Tag: câncer

  • Descoberta surpreendente mostra que neutrófilos podem ser armas antitumorais essenciais

    Descoberta surpreendente mostra que neutrófilos podem ser armas antitumorais essenciais

    Um estudo publicado na revista Cell mostrou que os neutrófilos, um tipo de glóbulo branco, têm um papel importante na eliminação de tumores sólidos.

    Os pesquisadores investigaram como uma imunoterapia baseada em células T foi capaz de destruir tumores de melanoma, mesmo que muitas das células tumorais não tivessem os marcadores ou “antígenos” alvo das células T.

    Eles descobriram que as células T, ao atacar os tumores, ativaram um enxame de neutrófilos, que por sua vez mataram as células tumorais que as células T não conseguiram eliminar.

    Os achados podem levar a novas imunoterapias que aproveitem essa resposta imune antitumoral inesperada, mas potente.

    Fonte: ScienceDaily

    Os pesquisadores investigaram como uma imunoterapia baseada em células T foi capaz de destruir tumores de melanoma, mesmo que muitas das células tumorais não tivessem os marcadores ou “antígenos” alvo das células T.

    Eles descobriram que as células T, ao atacar os tumores, ativaram um enxame de neutrófilos, que por sua vez mataram as células tumorais que as células T não conseguiram eliminar.

    Os achados podem levar a novas imunoterapias que aproveitem essa resposta imune antitumoral inesperada, mas potente.

    Fonte: ScienceDaily

  • Micro-ondas dá câncer? Saiba o que dizem os estudos científicos

    Micro-ondas dá câncer? Saiba o que dizem os estudos científicos

    Você já ouviu falar que o micro-ondas pode causar câncer? Essa é uma crença popular que não tem fundamento científico.

    O micro-ondas é um aparelho que usa ondas eletromagnéticas para aquecer ou cozinhar os alimentos, mas essas ondas não alteram a estrutura molecular dos alimentos nem deixam resíduos de radiação neles. Portanto, consumir alimentos preparados no micro-ondas não aumenta o risco de câncer, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

    Além disso, o micro-ondas pode até preservar alguns nutrientes dos alimentos, como os flavonoides, que têm propriedades anti-inflamatórias e podem prevenir doenças cardíacas. Um estudo de 2019 mostrou que o micro-ondas, quando usado com pouca água e por um tempo curto, não compromete o conteúdo nutricional do brócolis e pode até aumentar a quantidade de alguns flavonoides. No entanto, isso depende do tipo de alimento, da quantidade de água e do tempo de cozimento.

    O que pode ser perigoso é usar recipientes plásticos inadequados para o micro-ondas, pois eles podem liberar substâncias tóxicas nos alimentos, como o bisfenol-A (BPA) ou os ftalatos, que podem interferir no sistema hormonal e causar problemas de saúde. Por isso, é recomendado usar apenas recipientes próprios para o micro-ondas, que são feitos de materiais seguros e resistentes ao calor.

    Em conclusão, o micro-ondas não causa câncer e pode ser usado sem medo, desde que se siga as instruções de uso e se escolha os recipientes adequados. O micro-ondas é um aliado da praticidade na cozinha e não representa um risco para a saúde.

    Fontes: Link [1], Link [2], Link [3]

    O micro-ondas é um aparelho que usa ondas eletromagnéticas para aquecer ou cozinhar os alimentos, mas essas ondas não alteram a estrutura molecular dos alimentos nem deixam resíduos de radiação neles. Portanto, consumir alimentos preparados no micro-ondas não aumenta o risco de câncer, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

    Além disso, o micro-ondas pode até preservar alguns nutrientes dos alimentos, como os flavonoides, que têm propriedades anti-inflamatórias e podem prevenir doenças cardíacas. Um estudo de 2019 mostrou que o micro-ondas, quando usado com pouca água e por um tempo curto, não compromete o conteúdo nutricional do brócolis e pode até aumentar a quantidade de alguns flavonoides. No entanto, isso depende do tipo de alimento, da quantidade de água e do tempo de cozimento.

