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  • Facebook tem um “índice de confiabilidade” secreto para cada usuário

    Segundo o Washington Post, o Facebook está introduzindo um novo sistema de classificação que avalia a confiabilidade dos usuários. O sistema faz parte de um esforço mais amplo para combater a desinformação e a propagação das notícias falsas na plataforma.

    O Facebook luta há muito tempo contra as fake news e a empresa lançou várias iniciativas para reduzir o número dessas histórias. Um deles é um recurso que pede aos usuários que votem em quão verdadeiras certas notícias são. Se uma determinada notícia for denunciada como falsa por muitas pessoas, os funcionários do Facebook investigarão para determinar se essa avaliação é precisa.

    Mas esse processo cria outro problema: como você sabe se os usuários que relatam notícias são confiáveis?

    Para resolver esse problema, o Facebook criou outra métrica que acompanha o quanto a avaliação de um usuário em particular concorda com a do Facebook. Se os usuários relatarem uma história como falsa quando ela for verdadeira, a pontuação de confiabilidade diminuirá e aumentará se ela usar a ferramenta como pretendido.

    “Não é incomum que as pessoas nos digam que algo é falso, simplesmente porque discordam da premissa de uma história ou estão tentando intencionalmente segmentar uma determinada editora”, disse a gerente de produto do Facebook, Tessa Lyons.

    A “pontuação de confiabilidade” é um valor oculto visível apenas para a equipe do Facebook, e é um número único que varia de 0 a 1. O Facebook diz que essa é apenas uma das várias métricas que a empresa usa para avaliar relatórios de usuários.

  • CCJ pode aprovar pena mais dura por injúria contra criança ou adolescente

    Projeto de Lei do Senado (PLS 42/2016) propõe aumentar a pena de quem cometer crime de injúria de natureza racial ou relacionada à condição de pessoa com deficiência contra criança ou adolescente. O projeto é de autoria do senador licenciado, Telmário Mota (PTB-RR) e tem o senador Paulo Paim (PT-RS) como relator.

    O crime de injúria – ofensa à dignidade ou ao decoro de alguém – é punido pelo Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848, de 1940) com detenção, de um a seis meses, ou multa. Se for motivado por questões de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou com deficiência, a punição se amplia para reclusão, de um a três anos, mais multa.

    A inovação trazida pelo PLS é aumentar a pena em um terço nos casos em que envolver discriminação por raça ou deficiência e se dirigir contra criança ou adolescente. Paulo Paim considerou o projeto relevante e recomendou sua aprovação.

    “A proposta, ao tornar mais grave a pena do crime de injúria social, que envolve elementos de etnia, raça, origem nacional, religião, quando a vítima é criança ou adolescente, ratifica a norma programática positivada no caput do art. 227 da Constituição, segundo a qual se assegura à criança e ao adolescente o direito ao respeito e a não sujeição a qualquer forma de discriminação e opressão. Não é do interesse de nenhuma sociedade que seus cidadãos em formação e em processo de interiorização de valores sejam submetidos a ofensas dessa magnitude”, afirmou o relator no parecer.

    O projeto está pronto para votação final na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Depois de passar pela CCJ, o PLS 42/2016 será enviado direto para a Câmara dos Deputados se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado. Por Agência Senado.

  • Comissão discutirá políticas públicas de combate ao suicídio

    A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) vai discutir em audiência pública o aumento dos casos de suicídio no Brasil, suas possíveis causas e as políticas públicas necessárias para mudar esse quadro.

    A presidente da CDH, senadora Regina Sousa (PT-PI), informou que em 2012, segundo a Organização Mundial da Saúde, morreram cerca de 800 mil pessoas no mundo por suicídio, enquanto as guerras naquele ano mataram 120 mil. Para a senadora, a situação é grave e a questão precisa ser tratada como um problema de saúde pública.

  • Confira os 22 filmes brasileiros que concorrem a uma vaga no Oscar 2019

    Foi divulgada nesta sexta-feira (24) a lista de filmes brasileiros que podem representar o país na edição de 2019 do Oscar. A lista conta com documentários premiados e longas de ficção, entre eles estão O Animal Cordial, As Boas Maneiras e O Grande Circo Místico.

    São 22 produções, sendo 18 ficções e 4 documentários. O anúncio oficial do representante brasileiro no Oscar 2019 será feito no próximo dia 11 de setembro.

