Categoria: Saúde

  • Por quê perdemos gordura e músculo durante uma infecção?

    Por quê perdemos gordura e músculo durante uma infecção?

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou como o corpo responde ao desperdício, uma condição caracterizada pela perda de peso e massa muscular, durante uma infecção parasitária.

    Os pesquisadores usaram camundongos infectados com o parasita Trypanosoma brucei, que causa a doença do sono em humanos, para investigar os mecanismos moleculares e celulares envolvidos no desperdício.

    Eles descobriram que a resposta ao desperdício ocorre em duas fases, cada uma regulada por diferentes tipos de células imunológicas. Na primeira fase, as células T CD8+ ativam o metabolismo lipídico e induzem a perda de gordura. Na segunda fase, as células T CD4+ estimulam a inflamação e promovem a perda de músculo. Os pesquisadores também testaram o efeito da perda de gordura e músculo na sobrevivência dos camundongos infectados. Eles descobriram que a perda de gordura não teve nenhum benefício na luta contra a infecção, mas a perda de músculo sim. Os camundongos que perderam mais músculo tiveram uma sobrevida mais longa do que os que perderam menos.

    Os autores do estudo sugerem que a perda de músculo pode ser uma estratégia adaptativa para reduzir o consumo de energia e preservar os órgãos vitais durante uma infecção crônica. Eles também afirmam que seus achados informam o desenvolvimento de terapias mais eficazes que poupam as pessoas do desperdício e aumentam nossa compreensão de como o desperdício influencia a sobrevivência e a morbidade em infecções, cânceres, doenças crônicas e muito mais.

    Fonte: Link.

    Os pesquisadores usaram camundongos infectados com o parasita Trypanosoma brucei, que causa a doença do sono em humanos, para investigar os mecanismos moleculares e celulares envolvidos no desperdício.

    Eles descobriram que a resposta ao desperdício ocorre em duas fases, cada uma regulada por diferentes tipos de células imunológicas. Na primeira fase, as células T CD8+ ativam o metabolismo lipídico e induzem a perda de gordura. Na segunda fase, as células T CD4+ estimulam a inflamação e promovem a perda de músculo. Os pesquisadores também testaram o efeito da perda de gordura e músculo na sobrevivência dos camundongos infectados. Eles descobriram que a perda de gordura não teve nenhum benefício na luta contra a infecção, mas a perda de músculo sim. Os camundongos que perderam mais músculo tiveram uma sobrevida mais longa do que os que perderam menos.

    Os autores do estudo sugerem que a perda de músculo pode ser uma estratégia adaptativa para reduzir o consumo de energia e preservar os órgãos vitais durante uma infecção crônica. Eles também afirmam que seus achados informam o desenvolvimento de terapias mais eficazes que poupam as pessoas do desperdício e aumentam nossa compreensão de como o desperdício influencia a sobrevivência e a morbidade em infecções, cânceres, doenças crônicas e muito mais.

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  • Teste de swab nasal pode ajudar a evitar o uso desnecessário de antibióticos em crianças com sinusite

    Teste de swab nasal pode ajudar a evitar o uso desnecessário de antibióticos em crianças com sinusite

    Um novo estudo publicado na revista JAMA sugere que um simples teste de swab nasal pode ajudar os médicos a decidir se as crianças com suspeita de sinusite precisam ou não de antibióticos.

    A sinusite é uma inflamação dos seios nasais, que são cavidades cheias de ar no crânio. Ela pode causar dor, congestão, febre e secreção nasal. A sinusite pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias, mas nem sempre é fácil determinar a causa. Os antibióticos são eficazes apenas contra as infecções bacterianas, mas muitas vezes são prescritos desnecessariamente para as infecções virais. Isso pode levar a efeitos colaterais, alterações no microbioma e resistência aos antibióticos.

    O estudo envolveu cerca de 500 crianças com idades entre 1 e 10 anos que apresentaram sintomas de sinusite por mais de 10 dias em seis centros nos EUA. As crianças foram aleatoriamente designadas para receber um curso de 10 dias de amoxicilina-clavulanato, um antibiótico comumente usado para tratar a sinusite, ou um placebo. Antes do início do tratamento, as crianças foram submetidas a um teste de swab nasal para detectar três tipos de bactérias que são frequentemente responsáveis pela sinusite: Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae e Moraxella catarrhalis. O teste usou uma técnica chamada reação em cadeia da polimerase (PCR), que amplifica o DNA das bactérias e permite sua identificação rápida e precisa.

    Os resultados mostraram que as crianças que testaram positivo para uma ou mais das bactérias tiveram uma melhora significativa dos sintomas com o tratamento antibiótico em comparação com aquelas que receberam o placebo. Por outro lado, as crianças que não tinham bactérias no swab nasal não tiveram diferença significativa entre o antibiótico e o placebo. Além disso, a cor da secreção nasal não foi relevante para a presença ou ausência de bactérias e não deve ser usada como um indicador para prescrever antibióticos.

    Os autores do estudo concluíram que o teste de swab nasal pode ser uma ferramenta útil para orientar o uso racional de antibióticos em crianças com suspeita de sinusite. Eles também sugeriram que mais estudos são necessários para avaliar a eficácia e a segurança do teste em diferentes cenários clínicos e populacionais. O estudo foi financiado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos EUA.

    Fonte: Link.

    A sinusite é uma inflamação dos seios nasais, que são cavidades cheias de ar no crânio. Ela pode causar dor, congestão, febre e secreção nasal. A sinusite pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias, mas nem sempre é fácil determinar a causa. Os antibióticos são eficazes apenas contra as infecções bacterianas, mas muitas vezes são prescritos desnecessariamente para as infecções virais. Isso pode levar a efeitos colaterais, alterações no microbioma e resistência aos antibióticos.

    O estudo envolveu cerca de 500 crianças com idades entre 1 e 10 anos que apresentaram sintomas de sinusite por mais de 10 dias em seis centros nos EUA. As crianças foram aleatoriamente designadas para receber um curso de 10 dias de amoxicilina-clavulanato, um antibiótico comumente usado para tratar a sinusite, ou um placebo. Antes do início do tratamento, as crianças foram submetidas a um teste de swab nasal para detectar três tipos de bactérias que são frequentemente responsáveis pela sinusite: Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae e Moraxella catarrhalis. O teste usou uma técnica chamada reação em cadeia da polimerase (PCR), que amplifica o DNA das bactérias e permite sua identificação rápida e precisa.