    O que pode ser perigoso é usar recipientes plásticos inadequados para o micro-ondas, pois eles podem liberar substâncias tóxicas nos alimentos, como o bisfenol-A (BPA) ou os ftalatos, que podem interferir no sistema hormonal e causar problemas de saúde. Por isso, é recomendado usar apenas recipientes próprios para o micro-ondas, que são feitos de materiais seguros e resistentes ao calor.

    Em conclusão, o micro-ondas não causa câncer e pode ser usado sem medo, desde que se siga as instruções de uso e se escolha os recipientes adequados. O micro-ondas é um aliado da praticidade na cozinha e não representa um risco para a saúde.

    Fontes: Link [1], Link [2], Link [3]

  • Alimentos cancerígenos: o que são, quais evitar e como substituir

    Alimentos cancerígenos: o que são, quais evitar e como substituir

    Alguns alimentos que consumimos no dia a dia podem aumentar o risco de câncer.

    Segundo a Agência Europeia de Segurança Alimentar, compostos causadores de câncer foram encontrados em alimentos como carne, cerveja, café e pão.

    Esses compostos são chamados de acrilamida e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), e se formam quando os alimentos são submetidos a altas temperaturas, como fritura, assado ou grelhado.

    A acrilamida está presente em alimentos ricos em amido, como batatas fritas, biscoitos e pão torrado. Já os HAPs são encontrados em carnes defumadas, churrasco e cerveja.

    Esses compostos podem danificar o DNA das células e favorecer o desenvolvimento de tumores.

    A agência europeia recomenda que os consumidores reduzam a ingestão desses alimentos e optem por métodos de cozimento mais saudáveis, como cozimento a vapor, fervura ou micro-ondas.

    Além disso, é importante variar a alimentação e incluir frutas, verduras e cereais integrais, que são fontes de antioxidantes e fibras que protegem contra o câncer.

    Fonte: O Globo

    Segundo a Agência Europeia de Segurança Alimentar, compostos causadores de câncer foram encontrados em alimentos como carne, cerveja, café e pão.

    Esses compostos são chamados de acrilamida e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), e se formam quando os alimentos são submetidos a altas temperaturas, como fritura, assado ou grelhado.

    A acrilamida está presente em alimentos ricos em amido, como batatas fritas, biscoitos e pão torrado. Já os HAPs são encontrados em carnes defumadas, churrasco e cerveja.

    Esses compostos podem danificar o DNA das células e favorecer o desenvolvimento de tumores.

    A agência europeia recomenda que os consumidores reduzam a ingestão desses alimentos e optem por métodos de cozimento mais saudáveis, como cozimento a vapor, fervura ou micro-ondas.

    Além disso, é importante variar a alimentação e incluir frutas, verduras e cereais integrais, que são fontes de antioxidantes e fibras que protegem contra o câncer.

    Fonte: O Globo

  • Ozonioterapia: por que a ciência não recomenda e os riscos dessa terapia

    Ozonioterapia: por que a ciência não recomenda e os riscos dessa terapia

    A ozonioterapia é uma terapia que usa o gás ozônio para melhorar a oxigenação dos tecidos e estimular o sistema imunológico, podendo ser indicada em caso de doenças dentárias e procedimentos estéticos.

    No entanto, a ozonioterapia não é recomendada pela ciência como forma de tratamento para outras doenças, como asma, câncer, HIV e esclerose múltipla, por não haver evidências científicas que comprovem os seus benefícios nessas situações.

    Além disso, a ozonioterapia pode trazer riscos para a saúde, como irritação da pele e das mucosas, alergias, embolia gasosa e até mesmo morte, se for aplicada de forma inadequada ou por profissionais não capacitados. Por isso, a ozonioterapia deve ser realizada apenas por médicos ou dentistas treinados para a sua aplicação, seguindo as indicações aprovadas pela Anvisa.

