Tag: Bolsonaro

  • Cloroquina: como médicos brasileiros manipularam pesquisas para defender o uso do medicamento na pandemia

    Cloroquina: como médicos brasileiros manipularam pesquisas para defender o uso do medicamento na pandemia

    A cloroquina e a hidroxicloroquina são medicamentos que têm sido amplamente divulgados como tratamentos eficazes contra a covid-19, principalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

    No entanto, diversos estudos científicos já mostraram que essas substâncias não têm benefícios no combate à doença causada pelo novo coronavírus e o uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais graves.

    Apesar das evidências contrárias, durante os primeiros meses da pandemia, um grupo de médicos brasileiros se mobilizou nas redes sociais para defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina desde os primeiros sintomas da covid-19, o chamado tratamento precoce. Esse grupo, que se autodenomina Brasil Vencendo a Covid, chegou a entregar uma carta ao então presidente Bolsonaro em agosto de 2020, com supostos dados que comprovavam a eficácia do medicamento.

    No entanto, uma análise dos artigos usados pelo grupo para embasar suas afirmações revela que eles foram manipulados, distorcidos ou descontextualizados para favorecer a cloroquina. Alguns dos estudos citados pelo grupo foram retratados por revistas científicas por apresentarem falhas metodológicas ou fraudes. Outros foram realizados com amostras muito pequenas ou sem o rigor necessário para garantir a validade dos resultados.

    Além disso, o grupo ignorou ou desqualificou os estudos que não corroboravam sua tese, como o realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, que testou a hidroxicloroquina e a hidroxicloroquina somada à azitromicina em 667 pacientes com quadros leves ou moderados de covid-19 e não encontrou nenhuma melhora significativa no curso da doença. Esse estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais prestigiadas do mundo.

    Dessa forma, o grupo Brasil Vencendo a Covid não apenas desrespeitou os princípios éticos e científicos da medicina, como também colocou em risco a saúde e a vida de milhares de pessoas que confiaram em suas informações falsas ou enganosas. A cloroquina e a hidroxicloroquina não são soluções mágicas para a covid-19 e seu uso indiscriminado pode trazer mais danos do que benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    No entanto, diversos estudos científicos já mostraram que essas substâncias não têm benefícios no combate à doença causada pelo novo coronavírus e o uso indiscriminado pode causar efeitos colaterais graves.

    Apesar das evidências contrárias, durante os primeiros meses da pandemia, um grupo de médicos brasileiros se mobilizou nas redes sociais para defender o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina desde os primeiros sintomas da covid-19, o chamado tratamento precoce. Esse grupo, que se autodenomina Brasil Vencendo a Covid, chegou a entregar uma carta ao então presidente Bolsonaro em agosto de 2020, com supostos dados que comprovavam a eficácia do medicamento.

    No entanto, uma análise dos artigos usados pelo grupo para embasar suas afirmações revela que eles foram manipulados, distorcidos ou descontextualizados para favorecer a cloroquina. Alguns dos estudos citados pelo grupo foram retratados por revistas científicas por apresentarem falhas metodológicas ou fraudes. Outros foram realizados com amostras muito pequenas ou sem o rigor necessário para garantir a validade dos resultados.

    Além disso, o grupo ignorou ou desqualificou os estudos que não corroboravam sua tese, como o realizado pela Coalizão Covid-19 Brasil, que testou a hidroxicloroquina e a hidroxicloroquina somada à azitromicina em 667 pacientes com quadros leves ou moderados de covid-19 e não encontrou nenhuma melhora significativa no curso da doença. Esse estudo foi publicado no New England Journal of Medicine, uma das revistas médicas mais prestigiadas do mundo.

    Dessa forma, o grupo Brasil Vencendo a Covid não apenas desrespeitou os princípios éticos e científicos da medicina, como também colocou em risco a saúde e a vida de milhares de pessoas que confiaram em suas informações falsas ou enganosas. A cloroquina e a hidroxicloroquina não são soluções mágicas para a covid-19 e seu uso indiscriminado pode trazer mais danos do que benefícios.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Gusttavo Lima recebeu R$ 1,1 milhão da Caixa para fazer comercial durante governo Bolsonaro

    Gusttavo Lima recebeu R$ 1,1 milhão da Caixa para fazer comercial durante governo Bolsonaro

    O cantor sertanejo Gusttavo Lima foi contratado pela Caixa Econômica Federal para fazer um comercial da Mega da Virada em 2020.