    Os resultados mostraram que as crianças que testaram positivo para uma ou mais das bactérias tiveram uma melhora significativa dos sintomas com o tratamento antibiótico em comparação com aquelas que receberam o placebo. Por outro lado, as crianças que não tinham bactérias no swab nasal não tiveram diferença significativa entre o antibiótico e o placebo. Além disso, a cor da secreção nasal não foi relevante para a presença ou ausência de bactérias e não deve ser usada como um indicador para prescrever antibióticos.

    Os autores do estudo concluíram que o teste de swab nasal pode ser uma ferramenta útil para orientar o uso racional de antibióticos em crianças com suspeita de sinusite. Eles também sugeriram que mais estudos são necessários para avaliar a eficácia e a segurança do teste em diferentes cenários clínicos e populacionais. O estudo foi financiado pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos EUA.

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  • Kit da Fiocruz previne transmissão de malária por transfusão de sangue

    Kit da Fiocruz previne transmissão de malária por transfusão de sangue

    Um novo kit desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pode ajudar a prevenir a transmissão da malária por meio de transfusões de sangue.

    O kit NAT Plus, que já está em uso em alguns hemocentros do país, é capaz de detectar a presença do parasita causador da doença no sangue doado, evitando que ele seja repassado para outras pessoas.

    A malária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as populações pobres e vulneráveis da região amazônica. Ela é transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo protozoário Plasmodium, que invade as células vermelhas do sangue e provoca sintomas como febre, dor de cabeça e calafrios. Se não for tratada adequadamente, a malária pode levar a complicações graves e até à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram registrados 129,1 mil casos e 50 óbitos por malária no Brasil, sendo que 99% dos casos ocorreram na região amazônica. O ministério tem como meta eliminar a malária no país até 2035, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é garantir a segurança transfusional, ou seja, evitar que o sangue doado esteja contaminado por agentes infecciosos. Para isso, o sangue coletado nos hemocentros passa por testes laboratoriais que detectam doenças como HIV, hepatite B e C, sífilis e doença de Chagas.

    No entanto, até recentemente não havia um teste específico para malária no Brasil. Isso fazia com que as pessoas que doavam sangue fossem impedidas de doar novamente por um período de seis meses a um ano se tivessem viajado para áreas endêmicas de malária ou apresentado sintomas da doença. Além disso, havia o risco de que o sangue doado estivesse infectado pelo Plasmodium sem que o doador soubesse, pois a doença pode ter um período de incubação variável.

    Para resolver esse problema, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) desenvolveu o kit NAT Plus, que utiliza a técnica de amplificação de ácidos nucleicos (NAT) para detectar o DNA do Plasmodium no sangue doado. O kit também testa simultaneamente para HIV, hepatite B e C, reduzindo o custo e o tempo dos exames.

    O kit NAT Plus foi implantado em 2022 em alguns hemocentros do país, como os de Manaus, Belém, Porto Velho e Rio Branco. Desde então, ele já identificou 12 bolsas de sangue contaminadas pelo parasita da malária, evitando que elas fossem transfundidas para até 48 receptores. Com isso, o kit contribui para a prevenção da transmissão da doença e para a redução do período de impedimento à doação de sangue de pessoas que estiveram em áreas endêmicas.

    O kit NAT Plus é um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a saúde pública e para o combate à malária no Brasil. A Fiocruz espera ampliar a produção e a distribuição do kit para outros hemocentros do país e também para outros países da América Latina e da África, onde a malária é endêmica. Assim, espera-se que mais vidas sejam salvas e que a meta de eliminação da malária seja alcançada.

    Fonte: Link.

    O kit NAT Plus, que já está em uso em alguns hemocentros do país, é capaz de detectar a presença do parasita causador da doença no sangue doado, evitando que ele seja repassado para outras pessoas.

    A malária é uma doença infecciosa que afeta principalmente as populações pobres e vulneráveis da região amazônica. Ela é transmitida pela picada do mosquito Anopheles infectado pelo protozoário Plasmodium, que invade as células vermelhas do sangue e provoca sintomas como febre, dor de cabeça e calafrios. Se não for tratada adequadamente, a malária pode levar a complicações graves e até à morte.

    Segundo o Ministério da Saúde, em 2022 foram registrados 129,1 mil casos e 50 óbitos por malária no Brasil, sendo que 99% dos casos ocorreram na região amazônica. O ministério tem como meta eliminar a malária no país até 2035, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Uma das estratégias para alcançar esse objetivo é garantir a segurança transfusional, ou seja, evitar que o sangue doado esteja contaminado por agentes infecciosos. Para isso, o sangue coletado nos hemocentros passa por testes laboratoriais que detectam doenças como HIV, hepatite B e C, sífilis e doença de Chagas.

    No entanto, até recentemente não havia um teste específico para malária no Brasil. Isso fazia com que as pessoas que doavam sangue fossem impedidas de doar novamente por um período de seis meses a um ano se tivessem viajado para áreas endêmicas de malária ou apresentado sintomas da doença. Além disso, havia o risco de que o sangue doado estivesse infectado pelo Plasmodium sem que o doador soubesse, pois a doença pode ter um período de incubação variável.

    Para resolver esse problema, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) desenvolveu o kit NAT Plus, que utiliza a técnica de amplificação de ácidos nucleicos (NAT) para detectar o DNA do Plasmodium no sangue doado. O kit também testa simultaneamente para HIV, hepatite B e C, reduzindo o custo e o tempo dos exames.

    O kit NAT Plus foi implantado em 2022 em alguns hemocentros do país, como os de Manaus, Belém, Porto Velho e Rio Branco. Desde então, ele já identificou 12 bolsas de sangue contaminadas pelo parasita da malária, evitando que elas fossem transfundidas para até 48 receptores. Com isso, o kit contribui para a prevenção da transmissão da doença e para a redução do período de impedimento à doação de sangue de pessoas que estiveram em áreas endêmicas.