    A ozonioterapia pode ser feita por meio de aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; aplicação bucal, utilizando água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca; ou aplicação sistêmica, com injeção de ozônio no sangue ou nos músculos. O tipo de aplicação varia de acordo com a finalidade da ozonioterapia.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a ozonioterapia, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os possíveis benefícios e riscos dessa terapia. Não se deixe enganar por promessas milagrosas ou falsas informações sobre a ozonioterapia na internet.

    No entanto, a ozonioterapia não é recomendada pela ciência como forma de tratamento para outras doenças, como asma, câncer, HIV e esclerose múltipla, por não haver evidências científicas que comprovem os seus benefícios nessas situações.

    Além disso, a ozonioterapia pode trazer riscos para a saúde, como irritação da pele e das mucosas, alergias, embolia gasosa e até mesmo morte, se for aplicada de forma inadequada ou por profissionais não capacitados. Por isso, a ozonioterapia deve ser realizada apenas por médicos ou dentistas treinados para a sua aplicação, seguindo as indicações aprovadas pela Anvisa.

    A ozonioterapia pode ser feita por meio de aplicação cutânea, com gás, compressas, óleos ou água contendo ozônio aplicados sobre a pele; aplicação bucal, utilizando água, gás ou óleos contendo ozônio diretamente na mucosa da boca; ou aplicação sistêmica, com injeção de ozônio no sangue ou nos músculos. O tipo de aplicação varia de acordo com a finalidade da ozonioterapia.

    Se você tem interesse em saber mais sobre a ozonioterapia, consulte um profissional de saúde qualificado e informe-se sobre os possíveis benefícios e riscos dessa terapia. Não se deixe enganar por promessas milagrosas ou falsas informações sobre a ozonioterapia na internet.

  • Inteligência artificial prevê a genética de tumores cerebrais cancerígenos em menos de 90 segundos

    Inteligência artificial prevê a genética de tumores cerebrais cancerígenos em menos de 90 segundos

    Uso da inteligência artificial pode ajudar os médicos a diagnosticar e tratar tumores cerebrais cancerígenos de forma mais rápida e precisa.

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou que um algoritmo de aprendizado profundo pode analisar a genética de tumores cerebrais em menos de 90 segundos, enquanto os métodos tradicionais podem levar até 150 horas.

    Os pesquisadores usaram uma rede neural convolucional, um tipo de inteligência artificial que imita o funcionamento do cérebro humano, para treinar o algoritmo com mais de 2.600 imagens de tumores cerebrais. O algoritmo foi capaz de identificar os padrões genéticos dos tumores com uma precisão de 94%, superando os métodos convencionais que dependem de análises laboratoriais demoradas e invasivas.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o prognóstico e o tratamento dos pacientes com tumores cerebrais, que são uma das formas mais agressivas e mortais de câncer. Ao prever a genética dos tumores em questão de segundos, os médicos podem personalizar as terapias mais adequadas para cada caso e reduzir os riscos de complicações.

    Fonte: Link.

    Um novo estudo publicado na revista Nature Communications revelou que um algoritmo de aprendizado profundo pode analisar a genética de tumores cerebrais em menos de 90 segundos, enquanto os métodos tradicionais podem levar até 150 horas.

    Os pesquisadores usaram uma rede neural convolucional, um tipo de inteligência artificial que imita o funcionamento do cérebro humano, para treinar o algoritmo com mais de 2.600 imagens de tumores cerebrais. O algoritmo foi capaz de identificar os padrões genéticos dos tumores com uma precisão de 94%, superando os métodos convencionais que dependem de análises laboratoriais demoradas e invasivas.

    A inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o prognóstico e o tratamento dos pacientes com tumores cerebrais, que são uma das formas mais agressivas e mortais de câncer. Ao prever a genética dos tumores em questão de segundos, os médicos podem personalizar as terapias mais adequadas para cada caso e reduzir os riscos de complicações.

    Fonte: Link.

  • Câncer: como os alimentos ultraprocessados podem aumentar o risco de 25 tipos de tumor

    Câncer: como os alimentos ultraprocessados podem aumentar o risco de 25 tipos de tumor

    Um estudo realizado na França e publicado na revista British Medical Journal mostrou que a cada 10% de aumento no consumo desses produtos na dieta, o risco de câncer em geral aumentava 12%, e o risco de câncer de mama aumentava 11%.