    O valor do cachê foi de R$ 1,1 milhão, segundo revelou a agência Fiquem Sabendo, que obteve o contrato por meio da Lei de Acesso à Informação.

    O contrato previu, além do valor pago ao artista, o ressarcimento de impostos e taxas. O comercial foi produzido pela agência Nova/SB e veiculado em dezembro de 2020. Nele, Gusttavo Lima aparece cantando uma música composta especialmente para a campanha.

    Gusttavo Lima é amigo de Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro, e apoiador do governo. Durante a pandemia, ele chegou a fazer um vídeo recomendando o uso da cloroquina no combate à Covid-19.

    Os cachês de Gusttavo Lima têm sido motivo de polêmica. O cantor apareceu este ano na imprensa em diversas investigações sobre superfaturamento dos seus shows. Noticiou-se, por exemplo, que a cidade de São Luiz, no sul de Roraima — com 8 mil habitantes – pagaria R$ 800 mil para uma apresentação do artista, que já teria chegado a cobrar R$ 1,2 milhão por show para outra prefeitura.

    Durante as eleições de 2022, Gusttavo Lima manifestou publicamente apoio a Bolsonaro gerando questionamentos do uso da estrutura presidencial durante a campanha eleitoral. O ex-presidente recebeu cantores sertanejos que declararam apoio a ele no Palácio da Alvorada em pleno período eleitoral.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

    O valor do cachê foi de R$ 1,1 milhão, segundo revelou a agência Fiquem Sabendo, que obteve o contrato por meio da Lei de Acesso à Informação.

    O contrato previu, além do valor pago ao artista, o ressarcimento de impostos e taxas. O comercial foi produzido pela agência Nova/SB e veiculado em dezembro de 2020. Nele, Gusttavo Lima aparece cantando uma música composta especialmente para a campanha.

    Gusttavo Lima é amigo de Renan Bolsonaro, filho mais novo do presidente Jair Bolsonaro, e apoiador do governo. Durante a pandemia, ele chegou a fazer um vídeo recomendando o uso da cloroquina no combate à Covid-19.

    Os cachês de Gusttavo Lima têm sido motivo de polêmica. O cantor apareceu este ano na imprensa em diversas investigações sobre superfaturamento dos seus shows. Noticiou-se, por exemplo, que a cidade de São Luiz, no sul de Roraima — com 8 mil habitantes – pagaria R$ 800 mil para uma apresentação do artista, que já teria chegado a cobrar R$ 1,2 milhão por show para outra prefeitura.

    Durante as eleições de 2022, Gusttavo Lima manifestou publicamente apoio a Bolsonaro gerando questionamentos do uso da estrutura presidencial durante a campanha eleitoral. O ex-presidente recebeu cantores sertanejos que declararam apoio a ele no Palácio da Alvorada em pleno período eleitoral.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3.

  • Presidente do Sindifisco Nacional denuncia isenção fiscal ilegal concedida a líderes evangélicos

    Presidente do Sindifisco Nacional denuncia isenção fiscal ilegal concedida a líderes evangélicos

    O presidente do Sindifisco Nacional, Isac Falcão, denuncia que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu uma isenção fiscal ilegal e prejudicial aos líderes evangélicos, que não pagam impostos sobre os valores recebidos das igrejas e ainda se aposentam com altos salários bancados pelos demais trabalhadores.

    Segundo Falcão, a regulamentação implementada por Bolsonaro usurpou a função do Congresso de legislar sobre tributos e não foi avaliada pelos órgãos técnicos da Receita. A medida também é alvo de investigação do Tribunal de Contas da União e de uma apuração interna do Fisco. O ex-secretário da Receita Federal Julio Cesar Vieira Gomes, suspeito de ter pressionado os auditores para a liberação das joias sauditas, foi o responsável pela assinatura do ato.