    Confira a lista completa:

    • Além do Homem, de Willy Biondani
    • Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos
    • O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida
    • Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian
    • Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
    • As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra
    • Benzinho, de Gustavo Pizzi
    • Canastra Suja, de Caio Soh
    • Como é Cruel Viver Assim, de Julia Rezende
    • Dedo na Ferida, de Silvio Tendler
    • Encantados, de Tizuka Yamasaki
    • Entre Irmãs, de Breno Silveira
    • Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi
    • Ferrugem, de Aly Muritiba
    • Não Devore Meu Coração!, de Filipe Bragança
    • O Caso do Homem Errado, de Camila de Moraes
    • O Desmonte do Monte, de Sinai Sganzerla
    • O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues
    • Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg
    • Talvez uma História de Amor, de Rodrigo Bernardo
    • Unicórnio, de Eduardo Nunes
    • Yonlu, de Hique Montanari

    A cerimônia de entrega dos prêmios do Oscar 2019 acontece em 24 de fevereiro.

  • Aparelhos celulares poderão ter advertência sobre danos à coluna cervical

    Os aparelhos celulares poderão vir com a inscrição: “Use com moderação. O uso excessivo prejudica a coluna cervical”. O alerta está previsto em projeto de lei (PLS 55/2018) do senador Otto Alencar (PSD-BA), que é médico-ortopedista. O parlamentar defende que o uso excessivo de smartphones gera problemas no pescoço, especialmente nas crianças, que estão em fase de crescimento.

    A proposta está em exame da na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC), onde será relatada pelo senador Eduardo Lopes (PRB-RJ). Reportagem de Iara Farias Borges, da Rádio Senado. Ouça o áudio com mais informações.

  • Setor de serviços registra queda de receita e de postos de trabalho em 2016, segundo IBGE

    O setor de serviços no Brasil apresentou uma retração de 3,4% na receita operacional líquida em 2016 na comparação com 2015. E o resultado atingiu os trabalhadores, com redução de 3,2% no número de postos de trabalho e de 1,6% no salário médio real.

    Os números são da Pesquisa Anual de Serviços divulgada, nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, as mais de 1,3 milhão de empresas do setor geraram R$ 1,5 trilhão de receita líquida em 2016, empregando 12,3 milhões de pessoas que obtiveram quase R$ 328 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.

  • Proposta torna mais clara definição de motorista profissional

    Um projeto que altera a definição de motorista profissional está pronto para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), o texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para deixar explícito que o motorista de transporte coletivo também deve ser incluído na definição jurídica de motorista profissional. O objetivo, argumenta o senador, é diminuir a insegurança jurídica nas relações de trabalho do transporte urbano.

    O Projeto de Lei do Senado (PLS) 498/2017 inclui como motorista profissional empregado os condutores de transporte rodoviário coletivo de passageiros, privado ou público, em linhas permanentes e de itinerário fixo, municipal, intermunicipal em região metropolitana ou fora dela, interestadual e internacional.

    Segundo Gurgacz, a legislação atual deixa brechas que têm levado o Judiciário a excluir esses profissionais da proteção legal da Lei dos Motoristas (Lei 13.103, de 2015). O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, que engloba Minas Gerais, por exemplo, proferiu decisões afastando a aplicabilidade dessa lei nas ações trabalhistas que envolvem motoristas profissionais empregados nas empresas operadoras de transporte público coletivo urbano e de característica urbana do estado.

    Com a modificação, a proposta torna aplicável, aos motoristas urbanos de linhas permanentes e itinerários fixos, normas que exigem o respeito à legislação de trânsito e às normas relativas ao tempo de direção e de descanso. Sendo assim, os motoristas deverão se submeter a exames toxicológicos, com janela de detecção mínima de 90 dias, e a programas de controle de uso de droga e de bebida alcoólica, instituídos pelo empregador.

    O relator, Otto Alencar (PSD-BA), é favorável ao projeto. Para o senador, não há motivos relevantes para o tratamento diferenciado entre profissionais do volante, levando-se em consideração apenas a amplitude do espaço de realização do trabalho.

    “Em alguns casos, inclusive, o risco e o estresse do trabalho na esfera urbana podem ser até maiores do que aqueles enfrentados em rodovias bem administradas, sinalizadas e controladas”, justifica Otto em seu relatório. Por Agência Senado.