    Os alimentos ultraprocessados são ricos em açúcar, gordura, sal e calorias, e pobres em fibras, vitaminas e minerais. Eles também contêm aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes, que podem ter efeitos nocivos à saúde. Além disso, esses alimentos favorecem o excesso de peso e a obesidade, que são fatores de risco para vários tipos de câncer.

    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), os alimentos ultraprocessados estão associados ao aumento do risco de 25 tipos de câncer, entre eles os de pulmão, cérebro, linfoma e colorretal. Por isso, é importante evitar ou reduzir o consumo desses produtos e optar por uma alimentação mais saudável, baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijão e carnes magras.

    Para ajudar você a fazer escolhas mais conscientes na hora de se alimentar, confira algumas dicas:

    • Leia os rótulos dos produtos e evite aqueles que tenham ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis.
    • Prefira cozinhar sua própria comida em casa com ingredientes frescos e naturais.
    • Planeje suas refeições com antecedência e leve lanches saudáveis para o trabalho ou a escola.
    • Evite comer fora com frequência e fuja dos restaurantes fast-food.
    • Beba água ou sucos naturais sem açúcar em vez de refrigerantes ou bebidas industrializadas.

    Lembre-se: uma alimentação saudável é um dos pilares da prevenção do câncer. Cuide da sua saúde!

    Fontes:

    A relação entre os alimentos ultraprocessados e o câncer | Veja Saúde

    Alimentos ultraprocessados aumentam risco de câncer – BBC News Brasil

    Alimentos e bebidas ultraprocessados — Instituto Nacional de Câncer – INCA

    Os alimentos ultraprocessados são ricos em açúcar, gordura, sal e calorias, e pobres em fibras, vitaminas e minerais. Eles também contêm aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e conservantes, que podem ter efeitos nocivos à saúde. Além disso, esses alimentos favorecem o excesso de peso e a obesidade, que são fatores de risco para vários tipos de câncer.

    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), os alimentos ultraprocessados estão associados ao aumento do risco de 25 tipos de câncer, entre eles os de pulmão, cérebro, linfoma e colorretal. Por isso, é importante evitar ou reduzir o consumo desses produtos e optar por uma alimentação mais saudável, baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijão e carnes magras.

    Para ajudar você a fazer escolhas mais conscientes na hora de se alimentar, confira algumas dicas:

    • Leia os rótulos dos produtos e evite aqueles que tenham ingredientes desconhecidos ou impronunciáveis.
    • Prefira cozinhar sua própria comida em casa com ingredientes frescos e naturais.
    • Planeje suas refeições com antecedência e leve lanches saudáveis para o trabalho ou a escola.
    • Evite comer fora com frequência e fuja dos restaurantes fast-food.
    • Beba água ou sucos naturais sem açúcar em vez de refrigerantes ou bebidas industrializadas.

    Lembre-se: uma alimentação saudável é um dos pilares da prevenção do câncer. Cuide da sua saúde!

    Fontes:

    A relação entre os alimentos ultraprocessados e o câncer | Veja Saúde

    Alimentos ultraprocessados aumentam risco de câncer – BBC News Brasil

    Alimentos e bebidas ultraprocessados — Instituto Nacional de Câncer – INCA

  • Câncer custará ao mundo 25 trilhões de dólares nos próximos 30 anos

    Câncer custará ao mundo 25 trilhões de dólares nos próximos 30 anos

    Uma análise projeta que China e Estados Unidos suportarão a maior parte do ônus econômico do câncer.

    O custo total do câncer para a economia global chegará a 25,2 trilhões de dólares entre 2020 e 2050, de acordo com uma análise de 29 tipos de câncer em 204 países. Deste total, cinco tipos de câncer representarão cerca da metade desse custo.

    O estudo, publicado no JAMA Oncology no mês passado, descobriu que o câncer de traqueia, brônquio e pulmão será o mais caro, seguido pelo câncer de cólon e reto, câncer de mama, câncer de fígado e leucemia.