    Falcão afirma que o benefício fiscal dado aos pastores causa prejuízo em duas pontas: tanto no que foi lançado, como no que seria arrecadado. Ele estima que há milhares de pessoas trabalhando nessa situação, sob esse regime. Ele também critica a postura da bancada evangélica, que defende a norma e acusa a esquerda de perseguição política.

    A entrevista foi publicada no site CartaCapital nesta sexta-feira (14).

    Segundo Falcão, a regulamentação implementada por Bolsonaro usurpou a função do Congresso de legislar sobre tributos e não foi avaliada pelos órgãos técnicos da Receita. A medida também é alvo de investigação do Tribunal de Contas da União e de uma apuração interna do Fisco. O ex-secretário da Receita Federal Julio Cesar Vieira Gomes, suspeito de ter pressionado os auditores para a liberação das joias sauditas, foi o responsável pela assinatura do ato.

    Falcão afirma que o benefício fiscal dado aos pastores causa prejuízo em duas pontas: tanto no que foi lançado, como no que seria arrecadado. Ele estima que há milhares de pessoas trabalhando nessa situação, sob esse regime. Ele também critica a postura da bancada evangélica, que defende a norma e acusa a esquerda de perseguição política.

    A entrevista foi publicada no site CartaCapital nesta sexta-feira (14).

  • Por que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil?

    Por que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil?

    No Brasil, as igrejas e templos religiosos não pagam impostos porque estão entre as instituições que possuem imunidade tributária prevista na Constituição Federal de 1988.

    Essa regra visa proteger a liberdade religiosa e garantir a igualdade entre as diferentes crenças. No entanto, essa imunidade não significa que as igrejas estão livres de todos os tributos. Elas precisam recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários e, até 2020, eram obrigadas a pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), um imposto que incide sobre o lucro das instituições e serve para apoiar a seguridade social no país.

    Em 2020, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que isentou as igrejas do pagamento da CSLL e anulou as multas aplicadas pela Receita Federal por irregularidades na distribuição de lucros para pastores e líderes religiosos. Essa medida gerou uma renúncia fiscal de R$ 1,4 bilhão entre 2021 e 2024, segundo o Ministério da Economia. Além disso, as igrejas também não pagam impostos como IPTU, IR, ITCMD e IPVA, desde que os bens estejam em nome da entidade religiosa.

    Diante desse cenário, alguns argumentos podem ser usados para defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil. Um deles é o princípio da justiça fiscal, que prega que todos devem contribuir para o financiamento das políticas públicas de acordo com sua capacidade econômica. As igrejas movimentam bilhões de reais por ano em doações e ofertas dos fiéis, mas não são obrigadas a declarar nem a comprovar a origem e o destino desses recursos. Assim, elas deixam de contribuir para o bem comum e podem se beneficiar de vantagens indevidas em relação a outras instituições.

    Outro argumento é o princípio da laicidade do Estado, que estabelece que o poder público deve ser neutro em relação às questões religiosas e não favorecer nem prejudicar nenhuma crença. Ao conceder imunidade e isenção tributária às igrejas, o Estado acaba privilegiando um setor da sociedade que nem sempre cumpre sua função social e pode interferir na esfera política. Além disso, ao abrir mão de arrecadar impostos das igrejas, o Estado reduz sua capacidade de investir em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

    Portanto, é possível defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil por uma questão de justiça fiscal e de laicidade do Estado. Essa medida poderia aumentar a transparência das atividades religiosas, garantir uma maior equidade entre os contribuintes e fortalecer o financiamento das políticas públicas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

    Essa regra visa proteger a liberdade religiosa e garantir a igualdade entre as diferentes crenças. No entanto, essa imunidade não significa que as igrejas estão livres de todos os tributos. Elas precisam recolher as contribuições previdenciárias dos funcionários e, até 2020, eram obrigadas a pagar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), um imposto que incide sobre o lucro das instituições e serve para apoiar a seguridade social no país.

