta contém flavonoides e terpenoides, que podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea, aumentando o fluxo de sangue para os tecidos periféricos e protegendo contra a formação de coágulos.

    Geralmente, o Ginkgo Biloba é consumido em forma de suplemento, mas também pode ser encontrado em chás e extratos líquidos. Novamente, é essencial enfatizar que o Ginkgo Biloba não deve substituir os tratamentos medicamentosos, mas sim ser considerado como uma opção complementar para promover a saúde vascular.

    Cuidados Adicionais para a Saúde Vascular:

    Além do consumo dessas plantas medicinais, é importante adotar outras medidas para manter a saúde vascular em dia. Algumas delas incluem:

    – Meias de compressão: Podem ser recomendadas pelo médico para melhorar o retorno venoso e reduzir o inchaço nas pernas.

    – Evitar ficar sentado por muito tempo: A imobilidade prolongada pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos, portanto, é recomendável fazer pausas regulares para movimentar as pernas, principalmente em viagens longas ou trabalhos sedentários.

    – Consultar um angiologista regularmente: Realizar consultas periódicas com um especialista em angiologia é importante para monitorar a saúde vascular, identificar problemas precocemente e obter orientações específicas sobre tratamentos e cuidados personalizados.

    As plantas medicinais como o alho, o gengibre e o ginkgo biloba podem oferecer benefícios à circulação sanguínea e ajudar a proteger contra a formação de coágulos. No entanto, é crucial lembrar que essas opções naturais não substituem o tratamento médico convencional. O acompanhamento médico regular e o cumprimento das prescrições são fundamentais para garantir a saúde vascular adequada. Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplemento ou alteração significativa na dieta.

  • Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Homem morre por ameba ‘comedora de cérebro’ que entra pelo nariz

    Um homem de 59 anos morreu na Geórgia, nos Estados Unidos, após ser infectado pela ameba Naegleria fowleri, conhecida como ‘comedora de cérebro’.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

    Ele provavelmente contraiu a infecção ao nadar em um lago ou lagoa de água doce, segundo as autoridades de saúde locais.

    A ameba Naegleria fowleri é um protozoário de vida livre que pode ser encontrado em água doce, poluída ou limpa, e que prefere águas quentes. Ela entra pelo nariz das pessoas e ataca o tecido cerebral, causando uma doença chamada meningoencefalite amebiana primária (MAP).

    A infecção por essa ameba é muito rara, mas quase sempre fatal. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, entre 1962 e 2020, foram registrados 148 casos de MAP no país, dos quais apenas quatro sobreviveram.

    Os sintomas da infecção aparecem cerca de sete dias após o contato com a ameba e incluem febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos, alteração sensorial e convulsões. O quadro pode evoluir para coma e morte em uma semana.

    Não há transmissão de pessoa para pessoa e a infecção não ocorre ao beber água contaminada. A única forma de prevenção é evitar nadar ou mergulhar em águas doces quentes ou mornas, especialmente durante os meses de verão.

    Os casos de MAP são mais frequentes nos estados do sul dos EUA, onde as temperaturas são mais elevadas. O último caso na Geórgia havia sido registrado em 2018. As autoridades de saúde alertam a população para os riscos da exposição à ameba e recomendam o uso de tampões nasais ao entrar em contato com águas doces.

  • GIST de intestino delgado: entenda a doença de Paulinho da Viola e como ele afeta a saúde

    GIST de intestino delgado: entenda a doença de Paulinho da Viola e como ele afeta a saúde

    Você já ouviu falar em GIST de intestino delgado? Essa é uma sigla para tumor estromal gastrointestinal, um tipo de câncer que se origina nas células de Cajal, que são responsáveis por coordenar os movimentos do trato digestivo.

    Esse tumor pode se desenvolver em qualquer parte do tubo digestivo, mas é mais frequente no estômago ou no intestino delgado.

    O GIST de intestino delgado é uma doença rara, que representa cerca de 1% de todos os tumores de trato gastrointestinal. Ele pode ser benigno ou maligno, dependendo de vários fatores, como o tamanho, a localização e o grau de diferenciação celular do tumor. Os tumores malignos podem se espalhar para outros órgãos, como o fígado ou o peritônio, que é a membrana que reveste a cavidade abdominal.

    Os sintomas do GIST de intestino delgado variam de acordo com o tamanho e a localização do tumor. Muitas vezes, eles não são percebidos até que o tumor atinja um tamanho considerável. Os sintomas mais comuns são: sangramento no trato gastrointestinal, que pode causar vômito ou evacuação com sangue, anemia, dor ou inchaço abdominal, náuseas, vômitos, perda de apetite, perda de peso e dificuldade para engolir. Em alguns casos, o tumor pode obstruir o estômago ou o intestino, causando fortes dores abdominais e vômitos.