    Juntos, esses cânceres custarão cerca de US$12 trilhões nos próximos 30 anos.

    O custo total do câncer para a economia global chegará a 25,2 trilhões de dólares entre 2020 e 2050, de acordo com uma análise de 29 tipos de câncer em 204 países. Deste total, cinco tipos de câncer representarão cerca da metade desse custo.

    O estudo, publicado no JAMA Oncology no mês passado, descobriu que o câncer de traqueia, brônquio e pulmão será o mais caro, seguido pelo câncer de cólon e reto, câncer de mama, câncer de fígado e leucemia.

    Juntos, esses cânceres custarão cerca de US$12 trilhões nos próximos 30 anos.

  • Biotecnologia: como a descoberta do reparo do DNA pode revolucionar o setor

    Biotecnologia: como a descoberta do reparo do DNA pode revolucionar o setor

    Uma equipe de pesquisadores da Michigan State University’s College of Veterinary Medicinefez uma descoberta que pode ter implicações para estratégias de edição genética terapêutica, diagnósticos e terapias de câncer e outros avanços em biotecnologia.

    A descoberta é sobre um grande complexo de proteínas chamado DNA-PK que inicia o processo de reparo do DNA.

    Os pesquisadores caracterizaram dois tipos diferentes de DNA-PK, cada um com um papel específico no reparo do DNA que não pode ser assumido pelo outro.

    O DNA-PK funciona em diferentes contextos em que o DNA é danificado ou precisa ser modificado. Alguns exemplos são:

    – Quando o DNA sofre quebras de dupla fita (DSBs), que são cortes nas duas fitas do DNA. O DNA-PK ajuda a reparar essas quebras por um processo chamado junção de extremidades não homólogas (NHEJ).

    – Quando o DNA é danificado por agentes químicos ou radiação. O DNA-PK pode ser um alvo terapêutico para aumentar a eficácia desses agentes em células cancerosas.

    – Quando o DNA é replicado durante a divisão celular. O DNA-PK participa da resposta ao estresse de replicação, que é uma forma de proteger o DNA de erros ou instabilidades durante a cópia.

    – Quando o DNA precisa ser editado para fins terapêuticos ou industriais. O DNA-PK pode ser manipulado para alterar a expressão ou a função de genes específicos.

    Essa descoberta pode melhorar a biotecnologia porque pode ajudar a entender como o DNA-PK funciona em diferentes contextos e como ele pode ser manipulado para fins terapêuticos ou industriais.

    Fonte: ScienceDaily – Health & Medicine

    A descoberta é sobre um grande complexo de proteínas chamado DNA-PK que inicia o processo de reparo do DNA.

    Os pesquisadores caracterizaram dois tipos diferentes de DNA-PK, cada um com um papel específico no reparo do DNA que não pode ser assumido pelo outro.

    O DNA-PK funciona em diferentes contextos em que o DNA é danificado ou precisa ser modificado. Alguns exemplos são:

    – Quando o DNA sofre quebras de dupla fita (DSBs), que são cortes nas duas fitas do DNA. O DNA-PK ajuda a reparar essas quebras por um processo chamado junção de extremidades não homólogas (NHEJ).

    – Quando o DNA é danificado por agentes químicos ou radiação. O DNA-PK pode ser um alvo terapêutico para aumentar a eficácia desses agentes em células cancerosas.

    – Quando o DNA é replicado durante a divisão celular. O DNA-PK participa da resposta ao estresse de replicação, que é uma forma de proteger o DNA de erros ou instabilidades durante a cópia.

    – Quando o DNA precisa ser editado para fins terapêuticos ou industriais. O DNA-PK pode ser manipulado para alterar a expressão ou a função de genes específicos.

    Essa descoberta pode melhorar a biotecnologia porque pode ajudar a entender como o DNA-PK funciona em diferentes contextos e como ele pode ser manipulado para fins terapêuticos ou industriais.

    Fonte: ScienceDaily – Health & Medicine