    Em 2020, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que isentou as igrejas do pagamento da CSLL e anulou as multas aplicadas pela Receita Federal por irregularidades na distribuição de lucros para pastores e líderes religiosos. Essa medida gerou uma renúncia fiscal de R$ 1,4 bilhão entre 2021 e 2024, segundo o Ministério da Economia. Além disso, as igrejas também não pagam impostos como IPTU, IR, ITCMD e IPVA, desde que os bens estejam em nome da entidade religiosa.

    Diante desse cenário, alguns argumentos podem ser usados para defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil. Um deles é o princípio da justiça fiscal, que prega que todos devem contribuir para o financiamento das políticas públicas de acordo com sua capacidade econômica. As igrejas movimentam bilhões de reais por ano em doações e ofertas dos fiéis, mas não são obrigadas a declarar nem a comprovar a origem e o destino desses recursos. Assim, elas deixam de contribuir para o bem comum e podem se beneficiar de vantagens indevidas em relação a outras instituições.

    Outro argumento é o princípio da laicidade do Estado, que estabelece que o poder público deve ser neutro em relação às questões religiosas e não favorecer nem prejudicar nenhuma crença. Ao conceder imunidade e isenção tributária às igrejas, o Estado acaba privilegiando um setor da sociedade que nem sempre cumpre sua função social e pode interferir na esfera política. Além disso, ao abrir mão de arrecadar impostos das igrejas, o Estado reduz sua capacidade de investir em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.

    Portanto, é possível defender que as igrejas deveriam pagar impostos no Brasil por uma questão de justiça fiscal e de laicidade do Estado. Essa medida poderia aumentar a transparência das atividades religiosas, garantir uma maior equidade entre os contribuintes e fortalecer o financiamento das políticas públicas.

    Fontes: Link 1, Link 2, Link 3, Link 4.

  • Por que as igrejas não pagam impostos no Brasil?

    Por que as igrejas não pagam impostos no Brasil?

    No Brasil, as igrejas são consideradas entidades sem fins lucrativos e, por isso, estão isentas de pagar impostos sobre suas rendas e patrimônios.

    Essa isenção está prevista na Constituição Federal de 1988, no artigo 150, que proíbe a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios de instituir impostos sobre templos de qualquer culto.

    A justificativa para essa isenção é que as igrejas prestam um serviço social e cultural à população, promovendo a assistência, a educação, a caridade e a liberdade religiosa. Além disso, as igrejas contribuem para o desenvolvimento econômico do país, gerando empregos e movimentando recursos.

    No entanto, essa isenção também é alvo de críticas e polêmicas. Alguns argumentam que as igrejas deveriam pagar impostos como qualquer outra instituição, pois muitas delas possuem grandes fortunas e lucram com a exploração da fé alheia. Outros defendem que a isenção fere o princípio da laicidade do Estado, que deveria ser neutro em relação às religiões.

    Fontes: Link 1, Link 2.

    Essa isenção está prevista na Constituição Federal de 1988, no artigo 150, que proíbe a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios de instituir impostos sobre templos de qualquer culto.

    A justificativa para essa isenção é que as igrejas prestam um serviço social e cultural à população, promovendo a assistência, a educação, a caridade e a liberdade religiosa. Além disso, as igrejas contribuem para o desenvolvimento econômico do país, gerando empregos e movimentando recursos.

    No entanto, essa isenção também é alvo de críticas e polêmicas. Alguns argumentam que as igrejas deveriam pagar impostos como qualquer outra instituição, pois muitas delas possuem grandes fortunas e lucram com a exploração da fé alheia. Outros defendem que a isenção fere o princípio da laicidade do Estado, que deveria ser neutro em relação às religiões.

    Fontes: Link 1, Link 2.

  • TCU determina que Marinha reembolse valor de Viagra comprado com sobrepreço

    TCU determina que Marinha reembolse valor de Viagra comprado com sobrepreço

    O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou um superfaturamento na aquisição de comprimidos de Viagra pelo Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, entre 2020 e 2021.

    O medicamento é usado para tratar disfunção erétil e hipertensão pulmonar.