    O diagnóstico do GIST de intestino delgado é feito por meio de exames de imagem, como endoscopia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que podem mostrar a presença e a localização do tumor. Também é necessário fazer uma biópsia, que consiste na retirada de uma amostra de tecido do tumor para análise microscópica e molecular. A biópsia pode confirmar o diagnóstico de GIST e determinar o tipo e o grau de agressividade do tumor.

    O tratamento do GIST de intestino delgado depende do tamanho, da localização e da malignidade do tumor. O tratamento mais comum é a cirurgia, que visa remover o tumor e as margens de segurança. Em alguns casos, pode ser necessário remover parte do estômago ou do intestino junto com o tumor. A cirurgia pode curar os GISTs benignos ou de baixo risco. No entanto, os GISTs malignos ou de alto risco podem voltar a crescer após a cirurgia ou se espalhar para outros órgãos. Nesses casos, pode ser necessário fazer um tratamento complementar com terapia-alvo, que são medicamentos que bloqueiam as vias moleculares que estimulam o crescimento e a disseminação das células tumorais.

    Os GISTs são tumores que requerem um acompanhamento médico especializado e multidisciplinar. O prognóstico dos pacientes com GIST depende de vários fatores, como o tamanho, a localização, a malignidade e a resposta ao tratamento do tumor. Em geral, quanto menor e mais localizado for o tumor, melhor será o prognóstico.

    O cantor Paulinho da Viola foi diagnosticado com GIST de intestino delgado após passar mal antes de um show. Ele precisou ser internado para passar por uma cirurgia e uma enteroctomia, que é um procedimento para tratar a lesão. Os médicos afirmaram que a cirurgia foi um sucesso e que ele está se recuperando bem.

    Se você tem algum sintoma relacionado ao trato gastrointestinal ou suspeita de ter algum tipo de tumor nessa região, procure um médico e faça os exames necessários. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura e evitar complicações.

    Esse tumor pode se desenvolver em qualquer parte do tubo digestivo, mas é mais frequente no estômago ou no intestino delgado.

    O GIST de intestino delgado é uma doença rara, que representa cerca de 1% de todos os tumores de trato gastrointestinal. Ele pode ser benigno ou maligno, dependendo de vários fatores, como o tamanho, a localização e o grau de diferenciação celular do tumor. Os tumores malignos podem se espalhar para outros órgãos, como o fígado ou o peritônio, que é a membrana que reveste a cavidade abdominal.

    Os sintomas do GIST de intestino delgado variam de acordo com o tamanho e a localização do tumor. Muitas vezes, eles não são percebidos até que o tumor atinja um tamanho considerável. Os sintomas mais comuns são: sangramento no trato gastrointestinal, que pode causar vômito ou evacuação com sangue, anemia, dor ou inchaço abdominal, náuseas, vômitos, perda de apetite, perda de peso e dificuldade para engolir. Em alguns casos, o tumor pode obstruir o estômago ou o intestino, causando fortes dores abdominais e vômitos.

    O diagnóstico do GIST de intestino delgado é feito por meio de exames de imagem, como endoscopia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que podem mostrar a presença e a localização do tumor. Também é necessário fazer uma biópsia, que consiste na retirada de uma amostra de tecido do tumor para análise microscópica e molecular. A biópsia pode confirmar o diagnóstico de GIST e determinar o tipo e o grau de agressividade do tumor.

    O tratamento do GIST de intestino delgado depende do tamanho, da localização e da malignidade do tumor. O tratamento mais comum é a cirurgia, que visa remover o tumor e as margens de segurança. Em alguns casos, pode ser necessário remover parte do estômago ou do intestino junto com o tumor. A cirurgia pode curar os GISTs benignos ou de baixo risco. No entanto, os GISTs malignos ou de alto risco podem voltar a crescer após a cirurgia ou se espalhar para outros órgãos. Nesses casos, pode ser necessário fazer um tratamento complementar com terapia-alvo, que são medicamentos que bloqueiam as vias moleculares que estimulam o crescimento e a disseminação das células tumorais.

    Os GISTs são tumores que requerem um acompanhamento médico especializado e multidisciplinar. O prognóstico dos pacientes com GIST depende de vários fatores, como o tamanho, a localização, a malignidade e a resposta ao tratamento do tumor. Em geral, quanto menor e mais localizado for o tumor, melhor será o prognóstico.

    O cantor Paulinho da Viola foi diagnosticado com GIST de intestino delgado após passar mal antes de um show. Ele precisou ser internado para passar por uma cirurgia e uma enteroctomia, que é um procedimento para tratar a lesão. Os médicos afirmaram que a cirurgia foi um sucesso e que ele está se recuperando bem.

    Se você tem algum sintoma relacionado ao trato gastrointestinal ou suspeita de ter algum tipo de tumor nessa região, procure um médico e faça os exames necessários. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura e evitar complicações.