Tag: BNDES

  • Cepal propõe estratégia para financiar transição ecológica no Brasil

    Cepal propõe estratégia para financiar transição ecológica no Brasil

    Um estudo da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal) lançado nesta segunda-feira (5) no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, apresenta uma proposta para financiar a transição do Brasil para um modelo de desenvolvimento ecológico, baseado em uma economia de baixo carbono, bioeconomia e economia circular.

    O estudo, intitulado Financiando o Big Push: caminhos para destravar a transição social e ecológica no Brasil, defende que o país precisa mobilizar investimentos complementares que sejam capazes de transformar o padrão de produção e consumo atual em um padrão sustentável. Para isso, sugere a criação de uma Secretaria Especial de Enfrentamento à Mudança do Clima, vinculada à Presidência da República, que coordenaria as políticas e os instrumentos financeiros necessários para alavancar os investimentos verdes.

    O estudo também estabelece seis missões prioritárias para as quais existiriam fundos específicos: agricultura e uso da terra; Amazônia; infraestrutura sustentável; justiça climática; tecnologias limpas; e perdas e danos. Esses fundos seriam alimentados por um novo marco fiscal verde, emissão de títulos verdes, regime tributário verde e captações internacionais e bancos de desenvolvimento.

    A coordenadora do estudo, Camila Gramkow, oficial de Assuntos Econômicos da Cepal, disse que os benefícios socioeconômicos dos investimentos de baixo carbono não são automáticos nem espontâneos e requerem políticas explícitas e dedicadas, em especial políticas de desenvolvimento produtivo. Ela afirmou que o Brasil tem instrumentos, como o Fundo Amazônia e o Fundo Clima, que precisam ser fortalecidos e impulsionados para conseguir mobilizar os recursos necessários.

    O estudo faz uma revisão da experiência de três casos internacionais selecionados: União Europeia, Estados Unidos e Uruguai. Esses casos trazem lições para o Brasil, como a perspectiva de longo prazo, a governança clara liderada pelo estado, a criação de veículos financeiros específicos e a definição de metas claras e explícitas.

    O relatório da Cepal é resultado de uma parceria com a Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES), da Alemanha, e contou com a participação de especialistas brasileiros. O objetivo é contribuir para o debate sobre o papel do financiamento na promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil.

    O estudo, intitulado Financiando o Big Push: caminhos para destravar a transição social e ecológica no Brasil, defende que o país precisa mobilizar investimentos complementares que sejam capazes de transformar o padrão de produção e consumo atual em um padrão sustentável. Para isso, sugere a criação de uma Secretaria Especial de Enfrentamento à Mudança do Clima, vinculada à Presidência da República, que coordenaria as políticas e os instrumentos financeiros necessários para alavancar os investimentos verdes.

    O estudo também estabelece seis missões prioritárias para as quais existiriam fundos específicos: agricultura e uso da terra; Amazônia; infraestrutura sustentável; justiça climática; tecnologias limpas; e perdas e danos. Esses fundos seriam alimentados por um novo marco fiscal verde, emissão de títulos verdes, regime tributário verde e captações internacionais e bancos de desenvolvimento.

    A coordenadora do estudo, Camila Gramkow, oficial de Assuntos Econômicos da Cepal, disse que os benefícios socioeconômicos dos investimentos de baixo carbono não são automáticos nem espontâneos e requerem políticas explícitas e dedicadas, em especial políticas de desenvolvimento produtivo. Ela afirmou que o Brasil tem instrumentos, como o Fundo Amazônia e o Fundo Clima, que precisam ser fortalecidos e impulsionados para conseguir mobilizar os recursos necessários.

    O estudo faz uma revisão da experiência de três casos internacionais selecionados: União Europeia, Estados Unidos e Uruguai. Esses casos trazem lições para o Brasil, como a perspectiva de longo prazo, a governança clara liderada pelo estado, a criação de veículos financeiros específicos e a definição de metas claras e explícitas.

    O relatório da Cepal é resultado de uma parceria com a Fundação Friedrich Ebert Stiftung (FES), da Alemanha, e contou com a participação de especialistas brasileiros. O objetivo é contribuir para o debate sobre o papel do financiamento na promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil.

  • Lula busca apoio internacional para ajudar a Argentina na crise econômica

    Lula busca apoio internacional para ajudar a Argentina na crise econômica

    O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, está se reunindo com líderes de diversos países em um esforço para que o Brasil ajude a Argentina a superar a grave crise econômica que enfrenta.