    Segundo o TCU, a Marinha pagou R$ 3,65 por cada pílula, enquanto o valor médio no painel de preços do governo federal era de R$ 1,81.

    O prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 27.820,80. O TCU ordenou que a Marinha devolva esse valor em até 90 dias.

    A compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas foi denunciada pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO) e pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO) em abril do ano passado.

    O medicamento é usado para tratar disfunção erétil e hipertensão pulmonar.

    Segundo o TCU, a Marinha pagou R$ 3,65 por cada pílula, enquanto o valor médio no painel de preços do governo federal era de R$ 1,81.

    O prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 27.820,80. O TCU ordenou que a Marinha devolva esse valor em até 90 dias.

    A compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra pelas Forças Armadas foi denunciada pelo deputado Elias Vaz (PSB-GO) e pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO) em abril do ano passado.

  • Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    Criação de empregos cai 31,56% em fevereiro em relação a 2022

    O Brasil criou 241.700 empregos formais em fevereiro de 2023, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (29) pelo Ministério da Economia.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

    O resultado representa uma queda de 31,56% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram abertas 353.100 vagas.

    O saldo de fevereiro é a diferença entre as contratações (1.433.500) e as demissões (1.191.800) no período. Apesar da redução na comparação anual, o número é positivo pelo décimo mês consecutivo e o melhor para o mês desde 2019.

  • Pseudociência: o que é e como identificar?

    Pseudociência: o que é e como identificar?

    Você já ouviu falar em pseudociência? Esse termo se refere a qualquer tipo de informação que se diz baseada em fatos científicos, mas que não resulta da aplicação de métodos científicos.

    Ou seja, são afirmações, crenças ou práticas que se apresentam como científicas, mas que não têm evidências, validade ou plausibilidade para sustentá-las.

    A pseudociência é diferente da ciência, que se caracteriza pela aquisição de conhecimentos por meio da observação e experimentação da realidade, seguindo um método científico rigoroso e verificável. A ciência também está aberta à avaliação de outros especialistas e à revisão de suas teorias diante de novos dados.

    A pseudociência, por outro lado, costuma ter as seguintes características:

    • Usa termos científicos de forma imprecisa ou incorreta, para dar uma aparência de credibilidade.

    • Faz afirmações vagas, exageradas ou improváveis, que não podem ser testadas ou refutadas.

    • Baseia-se em crenças populares, julgamentos e meias-verdades, sem fundamentação lógica ou racional.

    • Não tem legitimidade oficial, nem é reconhecida ou endossada por instituições científicas.

    • É dogmática, ou seja, não aceita críticas ou questionamentos, e mantém seus postulados mesmo diante de evidências contrárias.

    Existem vários tipos e exemplos de pseudociências, que podem ser classificados em:

    • Conspiratórias: aquelas que afirmam revelar uma verdade oculta ou negada por grupos poderosos, como teorias da conspiração sobre alienígenas, Illuminati ou vacinas.

    • Historicistas: aquelas que tentam comprovar seus postulados por meio de interpretações distorcidas ou falsas de eventos históricos, como o criacionismo, o revisionismo ou a astroarqueologia.

    • Metafísicas: aquelas que tentam explicar fenômenos naturais ou sobrenaturais por meio de conceitos abstratos ou espirituais, como a astrologia, a alquimia ou a numerologia.

    A pseudociência pode ser prejudicial para a sociedade, pois pode induzir as pessoas a acreditarem em falsas verdades, a tomarem decisões erradas ou a se submeterem a tratamentos ineficazes ou perigosos. Por isso, é importante saber identificar e diferenciar a pseudociência da ciência verdadeira, usando o pensamento crítico e buscando fontes confiáveis e atualizadas de informação.

    Fontes:

    Ou seja, são afirmações, crenças ou práticas que se apresentam como científicas, mas que não têm evidências, validade ou plausibilidade para sustentá-las.

    A pseudociência é diferente da ciência, que se caracteriza pela aquisição de conhecimentos por meio da observação e experimentação da realidade, seguindo um método científico rigoroso e verificável. A ciência também está aberta à avaliação de outros especialistas e à revisão de suas teorias diante de novos dados.