    O kit NAT Plus é um exemplo de como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a saúde pública e para o combate à malária no Brasil. A Fiocruz espera ampliar a produção e a distribuição do kit para outros hemocentros do país e também para outros países da América Latina e da África, onde a malária é endêmica. Assim, espera-se que mais vidas sejam salvas e que a meta de eliminação da malária seja alcançada.

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  • COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    COVID-19 de longa duração pode afetar a função cerebral por até dois anos, diz estudo

    Um estudo realizado por pesquisadores do King’s College London revelou que pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração, ou seja, que apresentam sintomas persistentes da doença por mais de 12 semanas, podem ter sua função cerebral prejudicada por até dois anos após a infecção pelo vírus.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

    Fonte: Link.

    O estudo foi publicado na revista The Lancet e envolveu mais de 80 mil pessoas que participaram do aplicativo COVID Symptom Study.

    Os pesquisadores aplicaram testes cognitivos online que avaliavam diferentes aspectos da função mental, como memória, atenção, raciocínio e velocidade de processamento. Os testes foram realizados duas vezes, com nove meses de intervalo, entre maio de 2020 e fevereiro de 2021. Os participantes foram divididos em quatro grupos: aqueles que não tiveram COVID-19, aqueles que tiveram COVID-19 e se sentiram totalmente recuperados, aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas leves ou moderados por até 12 semanas e aqueles que tiveram COVID-19 e apresentaram sintomas graves ou prolongados por mais de 12 semanas.

    Os resultados mostraram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração apresentaram desempenho reduzido em todos os testes cognitivos em comparação com os demais grupos. Essas pessoas também não apresentaram melhora significativa nos testes entre as duas rodadas de avaliação, indicando uma persistência dos problemas cognitivos. Além disso, os pesquisadores observaram que os participantes que tiveram COVID-19 de longa duração relataram mais sintomas neurológicos e psiquiátricos, como confusão mental, ansiedade e depressão.

    Os pesquisadores ressaltam que o estudo tem limitações, como o fato de não terem acesso aos dados clínicos dos participantes, o que poderia influenciar nos resultados. Eles também destacam que os testes cognitivos online não substituem as avaliações neuropsicológicas presenciais, que são mais precisas e abrangentes. No entanto, eles afirmam que o estudo é o maior e mais longo do tipo já realizado e que fornece evidências de que a COVID-19 pode ter um impacto duradouro na função cerebral de algumas pessoas.

    Os autores do estudo defendem a necessidade de acompanhar as pessoas que sofrem de COVID-19 de longa duração e oferecer apoio para a recuperação. Eles também sugerem que sejam realizadas mais pesquisas para entender os mecanismos pelos quais o vírus afeta o cérebro e quais são os fatores de risco para desenvolver problemas cognitivos após a infecção. Eles esperam que seus achados contribuam para aumentar a conscientização sobre as consequências da COVID-19 de longa duração e para melhorar o cuidado com as pessoas afetadas pela doença.

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  • 5 melhores medidores de pressão arterial para você ter em casa

    5 melhores medidores de pressão arterial para você ter em casa

    Os medidores de pressão arterial são dispositivos que permitem medir a pressão arterial em casa, de forma fácil e rápida. Eles são úteis para pessoas que sofrem de hipertensão, pré-hipertensão ou outras condições que afetam a circulação sanguínea.

    Mas como escolher o melhor medidor de pressão arterial entre tantas opções disponíveis no mercado? Neste artigo, vamos apresentar cinco critérios que você deve levar em conta na hora de comprar o seu medidor de pressão arterial, e também indicar cinco modelos que se destacam pela qualidade, precisão e funcionalidades.

    1. Tipo de medidor: Existem dois tipos principais de medidores de pressão arterial: os de braço e os de pulso. Os de braço são mais precisos e recomendados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pois medem a pressão arterial na artéria braquial, que é mais próxima do coração. Os de pulso são mais práticos e portáteis, mas podem apresentar variações na medição se não forem posicionados corretamente na altura do coração. Por isso, é importante seguir as instruções do fabricante e verificar se o aparelho tem um indicador de posicionamento correto.

    2. Precisão: A precisão de um medidor de pressão arterial é fundamental para garantir a confiabilidade dos resultados. Para isso, é recomendável escolher um aparelho que tenha o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, que atestam que o produto passou por testes rigorosos de qualidade e calibração. Além disso, é importante verificar se o aparelho tem uma memória interna que armazena as últimas medições, para facilitar o acompanhamento da evolução da pressão arterial ao longo do tempo.

    3. Funcionalidades: Algumas funcionalidades podem tornar o uso do medidor de pressão arterial mais fácil e conveniente. Por exemplo, alguns modelos têm um visor digital iluminado que facilita a leitura dos valores em ambientes escuros ou com pouca luz. Outros têm um indicador de arritmia cardíaca, que alerta se há alguma irregularidade no ritmo dos batimentos cardíacos. Há também modelos que permitem conectar o aparelho a um aplicativo no celular ou no computador, para transferir os dados e gerar gráficos e relatórios.

    4. Tamanho: O tamanho do medidor de pressão arterial deve ser adequado ao tamanho do braço ou do pulso do usuário. Se o aparelho for muito grande ou muito pequeno, pode comprometer a precisão da medição e causar desconforto. Por isso, é importante verificar as medidas do produto e do braço ou do pulso antes de comprar. Alguns modelos têm braçadeiras ajustáveis que se adaptam a diferentes circunferências.

    5. Preço: O preço de um medidor de pressão arterial pode variar bastante de acordo com a marca, o tipo, a precisão e as funcionalidades do produto. Em geral, os modelos de braço são mais caros do que os de pulso, mas também mais confiáveis. Os modelos com mais funcionalidades também tendem a ser mais caros, mas podem oferecer mais praticidade e conforto. O ideal é pesquisar bem e comparar os preços antes de comprar, levando em conta as suas necessidades e o seu orçamento.