    O país vizinho sofre com uma inflação elevada, uma dívida externa impagável e uma recessão agravada pela pandemia de covid-19.

    Em janeiro deste ano, Lula visitou Buenos Aires e se encontrou com o presidente argentino, Alberto Fernández, com quem assinou atos de cooperação econômica e defendeu a criação de uma moeda comum sul-americana. Na ocasião, Lula afirmou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltaria a financiar projetos de desenvolvimento e engenharia em países vizinhos, especialmente na Argentina.

    Em maio, Lula voltou a se reunir com Fernández em Brasília e disse que iniciou conversas com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, para ajudar a Argentina economicamente. O presidente brasileiro também disse que buscava uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para o mercado argentino, que enfrentam dificuldades para receber os pagamentos.

    Lula tem contado com o apoio da ex-presidente do Brasil e atual presidente do Banco dos Brics, Dilma Rousseff, que também tem atuado para facilitar o acesso da Argentina aos recursos do banco multilateral. Segundo Lula, o Brasil tem interesse em ajudar a Argentina porque é seu principal parceiro comercial na América Latina e o terceiro no mundo.

    A aproximação entre Lula e Fernández também tem um viés político, já que ambos são líderes de esquerda e enfrentam a oposição de setores conservadores em seus países. Fernández deve tentar a reeleição em outubro deste ano e conta com o apoio de Lula para fortalecer sua imagem perante os eleitores argentinos.

    O país vizinho sofre com uma inflação elevada, uma dívida externa impagável e uma recessão agravada pela pandemia de covid-19.

    Em janeiro deste ano, Lula visitou Buenos Aires e se encontrou com o presidente argentino, Alberto Fernández, com quem assinou atos de cooperação econômica e defendeu a criação de uma moeda comum sul-americana. Na ocasião, Lula afirmou que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltaria a financiar projetos de desenvolvimento e engenharia em países vizinhos, especialmente na Argentina.

    Em maio, Lula voltou a se reunir com Fernández em Brasília e disse que iniciou conversas com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, para ajudar a Argentina economicamente. O presidente brasileiro também disse que buscava uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para o mercado argentino, que enfrentam dificuldades para receber os pagamentos.

    Lula tem contado com o apoio da ex-presidente do Brasil e atual presidente do Banco dos Brics, Dilma Rousseff, que também tem atuado para facilitar o acesso da Argentina aos recursos do banco multilateral. Segundo Lula, o Brasil tem interesse em ajudar a Argentina porque é seu principal parceiro comercial na América Latina e o terceiro no mundo.

    A aproximação entre Lula e Fernández também tem um viés político, já que ambos são líderes de esquerda e enfrentam a oposição de setores conservadores em seus países. Fernández deve tentar a reeleição em outubro deste ano e conta com o apoio de Lula para fortalecer sua imagem perante os eleitores argentinos.

  • Como Lula pretende usar o dinheiro dos brasileiros para ajudar a Argentina

    Como Lula pretende usar o dinheiro dos brasileiros para ajudar a Argentina

    A Argentina está passando por uma grave crise econômica e social, com alta inflação, baixo crescimento e dificuldades para pagar sua dívida externa.

    O presidente argentino, Alberto Fernández, veio ao Brasil nesta terça-feira (2) para pedir ajuda ao seu amigo e aliado político, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em declaração conjunta após a reunião bilateral, Lula afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. Segundo ele, isso inclui buscar uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para a Argentina e iniciar conversas com o Brics (grupo de países emergentes formado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) para socorrer a economia argentina.

    Lula também disse que pretende conversar com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para “tirar a faca do pescoço da Argentina”, que tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o organismo. Além disso, ele prometeu apoiar a exportação de gás de xisto de Vaca Muerta para o Brasil, através de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    As promessas de Lula geraram críticas de setores da oposição e da sociedade civil, que questionam se o presidente brasileiro está mais preocupado em acabar com a fome no Brasil ou em ajudar o exterior. Alguns analistas também alertam para os riscos de aumentar a dependência da Argentina em relação ao Brasil e de comprometer os recursos públicos brasileiros com projetos duvidosos ou inviáveis.

    O presidente argentino, Alberto Fernández, veio ao Brasil nesta terça-feira (2) para pedir ajuda ao seu amigo e aliado político, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Em declaração conjunta após a reunião bilateral, Lula afirmou que fará “todo sacrifício” para ajudar o país vizinho. Segundo ele, isso inclui buscar uma solução para financiar os empresários brasileiros que exportam para a Argentina e iniciar conversas com o Brics (grupo de países emergentes formado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) para socorrer a economia argentina.