    A pseudociência, por outro lado, costuma ter as seguintes características:

    • Usa termos científicos de forma imprecisa ou incorreta, para dar uma aparência de credibilidade.

    • Faz afirmações vagas, exageradas ou improváveis, que não podem ser testadas ou refutadas.

    • Baseia-se em crenças populares, julgamentos e meias-verdades, sem fundamentação lógica ou racional.

    • Não tem legitimidade oficial, nem é reconhecida ou endossada por instituições científicas.

    • É dogmática, ou seja, não aceita críticas ou questionamentos, e mantém seus postulados mesmo diante de evidências contrárias.

    Existem vários tipos e exemplos de pseudociências, que podem ser classificados em:

    • Conspiratórias: aquelas que afirmam revelar uma verdade oculta ou negada por grupos poderosos, como teorias da conspiração sobre alienígenas, Illuminati ou vacinas.

    • Historicistas: aquelas que tentam comprovar seus postulados por meio de interpretações distorcidas ou falsas de eventos históricos, como o criacionismo, o revisionismo ou a astroarqueologia.

    • Metafísicas: aquelas que tentam explicar fenômenos naturais ou sobrenaturais por meio de conceitos abstratos ou espirituais, como a astrologia, a alquimia ou a numerologia.

    A pseudociência pode ser prejudicial para a sociedade, pois pode induzir as pessoas a acreditarem em falsas verdades, a tomarem decisões erradas ou a se submeterem a tratamentos ineficazes ou perigosos. Por isso, é importante saber identificar e diferenciar a pseudociência da ciência verdadeira, usando o pensamento crítico e buscando fontes confiáveis e atualizadas de informação.

    Fontes:

  • Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Entenda o caso da retratação da revista científica The Lancet e a pesquisa sobre a hidroxicloroquina

    Um artigo publicado na revista médica The Lancet sobre o uso de hidroxicloroquina para tratar a COVID-19 foi retratado devido a possíveis falhas nos dados da pesquisa.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

    O estudo, publicado em 2020, duas semanas antes da retratação, não encontrou benefícios no uso do medicamento e sugeriu que seu uso poderia até aumentar o risco de morte. Mas o estudo foi alvo de críticas sobre inconsistências nos dados hospitalares apresentados.

    Os vídeos que estão sendo compartilhados pelo WhatsApp passam a ideia de que a retratação significa que a substância é adequada para tratar a infecção, o que não é verdade.

    A eficácia da hidroxicloroquina contra o coronavírus é um assunto controverso e ainda em estudo. Algumas pesquisas sugerem que a hidroxicloroquina pode ser eficaz quando administrada precocemente em pacientes ambulatoriais com COVID-19, enquanto outras pesquisas não encontraram benefícios no uso do medicamento para tratar a doença.

    É importante ressaltar que as autoridades de saúde pública recomendam seguir as orientações médicas e científicas atualizadas sobre o tratamento da COVID-19.

  • Auditoria revela que 1,9 milhão de vacinas da Covid-19 foram perdidas pelo governo

    Auditoria revela que 1,9 milhão de vacinas da Covid-19 foram perdidas pelo governo

    O Ministério da Saúde desperdiçou 1,9 milhão de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19 por não distribuí-las aos estados antes do vencimento.

    Agora o TCU quer que o Ministério pague 1 milhão de reais pelo prejuízo e explique a situação.

    A vacina AstraZeneca é uma vacina vetorial que usa um adenovírus de chimpanzés modificado para estimular a imunidade contra o coronavírus.

    Ela precisa de duas doses para completar a imunização e pode causar alguns efeitos colaterais como dor no local da aplicação, febre e dor de cabeça.

    Agora o TCU quer que o Ministério pague 1 milhão de reais pelo prejuízo e explique a situação.

    A vacina AstraZeneca é uma vacina vetorial que usa um adenovírus de chimpanzés modificado para estimular a imunidade contra o coronavírus.

    Ela precisa de duas doses para completar a imunização e pode causar alguns efeitos colaterais como dor no local da aplicação, febre e dor de cabeça.