    Agora que você já sabe quais são os critérios que devem orientar a sua escolha, vamos apresentar cinco modelos de medidores de pressão arterial que se destacam no mercado brasileiro:

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Braço Omron HEM-7320: Este modelo tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto da braçadeira, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de hipertensão matinal, que alerta se a pressão arterial estiver acima dos valores normais nas primeiras horas do dia. Ele tem uma memória interna que armazena até 100 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital G-Tech BP3AF1-3: Este modelo tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos três usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Pulso Omron HEM-6124: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto do pulso, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca. Ele tem uma memória interna que armazena até 30 medições. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Bioland 3005: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Incoterm BPW100: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 60 medições. Ele tem o selo do Inmetro.

    Esperamos que este artigo tenha sido útil para você escolher o melhor medidor de pressão arterial para as suas necessidades. Lembre-se sempre de consultar o seu médico antes de usar o aparelho e seguir as recomendações para uma medição correta e segura.

    Mas como escolher o melhor medidor de pressão arterial entre tantas opções disponíveis no mercado? Neste artigo, vamos apresentar cinco critérios que você deve levar em conta na hora de comprar o seu medidor de pressão arterial, e também indicar cinco modelos que se destacam pela qualidade, precisão e funcionalidades.

    1. Tipo de medidor: Existem dois tipos principais de medidores de pressão arterial: os de braço e os de pulso. Os de braço são mais precisos e recomendados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pois medem a pressão arterial na artéria braquial, que é mais próxima do coração. Os de pulso são mais práticos e portáteis, mas podem apresentar variações na medição se não forem posicionados corretamente na altura do coração. Por isso, é importante seguir as instruções do fabricante e verificar se o aparelho tem um indicador de posicionamento correto.

    2. Precisão: A precisão de um medidor de pressão arterial é fundamental para garantir a confiabilidade dos resultados. Para isso, é recomendável escolher um aparelho que tenha o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia, que atestam que o produto passou por testes rigorosos de qualidade e calibração. Além disso, é importante verificar se o aparelho tem uma memória interna que armazena as últimas medições, para facilitar o acompanhamento da evolução da pressão arterial ao longo do tempo.

    3. Funcionalidades: Algumas funcionalidades podem tornar o uso do medidor de pressão arterial mais fácil e conveniente. Por exemplo, alguns modelos têm um visor digital iluminado que facilita a leitura dos valores em ambientes escuros ou com pouca luz. Outros têm um indicador de arritmia cardíaca, que alerta se há alguma irregularidade no ritmo dos batimentos cardíacos. Há também modelos que permitem conectar o aparelho a um aplicativo no celular ou no computador, para transferir os dados e gerar gráficos e relatórios.

    4. Tamanho: O tamanho do medidor de pressão arterial deve ser adequado ao tamanho do braço ou do pulso do usuário. Se o aparelho for muito grande ou muito pequeno, pode comprometer a precisão da medição e causar desconforto. Por isso, é importante verificar as medidas do produto e do braço ou do pulso antes de comprar. Alguns modelos têm braçadeiras ajustáveis que se adaptam a diferentes circunferências.

    5. Preço: O preço de um medidor de pressão arterial pode variar bastante de acordo com a marca, o tipo, a precisão e as funcionalidades do produto. Em geral, os modelos de braço são mais caros do que os de pulso, mas também mais confiáveis. Os modelos com mais funcionalidades também tendem a ser mais caros, mas podem oferecer mais praticidade e conforto. O ideal é pesquisar bem e comparar os preços antes de comprar, levando em conta as suas necessidades e o seu orçamento.

    Agora que você já sabe quais são os critérios que devem orientar a sua escolha, vamos apresentar cinco modelos de medidores de pressão arterial que se destacam no mercado brasileiro:

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Braço Omron HEM-7320: Este modelo tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto da braçadeira, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de hipertensão matinal, que alerta se a pressão arterial estiver acima dos valores normais nas primeiras horas do dia. Ele tem uma memória interna que armazena até 100 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital G-Tech BP3AF1-3: Este modelo tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos três usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático de Pulso Omron HEM-6124: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital iluminado com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de posicionamento correto do pulso, que evita erros na medição. Ele também tem um indicador de arritmia cardíaca. Ele tem uma memória interna que armazena até 30 medições. Ele tem o selo do Inmetro e da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Bioland 3005: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 120 medições para cada um dos dois usuários cadastrados. Ele tem o selo do Inmetro.

    • Medidor de Pressão Arterial Automático Digital Incoterm BPW100: Este modelo é compacto e portátil, ideal para levar em viagens ou no dia a dia. Ele tem um visor digital com números grandes e fáceis de ler. Ele tem um indicador de arritmia cardíaca e um indicador de nível de pressão arterial, que classifica os resultados de acordo com uma escala de cores. Ele tem uma memória interna que armazena até 60 medições. Ele tem o selo do Inmetro.

    Esperamos que este artigo tenha sido útil para você escolher o melhor medidor de pressão arterial para as suas necessidades. Lembre-se sempre de consultar o seu médico antes de usar o aparelho e seguir as recomendações para uma medição correta e segura.

  • HMB: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    HMB: o suplemento que pode proteger a memória e prevenir o Alzheimer

    O Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta milhões de pessoas no mundo. A perda de memória é um dos sintomas mais comuns e devastadores dessa condição.

    Mas e se houvesse uma forma de prevenir ou retardar esse processo?

    Um novo estudo sugere que um suplemento chamado HMB pode ter esse efeito. HMB é a sigla para hidroximetilbutirato, uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina. HMB é usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, mas também pode ter benefícios para o cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

    Mas e se houvesse uma forma de prevenir ou retardar esse processo?

    Um novo estudo sugere que um suplemento chamado HMB pode ter esse efeito. HMB é a sigla para hidroximetilbutirato, uma substância que o corpo produz naturalmente a partir do aminoácido leucina. HMB é usado por fisiculturistas para aumentar o músculo e a força, mas também pode ter benefícios para o cérebro.

    Os pesquisadores descobriram que HMB entra no cérebro e aumenta as proteínas que favorecem os neurônios, as células nervosas responsáveis pela comunicação e pelo aprendizado. Além disso, HMB estimula um receptor hormonal chamado PPAR-alfa, que regula o transporte de ácidos graxos no cérebro. Esses ácidos graxos são importantes para a energia e a proteção das membranas celulares.