  • O que o Bolsonaro irá fazer pelas mulheres?

    Muito se ouve falar sobre os planos de Jair Bolsonaro (PSL) para a segurança, com a aprovação do porte de arma; sobre a educação com o programa Escola Sem Partido e sobre a economia, que na verdade não é um plano dele, mas sim do economista Paulo Guedes. Mas e sobre os planos de Bolsonaro para as mulheres?

    No último debate entre Presidenciáveis, que ocorreu na sexta-feira (17/08), na RedeTV! Bolsonaro e Marina Silva (REDE) protagonizaram um verdadeiro toma lá da cá, que iniciou exatamente com esta preocupação.

    Os planos de Bolsonaro quanto às mulheres são bem polêmicos, talvez porque nem existam e quem reforçou isso foi o próprio candidato ao dizer, durante o debate, que a questão dos salários menores para as mulheres é uma coisa com que ele não precisa se preocupar porque já está na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Única mulher disputando a presidência, Marina Silva foi convocada ao centro do palco da RedeTV!, que mais remetia a um ringue, para responder uma pergunta sobre o porte de armas, que acabou sendo deixada de lado, pois a acreana notou de longe que ali seria a chance de cutucar o maior ponto fraco da campanha do adversário e começou logo dizendo:

    “Só uma pessoa que não sabe o que significa uma mulher ganhar um salário menor do que um homem e ter as mesmas capacidades, a mesma competência e ser a primeira a ser demitida, a última a ser promovida… Tem de se preocupar sim, porque, quando se é presidente da República, tem de se fazer cumprir o artigo quinto da Constituição Federal, que diz que nenhuma mulher deve ser discriminada. Não pode fazer vista grossa dizendo que não precisa se preocupar. Precisa se preocupar, sim. Um presidente da República está lá para combater a injustiça”, ensinou ela.

    Este pisão não pegou nada bem à imagem que Bolsonaro tem tentado reconstruir, após anos de discursos fascistas e os resultados vieram à tona nesta semana. A assessoria do candidato já informou que ele não irá mais participar dos próximos debates e o Datafolha divulgou nessa quarta-feira (22/08) que a rejeição das mulheres ao nome de Jair Bolsonaro cresceu nove pontos percentuais, saltando de 34% para 43%.

    Ainda sobre a temática da equiparação salarial e relembrando um dos seus discursos fascistas, temos a entrevista do parlamentar no programa Superpop em 2016, que achega-se como mais um argumento de que ele não irá governar por nós mulheres. “Eu não empregaria [mulheres e homens] com o mesmo salário. Mas tem muita mulher que é competente”.

    https://www.youtube.com/watch?v=AGd2h464Hvo

    Não governar por nós já é ruim, mas ainda é pouco perto do desrespeito e machismo do candidato. Atualmente, Bolsonaro é réu em Ação Penal no STF por incitação ao estupro, após ter discutido com a Deputada Federal , falando que ela não merecia ser estuprada por ser muito feia.

    E isso piora? Piora! Bolsonaro está liderando as pesquisas. Se eleito, ele não decidirá nada sozinho. Todas as medidas passam pelo legislativo, mas este é formado pelo o quê? Majoritariamente homens. O que deve aumentar: 49% dos partidos não vão lançar mulheres ao Senado em 2018.

    Mas, o que é feminino?

    O eleitorado. As mulheres representam atualmente 52% dos eleitores e, numa democracia, o voto é que decide o futuro. Vamos todas pensar nisso? Bolsonaro não é o nosso candidato!

  • Venda de animais de estimação nas ruas pode ser proibida

    Projeto do senador Rudson Leite (PV-RR) estabelece a proibição da venda de animais de estimação em vias de circulação ou em ambientes públicos fora de estabelecimento comercial. A proposta (PLS 358/2018) prevê, para quem desrespeitar a lei, pena de multa, além de detenção, que pode variar de três meses a um ano.

    O projeto aguarda designação de relator na Comissão de Meio Ambiente (CMA). Mais informações com o repórter Alexandre Campos, da Rádio Senado.

  • Trabalho informal cresce 7,7% no Rio no segundo trimestre de 2018

    O trabalho informou cresceu 7,7% no segundo trimestre deste ano, no Rio de Janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado alcançando 8,2% da massa de trabalhadores do estado.

    Confira os detalhes com Tâmara Freire.