    Lula também disse que pretende conversar com o FMI (Fundo Monetário Internacional) para “tirar a faca do pescoço da Argentina”, que tem uma dívida de US$ 45 bilhões com o organismo. Além disso, ele prometeu apoiar a exportação de gás de xisto de Vaca Muerta para o Brasil, através de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    As promessas de Lula geraram críticas de setores da oposição e da sociedade civil, que questionam se o presidente brasileiro está mais preocupado em acabar com a fome no Brasil ou em ajudar o exterior. Alguns analistas também alertam para os riscos de aumentar a dependência da Argentina em relação ao Brasil e de comprometer os recursos públicos brasileiros com projetos duvidosos ou inviáveis.

  • Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    Entenda por que o setor industrial demostrou apoio a MP 1.147/22

    A Medida Provisória 1.147/22, publicada em 29 de novembro de 2022, propõe a redução das taxas de juros do BNDES para projetos de inovação.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

    A medida tem o apoio de pelo menos oito entidades do setor industrial, que veem na iniciativa uma oportunidade de aumentar a competitividade e a produtividade das empresas brasileiras.

    Segundo a MP, os projetos de inovação poderão ter acesso a financiamentos com juros equivalentes à Taxa de Longo Prazo (TLP), que é atualmente de 6,75% ao ano. Essa taxa é bem menor do que a praticada pelo BNDES para outros tipos de projetos, que variam entre 9% e 12% ao ano.

    A medida também prevê a possibilidade de carência de até 48 meses para o início do pagamento dos empréstimos, além de prazos mais longos para a amortização da dívida.

    O objetivo da MP é estimular o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) nas empresas brasileiras, especialmente nas micro, pequenas e médias. De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Brasil investe apenas 1,3% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em PD&I, enquanto países como Coreia do Sul, Israel e Alemanha investem mais de 3%.

    Entre as entidades que manifestaram apoio à MP estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes).

    Para essas entidades, a redução dos juros do BNDES para projetos de inovação é uma medida estratégica para o desenvolvimento econômico e social do país, pois pode contribuir para a geração de empregos qualificados, o aumento das exportações, a melhoria da qualidade dos produtos e serviços e a solução de problemas ambientais e sociais.

    A MP 1.147/22 ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

  • BNDES vai investir em fundos para apoiar pequenas e médias empresas

    BNDES vai investir em fundos para apoiar pequenas e médias empresas

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na terça-feira (2) que vai investir até R$ 1,45 bilhão em fundos de investimento voltados para pequenas e médias empresas.

    O objetivo é estimular o crescimento desses negócios e aumentar a oferta de crédito no mercado.

    Segundo o edital de chamada pública multissetorial, o BNDES vai selecionar até 10 fundos de investimento em participações (FIPs), que são veículos que compram participação acionária em empresas. Os fundos devem ter foco em setores como saúde, educação, tecnologia da informação, energia renovável, saneamento e infraestrutura.

    O BNDES vai aportar até 40% do patrimônio comprometido de cada fundo selecionado, limitado a R$ 150 milhões por fundo. O restante do capital deve ser captado pelos gestores dos fundos junto a outros investidores no mercado.

    Os fundos devem ter prazo de duração de até 15 anos e devem investir em empresas com receita operacional bruta anual de até R$ 300 milhões. Além disso, os fundos devem seguir critérios ambientais, sociais e de governança (ASG) em suas políticas de investimento.

    O edital faz parte da estratégia do BNDES de fomentar o mercado de capitais e apoiar o desenvolvimento de empresas de menor porte, que foram mais afetadas pela crise provocada pela pandemia de Covid-19. O banco espera que os fundos selecionados contribuam para gerar emprego e renda, além de promover inovação e competitividade.

    As propostas dos interessados em participar da seleção devem ser enviadas até o dia 29 de junho. O resultado final será divulgado no dia 15 de dezembro.

    O objetivo é estimular o crescimento desses negócios e aumentar a oferta de crédito no mercado.

    Segundo o edital de chamada pública multissetorial, o BNDES vai selecionar até 10 fundos de investimento em participações (FIPs), que são veículos que compram participação acionária em empresas. Os fundos devem ter foco em setores como saúde, educação, tecnologia da informação, energia renovável, saneamento e infraestrutura.

    O BNDES vai aportar até 40% do patrimônio comprometido de cada fundo selecionado, limitado a R$ 150 milhões por fundo. O restante do capital deve ser captado pelos gestores dos fundos junto a outros investidores no mercado.