    O estudo foi realizado em ratos com Alzheimer induzido geneticamente. Os animais que receberam HMB por dois meses tiveram melhor desempenho em testes de memória e aprendizado do que os que não receberam. Eles também apresentaram menos inflamação e estresse oxidativo no cérebro, fatores que contribuem para a degeneração neuronal.

    Os autores do estudo afirmam que HMB é seguro e sem efeitos colaterais conhecidos. Eles esperam que os resultados possam ser replicados em humanos e que HMB possa se tornar uma estratégia preventiva ou terapêutica para o Alzheimer.

    O estudo foi financiado pelo National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e publicado na revista Cell Reports.

    Fonte: Link.

  • Como o sono materno e infantil se influenciam nos primeiros dois anos de vida

    Como o sono materno e infantil se influenciam nos primeiros dois anos de vida

    O sono é essencial para o bem-estar físico e mental de pais e filhos, mas muitas famílias enfrentam desafios para obter uma quantidade suficiente e de qualidade de sono.

    Um novo estudo da Universidade de Illinois Urbana-Champaign investigou os padrões de sono materno e infantil nos primeiros dois anos de vida, revelando fatores que podem afetar o sono e fornecendo orientações para melhorá-lo.

    O estudo, publicado na revista Sleep Health, acompanhou 362 mães e seus bebês desde o nascimento até os 24 meses, coletando dados sobre o sono, a alimentação, o trabalho e as rotinas diárias. Os pesquisadores usaram uma técnica chamada análise de trajetória para identificar dois grupos distintos com base na quantidade de sono que as mães obtinham: um grupo de baixo sono materno, onde as mães dormiam de 5 a 6 horas por noite, e um grupo de sono materno médio, que atendia às diretrizes nacionais recomendadas de sono com 7 a 8 horas por noite.

    Os pesquisadores descobriram que as crianças do grupo de baixo sono materno também dormiam menos do que as do grupo de sono materno médio, embora a diferença não fosse tão grande quanto para as mães. Eles também observaram que o despertar noturno sinalizado pelo bebê, as horas de trabalho mais longas das mães e a amamentação aos 12 meses foram fatores que influenciaram a quantidade de sono que uma mãe obtém.

    “Esses resultados sugerem que há uma interação bidirecional entre o sono materno e infantil, e que os pais devem estar cientes dos fatores que podem afetar seu próprio sono e o de seus filhos”, disse Kelly Tu, professora assistente de nutrição humana na Universidade de Illinois e autora principal do estudo.

    Os pesquisadores também examinaram os fatores que estavam associados a melhores padrões de sono, como uma hora de dormir mais cedo e rotinas consistentes. Eles descobriram que esses fatores eram benéficos tanto para as mães quanto para as crianças, corroborando um estudo anterior dos mesmos autores que mostrou que as rotinas de hora de dormir podem promover um melhor desenvolvimento cognitivo e socioemocional nas crianças.

    “Nosso estudo destaca a importância do sono para o desenvolvimento e a saúde das crianças e dos pais, e sugere que os pais podem ser proativos em estabelecer rotinas de hora de dormir desde os três meses de idade”, disse Barbara Fiese, professora emérita da Universidade de Illinois e coautora do estudo. “Também recomendamos que os pais busquem apoio profissional se tiverem dificuldades para dormir ou se perceberem problemas no sono dos seus filhos”.

    O estudo foi financiado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os autores não declararam conflitos de interesse.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo da Universidade de Illinois Urbana-Champaign investigou os padrões de sono materno e infantil nos primeiros dois anos de vida, revelando fatores que podem afetar o sono e fornecendo orientações para melhorá-lo.

    O estudo, publicado na revista Sleep Health, acompanhou 362 mães e seus bebês desde o nascimento até os 24 meses, coletando dados sobre o sono, a alimentação, o trabalho e as rotinas diárias. Os pesquisadores usaram uma técnica chamada análise de trajetória para identificar dois grupos distintos com base na quantidade de sono que as mães obtinham: um grupo de baixo sono materno, onde as mães dormiam de 5 a 6 horas por noite, e um grupo de sono materno médio, que atendia às diretrizes nacionais recomendadas de sono com 7 a 8 horas por noite.

    Os pesquisadores descobriram que as crianças do grupo de baixo sono materno também dormiam menos do que as do grupo de sono materno médio, embora a diferença não fosse tão grande quanto para as mães. Eles também observaram que o despertar noturno sinalizado pelo bebê, as horas de trabalho mais longas das mães e a amamentação aos 12 meses foram fatores que influenciaram a quantidade de sono que uma mãe obtém.

    “Esses resultados sugerem que há uma interação bidirecional entre o sono materno e infantil, e que os pais devem estar cientes dos fatores que podem afetar seu próprio sono e o de seus filhos”, disse Kelly Tu, professora assistente de nutrição humana na Universidade de Illinois e autora principal do estudo.

    Os pesquisadores também examinaram os fatores que estavam associados a melhores padrões de sono, como uma hora de dormir mais cedo e rotinas consistentes. Eles descobriram que esses fatores eram benéficos tanto para as mães quanto para as crianças, corroborando um estudo anterior dos mesmos autores que mostrou que as rotinas de hora de dormir podem promover um melhor desenvolvimento cognitivo e socioemocional nas crianças.

    “Nosso estudo destaca a importância do sono para o desenvolvimento e a saúde das crianças e dos pais, e sugere que os pais podem ser proativos em estabelecer rotinas de hora de dormir desde os três meses de idade”, disse Barbara Fiese, professora emérita da Universidade de Illinois e coautora do estudo. “Também recomendamos que os pais busquem apoio profissional se tiverem dificuldades para dormir ou se perceberem problemas no sono dos seus filhos”.

    O estudo foi financiado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os autores não declararam conflitos de interesse.

    Fonte: Link.

  • Como o HIV se torna resistente a um dos melhores medicamentos antivirais?

    Como o HIV se torna resistente a um dos melhores medicamentos antivirais?

