Segundo e-mails obtidos pela Folha, o Ministério da Saúde negociou oficialmente venda de vacinas com representantes da Davati Medical Supply.
As mensagens da negociação foram trocadas entre Roberto Ferreira Dias, diretor de Logística do ministério, Herman Cardenas, que aparece como CEO da empresa, e Cristiano Alberto Carvalho, que se apresenta como procurador dela.
Um representante da empresa também afirmou ao jornal que recebeu pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de assinar contrato.
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