    Os fundos devem ter prazo de duração de até 15 anos e devem investir em empresas com receita operacional bruta anual de até R$ 300 milhões. Além disso, os fundos devem seguir critérios ambientais, sociais e de governança (ASG) em suas políticas de investimento.

    O edital faz parte da estratégia do BNDES de fomentar o mercado de capitais e apoiar o desenvolvimento de empresas de menor porte, que foram mais afetadas pela crise provocada pela pandemia de Covid-19. O banco espera que os fundos selecionados contribuam para gerar emprego e renda, além de promover inovação e competitividade.

    As propostas dos interessados em participar da seleção devem ser enviadas até o dia 29 de junho. O resultado final será divulgado no dia 15 de dezembro.

  • BNDES e banco chinês firmam parceria para financiar projetos de infraestrutura

    BNDES e banco chinês firmam parceria para financiar projetos de infraestrutura

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco de Desenvolvimento da China (CDB) assinaram um acordo de cooperação para financiar projetos sustentáveis no Brasil. O acordo foi assinado durante a visita do presidente Lula à China.

    Segundo o BNDES, o objetivo é apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, com foco em áreas como energia renovável, saneamento, manufatura e alta tecnologia.

    O BNDES é uma empresa pública federal que tem como principal objetivo o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira. O CDB é um banco estatal chinês que atua como uma das principais fontes de financiamento para projetos de infraestrutura na China e no exterior.

    Segundo o BNDES, o objetivo é apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social do Brasil, com foco em áreas como energia renovável, saneamento, manufatura e alta tecnologia.

    O BNDES é uma empresa pública federal que tem como principal objetivo o financiamento de longo prazo e investimento em todos os segmentos da economia brasileira. O CDB é um banco estatal chinês que atua como uma das principais fontes de financiamento para projetos de infraestrutura na China e no exterior.

  • BNDES registra lucro de R$ 9,8 bilhões no 1º trimestre; empréstimos aprovados tiveram alta de 35%


    Conteúdo produzido sob encomenda e para uso exclusivo do contratante


    Ouça a W:

    [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]
    [/arm_restrict_content] [arm_restrict_content plan=”1,2,unregistered” type=”show”]

    O conteúdo produzido pela W Rádio Brasil é protegido pela Lei nº 9.610 (Lei de Direitos Autorais). Para ter acesso, utilizar, reproduzir ou modificar, assine um dos nossos planos. Saiba mais aqui.

    [/arm_restrict_content]

    Ouça a nova edição do Boletim Brasil:

    [spreaker type=player resource=”show_id=4878290″ width=”100%” height=”350px” theme=”light” playlist=”show” playlist-continuous=”false” autoplay=”false” live-autoplay=”false” chapters-image=”true” episode-image-position=”right” hide-logo=”false” hide-likes=”false” hide-comments=”false” hide-sharing=”false” hide-download=”true”]


    Veja também:


  • MP que garante R$ 20 bi em empréstimos a micro e pequenas empresas é aprovado pela Câmara


    A Câmara aprovou a medida provisória que libera R$ 20 bilhões ao fundo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

    Ouça na W:

    Este conteúdo está disponível apenas para assinantes. Você pode ter acesso e publicar em sua rádio. Saiba mais aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • BNDES lança plano de estímulo à aposentadoria para seus servidores

    O prazo de adesão será de 27 de julho a 21 de agosto deste ano.

    Ouça os destaques do dia no Conexão W:

    Se não conseguir visualizar o artigo tente aqui.


    Confira os destaques dos principais jornais do país:

    Folha de São Paulo:

    Gazeta do Povo:

    O Globo:
    Ocorreu um erro. A causa provável é o feed estar offline. Tente mais tarde.

    O Tempo:
    Erro de RSS: Retrieved unsupported status code "403"

    A Microsoft lançou uma ferramenta que contabiliza em tempo real o número de casos confirmados, recuperados e fatais. Você pode acessar a ferramenta aqui


  • Aprovado fim do sigilo de empréstimos com recursos públicos a estrangeiros

    O Plenário do Senado aprovou projeto (PLS 26/2014) que acaba com o sigilo de empréstimos feitos por bancos oficiais brasileiros — como o BNDES — a outros países.

    Além da quebra do sigilo bancário, os contratos dessas operações e seus eventuais aditivos devem ser divulgados em página na internet.

    Ouça mais detalhes na reportagem de Paula Groba, da Rádio Senado.

    Ouça o áudio com mais informações.