    O HIV é um vírus que infecta as células do sistema imunológico humano e causa a AIDS, uma síndrome que compromete a capacidade do corpo de combater infecções e doenças. 

    via GIPHY

    O tratamento para o HIV envolve o uso de medicamentos antivirais que impedem o vírus de se replicar e se espalhar pelo corpo. Um desses medicamentos é o Dolutegravir, que pertence à classe dos inibidores da integrase.

    A integrase é uma proteína do HIV que permite ao vírus inserir seu material genético no DNA das células humanas, um passo essencial para a replicação viral. O Dolutegravir se liga à integrase e bloqueia sua atividade, impedindo assim a integração do HIV. O Dolutegravir é considerado um dos medicamentos antivirais mais eficazes e usados clinicamente para tratar o HIV, pois tem uma alta potência, uma baixa toxicidade e uma alta barreira à resistência.

    No entanto, alguns pacientes que tomam Dolutegravir desenvolvem resistência ao medicamento, o que significa que o vírus consegue se replicar apesar da presença do inibidor. Isso pode comprometer a eficácia do tratamento e aumentar o risco de transmissão do HIV. Mas como o HIV se torna resistente ao Dolutegravir?

    Pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram os mecanismos moleculares pelos quais o HIV se torna resistente ao Dolutegravir. Eles publicaram seus resultados na revista Nature Communications em julho de 2021.

    Os pesquisadores usaram técnicas de biologia estrutural, como cristalografia de raios X e ressonância magnética nuclear, para analisar as estruturas 3D da integrase do HIV com e sem o Dolutegravir. Eles compararam as estruturas das proteínas integrase selvagens (não resistentes) e das proteínas integrase mutantes (resistentes) que foram encontradas em pacientes que falharam no tratamento com Dolutegravir.

    Eles descobriram que as mutações na integrase causam mudanças nas suas estruturas 3D, alterando a forma como elas interagem com o Dolutegravir e reduzindo sua afinidade pelo inibidor. Essas mudanças também afetam a forma como as proteínas integrase interagem entre si e com o DNA viral, alterando sua atividade catalítica e sua estabilidade.

    Os pesquisadores também testaram outros compostos que podem inibir a integrase do HIV, incluindo outros inibidores da integrase clinicamente aprovados (Raltegravir e Elvitegravir) e um medicamento experimental para o HIV chamado 4d. Eles descobriram que os outros inibidores da integrase também eram menos eficazes contra as proteínas integrase resistentes ao Dolutegravir, mas que o 4d ainda era capaz de bloquear sua função.

    O 4d é um composto que se liga à integrase em um sítio diferente do Dolutegravir e dos outros inibidores da integrase. Ele interfere na formação do complexo entre a integrase e o DNA viral, impedindo assim a integração do HIV. Os pesquisadores mostraram que o 4d ainda bloqueava potencialmente a capacidade do HIV de integrar seus genes nas células humanas, mesmo na presença das mutações resistentes ao Dolutegravir.

    Os pesquisadores concluíram que seus achados revelam como as mudanças nas estruturas 3D da integrase podem levar à resistência ao Dolutegravir e como outros compostos podem ser capazes de superar essa resistência. Eles sugeriram que seus resultados podem ajudar no desenvolvimento de novos medicamentos antivirais para tratar o HIV e melhorar a saúde dos pacientes infectados pelo vírus.

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    O tratamento para o HIV envolve o uso de medicamentos antivirais que impedem o vírus de se replicar e se espalhar pelo corpo. Um desses medicamentos é o Dolutegravir, que pertence à classe dos inibidores da integrase.

    A integrase é uma proteína do HIV que permite ao vírus inserir seu material genético no DNA das células humanas, um passo essencial para a replicação viral. O Dolutegravir se liga à integrase e bloqueia sua atividade, impedindo assim a integração do HIV. O Dolutegravir é considerado um dos medicamentos antivirais mais eficazes e usados clinicamente para tratar o HIV, pois tem uma alta potência, uma baixa toxicidade e uma alta barreira à resistência.

    No entanto, alguns pacientes que tomam Dolutegravir desenvolvem resistência ao medicamento, o que significa que o vírus consegue se replicar apesar da presença do inibidor. Isso pode comprometer a eficácia do tratamento e aumentar o risco de transmissão do HIV. Mas como o HIV se torna resistente ao Dolutegravir?

    Pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá, e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram os mecanismos moleculares pelos quais o HIV se torna resistente ao Dolutegravir. Eles publicaram seus resultados na revista Nature Communications em julho de 2021.

    Os pesquisadores usaram técnicas de biologia estrutural, como cristalografia de raios X e ressonância magnética nuclear, para analisar as estruturas 3D da integrase do HIV com e sem o Dolutegravir. Eles compararam as estruturas das proteínas integrase selvagens (não resistentes) e das proteínas integrase mutantes (resistentes) que foram encontradas em pacientes que falharam no tratamento com Dolutegravir.

    Eles descobriram que as mutações na integrase causam mudanças nas suas estruturas 3D, alterando a forma como elas interagem com o Dolutegravir e reduzindo sua afinidade pelo inibidor. Essas mudanças também afetam a forma como as proteínas integrase interagem entre si e com o DNA viral, alterando sua atividade catalítica e sua estabilidade.

    Os pesquisadores também testaram outros compostos que podem inibir a integrase do HIV, incluindo outros inibidores da integrase clinicamente aprovados (Raltegravir e Elvitegravir) e um medicamento experimental para o HIV chamado 4d. Eles descobriram que os outros inibidores da integrase também eram menos eficazes contra as proteínas integrase resistentes ao Dolutegravir, mas que o 4d ainda era capaz de bloquear sua função.

    O 4d é um composto que se liga à integrase em um sítio diferente do Dolutegravir e dos outros inibidores da integrase. Ele interfere na formação do complexo entre a integrase e o DNA viral, impedindo assim a integração do HIV. Os pesquisadores mostraram que o 4d ainda bloqueava potencialmente a capacidade do HIV de integrar seus genes nas células humanas, mesmo na presença das mutações resistentes ao Dolutegravir.

    Os pesquisadores concluíram que seus achados revelam como as mudanças nas estruturas 3D da integrase podem levar à resistência ao Dolutegravir e como outros compostos podem ser capazes de superar essa resistência. Eles sugeriram que seus resultados podem ajudar no desenvolvimento de novos medicamentos antivirais para tratar o HIV e melhorar a saúde dos pacientes infectados pelo vírus.

  • Trombose: o que é, como prevenir e tratar

    Trombose: o que é, como prevenir e tratar

    A trombose é uma condição que afeta o sistema circulatório e pode causar sérias complicações à saúde. Neste artigo, vamos explicar o que é a trombose, quais são os seus sintomas, causas, tratamentos e formas de prevenção.

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    O que é a trombose?

    A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo (trombo) que obstrui ou dificulta a circulação em um vaso sanguíneo qualquer. O coágulo pode se formar em veias ou artérias de diferentes partes do corpo, como as pernas, os braços, o coração, o cérebro ou o pulmão.

    Quando a trombose afeta as veias profundas das pernas e das coxas, é chamada de trombose venosa profunda (TVP). Esse é o tipo mais comum de trombose e pode causar inchaço, dor, queimação e mudança na cor da pele na região afetada.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao coração, é chamada de trombose arterial. Esse tipo de trombose pode causar dor no peito, falta de ar, suor frio e palpitações. A trombose arterial pode levar a um infarto do miocárdio.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao cérebro, é chamada de trombose cerebral. Esse tipo de trombose pode causar dor de cabeça, formigamento, fraqueza ou paralisia em um lado do corpo, boca torta e dificuldade para falar ou enxergar. A trombose cerebral pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao pulmão, é chamada de trombose pulmonar. Esse tipo de trombose pode ocorrer quando um coágulo se desprende de outro local do corpo e se movimenta pela corrente sanguínea até chegar ao pulmão. A trombose pulmonar pode causar dor nas costas, tosse com sangue, respiração curta e rápida e desmaio. A trombose pulmonar pode levar a uma embolia pulmonar.

    Quais são as causas da trombose?

    A trombose é causada por fatores que interferem na saúde dos vasos sanguíneos ou nos níveis de coagulação do sangue. Alguns desses fatores são:

    • Histórico familiar ou anterior de trombose;

    • Uso de anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Gravidez e puerpério;

    • Obesidade;

    • Tabagismo;

    • Sedentarismo;

    • Idade avançada;

    • Cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Câncer;

    • Doenças autoimunes;

    • Desidratação;

    • Viagens longas com pouca movimentação.

    Como prevenir a trombose?

    A prevenção da trombose envolve evitar ou controlar os fatores de risco mencionados acima. Algumas medidas preventivas são:

    • Manter uma alimentação saudável e equilibrada;

    • Praticar atividades físicas regularmente;

    • Beber bastante água;

    • Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína;

    • Parar de fumar;

    • Usar meias elásticas de compressão se indicado pelo médico;

    • Movimentar as pernas durante viagens longas ou períodos prolongados sentado ou deitado;

    • Consultar o médico antes de usar anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Seguir as orientações médicas após cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Fazer exames periódicos para detectar possíveis alterações na coagulação do sangue.

    Como tratar a trombose?

    O tratamento da trombose depende do tipo, da localização e da extensão do coágulo. O objetivo do tratamento é dissolver o coágulo, restabelecer a circulação do sangue e prevenir complicações. O tratamento pode envolver:

    • Uso de medicamentos anticoagulantes, que impedem a formação de novos coágulos e facilitam a dissolução dos existentes;

    • Uso de medicamentos trombolíticos, que dissolvem o coágulo rapidamente, mas que têm maior risco de sangramento;

    • Uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, que aliviam a dor e a inflamação;

    • Uso de meias elásticas de compressão, que melhoram o retorno venoso e reduzem o inchaço;

    • Realização de exercícios físicos leves, que estimulam a circulação do sangue;

    • Realização de cirurgia, em casos mais graves ou quando os medicamentos não são suficientes, que consiste na remoção do coágulo ou na colocação de um filtro na veia cava inferior, que impede que o coágulo chegue ao pulmão.

    A trombose é uma condição séria que requer atenção médica imediata. Se você tiver suspeita de trombose, procure um serviço de urgência o mais rápido possível. Quanto antes o diagnóstico e o tratamento forem iniciados, maiores são as chances de recuperação e menor é o risco de complicações.

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    O que é a trombose?

    A trombose é a formação de um coágulo sanguíneo (trombo) que obstrui ou dificulta a circulação em um vaso sanguíneo qualquer. O coágulo pode se formar em veias ou artérias de diferentes partes do corpo, como as pernas, os braços, o coração, o cérebro ou o pulmão.

    Quando a trombose afeta as veias profundas das pernas e das coxas, é chamada de trombose venosa profunda (TVP). Esse é o tipo mais comum de trombose e pode causar inchaço, dor, queimação e mudança na cor da pele na região afetada.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao coração, é chamada de trombose arterial. Esse tipo de trombose pode causar dor no peito, falta de ar, suor frio e palpitações. A trombose arterial pode levar a um infarto do miocárdio.

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao cérebro, é chamada de trombose cerebral. Esse tipo de trombose pode causar dor de cabeça, formigamento, fraqueza ou paralisia em um lado do corpo, boca torta e dificuldade para falar ou enxergar. A trombose cerebral pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC).

    Quando a trombose afeta as artérias que levam sangue ao pulmão, é chamada de trombose pulmonar. Esse tipo de trombose pode ocorrer quando um coágulo se desprende de outro local do corpo e se movimenta pela corrente sanguínea até chegar ao pulmão. A trombose pulmonar pode causar dor nas costas, tosse com sangue, respiração curta e rápida e desmaio. A trombose pulmonar pode levar a uma embolia pulmonar.

    Quais são as causas da trombose?

    A trombose é causada por fatores que interferem na saúde dos vasos sanguíneos ou nos níveis de coagulação do sangue. Alguns desses fatores são:

    • Histórico familiar ou anterior de trombose;

    • Uso de anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Gravidez e puerpério;

    • Obesidade;

    • Tabagismo;

    • Sedentarismo;

    • Idade avançada;

    • Cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Câncer;

    • Doenças autoimunes;

    • Desidratação;

    • Viagens longas com pouca movimentação.

    Como prevenir a trombose?

    A prevenção da trombose envolve evitar ou controlar os fatores de risco mencionados acima. Algumas medidas preventivas são:

    • Manter uma alimentação saudável e equilibrada;

    • Praticar atividades físicas regularmente;

    • Beber bastante água;

    • Evitar o consumo excessivo de álcool e cafeína;

    • Parar de fumar;

    • Usar meias elásticas de compressão se indicado pelo médico;

    • Movimentar as pernas durante viagens longas ou períodos prolongados sentado ou deitado;

    • Consultar o médico antes de usar anticoncepcionais hormonais ou de reposição hormonal;

    • Seguir as orientações médicas após cirurgias ou traumas nas pernas ou no abdômen;

    • Fazer exames periódicos para detectar possíveis alterações na coagulação do sangue.

    Como tratar a trombose?

    O tratamento da trombose depende do tipo, da localização e da extensão do coágulo. O objetivo do tratamento é dissolver o coágulo, restabelecer a circulação do sangue e prevenir complicações. O tratamento pode envolver:

    • Uso de medicamentos anticoagulantes, que impedem a formação de novos coágulos e facilitam a dissolução dos existentes;

    • Uso de medicamentos trombolíticos, que dissolvem o coágulo rapidamente, mas que têm maior risco de sangramento;

    • Uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, que aliviam a dor e a inflamação;

    • Uso de meias elásticas de compressão, que melhoram o retorno venoso e reduzem o inchaço;

    • Realização de exercícios físicos leves, que estimulam a circulação do sangue;

    • Realização de cirurgia, em casos mais graves ou quando os medicamentos não são suficientes, que consiste na remoção do coágulo ou na colocação de um filtro na veia cava inferior, que impede que o coágulo chegue ao pulmão.

    A trombose é uma condição séria que requer atenção médica imediata. Se você tiver suspeita de trombose, procure um serviço de urgência o mais rápido possível. Quanto antes o diagnóstico e o tratamento forem iniciados, maiores são as chances de recuperação e menor é o risco de complicações.

  • Alois Alzheimer: o médico que desvendou o mistério da demência

    Alois Alzheimer: o médico que desvendou o mistério da demência

    A doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns e devastadoras de demência, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. Mas quem foi o médico que deu nome a essa condição e como ele a descobriu?

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    Alois Alzheimer nasceu em 1864 na Baviera, Alemanha. Ele estudou medicina na Universidade de Würzburg e se especializou em psiquiatria e neuropatologia. Ele trabalhou em vários hospitais e instituições psiquiátricas, onde se dedicou a pesquisar as causas e os tratamentos das doenças mentais.

    Em 1901, ele conheceu um caso que mudaria sua carreira e a história da medicina. Auguste Deter era uma dona de casa de 51 anos que foi internada no Hospital Psiquiátrico de Frankfurt com sintomas de perda de memória, desorientação, alucinações e comportamento imprevisível. Alzheimer ficou intrigado com o caso dela e manteve contato com ela até sua morte em 1906.

    Após obter permissão da família, Alzheimer examinou o cérebro de Auguste e encontrou anormalidades que nunca haviam sido observadas antes. Ele notou que o córtex cerebral, a camada mais externa do cérebro responsável pelas funções cognitivas, estava atrofiado e cheio de depósitos anormais de proteínas, chamados de placas amiloides, e fibras entrelaçadas, chamadas de neurofilamentos. Essas alterações interferiam na comunicação entre os neurônios e causavam a degeneração progressiva do cérebro.

    Alzheimer apresentou sua descoberta em uma conferência de psiquiatria em 1906 e publicou um artigo sobre o caso em 1907. Ele foi o primeiro a descrever esse tipo de demência, que mais tarde seria chamado de doença de Alzheimer em sua homenagem. Sua pesquisa abriu caminho para o estudo das causas, dos fatores de risco, dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento dessa doença complexa e incurável.

    Alois Alzheimer morreu em 1915, aos 51 anos, vítima de uma infecção cardíaca. Ele deixou um legado científico e humano que continua inspirando gerações de pesquisadores e médicos que buscam compreender e combater a doença de Alzheimer.

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    Alois Alzheimer nasceu em 1864 na Baviera, Alemanha. Ele estudou medicina na Universidade de Würzburg e se especializou em psiquiatria e neuropatologia. Ele trabalhou em vários hospitais e instituições psiquiátricas, onde se dedicou a pesquisar as causas e os tratamentos das doenças mentais.

    Em 1901, ele conheceu um caso que mudaria sua carreira e a história da medicina. Auguste Deter era uma dona de casa de 51 anos que foi internada no Hospital Psiquiátrico de Frankfurt com sintomas de perda de memória, desorientação, alucinações e comportamento imprevisível. Alzheimer ficou intrigado com o caso dela e manteve contato com ela até sua morte em 1906.

    Após obter permissão da família, Alzheimer examinou o cérebro de Auguste e encontrou anormalidades que nunca haviam sido observadas antes. Ele notou que o córtex cerebral, a camada mais externa do cérebro responsável pelas funções cognitivas, estava atrofiado e cheio de depósitos anormais de proteínas, chamados de placas amiloides, e fibras entrelaçadas, chamadas de neurofilamentos. Essas alterações interferiam na comunicação entre os neurônios e causavam a degeneração progressiva do cérebro.

    Alzheimer apresentou sua descoberta em uma conferência de psiquiatria em 1906 e publicou um artigo sobre o caso em 1907. Ele foi o primeiro a descrever esse tipo de demência, que mais tarde seria chamado de doença de Alzheimer em sua homenagem. Sua pesquisa abriu caminho para o estudo das causas, dos fatores de risco, dos sintomas, do diagnóstico e do tratamento dessa doença complexa e incurável.

    Alois Alzheimer morreu em 1915, aos 51 anos, vítima de uma infecção cardíaca. Ele deixou um legado científico e humano que continua inspirando gerações de pesquisadores e médicos que buscam compreender e combater a doença de Alzheimer.